Angola Relatório e Contas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Angola Relatório e Contas"

Transcrição

1 Angola Relatório e Contas 2012 TÍTULO DO SEPARADOR 1

2

3

4

5 INTRODUÇÃO 6 1. Mensagem do Presidente da Comissão Executiva (CEO) 8 2. O Grupo Standard Bank 9 3. Principais Indicadores da Actividade Estrutura Accionista e Órgãos Sociais Governo da Sociedade 12 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO Conjuntura Macroeconómica Global Conjuntura Macroeconómica em Angola 18 SÍNTESE DA ACTIVIDADE Marcos Históricos do Banco Marketing e Comunicação Principais Segmentos de Negócio Rede de Distribuição Qualidade de Atendimento ao Cliente Recursos Humanos Gestão de Riscos Compliance 43 ANÁLISE FINANCEIRA Análise de Balanço Análise de Resultados Fundos Próprios Proposta de Aplicação de Resultados 49 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E NOTAS 50 RELATÓRIO DE AUDITORIA 82 RELATÓRIO E PARECER DO CONSELHO FISCAL 86

6

7 Introdução

8 INTRODUÇÃO 01 Mensagem do Presidente O Standard Bank de Angola (SBA) faz parte do Standard Bank Group, o maior Banco em África que conta com 150 anos de existência. O Standard Bank Group tem uma das maiores redes bancárias do continente, presente em 18 países e com mais de pontos de representação em África e presença nas principais praças financeiras mundiais. Esta rede permite ligações globais, apoiadas por conhecimentos profundos dos países onde opera. O exercício de 2012 foi apenas o segundo ano completo de actividade do SBA em Angola. Não obstante, o Banco já se tornou uma referência no Sistema Financeiro Angolano. O Banco pretende oferecer um conjunto vasto de soluções inovadoras e um serviço de qualidade centrado no Cliente. Deste modo, o modelo organizacional de negócios do SBA assenta na segmentação da base de Clientes a fim de melhorar a visão sobre as necessidades individualizadas dos Clientes, a alteração das suas actividades e desempenhos ao longo do tempo, e a forma como o Banco poderá responder a essas necessidades e mudanças de uma forma eficiente e acrescentando valor aos seus Clientes. O SBA encara o capital humano como um dos principais factores críticos de sucesso do negócio. A qualidade do serviço ao Cliente resulta de um investimento significativo em capital humano Angolano, onde mais de 60% dos colaboradores têm licenciatura concluída e outros 22% estão neste momento a terminar os seus estudos superiores. Através de um processo de selecção rigoroso e uma forte aposta na formação interna e externa dos seus colaboradores, o Banco tem dotado a sua rede comercial e os seus serviços centrais com jovens profissionais Angolanos com qualificações adequadas às exigências dos seus Clientes: em final de 2012, o SBA contava já com 352 colaboradores, o que representa um crescimento de 112% face ao ano anterior. O SBA tem vindo a desenvolver um significativo programa de expansão de modo a aumentar a sua presença no mercado Angolano. Com o objectivo de oferecer um crescente acesso aos serviços bancários, o programa de alargamento da sua rede comercial em Angola resultou na abertura de 12 novas agências em 2012 e o objectivo é terminar 2013 com um total de 27 agências distribuídas por todo o país. A estratégia de apoiar a economia Angolana é consubstanciada na assinatura de protocolos institucionais como o Angola Investe, no apoio ao Governo Angolano na montagem de operações de grande dimensão ou na concessão de crédito a pequenas, médias e grandes empresas Angolanas ou multinacionais com actividade económica local. Em resultado do crescimento e expansão do SBA em 2012, o volume de Recursos de Clientes quase duplicou e o Crédito concedido aumentou para AOA milhões. Embora com uma quota de mercado ainda pouco significativa, o Banco tem em curso um programa de crescimento acelerado, sustentado por políticas de gestão de risco rigorosas e eficazes. O Banco pretende manter indicadores de solidez fortes, tendo para isso efectuado em 2012 um novo aumento do seu Capital Social no montante de AOA milhões (USD 50 milhões). Com este aumento de capital ocorreu também a entrada de um novo accionista Angolano na estrutura do Banco, a AAA Activos, Lda., que irá permitir reforçar os laços institucionais no país. O crescimento do SBA no mercado Angolano não poderia ter sido possível sem o esforço e dedicação dos nossos colaboradores bem como o apoio dos nossos Clientes, instituições do Governo da República de Angola e ao Banco Nacional de Angola, aos quais endereço o nosso agradecimento. Pedro Pinto Coelho (Presidente da Comissão Executiva) 8

9 INTRODUÇÃO 02 O Grupo Standard Bank O Grupo Standard Bank tem 150 anos de história na África do Sul tendo iniciado a sua expansão para o resto de África no início dos anos 90. Actualmente opera em 18 países do continente Africano, incluindo a África do Sul, bem como noutras economias emergentes estratégicas. A estratégia do Grupo é construir uma Instituição Financeira líder em África, maximizando todas as suas vantagens competitivas. O Grupo está focado em acrescentar valor aos seus accionistas de forma sustentada, respondendo às necessidades dos seus Clientes através de um serviço de excelência e da oferta de operações inovadoras em países seleccionados do continente Africano. O Grupo pretende ainda ser a ponte entre as novas economias emergentes e os mercados Africanos, e ligar os mercados emergentes entre eles, utilizando para isso toda a sua experiência no sector. Para o Grupo e em todos os mercados onde opera, tal como em Angola, o factor crítico de sucesso são as pessoas, empenhadas nesta estratégia, independentemente da sua localização. O Grupo em resumo O Grupo Standard Bank é o maior em África em termos de total de Capitalização Bolsista, Activos, Capitais Próprios e Resultados A história do grupo remonta a 1862 O Grupo está presente em 18 países do continente O Grupo tem agências e ATMs no continente Africano O Grupo emprega mais de pessoas 2012 Resultados Resultados por acção ROE Activo líquido por acção Tier I Rácio de crédito em incumprimento Fitch rating USD 1769 milhões (2011: USD 1672 milhões) 111 cêntimos (2011: 105 cêntimos) 14,2% (2011: 14,3%) 836 cêntimos (2011: 794 cêntimos) 11,7% (2011: 12,0%) 1,08% (2011: 0,87%) BBB 9

10 INTRODUÇÃO 03 Principais Indicadores da Actividade Valores expressos em milhares (excepto dados estatísticos) 2012 AOA 2011 AOA Var % 2012 USD 2011 USD Var % Margem Financeira % % Produto Bancário % % Resultado Líquido ( ) ( ) 32% (10.299) (7.926) 30% Total do Activo % % Aplicações de Liquidez % % Títulos e Valores Mobiliários % % Crédito Bruto % % Crédito Líquido % % Depósitos % % Captações de Liquidez % % Total do Passivo % % Fundos Próprios % % Rácio de Solvabilidade Regulamentar 21,01% 47,44% -56% Rácio de Conversão 18,31% 2,12% 763% Nº de Balcões % Nº de ATMs % Nº de POS % Nº de Cartões de Débito % Nº de Clientes % Título de célula Nº de Funcionários % 10

11 INTRODUÇÃO 04 Estrutura Accionista e Órgãos Sociais Estrutura Accionista Accionistas % Capital Standard Bank Group Limited 51% AAA Activos, Lda. 49% Orgãos Sociais Mesa da Assembleia Geral Presidente Aníbal Correia Secretário Natacha Sofia da Silva Barradas Conselho de Administração Presidente Dominic Bruynseels Vogais Pedro Nuno Munhão Pinto Coelho António Caroto Coutinho Ivo Manuel Neto de São Vicente Carlos Manuel de São Vicente Auditores Externos PricewaterhouseCoopers Conselho Fiscal Presidente Lara Santos Wyness Vogal Octávio Castelo Paulo Vogal Alberto Manuel Freitas Silva Comissão Executiva Presidente Pedro Nuno Munhão Pinto Coelho Vogais António Caroto Coutinho Ivo Manuel Neto de São Vicente 11

12 INTRODUÇÃO 05 Governo da Sociedade Um modelo de governo societário transparente e a sua divulgação completa e actualizada é cada vez mais uma informação que acrescenta valor aos accionistas, entidades reguladoras e ao mercado em geral. O Grupo Standard Bank cumpre os princípios do Código de Conduta e Práticas Corporativas (Código King), cujos princípios definem as normas e as práticas de governação corporativa do Banco e são determinantes na forma como o Conselho de Administração de cada subsidiária do Standard Bank orienta e lidera a organização. As entidades subsidiárias do Grupo guiam-se por estes princípios quando definem os seus quadros de governação, para além de cumprirem os regulamentos locais aplicáveis. Durante 2012, o SBA concentrou-se em definir um modelo de governo societário com uma estrutura e princípios bem definidos, de modo a reflectir o compromisso claro com as melhores práticas internacionais e as linhas orientadoras do Grupo, e o cumprimento dos requisitos regulamentares em Angola. O objectivo é estabelecer uma linha clara de distribuição de responsabilidades no interior da hierarquia e na existência de processos de monitorização, fiscalização e de Compliance, tanto interna como externa. ESTRUTURA DO GOVERNO SOCIETÁRIO Assembleia Geral Membros da Mesa A Mesa da Assembleia Geral é constituída por um Presidente e um Secretário. Os membros da Mesa que podem ser accionistas ou não são eleitos por períodos de quatro anos, sendo permitida a sua reeleição. Conselho de Administração O Conselho de Administração, composto por 5 administradores nomeados em Assembleia Geral por 4 anos, é o órgão decisório máximo do Banco e pertencem-lhe as responsabilidades últimas em matéria de governação. Os administradores têm acesso irrestrito à equipa de gestão e às informações sobre o Banco, bem como aos recursos necessários para desempenharem as suas responsabilidades. Em 2012, o Banco deu início ao processo de criação de um Comité de Auditoria do Conselho de Administração, o qual entrará em funções já no início de Este órgão terá como função primária supervisionar a actividade da Comissão Executiva e consequentemente da gestão do Banco em termos de assegurar a salvaguarda dos activos do Banco, a avaliação da eficácia do sistema de controlo interno do Banco, o cumprimento da legislação a que o Banco está sujeito, bem como de todo o normativo dos órgãos de supervisão. Para isso serão realizadas reuniões com periodicidade mínima trimestral, em que para além dos 3 membros da Comissão Executiva, serão convidados os Directores de Auditoria Interna, Risco, Compliance, Legal, Finance, os auditores externos e o CEO do Banco. Comissão Executiva O Conselho de Administração delega a gestão corrente do Banco numa Comissão Executiva, composta por 3 membros eleitos por mandatos de 4 anos, com possibilidade de reeleição. A Comissão Executiva compreende todos os poderes de gestão necessários ou convenientes para o exercício da actividade bancária nos termos e com a extensão com que a mesma é configurada no regimento deste órgão e na lei. Comité de Risco de Crédito do Conselho de Administração O objectivo deste Comité é assegurar a existência efectiva de uma estrutura de gestão de risco de crédito adequada, avaliando, monitorizando e controlando o risco de crédito, incluindo o risco-país. Este Comité recomenda ao Conselho de Administração os membros e responsabilidades para o Comité de Gestão de Risco de Crédito, com a definição clara de mandatos e delegação de responsabilidades, seguindo as linhas orientadoras do Grupo Standard Bank. Isto inclui a delegação de poderes para aprovação das operações de crédito. 12

13 INTRODUÇÃO Comité de Gestão de Risco de Crédito O Comité Gestão de Risco de Crédito corresponde à função de tomada de decisão ao nível de gestão de risco de crédito, com delegação de poderes bem definida, conforme determinado pelo Conselho de Administração, através do Comité de Risco de Crédito do Conselho de Administração. O objectivo deste Comité é estabelecer e definir os princípios para a aceitação de risco de crédito e ao quadro geral para a gestão consistente e uniformizada de identificação, avaliação, gestão e comunicação de risco de crédito. Comité de Activos e Passivos (ALCO) O objectivo deste Comité é a análise da evolução do balanço do Banco, quer em termos de saldos de crédito e recursos de Clientes, quer de margens, facultando à Comissão Executiva os elementos necessários para a definição de objectivos estratégicos em matéria de crescimento da actividade creditícia e de captação de recursos de Clientes, estratégia de financiamento (gestão do mismatch do balanço) e de preços/margens. Comité de Gestão de Risco Operacional e Compliance O objectivo deste Comité é monitorizar o risco operacional do Banco, em conformidade com a política de gestão de risco definida pelo Grupo, incluindo o risco da informação e continuidade de negócio. Deve garantir a definição da estratégia, modelos operacionais e planos, bem como estruturas de gestão, padrões e políticas, para garantir uma abordagem coerente para a identificação, avaliação, monitorização e comunicação de risco operacional. Fiscalização Actualmente a função de fiscalização interna do SBA está a cargo do Conselho Fiscal, composto por 3 membros nomeados para um mandato de 4 anos, e será atribuída também à Comissão de Auditoria do Conselho de Administração. A fiscalização externa do Banco é exercida pela empresa de Auditoria PricewaterhouseCoopers bem como pelas autoridades de supervisão a que está sujeito no exercício da sua actividade em Angola. 13

14

15 Enquadramento Macroeconómico

16 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 06 Conjuntura Macroeconómica Mundial A economia mundial desacelerou em 2012, com uma redução da taxa de crescimento do PIB de 3,9% em 2011 para 3,2% em No entanto, as diferentes regiões tiveram desempenhos muito diferentes. Nos países avançados, os Estados Unidos e o Japão aceleraram, enquanto a Europa entrou em recessão devido à persistência da crise da dívida. Nos países em desenvolvimento, o crescimento diminuiu na maioria das regiões, com a excepção do Médio Oriente e Norte de África, devido em parte aos esforços de reconstrução de alguns países após a Primavera Árabe. Na sequência desta desaceleração mundial, o crescimento do comércio internacional também diminuiu significativamente, de 5,9% em 2011 para 2,8% em Economias desenvolvidas continuam dependentes de políticas expansionistas Em 2012, o crescimento do PIB dos Estados Unidos subiu para 2,2% após 1,8% em Esta recuperação foi fortemente influenciada pelas políticas macroeconómicas, nomeadamente da Reserva Federal Americana, que apoiou a economia através de duas novas operações quantitativas: a operação Twist, que consiste na troca de títulos de maturidades curtas detidos pela Reserva Federal por títulos de maturidades mais longas de forma a reduzir as taxas de juro nas maturidades mais longas, e a operação QE3, que consiste na compra de títulos garantidos por hipotecas, aumentando a procura e reduzindo os juros sobre esses títulos. Estima-se que estas medidas tenham tido um impacto mensal no balanço da Reserva Federal de cerca de USD milhões, o que representa um estímulo quantitativo significativo para a economia americana. Este estímulo não impediu que a economia estagnasse nos Estados Unidos no final de 2012, em parte devido às condições atmosféricas muito adversas que varreram o país. No entanto, os dados de confiança e de actividade económica apontam para uma recuperação económica no primeiro trimestre de Na União Europeia, a economia entrou em recessão, com uma queda do PIB de 0,3% relativamente a 2011, devido a uma contracção significativa no segundo semestre. Esta queda foi provocada pela intensificação da crise em Itália e Espanha e por um alargamento da crise de dívida dos países periféricos para os países do centro, tais como a Alemanha e a França, que registaram contracções no PIB no quarto trimestre. Com a política orçamental fortemente condicionada pela desconfiança dos mercados relativamente à dívida pública, o BCE anunciou uma série de medidas para apoiar a economia. Em Julho, reduziu a sua taxa de refinanciamento para 0,75%, um novo mínimo histórico. Das restantes medidas, destaca-se a política Outright Monetary Transactions (Transacções Monetárias Definitivas), que consiste na compra de obrigações do Tesouro dos países que recorreram a um Programa de Assistência Europeu mas que já se encontrem a emitir dívida pública nos mercados internacionais. A Irlanda e Portugal poderão beneficiar desta medida em Outras medidas implementadas em 2012 incluem a projecção de um Mecanismo Único de Supervisão para os maiores bancos da UE, sob a alçada do BCE, o que deverá aumentar a confiança dos mercados relativamente ao sector bancário Europeu. Estas medidas do BCE permitiram uma melhoria significativa nas condições de financiamento da economia, sobretudo na segunda metade do ano, com as taxas de juro das obrigações europeias a descerem significativamente durante o ano de 2012, o que demonstra a maior confiança dos investidores relativamente à sustentabilidade da dívida soberana de vários países Europeus. No Japão, o PIB subiu 1,9% em 2012 após uma recessão de 0,5% em 2011, na sequência do acidente de Fukushima. Tal como nos restantes países avançados, o desempenho no quarto trimestre decepcionou, com uma ligeira queda. Países em desenvolvimento A China foi marcada em 2012 pela incerteza relativamente à mudança dos seus líderes de topo, que só terminou no final do ano, quando se tornou óbvio que Li Keqiang seria o sucessor do Primeiro Ministro Wen Jiabao. No plano económico, a China sofreu um arrefecimento importante, com uma desaceleração do PIB de 9,5% em 2011 para 7,8% em 2012, devido ao impacto do arrefecimento mundial nas exportações Chinesas e à desaceleração do investimento, nomeadamente em construção. Ainda assim, este desempenho foi mais favorável do que era esperado 16

17 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO pela maioria dos analistas, em parte graças à recuperação inesperada no quarto trimestre de 2012, que se deve fundamentalmente ao aumento do investimento em infraestruturas por parte do Governo. Os dados disponíveis para o Brasil até ao terceiro trimestre apontam para uma desaceleração do PIB de 2,7% em 2011 para 0,7% em Com efeito, a dependência do Brasil das exportações de matérias-primas torna-o vulnerável ao arrefecimento mundial. Em 2012, o Banco do Brasil teve uma política expansionista, com uma redução significativa da taxa de referência Selic de 11% no final de 2011 para 7,25% no final de No entanto, ao mesmo tempo que a economia desacelerou, a inflação, que tinha diminuído para menos de 5% na primeira metade do ano, voltou a subir possivelmente devido a políticas orçamentais e monetárias expansionistas. Na Índia, o PIB deverá ter desacelerado em Os dados até ao terceiro trimestre apontam para um crescimento de 4,1% após 7% em O arrefecimento deve-se em grande parte à redução do investimento. A política monetária foi expansionista em 2012 para contrariar o arrefecimento. Crescimentos do PIB (em %) Mercados Financeiros Acções: 2012 foi um ano de incerteza para os mercados financeiros. Nos Estados Unidos, os principais índices bolsistas terminaram o ano com ganhos entre 2,5% e 2,8%. Apesar de a retoma económica ter tido um impacto positivo nos índices bolsistas, a incerteza quanto à política orçamental, devido ao risco de não ser possível evitar os aumentos automáticos dos impostos no início de 2013, preveniu maiores ganhos. Na Europa, os principais índices terminaram o ano com subidas inferiores a 1%, devido à persistente incerteza sobre a crise de dívida. Portugal foi uma excepção, com uma subida de perto de 4%, devido à percepção por parte dos investidores que a economia está a seguir criteriosamente o Plano de Assistência Económica e Financeira proposto pelo FMI, BCE e Comissão Europeia. Taxas de juro: Os mercados Europeus registaram as evoluções mais marcadas. Nos países periféricos, Portugal, Grécia e Irlanda viram as taxas sobre as obrigações do Tesouro no mercado secundário descerem de forma significativa em Portugal e Irlanda conseguiram estrear-se também na emissão de novas obrigações, com bastante sucesso, após dois anos de financiamento por parte do FMI e da UE. Taxas de câmbio: em 2012, o euro subiu 2% face ao dólar americano. No entanto esta variação esconde dois períodos bem distintos. Entre o final de Fevereiro e o final de Julho, o euro desvalorizou cerca de 10% face ao dólar devido aos receios sobre a sobrevivência da moeda única. Nos últimos cinco meses do ano, o euro valorizou 9% devido à actuação do BCE, que devolveu a confiança aos mercados internacionais. O renmibi valorizou 1% face ao dólar americano em 2012, mas mantém-se relativamente baixo face ao seu valor de equilíbrio, o que reflecte uma política de apoio às exportações. Fonte: OECD, * dados até Q

18 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 07 Conjuntura Macroeconómica em Angola Principais eventos macroeconómicos em Angola durante 2012 A economia Angola apresentou um crescimento de 7,9% em 2012 face a um crescimento de 3,4% em Esta aceleração ficou a dever-se essencialmente à recuperação da produção de petróleo e ao aumento de novos projectos e da recuperação de projectos em atraso. A produção de petróleo aumentou para uma média de 1,75 milhões de barris por dia face a uma produção de 1,69 milhões barris por dia em Não obstante, os sectores não petrolíferos também evidenciaram um forte crescimento, com destaque para a agricultura, a construção e os transportes. A consolidação fiscal e a estabilidade da taxa de câmbio foram factores críticos para a estabilidade macroeconómica do país. O BNA atingiu em 2012 o objectivo de uma taxa de inflação de 10%, tendo apresentado uma redução para 9% em Dezembro, após um valor máximo de 11,5% em Janeiro de A inflação média em 2012 foi de 10,3% face a 13,5% em Os meios de pagamento (M3) apresentaram um crescimento médio de 22% em 2012, ligeiramente abaixo do crescimento médio de 22,4% em O BNA introduziu em Setembro de 2011 uma taxa de juro básica como principal indicador da política monetária. A taxa sofreu uma redução para 10,25% em Janeiro de 2012, não sofrendo qualquer alteração até ao final do ano. A taxa de juro básica tem pouca influência nas condições de liquidez. Neste sentido, a taxa de juro utilizada nas operações do mercado monetário interbancário é a taxa de juro Luibor. A taxa de juro overnight fixou-se nos 6,21% em Dezembro de 2012 face a 6,39% em Janeiro, reflectindo uma melhoria marginal nas condições de liquidez do sistema bancário Angolano. Nos 3 primeiros trimestres de 2012, a receita fiscal e a despesa atingiram os AOA milhões e AOA milhões, respectivamente. Com base nas receitas e despesas dos 3 primeiros trimestres de 2012, estimamos que o superavit fiscal deverá atingir os 8,8% do PIB face a 11,3% do PIB em O orçamento inicial para 2012 previa um superavit equivalente a 12% do PIB. No final de 2011 e início de 2012, foram implementadas em Angola diversas reformas para melhorar a prestação de contas da despesa pública. Foram desenvolvidos esforços para eliminar progressivamente as operações parafiscais da Sonangol e incorporá-los no resultado fiscal. A taxa de câmbio USD/AOA apresentou uma variação de 1,3% em Quer a balança de pagamentos quer o superavit fiscal contribuíram para a acumulação de reservas em moeda estrangeira, as quais permitiram a estabilidade cambial verificada. A taxa de câmbio USD/AOA média em 2012 foi de 95,4 face a 93,7 em Foi ainda introduzida em Fevereiro de 2012 uma nova lei cambial aplicável ao sector petrolífero e do gás natural. Esta lei exige que o pagamento de impostos, bem como o pagamento a fornecedores locais de bens e serviços ao sector petrolífero e do gás natural, sejam efectuados na moeda nacional. A implementação desta nova lei só estará concluída em Outubro de Produção e inflação Tal como referido anteriormente, após uma taxa de crescimento do PIB em Angola de 3,4% em 2011, o FMI antecipa uma aceleração do PIB para 7,9% em 2012, em contra-ciclo com a economia mundial. Com efeito, a actividade económica Angolana ficou marcada pela recuperação acentuada da produção de petróleo em 2012, graças à resolução de problemas de extracção que surgiram na segunda metade de Em 2012, o aumento na produção de petróleo foi acompanhado por um esforço de diversificação da economia por parte do Governo Angolano, nomeadamente através de investimentos produtivos em indústrias transformadoras que permitem ao país substituir importações por produção local. Esses investimentos foram acompanhados por outros investimentos na extracção de gás natural, na produção de electricidade e de medidas de apoio e fomento da agricultura. Antecipa-se que os sectores não petrolíferos tenham crescido cerca de 9% em

19 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO Evolução do PIB em Angola (em %) Juntamente com a estabilidade da taxa de câmbio, a descida da inflação contribui para uma melhoria significativa das condições macroeconómicas. Fonte: FMI, fontes nacionais, projecções do Standard Bank Produção de petróleo crude em Angola Balança de mercadorias Em 2012, o saldo da balança comercial de mercadorias de Angola aproximava-se de USD 54 mil milhões, depois dos USD 45,5 mil milhões verificados em As exportações subiram 14,6% e as importações subiram 5,1%. Os produtos petrolíferos representaram 98% do total de exportações, seguidos pelos diamantes, com 1,4% do total. Camarão congelado e sucata representam os principais produtos não mineiros exportados, mas são apenas uma fracção do total de exportações. Os principais destinos das exportações incluem a China, E.U.A., Índia, Taiwan, Canadá, África do Sul, Portugal, França, Países Baixos e Reino Unido. Quanto às importações, Angola depende essencialmente de Portugal, seguido da China, E.U.A., África do Sul, R.U. e França. A economia continua crucialmente dependente das importações de alimentos e produtos transformados, uma vez que a dependência que o país tem do petróleo abafou os restantes sectores. Fonte: Bloomberg, IEA O aumento da produção permitiu o aumento das reservas de divisas para níveis historicamente elevados (excluindo ouro, as reservas subiram para perto de USD 33 mil milhões no final de 2012), o que deverá servir de suporte para a economia no caso de queda dos preços do petróleo, se o abrandamento mundial for mais intenso do que actualmente previsto. Ao mesmo tempo, a inflação desceu de forma significativa durante o ano em resultado de uma política monetária e cambial bem definida e coordenada pelo Governo em conjunto com o BNA. Em Dezembro, a taxa de variação do Índice de Preços no Consumidor (IPC) tinha atingido 9%, um ponto percentual abaixo do objectivo do Governo. Sector bancário O sector bancário continuou a crescer em Antecipa-se que o sector continue em franca expansão graças à entrada em vigor da nova lei cambial para o sector petrolífero que obriga as companhias petrolíferas a pagar aos seus fornecedores através de bancos angolanos. Em Dezembro, a concessão de crédito aumentou 18,3% em termos homólogos. O crédito ao sector privado deu o maior contributo (aumento em termos homólogos de 15%), com o crédito às empresas estatais e públicas a contribuir 1,2% e 1,4%, respectivamente. O peso do crédito ao sector privado em relação ao total de crédito aumentou 2,7%, nos últimos 12 meses, para 67,1% em Dezembro. 19

20 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO A quota de mercado do crédito em moeda nacional também tem estado a aumentar. Em Dezembro de 2012, representava 59,9% de todo o crédito, um crescimento em relação à quota de 52,8% verificada em Dezembro de 2011, devido ao esforço das autoridades angolanas de promoção da utilização do Kwanza. Em concreto, os bancos só podem conceder crédito em dólares nos prazos de vencimento superiores a um ano, excepto para as empresas que tenham receitas em dólares. Além do mais, nos rácios de solvabilidade dos bancos, os empréstimos em dólares sofrem uma penalização de 30% relativamente aos empréstimos efectuados na moeda local. A moeda nacional também está a conseguir uma maior parcela dos depósitos, mas a um ritmo mais lento. Em Dezembro último, os depósitos em Kwanza representavam 55,2% de todos os depósitos, quando eram apenas 50,3% em Dezembro de Os depósitos tiveram um crescimento homólogo de 1,1% em Dezembro de O aumento do recurso à moeda nacional nas transacções bancárias deverá permitir reduzir a vulnerabilidade da economia às alterações na taxa de câmbio, contribuindo para a estabilidade macroeconómica. O rácio entre crédito e depósitos encontrou-se em 2012 abaixo dos 70%, um valor conservador em termos internacionais (actualmente na zona euro este rácio é de aproximadamente 130%) mas semelhante aos valores dos países em desenvolvimento (por exemplo, no Gana é de 60%, na Índia é de cerca de 75% e na África do Sul é de pouco mais de 90%). Evolução de Crédito e Depósitos Fonte: BNA Valores em milhares de milhões de Kwanzas. Política monetária O BNA manteve uma política de estabilidade do Kwanza face ao dólar americano em A taxa de câmbio manteve-se praticamente estável durante o ano, tendo registado uma variação de apenas 0,5%. A taxa de câmbio no mercado primário terminou o ano em 95,826 face ao dólar americano. A taxa básica do BNA desceu 25 pontos base em 2012 e terminou o ano em 10%. No que diz respeito à estabilidade financeira, o BNA implementou uma série de medidas, nomeadamente a revisão do enquadramento regulamentar em conformidade com as normas internacionais (Basileia III), a junção das actividades de inspecção directa (on site) e indirecta (off site) numa única unidade e a criação de uma nova unidade responsável pela análise de risco sistémico. Apesar dos progressos importantes realizados, ainda existem áreas com desafios estruturais importantes que têm merecido a atenção do Governo. Entre outros, a dependência da economia dos preços internacionais do petróleo, a necessidade do investimento continuado em infra-estruturas e produção e transmissão de energia de forma a responder às necessidades de uma população em crescimento e a investimentos industriais estruturantes para a criação de emprego, bem como para dar resposta às necessidades alimentares, as quais ainda são maioritariamente satisfeitas através de importações. 20

Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA

Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA Dezembro de 2013 Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA Relatório Gestão Sumário Executivo 2 Síntese Financeira O Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA apresenta em 31 de Dezembro de 2013, o valor de 402

Leia mais

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um Sr. Vice-Governador do BNA; Srs. Membros do Conselho de Administração do BNA; Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Sr Representante das Casas de Câmbios Srs. Directores e responsáveis

Leia mais

Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais

Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais Exmo Senhor Presidente da Associação Angolana de Bancos Sr. Amílcar Silva Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais Estimados Bancários Minhas Senhoras

Leia mais

01 _ Enquadramento macroeconómico

01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico O agravamento da crise do crédito hipotecário subprime transformou-se numa crise generalizada de confiança com repercursões nos mercados

Leia mais

adaptados às características e expectativas dos nossos Clientes, de modo a oferecer soluções adequadas às suas necessidades.

adaptados às características e expectativas dos nossos Clientes, de modo a oferecer soluções adequadas às suas necessidades. A Protteja Seguros surge da vontade de contribuir para o crescimento do mercado segurador nacional, através da inovação, da melhoria da qualidade de serviço e de uma política de crescimento sustentável.

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO

RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO FUNDO ESPECIAL DE INVESTIMENTO 30 JUNHO 20 1 BREVE ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1º semestre de 20 No contexto macroeconómico, o mais relevante no primeiro

Leia mais

Relatório de Gestão & Contas - Ano 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO. Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda.

Relatório de Gestão & Contas - Ano 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO. Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda. RELATÓRIO DE GESTÃO Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda. 2012 ÍNDICE DESTAQUES... 3 MENSAGEM DO GERENTE... 4 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO... 5 Economia internacional... 5 Economia Nacional... 5

Leia mais

Comunicado à imprensa. Os investimentos e a gestão da Reserva Financeira em 2014

Comunicado à imprensa. Os investimentos e a gestão da Reserva Financeira em 2014 Comunicado à imprensa Os investimentos e a gestão da Reserva Financeira em A Autoridade Monetária de Macau (AMCM) torna público os valores totais dos activos da Reserva Financeira da Região Administrativa

Leia mais

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO?

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Desde a crise económica e financeira mundial, a UE sofre de um baixo nível de investimento. São necessários esforços coletivos

Leia mais

FUNCIONAMENTO DA GESTÃO DA RESERVA FINANCEIRA DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU E RESPECTIVOS DADOS

FUNCIONAMENTO DA GESTÃO DA RESERVA FINANCEIRA DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU E RESPECTIVOS DADOS FUNCIONAMENTO DA GESTÃO DA RESERVA FINANCEIRA DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU E RESPECTIVOS DADOS 1. REGIME DA RESERVA FINANCEIRA A Lei n. o 8/2011 estabelece o regime jurídico da reserva financeira

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS BBVA BOLSA EURO

RELATÓRIO E CONTAS BBVA BOLSA EURO RELATÓRIO E CONTAS BBVA BOLSA EURO 30 JUNHO 20 1 BREVE ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1º semestre de 20 No contexto macroeconómico, o mais relevante no primeiro semestre de 20, foi a subida das taxas do

Leia mais

O ESCONDIDO VALOR ECONÓMICO DOS SEGUROS

O ESCONDIDO VALOR ECONÓMICO DOS SEGUROS O ESCONDIDO VALOR ECONÓMICO DOS SEGUROS A economia mundial, em 2011, ficou marcada pela crise da dívida soberana de países da zona euro, pela desalavancagem do setor bancário devido a maiores exigências

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

Pelouro de Supervisão Bancária e de Seguros. Lara Simone Beirão

Pelouro de Supervisão Bancária e de Seguros. Lara Simone Beirão Pelouro de Supervisão Bancária e de Seguros Lara Simone Beirão Dezembro de 2014 1 Introdução Outline 2 Carteira de Activos 3 4 Evolução do Passivo Alguns Indicadores 5 Síntese 6 Desafios do Sistema Financeiro

Leia mais

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel.

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. Projecto A Oficina+ ANECRA é uma iniciativa criada em 1996, no âmbito da Padronização de Oficinas ANECRA. Este projecto visa reconhecer a qualidade

Leia mais

IMF Survey. África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais

IMF Survey. África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais IMF Survey PERSPECTIVAS ECONÓMICAS REGIONAIS África deve crescer mais em meio a mudanças nas tendências mundiais Por Jesus Gonzalez-Garcia e Juan Treviño Departamento da África, FMI 24 de Abril de 2014

Leia mais

FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL

FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO Comunicado de Imprensa n.º 14/110 Fundo Monetário Internacional PARA DIVULGAÇÃO IMEDIATA 700 19 th Street, NW 19 de Março de 2014 Washington, D.C.

Leia mais

AS RELAÇÕES ECONÓMICAS PORTUGAL ANGOLA E A ESTRATÉGIA DO BANCO BIC PORTUGUÊS*

AS RELAÇÕES ECONÓMICAS PORTUGAL ANGOLA E A ESTRATÉGIA DO BANCO BIC PORTUGUÊS* ASRELAÇÕESECONÓMICASPORTUGAL ANGOLA I. ACRISEFINANCEIRAEAECONOMIAMUNDIAL EAESTRATÉGIADOBANCOBICPORTUGUÊS* Acrisecomeçounosistemafinanceiroejáatingiuaeconomiareal.O Creditcrunch estáaprovocara contracçãodoprodutonaseconomiasocidentais,reduzindoaprocuranosmercadoseaumentandoo

Leia mais

PROMOTORES: PARCEIROS/CONSULTORES: FUNCIONAMENTO RESUMO

PROMOTORES: PARCEIROS/CONSULTORES: FUNCIONAMENTO RESUMO CVGARANTE SOCIEDADE DE GARANTIA MÚTUA PROMOTORES: PARCEIROS/CONSULTORES: FUNCIONAMENTO RESUMO 14 de Outubro de 2010 O que é a Garantia Mútua? É um sistema privado e de cariz mutualista de apoio às empresas,

Leia mais

Política de Produto e Serviço Caixa Geral de Depósitos. Política de Produto e Serviço

Política de Produto e Serviço Caixa Geral de Depósitos. Política de Produto e Serviço Política de Produto e Serviço Publicado em julho 2012 1 Fundada em 1876, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) é o maior grupo financeiro nacional, atuando em diferentes áreas, designadamente na banca comercial,

Leia mais

Nota de abertura - Fórum de Economia e Finanças. Exmo. Senhor Amilcar Silva Presidente da Associação Angolana de Banco,

Nota de abertura - Fórum de Economia e Finanças. Exmo. Senhor Amilcar Silva Presidente da Associação Angolana de Banco, Nota de abertura - Fórum de Economia e Finanças Exmo. Senhor Amilcar Silva Presidente da Associação Angolana de Banco, Exmos. Senhores Presidentes e demais membros dos Conselhos de Administração e das

Leia mais

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011 RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011 I. BALANÇA DE PAGAMENTOS A estatística da Balança de Pagamentos regista as transacções económicas ocorridas, durante

Leia mais

PORTUGAL Economic Outlook. Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008

PORTUGAL Economic Outlook. Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008 PORTUGAL Economic Outlook Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008 Portugal: Adaptação a um novo ambiente económico global A economia portuguesa enfrenta o impacto de um ambiente externo difícil,

Leia mais

As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas

As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas 30 11 2012 As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas Teodora Cardoso 1ª Conferência da Central de Balanços Porto, 13 Dezembro 2010 O Banco de Portugal e as Estatísticas O Banco de

Leia mais

O incumprimento entre empresas aumenta, em comparação com 2011

O incumprimento entre empresas aumenta, em comparação com 2011 Lisboa, 29 de Maio de 2013 Estudo revela que os atrasos nos pagamentos entre empresas na região da Ásia - Pacífico se agravaram em 2012 - As empresas estão menos optimistas relativamente à recuperação

Leia mais

Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento

Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento Henrique de Campos Meirelles Novembro de 20 1 Fundamentos macroeconômicos sólidos e medidas anti-crise 2 % a.a. Inflação na meta 8 6 metas cumpridas

Leia mais

BES AS APOIO FINANCEIRO BES AS FINANCEIR ÕES ÀS EMPRESAS FINANCEIR ÕES UÇ SOL

BES AS APOIO FINANCEIRO BES AS FINANCEIR ÕES ÀS EMPRESAS FINANCEIR ÕES UÇ SOL 38 PME Líder SOLUÇÕES FINANCEIRAS BES Helen King/CORBIS APOIO FINANCEIRO ÀS EMPRESAS O BES disponibiliza uma vasta oferta de produtos financeiros e serviços, posicionando-se como o verdadeiro parceiro

Leia mais

Banco Popular, Espanha

Banco Popular, Espanha Banco Popular, Espanha Tecnologia avançada de automação do posto de caixa para melhorar a eficiência e beneficiar a saúde e segurança dos funcionários O recirculador de notas Vertera contribuiu para impulsionar

Leia mais

III Fórum Banca Expansão. João Fonseca Luanda, 4 de Julho de 2013

III Fórum Banca Expansão. João Fonseca Luanda, 4 de Julho de 2013 Novo Regime Cambial para o Sector Petrolífero (NRCSP) Impacto na economia Desdolarização, desenvolvimento do mercado cambial e da economia não petrolífera. III Fórum Banca Expansão João Fonseca Luanda,

Leia mais

MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO

MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO Sofia Vale Agosto de 2015 Foi publicada recentemente a nova Lei do Investimento Privado 1 (doravante A Nova LIP ), que contém

Leia mais

Espírito Santo Investment Bank Overview FIT FOR A NEW ERA

Espírito Santo Investment Bank Overview FIT FOR A NEW ERA Espírito Santo Investment Bank Overview FIT FOR A NEW ERA December 2011 Espírito Santo Investment Bank Somos: A unidade de Banca de Investimento do Grupo Banco Espírito Santo O Banco de Investimento de

Leia mais

DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA

DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA N.º 8/2010 Projecto de Orientação Técnica relativa ao desenvolvimento dos sistemas de gestão de riscos e de controlo interno das entidades gestoras de fundos de pensões 31

Leia mais

O desemprego como oportunidade Fundo Bem Comum

O desemprego como oportunidade Fundo Bem Comum Working Draft Last Modified 30/01/2007 18:09:06 GMT Standard Time O desemprego como oportunidade Fundo Bem Comum Conferência Mercado Laboral: A responsabilidade social das empresas em tempo de crise OJE

Leia mais

O RISCO SEMPRE EXISTIU E ESTAMOS TODOS SUJEITOS A ELE

O RISCO SEMPRE EXISTIU E ESTAMOS TODOS SUJEITOS A ELE 64 CAPA ENTREVISTA AMÍLCAR SILVA, PRESIDENTE, E NÍRIA ORAMALU, COORDENADORA DO NÚCLEO DE ESTUDOS E ESTATÍSTICAS DA ABANC O RISCO SEMPRE EXISTIU E ESTAMOS TODOS SUJEITOS A ELE Na sede da Associação Angolana

Leia mais

BANCO NACIONAL DE ANGOLA. Workshop sobre EDUCAÇÃO FINANCEIRA. Tema: Consumer Protection and Financial Literacy in the provision of payment services

BANCO NACIONAL DE ANGOLA. Workshop sobre EDUCAÇÃO FINANCEIRA. Tema: Consumer Protection and Financial Literacy in the provision of payment services BANCO NACIONAL DE ANGOLA Workshop sobre EDUCAÇÃO FINANCEIRA Tema: Consumer Protection and Financial Literacy in the provision of payment services Orador: Ramos da Cruz Lisboa, Centro Cultural de Belém,

Leia mais

Apoio à Internacionalização. CENA 3 de Julho de 2012

Apoio à Internacionalização. CENA 3 de Julho de 2012 Apoio à Internacionalização CENA 3 de Julho de 2012 Enquadramento Enquadramento Comércio Internacional Português de Bens e Serviços Var. 13,3% 55,5 68,2 57,1 73,4 48,3 60,1 54,5 66,0 67,2 61,7 Exportação

Leia mais

ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS

ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2007 (Anexo específico de que trata o art. 4º, 4º, da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000)

Leia mais

China e África: Será que a lua-de-mel vai continuar?

China e África: Será que a lua-de-mel vai continuar? China e África: Será que a lua-de-mel vai continuar? Wenjie Chen e Roger Nord 21 de dezembro de 2015 A promessa recente de apoio financeiro no valor de USD 60 mil milhões ao longo dos próximos três anos

Leia mais

Angola Breve Caracterização. Julho 2007

Angola Breve Caracterização. Julho 2007 Breve Caracterização Julho 2007 I. Actividade e Preços. Após o final da guerra civil em 2002, e num contexto de relativa estabilidade política, tornou-se numa das economias de mais elevado crescimento

Leia mais

O processo de criação de moeda. 1. Conceitos básicos 31

O processo de criação de moeda. 1. Conceitos básicos 31 Índice LISTA DE SÍMBOLOS 17 PREFÁCIO 23 INTRODUÇÃO 25 Capítulo 1 O processo de criação de moeda 1. Conceitos básicos 31 1.1. Moeda e outros activos de uma economia 31 1.2. Sector monetário de uma economia

Leia mais

O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO

O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O Banco Europeu de Investimento (BEI) promove os objetivos da União Europeia ao prestar financiamento a longo prazo, garantias e aconselhamento a projetos. Apoia projetos,

Leia mais

Sonae Sierra regista um Resultado Líquido de 96,3 milhões em 2014

Sonae Sierra regista um Resultado Líquido de 96,3 milhões em 2014 Maia - Portugal, 5 de Março de 2015 Sonae Sierra regista um Resultado Líquido de 96,3 milhões em 2014 Resultado Direto atinge 52,7 milhões EBIT de 106,1 milhões Resultado Indireto atinge 43,6 milhões Dois

Leia mais

Comemorações do 35º Aniversário do Banco de Cabo Verde. Conferência internacional sobre A mobilização de oportunidades no pós-crise

Comemorações do 35º Aniversário do Banco de Cabo Verde. Conferência internacional sobre A mobilização de oportunidades no pós-crise Comemorações do 35º Aniversário do Banco de Cabo Verde Conferência internacional sobre A mobilização de oportunidades no pós-crise Senhora Ministra das Finanças, Senhores Representantes Diplomáticos, Senhores

Leia mais

Situação Económico-Financeira Balanço e Contas

Situação Económico-Financeira Balanço e Contas II Situação Económico-Financeira Balanço e Contas Esta parte do Relatório respeita à situação económico-financeira da Instituição, através da publicação dos respectivos Balanço e Contas e do Relatório

Leia mais

O Papel da Banca no Contexto da Internacionalização. Roadmap para a Internacionalização Castelo Branco 19.fevereiro.2015

O Papel da Banca no Contexto da Internacionalização. Roadmap para a Internacionalização Castelo Branco 19.fevereiro.2015 O Papel da Banca no Contexto da Internacionalização Roadmap para a Internacionalização Castelo Branco 19.fevereiro.2015 2 Desafios da internacionalização Desafios Língua e Cultura Hábitos e crenças diferentes

Leia mais

A importância dos Bancos de Desenvolvimento

A importância dos Bancos de Desenvolvimento MISSÃO PERMANENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA JUNTO AO OFÍCIO DAS NAÇÕES UNIDAS REPRESENTAÇÃO COMERCIAL GENEBRA - SUÍÇA NOTA DE TRABALHO A importância dos Bancos de Desenvolvimento G E NEBRA A OS 5 DE Segundo

Leia mais

Xai-Xai, 28 de Agosto de 2009 Rogério P. Ossemane (IESE)

Xai-Xai, 28 de Agosto de 2009 Rogério P. Ossemane (IESE) Xai-Xai, 28 de Agosto de 2009 Rogério P. Ossemane (IESE) Países em recessão oficial (dois trimestres consecutivos) Países em recessão não-oficial (um trimestre) Países com desaceleração econômica de mais

Leia mais

apresentação corporativa

apresentação corporativa apresentação corporativa 2 Índice 1. Apresentação da BBS a) A empresa b) Evolução c) Valores d) Missão e Visão 2. Áreas de Negócio a) Estrutura de Serviços b) Accounting/Tax/Reporting c) Management & Consulting

Leia mais

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS NOVEMBRO DE 2007 CMVM A 1 de Novembro de 2007 o

Leia mais

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014)

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) 1. Taxa de Desemprego O desemprego desceu para 14,3% em maio, o que representa um recuo de 2,6% em relação a maio de 2013. Esta é a segunda maior variação

Leia mais

Relatório de evolução da atividade seguradora

Relatório de evolução da atividade seguradora Relatório de evolução da atividade seguradora 1.º Semestre 214 I. Produção e custos com sinistros 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009)

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) Conferência de Imprensa em 14 de Abril de 2009 DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) No contexto da maior crise económica mundial

Leia mais

Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado. Batalha, 8 Julho de 2010

Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado. Batalha, 8 Julho de 2010 Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado Batalha, 8 Julho de 2010 As vossas necessidades... O apoio aos Empreendedores e às PME s

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 15 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

- Reforma do Tesouro Público

- Reforma do Tesouro Público - Reforma do Tesouro Público Em Novembro de 1997 foram definidas as opções estratégicas do Ministério das Finanças para a adopção da moeda Única ao nível da Administração Financeira do Estado. Estas opções,

Leia mais

Tabela de Taxas de Juro. Anexo II. Instituição Financeira Bancaria com Sede em Território Nacional. Entrada em vigor: 26 de Outubro de 2015

Tabela de Taxas de Juro. Anexo II. Instituição Financeira Bancaria com Sede em Território Nacional. Entrada em vigor: 26 de Outubro de 2015 Anexo II Instituição Financeira Bancaria com Sede em Território Nacional Entrada em vigor: 26 de Outubro de 2015 Preçário pode ser consultado nas Agências e locais de atendimento ao público do Banco Keve

Leia mais

BANCO ESPIRITO SANTO RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001

BANCO ESPIRITO SANTO RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001 BANCO ESPIRITO SANTO RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001 2 RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001 ASPECTOS MAIS RELEVANTES: SIGNIFICATIVO CRESCIMENTO DA ACTIVIDADE DESIGNADAMENTE A CAPTAÇÃO DE RECURSOS

Leia mais

Avaliação do Instrumento de Apoio a Políticas Económicas (PSI) 2010-2012

Avaliação do Instrumento de Apoio a Políticas Económicas (PSI) 2010-2012 REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE Avaliação do Instrumento de Apoio a Políticas Económicas (PSI) 2010-2012 Elaborado Por: Ministério das Finanças Ministério da Planificação e Desenvolvimento Banco de Moçambique

Leia mais

Santander Totta. Santander Totta. Especializado no Negócio de PME

Santander Totta. Santander Totta. Especializado no Negócio de PME Santander Totta Santander Totta Especializado no Negócio de PME O Banco Santander Totta está integrado num dos maiores Grupos Financeiros a nível Mundial. Distingue-se pela sua capacidade de oferecer as

Leia mais

Lusoflora 2015. Crédito Agrícola. Santarém, 27 de Fevereiro

Lusoflora 2015. Crédito Agrícola. Santarém, 27 de Fevereiro Lusoflora 2015 Crédito Agrícola Santarém, 27 de Fevereiro Agenda 1. Quem somos 2. Proposta Valor 3. Soluções Crédito Agrícola para EMPRESAS/ ENI 4. CA Seguros 2 Quem somos O Grupo Crédito Agrícola é um

Leia mais

Estudo de Remuneração 2015

Estudo de Remuneração 2015 2015 SECRETARIAL & MANAGEMENT SUPPORT Temporary & permanent recruitment www.pagepersonnel.pt Editorial Page Personnel ir ao encontro do talento A Page Personnel recruta para os seus clientes os melhores

Leia mais

Fórum Exportador do CEDRAC O Montepio e a atividade exportadora. Roadmap para a Internacionalização Guimarães 12.junho.2015

Fórum Exportador do CEDRAC O Montepio e a atividade exportadora. Roadmap para a Internacionalização Guimarães 12.junho.2015 Fórum Exportador do CEDRAC O Montepio e a atividade exportadora Roadmap para a Internacionalização Guimarães 12.junho.2015 2 Montepio Parceiro no apoio à expansão do negócio das empresas Grupo Montepio

Leia mais

Boletim Económico Angola

Boletim Económico Angola Boletim Económico Angola 1. Conjuntura: estabilidade macro económica reforçada 3º Trimestre de 2013 A informação disponível para caracterizar o desempenho da economia de Angola no 3º trimestre de 2013

Leia mais

Iniciativas financeiras e fiscais para o Investimento, Crescimento e Emprego. Vítor Gaspar

Iniciativas financeiras e fiscais para o Investimento, Crescimento e Emprego. Vítor Gaspar Iniciativas financeiras e fiscais para o Investimento, Crescimento e Emprego Vítor Gaspar Lisboa, 23 de maio de 2013 Início de uma nova fase do processo de ajustamento 1ª fase: Prioridade na consolidação

Leia mais

Índice Descrição Valor

Índice Descrição Valor 504448064 Índice Descrição Valor 1 Missão, Objectivos e Princípios Gerais de Actuação 11 Cumprir a missão e os objectivos que lhes tenham sido determinados de forma económica, financeira, social e ambientalmente

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS I. INTRODUÇÃO O Governo apresentou ao Conselho Económico e Social o Projecto de Grandes Opções do Plano 2008 (GOP 2008) para que este Órgão, de acordo com

Leia mais

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 26 de Julho, que aprovou o Programa para a Produtividade e o Crescimento da Economia, foi delineado

Leia mais

SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA, PRESTAÇÃO DE CONTAS E RESPONSABILIDADE

SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA, PRESTAÇÃO DE CONTAS E RESPONSABILIDADE V EUROSAI/OLACEFS CONFERENCE SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA, PRESTAÇÃO DE CONTAS E RESPONSABILIDADE CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES A V Conferência EUROSAI/OLACEFS reuniu, em Lisboa, nos dias 10 e 11 de Maio de

Leia mais

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO 1 Sumário: Conceito e Objectivos Estrutura do PN o Apresentação da Empresa o Análise do Produto / Serviço o Análise de Mercado o Estratégia de Marketing o

Leia mais

Manual da Garantia Mútua

Manual da Garantia Mútua Março de 2007 Manual da Garantia Mútua O que é a Garantia Mútua? É um sistema privado e de cariz mutualista de apoio às pequenas, médias e micro empresas (PME), que se traduz fundamentalmente na prestação

Leia mais

S. R. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

S. R. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS RELATÓRIO SOBRE REGIME DE CAPITALIZAÇÃO PÚBLICA PARA O REFORÇO DA ESTABILIDADE FINANCEIRA E DA DISPONIBILIZAÇÃO DE LIQUIDEZ NOS MERCADOS FINANCEIROS (REPORTADO A 25 DE MAIO DE 2012) O presente Relatório

Leia mais

www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015

www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015 54 CAPA www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015 CAPA 55 ENTREVISTA COM PAULO VARELA, PRESDIDENTE DA CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA PORTUGAL ANGOLA O ANGOLA DEVE APOSTAR NO CAPITAL HUMANO PARA DIVERSIFICAR

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de PARECER DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 13.2.2007 SEC(2007) 190 final Recomendação de PARECER DO CONSELHO em conformidade com o n.º 3 do artigo 9º do Regulamento (CE) n.º 1466/97 do Conselho, de 7

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa ANA Aeroportos de Portugal, S.A. Missão, Visão e Valores Missão da ANA A ANA - Aeroportos de Portugal, SA tem como missão gerir de forma eficiente as infraestruturas aeroportuárias

Leia mais

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO

CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO CONVÉNIO CLUSTER DE LOGÍSTICA URBANA DE LISBOA E VALE DO TEJO ÍNDICE FINALIDADE... 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 3 CONSTITUIÇÃO E GOVERNÂNCIA... 4 FINANCIAMENTO... 5 RELATÓRIOS... 5 Ficha de Adesão ao CLUSTER

Leia mais

DESTAQUES LEGISLATIVOS DEZEMBRO 2013

DESTAQUES LEGISLATIVOS DEZEMBRO 2013 ANGOLA JANEIRO 2014 VISÃO GLOBAL, EXPERIÊNCIA LOCAL DESTAQUES LEGISLATIVOS DEZEMBRO 2013 AMBIENTE DESPACHO N.º 2746/13, MINISTÉRIO DO AMBIENTE DIÁRIO DA REPÚBLICA Iª SÉRIE N.º 235, DE 6 DE DEZEMBRO DE

Leia mais

Reflexão depreciação do Metical em relação ao Dólar Norte- Americano, 2015.

Reflexão depreciação do Metical em relação ao Dólar Norte- Americano, 2015. CTA-CONFEDERAÇÃO DASASSOCIAÇÕES ECONÓMICAS DE MOÇAMBIQUE Reflexão depreciação do Metical em relação ao Dólar Norte- Americano, Eduardo Sengo Julho 2015 Uma depreciação do Metical, torna os bens e serviços

Leia mais

www.standardbank.co.ao

www.standardbank.co.ao www.standardbank.co.ao Standard Bank Angola Relatório Anual 2013 Índice O Banco Os nossos valores 02 Como criamos valor 04 Estrutura de Negócios, Produtos e Serviços 05 Uma estratégia sustentável 06 Angola

Leia mais

RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1

RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1 COMUNICADO Página 1 / 9 RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1 09 de Setembro de 2005 (Os valores apresentados neste comunicado reportam-se ao primeiro semestre de 2005, a não ser quando especificado

Leia mais

Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras

Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Prof. Onivaldo Izidoro Pereira Finanças Corporativas Ambiente Econômico Em suas atividades uma empresa relacionase com: Clientes

Leia mais

Sonae Sierra registou Resultado Líquido de 1,3 milhões no primeiro semestre

Sonae Sierra registou Resultado Líquido de 1,3 milhões no primeiro semestre Maia, 31 de Julho de 2008 Desempenho afectado por desvalorização dos activos ditada pelo mercado Sonae Sierra registou Resultado Líquido de 1,3 milhões no primeiro semestre Rendas cresceram 4,5% numa base

Leia mais

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para

Leia mais

ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria

ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria Análise de Conjuntura Maio 2011 Indicador de Sentimento Económico Os indicadores de sentimento económico da União Europeia e da Área

Leia mais

APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS ANUAIS 2014. 19 de Março de 2015

APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS ANUAIS 2014. 19 de Março de 2015 APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS ANUAIS 19 de Março de 2015 1 Destaques No ano de, o Resultado líquido atingiu 112,8M, menos 7,0% do que em igual período de (-8,5M ), tendo sido penalizado pela contribuição

Leia mais

ARC Ratings atribui rating soberano de BBB +, com perspectiva estável, à India

ARC Ratings atribui rating soberano de BBB +, com perspectiva estável, à India ARC Ratings atribui rating soberano de BBB +, com perspectiva estável, à India EMITENTE DATA República da India 12 de Dezembro de 2014 RATINGS EMITENTE - MOEDA ESTRANGEIRA Médio e Longo Prazo BBB+ (BBB+,

Leia mais

Prospecto Informativo Invest Sectores Essenciais Junho 2015

Prospecto Informativo Invest Sectores Essenciais Junho 2015 Prospecto Informativo Invest Sectores Essenciais Junho 2015 Junho de 2015 Designação: Invest Sectores Essenciais Junho 2015 Classificação: Caracterização do Depósito: Produto financeiro complexo Depósito

Leia mais

CONFERÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA

CONFERÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA CONFERÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA 28 de Novembro de 2014 AGENDA FUNÇÕES DA BANCA E DOS SEGUROS BANCASSURANCE E ASSURBANK RACIONAL E CONDICIONANTES EVOLUÇÃO

Leia mais

RELATÓRIO ACTIVIDADE SEGURADORA ANO-2008 ÍNDICE GERAL BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

RELATÓRIO ACTIVIDADE SEGURADORA ANO-2008 ÍNDICE GERAL BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE RELATÓRIO ACTIVIDADE SEGURADORA ANO-2008 BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE ÍNDICE GERAL BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE ASSUNTO PÁGINA EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA EM STP 1. ENQUADRAMENTO

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO AMBIENTE REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DO AMBIENTE O Ministério do Ambiente tem o prazer de convidar V. Exa. para o Seminário sobre Novos Hábitos Sustentáveis, inserido na Semana Nacional do Ambiente que terá

Leia mais

No rescaldo da crise, fase mais difícil parece ultrapassada

No rescaldo da crise, fase mais difícil parece ultrapassada Angola Setembro 2009 No rescaldo da crise, fase mais difícil parece ultrapassada I.- Evolução recente das reservas cambiais 1. O dado mais relevante a assinalar na evolução da conjuntura económica e financeira

Leia mais

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 Factores Determinantes para o Empreendedorismo Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 IAPMEI Instituto de Apoio às PME e à Inovação Principal instrumento das políticas económicas para Micro e Pequenas

Leia mais

Futuros PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Futuros PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Futuros PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO ADVERTÊNCIA AO INVESTIDOR Risco de perda súbita total, superior ou parcial do capital investido Remuneração não garantida Existência de comissões Possibilidade de exigência

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 179/IX ALARGA O REGIME DE INCENTIVOS FISCAIS À I&D EMPRESARIAL. Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º 179/IX ALARGA O REGIME DE INCENTIVOS FISCAIS À I&D EMPRESARIAL. Exposição de motivos PROJECTO DE LEI N.º 179/IX ALARGA O REGIME DE INCENTIVOS FISCAIS À I&D EMPRESARIAL Exposição de motivos Nos últimos seis anos conseguiu-se um verdadeiro take-off da I&D empresarial reflectido nos resultados

Leia mais

CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA

CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA PARTE I - MISSÃO, VALORES, VISÃO E LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA DO COMISSARIADO DA AUDITORIA O Comissariado da Auditoria (CA) funciona como órgão independente na

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE Local de trabalho: Maputo, Moçambique Duração do contrato: Três (3) meses: Novembro 2011

Leia mais

RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015: A COFACE APRESENTA LUCRO DE 66 MILHÕES DE EUROS, APESAR DE UM AUMENTO DE SINISTROS EM PAÍSES EMERGENTES

RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015: A COFACE APRESENTA LUCRO DE 66 MILHÕES DE EUROS, APESAR DE UM AUMENTO DE SINISTROS EM PAÍSES EMERGENTES RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015: A COFACE APRESENTA LUCRO DE 66 MILHÕES DE EUROS, APESAR DE UM AUMENTO DE SINISTROS EM PAÍSES EMERGENTES Crescimento de volume de negócios: + 5.1% a valores e taxas

Leia mais

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado

Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado Políticas Públicas Lélio de Lima Prado Política Cambial dez/03 abr/04 ago/04 dez/04 abr/05 ago/05 Evolução das Reservas internacionais (Em US$ bilhões) dez/05 abr/06 ago/06 dez/06 abr/07 ago/07 dez/07

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO ASF Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO 2013

RELATÓRIO DE GESTÃO 2013 RELATÓRIO DE GESTÃO 2013 NATURTEJO EMPRESA DE TURISMO - EIM MARÇO, CASTELO BRANCO 2014 Nos termos legais e estatutários, vimos submeter a apreciação da assembleia Geral o Relatório de Gestão, as contas,

Leia mais

O Sector Bancário Angolano. Fernando Costa Lima Luanda, 3 de Julho de 2012

O Sector Bancário Angolano. Fernando Costa Lima Luanda, 3 de Julho de 2012 O Sector Bancário Angolano Fernando Costa Lima Luanda, 3 de Julho de 2012 1 Julho de 2012 The big picture... 23 (2011) 47% (Abril 2012) 7 Bancos (#) Quota depósitos a ordem 21% Bancos Angolanos no Top

Leia mais