Uma análise preliminar do perfil demográfico das crianças e adolescentes cadastrados para adoção no município de São Paulo

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1 Uma análise preliminar do perfil demográfico das crianças e adolescentes cadastrados para adoção no município de São Paulo Paulo José Pereira 1 Maria Coleta Ferreira Albino de Oliveira 2 Introdução Pesquisar sobre adoção não é uma das tarefas mais simples que existe, isto porque este tema ultrapassa o contexto jurídico, atingindo diversas áreas do conhecimento, como a psicologia, a economia, política, demografia e também invade a discussão de ordem moral. Pensar em adoção de uma criança/adolescente significa acreditar na mudança deste indivíduo do seu local de origem, ou seja, uma transferência de seus pais biológicos para outras pessoas. A prática de criar filhos de outros é antiga no Brasil, respondendo a vários fatores. Segundo alguns estudiosos, o costume de pessoas ou famílias recolherem recém-nascidos nas portas de suas casas ou de igrejas constituía o sistema mais universal e abrangente de proteção à infância desvalida A partir da Constituição de 1988 e da Lei 8.069/90, conhecida como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) de 1990, ficou muito mais clara a importância de proteger os menores do abandono, de dar a eles um lar onde possam ser acolhidos com carinho e tratados realmente como membros da família adotiva. Camargo (2005) afirma que tanto a Constituição como o Estatuto, apresenta avanços fundamentais já que consideram a criança e o adolescente como: sujeitos de direito, pessoas em condições peculiares de desenvolvimento e de prioridade absoluta. Com esta legislação toda e qualquer adoção de crianças/adolescentes deve ser mediada pelo Poder Judiciário e a adoção passa a ser tratada como um direito da criança/adolescente obter um ambiente familiar favorável ao seu desenvolvimento, nos casos em que for comprovada a impossibilidade de eles continuarem vivendo na família natural. Apesar da nítida evolução da legislação brasileira é possível notar, conforme Camargo (2005), que no Brasil, assim como em grande parte do mundo ocidental, o destino das crianças rejeitadas e abandonadas por seus pais biológicos segue uma ordem cruel: boa parte cresce e se "educa" nos limites de uma instituição, quase sempre mantida e dirigida pelo Estado ou por associações não governamentais e religiosas. Resultados do Levantamento Nacional de Abrigos para Crianças e Adolescentes realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 2005 indica que um fator que dificulta a convivência familiar de crianças e adolescentes 1 Doutorando em Demografia - IFCH/NEPO/UNICAMP e Professor da Universidade Federal do Vale do São Francisco UNIVASF. 2 Profa. Dra. do Programa de Pós-graduação em Demografia IFCH/NEPO/UNICAMP.

2 abrigados é o fato de apenas 10,7% deles estar judicialmente em condições de ser encaminhado para a adoção. Mais da metade dos abrigados está nas instituições por um período superior a dois anos, sendo que 20,7% deles estão nessa situação por um período superior a 6 anos e a grande maioria desses meninos e meninas está juridicamente vinculada a uma família que, na prática, já abriu mão da responsabilidade de cuidar deles. Neste contexto apenas algumas crianças que possuem um determinado perfil são adotadas. Características do adotando, tais como ser do sexo feminino, recém-nascido, saudável, são elementos reafirmados na cultura da adoção e, segundo Silveira (2005), o ideal de um filho estaria fortemente relacionado ao fator racial e à ideologia dos modelos estéticos de beleza predominantes na sociedade brasileira. Um exemplo da situação mencionada acima pode ser visto na Figura 1, em que é apresentada a idade máxima pretendida pelos requerentes à adoção em São Paulo nos anos de 2005 e É claramente visto neste caso a preferência por crianças que com dois anos ou menos. Fonte: Adaptado do relatório Perfil dos requerentes nacionais habilitados à adoção no estado de São Paulo no ano de CEJAI SP Em 2005 foram cadastrados e em 2006 foram 2208 cadastrados Recentes informações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) dão conta de que, próximo de completar dois anos, o Cadastro Nacional de Adoção (CNA) registra que 80% dos pretendentes buscam crianças de até três anos, idade que representa apenas 7% do total de crianças/adolescentes cadastrados. Fica claro que apesar de o CNA possuir pretendentes e crianças e adolescentes aptas à adoção, a preferência por um determinado perfil faz com que as adoções não se realizem de forma satisfatória no país. Nesse período de quase dois anos de funcionamento, apenas 76 adoções foram realizadas com o auxílio do CNA.

3 Tendo em vista as informações mencionadas anteriormente, tanto para São Paulo como também para o Brasil, via CNA, este trabalho tem como principal objetivo identificar as características principais das crianças e adolescentes que estão aptos a serem adotados no município de São Paulo. Fonte de Dados Para o desenvolvimento deste estudo foi feito um levantamento junto às onze Varas da Infância e Juventude da cidade de São Paulo com intuito de identificar o perfil das crianças e adolescentes que não possuem mais nenhum vínculo jurídico com sua família natural, ou seja, os pais ou responsáveis legais perderam o chamado pátrio poder sobre a criança ou adolescente. As informações foram retiradas de formulários de abrigamento, processos, livros de acompanhamento social, cadastros próprios, entre outros. O levantamento foi realizado entre os meses de junho e novembro de 2009 e foram encontradas 292 crianças/adolescentes aptas a serem adotadas no município de São Paulo. Resultados Discussões Os resultados encontrados mostram que as Varas de Infância de Santana e Santo Amaro possuíam um maior contingente de crianças e adolescentes aguardando a adoção. Nestes dois locais, como pode ser vistos na Tabela 1, são encontrados aproximadamente 40,0% dos indivíduos pesquisados. Tabela1: Distribuição de Freqüência do número de crianças/adolescentes por Vara da Infância e Juventude de São Paulo Vara da Infância fi % Central 22 7,5 Ipiranga 10 3,4 Itaquera 13 4,5 Jabaquara 33 11,3 Lapa 27 9,2 Penha 4 1,4 Pinheiros 26 8,9 Santana 63 21,6 São Miguel 30 10,3 Santo Amaro 58 19,9 Tatuapé 6 2,1 Total

4 Entre as 292 crianças/adolescentes pesquisadas foi possível identificar que a maioria, 55,1%, é do sexo masculino, tendo uma razão de sexo de 1,229. A razão de sexo analisada por idade simples (Figura 1), mostra que há uma variação no quantitativo de meninos e meninas, sendo que as maiores diferenças estão nas idades sete, oito, onze, quatorze e dezesseis, onde são encontrados um quantitativo masculino muito maior. No que diz respeito a idade no momento da pesquisa, aproximadamente 83% deles têm no mínimo 6 anos, sendo que as idades entre 9 e 13 anos é que concentram maior contingente, tendo aproximadamente 50% de todos os indivíduos. Essa situação é claramente percebida por meio da pirâmide etária representada na Figura 2. Outros resultados importantes mostram que a grande maioria (56,1%) das crianças é classificada, em relação à cor da pele, como parda e as juntando com as classificadas como de cor preta, esse valor atinge aproximadamente 70% dos indivíduos. Outro destaque é que apenas

5 30,4% das crianças/adolescentes não têm irmãos abrigados, sendo que foi possível identificar que 80,2% têm irmãos, que estão com pais biológicos, com parentes, que já foram adotados ou estão nas ruas. Sobre a existência de problemas de saúde ou físicos, aproximadamente um quarto destas crianças/adolescentes apresentam esta situação (Figura 3). Entre os problemas encontrados pode-se destacar entre outros: dificuldade de fala e audição, hidrocefalia, problemas psicológicos, retardo mental, portadores de HIV. Considerações Finais Estudos sobre adoção estão se tornando cada vez mais presentes nas pesquisas das diversas áreas do conhecimento. O surgimento de novas legislações que buscam agilizar o processo de adoção por meio do judiciário mostram a necessidade de se prestar mais atenção ao tema e de como ele foi se transformando ao longo da história brasileira. Apesar do avanço nas leis é importante afirmar que a seletividade na escolha por parte dos que pretendem adotar uma criança continuará fazendo parte do processo de adoção. A Demografia, por ser uma ciência de caráter interdisciplinar, começa a participar mais efetivamente desta discussão para colaborar com a compreensão deste processo social. Este estudo, que faz parte do desenvolvimento de um projeto de doutorado em Demografia, mostra inicialmente o perfil das crianças que aguardam uma família em São Paulo. Os resultados encontrados, relacionados à variável idade, indicam que a grande maioria dos indivíduos não está dentro do perfil procurado pelos pretendentes a adoção. Este fato somado a existência de

6 irmãos abrigados pode indicar uma permanência maior da criança ou adolescente no cadastro de adoção. Outra situação que é importante ser destacada é das crianças e adolescentes que possuem problemas de saúde ou físicos. Historicamente elas também são preteridas pelos pretendentes a adoção e o município de São Paulo possui hoje um quantitativo muito importante que se enquadra neste perfil. O próximo passo dessa pesquisa é acompanhar as informações sobre estes indivíduos ao longo do ano de 2010 para verificar se eles foram adotados ou não com o objetivo de utilizar métodos de Análise de Sobrevivência, especificadamente o modelo de riscos proporcionais de Cox, com o objetivo de responder se o perfil deste indivíduo explicaria o tempo que ele aguarda para ser adotado. Estudos relacionados com o tempo de sobrevivência envolvem covariáveis que podem de alguma forma afetar o tempo em estudo. Carvalho Et al. (2005) afirmam que freqüentemente o interesse do estudo não é estimar o os parâmetros da distribuição do tempo de vida, mas estimar o efeito de covariáveis. De acordo com Colosimo (2001) a forma mais eficiente de acomodar o efeito destas covariáveis é utilizar um modelo de regressão apropriado para dados censurados (observações incompletas ou parciais sobre indivíduos que fizeram parte do experimento). A aplicação deste método estatístico se torna de fundamental importância em um estudo relacionado com o tempo de espera de crianças ou adolescentes até serem adotados. A identificação de covariáveis, como por exemplo: sexo, idade, estado de saúde, número de irmãos, entre outras; que influenciam a variável tempo de espera pode colaborar de forma significativa para o entendimento do comportamento do processo de adoção no país. Bibliografia Camargo, M. L. A adoção tardia no Brasil: desafios e perspectivas para o cuidado com crianças e adolescentes. In: 1 Simpósio Internacional do Adolescente. São Paulo. Abr Carvalho, M. S.; Andreozzi, V. L.; Codeço, C. T.; Barbosa, M. T.; Shimakura, S. E. Análise de Sobrevida: Teoria e Aplicações em Saúde. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ p. Colosimo, E. A. Análise de Sobrevivência Aplicada. In: 46 a Reunião Anual da Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria (RBRAS), 9 o Simpósio de Estatística Aplicada À Experimentação Agropecuária (SEAGRO). ESALQ/USP. Piracicaba p Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990) Silveira, A. M. da. Adoção de Crianças Negras: inclusão ou exclusão? São Paulo: Veras Editora, p.

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