estatísticas rápidas - nº julho de 2017

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1 estatísticas rápidas - nº 53 - julho de 27

2 Índice Destaque 3 4 Produção global 4 Produção por região 5 Produção mensal 6 Potência instalada 7 Potência instalada por região 8 Microprodução 9 Hídrica Eólica 2 Biomassa 5 Fotovoltaica 6 Comparação internacional 7 Biocombustíveis 8 Contributo das FER 9 Conceitos e abreviaturas 2 Direção-Geral de Energia e Geologia 2

3 A publicação abrange o Continente e as Regiões Autónomas dos Açores e Madeira e pretende acompanhar a utilização da energia proveniente de fontes renováveis. No final de julho de 27, a potência instalada em unidades de produção de energia elétrica a partir de fontes renováveis foi de MW. No ano-móvel correspondente ao período compreendido entre agosto de 26 e julho de 27, o peso da energia elétrica renovável atingiu 46.98% relativamente à produção bruta + saldo importador. De acordo com a metodologia da diretiva 29/28/CE, que estabelece os objectivos a atingir em 22, essa percentagem situou-se em 54.96%. Os dados de 26 e 27 são provisórios. 2 de outubro de 27 Direção-Geral de Energia e Geologia 3

4 Produção Produção Anual () Total Renovável Hídrica Grande Hídrica (>3MW) em bombagem PCH (> e <=3 MW) PCH (<= MW) Eólica Biomassa c/ cogeração s/ cogeração Resíduos Sólidos Urbanos Fração renovável Biogás Geotérmica Fotovoltaica julho Total normalizado (Diretiva 29/28/CE) Hídrica normalizada Eólica normalizada Produção Bruta + Saldo Importador % de renováveis (Real) 27.6% 35.% 5.% 45.% 38.2% 57.4% 6.4% 47.6% 62.% 46.98% % de renováveis (Diretiva) 34.% 37.5% 4.6% 45.9% 47.6% 49.% 52.2% 52.6% 54.2% 54.96% Ano-móvel: agosto de 26 a julho de Inclui resíduos vegetais, florestais e licores sulfitivos. 2 Exclui a fração não renovável de RSU. 4 Produção Bruta + Saldo Importador é estimado para 26. Exclui a bombagem. TWh Constata-se uma descida de 24.7%, na produção de origem FER no ano-móvel de julho de 27, relativamente a 26, tendo a hídrica diminuído 47%. A forte quebra na produção FER em 22 deveu-se à seca ocorrida nesse ano. Na Região Autónoma dos Açores a produção geotérmica representou, em 26, 2% do total da produção Biomassa+RSU+Biogás Geotérmica Hídrica Eólica Fotovoltaica Produção total normalizada Direção-Geral de Energia e Geologia 4

5 Produção Produção por Região () Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R.A. Açores R.A. Madeira Desconhecido Ano-móvel: agosto de 26 a julho de julho TWh Mais de 8% da produção de origem FER ocorre nas regiões Norte e Centro do país Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R.A. Açores R.A. Madeira Produção FER por Distrito e Ilhas em Aveiro Beja Braga Bragança Castelo Branco Coimbra Évora Faro Guarda Leiria Lisboa Portalegre Porto Santarém Setúbal Viana do Castelo Vila Real Viseu R.A. Açores R.A. Madeira TWh Biomassa Hidrica Eólica Outras ( Fotovoltaicas + Geotérmicas + Ondas) Direção-Geral de Energia e Geologia 5

6 Produção Total Renovável Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R.A. dos Açores R.A. da Madeira 28 2 Produção de energia elétrica renovável por região NUTs II () Produção Mensal () ago set out nov dez jan fev mar abr mai jun jul Total Renovável Hídrica >3MW em bombagem > e <=3 MW <= MW Eólica Biomassa c/ cogeração s/ cogeração RSU Fração Renovável Biogás Geotérmica Fotovoltaica ago set out nov dez jan fev mar abr mai jun jul Biomassa+RSU+Biogás Hídrica Eólica Fotovoltaica Geotérmica Direção-Geral de Energia e Geologia 6

7 Potência Potência Instalada (MW) Total Renovável Hídrica Grande Hídrica (>3MW) PCH (> e 3 MW) PCH ( MW) Eólica Biomassa c/ cogeração s/ cogeração Resíduos Sólidos Urbanos Biogás Geotérmica Fotovoltaica FV de concentração jul GW De 28 a julho de 27 a tecnologia com maior crescimento em potência instalada foi a eólica (2,26 GW). No entanto em termos relativos a tecnologia que mais cresceu foi a fotovoltaica, tendo evoluído de uma potência instalada residual, para 474 MW Biomassa+RSU+Biogás Hídrica Eólica Fotovoltaica Geotérmica Potência Instalada por Região (MW) Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R.A. Açores R.A. Madeira Não especificado Direção-Geral de Energia e Geologia 7 27 jul

8 Potência Distribuição da potência instalada por tecnologia e NUTs II em 25 GW Norte Hídrica Eólica Biomassa Fotovoltaica MW 4 Açores 3 2 Hídrica Eólica Geotérmica Biomassa GW Centro Hídrica Eólica Biomassa Fotovoltaica GW Lisboa Eólica Biomassa Fotovoltaica GW Alentejo Hídrica Eólica Biomassa Fotovoltaica MW Madeira Hídrica Eólica Biomassa Fotovoltaica GW Algarve Hídrica Eólica Biomassa Fotovoltaica Direção-Geral de Energia e Geologia 8

9 Micro/Mini Produção Micro/Mini Produção Anual (MWh) julho Total Micro/Mini Micro-Produção Hídrica Eólica Fotovoltaica Mini-Produção Hídrica Eólica Fotovoltaica Biogás Ano-móvel: agosto de 26 a julho de 27. Nota: exclui autoconsumo. Mini-Produção Micro-Produção O Decreto-Lei 363/27 de 2 de novembro e o Decreto-Lei 34/2 de 8 de março, enquadraram a produção e comercialização de energia elétrica em regime de micro e mini produção respetivamente. De 2 a 27 a taxa média de crescimento anual desta produção foi de 3% Micro/Mini Potência Instalada (kw) jul Total Micro/Mini Micro-Produção Hídrica Eólica Fotovoltaica Mini-Produção Hídrica Eólica Fotovoltaica Biogás MW Mini-Produção Micro-Produção Direção-Geral de Energia e Geologia 9

10 Hídrica Produção Hídrica por Bacia Hidrográfica () Potência Inst julho (MW) Portugal Continente Lima Cávado Douro Mondego Tejo Guadiana Outras R.A. Açores R.A. Madeira TWh A bacia hidrográfica do rio Douro, no ano móvel de 27, foi responsável por 48.5% da produção hídrica. Em março de 27, entrou em funcionamento a central de Foz Tua Douro Cávado Tejo Mondego Lima Guadiana Outras Produção hídrica normalizada (diretiva 29/28/CE) Produção Hídrica por Tipo de Aproveitamento () julho Albufeira Lima Cávado Douro Mondego Tejo Guadiana Fio de Água Lima Cávado Douro Mondego Tejo Guadiana Outras Ano-móvel: agosto de 26 a julho de Inclui pequenas albufeiras. Direção-Geral de Energia e Geologia

11 Hídrica Produção mensal de energia elétrica por bacia hidrográfica () 3 25 Lima 2 5 Cávado 5 J F M A M J J A S O N D Douro Mondego J F M A M J J A S O N D 5 5 J F M A M J J A S O N D Tejo J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D 25 2 Guadiana 5 5 J F M A M J J A S O N D Direção-Geral de Energia e Geologia

12 Eólica Evolução da produção eólica e equipamentos instalados Grande parte dos aerogeradores atualmente instalados, cerca de 4 MW, decorreu entre 25 e 22. Esta tecnologia, desde 23, é responsável pela produção de cerca de 2 TWh/ano MW / # Produção () Produção eólica normalizada () Potência instalada (MW) Nº de aerogeradores (#) Nota: Exclui a micro e a mini produção Produção () Potência instalada (MW) Horas de produção equivalente Nº de parques Nº de aerogeradores Ano-móvel: agosto de 26 a julho de 27. Produção normalizada () Potência instalada 2 (MW) Horas de produção equivalente Média da potência instalada dos últimos 2 anos. 27 julho Horas de produção equivalente (HPE) em parques com potência instalada estabilizada 3 Potência Instalada (MW) Produção () Total HPE > < HPE < HPE < HPE < HPE < HPE HPE Valores apurados apenas para o Continente. Direção-Geral de Energia e Geologia 2

13 Eólica Produção por Região () Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R.A. Açores R.A. Madeira Não especificado Ano-móvel: agosto de 26 a julho de julho Atualmente, a região Centro é responsável por cerca de 5% da produção eólica nacional. Juntando a região Norte este peso eleva-se para 87% Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R.A. Açores R.A. Madeira Potência Instalada por Região (MW) Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R.A. Açores R.A. Madeira Não especificado 27 jul Direção-Geral de Energia e Geologia 3

14 Eólica Distribuição das horas de produção equivalente (HPE) de julho/26 a julho/27 horas J A S O N D J F M A M J J Continente R.A. Açores R.A. Madeira HPE Nº de parques Potência [MW] Continente R.A. Açores R.A. Madeira Ano-móvel: agosto de 26 a julho de 27. horas 3 5 Norte HPE: 239 Nº de parques: 99 Potência Instalada: 269MW 5 J A S O N D J F M A M J J horas 3 5 Centro HPE: 233 Nº de parques: 2 Potência Instalada: 258MW 5 5 J A S O N D J F M A M J J horas Lisboa J A S O N D J F M A M J J HPE: 2486 Nº de parques: 7 Potência Instalada: 3 MW HPE: 2682 Nº de parques: 7 Potência Instalada: 222 MW HPE: 262 Nº de parques: 2 Potência Instalada: 225 MW horas horas Alentejo J A S O N D J F M A M J J Algarve Direção-Geral de Energia e Geologia J A S O N D J F M A M J J4

15 Biomassa Produção por Região () Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R.A. Açores R.A. Madeira Não especificado 2 2 Ano-móvel: agosto de 26 a julho de julho Mais de 6% da produção de energia elétrica a partir de biomassa, situa-se na região centro Norte Centro Lisboa R.A. Madeira Potência Instalada por Região (MW) Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R.A. Açores R.A. Madeira Não especificado 27 jul Direção-Geral de Energia e Geologia 5

16 Fotovoltaica Produção por Região () Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R.A. Açores R.A. Madeira Não especificado Ano-móvel: agosto de 26 a julho de julho No ano móvel de julho de 27, a região do Alentejo foi responsável por 35% da produção fotovoltaica nacional. Desde 24, salientase a entrada em funcionamento, de centrais fotovoltaicas de concentração, totalizando uma potência de 4 MW Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R.A. Madeira Potência Instalada por Região (MW) Portugal Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R.A. Açores R.A. Madeira Não especificado jul Média de horas equivalentes de produção 2 Horas Equivalentes de Produção Média dos últimos três anos. Direção-Geral de Energia e Geologia Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve R.A. Madeira

17 Comparação Produção de energia elétrica em Países da UE (TWh) D% 5/5 Total FER %FER Total FER %FER Total FER Suécia % % -2.2% 24% Áustria % % 9.4% 8% Dinamarca % % -5.6% 84% Portugal % %.4% 59% Finlândia % % 2.5% 3% Espanha % % -3.8% 96% Itália % %.9% 48% Alemanha % % -.5% 27% Irlanda % % 4.5% 34% Grécia % % -2.8% 35% Reino Unido % % -9.6% 456% França % % -.6% 58% Bélgica % % -4.6% 562% Holanda % % 8.5% 8% Suécia Áustria Dinamarca Portugal Finlândia Espanha Itália Alemanha Irlanda Grécia Reino Unido Portugal foi, em 25, o quarto país da União Europeia com maior incorporação de energias renováveis na produção de energia elétrica. Esta posição devese ao contributo das fontes hídrica e eólica (84% das FER). França Bélgica Holanda % 5% % 5% 2% 25% 3% 35% 4% 45% 5% 55% 6% 65% 7% 75% 8% Hídrica Eólica Biomassa + Biogás Outras (Fotovoltaica + Geotérmica) Produção de energia elétrica noutros países da OCDE (TWh) D% 4/5 Total FER %FER Total FER %FER Total FER Total OCDE % % 3.4% 48% Nova Zelândia % % 5.2% 29% Canadá % % -9.% 9% Turquia % % 63.% 9% México % % 28.7% 24% Estados Unidos % % 2.8% 57% Japão % % -3.3% 77% Austrália % %.2% 96% Noruega % % 3.5% 3% Direção-Geral de Energia e Geologia 7

18 Biocombustíveis Produção (ton) julho Biodiesel Óleos virgens (fame ) Matéria residual Nota: matéria residual inclui óleos vegetais usados e gordura de origem animal. Incorporado (ton) julho Total Biodiesel Biogasolina nd nd Notas: a Biogasolina inclui o Bioetanol incorporado e a fração renovável de BioETBE; as quantidades correspondem a incorporações físicas. A produção e incorporação de biodiesel no gasóleo teve início em 26, com o enquadramento do Decreto-Lei nº 62/26 de 2 de Março. kt Produção de biodiesel Biodiesel incorporado A evolução da incorporação dos biocombustíveis, resulta das obrigações expressas no Decreto-Lei n.º 7/2 de 25 de outubro e Decreto-Lei n.º 69/26 de 3 de novembro Biogasolina incorporada Venda direta ao mercado (ton) julho Biodiesel Ano-móvel: agosto de 26 a julho de 27. O biodiesel fornecido diretamente ao mercado, corresponde a biodiesel produzido a partir de matéria residual renovável e vendido diretamente a frotas. kt Biodiesel fornecido diretamente ao mercado Direção-Geral de Energia e Geologia 8

19 Contributo Consumo de Energia Primária Carvão Petróleo Gás natural Outros não renováveis Renováveis Contribuição renovável 7.2% 7.4% 9.8% 23.% 2.% 2.5% 24.% 25.9% 22.2% Inclui saldo Importador de energia elétrica e fração não renovável de resíduos. 2 O consumo corresponde a valores reais (não normalizados). Em 25, a contribuição das FER no consumo de energia primária foi de 22,2%. Os principais contributos para as FER, foram da biomassa com 5%, da eólica com 2% e da hidroeletricidade com 7%. Os biocombustíveis contribuiram com 7% para as FER. O Contributo da Energia Renovável no Consumo de Energia Primária 25 Carvão 42.8% Gás natural 8.6% A biomassa inclui lenhas, licores sulfitivos, biogás e 5% de RSU; Outros renováveis inclui solar (térmica e fotovoltaica), geotermia e outros resíduos renováveis Consumo de Energia Final Carvão Petróleo dos quais biocombustíveis Gás natural Outros não renováveis Eletricidade da qual renovável Calor do qual renovável Outras Renováveis Contribuição renovável 2.8% 2.5% 23.9% 26.6% 24.7% 23.7% 29.2% 29.9% 26.5% 4.8% Petróleo 3 Inclui biomassa, solar térmico, geotermia e biocombustíveis vendidos diretamente ao mercado..6% 22.2% Outros não renováveis O Contributo da Energia Renovável no Consumo de Energia Final 25 5% Hidroeletricidade Biomassa Outros renováveis 7% 4% 2% Eólicas 7% Biocombustíveis ktep ktep Em 25, a contribuição das FER no consumo final de energia foi de 27%. 5% das FER teve origem na biomassa, seguida da eólica com 22% e da hidroeletricidade com 6%. Os biocombustíveis contribuiram com 8% para as FER. % 47% Petróleo Calor não renovável Outros não renováveis 2% 3% 27% Gás Natural Eletricidade não renovável Renováveis 5% 8% 4% 6% Hidroeletricidade Eólicas Biomassa Biocombustíveis Outros renováveis 22% Direção-Geral de Energia e Geologia 9

20 Contributo Contributo das FER no consumo final bruto de energia (ktep) Consumo final bruto de energia (CFBE) Contributo FER Eletricidade Aquecimento e arrefecimento Transportes Peso das FER no CFBE 2.9% 22.9% 24.4% 24.2% 24.6% 24.6% 25.7% 27.% 28.% De acordo com a metodologia da Diretiva 29/28/CE. A diretiva comunitária 29/28/CE fixa um objetivo para incorporação de FER no consumo final bruto de energia até 22, que é de 3% para Portugal, cujo contributo provêm do setor de produção de eletricidade, no aquecimento e arrefecimento nos setores da indústria, de serviços e doméstico e ainda nos Transportes (%). A partir de 2, apenas os biocombustíveis produzidos a partir de matéria residual e os biocombustíveis com certificado de origem, são considerados no cálculo. 33% 3% 27% 24% 2% 8% 5% Objetivo da diretiva 29/28/CE para 22 Contributo FER no CFBE Produção Anual de Energia Renovável (ktep) Total Renovável Biocombustíveis Biomassa Lenhas e resíduos vegetais/florestais Licores Sulfítivos Pellets e briquetes nd nd nd Biogás Outra biomassa Outros renováveis Inclui fração renovável de RSU. 3 Inclui solar térmico e geotermia de baixa entalpia. Mtep Cerca de 54% da produção renovável provém da biomassa. Em 25, cerca de 62% da biomassa foi transformada em outras formas energéticas, nomeadamente em centrais termoelétricas e em centrais de cogeração Biomassa Biocombustíveis Outros renováveis Direção-Geral de Energia e Geologia 2

21 Conceitos, Siglas e Abreviaturas Conceitos Saldo importador - Diferença entre a energia elétrica importada e a exportada. Ano Móvel - É o período que compreende doze meses, independente do mês de início. Quando um evento acontece num mês do ano atual, os resultados do mesmo mês no ano anterior são eliminados. Central hidroelétrica de albufeira - Central hidroelétrica cuja alimentação pode ser regulada graças a uma albufeira. São habitualmente implantadas nos rios das regiões montanhosas. Central hidroelétrica a fio de água - Central hidroelétrica num curso de água, sem albufeira reguladora de volume significativo. Localizam-se normalmente em cursos de água de declive pouco acentuado, nos quais os caudais disponíveis são elevados. Potência instalada - Valor correspondente à soma das potências nominais dos equipamentos. Potência instalada estabilizada - Corresponde à potência instalada, quando a produção de energia elétrica provém de uma ou mais centrais cuja potência instalada não variou no período em análise. Horas de produção equivalentes - Número de horas que uma central de produção de energia elétrica necessita funcionar num regime equivalente à potência nominal, para produzir determinada quantidade de energia elétrica. Hídrica/Eólica corrigida - No cálculo da contribuição da energia hidroeléctrica e eólica para os fins da Diretiva 29/28/CE, os efeitos das variações climáticas deverão ser atenuados através da utilização da metodologia de normalização constante dos anexos da Diretiva. Micro/Mini produção - é a atividade de produção de eletricidade em baixa tensão para consumo próprio, com possibilidade de entrega de energia à rede elétrica pública. Esta produção de eletricidade tem por base as chamadas energias renováveis. Siglas/abreviaturas CFBE - Consumo Final Bruto de Energia FAME - Fatty Acid Methyl Esters (ésteres metílicos de ácidos gordos) FER - Fontes de Energia Renováveis INE - Instituto Nacional de Estatística PCH - Pequenas Centrais Hídricas OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico UE - União Europeia NUT s II -Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos (Versão V52 de 22 do INE) RSU - Resíduos Sólidos Urbanos Unidades de medida kw - 3 Watt kwh - Quantidade de energia elétrica produzida numa hora, por um gerador debitando em contínuo a potência de kw MW - 6 Watt tep - Tonelada Equivalente de Petróleo. Corresponde a 7 kcal ktep - 3 tep. Watt - Unidade de potência do Sistema Internacional (W) Fontes DGEG - Direção Geral de Energia e Geologia REN - Rede Elétrica Nacional EDA - Empresa de Eletricidade dos Açores EEM - Empresa de Eletricidade da Madeira Site da Direção Regional da Estatística da Madeira (dados mensais) Direção-Geral de Energia e Geologia 2

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