Criar/modificar controles. Criar/modificar Controle de destino para NM. Criar/modificar controle de bloco. LLamada

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Criar/modificar controles. Criar/modificar Controle de destino para NM. Criar/modificar controle de bloco. LLamada"

Transcrição

1 Manejar Monitoração de Grupo de Juntores (TKG) A tarefa Esta tarefa permite ao usuário estabelecer a monitoração de grupos de enlaces visando o gerenciamento de rede. Uma visão geral da tarefa de gerenciamento de rede é mostrada na figura inferior, a qual mostra que esta tarefa está relacionada com a monitoração dos resultados finais da gerenciamento de rede sobre enlaces. O resultado desta monitoração é utilizado para controle dinâmico semiautomático dos controles de gerenciamento de rede, assim como para oferecer informações essenciais ao operador Criar/modificar Controle de destino para NM TP(O)2A5 Criar/modificar controle de bloco de rotas para NM TP(O)2A6 Criar/modificar controle TRM para NM TP(O)2A4 LLamada Criar/modificar controles de categoria de tráfego para NM TP(O)2C3 Tratamento da monitoração de grupo de enlaces bloco de código CANARTG CANTO para conseguir TARTG CANFROM o descongestionamento TARTGCG SKIP em ca- ANNM so de problema CRO* com chamadas por tráfego explosivo * não aplicável para CONTROLES DE GERENCIAMENTO DE REDEalguns projetos CANTO CANFROM SKIP ANNM CRO* RESV SCR CRR CG ACC Tratamento do Análise de Congestionamento de Máquina TP(O)2A3 Apresentação de Dados NM DP DESDE A Centrais Adjacentes O Fundamental A observação dos grupos de enlaces mostra ser de especial importância na hora de tomar decisões para a boa manutenção da rede. A lista de indicadores pode ser alterada por meio de comandos ORJ, do mesmo modo, também são definidos por comando os limiares dos indicadores implicados. DOCC: MMCC: WN8HF BHFA TNMS Ed / 10

2 Manejar Monitoração de Grupo de Juntores (TKG) O operador tem a sua disposição os seguintes indicadores para todos os grupos de enlaces em observação: D disponibilidade D ocupação D baixa ocupação (LOCC: utilizado para detectar grupos de enlaces sub dimensionados) D tempo médio de conversação (ACT) D tempo médio de retenção (AHT) D taxa média de respostas (ABR: só é calculada para tráfego originado e a parte OG dos grupos de enlaces) D taxa de oferta de respostas (ASR) D transbordamento de grupos de enlaces (TOF: só é calculado para OG e parte OG dos grupos de enlaces) D taxa de tomada instantânea de ocupação (BFS: só é calculada para OG e parte OG dos grupos de enlaces) D ofertas por circuito por hora (BCH: só são calculadas para OG e parte OG dos grupos de enlaces). D tomadas por circuito por hora (SCH) Os valores de esterese por default estão definidos para todos os tipos de monitoração. Um valor de esterese é utilizado para detectar o estado dos indicadores de um grupo de enlaces. Disponibilidade Para a disponibilidade: há três limiares por grupo de enlaces em tantos por cento, (quer dizer, independentes do tamanho absoluto do grupo). Estes são: D Não urgente D Urgente D Crítico A seguinte regra é aplicada aos limiares de disponibilidade: D NÃO URGENTE O limiar não urgente é maior ou igual ao urgente, o urgente é maior ou igual ao crítico. Tem dois níveis de alarme: D URGENTE grupos de enlaces nos quais a porcentagem de disponibilidade é menor que o limiar não urgente; grupos de enlaces nos quais a porcentagem de disponibilidade está, pela primeira vez, entre os níveis urgente e crítico (em todo, ou em parte, do período de medidas). D CRÍTICO em grupos de enlaces nos quais foi excedido o nível crítico; em grupos de enlaces nos quais a porcentagem de disponibilidade permanece por um tempo abaixo do nível urgente (durante 2 ou mais períodos de medida, no todo ou em parte). Um nível de alarme finaliza quando a disponibilidade é maior que o limiar correspondente, mais um limiar de esterese, (cujo valor pode ser definido). Para estes limiares são definidos valores por default, porém é possível definir limiares para um grupo de enlaces específico. 2 / BHFA TNMS Ed. 04

3 Manejar Monitoração de Grupo de Juntores (TKG) Ocupação Em ocupação há dois limiares, cujo valor pode ser definido, chamados: D Não urgente (alta ocupação) D Urgente (muito alta ocupação) Regras de aplicação aos limiares de ocupação: D Limiar urgente (muito alta ocupação) > ou = limiar não urgente (alta ocupação) Há definidos dois níveis de alarme de ocupação de grupos de enlaces: D NÃO URGENTE grupos de enlaces nos quais a porcentagem de ocupação excede o limiar de não urgência (alta ocupação), porém que não excede o limiar de urgência (muito alta ocupação). D URGENTE grupos de enlaces nos quais a porcentagem de ocupação excede o limiar de urgência (muito alta ocupação). O nível de alarme desaparece quando o nível de ocupação é menor que o correspondente limiar, menos o limiar de esterese, definível, de ocupação. Para estes limiares são definidos valores por default, porém é possível definir limiares para um grupo de enlaces específico. Outros indicadores No resto dos indicadores foi definido um só limiar. Há um valor por default para todos os limiares definíveis que pode variar para um grupo concreto de enlaces. O valor por default da esterese está definido para todos os tipos de indicadores. É utilizado para determinar se um grupo de enlaces saiu de sua condição de alarme, ou não. Outros limiares D para o indicador LOCC: número mínimo de tentativas de chamada por TKG. D para o indicador ASR: número mínimo de tomadas por TKG. D para o indicador ABR: número mínimo de ofertas por TKG. É ativado um indicador em um TKG sob observação quando: D as medidas OCC estão abaixo do limiar LOCC e o número total de tentativas de chamada na central excede um limiar definível. D a medida ACT/AHT é menor que o limiar ACT/AHT. D a medida ASR/ABR é menor que o limiar, definível, ASR/ABR. D a medida TOF/BFS é maior que o limiar, definível, TOF/BFS. D a medida BCH/SCH é mais alta que o limiar, definível, BCH/SCH. É desativado o indicador em um TKG posto em observação quando: D a medida do limiar OCC excede o limiar LOCC mais o limiar de esterese, definível, LOCC. D o número total de tentativas de chamada na central está a baixo de um limiar definível. D a medida ACT/AHT é maior que o limiar ACT/AHT mais o limiar de esterese, definível, ACT/AHT D a medida ASR/ABR é maior que o limiar, definível, ASR/ABR mais o limiar de esterese, definível, ASR/ABR D a medida TOF/BFS é menor que o limiar, definível, TOF/BFS menos o limiar de esterese, definível, TOF/BFS D a medida BCH/SCH é menor que o limiar, definível, BCH/SCH menos o limiar de esterese, definível, BCH/SCH BHFA TNMS Ed / 10

4 Manejar Monitoração de Grupo de Juntores (TKG) estado dos grupos de enlaces Um grupo de enlaces está em estado de alarme quando: D a porcentagem de disponibilidade está abaixo do limiar de disponibilidade D a porcentagem de ocupação excede o limiar de alta ocupação D a porcentagem de ocupação está abaixo do limiar de baixa ocupação D a média do tempo de conversação está a baixo do limiar da média do tempo de conversação D a média do tempo de retenção está abaixo do limiar da média de tempo de retenção D a taxa de tomada de resposta está abaixo do limiar da taxa de tomada de resposta D a taxa de oferta de resposta está abaixo do limiar da taxa de oferta de resposta D a porcentagem de transbordamento excede o limiar da porcentagem de transbordamento D a taxa de tomada instantânea de ocupação está abaixo do limiar da taxa de tomada instantânea de ocupação D as ofertas por circuito por hora excedem o limiar da taxa BCH D as tomadas por circuito por hora excedem o limiar da taxa SCH D a taxa de alarme de supervisão está a baixo do limiar de alarme de supervisão Informe de alarme (para todos os indicadores) Como opção, é possível enviar um informe que ative um alarme, urgente ou não urgente, (uma lâmpada / um timbre). Este informe segue os mesmos procedimentos que o resto de informes de alarme. O alarme urgente irá precedido de três asteriscos (***), o não urgente de dois (**). O ligar da lâmpada correspondente é tratado por dados. Só é gerado o alarme quando é recebida pela primeira vez a passagem para estado de alarme em um grupo de enlaces. Isto significa que na primeira vez será enviado o informe de alarme junto com o informe de estado (que contem o número do grupo de enlaces), ainda que haja novos grupos de enlaces em alarme. Pelo contrário, ao final de cada período de medidas, é enviado um informe de estado com todos os grupos de enlaces que estão em estado de alarme e também aqueles nos quais foi recuperado o nível de serviço. Só cessará o alarme quando o último grupo de enlaces houver saído do estado de alarme. Se os grupos de enlaces que estão em estado de alarme são retirados da observação, e não há mais grupos de enlaces em estado de alarme (porque não estão em observação ou porque estão entre os limiares), o alarme cessa automaticamente. Pelo contrário, ao final de cada período de medidas, é enviado um informe de estado com todos os grupos de enlaces que tenham ao menos um indicador ativado, e também todos os grupos de enlaces com todos os indicadores desativados. Um alarme particular para um grupo de enlaces, (por exemplo disponibilidade) cessa quando o indicador do último grupo de enlaces for desativado também. Nota Mais informações a respeito do Controle TRM para NM podem ser encontradas no TP(O)2A4. Nota Mais informações a respeito do Controle de Destino para NM podem ser encontradas no TP(O)2A5. Nota Mais informações a respeito do Controle de Blocos de Rotas para NM podem ser encontradas no TP(O)2A6. Nota Mais informações a respeito da Análise de Congestionamento podem ser encontradas no TP(O)2A3. 4 / BHFA TNMS Ed. 04

5 Manejar Monitoração de Grupo de Juntores (TKG) Como atuar... A tarefa oferece a seguinte sequência de opções : D Visualizar grupos de enlaces (TKGs) em observação e ativá-los ou desativá-los D Visualizar os limiares atribuídos e por default e modificá-los, assim como os de esterese D Visualizar alarmes de monitoração de enlaces, habilitá-los/desabilitá-los e modificar os níveis de alarmes D Criar baixa solicitação informes de monitoração de enlaces e visualizar e modificar os tipos de informes D Visualizar e modificar o período de monitoração de enlaces. Restrições Nenhuma. Ferramentas DP DP DP DP DP DP DP DP CREATE-NM-OD Criar informe sob demanda para Gestão de Rede MODIFY-OBSERV-LIST Modificar Lista de Observação de TKG - Grupos de Juntores DISPLAY-OBSERV-LIST Exibir Lista de Observação de TKG - Grupos de Juntores DISPLAY-THRESHLD Exibir limiares de monitoração de juntores MODIFY-THRESHLD Modificar limiares de monitoração de juntores TKG-ALARM-LEVEL Modificar parâmetros de alarme de monitoração de juntores ASSIGN-NM-TIME Atribuir programação para Gestão de Rede ASSIGN-NM-REPORT Atribuir informe de Gerência de Rede BHFA TNMS Ed / 10

6 Manejar Monitoração de Grupo de Juntores (TKG) ProcedimentoPrincipalrincipal 1 Deseja alterar a lista de observação do grupo de enlaces? Sim : Ir para o passo 2, Não : Ir para o passo 6; 2 Deseja visualizar a lista dos grupos de enlaces em observação? Sim : Ir para o passo 3, Não : Ir para o passo 4; 3 Executar o comando CRN : DISPLAY-OBSERV-LIST, visualizar lista de observação, Visualizar entre um a quatro TKGs, ou todos; 4 Deseja adicionar ou suprimir grupos de enlaces da lista de observação? Sim : Ir para o passo 5, Não : Ir para o passo 6; 5 Executar o comando CRN : MODIFY-OBSERV-LIST, modificar a lista de observação, Activar/Desativar a observação de um a quatro TKGs; 6 Deseja alterar os limiares atribuídos aos grupos de enlaces? Sim : Ir para o passo 7, Não : Ir para o passo 15; 7 Deseja visualizar os limiares atribuídos aos grupos de enlaces? Sim : Ir para o passo 8, Não : Ir para o passo 9; 8 Executar o comando CRN : DISPLAY-THRESHLD, visualizar os limiares de monitoração de enlaces, Visualizar os limiares de entre um e quatro TKGs, ou todos (especificar o parâmetro TKGID); 6 / BHFA TNMS Ed. 04

7 Manejar Monitoração de Grupo de Juntores (TKG) 9 Deseja visualizar os limiares por default? Sim : Ir para o passo 10, Não : Ir para o passo 11; 10 Executar o comando CRN : DISPLAY-THRESHLD, visualizar os limiares de monitoração de enlaces, Visualizar os limiares por default (especificar o parâmetro DEFAULT); 11 Deseja alterar os limiares atribuídos a um particular grupo de enlaces? Sim : Ir para o passo 12, Não : Ir para o passo 13; 12 Executar o comando CRN : MODIFY-THRESHLD, modificar os limiares de monitoração de enlaces, Modificar os limiares para até quatro TKGs (*1); 13 Deseja alterar os limiares por default ou de esterese? Sim : Ir para o passo 14, Não : Ir para o passo 15; 14 Executar o comando CRN : MODIFY-THRESHLD, modificar os limiares de monitoração de enlaces, Modificar os valores por default e/ou os de esterese (*1); 15 Deseja modificar o informe de alarme para os indicadores de monitoração (*2)? Sim : Ir para o passo 16, Não : Ir para o passo 22; 16 Deseja obter uma visão geral dos alarmes? Sim : Ir para o passo 17, Não : Ir para o passo 18; 17 Executar o comando CRN : TKG-ALARM-LEVEL, modificar os parâmetros de alarme da monitoração de enlaces, Visualizar os parâmetros de alarme ( especificar o parâmetro DISPLAY); BHFA TNMS Ed / 10

8 Manejar Monitoração de Grupo de Juntores (TKG) 18 Deseja habilitar ou suprimir alarmes? Sim : Ir para o passo 19, Não : Ir para o passo 20; 19 Executar o comando CRN : TKG-ALARM-LEVEL, modificar os parâmetros de alarme da monitoração de enlaces, Modificar os alarmes de monitoração de enlaces (especificar os parâmetros de alarme que se queira habilitar ou suprimir); 20 Deseja modificar o nível de alarmes para os indicadores? Sim : Ir para o passo 21, Não : Ir para o passo 22; 21 Executar o comando CRN : TKG-ALARM-LEVEL, modificar os parâmetros de alarme da monitoração de enlaces, Modificar o nível de alarmes de TKG (especificar o parâmetro ALMLEV e os que correspondam); 22 Deseja modificar o informe de estado do grupo de enlaces (*3)? Sim : Ir para o passo 23, Não : Ir para o passo 33; 23 Deseja visualizar o informe do último período medido de novo (igual que o informe de saída periódico)? Sim : Ir para o passo 24, Não : Ir para o passo 25; 24 Executar o comando CRN : CREATE-NM-OD, criar informe sob solicitação de gerenciamento de rede, Criar informe para a monitoração de enlaces; 25 Deseja obter a lista dos tipos de informe para gerenciamento de rede? Sim : Ir para o passo 26, Não : Ir para o passo 27; 8 / BHFA TNMS Ed. 04

9 Manejar Monitoração de Grupo de Juntores (TKG) 26 Executar o comando CRN : ASSIGN-NM-REPORT, atribuir informe de gerenciamento de rede, (especificar o parâmetro DISPLAY); 27 Deseja modificar o tipo de informe? Sim : Ir para o passo 28, Não : Ir para o passo 29; 28 Executar o comando CRN : ASSIGN-NM-REPORT, atribuir informe de gerenciamento de rede, (*4), 29 Deseja visualizar o período de monitoração? Sim : Ir para o passo 30, Não : Ir para o passo 31; 30 Executar o comando CRN : ASSIGN-NM-TIME, atribuir programação de gerenciamento de rede, Parâmetros: DISPLAY; 31 Deseja modificar o período de monitoração? Sim : Ir para o passo 32, Não : Ir para o passo 33; 32 Executar o comando CRN : ASSIGN-NM-TIME, atribuir programação de gerenciamento de rede, Parâmetros: NMFMM=TKMON, SCHED=<período de monitoração em minutos> (especificar só 5, 10 ou 15 minutos); 33 Fim de Tarefa BHFA TNMS Ed / 10

10 Manejar Monitoração de Grupo de Juntores (TKG) Apêndices Apêndice Significado Quando não se define um limiar para um TKG, são usados os valores default. Como opção, é possível enviar um informe que ative um alarme, urgente ou não urgente, (uma lâmpada / um timbre). Este informe segue os mesmos procedimentos que o resto de informes de alarme (ver a parte Função neste procedimento). O informe de estado TKG lista os grupos de enlaces em que, ao menos, há um indicador ativado. Só há um tipo de informe que contenha a todos os indicadores e taxas do grupo de enlaces especificado. É possível visualizar / modificar: G G G Informe de exceção Informe delta Não informe Também resulta possível a criação de informes sob demanda. Especificar os parâmetros: MODIFY, NMFMM=TKMON, REPTYPE=EXCEPT ou DELTA ou NONE. EXCEPT = DELTA = NONE = Informe de exceção: É gerado se foi ativado pelo menos um indicador. Informe de exceção delta: É gerado quando ao menos um indicador alterou o período de medidas. Não geram informes 10 / BHFA TNMS Ed. 04

As atividades dos diagramas de fluxo marcadas com um diamante ( ) estão explicadas no Apêndice.

As atividades dos diagramas de fluxo marcadas com um diamante ( ) estão explicadas no Apêndice. A tarefa Os canais de enlaces são agrupados em grupos de enlaces dependendo de suas características. Todos os enlaces pertencentes a um mesmo grupo de enlaces têm o mesmo : D destino: têm o mesmo ponto

Leia mais

O propósito deste documento é orientar o operador na realização das tarefas relativas à gerência dos endereços de rede X25-PSM.

O propósito deste documento é orientar o operador na realização das tarefas relativas à gerência dos endereços de rede X25-PSM. Gerenciar Endereços de Rede TP(O)V07 Função O propósito deste documento é orientar o operador na realização das tarefas relativas à gerência dos endereços de rede X25-PSM. Observações Nesta área há dois

Leia mais

Consideram-se os seguintes tipos de PABX s em que a forma de conexão de PABX com a central é exclusivamente mediante linhas analógicas:

Consideram-se os seguintes tipos de PABX s em que a forma de conexão de PABX com a central é exclusivamente mediante linhas analógicas: A Tarefa Um PABX (Central automática privada) é uma rede de comutação localizada em dependências de propriedade do cliente, que provê serviço a um número de ramais pertencentes a um grupo de assinantes

Leia mais

ANEXO 5 PLANEJAMENTO TÉCNICO INTEGRADO E PROVIMENTO DA INTERCONEXÃO

ANEXO 5 PLANEJAMENTO TÉCNICO INTEGRADO E PROVIMENTO DA INTERCONEXÃO ANEXO 5 PLANEJAMENTO TÉCNICO INTEGRADO E PROVIMENTO DA INTERCONEXÃO 1. OBJETIVO 1.1 As Interconexões previstas no presente Anexo 5 serão objeto de planejamento técnico contínuo e integrado entre as Partes,

Leia mais

1 / 11 DOCC: MMCC: EUTCHF01. 215 16399 BHFA TNMS Ed. 01. document, use and communication of its contents

1 / 11 DOCC: MMCC: EUTCHF01. 215 16399 BHFA TNMS Ed. 01. document, use and communication of its contents A Tarefa Este procedimento permite ao operador instalar um serviço de uma rede inteligente (IN). Para executar esta operação, devem ser realizadas as seguintes tarefas: D criar um novo disparo e os dados

Leia mais

a DN5) da lista são desviados ao número especificado pelo parâmetro CFWDDN.

a DN5) da lista são desviados ao número especificado pelo parâmetro CFWDDN. Função Este coman permite ao usuário modificar as listas de serviços seletivos existentes a nível de assinantes analógicos individuais e aplicáveis a usuários atendis pelo serviço em redes CG e públicas.

Leia mais

Comm5 Tecnologia Manual de utilização da família MI. Manual de Utilização. Família MI

Comm5 Tecnologia Manual de utilização da família MI. Manual de Utilização. Família MI Manual de Utilização Família MI ÍNDICE 1.0 COMO LIGAR O MÓDULO... pág 03 e 04 2.0 OBJETIVO... pág 05 3.0 COMO CONFIGURAR O MÓDULO MI... pág 06, 07, 08 e 09 4.0 COMO TESTAR A REDE... pág 10 5.0 COMO CONFIGURAR

Leia mais

Apostila de Gerenciamento e Administração de Redes

Apostila de Gerenciamento e Administração de Redes Apostila de Gerenciamento e Administração de Redes 1. Necessidades de Gerenciamento Por menor e mais simples que seja uma rede de computadores, precisa ser gerenciada, a fim de garantir, aos seus usuários,

Leia mais

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server Noções de 1 Considerações Iniciais Basicamente existem dois tipos de usuários do SQL Server: Implementadores Administradores 2 1 Implementadores Utilizam o SQL Server para criar e alterar base de dados

Leia mais

Gerenciamento de Incidentes

Gerenciamento de Incidentes Gerenciamento de Incidentes Os usuários do negócio ou os usuários finais solicitam os serviços de Tecnologia da Informação para melhorar a eficiência dos seus próprios processos de negócio, de forma que

Leia mais

Active Directory Windows 2000 Server

Active Directory Windows 2000 Server 1 Active Directory Windows 2000 Server Essa tela é exibida após a configuração e a ativação, onde é informado o nome do domínio, entre outras configurações não essenciais para nosso presente estudo. 2

Leia mais

Gerência de Redes Áreas Funcionais de Gerenciamento. Douglas Duarte ddsbdc@gmail.com

Gerência de Redes Áreas Funcionais de Gerenciamento. Douglas Duarte ddsbdc@gmail.com Gerência de Redes de Gerenciamento Douglas Duarte ddsbdc@gmail.com de Gerenciamento Gerenciamento de Falhas; Gerenciamento de Desempenho; Gerenciamento de Contabilização; Gerenciamento de Configuração;

Leia mais

Este documento consiste em 25 páginas. Elaborado por: Innova Tecnologia de Soluções. Liberado em Março de 2010.

Este documento consiste em 25 páginas. Elaborado por: Innova Tecnologia de Soluções. Liberado em Março de 2010. Manual do Usuário Este documento consiste em 25 páginas. Elaborado por: Innova Tecnologia de Soluções. Liberado em Março de 2010. Impresso no Brasil. Sujeito a alterações técnicas. A reprodução deste documento,

Leia mais

NETALARM GATEWAY Manual Usuário

NETALARM GATEWAY Manual Usuário NETALARM GATEWAY Manual Usuário 1 Índice 1. Introdução... 3 2. Requisitos de Instalação... 3 3. Instalação... 3 4. Iniciando o programa... 5 4.1. Aba Serial... 5 4.2. Aba TCP... 6 4.3. Aba Protocolo...

Leia mais

Gerenciamento Incidentes, Problemas e de Nível de Serviço. Treinamento OTRS ITSM

Gerenciamento Incidentes, Problemas e de Nível de Serviço. Treinamento OTRS ITSM Gerenciamento Incidentes, Problemas e de Nível de Serviço Treinamento OTRS ITSM Sumário Gerenciamento de Incidentes e Problemas...3 Cadastro de Serviços...4 Tipo de Serviço...4 Criticidade (Criticalidade)...4

Leia mais

Guia de conexão na rede wireless

Guia de conexão na rede wireless 1 Guia de conexão na rede wireless Este documento tem por objetivo orientar novos usuários, não ambientados aos procedimentos necessários, a realizar uma conexão na rede wireless UFBA. A seguir, será descrito

Leia mais

Manual CORP Microlins Dinâmica

Manual CORP Microlins Dinâmica Manual CORP Microlins Dinâmica Índice 1. Acesso ao CORP 2. Cadastro de Colaborador 1. Dados 2. Endereço 3. Telefone 4. E-mail 5. Franquias vinculadas 6. Cursos 7. Permissões 3. Cadastro de Recesso 4. Cadastro

Leia mais

Manual de Utilização ZENDESK. Instruções Básicas

Manual de Utilização ZENDESK. Instruções Básicas Manual de Utilização ZENDESK Instruções Básicas Novembro/2013 SUMÁRIO 1 Acesso à ferramenta... 3 2 A Ferramenta... 4 3 Tickets... 8 3.1 Novo Ticket... 8 3.2 Acompanhamentos de Tickets já existentes...

Leia mais

Trabalho Interdisciplinar. MS Project

Trabalho Interdisciplinar. MS Project Aula Prática: Introdução ao Microsoft Project Professional MS Project Como vimos em nossas aulas, a EAP Estrutura Analítica do Projeto é o primeiro passo para criar um cronograma de um projeto estruturado.

Leia mais

Introdução. Geral. Sumário Localização Trajetos Últimos registros Comandos Configurações. Relatórios

Introdução. Geral. Sumário Localização Trajetos Últimos registros Comandos Configurações. Relatórios Introdução Geral Sumário Localização Trajetos Últimos registros Comandos Configurações Relatórios Deslocamentos e paradas Velocidade Telemetria Acessos Falhas de comunicação Cadastro Cliente Subcliente

Leia mais

BEM-VINDO AO dhl PROVIEW

BEM-VINDO AO dhl PROVIEW BEM-VINDO AO dhl PROVIEW Guia de Usuário O DHL PROVIEW COLOCA VOCÊ NO CONTROLE DE SEUS ENVIOS. PROVIEW O DHL ProView é uma ferramenta de rastreamento on-line que permite o gerenciamento dos envios, a programação

Leia mais

CAPÍTULO 7 O SERVIÇO DOS AGENTES

CAPÍTULO 7 O SERVIÇO DOS AGENTES CAPÍTULO 7 O SERVIÇO DOS AGENTES A inteligência... é a capacidade de criar objetos artificiais, especialmente ferramentas para fazer ferramentas. ( Henri Bergson) O serviço dos agentes surge como uma prestação

Leia mais

Módulo e-rede VirtueMart v1.0. Manual de. Instalação do Módulo. estamos todos ligados

Módulo e-rede VirtueMart v1.0. Manual de. Instalação do Módulo. estamos todos ligados Módulo e-rede VirtueMart v1.0 Manual de Instalação do Módulo estamos todos ligados ÍNDICE 01 02 03 04 Introdução 3 Versão 3 Requerimentos 3 Manual de instalação 4 05 06 4.1 Permissões 4 4.2 Instalação

Leia mais

Especificações da oferta Gerenciamento de dispositivos distribuídos: Gerenciamento de ativos

Especificações da oferta Gerenciamento de dispositivos distribuídos: Gerenciamento de ativos Visão geral do Serviço Especificações da oferta Gerenciamento de dispositivos distribuídos: Gerenciamento de ativos Os Serviços de gerenciamento de dispositivos distribuídos ajudam você a controlar ativos

Leia mais

Guia Site Empresarial

Guia Site Empresarial Guia Site Empresarial Índice 1 - Fazer Fatura... 2 1.1 - Fazer uma nova fatura por valores de crédito... 2 1.2 - Fazer fatura alterando limites dos cartões... 6 1.3 - Fazer fatura repetindo última solicitação

Leia mais

TOTVS Série 1 Varejo (Simples) - Módulo e-commerce

TOTVS Série 1 Varejo (Simples) - Módulo e-commerce Novo Módulo disponível no TOTVS S1 Varejo: permissão de utilização através de licença específica. Mesmo não adquirindo a licença de uso do módulo ele continuará presente na tela do usuário. 1 Na opção

Leia mais

Placa Acessório Modem Impacta

Placa Acessório Modem Impacta manual do usuário Placa Acessório Modem Impacta Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Intelbras. A Placa Modem é um acessório que poderá ser utilizado em todas as centrais

Leia mais

Fornecer serviços independentes da tecnologia da subrede; Esconder do nível de transporte o número, tipo e a topologia das subredes existentes;

Fornecer serviços independentes da tecnologia da subrede; Esconder do nível de transporte o número, tipo e a topologia das subredes existentes; 2.3 A CAMADA DE REDE! Fornece serviços para o nível de transporte, sendo, freqüentemente, a interface entre a rede do cliente e a empresa de transporte de dados (p.ex. Embratel).! Sua principal função

Leia mais

Call Center Manual do agente. Nº do componente P1007893 01 11 de fevereiro de 2004

Call Center Manual do agente. Nº do componente P1007893 01 11 de fevereiro de 2004 Call Center Manual do agente Nº do componente P1007893 01 11 de fevereiro de 2004 2 Manual do agente do Call Center Copyright 2004 Nortel Networks Todos os direitos reservados. 2004. As informações contidas

Leia mais

Cenários do CEL. Acessar ao sistema

Cenários do CEL. Acessar ao sistema Cenários do CEL Acessar ao sistema Permitir que o usuário acesse ao Sistema de Léxicos e Cenários nas seguintes condições: logando-se, quando já estiver cadastrado; ou incluindo usuário independente, quando

Leia mais

CA Nimsoft Monitor Snap

CA Nimsoft Monitor Snap CA Nimsoft Monitor Snap Guia de Configuração do Monitoramento de conectividade de rede net_connect série 2.9 Aviso de copyright do CA Nimsoft Monitor Snap Este sistema de ajuda online (o Sistema ) destina-se

Leia mais

MANUAL DE SUPORTE. Controle de Suporte. Este manual descreve as funcionalidades do controle de suporte.

MANUAL DE SUPORTE. Controle de Suporte. Este manual descreve as funcionalidades do controle de suporte. MANUAL DE SUPORTE Controle de Suporte Este manual descreve as funcionalidades do controle de suporte. SUMÁRIO Considerações Iniciais... 3 Acesso... 4 Controle de Suporte... 5 1. Solicitação de Atendimento...

Leia mais

PROCEDIMENTO DO CLIENTE

PROCEDIMENTO DO CLIENTE PROCEDIMENTO DO CLIENTE Título: Manual da Loja Virtual. Objetivo: Como anunciar produtos e acompanhar as vendas. Onde: Empresa Quem: Cliente Quando: Início Através deste manual, veremos como anunciar e

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA SOLUÇÃO. Software para rastreamento

APRESENTAÇÃO DA SOLUÇÃO. Software para rastreamento APRESENTAÇÃO DA SOLUÇÃO Software para rastreamento TELA DE LOGIN Tela inicial do sistema onde os clientes u lizam para acessar a plataforma. Para acesso, insira Nome de Usuário e Senha e clique em Entrar.

Leia mais

Manual da Ferramenta Administrativa ( ADMIN )

Manual da Ferramenta Administrativa ( ADMIN ) Manual da Ferramenta Administrativa ( ADMIN ) As explicações abaixo tem por objetivo orientar e facilitar a utilização da ferramenta de gerenciamento de conteúdo do site. ADMIN E-MAILS Permite definir

Leia mais

Manual de usuário MaxDialer Versão 1.0.2

Manual de usuário MaxDialer Versão 1.0.2 Manual de usuário MaxDialer Versão 1.0.2 1 Sumário 1. Introdução... 3 2. LOGIN... 3 3. Cadastro... 3 3.1. Máquinas... 4 3.2. Tipo Telefone... 5 3.3. Feriados... 6 3.4. Campanhas... 7 3.5. Usuários... 16

Leia mais

Está apto a utilizar o sistema, o usuário que tenha conhecimentos básicos de informática e navegação na internet.

Está apto a utilizar o sistema, o usuário que tenha conhecimentos básicos de informática e navegação na internet. Conteúdo 1. Descrição geral 2 2. Resumo das funcionalidades 3 3. Efetuar cadastro no sistema 4 4. Acessar o sistema 6 5. Funcionalidades do menu 7 5.1 Dados cadastrais 7 5.2 Grupos de usuários 7 5.3 Funcionários

Leia mais

3 Qualidade de serviço na Internet

3 Qualidade de serviço na Internet 3 Qualidade de serviço na Internet 25 3 Qualidade de serviço na Internet Além do aumento do tráfego gerado nos ambientes corporativos e na Internet, está havendo uma mudança nas características das aplicações

Leia mais

MANUAL Credenciados SGMC Sistema de Gestão de Modalidades de Credenciamento

MANUAL Credenciados SGMC Sistema de Gestão de Modalidades de Credenciamento MANUAL Credenciados SGMC Sistema de Gestão de Modalidades de Credenciamento SEBRAE-GO 1 Sumário Introdução... 3 1) Acesso ao Sistema... 4 1.1. LOGIN... 4 1.2. ALTERAR SENHA... 7 1.3. RECUPERAR SENHA...

Leia mais

Acif Sistema de Recuperação de Crédito

Acif Sistema de Recuperação de Crédito Acif Sistema de Recuperação de Crédito 2 Índice Acesso ao Sistema...3 Menu de acesso...3 Cadastro de Devedores...4 Cadastro de Dívidas...5 Alertas do sistema...8 3 Acif Sistema de Recuperação de Crédito

Leia mais

Módulo de Usuário 04 Orientações para o Uso 05 Acessando as Salas 06 Dentro do Ambiente das Salas 08 (1) Outros Usuários 09 (2) Seus Dados 09 (3)

Módulo de Usuário 04 Orientações para o Uso 05 Acessando as Salas 06 Dentro do Ambiente das Salas 08 (1) Outros Usuários 09 (2) Seus Dados 09 (3) O recurso das Salas Virtuais é parte da estratégia adotada pelo Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental para estimular e fortalecer a participação de grupos, coletivos e colegiados no processo

Leia mais

SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA

SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA Muitas organizações terceirizam o transporte das chamadas em seus call-centers, dependendo inteiramente

Leia mais

OPCEM 1.0. Versão 1.0 Copyright 2013 OpServices 1

OPCEM 1.0. Versão 1.0 Copyright 2013 OpServices 1 OPCEM 1.0 Versão 1.0 Copyright 2013 OpServices 1 OpCEM CONCEITO... 4 REQUISITOS MÍNIMOS... 4 INSTALANDO... 4 CONHECENDO A INTERFACE DO OPCEM... 7 CONFIGURAÇÃO DO GERENCIADOR... 7 ADICIONAR NOVO ROBÔ...

Leia mais

BPMN. Business Process Modeling Notation

BPMN. Business Process Modeling Notation BPMN Business Process Modeling Notation Montar viagem UML (diagrama de atividades) Montar viagem BPMN Tipos de diagrama 1) Private Business Process ou Diagramas de processos privados: usado quando não

Leia mais

Abra o software de programação. Clique na opção VOIP, depois opção configuração conforme as imagens:

Abra o software de programação. Clique na opção VOIP, depois opção configuração conforme as imagens: Caro cliente, atendendo a sua solicitação de auxílio no processo de configuração da placa VoIP na central Impacta, segue um passo-a-passo para ajudar a visualização. Abra o software de programação. Clique

Leia mais

MENSAGEM INTELIGENTE MANUAL DO USUÁRIO

MENSAGEM INTELIGENTE MANUAL DO USUÁRIO MENAGEM INTELIGENTE MANUAL DO UUÁRIO UMÁRIO 1. O que é Mensagem Inteligente?... 3 2. Como Utilizar... 3 3. Interface Telefônica... 5 3.1 Formas de interação... 5 3.1.1. Prompts... 5 3.1.2. Tecla * (estrela)...

Leia mais

Manual do Publicador. Wordpress FATEA Sistema de Gerenciamento de Conteúdo Web

Manual do Publicador. Wordpress FATEA Sistema de Gerenciamento de Conteúdo Web Manual do Publicador Wordpress FATEA Sistema de Gerenciamento de Conteúdo Web Sumário Painel de Administração... 3 1 - Inserção de post... 5 2 Publicação de post com notícia na área headline (galeria de

Leia mais

MEU SEGURO NOVO. www.villa.com.br @villasistemas facebook.com/villait www.meuseguronovo.com.br Copyright 1992-2015 Villa IT. All rights reserved.

MEU SEGURO NOVO. www.villa.com.br @villasistemas facebook.com/villait www.meuseguronovo.com.br Copyright 1992-2015 Villa IT. All rights reserved. MEU SEGURO NOVO Página 1 de 20 CONTEÚDO O QUE É O MEU SEGURO NOVO?... 3 BENEFÍCIOS PARA O SEGURADO... 3 BENEFÍCIOS PARA O CORRETOR DE SEGUROS... 3 POR QUE UTILIZAR O MEUSEGURONOVO?... 4 CONHECENDO O MEUSEGURONOVO...

Leia mais

Módulo Contact Solution

Módulo Contact Solution Módulo Contact Solution O Contact Solution é uma ferramenta completa e customizável de fácil utilização para análise dos registros de sua central de atendimento (Contact Center), com possibilidade de efetuar

Leia mais

PAINEL DE ALARME VERSÃO 01

PAINEL DE ALARME VERSÃO 01 PAINEL DE ALARME VERSÃO 01 1. CARACTERÍSTICAS GERAIS 8 Zonas duplas programáveis, mais 1 zona por teclado; 4 Teclados endereçáveis com programações independentes; 95 usuários, 3 usuários temporários, além

Leia mais

GTER 36 Experiência de implantação IPv6 em clientes finais

GTER 36 Experiência de implantação IPv6 em clientes finais GTER 36 Experiência de implantação IPv6 em clientes finais Alan Silva e Filipe Hoffman APRESENTAÇÃO - Pombonet Telecomunicações e Informática Ltda www.pombonet.com.br - Atuante na região da cidade de Jundiaí/SP

Leia mais

Placa Acessório Modem Impacta

Placa Acessório Modem Impacta MANUAL DO USUÁRIO Placa Acessório Modem Impacta Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Intelbras. A Placa Modem é um acessório que poderá ser utilizado em todas as centrais

Leia mais

4.3. Máquina de estados: São utilizados em sistemas de complexos, é de fácil transformação para ladder desde que não haja muitas ramificações.

4.3. Máquina de estados: São utilizados em sistemas de complexos, é de fácil transformação para ladder desde que não haja muitas ramificações. Parte 4 - Técnicas de programação (Lógica simples) INTRODUÇÃO Programar em ladder é muito simples, desde que ele tenha uma estrutura sob a qual o programa deve ser desenvolvido, ou seja, se deve ter um

Leia mais

LGTi Tecnologia. Manual - Outlook Web App. Soluções Inteligentes. Siner Engenharia

LGTi Tecnologia. Manual - Outlook Web App. Soluções Inteligentes. Siner Engenharia LGTi Tecnologia Soluções Inteligentes Manual - Outlook Web App Siner Engenharia Sumário Acessando o Outlook Web App (Webmail)... 3 Email no Outlook Web App... 5 Criar uma nova mensagem... 6 Trabalhando

Leia mais

Módulo e-rede OSCommerce v1.0. Manual de. Instalação do Módulo. estamos todos ligados

Módulo e-rede OSCommerce v1.0. Manual de. Instalação do Módulo. estamos todos ligados Módulo e-rede OSCommerce v1.0 Manual de Instalação do Módulo estamos todos ligados ÍNDICE 01 02 03 04 Introdução 3 Versão 3 Requerimentos 3 Manual de instalação 4 05 06 4.1 Instruções iniciais 4 4.2 Instalação

Leia mais

vdt IP PBX e CONTACT CENTER

vdt IP PBX e CONTACT CENTER vdt IP PBX e CONTACT CENTER CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS Configuração Híbrida : PAs via Softphones, Telefones analógicos, Telefones IP Fax em e-maill Aúdio e Vídeo conferência Mobilidade (ramais e agentes

Leia mais

Módulo e-rede VirtueMart v1.0. Manual de. Instalação do Módulo. estamos todos ligados

Módulo e-rede VirtueMart v1.0. Manual de. Instalação do Módulo. estamos todos ligados Módulo e-rede VirtueMart v1.0 Manual de Instalação do Módulo estamos todos ligados 01 02 03 04 Introdução 3 Versão 3 Requerimentos 3 Manual de instalação 4 05 06 4.1 Permissões 4 4.2 Instalação e ativação

Leia mais

Portal Contador Parceiro

Portal Contador Parceiro Portal Contador Parceiro Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa 1. Portal Contador Parceiro... 03 2. Acesso ao Portal... 04 3. Profissionais...11 4. Restrito...16 4.1 Perfil... 18 4.2 Artigos...

Leia mais

ORIENTAÇÕES DE USO DO PORTAL SESCOOP

ORIENTAÇÕES DE USO DO PORTAL SESCOOP ORIENTAÇÕES DE USO DO PORTAL SESCOOP 1. DADOS DE ACESSO RESTRITO Acesso Principal O sistema de Administração Principal possui um ADMINISTRADOR MESTRE, o qual não pode ser removido, ou ter seu login e senha

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO SUMÁRIO

MANUAL DO USUÁRIO SUMÁRIO SUMÁRIO 1. Home -------------------------------------------------------------------------------------------------------- 7 2. Cadastros -------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Perguntas e Respostas NOVO SITE PEDIDOSONLINE HERBALIFE NO MYHERBALIFE.COM.BR BRASIL, 2013.

Perguntas e Respostas NOVO SITE PEDIDOSONLINE HERBALIFE NO MYHERBALIFE.COM.BR BRASIL, 2013. Geral Como posso pedir produtos em outros países? Como eu coloco Pedidos através do myherbalife.com.br? Como eu pago a Taxa de Processamento Anual? Esse mês tem fechamento duplo. Eu terei a possibilidade

Leia mais

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC RESUMO EXECUTIVO O PowerVault DL2000, baseado na tecnologia Symantec Backup Exec, oferece a única solução de backup em

Leia mais

Novidades da Versão 3.0.0.30

Novidades da Versão 3.0.0.30 Novidades da Versão 3.0.0.30 Alteração Equipamento Unidade Instalação Inserida informação Telemetria na Tela de Alteração de Equipamento Unidade de Instalação (326). A informação Roaming Internacional

Leia mais

Manual do Utilizador. Portal dos Jurisdicionados Cadastro

Manual do Utilizador. Portal dos Jurisdicionados Cadastro Manual do Utilizador Portal dos Jurisdicionados Cadastro TCM/PA 2015 1. CONDIÇÕES DE ACESSO O acesso ao Portal dos Jurisidicionados Cadastro é feito, exclusivamente, com o uso de certificação digital,

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA GT WEB CALL. Teledata

MANUAL DO SISTEMA GT WEB CALL. Teledata MANUAL DO SISTEMA GT WEB CALL Teledata Indíce analítico 1. Prefácio...3 2. Funcionalidades...3 3. Abrir chamados...7 4. Atribuir chamados...9 5. Consultar chamados...10 6. Fechar chamados...12 7. Relatórios...15

Leia mais

Deep View CRM Manual Operacional FAC. versão: 2.0.5.3

Deep View CRM Manual Operacional FAC. versão: 2.0.5.3 Deep View CRM Manual Operacional FAC versão: 2.0.5.3 Deep View CRM É um sistema de CRM (Customer Relationship Management), totalmente desenvolvido em ambiente Web, com funcionalidades integradas que permitem

Leia mais

RANKING DE INTERCÂMBIO

RANKING DE INTERCÂMBIO RANKING DE INTERCÂMBIO Ranking de Intercâmbio A Unimed do Brasil na busca pela qualificação dos processos operacionais do Sistema Unimed, vem trabalhando na modernização do Ranking de Intercâmbio, de forma

Leia mais

Ao ligar o equipamento, você verá a mensagem abaixo, o objetivo dela é fazer a configuração mínima para LOGAR ao servidor da Internet.

Ao ligar o equipamento, você verá a mensagem abaixo, o objetivo dela é fazer a configuração mínima para LOGAR ao servidor da Internet. MANUAL DE OPERAÇÃO DO NET MACHINE VOCÊ NÃO NECESSITA MAIS DE UM COMPUTADOR PARA CONVERSAR COM ALGUÉM QUE ESTA NO MIRC NET MACHINE É UM PLACA ELETRÔNICA DE BAIXO CUSTO A PLACA TAMBEM PODE MANDAR E LER E-MAILS

Leia mais

SUPERVISION : Smart Condition Monitoring. Brand of ACOEM

SUPERVISION : Smart Condition Monitoring. Brand of ACOEM SUPERVISION : Smart Condition Monitoring Brand of ACOEM 30 ANOS DE EXPERIÊNCIA A OneProd apresenta o SUPERVISION, nova geração de aplicações web dedicadas à manutenção condicional inteligente. Fruto de

Leia mais

Resposta em caso de resultado com ou sem êxito da execução, por solicitação de operador, de um dos seguintes comandos-chm:

Resposta em caso de resultado com ou sem êxito da execução, por solicitação de operador, de um dos seguintes comandos-chm: Controle de Alarmes: Informe de Execução RRN 00012 Causa de Ativação da Mensagem Resposta em caso de resultado com ou sem êxito da execução, por solicitação de operador, de um dos seguintes comandos-chm:

Leia mais

Manual do Usuário - Processo Certificado de Registro Pessoa Física Manual Operacional Certificado de Registro Pessoa Física CRPF

Manual do Usuário - Processo Certificado de Registro Pessoa Física Manual Operacional Certificado de Registro Pessoa Física CRPF Manual Operacional Certificado CRPF Abril Curitiba - PR 1 Sumário 1 OBJETIVO 6 2 ACESSO INICIAL PARA TODOS OS USUÁRIOS (CAC S) 7 2.1 REALIZANDO O PRIMEIRO CADASTRO. 8 2.1.1 CPF 8 2.1.2 TAPE 8 2.1.3 CÓDIGO

Leia mais

TACTIUM IP com Integração à plataforma n-iplace. Guia de Funcionalidades. Versão 5.0 TACTIUM IP Guia de Funcionalidades com n-iplace

TACTIUM IP com Integração à plataforma n-iplace. Guia de Funcionalidades. Versão 5.0 TACTIUM IP Guia de Funcionalidades com n-iplace Tactium Tactium IP IP TACTIUM IP com Integração à plataforma n-iplace Guia de Funcionalidades 1 Independência de localização e redução de custos: o TACTIUM IP transforma em realidade a possibilidade de

Leia mais

Guia Rápido. Projects & Teamwork

Guia Rápido. Projects & Teamwork Guia Rápido Projects & Teamwork Conteúdo 1. Meu Perfil, tutoriais y ajuda contextual... 3 2. Criar projetos... 6 3. Criar usuários e atribuir usuários a projetos e tarefas... 7 4. Criar e controlar tarefas...10

Leia mais

GUIDE Instagram e Hootsuite. Guia de Início Rápido

GUIDE Instagram e Hootsuite. Guia de Início Rápido GUIDE Instagram e Hootsuite Guia de Início Rápido Instagram e Hootsuite Guia de Início Rápido Com 300 milhões de usuários ativos por mês, o Instagram pode abrir um mundo de oportunidades para o seu negócio.

Leia mais

Comunicação de Dados

Comunicação de Dados UNISUL 2013 / 1 Universidade do Sul de Santa Catarina Engenharia Elétrica - Telemática 1 Comunicação de Dados Aula 6 Agenda Projeto da camada de enlace de dados Detecção e correção de erros Protocolos

Leia mais

Acionamento através de senha*, cartão de proximidade e biometria. Compatível com fechaduras magnéticas, eletroímãs e cancelas.

Acionamento através de senha*, cartão de proximidade e biometria. Compatível com fechaduras magnéticas, eletroímãs e cancelas. 1/8 Visão Geral: Instalação e configuração simplificada. Alta capacidade de armazenamento de registros e usuários. Acionamento através de senha*, cartão de proximidade e biometria. Compatível com fechaduras

Leia mais

Gestão de Ativos. Manual do Usuário. Treinamento Fase 1 (TRN 01)

Gestão de Ativos. Manual do Usuário. Treinamento Fase 1 (TRN 01) Gestão de Ativos Manual do Usuário Treinamento Fase 1 (TRN 01) Índice 1. Introdução... 3 2. Movimentações de Ativos... 4 2.1. Monitoração... 4 2.1.1. Monitor de Movimentação de Ativos...4 2.2. Transações...15

Leia mais

TACTIUM IP com Integração à plataforma Dígitro EasyCall. Guia de Funcionalidades. Tactium IP IP

TACTIUM IP com Integração à plataforma Dígitro EasyCall. Guia de Funcionalidades. Tactium IP IP IP TACTIUM IP com Integração à plataforma Dígitro EasyCall Guia de Funcionalidades 1 Independência de localização e redução de custos: o TACTIUM IP transforma em realidade a possibilidade de uso dos recursos

Leia mais

Como acessar e utilizar o Escritório Virtual

Como acessar e utilizar o Escritório Virtual Como acessar e utilizar o Escritório Virtual A proposta deste manual é ser o mais resumido possível, abordando os principais aspectos para que qualquer usuário possa acessar e utilizar os Escritórios Virtuais.

Leia mais

Gerenciamento de energia. Dario Freddi Tradução: Marcus Gama

Gerenciamento de energia. Dario Freddi Tradução: Marcus Gama Dario Freddi Tradução: Marcus Gama 2 Conteúdo 1 PowerDevil, um Servidor de Gerenciamento de Energia 4 1.1 Configurações de economia de energia.......................... 4 1.2 Configurações da atividade................................

Leia mais

CAPÍTULO 1 REVISÃO DE LÓGICA COMBINACIONAL

CAPÍTULO 1 REVISÃO DE LÓGICA COMBINACIONAL 1 CAPÍTULO 1 REVISÃO DE LÓGICA COMBINACIONAL Sumário 1.1. Sistemas de Numeração... 3 1.1.1. Conversão Decimal Binária... 3 1.1.2. Conversão Binária Decimal... 3 1.1.3. Conversão Binária Hexadecimal...

Leia mais

HMR Marketing Receptivo. 12.1.x. abril de 2015. Versão: 2.0

HMR Marketing Receptivo. 12.1.x. abril de 2015. Versão: 2.0 HMR Marketing Receptivo 12.1.x abril de 2015 Versão: 2.0 1 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Papéis e Usuários... 3 3 Fluxo Geral do HMR... 6 4 Manter Parâmetros Marketing Receptivo... 7 5 Manter Categoria de

Leia mais

Manual do Sistema de Demandas da FUNDEPAG

Manual do Sistema de Demandas da FUNDEPAG 2015 Manual do Sistema de Demandas da FUNDEPAG Manual do Sistema de Demandas da FUNDEPAG Cliente Institucional e Atualizado em: 11 de setembro de 2015 Sumário 1. Conceito do software... 1 2. Abertura de

Leia mais

Tutorial Administrativo (Backoffice)

Tutorial Administrativo (Backoffice) Manual - Software ENTRANDO NO SISTEMA BACKOFFICE Para entrar no sitema Backoffice, digite no seu navegador de internet o seguinte endereço: http://pesquisa.webbyapp.com/ Entre com o login e senha. Caso

Leia mais

TÍTULO DA APRESENTAÇÃO

TÍTULO DA APRESENTAÇÃO Rio, 10 de janeiro de 2011 OI GESTOR MÓVEL Passo-a-passo de configuração TÍTULO DA APRESENTAÇÃO GERÊNCIA DE PRODUTOS DE MOBILIDADE Gerência de Mobilidade Corporativo Diretoria de Marketing Corporativo

Leia mais

Software Control Center

Software Control Center Software Control Center Uma solução empresarial de segurança IP, com capacidade de gerenciamento de vídeos, áudio e alarmes sobre redes IP Soluções completas de segurança em vídeo IP www.indigovision.com

Leia mais

Sphinx iq2 Utilização da ferramenta SphinxMobile

Sphinx iq2 Utilização da ferramenta SphinxMobile Sphinx iq2 Utilização da ferramenta SphinxMobile Pré-requisitos: Lista de variáveis Hospedagem ativa em um Servidor da SPHINX Brasil Módulo Mobile Offline ativo na conta Aplicativo SphinxMobile instalado

Leia mais

Manual Ilustrado Marketing Receptivo - HMR

Manual Ilustrado Marketing Receptivo - HMR Manual Ilustrado Marketing Receptivo - HMR Agosto/2014 Índice Título do documento 1. Objetivo... 3 2. Papéis e Usuários... 3 3. Fluxo Geral do HMR... 5 4. Manter Parâmetros Marketing Receptivo... 5 5.

Leia mais

MANUAL DE MEMBRO COMUNIDADE DO AMIGO

MANUAL DE MEMBRO COMUNIDADE DO AMIGO SUMÁRIO Efetuando o Login na comunidade... 3 Esqueceu sua senha?... 3 Página Principal... 4 Detalhando o item Configurações... 5 Alterar Foto... 5 Alterar Senha... 5 Dados Pessoais... 6 Configurações de

Leia mais

Modelo OSI. Prof. Alexandre Beletti Ferreira. Introdução

Modelo OSI. Prof. Alexandre Beletti Ferreira. Introdução Modelo OSI Prof. Alexandre Beletti Ferreira Introdução Crescimento das redes de computadores Muitas redes distintas International Organization for Standardization (ISO) Em 1984 surge o modelo OSI Padrões

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO N. º 335, DE 17 DE ABRIL DE 2003. REGULAMENTO DE INDICADORES DE QUALIDADE DO SERVIÇO MÓVEL PESSOAL - SMP

ANEXO À RESOLUÇÃO N. º 335, DE 17 DE ABRIL DE 2003. REGULAMENTO DE INDICADORES DE QUALIDADE DO SERVIÇO MÓVEL PESSOAL - SMP NEXO À RESOLUÇÃO N. º 335, DE 17 DE BRIL DE 2003. REGULMENTO DE INDICDORES DE QULIDDE DO SERVIÇO MÓVEL PESSOL - SMP TÍTULO I DS DISPOSIÇÕES GERIS Capítulo I Da brangência e dos Objetivos rt.1º Este Regulamento

Leia mais

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade III GOVERNANÇA DE TI

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade III GOVERNANÇA DE TI Profa. Gislaine Stachissini Unidade III GOVERNANÇA DE TI Information Technology Infrastructure Library ITIL Criado pelo governo do Reino Unido, tem como objetivo a criação de um guia com as melhores práticas

Leia mais

Tecnologia e Comércio de Equipamentos Eletrônicos LTDA PORTAL DE TELEMETRIA SYSTEMTEK PARA GERENCIAMENTO DE FROTAS

Tecnologia e Comércio de Equipamentos Eletrônicos LTDA PORTAL DE TELEMETRIA SYSTEMTEK PARA GERENCIAMENTO DE FROTAS PORTAL DE TELEMETRIA SYSTEMTEK PARA GERENCIAMENTO DE FROTAS Características Design inovador Controle de acesso Permite criar usuários com senhas podendo-se definir no sistema quais as funcionalidades cada

Leia mais

Microsoft Office Outlook Web Access ABYARAIMOVEIS.COM.BR

Microsoft Office Outlook Web Access ABYARAIMOVEIS.COM.BR Microsoft Office Outlook Web Access ABYARAIMOVEIS.COM.BR 1 Índice: 01- Acesso ao WEBMAIL 02- Enviar uma mensagem 03- Anexar um arquivo em uma mensagem 04- Ler/Abrir uma mensagem 05- Responder uma mensagem

Leia mais

Guia do Wattbike Expert Software para Iniciantes

Guia do Wattbike Expert Software para Iniciantes Guia do Wattbike Expert Software para Iniciantes 1 Índice Introdução............................................... 3 Conexão do software ao Computador de Desempenho Wattbike tela padrão Polar e edição

Leia mais

BI Citsmart Fornece orientações necessárias para instalação, configuração e utilização do BI Citsmart.

BI Citsmart Fornece orientações necessárias para instalação, configuração e utilização do BI Citsmart. 16/08/2013 BI Citsmart Fornece orientações necessárias para instalação, configuração e utilização do BI Citsmart. Versão 1.0 19/12/2014 Visão Resumida Data Criação 19/12/2014 Versão Documento 1.0 Projeto

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA. Índice. Ícone

ADMINISTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA. Índice. Ícone ADMINISTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA Índice Análise de status da administração de caixa e concentração de caixa... 2 1 Introdução... 2 1.1 Objetivo... 2 1.2 Tabela Síntese do processos... 2 2 Procecidimentos...

Leia mais

Catálogo Online das Bibliotecas da ULBRA - Liber. Guia do Usuário

Catálogo Online das Bibliotecas da ULBRA - Liber. Guia do Usuário Catálogo Online das Bibliotecas da ULBRA - Liber Guia do Usuário Ji-Paraná 2015 1 LIBER é o sistema de informatização das Bibliotecas da ULBRA. O Catálogo On-line oferece além da pesquisa ao acervo das

Leia mais