DIVISÃO DE INFORMAÇÕES E ESTUDOS ESTRATÉGICOS DO TURISMO

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1 DIVISÃO DE INFORMAÇÕES E ESTUDOS ESTRATÉGICOS DO TURISMO RELATÓRIO DIEE: GUIA MEIOS DE HOSPEDAGEM RS Porto Alegre Agosto, 2012

2 FICHA TÉCNICA Diretora do Departamento de Desenvolvimento do Turismo Maria Helena Saraiva Marques Coordenação da Divisão de Informações e Estudos Estratégicos do Turismo Marcia Colao Merllo Elaboração, Metodologia e Estatística Flávia Vanize Carvalho Supervisão Técnica Marcia Colao Merllo Apoio Andressa Fabian Caroline Camargo Elias Gabbardo Leandro Carvalho

3 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Total de meios de hospedagem, unidades habitacionais e leitos por região turística e municípios não regionalizados Tabela 2 Total de meios de hospedagem, unidades habitacionais e leitos por microrregião turística e municípios não regionalizados Tabela 3 quantidade de leitos, unidades habitacionais e empreendimentos por microrregião turística em ordem decrescente de capacidade de hospedagem Tabela 4 Distribuição dos meios de hospedagem conforme faixa de distância... 25

4 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Gráfico 1Total de meios de hospedagem no Rio Grande do Sul Gráfico 2 Total de unidades habitacionais em Porto Alegre e demais 185 municípios do Rio Grande do Sul que possuem pelo menos um meio de hospedagem Gráfico 3 Total de leitos em Porto Alegre e demais 185 municípios do Rio Grande do Sul que possuem pelo menos um meio de hospedagem Gráfico 4 Total de municípios que possuem pelo menos um tipo de meios de hospedagem Gráfico 5 Total de meios de hospedagem do Rio Grande do Sul por tipo Gráfico 6 Total das três regiões turísticas que mais possuem meios de hospedagem Gráfico 7 Total de meios de hospedagem nas regiões GPOA, LNG e SG e demais regiões turísticas Gráfico 8 Total das quatro microrregiões turísticas que mais possuem meios de hospedagem... 22

5 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO MEIOS DE HOSPEDAGEM SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE MEIOS DE HOSPEDAGEM SISTEMA DE CADASTRO DE PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS NO SETOR DO TURISMO CADASTUR JUSTIFICATIVA OBJETIVO OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS METODOLOGIA NÚMERO DE MEIOS DE HOSPEDAGEM NO RIO GRANDE DO SUL LEVANTAMENTO DE UNIDADES HABITACIONAIS E LEITOS DIVIDIR OS MEIOS DE HOSPEDAGEM CONFORME A TIPOLOGIA DIVIDIR OS MEIOS DE HOSPEDAGEM CONFORME AS REGIÕES TURÍSTICAS DIVIDIR OS MEIOS DE HOSPEDAGEM CONFORME AS 23 MICRORREGIÕES TURÍSTICAS DIVIDIR OS MEIOS DE HOSPEDAGEM CONFORME AS FAIXAS DE DISTÂNCIA REUNIR TODOS OS DADOS COLETADOS DURANTE A PESQUISA CONSIDERAÇÕES FINAIS... 26

6 1 INTRODUÇÃO Os meios de hospedagem são parte integrante da estrutura turística no Rio Grande do Sul, oferecem não apenas alojamentos para os turistas, mas uma diversificação de serviços como: alimentação, necessidades básicas, instalações confortáveis, informações turísticas, lojas, entretenimento, lazer entre outros. O presente estudo visa analisar os prestadores de serviços turísticos do tipo meios de hospedagem em todo Estado, levando em consideração a sua classificação quanto a tipologia, quantidade de unidades habitacionais e leitos. Através do levantamento de dados de cada meio de hospedagem será possível apontar o número total de empreendimentos, unidades habitacionais (apartamentos, quartos e suítes) e de leitos (capacidade total de hóspedes que podem ser alojados) no Rio Grande do Sul. Os resultados obtidos com a pesquisa devem identificar e segmentar a estrutura formal e informal do setor hoteleiro por município, região, microrregião e distância em relação à Capital Porto Alegre. Este relatório tem como intuito identificar a distribuição geográfica e quantitativa da capacidade hoteleira no Estado e com isto, subsidiar futuras ações de planejamento e qualificação do setor.

7 2 MEIOS DE HOSPEDAGEM A hotelaria como hoje conhecemos, surgiu em meados de 1900 e com o passar das décadas foi evoluindo gradativamente até se tornar o que chamamos hoje de equipamento turístico. Com o desenvolvimento e o crescimento do fluxo de turistas em todos os continentes, a partir do século XX, os meios de hospedagem passaram a ter que se adaptar para corresponder às exigências do mercado. Conforme Lei / : Consideram-se meios de hospedagem os empreendimentos ou estabelecimentos, independentemente de sua forma de constituição, destinados a prestar serviços de alojamento temporário, ofertados em unidades de frequência individual e de uso exclusivo do hóspede, bem como outros serviços necessários aos usuários, denominado de serviços de hospedagem, mediante adoção de instrumento contratual, tácito ou expresso e cobrança de diária. O setor hoteleiro é fundamental para o desenvolvimento do turismo e parte integrante da estrutura turística do Rio Grande do Sul, oferecendo dentro das normativas estabelecidas pelo Ministério do Turismo além de alojamentos uma gama bem diversificada de serviços como: alimentação, necessidades básicas, instalações confortáveis, informações turísticas, lojas, entretenimento, lazer entre outros. Para que o turista tenha acesso a essas informações, a Secretaria de Estado do Turismo, através da então Divisão de Informações Turísticas, em 1998, começou a pesquisar os empreendimentos hoteleiros que se sabia à época, seja através de dados fornecidos pelos colegiados municipais de turismo, por meio de folheteria promocional ou, ainda, por intermédio direto dos estabelecimentos interessados na sua divulgação. Inicialmente, os dados foram reunidos em material intitulado Guia Meios de Hospedagem RS e na forma de fotocópia eram enviados aos Centros de Atenção ao Turista e serviam de base para o atendimento aos interessados. Alguns anos depois com a publicação do site da SETUR/RS, estes dados também passaram a ser divulgados pela internet. Conforme surgiam as necessidades da demanda, o guia foi sendo aperfeiçoado, de modo que atualmente contempla, além dos dados básicos de identificação e contato dos empreendimentos, 1 Fonte de Dados: Ministério do Turismo. Disponível em: Acesso em agosto de 2012.

8 os principais serviços oferecidos e a distância da Capital, por exemplo. A manutenção deste material é constante, na medida em que as alterações chegam ao nosso conhecimento e a cada dois anos é realizado contato individual para a atualização de dados. Ressaltamos aqui, a dificuldade de acesso às informações. No Estado boa parte das empresas é familiar, ou seja, os proprietários passam o bastão da gestão de geração em geração e talvez seja este aspecto, atrelado ao baixo nível de capacitação empresarial, que inibe uma transparência no repasse de informações quando contatados. Além disso, a não valorização da internet como ferramenta de comunicação e promoção, percebida pela falta de cultura (e isto vale para todo o Brasil e não somente ao Rio Grande do Sul) em responder as mensagens eletrônicas é outro fator que dificulta a fluência na atividade de atualização de dados. Outra dificuldade encontrada foi a falta de conhecimento dos responsáveis pelos empreendimentos, no que diz respeito, ao repasse das informações para a Secretaria do Turismo. Na maioria das vezes os responsáveis entenderam que ao passar as informações, estariam fornecendo também seus dados ao Fisco. O referido guia aponta que, hoje o Rio Grande do Sul conta com mais de 1000 empreendimentos direcionados para o setor da hotelaria, geograficamente distribuídos nas 11 regiões turísticas e municípios não regionalizados. 2.1 SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE MEIOS DE HOSPEDAGEM Uma ferramenta de comunicação entre o setor hoteleiro e os turistas, com a finalidade de orientá-los em suas escolhas de maneira clara e objetiva. O Decreto de 17 de junho de estabelece um novo sistema de classificação de meios de hospedagem. Os empreendimentos do setor hoteleiro passam a ter os tipos e categorias padronizados oficialmente pelo Ministério do Turismo. Com o objetivo de aumentar a competitividade do setor e assim atrair ainda mais turistas, a classificação dos meios de hospedagem está dividida em sete categorias 3 : 2 3 Fonte de Dados: Ministério do Turismo. Disponível em: Acesso em agosto de Fonte de Dados: Ministério do Turismo. Disponível em: Acesso em agosto de 2012.

9 Hotel: estabelecimento com serviço de recepção, alojamento temporário, com ou sem alimentação, ofertados em unidades individuais e de uso exclusivo do hóspede, mediante cobrança de diária; Resort: hotel com infraestrutura de lazer e entretenimento que disponha de serviços de estética, atividades físicas, recreação e convívio com a natureza no próprio empreendimento; Hotel Fazenda: localizado em ambiente rural, dotado de exploração agropecuária, que ofereça entretenimento e vivência no campo; Cama e Café: hospedagem em residência com no máximo três unidades habitacionais para uso turístico, com serviços de café da manhã e limpeza, na qual o possuidor do estabelecimento resida; Hotel Histórico: instalado em edificação preservada em sua forma original ou restaurada, ou ainda que tenha sido palco de fator histórico-cultural de importância reconhecida. Entende-se como fatos histórico-culturais aqueles tidos como relevantes pela memória popular, independentemente de quando ocorreram, podendo o reconhecimento ser formal, por parte do Estado brasileiro, ou informal, com base no conhecimento popular ou em estudos acadêmicos; Pousada: empreendimento de característica horizontal, composto de no máximo 30 unidades habitacionais e 90 leitos, com serviços de recepção, alimentação e alojamento temporário, podendo ser em um prédio único com até três pavimentos, ou contar com chalés e bangalôs; Flat/Apart: constituído por unidades habitacionais que disponham de dormitório, banheiro, sala e cozinha equipada, em edifício com administração e comercialização integradas, que possua serviços de recepção, limpeza e arrumação. Neste contexto, os meios de hospedagem aqui analisados e constantes no Guia Meios de Hospedagem RS foram redistribuídos por aproximação nos aspectos inerentes à definição de cada tipo de empreendimento. Assim, os resultados contemplam os seguintes tipos: Hotéis (agregando hotéis e hotel histórico); Pousadas (agregando pousada, hotel fazenda e cama e café); Flat/Apart;

10 Resorts; Albergues (embora esta categoria não conste na classificação do MTur, este tipo é utilizado para designar os meios de hospedagem com alojamentos coletivos). 2.2 SISTEMA DE CADASTRO DE PESSOAS FÍSICAS E JURÍDICAS NO SETOR DO TURISMO CADASTUR O MTur criou o CADASTUR, um sistema online de cadastro dos prestadores de serviços turísticos, que tem por objetivo ser uma fonte de consulta fidedigna para o mercado turístico brasileiro, promovendo assim serviços confiáveis e de qualidade. Foi instituído o cadastro no Ministério do Turismo para empresas e profissionais de turismo a partir da Lei do Turismo /08 4. A execução do CADASTUR é feita pelo Ministério do Turismo em parceria com os órgãos oficiais nos 26 Estados do Brasil e no Distrito Federal. Por serem prestadores de serviços turísticos os empreendimentos hoteleiros estão inseridos neste sistema e devem estar devidamente cadastrados junto ao Ministério do Turismo através do CADASTUR. No Rio Grande do Sul o cadastro, bem como a fiscalização dos prestadores do tipo meios de hospedagem, é de responsabilidade da Secretaria de Estado do Turismo, estabelecendo assim parceria direta com o MTur. Dentro da Secretaria, o Sistema de Cadastro de pessoas físicas e jurídicas no setor do turismo está vinculado ao Departamento de Qualificação dos Serviços Turísticos (DQPST), que possui profissionais habilitados para trabalhar com a estrutura que envolve o CADASTUR. Esta parceria entre o MTur e a SETUR/RS, visa promover o ordenamento, a formalização e a legalização dos prestadores de serviços turísticos no estado. Desde a sua criação, e até a data atual, o banco de dados do CADASTUR apresenta números de registros muito aquém dos números constantes no Guia Meios de Hospedagem RS, já 4 Fonte de Dados: Ministério do Turismo. Disponivel em: Acesso em agosto de 2012.

11 mencionado, motivo pelo qual se considera importante manter o arquivo que contempla tanto empreendimentos formais (com cadastro) quanto àqueles que ainda não buscaram a formalização junto ao Ministério do Turismo. Outro aspecto relevante que justifica o estudo sem limitação dos dados do CADASTUR, está relacionado ao caráter do cadastramento dado pelas empresas. Para elas, as vantagens da formalização se extinguem na obrigatoriedade da obtenção do certificado. Assim, normalmente o profissional que preenche os formulários oficiais do CADASTUR é o contador. Como ele não percebe a importância da veracidade dos dados informados, muitas vezes preenche os campos aleatoriamente, na intenção de agilizar o procedimento burocrático. Neste sentido, fica a sugestão pela aproximação da Secretaria ao Sindicato dos Contabilistas do RS que, em parceria, podem promover ações de conscientização destes profissionais. Pelos motivos acima expostos consideramos, para efeitos deste estudo, o conteúdo do Guia Meios de Hospedagem RS, na medida em que os resultados retratam com maior grau de aproximação a realidade gaúcha no setor.

12 3 JUSTIFICATIVA O Plano de Desenvolvimento do Turismo do Rio Grande do Sul estabelece desafios e metas a serem enfrentados. Para o desafio 05 Fomentar o empreendedorismo, a inovação e a qualificação dos serviços turísticos a Secretaria precisa se valer de uma base de dados iniciais a fim de mensurar os resultados, na medida em que, os projetos forem implantados. O monitoramento do desafio, do ponto de vista quantitativo e a sua interface com a regionalização turística do Estado, é condição imprescindível para a continuidade das estratégias adotadas. Ele possibilita uma readequação a qualquer tempo, através da análise mensal da evolução dos dados. Neste sentido, com relação ao prestador de serviço tipo meio de hospedagem, o sistema CADASTUR deve ser considerado em primeira instância, seguido pelo Guia Meios de Hospedagem RS, em função da expressão quantitativa do material, entre outros aspectos.

13 4 OBJETIVO A proposta deste estudo é possibilitar não apenas a visualização quanto à totalidade da oferta deste setor, mas também mensurar as informações encontradas, já que os resultados estatísticos poderão ser analisados também no que diz respeito à distribuição geográfica dos municípios que possuem meios de hospedagem através de gráficos: Na totalidade dos empreendimentos do setor hoteleiro no Estado; Pela divisão do setor dentro das 11 regiões turísticas do Estado; Pela divisão do setor dentro das 23 microrregiões turísticas do Estado; Pela divisão do setor em relação aos municípios gaúchos que optaram por não fazer parte da regionalização turística. Visa à elaboração de um estudo, considerando em cada meio de hospedagem a totalidade disponível de UH S e leitos, dados importantíssimos para que se faça uma análise criteriosa da oferta do setor hoteleiro no estado, possibilitando assim futuramente a melhoria no planejamento e promoção, conforme as necessidades que poderão ser apontadas com os resultados. 4.1 OBJETIVO GERAL Identificar a oferta de meios de hospedagem no Rio Grande do Sul. 4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Quantificar o número de meios de hospedagem no Rio Grande do Sul; Utilizar questionário aplicado anteriormente pelo DIEE aos meios de hospedagem; Levantar informações quanto à quantidade de unidades habitacionais e de leitos disponíveis em cada empreendimento hoteleiro; Dividir os meios de hospedagem conforme o tipo de cada empreendimento; Dividir os meios de hospedagem conforme a distância dos municípios em relação à Porto Alegre; Reunir todos os dados coletados durante a pesquisa e elaborar estudo estatístico.

14 5 METODOLOGIA As etapas de pesquisa, tabulação e tratamento dos dados são explicitadas nos itens a seguir (5.1 a 5.7), conforme objetivos específicos elaborados anteriormente. 5.1 NÚMERO DE MEIOS DE HOSPEDAGEM NO RIO GRANDE DO SUL O Guia Meios de Hospedagem RS passou por uma atualização, realizada pela DIEE, através de contato eletrônico ( ) e telefônico, de março a agosto de A partir do Guia, foi constituída uma planilha no Excel com o nome fantasia de cada empreendimento, município de localização e este atrelado a região e microrregião a qual está inserido. Cabe observar que para alguns empreendimentos não se conseguiu contato, sendo que estes não estão computados nas estatísticas do presente estudo, já que a informação não pode ser confirmada. Uma hipótese possível é o fechamento do hotel, outra, ainda, é o funcionamento temporário, provavelmente no verão, já que a coleta se deu durante o outono e o inverno. O resultado deste primeiro momento apontou para um total de 1039 empreendimentos hoteleiros no Rio Grande do Sul, sendo 500 (48,12%) com cadastro devidamente em dia junto ao Ministério do Turismo e 539 (51,88%) sem cadastro ou, ainda, com cadastro desatualizado, mas em plena atividade (em agosto de 2012).

15 Gráfico 1Total de meios de hospedagem no Rio Grande do Sul 539 (51,88%) 500 (48,12%) M.H Com CADASTUR M.H Sem CADASTUR 5.2 LEVANTAMENTO DE UNIDADES HABITACIONAIS E LEITOS Com a planilha preenchida foi possível diagnosticar que o Rio Grande do Sul conta hoje com unidades habitacionais e leitos, que estão distribuídos nas 11 regiões turísticas e municípios não regionalizados. Através das informações coletadas foi possível constatar que a Capital gaúcha (Porto Alegre), possui hoje unidades habitacionais e leitos, que representam respectivamente 19% e 17% do total disponível no Estado. Os leitos e unidades habitacionais estão distribuídos nos 95 empreendimentos que o município possui: 80 são do tipo hotel, 8 flat/apart, 4 pousada e 3 albergue.

16 Gráfico 2 Total de unidades habitacionais em Porto Alegre e demais 185 municípios do Rio Grande do Sul que possuem pelo menos um meio de hospedagem (19%) (81%) UH'S em Porto Alegre UH'S demais municípios Gráfico 3 Total de leitos em Porto Alegre e demais 185 municípios do Rio Grande do Sul que possuem pelo menos um meio de hospedagem (17%) (83%) Leitos em Porto Alegre Leitos demais municípios Pode-se afirmar, também, através deste levantamento, que os meios de hospedagem estão distribuídos apenas em 186 municípios dos 496 que o Estado possui o que equivale a 37,5% dos municípios do Rio Grande do Sul, ou seja, em 62,9% dos municípios gaúchos o visitante não encontrará estrutura de hospedagem, influenciando diretamente na decisão do turista pelo tempo de

17 permanência e de gasto no destino. Gráfico 4 Total de municípios que possuem pelo menos um tipo de meios de hospedagem 312 (62,9%) 186 (37,5%) Municípios que possuem M.H Municípios que não possuem M.H 5.3 DIVIDIR OS MEIOS DE HOSPEDAGEM CONFORME A TIPOLOGIA Com a divisão dos empreendimentos conforme a tipologia de cada um pode-se constatar que os meios de hospedagem do estado estão divididos em albergues, flat/apart, hotéis, pousadas e resort. Neste contexto de divisões o estado conta com: 10 albergues (0,96%), 20 flat/aparts (1,92%), 292 pousadas (28,10%), 714 hotéis (68,72%) e 3 resorts (0,30%), do total de 1039 meios de hospedagem.

18 Gráfico 5 Total de meios de hospedagem do Rio Grande do Sul por tipo 33 (3,18%) 292 (28,10%) 714 (68,72%) outros (albergues, flat/apart e resort) hotéis pousadas 5.4 DIVIDIR OS MEIOS DE HOSPEDAGEM CONFORME AS REGIÕES TURÍSTICAS Após os empreendimentos hoteleiros serem distribuídos em municípios conforme item 5.1, foi possível também visualizar os dados conforme a regionalização turística vigente no Rio Grande do Sul. Hoje o Estado está dividido em 11 regiões turísticas, sendo elas: Central (CE), Costa Doce (CD), Grande Porto Alegre (GPOA), Hidrominerais (HI), Litoral Norte Gaúcho (LNG), Missões (MI), Pampa Gaúcho (PG), Rota das Terras (RT), Serra Gaúcha (SG), Vales (VA) e Yucumã (YU), além dos municípios não regionalizados. Conforme esta divisão foi possível analisar cada região turística individualmente, no que diz respeito à quantidade de meios de hospedagem, quantidade de unidades habitacionais e leitos.

19 Tabela 1 Total de meios de hospedagem, unidades habitacionais e leitos por região turística e municípios não regionalizados Região Turística Total de Meios de Hospedagem Total de Leitos Total de UH'S Central CE 39 4% ,61% ,84% Costa Doce CD 94 9% ,40% ,67% Grande Porto Alegre GPOA % ,31% ,38% Hidrominerais HI 51 5% ,46% ,83% Litoral Norte Gaúcho LNG % ,73% ,07% Missões MI 48 5% ,91% ,94% Pampa Gaúcho PG 51 5% ,22% ,23% Rota das Terras RT 13 1% ,13% 485 1,21% Serra Gaúcha SG % ,24% ,95% Vales VA 70 7% ,49% ,64% Yucumã YU 21 2% ,19% 722 1,80% Municípios não regionalizados NR 14 1% ,32% 579 1,44% TOTAL Através desta tabulação é possível identificar que apenas três regiões turísticas possuem mais de 100 meios de hospedagem, sendo elas: Serra Gaúcha (379), Litoral Norte Gaúcho (133) e Grande Porto Alegre (126) e os demais 401 meios de hospedagem estão nas outras oito regiões turísticas e municípios não regionalizados. É possível constatar que a região Rota das Terras, Yucumã e Municípios não regionalizados possuem menos de 25 empreendimentos e que, juntas, representam apenas 4% dos meios de hospedagem em todo Estado, apesar de representarem 25,2% dos municípios gaúchos, denunciando um gargalo para o desenvolvimento do turismo, neste sentido. Exemplo disso é o município de Derrubadas, onde está localizado o Parque Estadual do Turvo, que por sua vez, abriga um dos mais conhecidos atrativos turístico do Estado, o Salto do Yucumã. O turista que visita o Parque deverá, necessariamente, que se deslocar a outro município

20 (provavelmente Tenente Portela) para se hospedar. Sendo assim, pode-se afirmar que as regiões Serra Gaúcha, Litoral Norte Gaúcho e Grande Porto Alegre, juntas, detém 61% dos meios de hospedagem e que os demais 39% estão nas outras oito regiões e municípios não regionalizados. Gráfico 6 Total das três regiões turísticas que mais possuem meios de hospedagem Gráfico 7 Total de meios de hospedagem nas regiões GPOA, LNG e SG e demais regiões turísticas 401 (39%) 638 (61%) GPOA, LNG, SG Demais Regiões Turísticas

21 5.5 DIVIDIR OS MEIOS DE HOSPEDAGEM CONFORME AS 23 MICRORREGIÕES TURÍSTICAS Depois de visualizar os meios de hospedagem por região turística e analisar a distribuição em todo o Rio Grande do Sul foi feita uma análise ainda mais minuciosa, distribuindo-os nas 23 microrregiões turísticas, uma vez que estas foram elevadas à condição de regiões, para efeito de gestão (aprovado pelo Fórum Estadual de Turismo em 2012). Tabela 2 Total de meios de hospedagem, unidades habitacionais e leitos por microrregião turística e municípios não regionalizados REGIÃO MICRORREGIÃO TOTAL DE M.H TOTAL DE LEITOS TOTAL DE UH'S Central Central Costa Doce Sul Centro Sul Grande Porto Alegre Porto Alegre e Delta do Jacuí Vale do Rio dos Sinos Cultura e Tradição Hidrominerais Rota Águas e Pedras Termas e Lagos Litoral Norte Gaúcho Litoral Norte Gaúcho Missões Rota do Rio Uruguai Rota Missões Pampa Gaúcho Campanha Fronteira Gaúcha Rota das Terras Rota das Terras Hortênsias Vale do Paranhana Serra Gaúcha Uva e Vinho Campos de Cima da Serra Rotas das Araucárias Vale do Rio Pardo Vales Vale do Taquarí Vale do Caí Yucumã Rota Yucumã Municípios não regionalizados TOTAL

22 Pode-se constatar que as microrregiões Hortênsias, Litoral Norte Gaúcho, Uva e Vinho e Porto Alegre e Delta do Jacuí são as únicas que possuem mais de 100 meios de hospedagem com respectivamente 214, 133, 105 e 104 e, juntas, detêm 54% do total disponível no Estado e que os demais 46% estão distribuídos nas outras 19 microrregiões e municípios não regionalizados. Se tratando de unidades habitacionais e leitos, essas quatro microrregiões detêm respectivamente 60,80% e 60,53% da disponibilidade no Estado. A microrregião Vale do Paranhana aparece na última posição, pois, é a única que possui menos de 10 meios de hospedagem, conta com apenas 7 e, juntos, disponibilizam 192 UH S e 452 leitos. Gráfico 8 Total das quatro microrregiões turísticas que mais possuem meios de hospedagem 483 (46%) 556 (54%) Hortênsias, Litoral Norte Gaúcho, Uva e Vinho e Porto Alegre e Delta do Jacuí Demais microrregiões Na tabela 3, é possível visualizar a distribuição de leitos e unidades habitacionais nas 23 microrregiões e municípios não regionalizados e pode-se constatar, que as microrregiões Hortênsias, Porto Alegre e Delta do Jacuí e Litoral Norte Gaúcho são as únicas que possuem mais de leitos, com respectivamente (18,98%), (17,50%) e (13,73%). Essas três microrregiões juntas contabilizam 50,21% dos leitos disponíveis em todo Estado. As microrregiões Vale do Caí, Rota das Araucárias e Vale do Paranhana possuem menos de 700 leitos, com respectivamente 670 (0,72%), 554 (0,60%) e 452 (0,49%). Essas três microrregiões juntas representam apenas 1,81% do total de leitos disponíveis em todo Estado.

23 As demais 17 microrregiões e municípios não regionalizados possuem entre 800 e leitos e a média entre essas microrregiões é de leitos. Tabela 3 quantidade de leitos, unidades habitacionais e empreendimentos por microrregião turística em ordem decrescente de capacidade de hospedagem MICRORREGIÃO LEITOS UNIDADES HABITACIONAIS MEIOS DE HOSPEDAGEM Hortênsias Porto Alegre e Delta do Jacuí Litoral Norte Gaúcho Uva e Vinho Sul Fronteira Gaúcha Central Rota Missões Vale do Rio dos Sinos Vale do Rio Pardo Yucumã Vale do Taquarí Campos de Cima da Serra Centro Sul Cultura e Tradição Termas e Lagos Municípios não regionalizados Rotas Águas e Pedras Rota das Terras Campanha Rota do Rio Uruguai Vale do Caí Rotas das Araucárias Vale do Paranhana TOTAL Com a tabela acima, foi possível fazer também a média de leitos e unidades habitacionais no Rio Grande do Sul. O Estado conta hoje com uma média de 88,4 leitos e 38,7 unidades

24 habitacionais. 5.6 DIVIDIR OS MEIOS DE HOSPEDAGEM CONFORME AS FAIXAS DE DISTÂNCIA Por estarem os meios de hospedagem distribuídos em 186 municípios e estes inseridos em todas as regiões e microrregiões conforme a regionalização turística vigente entende-se que é importante dividí-los geograficamente conforme a distância em relação ao município de Porto Alegre. Neste caso, o marco 0 é justamente a cidade de Porto Alegre, por ser a capital gaúcha e o principal portão de entrada via aérea. Para facilitar a análise, as distâncias são representadas da seguinte forma: Para o município de Porto Alegre será utilizado a expressão 0 ; Para os municípios que ficam a uma distância inferior a 100 km será utilizada a expressão Até 100 ; Para os municípios que ficam distantes de 101 a 200 km será utilizada a expressão A100 ; Para os municípios que ficam distantes de 201 a 300 km será utilizada a expressão A200 ; Para os municípios que ficam distantes de 301 a 400 km será utilizada a expressão A300 ; Para os municípios que ficam distantes de 401 a 500 km será utilizada a expressão A400 ; Para os municípios que ficam distantes de 501 a 600 km será utilizada a expressão A500 ; Para os municípios que possuem distância superior a 601 km de Porto Alegre será utilizada a expressão A600. Com a distribuição dos dados por faixas de distância constata-se, que 498 (47,94%) meios de hospedagem estão distantes da capital gaúcha num raio de até 200 km e que é neste mesmo raio encontra-se (38,06%) leitos e (36,34%) unidades habitacionais. Atualmente apenas 33 (3,18%) meios de hospedagem encontram-se a uma distância superior a 600 km da capital e juntos oferecem 2733 (2,98%) leitos e 1080 (2,69%) unidades habitacionais.

25 Tabela 4 Distribuição dos meios de hospedagem conforme faixa de distância Distância em relação a Porto Alegre em Km Total de Municípios Total de Meios de Hospedagem Total de Leitos Total de UH'S O Até A A A A A A TOTAL REUNIR TODOS OS DADOS COLETADOS DURANTE A PESQUISA Após a coleta de todos os dados através do questionário, foi possível fazer a tabulação em tabela simples no Excel, conforme (ANEXO A). A tabela foi dividida em sete colunas, onde irão constar as seguintes informações: Coluna 1 Nome do Município em que está localizado o meio de hospedagem; Coluna 2 Região turística em que está localizado o meio de hospedagem; Coluna 3 Distância dos municípios em relação a Porto Alegre; Coluna 4 Nome fantasia de cada meio de hospedagem; Coluna 5 Tipologia de cada meio de hospedagem; Coluna 6 Número de leitos de cada meio de hospedagem; Coluna 7 Número de unidades habitacionais de cada meio de hospedagem.

26 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS Por serem os meios de hospedagem importantes prestadores de serviços e por apresentarem números e informações relevantes para a estrutura turística no Estado, foi realizado um estudo detalhado deste tipo de prestador de serviço turístico, o que possibilitou vislumbrar os índices estatísticos de todo setor hoteleiro no Rio Grande do Sul. Atualmente o Estado conta com 1039 meios de hospedagem, que disponibilizam unidades habitacionais e leitos. Apenas 500 (48,12%) estão devidamente cadastrados junto ao Ministério do Turismo (CADASTUR). Somente, 37,5% dos municípios gaúchos possuem algum tipo de meio de hospedagem e a maior concentração está na região turística Serra Gaúcha (36%). Os meios de hospedagem são parte essencial da cadeia de serviços para o turista a existência ou não de um meio de hospedagem em determinado destino Influenciará diretamente na decisão do turista pelo seu tempo de permanência e gastos. Entende-se que o estudo feito poderá ser reaplicado na medida em que, as planilhas em Excel estão prontas para inserir novos dados, permitindo recontagem automática. Todos os dados exibidos nesse relatório possibilitam identificar a distribuição desse serviço em todo Estado e os resultados podem ser utilizados como base para a criação de novas estratégias de planejamento, qualificação da oferta, promoção e comunicação entre a SETUR/RS e os meios de hospedagem. Além disso, o estudo constitui-se como ponto de partida para o início de uma série histórica no Rio Grande do Sul, no momento em que se anunciam grandes eventos que influenciarão de forma positiva o cenário turístico. No futuro, pode-se monitorar o crescimento de leitos e compará-los com o fluxo de entrada de turistas por períodos, com subsídios para incentivar (ou não) a abertura de novos empreendimentos nas regiões carentes deste tipo de serviço. Vale lembrar que novos focos de interesse podem ser inseridos neste estudo, desde que apontados como prioritários pela DQPST e que para tanto haja viabilidade técnica para a implementação. Um exemplo disso seria a distribuição pelo porte (quantidade de unidades habitacionais) de cada meio de hospedagem. No decorrer deste estudo, notou-se uma grande dificuldade em acessar as informações dos empreendimentos, visto que, os responsáveis ou não tinham interesse em responder o questionário

27 ou entendiam que ao responder estariam fornecendo seus dados ao Fisco. Entende-se que é papel do Estado nortear as ações dos prestadores de serviço turístico, em especial o setor hoteleiro, objeto deste estudo, interferindo sempre que necessário nas políticas públicas que influenciam a oferta turística. Um exemplo disso seria o direcionamento de linhas de crédito (através de negociação com instituições financeiras), com maiores incentivos para as localidades mais importantes para o desenvolvimento da atividade turística do Rio Grande do Sul, de modo a enfrentar o desafio 03, aumentando a competitividade das regiões turísticas. Os resultados obtidos com este estudo sofrerão alterações mensalmente, na medida em que surgirem novos empreendimentos e/ou consiga-se entrar em contato com os outros.

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