PROPOSTA DE UM PLANO DE MONITORAMENTO E CONTROLE DE CORROSÃO PARA DUTOS DE TRANSPORTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROPOSTA DE UM PLANO DE MONITORAMENTO E CONTROLE DE CORROSÃO PARA DUTOS DE TRANSPORTE"

Transcrição

1 PROPOSTA DE UM PLANO DE MONITORAMENTO E CONTROLE DE CORROSÃO PARA DUTOS DE TRANSPORTE Ana Cecília Vieira da Nóbrega (1) Djalma Ribeiro da Silva (1) Andréa Francisca Fernandes Barbosa (1) Gutemberg de Souza Pimenta (2) (1) Laboratório de Corrosão Departamento de Química UFRN (2) PETROBRAS/CENPES/PDEP/TMEC 6 COTEQ Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos 22 CONBRASCORR Congresso Brasileiro de Corrosão Salvador - Bahia 19 a 21 de agosto de 2002 As informações e opiniões contidas neste trabalho são de exclusiva responsabilidade dos autores.

2 SINOPSE A grande susceptibilidade à corrosão de aços ao carbono, utilizado em equipamentos e dutos de transporte, faz com que seja necessário identificar e caracterizar os agentes corrosivos atuantes, controlá-los e monitorá-los ao longo do tempo, pois as falhas por corrosão interna em equipamentos e dutos podem acarretar sérios problemas de integridade estrutural, danos ambientais e à imagem da companhia operadora, além de prejuízos relacionados à continuidade operacional. Do processo de corrosão pode originar-se resíduos sólidos finos que podem ser considerado como uma mistura de diferentes tipos de produtos de corrosão que é carreada pelo fluido que circula nos equipamentos e que tem dentre as suas possíveis origens o vapor de água que satura o fluido (O 2 ), o gás carbônico (CO 2 ), o gás sulfídrico (H 2 S) e/ou pela ação de cloretos que podem estar presentes na água conduzida pelo processo, dentre outros. É importante notar que estes tipos de resíduo podem não comprometer a integridade estrutural do equipamento, mas podem trazer a companhia outras implicações também muito sérias, tipo qualidade do produto vendido como também paradas devidas a entupimentos e desgastes por erosão dos equipamentos. Para caracterização química das amostras de corrosão podem ser utilizadas análises por microscopia eletrônica de varredura, difratometria e fluorescência de raios-x, bem como o ensaio por absorção atômica. A partir desta análise, tenta-se estabelecer uma metodologia de monitoramento e controle da corrosão em campo, identificando os principais parâmetros que podem afetar a corrosividade do fluido e propondo uma metodologia de controle e ações operacionais para manter a taxa de desgaste por corrosão a níveis seguros e aceitáveis para a garantia estrutural do mesmo. Palavras-chave: Corrosão, Monitoração da Corrosão, Resíduos Sólidos.

3 1 - INTRODUÇÃO Em geral, os fluidos de processo de uma industria petroquímica passam por uma série de equipamentos e rede de dutos fabricados de aço ao carbono. Muitas vezes o fluido conduzido por esta rede passa por plantas de tratamento para desidratação e ou retiradas dos agentes corrosivos como o O 2 na água condensada ou produzida que em contato com a superfície metálica, favorece a formação de ferrugem (Fe 2 O 3 ) que pode ser carreada com o fluido por esta não ser aderente. Já o CO 2 dissolve-se na água condensada formando o ácido carbônico (H 2 CO 3 ) e a solução ácida em contato com o metal favorece sua dissolução, formando uma película pouco aderente e pouco protetora de carbonatos (FeCO 3 ), podendo ser também carreados. O H 2 S, quando dissolvido no condensado e em contato com o aço, formam sulfetos de ferro de composição variada (Fe x S y ), pouco aderentes e protetores. Cabe salientar que quando totalmente seco ou inteiramente isento de CO 2, O 2 e de gás sulfídrico (H 2 S) o fluido não se apresenta corrosivo em relação ao aço carbono. Em conseqüência do processo corrosivo, há a redução da espessura das paredes de equipamentos e dos dutos, possível aparecimento de ataque localizado em regiões de condensação e retenção de água e a formação de grande quantidade de resíduo sólido, devido a larga área superficial dos equipamentos e dutos que entram em contato com o fluxo. Muitas vezes este resíduo pode ser altamente abrasivo, capaz de danificar os equipamentos e seus acessórios, entupir válvulas e elementos filtrantes, trazendo transtornos operacionais e danos às unidades processadoras do fluido em questão. 2 - OBJETIVOS O presente trabalho tem como objetivo o estabelecimento e otimização de metodologias de monitoração e controle da corrosão interna em instalações e dutos através da implementação das técnicas de monitoração da corrosão em campo atreladas ao conhecimento das variáveis que influencia a corrosão e seus controle contínuo. 3 METODOLOGIA DE MONITORAÇÃO Não existe uma planilha de controle padrão contendo todos os dados necessários para o gerenciamento da corrosão. A razão principal é devido às condições de operação, escoamento e composição do fluido serem diferentes caso a caso. Porém é possível especificar um mínimo de variáveis que devem sempre ser monitorada, assim como sua forma de aquisição e análise. Citamos abaixo um mínimo de variáveis que devem ser analisadas antes de iniciar qualquer modelo de gerenciamento da corrosão. 3.1 Provadores de Corrosão Antes de sua implantação alguns dados devem ser analisados, dentro os quais citamos: tipo de provador, freqüência de aquisição dos dados e localização dos provadores.

4 Os critérios de seleção dos pontos de monitoração podem ser o histórico de agressividade do fluido, análise do perfil do duto, forma de escoamento e resultados de inspeções realizadas ao longo da vida do equipamento. Deve-se também analisar os pontos de maior possibilidade de segregação de água. Existem também alguns softwares com função específica para localização dos pontos de monitoração, porem um conhecimento interno da logística de seu funcionamento deve ser considerado antes de sua utilização e validação. Quanto à freqüência de aquisição dos dados esta será função do grau de corrosividade do fluido e das mudanças operacionais de processo, logo uma análise do funcionamento da instalação em questão e o conhecimento do grau de corrosividade do mesmo são dois fatores importantes para o estabelecimento da freqüência de aquisição. Em geral a freqüência de retirada do cupom de perda de massa esta em torno de 3 meses e das demais técnicas de aquisição on line no máximo de 1 mês. Existe diferentes tipos e formas de cupons e sondas de corrosão, cada uma apresentando vantagens e desvantagens. Para o caso em questão, dutos de transporte, o tipo mais recomendado é o do tipo flush (cupom paralelo a superfície) em vista desta forma representar todas as ocorrências que ocorrem na parede interna da tubulação, inclusive percebesse na superfície do cupom a influência que as ferramentas de limpeza e arraste de produtos indesejáveis causam sobre a superfície do mesmo. Quanto à técnica de monitoração recomendamos no mínimo duas técnicas: a técnica gravimétrica (cupom de perda de massa) e qualquer outra técnica que possa dar resultados do comportamento da corrosão on line (no tempo). Para o caso de dutos, tendo em vista a dificuldade de se ter um filme constante de água ou esta estar emulsionada ao fluido, recomendamos a técnica de resistência elétrica. A técnica gravimétrica mostra para o analista duas informações importantes: a forma de corrosão, localizada e/ou uniforme, e a perda de espessura do cupom dentro do período de exposição. A taxa de corrosão ou de pit, o qual poderá ser uma terceira informação, esta é um valor médio para o tempo de exposição. Logo para sua validação é necessário saber se o grau de corrosividade do fluido permaneceu constante ao longo do tempo. A técnica de monitoração on line servirá para nos alertar qualquer ocorrência operacional no nosso sistema e/ou nos dizer que tipo de parâmetros de processo estará afetando a corrosão, e assim tomarmos as devidas medidas corretivas para atenuar a corrosividade do sistema. Em vista do colocado acima podemos concluir que uma técnica complementa a outra, logo é muito importante para que possamos gerenciar a corrosão ter as duas técnicas juntas. Quanto ao sistema de inserção dos provadores de corrosão no sistema, podemos classificar os sistemas em ferramentas de baixa e alta pressão. Para o caso de dutos de transporte, onde a pressão média esta acima de 20 Kg/cm2, recomenda a utilização das

5 ferramentas de alta pressão. Estas ferramentas podem ser classificadas em ferramentas hidráulicas ou mecânicas, cada uma também apresentando vantagens e desvantagens. Independente do tipo de escolha de ferramenta é de extrema importância para o pleno êxito das instalações dos provadores e integridade estrutural dos equipamentos a serem monitorados, que estas ferramentas estejam sempre bem limpas e lubrificadas. Estas devem ter um plano de manutenção bem rigoroso alem de um procedimento de operação qualificado. Operador qualificado também é uma boa prática neste tipo de serviço. 3.2 Coleta de Resíduo e Fluido Coleta de resíduos e fluidos em diferentes pontos e com freqüências préestabelecidas para sua caracterização química é de grande importância para verificar e conhecer o mecanismo de corrosão e propor medidas preventivas de corrosão. A coleta poderá ser realizada em diferentes pontos do sistema. Um ponto importante é o local de instalação dos provadores de corrosão. Para tanto é necessário que projete e monte um dispositivo para coleta, principalmente a de fluido. Quanto ao resíduo este pode ser retirado, quando da sua existência, da superfície do provador de perda de massa. Outro ponto importante é o procedimento de coleta de amostra e forma de preservação da mesma até a sua chegada aos laboratórios para análise. A amostra deverá estar sendo processado o mais rápido possível. Dentre as técnicas utilizadas para análise do resíduo sólido estão podemos citar: Fluorescência de Raios-X, técnica adequada para análise de elementos maiores e menores, metálicos ou não metálicos, em amostras sólidas e líquidas, sendo sensível a grande parte dos elementos da Tabela Periódica, do Sódio ao Urânio. Possui alta velocidade analítica, alta resolução gráfica, sendo um método não-destrutivo, multielementar e simultâneo. Difração de Raios-X, que responde à cristalinidade da substância permitindo identificação de materiais quanto às suas características cristalinas e a quantificação de elementos de constituição desde que em faixa adequada de concentração, sendo aplicável a substâncias orgânicas e principalmente minerais. Espectro de Absorção Atômica, técnica responsável na determinação de metais pesados totais. Nessa técnica existem padrões de concentração com seu respectivo comprimento de onda e para cada metal uma lâmpada de catodo oco. A leitura é feita no estado liquido isto é, em forma de uma solução. Para a análise por absorção atômica no presente trabalho, o resíduo de pó preto é pesado em um cadinho de porcelana em torno de 1g, colocado em uma mufla por 2h, numa temperatura de C. Logo após, deixado esfriar e adicionado HCl 1:1 na amostra para melhor dissolução e melhor identificação da presença de carbonato a partir de bolhas na adição do HCl. Quando esfriada, diluída e filtrada para um balão de 100mL. Microscopia Eletrônica de Varredura, técnica baseada no compartilhamento ou a transferência de elétrons que permite através dos átomos a formação de diversos materiais que conhecemos e novas formas de matéria. O ideal é que a ponta de prova termine num simples átomo.

6 3.3 Condições Operacionais, Processo e Plantas Monitoramento de dados de pressão, vazão, temperatura e fluido escoado são parâmetros indispensáveis ao gerenciamento da corrosão. Para uma resposta mais rápida do sistema de avaliação da corrosão é importante que no mínimo estas variáveis estejam on line no sistema. O conhecimento de toda a planta de processo e planta de tratamento químico também se faz necessário para uma avaliação mais adequada do sistema. No caso da planta de processo é importante que se analise a função de cada equipamento e a conseqüência de sua retira do sistema, mesmo que seja para um período de manutenção bem curto. Nas plantas de tratamento químico, medida preventiva para controle da corrosão, é importante que se faça um acompanhamento rigoroso de todos os fluidos utilizados, suas dosagens e mudanças de produto. Compatibilidade entre produtos injetados e manutenção dos sistemas de bombeio destes fluidos ao sistema em estudo também são aspectos que devem ser levados em consideração. Uma avaliação inicial dos produtos a serem injetados em laboratório é muito importante para verificar o seu comportamento e desempenho frente as variáveis operacionais e suas possíveis mudanças. Recomenda-se manter um programa de limpezas dos dutos com pigs, utilizando pigs tipo disco, que são os mais indicados para remoção de líquidos, e raspadores. Eefetuar registros das limpezas internas informando tipo e volume dos resíduos carreados e data/horários de lançamento e recebimento dos pigs, possibilitando uma melhor avaliação da eficiência do programa. Outro aspecto importante é de verificar a influência da passagem de pig sobre o filme de inibidor ou biocida quando for o caso. 4 - CONCLUSÕES Existem situações em que o aspecto confiabilidade e segurança é o fator primordial na seleção do material metálico ou do sistema de proteção anticorrosiva a ser empregado. Normalmente, a importância de um determinado fenômeno é medida pelo custo imposto à sociedade pela sua ocorrência. Sob este aspecto a corrosão ocupa uma posição de destaque, tal o montante de recursos anualmente despendidos no seu combate e implementação dos sistemas de proteção. Quando os acidentes envolvem a perda de vidas humanas não há como mensurá-los ou contabilizá-los. Cabe aos responsáveis pelas instalações ou equipamentos evitá-los a qualquer custo. Conforme mostrado não existe um plano padrão para o gerenciamento da corrosão, porém temos que ter um mínimo de ações necessárias para o monitoramento e controle da

7 corrosão. Os benefícios deste plano refletirão não só na empresa executora do plano, mas também nas demais empresas que utilizam os produtos ofertados para seus beneficiamentos e vendas para a comunidade em geral. Para um perfeito entendimento das variáveis que afetam ao processo corrosivo é necessário sua monitoração ao longo do tempo, atrelando estas as variáveis de corrosão, taxas de corrosão aquisitadas pelos provadores de corrosão e das análises de fluidos e resíduos. Apesar de não existir uma planilha de acompanhamento da corrosividade do fluido padrão, as variáveis aqui propostas servem como um início e alavancamento para a planilha final.

8 AGRADECIMENTOS: Os autores agradecem ao financiamento CTPETRO/FINEP, a UN/RNCE, ao CENPES/PETROBRAS pelo apoio ao projeto. BIBLIOGRAFIA: 1. BALDWIN, Richard M. Black Powder in the Gas Industry. Gas Machinery Research Council, Report nº TA 97-4, May Jussara M. S., Eduardo C., Telma V., Gutemberg S. P. Monitoramento da Corrosão Interna de Dutos e Instalações de Gás Natural Estado da Arte. XXI CONBRASCORR, São Paulo S.P. Brasil, 20 a 22 de agosto de Pedro A.F., Décio G.P., Cristina V.M.F., Experiência de Campo com a Aplicação de Técnicas de Monitoração no Controle da Corrosão Interna de Oleodutos com Inibidores. XXI CONBRASCORR, São Paulo Brasil, 20 a 22 de agosto de Pedro Altoé Ferreira, C. V.M. Ferreira, D. G. Peixoto, E. D. C. da Silva, H. A. S. Junior, Experiência de Campo na Avaliação da Corrosão Interna de Oleodutos Terrestres : Estratégias e Técnicas Utilizadas 20º Congresso Brasileiro de Corrosão, ABRACO. Fortaleza, CE, Carvalho, A. M. C., Avaliação da Integridade Interna de Sistema de Oleodutos da PETROBRAS (E&P RNCE), 18º Congresso Brasileiro de Corrosão IMCORR 95, Vol. II, pp , Ferreira, P. A., Pimenta, G. S., Brito, R. F., Critérios de Seleção e Avaliação de Inibidores de Corrosão para Dutos de Óleo / Gás na PETROBRAS Passado / Presente / Futuro, 18º Congresso Brasileiro de Corrosão IMCORR 95, Vol. II, 1995.

9 Figuras exemplos do explanado no trabalho

ESTUDO DE CASO - CORROSAO INTERNA EM DUTOS TRANSPORTADORES DE GÁS NATURAL

ESTUDO DE CASO - CORROSAO INTERNA EM DUTOS TRANSPORTADORES DE GÁS NATURAL ESTUDO DE CASO - CORROSAO INTERNA EM DUTOS TRANSPORTADORES DE GÁS NATURAL A. C. V. da Nóbrega 1, A. F. F. Barbosa 1, D. R. da Silva 1,G.S. Pimenta 2, D.G. Peixoto 3 1 Laboratório de Corrosão Departamento

Leia mais

GERENCIAMENTO DA TAXA DE CORROSÃO POR CUPONS POR PERDA DE MASSA CUPONNET. Elcione Simor PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS

GERENCIAMENTO DA TAXA DE CORROSÃO POR CUPONS POR PERDA DE MASSA CUPONNET. Elcione Simor PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS GERENCIAMENTO DA TAXA DE CORROSÃO POR CUPONS POR PERDA DE MASSA CUPONNET Elcione Simor PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS André Pereira Novais INFOTEC CONSULTORIA & PLANEJAMENTO 6 COTEQ Conferência sobre

Leia mais

FATORES QUE PODEM IMPLICAR EM FALHAS PREMATURAS DE PINTURA INTERNA in situ DE DUTOS 2006

FATORES QUE PODEM IMPLICAR EM FALHAS PREMATURAS DE PINTURA INTERNA in situ DE DUTOS 2006 FATORES QUE PODEM IMPLICAR EM FALHAS PREMATURAS DE PINTURA INTERNA in situ DE DUTOS 2006 Joaquim Pereira Quintela PETROBRAS/CENPES Victor Solymossy PETROBRAS/CENPES INTRODUÇÃO Vantagens do emprego de revestimentos

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS COLHIDOS EM DUTOS DE GÁS NATURAL Parte II

CARACTERIZAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS COLHIDOS EM DUTOS DE GÁS NATURAL Parte II CARACTERIZAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS COLHIDOS EM DUTOS DE GÁS NATURAL Parte II Jussara de Mello Silva Telma Villela Eduardo Cavalcanti Instituto Nacional de Tecnologia José Carlos Cobucci Gutemberg Pimenta

Leia mais

Recomendações para aumento da confiabilidade de junta de expansão de fole com purga de vapor

Recomendações para aumento da confiabilidade de junta de expansão de fole com purga de vapor Recomendações para aumento da confiabilidade de junta de expansão de fole com purga de vapor 1. Junta de expansão de fole com purga de vapor d água Em juntas de expansão com purga da camisa interna, para

Leia mais

VISÃO: Ser reconhecida pela participação e trabalhos realizados nos processos que possibilitam economia de óleos e preservação ambiental.

VISÃO: Ser reconhecida pela participação e trabalhos realizados nos processos que possibilitam economia de óleos e preservação ambiental. APRESENTAÇÃO 1. QUEM SOMOS A CTF do Brasil é uma empresa com sólidos conhecimentos em tecnologia de microfiltragem de óleos industriais, cujo portfólio de serviços tem respaldo na experiência de sua diretoria,

Leia mais

MECANISMOS DA CORROSÃO. Professor Ruy Alexandre Generoso

MECANISMOS DA CORROSÃO. Professor Ruy Alexandre Generoso MECANISMOS DA CORROSÃO Professor Ruy Alexandre Generoso MECANISMOS DA CORROSÃO De acordo com o meio corrosivo e o material, podem ser apresentados diferentes mecanismos. Os principais são: MECANISMO QUÍMICO

Leia mais

Análise de Óleo. Artigo Técnico

Análise de Óleo. Artigo Técnico Análise de Óleo O uso da análise de óleo como técnica de manutenção começou a ser aplicada na década 50. A crise do petróleo intensificou o uso da análise de óleo, que passou a cumprir uma nova função

Leia mais

Orientações e Procedimentos para o Manuseio e Armazenagem de Óleo Diesel B

Orientações e Procedimentos para o Manuseio e Armazenagem de Óleo Diesel B Setembro, 2010. Orientações e Procedimentos para o Manuseio e Armazenagem de Óleo Diesel B Com a criação do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel, em 2004, e a aprovação da Lei 11.097, de 13

Leia mais

A FORMAÇÃO DA CAMADA PROTETORA DE MAGNETITA EM CALDEIRA

A FORMAÇÃO DA CAMADA PROTETORA DE MAGNETITA EM CALDEIRA A FORMAÇÃO DA CAMADA PROTETORA DE MAGNETITA EM CALDEIRA Antonio Sergio Barbosa Neves CONSUCAL -CONSULTORIA QUÍMICA PARA CALDEIRAS S/C LTDA asbneves@cwaynet.com.br 6 COTEQ Conferência sobre Tecnologia de

Leia mais

LUPATECH S.A Unidade Metalúrgica Ipê

LUPATECH S.A Unidade Metalúrgica Ipê CAVITAÇÃO 1. Descrição: Para melhor entendimeto iremos descrever o fenomeno Cavitação Cavitação é o nome que se dá ao fenômeno de vaporização de um líquido pela redução da pressão, durante seu movimento.

Leia mais

MANUSEIO E ARMAZENAMENTO DE ÓLEO DIESEL B ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS

MANUSEIO E ARMAZENAMENTO DE ÓLEO DIESEL B ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS MANUSEIO E ARMAZENAMENTO DE ÓLEO DIESEL B ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS Com a criação do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel, em 2004, e a aprovação da Lei nº 11.097, de 13 de janeiro de 2005,

Leia mais

INFORMATIVO TÉCNICO BRASAGEM DOS PASSADORES DE COMPRESSORES 1 - INTRODUÇÃO 2 - BRASAGEM OXIACETILÊNICA

INFORMATIVO TÉCNICO BRASAGEM DOS PASSADORES DE COMPRESSORES 1 - INTRODUÇÃO 2 - BRASAGEM OXIACETILÊNICA 1 - INTRODUÇÃO A brasagem de tubos é uma etapa que faz parte do procedimento de instalação de compressores em novos produtos ou do procedimento de troca de compressores quando da manutenção de um sistema

Leia mais

TRATAMENTO DA ÁGUA PARA GERADORES DE VAPOR

TRATAMENTO DA ÁGUA PARA GERADORES DE VAPOR Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br 1 INTRODUÇÃO: A água nunca está em estado puro, livre de

Leia mais

EXECUÇÃO DA ESTRUTURA DE CONCRETO Resumo dos requisitos de atendimento à NBR 15575/ 14931 Execução de estruturas de concreto

EXECUÇÃO DA ESTRUTURA DE CONCRETO Resumo dos requisitos de atendimento à NBR 15575/ 14931 Execução de estruturas de concreto EXECUÇÃO DA ESTRUTURA DE CONCRETO Resumo dos requisitos de atendimento à NBR 15575/ 14931 Execução de estruturas de concreto Item a ser atendido Exigência de norma Conforme / Não Conforme Área Impacto

Leia mais

EFICIÊNCIA DE LEITOS CONVENCIONAIS DE ÂNODOS VERSUS LEITOS EM POÇO VERTICAL PROFUNDO PARA PROTEÇÃO CATÓDICA DE TUBULAÇÕES EM PLANTAS PETROQUÍMICAS

EFICIÊNCIA DE LEITOS CONVENCIONAIS DE ÂNODOS VERSUS LEITOS EM POÇO VERTICAL PROFUNDO PARA PROTEÇÃO CATÓDICA DE TUBULAÇÕES EM PLANTAS PETROQUÍMICAS EFICIÊNCIA DE LEITOS CONVENCIONAIS DE ÂNODOS VERSUS LEITOS EM POÇO VERTICAL PROFUNDO PARA PROTEÇÃO CATÓDICA DE TUBULAÇÕES EM PLANTAS PETROQUÍMICAS UMA EXPERIÊNCIA PRÁTICA Luciano Pereira da Silva Francisco

Leia mais

VÁLVULAS VÁLVULAS DE BLOQUEIO

VÁLVULAS VÁLVULAS DE BLOQUEIO VÁLVULAS VÁLVULAS DE BLOQUEIO Gaveta Esfera VÁLVULAS DE REGULAGEM Globo Agulha Borboleta Diafragma VÁLVULAS QUE PERMITEM O FLUXO EM UM SÓ SENTIDO Retenção VÁLVULAS CONTROLE PRESSÃO DE MONTANTE Segurança

Leia mais

EMPREGO DE REVESTIMENTO PARA PROTEÇÃO IN TERNA EM DUTOS. Marly Lachermacher PhD, Engenheira Química PETROBRAS/CENPES

EMPREGO DE REVESTIMENTO PARA PROTEÇÃO IN TERNA EM DUTOS. Marly Lachermacher PhD, Engenheira Química PETROBRAS/CENPES EMPREGO DE REVESTIMENTO PARA PROTEÇÃO IN TERNA EM DUTOS Marly Lachermacher PhD, Engenheira Química PETROBRAS/CENPES Byron Gonçalves de Souza Filho MSc, Engenheiro Metalúrgico TRANSPETRO/Sede - Confiabilidade

Leia mais

REVESTIMENTOS DUROS RESISTENTES AO DESGASTES DEPOSITADOS POR SOLDAGEM

REVESTIMENTOS DUROS RESISTENTES AO DESGASTES DEPOSITADOS POR SOLDAGEM REVESTIMENTOS DUROS RESISTENTES AO DESGASTES DEPOSITADOS POR SOLDAGEM Para maior facilidade de análise e prevenção, procura-se geralmente identificar o(s) mecanismo(s) predominante(s) de remoção de material.

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

Teste Hidrostático. Projeto de Dutos

Teste Hidrostático. Projeto de Dutos Teste hidrostático Definição (NBR 12712) Teste (ensaio) de pressão com água, que demonstra que um tubo ou um sistema de tubulação possui resistência mecânica compatível com suas especificações ou suas

Leia mais

12ª Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos

12ª Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos 12ª Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos COTEQ2013-340 DETECÇÃO E CONTROLE DE POLUIÇÃO EM ISOLADORES DE ALTA TENSÃO ATRAVÉS DE TERMOGRAFIA Laerte dos Santos 1, Marcelo O. Morais Filho 2, Rodolfo

Leia mais

CLEARPOINT. A Qualidade do Ar Comprimido

CLEARPOINT. A Qualidade do Ar Comprimido CLEARPOINT CLEARPOINT A Qualidade do Ar Comprimido CARACTERÍSTICAS Meio A filtração efetiva para ar e gases comprimidos e essencial para quase todas as aplicações industriais. A linha CLEARPOINT da BEKO

Leia mais

MANUSEIO DE ÓLEO DIESEL B ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS

MANUSEIO DE ÓLEO DIESEL B ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS MANUSEIO E ARMAZENAMENTO DE ÓLEO DIESEL B ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS Com a criação do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel, em 2004, e a aprovação da Lei 11.097, de 13 de janeiro de 2005,

Leia mais

tecfix EP quartzolit Adesivo para ancoragem à base de resina epóxi Boletim Técnico tecfix EP quartzolit Pág. 1 de 7

tecfix EP quartzolit Adesivo para ancoragem à base de resina epóxi Boletim Técnico tecfix EP quartzolit Pág. 1 de 7 Pág. 1 de 7 Adesivo para ancoragem à base de resina epóxi 1. Descrição: Produto bicomponente, pré-dosado, à base de epóxi, isento de estireno e não retrátil, disposto em bisnaga com câmaras independentes,

Leia mais

2 SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM DUTOS

2 SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM DUTOS 2 SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM DUTOS Neste capítulo vamos apresentar um breve estudo de técnicas e sistemas de detecção de vazamentos mais utilizados atualmente. Nosso objetivo é demonstrar que

Leia mais

PINTURA DE PISOS INDUSTRIAIS

PINTURA DE PISOS INDUSTRIAIS PINTURA DE PISOS INDUSTRIAIS MANUAL DE BOAS PRÁTICAS E DICAS PARA UMA PINTURA EFICIENTE DE PISO Sempre que desejamos fazer uma pintura de piso, Industrial ou não, devemos ter em mente quais são os objetivos

Leia mais

Limpeza e Conservação de Objetos Metálicos. Diogo Menezes Costa Museu de Porto Alegre Joaquim José Felizardo/SMC. Introdução

Limpeza e Conservação de Objetos Metálicos. Diogo Menezes Costa Museu de Porto Alegre Joaquim José Felizardo/SMC. Introdução Limpeza e Conservação de Objetos Metálicos Diogo Menezes Costa Museu de Porto Alegre Joaquim José Felizardo/SMC Introdução Esta comunicação tem por objetivo relatar as diversas experiências na limpeza

Leia mais

ECONOMIA DE ENERGIA ELETRICA COM USO RACIONAL DE AR COMPRIMIDO

ECONOMIA DE ENERGIA ELETRICA COM USO RACIONAL DE AR COMPRIMIDO ECONOMIA DE ENERGIA ELETRICA COM USO RACIONAL DE AR COMPRIMIDO CONSUMO DE ENERGIA E AR COMPRIMIDO NA INDÚSTRIA Consumo de Energia 20% 50% 30% Fornec.de ar Refrigeração Outros Consumo de Ar Comprimido 10%

Leia mais

Vasos de Pressão. Ruy Alexandre Generoso

Vasos de Pressão. Ruy Alexandre Generoso Vasos de Pressão Ruy Alexandre Generoso VASOS DE PRESSÃO DEFINIÇÃO: São equipamentos que contêm fluidos sob pressão, cujo produto P x V seja superior a 8. Em que: Pressão (Kpa) Volume (m 3 ) VASOS DE PRESSÃO

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Módulo IV Aula 01 1. Introdução Vamos estudar as torres de refrigeração que são muito utilizadas nas instalações de ar condicionado nos edifícios, na

Leia mais

feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002

feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002 Página 1 feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002 DZ 056 - Diretriz para Realização de Auditoria Ambiental capa

Leia mais

Petróleo e Meio Ambiente

Petróleo e Meio Ambiente Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi Petróleo e Meio Ambiente Curso:Tecnólogo em Gestão Ambiental Professora: Raquel Simas Pereira Maio de 2012 Completação Objetivo da Completação Deixar o poço

Leia mais

27 Sistemas de vedação II

27 Sistemas de vedação II A U A UL LA Sistemas de vedação II Ao examinar uma válvula de retenção, um mecânico de manutenção percebeu que ela apresentava vazamento. Qual a causa desse vazamento? Ao verificar um selo mecânico de

Leia mais

CONHEÇA O AÇO INOX E SUAS PARTICULARIDADES

CONHEÇA O AÇO INOX E SUAS PARTICULARIDADES CONHEÇA O AÇO INOX E SUAS PARTICULARIDADES Os produtos SODRAMAR em Aço Inox são fabricados utilizando matéria prima com alto padrão de qualidade, e como tal merecem cuidados. Preocupados em manter a beleza

Leia mais

Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Formação de auditores internos

Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Formação de auditores internos Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Formação de auditores internos 1. Interpretar os requisitos das normas ISO 22000:2005; ISO TS 22002-1:2012 e requisitos adicionais da FSSC 22000. Fornecer diretrizes

Leia mais

REFERÊNCIA RÁPIDA PARA MANUTENÇÃO

REFERÊNCIA RÁPIDA PARA MANUTENÇÃO REFERÊNCIA RÁPIDA PARA MANUTENÇÃO AERONAVE EMB-202A IPANEMA Principais Cuidados com a Aeronave ASSISTÊNCIA TÉCNICA 2009 EMBRAER / NEIVA ATENÇÃO ESTE GUIA NÃO É UMA PUBLICAÇÃO TÉCNICA E, PORTANTO, NÃO CONSTITUI

Leia mais

Ensaios Não Destrutivos

Ensaios Não Destrutivos Ensaios Não Destrutivos DEFINIÇÃO: Realizados sobre peças semi-acabadas ou acabadas, não prejudicam nem interferem a futura utilização das mesmas (no todo ou em parte). Em outras palavras, seriam aqueles

Leia mais

MÉTODOS DE CONSERVAÇÃO DE ENERGIA EM CALDEIRAS

MÉTODOS DE CONSERVAÇÃO DE ENERGIA EM CALDEIRAS 1/5 MÉTODOS DE CONSERVAÇÃO DE ENERGIA EM CALDEIRAS Uma parcela considerálvel do custo de operação de caldeiras envolve o gasto com combustível. Independente do tipo utilizado (óleo combustível, gás natural,

Leia mais

BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE

BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE Cláudio Martin Jonsson Vera Lúcia Castro Jaguariúna, outubro 2005. O modelo de agricultura utilizado atualmente visa

Leia mais

Parâmetros de qualidade da água. Variáveis Físicas Variáveis Químicas Variáveis Microbiológicas Variáveis Hidrobiológicas Variáveis Ecotoxicológicas

Parâmetros de qualidade da água. Variáveis Físicas Variáveis Químicas Variáveis Microbiológicas Variáveis Hidrobiológicas Variáveis Ecotoxicológicas Parâmetros de qualidade da água Variáveis Físicas Variáveis Químicas Variáveis Microbiológicas Variáveis Hidrobiológicas Variáveis Ecotoxicológicas Coloração - COR Variáveis Físicas associada à presença

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS SETOR DE MATERIAIS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS SETOR DE MATERIAIS UFBA-ESCOLA POLITÉCNICA-DCTM DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS SETOR DE MATERIAIS ROTEIRO DE AULAS CONCRETO FRESCO Unidade III Prof. Adailton de O. Gomes CONCRETO FRESCO Conhecer o comportamento

Leia mais

QUALITY FIX DO BRASIL INDÚSTRIA, COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA. MANUAL DO USUÁRIO CONECTORES QUALITY FIX

QUALITY FIX DO BRASIL INDÚSTRIA, COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA. MANUAL DO USUÁRIO CONECTORES QUALITY FIX MANUAL DO USUÁRIO CONECTORES QUALITY FIX 1 Sumário Treinamento específico e essencial.... 3 Manutenção, serviço e armazenamento.... 3 Inspeção... 3 Uso... 4 Tempo de vida do Produto.... 4 Garantia... 4

Leia mais

4. O Ciclo das Substancias na Termoelétrica Convencional De uma maneira geral todas as substâncias envolvidas na execução do trabalho são o

4. O Ciclo das Substancias na Termoelétrica Convencional De uma maneira geral todas as substâncias envolvidas na execução do trabalho são o 1.Introdução O fenômeno da corrente elétrica é algo conhecido pelo homem desde que viu um raio no céu e não se deu conta do que era aquilo. Os efeitos de uma descarga elétrica podem ser devastadores. Há

Leia mais

APLICAÇÃO DA PROTEÇÃO CATÓDICA NA PREVENÇÃO DE CORROSÃO DE ADUTORAS E RESERVATÓRIOS METÁLICOS

APLICAÇÃO DA PROTEÇÃO CATÓDICA NA PREVENÇÃO DE CORROSÃO DE ADUTORAS E RESERVATÓRIOS METÁLICOS Título APLICAÇÃO DA PROTEÇÃO CATÓDICA NA PREVENÇÃO DE CORROSÃO DE ADUTORAS E RESERVATÓRIOS METÁLICOS Autores Eng o. Luiz Rodrigues Leite Jr. - Engenheiro II. Engenheiro Eletricista Eng o. Nilton Franco

Leia mais

Elastopor R 465 Sistema de dois componentes para fabricação de espuma rígida de poliuretano com células fechadas Sistema livre de CFC (contém HCFC)

Elastopor R 465 Sistema de dois componentes para fabricação de espuma rígida de poliuretano com células fechadas Sistema livre de CFC (contém HCFC) Elastopor R 465 Sistema de dois componentes para fabricação de espuma rígida de poliuretano com células fechadas Sistema livre de CFC (contém HCFC) Informação técnica Denominação do sistema Componente

Leia mais

INSPEÇÃO BASEADA EM RISCO SEGUNDO API 581 APLICAÇÃO DO API-RBI SOFTWARE

INSPEÇÃO BASEADA EM RISCO SEGUNDO API 581 APLICAÇÃO DO API-RBI SOFTWARE INSPEÇÃO BASEADA EM RISCO SEGUNDO API 581 APLICAÇÃO DO API-RBI SOFTWARE Carlos Bruno Eckstein PETROBRAS/CENPES/PDEAB/Engenharia Básica de Equipamentos Edneu Jatkoski PETROBRAS/REPLAN/MI/Inspeção de Equipamentos

Leia mais

EFEITO FOTOELÉTRICO. J.R. Kaschny

EFEITO FOTOELÉTRICO. J.R. Kaschny EFEITO FOTOELÉTRICO J.R. Kaschny Histórico 1886-1887 Heinrich Hertz realizou experimentos que pela primeira vez confirmaram a existência de ondas eletromagnéticas e a teoria de Maxwell sobre a propagação

Leia mais

Fundição em Moldes Metálicos Permanentes por Gravidade.

Fundição em Moldes Metálicos Permanentes por Gravidade. Aula 10: Processos de Fundição em Moldes Metálicos por Gravidade (Coquilhas) 01: Introdução - Características do processo - Etapas envolvidas. - Fatores econômicos e tecnológicos - Ligas emprwegadas 02:

Leia mais

Trocadores de calor a placas. A otimização da troca térmica

Trocadores de calor a placas. A otimização da troca térmica Trocadores de calor a placas A otimização da troca térmica Um amplo conhecimento para otimizar seus processos As atividades da Alfa Laval têm um único objetivo: oferecer a você cliente tecnologias que

Leia mais

Mudanças de Fase. Estado de agregação da matéria

Mudanças de Fase. Estado de agregação da matéria Mudanças de Fase Estado de agregação da matéria Investigando melhor... Para produzirmos gelo é preciso levar água até o congelador. Para produzirmos vapor é preciso levar água à chama de um fogão. Por

Leia mais

Sistema Duplex. Vantagens e Aplicações. Luiza Abdala (luiza.abdala@vmetais.com.br) Engenheira Química - Desenvolvimento de Mercado

Sistema Duplex. Vantagens e Aplicações. Luiza Abdala (luiza.abdala@vmetais.com.br) Engenheira Química - Desenvolvimento de Mercado Sistema Duplex Vantagens e Aplicações Luiza Abdala (luiza.abdala@vmetais.com.br) Engenheira Química - Desenvolvimento de Mercado METALURGIA Corrosão Tendência que os materiais têm de retornar ao seu estado

Leia mais

ENDURIT PISO AN Manual de Orientação para Manutenção Preventiva e Corretiva

ENDURIT PISO AN Manual de Orientação para Manutenção Preventiva e Corretiva ENDURIT PISO AN Manual de Orientação para Manutenção Preventiva e Corretiva Prefácio O sistema de revestimento da linha ENDURIT, foi desenvolvido com a mais nobre linha de resinas uretanas, levando assim

Leia mais

Monitoramento de emissões:

Monitoramento de emissões: Monitoramento de emissões: Monitoramento de emissões: Emissão de gases SO2 NOx NH3 CO2 O2 Vazão Monitoramento de particulados Monitoramento de Emissões: Uma monitoração exata e de confiança das emissões,

Leia mais

MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA.

MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA. MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA. Notas: Aprovado pela Deliberação CECA nº 3.967, de 16 de janeiro de 2001

Leia mais

Filtros Industriais. Para utilização em vapor, líquidos e gases

Filtros Industriais. Para utilização em vapor, líquidos e gases Filtros Industriais Para utilização em vapor, líquidos e gases Filtros Y Spirax Sarco Há mais de 60 anos, a Spirax Sarco vem fornecendo tecnologia em filtragem para qualificação de fluidos e proteção de

Leia mais

Os efeitos de um incêndio em uma unidade petroquímica podem gerar perdas de produção e lesões aos trabalhadores.

Os efeitos de um incêndio em uma unidade petroquímica podem gerar perdas de produção e lesões aos trabalhadores. 3M Proteção Passiva Contra Fogo Aplicações para Oil & Gas Permitir a Continuidade Operacional e Ajudar a Proteger Vidas Os efeitos de um incêndio em uma unidade petroquímica podem gerar perdas de produção

Leia mais

O que é filtragem? Técnicas de filtragem para irrigação. Porque utilizar a filtragem? Distribuição das partículas sólidas

O que é filtragem? Técnicas de filtragem para irrigação. Porque utilizar a filtragem? Distribuição das partículas sólidas Técnicas de filtragem para irrigação Prof. Roberto Testezlaf Faculdade de Engenharia Agrícola UNICAMP IV SIMPÓSIO DE CITRICULTURA IRRIGADA Bebedouro, 06 de julho de 2006 O que é filtragem? Processo de

Leia mais

Soldagem de manutenção II

Soldagem de manutenção II A UU L AL A Soldagem de manutenção II A recuperação de falhas por soldagem inclui o conhecimento dos materiais a serem recuperados e o conhecimento dos materiais e equipamentos de soldagem, bem como o

Leia mais

http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/novos-cursos.html

http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/novos-cursos.html www.cni.org.br http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/novos-cursos.html Novos Cursos O SENAI criou 40 novos cursos a distância, sendo 10 cursos

Leia mais

Sistema de Proteção contra Sobrepressão

Sistema de Proteção contra Sobrepressão Sistema de Proteção contra Sobrepressão Sistema de Proteção contra Sobrepressão HIPPS O QUE É UM SISTEMA HIPPS? HIPPS é uma sigla para High Integrity Pressure Protection System (Sistema de Proteção contra

Leia mais

UM OLHAR SOBRE O COMPRESSOR NOS CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS

UM OLHAR SOBRE O COMPRESSOR NOS CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS UM OLHAR SOBRE O COMPRESSOR NOS CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS NAS INSPEÇÕES DE CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS ATÉ RECENTEMENTE NÃO ERA DADA A DEVIDA ATENÇÃO AO COMPRESSOR - TIPO - LOCAL

Leia mais

Reuso macroexterno: reuso de efluentes provenientes de estações de tratamento administradas por concessionárias ou de outra indústria;

Reuso macroexterno: reuso de efluentes provenientes de estações de tratamento administradas por concessionárias ou de outra indústria; Um local de grande potencialidade de reutilização de efluentes de ETE s é o setor industrial, afirma Giordani (2002), visto que várias fases dos processos produtivos podem aceitar águas de menor qualidade,

Leia mais

Spray-ball fixo Grande consumo de água Baixa eficiência Dependência de agentes químicos

Spray-ball fixo Grande consumo de água Baixa eficiência Dependência de agentes químicos Spray-ball fixo Grande consumo de água Baixa eficiência Dependência de agentes químicos Cabeçote rotativo de jato Máxima eficiência de limpeza Redução de todos os parâmetros de limpeza Tempo Temperatura

Leia mais

MARETE INDUSTRIAL APLICAÇÕES

MARETE INDUSTRIAL APLICAÇÕES A estação da série é um sistema de tratamento de efluentes industriais de fluxo contínuo com finalidade de lançamento em corpos receptores ou reuso interno, servindo a diversos segmentos industriais. O

Leia mais

Processo de Forjamento

Processo de Forjamento Processo de Forjamento Histórico A conformação foi o primeiro método para a obtenção de formas úteis. Fabricação artesanal de espadas por martelamento (forjamento). Histórico Observava-se que as lâminas

Leia mais

Já sabemos que o tratamento de superfície tem, principalmente, a finalidade de proteger peças ou materiais da corrosão e de outros tipos de desgaste.

Já sabemos que o tratamento de superfície tem, principalmente, a finalidade de proteger peças ou materiais da corrosão e de outros tipos de desgaste. Recobrimento metálico Um problema Já sabemos que o tratamento de superfície tem, principalmente, a finalidade de proteger peças ou materiais da corrosão e de outros tipos de desgaste. Essa proteção pode

Leia mais

Engenharia Diagnóstica

Engenharia Diagnóstica Engenharia Diagnóstica Ensaios Não Destrutivos - END Concreto Armado e Instalações PATOLOGIAS, DANOS E ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL ENG. LEONARDO MEDINA ROSARIO,ESP,MBA Engenharia Diagnóstica

Leia mais

TREINAMENTOS 2015. *NR-12: segurança no trabalho em máquinas e equipamentos.

TREINAMENTOS 2015. *NR-12: segurança no trabalho em máquinas e equipamentos. TREINAMENTOS 2015 Cursos especiais com metodologia e aplicações que visam otimizar a manutenção e operação dos equipamentos. Treinamentos em conformidade com as normas NR-12*. *NR-12: segurança no trabalho

Leia mais

Equipamentos e sistemas para fertirrigação

Equipamentos e sistemas para fertirrigação Equipamentos e sistemas para fertirrigação FERTIRRIGAÇÃO é a aplicação de fertilizantes através da água de irrigação (EMBRAPA UVA E VINHO) Não só adubos são aplicados por meio da água de irrigação pois

Leia mais

Homologado pelos fabricantes de equipamentos

Homologado pelos fabricantes de equipamentos Homologado pelos fabricantes de equipamentos Confiabilidade e durabilidade são indispensáveis. A suspensão de uma sessão de radioterapia ou a perda de hélio em uma ressonância magnética precisam ser evitadas

Leia mais

TECNOLOGIA DOS MATERIAIS

TECNOLOGIA DOS MATERIAIS TECNOLOGIA DOS MATERIAIS Aula 7: Tratamentos em Metais Térmicos Termoquímicos CEPEP - Escola Técnica Prof.: Transformações - Curva C Curva TTT Tempo Temperatura Transformação Bainita Quando um aço carbono

Leia mais

COMPONENTES PRINCIPAIS DO DESSALINIZADOR

COMPONENTES PRINCIPAIS DO DESSALINIZADOR COMPONENTES PRINCIPAIS DO DESSALINIZADOR 03 TUBOS DE ALTA PRESSÃO Nestes tubos estão instaladas as membranas, onde os espelhos de travamento, tubulações e mangueiras devem estar bem encaixados e sem vazamento.

Leia mais

Introdução ao Tratamento de Resíduos Industriais

Introdução ao Tratamento de Resíduos Industriais Introdução ao Tratamento de Resíduos Industriais Disciplina : Tratamento de Resíduos Professor : Jean Carlo Alanis Peneiras : Utilizadas para remoção de sólidos finos e/ou fibrosos; Possuem abertura de

Leia mais

TREINAMENTOS 2015. *NR-12: segurança no trabalho em máquinas e equipamentos.

TREINAMENTOS 2015. *NR-12: segurança no trabalho em máquinas e equipamentos. TREINAMENTOS 2015 Cursos especiais com metodologia e aplicações que visam otimizar a manutenção e operação dos equipamentos. Treinamentos em conformidade com as normas NR-12*. *NR-12: segurança no trabalho

Leia mais

Atlas Copco. Secadores de ar comprimido por refrigeração. FX1-16 60 Hz

Atlas Copco. Secadores de ar comprimido por refrigeração. FX1-16 60 Hz Atlas Copco Secadores de ar comprimido por refrigeração FX1-16 60 Hz Capacidade total, responsabilidade total A Atlas Copco fornece ar comprimido de qualidade para garantir uma excelente produtividade.

Leia mais

PROCESSOS METALÚRGICOS DE FABRICAÇÃO

PROCESSOS METALÚRGICOS DE FABRICAÇÃO PROCESSOS METALÚRGICOS DE FABRICAÇÃO Amanda Alves PEIXOTO 1 Chelinton Silva SANTOS 1 Daniel Moreira da COSTA 1 Rosângela Chaves dos Santos GUISELINI 1 Eduardo Tambasco MONACO 2 RESUMO Este trabalho visa

Leia mais

Atuando no mercado brasileiro, fabricando equipamentos nas áreas de caldeiraria e serralheria industrial.

Atuando no mercado brasileiro, fabricando equipamentos nas áreas de caldeiraria e serralheria industrial. Atuando no mercado brasileiro, fabricando equipamentos nas áreas de caldeiraria e serralheria industrial. A trabalha dentro de normas. Como: NBR, ASME, DIN, API e etc. Nosso galpão industrial comporta

Leia mais

OXY-PRIMER CONVERSOR DE FERRUGEM E PRIMER BOLETIM TÉCNICO

OXY-PRIMER CONVERSOR DE FERRUGEM E PRIMER BOLETIM TÉCNICO OXY-PRIMER CONVERSOR DE FERRUGEM E PRIMER BOLETIM TÉCNICO O produto OXY-PRIMER é um tipo de tinta de cobertura cimentosa que não é composto de resinas normais, mas que adere como cimento. O cimento adere

Leia mais

Power Pipe Line. Redes de Ar Comprimido

Power Pipe Line. Redes de Ar Comprimido Power Pipe Line Redes de Ar Comprimido Power Pipe Line - PPL - é um novo sistema de tubulação de encaixe rápido projetado para todo tipo de planta de ar comprimido, bem como para outros fluidos, gases

Leia mais

USO DE ENERGIA LIMPA NA INDÚSTRIA. Sugestão de tema a ser estudado, transformado em curso ou disciplina e disseminado no meio acadêmico técnico.

USO DE ENERGIA LIMPA NA INDÚSTRIA. Sugestão de tema a ser estudado, transformado em curso ou disciplina e disseminado no meio acadêmico técnico. USO DE ENERGIA LIMPA NA INDÚSTRIA Sugestão de tema a ser estudado, transformado em curso ou disciplina e disseminado no meio acadêmico técnico. Justificativa: A desmobilização de Carbono que demorou centenas

Leia mais

RESPOSTA TÉCNICA. Preciso de informações sobre reciclagem de thinner, fabricante de máquinas para reciclagem e viabilidade.

RESPOSTA TÉCNICA. Preciso de informações sobre reciclagem de thinner, fabricante de máquinas para reciclagem e viabilidade. RESPOSTA TÉCNICA Título Reciclagem de Thinner Resumo Informações de como é feita a reciclagem de solventes orgânicos como o thinner, fornecedores de equipamentos para reciclagem dos mesmos e viabilidade

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO ELETROPOLIMENTO NA LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE EQUIPAMENTOS DAS INDÚSTRIAS DE PROCESSO

A INFLUÊNCIA DO ELETROPOLIMENTO NA LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE EQUIPAMENTOS DAS INDÚSTRIAS DE PROCESSO A INFLUÊNCIA DO ELETROPOLIMENTO NA LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE EQUIPAMENTOS DAS INDÚSTRIAS DE PROCESSO GRUPO HUMMA Eng Fawler Morellato Av. Fagundes Filho, 191 - Cj. 103D Depto. Engenharia e Desenvolvimento

Leia mais

- Manual Prático e Fundamentos. SNatural Meio Ambiente

- Manual Prático e Fundamentos. SNatural Meio Ambiente Tratamento de Água - Manual Prático e Fundamentos SNatural Meio Ambiente Rua das Orquídeas, 94 Vila Mariana SP São Paulo 04050 000 Fone: 11 5072 5452 www.snatural.com.br snatural@sti.com.br 1 Tratamento

Leia mais

VÁLVULAS. Válvulas de Regulagem São destinadas especificamente para controlar o fluxo, podendo por isso trabalhar em qualquer posição de fechamento.

VÁLVULAS. Válvulas de Regulagem São destinadas especificamente para controlar o fluxo, podendo por isso trabalhar em qualquer posição de fechamento. VÁLVULAS São dispositivos destinados a estabelecer, controlar e interromper o fluxo em uma tubulação. São acessórios muito importantes nos sistemas de condução, e por isso devem merecer o maior cuidado

Leia mais

Ensaios Não Destrutivos END CONCRETO ARMADO

Ensaios Não Destrutivos END CONCRETO ARMADO Ensaios Não Destrutivos END CONCRETO ARMADO Engenharia de Diagnóstico A engenharia Diagnóstica é a disciplina da ciência que procura a natureza e a causa das anomalias patológicas das construções, com

Leia mais

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS E INSTALAÇÕES

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS E INSTALAÇÕES EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS E INSTALAÇÕES PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 2 Áreas de oportunidade para melhorar a eficiência na distribuição de frio Isolamento das tubulações

Leia mais

TRATAMENTO DE ÁGUA PARA CALDEIRAS DE ALTA PRESSÃO. Palavras chaves: geração de vapor, cogeração, tratamento químico, arraste volátil.

TRATAMENTO DE ÁGUA PARA CALDEIRAS DE ALTA PRESSÃO. Palavras chaves: geração de vapor, cogeração, tratamento químico, arraste volátil. TRATAMENTO DE ÁGUA PARA CALDEIRAS DE ALTA PRESSÃO Palavras chaves: geração de vapor, cogeração, tratamento químico, arraste volátil. Eng ARNO ROTHBARTH INTRODUÇÃO Nos dias atuais, onde o meio ambiente,

Leia mais

CURSO EMBALAGENS DE A a V EDIÇÃO NORDESTE. Recife/2013 Accacio Rodrigues

CURSO EMBALAGENS DE A a V EDIÇÃO NORDESTE. Recife/2013 Accacio Rodrigues CURSO EMBALAGENS DE A a V EDIÇÃO NORDESTE Recife/2013 Accacio Rodrigues Formado em Direito, pós graduado em Tributos e Gestão comercial pela Escola de ensino superior Esamc. Há 6 anos trabalha na Empresa

Leia mais

Sistemas de Condicionamento da Amostra para Análise de Gases

Sistemas de Condicionamento da Amostra para Análise de Gases Sistemas de Condicionamento da Amostra para Análise de Gases V1 O queéum Sistemade Condicionamento? O Que é um Sistema de Condicionamento? Amostra do Processo? Analisador Sistema de Condicionamento O sistema

Leia mais

Noções básicas de Segurança em Laboratório. Professora Mirian Maya Sakuno

Noções básicas de Segurança em Laboratório. Professora Mirian Maya Sakuno Noções básicas de Segurança em Laboratório Professora Mirian Maya Sakuno Laboratório labor = trabalho + oratorium = lugar de concentração Uso inadequado do laboratório PERIGO!!! Regras básicas Não... não

Leia mais

QUÍMICA QUESTÃO 41 QUESTÃO 42

QUÍMICA QUESTÃO 41 QUESTÃO 42 Processo Seletivo/UNIFAL- janeiro 2008-1ª Prova Comum TIPO 1 QUÍMICA QUESTÃO 41 Diferentes modelos foram propostos ao longo da história para explicar o mundo invisível da matéria. A respeito desses modelos

Leia mais

MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS

MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS S CALHA PARSHALL REV 0-2012 MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS 1- INTRODUÇÃO O medidor Parshall desenvolvido pelo engenheiro Ralph L. Parshall, na década de 1920, nos Estados Unidos, é uma melhoria realizada

Leia mais

Completação Inteligente

Completação Inteligente Petróleo Orientador: Profº Robson Dourado Completação Inteligente Grupo de trabalho: Bruno Luiz Dias dos Santos José Maria Soares Luis Carlos Laranjeira Petroleum - petra = pedra - oleium = óleo Resultado

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA LIMPEZA

INSTRUÇÕES PARA LIMPEZA Geral Os forros minerais Knauf AMF têm diversas opções de acabamento. Cada acabamento requer um método de limpeza. Normalmente, a aplicação padrão de painéis para forro não exige limpeza, porém algumas

Leia mais

Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR

Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR Segunda 15 às 17h IC III sala 16 Turma: 2015/1 Profª. Larissa Bertoldi larabertoldi@gmail.com Aula de hoje.. Tratamento Primário Coagulação/Floculação

Leia mais

Automação, Controle e Otimização em Sistemas de Produção de Petróleo

Automação, Controle e Otimização em Sistemas de Produção de Petróleo Automação, Controle e Otimização em Sistemas de Produção de Petróleo Departamento de Automação e Sistemas Universidade Federal de Santa Catarina Apresentação da Rede Temática GeDIg, Março de 2008 Sumário

Leia mais

Ar de Alta Qualidade, da Geração à Utilização

Ar de Alta Qualidade, da Geração à Utilização Ar de Alta Qualidade, da Geração à Utilização A qualidade do ar em um sistema de ar comprimido tem variações e todas elas estão contempladas no leque de opções de produtos que a hb ar comprimido oferece.

Leia mais

Tubos de Concreto. Tubos de concreto com fibras para águas pluviais e esgoto. Antonio D. de Figueiredo

Tubos de Concreto. Tubos de concreto com fibras para águas pluviais e esgoto. Antonio D. de Figueiredo ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO CIVIL Tubos de concreto com fibras para águas pluviais e esgoto Antonio D. de Figueiredo Tubos de Concreto 1 Principais

Leia mais