Universidade Federal de Itajubá

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Universidade Federal de Itajubá"

Transcrição

1 Universidade Federal de Itajubá Análise de Viabilidade Econômica de Empreendimentos Cap. 5 Avaliação de Projetos e Negócios 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 1 Para avaliação de Projetos e Negócios é necessário: 1. Projetar Demonstração de Resultados 2. Projetar Fluxo de Caixa 3. Conhecer conceitos de Custos 4. Utilizar conceitos de Depreciação 5. Utilizar conceitos de Impostos proporcionais à receita e ao lucro, como IRPJ e CSLL 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 2

2 Influência do IRPJ e CSLL e a Depreciação do Ativo Imobilizado 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 3 0 Antes do IR: Questão importante n TIR > TMA Viável Depois do IR: 0 Lucro tributável Incide Imposto de Renda (IR) n TIR será que continua viável? 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 4

3 Imposto de renda IR = % (Receita - Despesas) O que fazer para diminuir o IR? Qualquer gasto de $ é despesa? Não contabilmente 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 5 Como lançar estas despesas? 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 6

4 Depreciação do Ativo Imobilizado Duração curta lançamento contábil da despesa é imediato; Duração longa despesas lançadas de acordo com a depreciação permitida, mesmo que o ativo tenha sido pago a vista; Depreciação: Pesquisa científica; Contábil aproximação de ordem prática. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 7 Quando tem sentido em falar em depreciação e qual efeito pode acontecer com o valor residual? 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 8

5 Depreciação do Ativo Imobilizado Depreciação tem sentido para os ativos fixos da empresa (itens que tem duração superior a um ano e destinados as operações da empresa); Valor contábil > Valor de venda = prejuízo (crédito de IR considerado no balanço da empresa); Valor contábil < Valor de venda = lucro (aumento do IR da empresa). 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 9 Depreciação do Ativo Imobilizado Dúvida frequente: Aluguel é uma despesa lançada contabilmente de forma imediata O que é melhor comprar ou alugar? (Decisão econômica) 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 10

6 O que é feito com o dinheiro da depreciação? 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 11 Depreciação do Ativo Imobilizado Outra dúvida: Como a depreciação é lançada como uma despesa, a quem se paga este valor? Na verdade a depreciação não é um desembolso, embora considerada no fluxo de caixa como um custo. Este valor é lançado apenas para se abater o lucro tributável. A depreciação é uma fonte de recursos que pode financiar a substituição dos ativos fixos da empresa. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 12

7 Depreciação do Ativo Imobilizado Uma complicação: A vida econômica raramente coincide com a vida contábil prevista pela legislação tributária para fins de cálculo de depreciação. O objetivo deste capítulo é não abordar o assunto com a profundidade de um contador, mas propiciar elementos que permitam tratar esta questão em análises econômicas. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 13 Como afeta a depreciação no balanço e na demonstração de resultados? 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 14

8 Depreciação do Ativo Imobilizado 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 15 Depreciação do Ativo Imobilizado Não Circulante Realizável Longo Prazo Investimentos Imobilizado Depreciação Acumulada Intangível Amortização Acumulada Exaustão Acumulada 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 16

9 Depreciação do Ativo Imobilizado Depreciação na Demonstração de Resultados do Exercício (DRE) Receita Bruta de Vendas - Tributos Incidentes sobre Vendas (ICMS, ISS, PIS, Cofins, Outros) Receita Líquida de vendas - Custo do Produto Vendido (MP, MOD, CIP)* Despesa de Depreciação Resultado Bruto - Despesas Operacionais Despesas com Vendas Despesas Administrativas Outras Despesas e Receitas Operacionais (ganho ou perda de capital) Despesa de Depreciação Resultado Antes Receitas e Despesas Financeiras (EBIT)** + Receitas Financeiras - Despesas Financeiras Lucro Antes dos Tributos sobre o Lucro (EBT)*** - Tributos sobre o Lucro (IRPJ / CSLL)**** Lucro Líquido do Período 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi * MP: Matérias-primas consumidas; MOD: Mão de obra direta; CIP: Custos Indiretos de Produção - aluguéis, energia elétrica ** EBIT: Earnings Before Interests and Taxes (Lucros Antes dos Juros e Impostos) *** EBT: Earnings Before Taxes (Lucros antes dos Impostos) **** IRPJ e CSLL: Imposto de Renda das pessoas Jurídicas e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido ATIVO Circulante: -Caixa; - Aplicações financeiras; - Contas a receber de curto prazo; - Estoques. Realizável Longo Prazo: - Contas a receber de longo Aplicações prazo. do $ Permanente: - Investimentos; - Imobilizado; - Diferido. PASSIVO Circulante: - Fornecedores; - Contas a pagar de curto prazo. Exigível a Longo Prazo: - Dívidas de longo prazo (Financiamentos) Fontes de $ Patrimônio Líquido: - Capital social; - Reservas; - Lucros acumulados. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 18

10 Depreciação do Ativo Imobilizado Exemplo: Equipamento: 1000 No primeiro ano: No Balanço Patrimonial Não Circulante Imobilizado: Equipamento (Depreciação Acumulada) Valor Contábil 900 Demonstração de Resultados: Receita Vendas Tributos sobre Vendas -120 Receita Líquida Custo do Produto Vendido (CPV) -350 Despesa de Depreciação -100 Resultado Bruto Despesas Operacionais Outras Receitas e Despesas Resultado antes Rec. e Desp. Financeiras (EBIT) 120 Resultado Antes dos Tributos Tributos sobre lucros - IRPJ/CSLL -40 Lucro Líquido 90 Caixa = = /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 19 Depreciação do Ativo Imobilizado Exemplo: Equipamento: 1000 No segundo ano: No Balanço Patrimonial Não Circulante Imobilizado: Equipamento (Depreciação Acumulada) Valor Contábil 800 Demonstração de Resultados: Receita Vendas Tributos sobre Vendas -120 Receita Líquida Custo do Produto Vendido (CPV) -350 Despesa de Depreciação -100 Resultado Bruto Despesas Operacionais Outras Receitas e Despesas Resultado antes Rec. e Desp. Financeiras (EBIT) 120 Resultado Antes dos Tributos Tributos sobre lucros - IRPJ/CSLL -40 Lucro Líquido 90 Caixa = = /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 20

11 Depreciação do Ativo Imobilizado Exemplo: Equipamento: 1000 No décimo ano: No Balanço Patrimonial Não Circulante Imobilizado: Equipamento (Depreciação Acumulada) Valor Contábil 0 Demonstração de Resultados: Receita Vendas Tributos sobre Vendas -120 Receita Líquida Custo do Produto Vendido (CPV) -350 Despesa de Depreciação -100 Resultado Bruto Despesas Operacionais Outras Receitas e Despesas Resultado antes Rec. e Desp. Financeiras (EBIT) 120 Resultado Antes dos Tributos Tributos sobre lucros - IRPJ/CSLL -40 Lucro Líquido 90 Caixa = = /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 21 Depreciação do Ativo Imobilizado Exemplo: Equipamento: 1000 No ano 11: No Balanço Patrimonial Não Circulante Imobilizado: Equipamento (Depreciação Acumulada) Valor Contábil 0 Demonstração de Resultados: Receita Vendas Tributos sobre Vendas -120 Receita Líquida Custo do Produto Vendido (CPV) -350 Despesa de Depreciação Resultado Bruto Despesas Operacionais Outras Receitas e Despesas Resultado antes Rec. e Desp. Financeiras (EBIT) 220 Resultado Antes dos Tributos Tributos sobre lucros - IRPJ/CSLL -73 Lucro Líquido 147 Caixa = = /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 22

12 Depreciação do Ativo Imobilizado Exemplo: Equipamento: 1000 Se vender por 150 no ano 11 o ganho é = = 150 No Balanço Patrimonial Não Circulante Imobilizado: Equipamento (Depreciação Acumulada) Valor Contábil 0 Demonstração de Resultados: Receita Vendas Tributos sobre Vendas -120 Receita Líquida Custo do Produto Vendido (CPV) -350 Despesa de Depreciação Resultado Bruto Despesas Operacionais Outras Receitas e Despesas +150 Resultado antes Rec. e Desp. Financeiras (EBIT) 370 Resultado Antes dos Tributos Tributos sobre lucros - IRPJ/CSLL -123 Lucro Líquido /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 23 Depreciação do Ativo Imobilizado Exemplo: Equipamento: 1000 Se vender por 430 no ano 8 o ganho é = = 230 No Balanço Patrimonial Não Circulante Imobilizado: Equipamento (Depreciação Acumulada) -800 Valor Contábil 200 Demonstração de Resultados: Receita Vendas Tributos sobre Vendas -120 Receita Líquida Custo do Produto Vendido (CPV) -350 Despesa de Depreciação -100 Resultado Bruto Despesas Operacionais Outras Receitas e Despesas +230 Resultado antes Rec. e Desp. Financeiras (EBIT) 350 Resultado Antes dos Tributos Tributos sobre lucros - IRPJ/CSLL -116 Lucro Líquido /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 24

13 Depreciação do Ativo Imobilizado Taxas máximas permitidas: Edificações 4% Animais vivos 20% Exceto galos, galinhas, patos,...galinhas d angola (pintadas)...vivos!!! 50% Veículos em geral 20% Exceto tratores, autos p/ 10 ou mais pessoas, p/ transporte mercadorias, usos esp. (Auto Socorros, caminhões guindastes, comb. Incêndios, betoneiras), motos... 25% Equipam. Em geral 10% Exceto Máquinas automáticas para processamento de dados, máq. para selecionar, peneirar, esmagar,... terras, pedras, minérios, etc... 20% Móveis e utensílios 10% 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 25 E se a empresa trabalha em turnos, que ela pode fazer? 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 26

14 Depreciação do Ativo Imobilizado Depreciação acelerada: Turnos Coeficiente 01 Turno 1,0 * Tmáx 02 Turnos 1,5 * Tmáx 03 Turnos 2,0 * Tmáx Para condições ambientais Desfavoráveis: Laudo do INT 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 27 Depreciação do Ativo Imobilizado Aspectos importantes da legislação (Dec. 3000/99) A depreciação é dedutível a partir da época em que o bem é instalado, posto em serviço ou em condições de produzir. Somente será permitida para bens relacionados com a produção ou comercialização dos bens e serviços. O valor das edificações deve estar destacado do custo de aquisição do terreno, admitindo-se o destaque baseado em laudo pericial. Não será admitida depreciação de terrenos, prédios ou construções não alugados nem utilizados na produção ou destinados a revenda. obras de arte ou antiguidades não poderão ser depreciados. A quota de depreciação será determinada pela aplicação da taxa anual de depreciação, que será fixada em função do prazo que se espera utilização econômica do bem pelo contribuinte, publicado periodicamente pela SRF. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 28

15 Depreciação do Ativo Imobilizado A quota anual será ajustada proporcionalmente para período de apuração com duração inferior a 12 meses, aquisição ou baixa durante o período. No caso de dúvidas quanto à taxa anual: Perícia do INT ou outra entidade oficial de pesquisa científica ou tecnológica. Para bens usados a taxa de depreciação será fixada tendo em vista o maior dos seguintes prazos: 1. Metade da vida útil admissível para o bem novo ou 2. Restante da vida útil, considerada em relação à primeira instalação Os bens depreciáveis da atividade rural poderão ser depreciados integralmente no próprio ano de aquisição (MP /99). Despesas com Pesquisas serão consideradas Despesas Operacionais, exceto os investimentos em terrenos e equipamentos para estas pesquisas. Casos especiais: ver decreto 3000/99. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 29 Depreciação do Ativo Imobilizado Linear d VC d = Co / n n n d = Cota de depreciação Co = Custo original do ativo n = Vida contábil T = taxa anual de depreciação T = 100 / n 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 30

16 Depreciação do Ativo Imobilizado Exemplo 1 Página 5.9 Determinada empresa estuda a possibilidade de aquisição de uma máquina automática de processamento de dados (um computador?), no valor de $ ,00. Se esta empresa utiliza o método de depreciação linear, pergunta-se: a. Qual a quota de depreciação linear? b. Qual o valor contábil no sexto ano de utilização? c. Qual o lucro ou prejuízo contábil se a maquina for vendida por $15.000,00 no terceiro ano de utilização? d. Quais seriam os registros contábeis no segundo ano de utilização? 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 31 Depreciação do Ativo Imobilizado Exemplo 1 Máquina automática de processamento de dados: $ a. Depreciação =? d = * 0,2 = b. VC6 =? d6 = * 5 = VC6 = zero 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 32

17 Depreciação do Ativo Imobilizado c. Lucro ou Prejuízo no terceiro ano. Venda = d3 = *3 = VC3 = = Prejuízo = d. Registros Contábeis ano 2 d2 = * 2 = VC2 = = /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 33 Depreciação e Imposto de Renda Exemplo 2 Página 5.9 O valor de aquisição de um imóvel é R$ , incluindo o valor do terreno de R$ Pede-se: a. Quota de depreciação contábil b. Vida Contábil c. Depreciação acumulada décimo ano d. Valor Contábil após 10 anos e. Lucro ou prejuízo para venda por R$ ano 10 f. Lucro ou prejuízo para venda por R$ ano 30 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 34

18 Depreciação e Imposto de Renda Custo inicial de um imóvel: R$ Valor do terreno, incluso: R$ a. Quota de depreciação contábil d= * 4% = b. Vida Contábil n = 100 / 4 = 25 anos 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 35 Depreciação e Imposto de Renda C. Depreciação acumulada décimo ano D10 = * 10 = d. Valor Contábil após 10 anos VC = = e. Lucro ou prejuízo para venda por R$ no = f. Lucro ou prejuízo para venda por R$ ano 30 Lucro = = /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 36

19 Influência do IRPJ e CSLL 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 37 Influência do Imposto de Renda Antes do IR: Depois do IR: n TIR > TMA n TIR < TMA IRPJ no Brasil: 15% sobre lucro tributável + 10% sobre lucro que excede a R$ /ano Contribuição Social: 9 % sobre Lucro tributável 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 38

20 Influência do Imposto de Renda Exemplo: Lucro = IRPJ = 15% de = % de = IRPJ Total = Contrib. Social = 9% de = IRPJ + CSL = ou 31,6 % 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 39 Influência do Imposto de Renda Aspectos importantes da legislação: A base de cálculo é o lucro real ou lucro presumido Os períodos de apuração são trimestrais, encerrados em 31/03, 30/06, 30/09 e 31/12 de cada ano. Lucro real: apurado de acordo registros contábeis e fiscais. Obrigatório para empresas com receita superior a R$ 48 milhões anuais. Lucro presumido: simplificação do lucro real. A base de cálculo é de 8% sobre a receita bruta. Exceções: 1,6% p/ comércio de derivados de petróleo; 16% p/ serviços de transporte; 32% p/ serviços em geral. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 40

21 Influência do Imposto de Renda Exemplo Página 5.11 Um investimento de $ ,00 em um equipamento proporcionará redução nos desembolsos anuais de $ ,00. A vida econômica do equipamento é de 5 anos, após a qual o equipamento será vendido por $ 7.000,00. Considerando que a taxa máxima de depreciação para este tipo de equipamento é de 15 % e que a empresa utiliza o método linear, calcular a taxa interna de retorno (TIR) do investimento antes e após o imposto de renda. A alíquota de imposto de renda é de 35%. A taxa mínima de atratividade da empresa, após os impostos é de 18 % ao ano. Pergunta-se: Qual a TIR do investimento antes dos impostos? O investimento é viável após os impostos? Qual a TIR do investimento após os impostos se o equipamento operar em condições que lhe permita taxa máxima de depreciação de 50%. Avalie a variação da rentabilidade devido à alteração da taxa máxima de depreciação. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 41 Influência do Imposto de Renda Análise antes do IR: n TIR = 23,76 % Viável 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 42

22 Influência do Imposto de Renda Análise antes do IR: n TIR= 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 43 Influência do Imposto de Renda Análise antes do IR: n Fluxo de Caixa antes IRPJ/CSLL TIR= 23,76% 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 44

23 Influência do Imposto de Renda Fluxos do Projeto Ano Redução nos custos - Depreciação Lucro Antes IRPJ/CSLL Adicional - IRPJ / CSLL Lucro Líquido Adicional + Depreciação - Investimentos + Valor Residual depois de tributos Fluxo de Caixa após IRPJ/CSLL 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 45 Influência do Imposto de Renda Fluxos do Projeto Ano Redução nos custos Depreciação Lucro Antes IRPJ/CSLL Adicional - IRPJ / CSLL Lucro Líquido Adicional + Depreciação - Investimentos + Valor Residual depois de tributos Fluxo de Caixa após IRPJ/CSLL 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 46

24 Influência do Imposto de Renda Fluxos do Projeto Ano Redução nos custos Depreciação Lucro Antes IRPJ/CSLL Adicional - IRPJ / CSLL Lucro Líquido Adicional + Depreciação - Investimentos + Valor Residual depois de tributos Fluxo de Caixa após IRPJ/CSLL 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 47 Influência do Imposto de Renda Fluxos do Projeto Ano Redução nos custos Depreciação Lucro Antes IRPJ/CSLL Adicional IRPJ / CSLL Lucro Líquido Adicional + Depreciação - Investimentos + Valor Residual depois de tributos Fluxo de Caixa após IRPJ/CSLL 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 48

25 Influência do Imposto de Renda Fluxos do Projeto Ano Redução nos custos Depreciação Lucro Antes IRPJ/CSLL Adicional IRPJ / CSLL Lucro Líquido Adicional + Depreciação - Investimentos + Valor Residual depois de tributos Fluxo de Caixa após IRPJ/CSLL 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 49 Influência do Imposto de Renda Fluxos do Projeto Ano Redução nos custos Depreciação Lucro Antes IRPJ/CSLL Adicional IRPJ / CSLL Lucro Líquido Adicional Depreciação - Investimentos + Valor Residual depois de tributos Fluxo de Caixa após IRPJ/CSLL 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 50

26 Influência do Imposto de Renda Fluxos do Projeto Ano Redução nos custos Depreciação Lucro Antes IRPJ/CSLL Adicional IRPJ / CSLL Lucro Líquido Adicional Depreciação Investimentos + Valor Residual depois de tributos Fluxo de Caixa após IRPJ/CSLL 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 51 Influência do Imposto de Renda Fluxos do Projeto Ano Redução nos custos Depreciação Lucro Antes IRPJ/CSLL Adicional IRPJ / CSLL Lucro Líquido Adicional Depreciação Investimentos Valor Residual depois de tributos Fluxo de Caixa após IRPJ/CSLL 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 52

27 Influência do Imposto de Renda Dica - para calcular o valor residual depois dos tributos deve-se: 1. Calcular a depreciação acumulada até a data prevista para venda do ativo; 2. Calcular o Valor contábil, deduzindo a depreciação acumulada do Valor de aquisição; 3. Calcular o resultado da venda do ativo, conhecido como ganho de capital; 4. Calcular os tributos sobre o ganho de capital (IRPJ e CSLL); 5. Calcular o valor residual depois dos tributos. Ganho de Capital Depreciação acumulada Valor contábil no último ano Resultado da venda do ativo Tributos sobre venda ativo x % de /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 53 Influência do Imposto de Renda Fluxos do Projeto Ano Redução nos custos Depreciação Lucro Antes IRPJ/CSLL Adicional IRPJ / CSLL Lucro Líquido Adicional Depreciação Investimentos Valor Residual depois de tributos 7175 Fluxo de Caixa após IRPJ/CSLL 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 54

28 Influência do Imposto de Renda Fluxos do Projeto Ano Redução nos custos Depreciação Lucro Antes IRPJ/CSLL Adicional IRPJ / CSLL Lucro Líquido Adicional Depreciação Investimentos Valor Residual depois de tributos 7175 Fluxo de Caixa após IRPJ/CSLL Ganho de Capital Depreciação acumulada Valor contábil no último ano Resultado da venda do ativo Tributos sobre venda ativo x % de /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 55 Influência do Imposto de Renda Fluxos do Projeto Ano Redução nos custos Depreciação Lucro Antes IRPJ/CSLL Adicional IRPJ / CSLL Lucro Líquido TMA: Adicional % Depreciação Investimentos VNegócio = Valor Residual depois de tributos 7175 Fluxo de Caixa após IRPJ/CSLL VPL = (1.612) TIR = 15,81% Obs.: A TIR antes do IR era 23,76 % 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 56

29 Influência do Imposto de Renda Influência do IR: T = 50 % Fluxos do Projeto Ano Redução nos custos - Depreciação Lucro Antes IRPJ/CSLL Adicional - IRPJ / CSLL Lucro Líquido Adicional + Depreciação - Investimentos + Valor Residual depois de tributos Fluxo de Caixa após IRPJ/CSLL 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 57 Influência do Imposto de Renda Influência do IR: T = 50 % Fluxos do Projeto Ano Redução nos custos Depreciação Lucro Antes IRPJ/CSLL Adicional IRPJ / CSLL Lucro Líquido Adicional Depreciação Investimentos Valor Residual depois de tributos 4550 Fluxo de Caixa após IRPJ/CSLL Ganho de Capital Depreciação acumulada Valor contábil no último ano 0 Resultado da venda do ativo 7000 Tributos sobre venda ativo x % de /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 58

30 Influência do Imposto de Renda Fluxos do Projeto Ano Redução nos custos Depreciação Lucro Antes IRPJ/CSLL Adicional IRPJ / CSLL Lucro Líquido Adicional Depreciação TMA: 18% - Investimentos Valor Residual depois de tributos 4550 Fluxo de Caixa VNegócio após IRPJ/CSLL = VPL = 535 TIR = 18,84% 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 59 Influência do Imposto de Renda Exemplo extra 01 Pretende-se adquirir, em uma indústria, um guindaste de 8 toneladas. O custo de aquisição é de $ ,00, e permitirá reduzir despesas de $ ,00. Espera-se que a vida econômica do equipamento atinja 10 anos, após a qual não terá valor de mercado. Considerando uma TMA de 16% ao ano e a taxa de imposto de renda de 35%, analise a viabilidade da aquisição. Considerar uma taxa de depreciação de 25% ao ano. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 60

31 Influência do Imposto de Renda Exemplo extra Dados: Investimento= Redução nos custos= Valor residual de venda= TMA= 16% Taxa de depreciação= 25% Alíquota de IRPJ/CSLL= 35% Fluxos do Projeto Ano Redução nos custos - Depreciação Lucro Antes IRPJ/CSLL Adicional - IRPJ / CSLL Lucro Líquido Adicional + Depreciação - Investimentos + Valor Residual após tributos Fluxo de Caixa após IRPJ/CSLL TMA: 16% Vnegócio= VPL= TIR= 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 61 Influência do Imposto de Renda Exemplo extra Fluxos do Projeto Ano Redução nos custos Depreciação Lucro Antes IRPJ/CSLL Adicional IRPJ / CSLL Lucro Líquido Adicional Depreciação Investimentos Valor Residual após tributos Fluxo de Caixa após IRPJ/CSLL TMA: 16% VNegócio= VPL= TIR= 12,01% 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 62

32 Influência do Imposto de Renda Exemplo extra 02 Visando avaliar a melhor alternativa entre adquirir ou fazer o leasing de equipamentos, a UDT (divisão de transportes da USIMINAS) solicitou um estudo à UDE (divisão de engenharia industrial) no sentido de tomar a decisão mais viável para a empresa. Entre estes equipamentos está o guindaste telescópico de 13 ton. Para o qual foram coletados os seguintes dados: 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 63 Influência do Imposto de Renda Exemplo extra 02 Custo de aquisição: $ ,00 Valor de mercado após 5 anos $ ,00 Horizonte de planejamento 5 anos Custos mensais de operação e manutenção: $9.092 Taxa mínima de atratividade da USIMINAS: 18% ao ano Valor do aluguel: $218,00 por hora 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 64

33 Influência do Imposto de Renda Exemplo extra 02 Pergunta-se: 1. Qual o melhor, alugar ou comprar? 2. Faça suas considerações sobre um ponto de equilíbrio entre a compra e o aluguel. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 65 Influência do Imposto de Renda Exemplo extra 02 Dados: Investimento= ,00 Valor residual de venda= ,00 TMA= 18% Taxa de depreciação= 15% Alíquota de IRPJ/CSLL= 35% Custos mensais oper/manut = 9.092,00 Valor do leasing = 218,00 Média de uso mensal = 200 horas Franquia = 150 horas Fluxos do Projeto Ano Redução nos custos - Depreciação Lucro Antes IRPJ/CSLL Adicional - IRPJ / CSLL Lucro Líquido Adicional + Depreciação - Investimentos + Valor Residual após tributos Fluxo de Caixa após IRPJ/CSLL TMA: 18% Vnegócio= VPL= TIR= 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 66

34 Influência do Imposto de Renda Exemplo extra 02 Fluxos do Projeto Ano Redução nos custos , , , , ,00 - Depreciação , , , , ,00 Lucro Antes IRPJ/CSLL Adicional , , , , ,00 - IRPJ / CSLL , , , , ,60 Lucro Líquido Adicional , , , , ,40 + Depreciação , , , , ,00 - Investimentos ,00 + Valor Residual após tributos ,00 Fluxo de Caixa após IRPJ/CSLL , , , , , ,40 TMA: 18% Vnegócio= VPL= TIR= 27,91% Ganho de Capital Depreciação acumulada Valor contábil no último ano Resultado da venda do ativo Tributos sobre venda ativo , , , ,00 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 67 Influência do Imposto de Renda Caso da empresa de eletrônica pag A empresa de eletrônica SRS desenvolve um novo tipo de placa eletrônica em SMD e avalia a possibilidade de iniciar sua produção. A nova forma de produção, com o uso de um robô, agiliza e reduz o custo de produção. A intenção é instalar esta nova linha de produção em sua fábrica no Sul de Minas. Os dados são os seguintes: Investimentos fixos adicionais para instalar parte da fábrica em Curitiba (Robô: , Máquina solda: , Computadores, Bancadas e outros: ): R$ ,00 Investimento em Capital de Giro (principalmente estoques): R$ ,00 Produção e venda das placas: 500 placas por dia em 360 dias no ano Preço da placa R$ 4,10 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 68

35 Influência do Imposto de Renda Custos fixos (Aluguel, Mão de obra, encargos, etc.): R$ ,00 por ano Custos variáveis (Componentes, base, etc.): R$ 0,90 por placa Despesas (administrativas, vendas): R$ ,00 ICMS: 18% IRPJ + CSLL = 35% Taxa de depreciação sobre os equipamentos: 10% por ano A Empresa tem garantias de compra das placas durante os próximos 10 anos, no final dos quais os investimentos fixos terão um valor residual de venda de R$ ,00. A taxa mínima de atratividade da empresa é de 18% ao ano. Avalie a viabilidade do projeto 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 69 Influência do Imposto de Renda Projeção da Demonstração de Resultados e Fluxo de caixa do Empreendimento (Fluxo de Caixa Livre) Ano Receita Bruta de Vendas - Impostos Proporcionais Receita Líquida de Vendas - Custos Fixos - Custos Variáveis Lucro Bruto - Despesas Fixas - Despesas Variáveis - Depreciação Lucro Antes Juros e Imp. (EBIT) - Despesas Financeiras (Juros) Lucro Antes Tributos - IRPJ / CSLL Lucro Líquido + Depreciação - Amortização dívidas - Investimentos (CAPEX) - Capital de Giro Adicional + Liberação Financiamento Valor Residual Fluxo de Caixa Taxa Mínima de Atratividade: 18% Valor do Negócio= VPL= TIR= 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 70

36 Influência do Imposto de Renda Projeção da Demonstração de Resultados e Fluxo de caixa do Empreendimento (Fluxo de Caixa Livre) Ano Receita Bruta de Vendas , , , , , , , , , ,00 - Impostos Proporcionais , , , , , , , , , ,00 Receita Líquida de Vendas , , , , , , , , , ,00 - Custos Fixos , , , , , , , , , ,00 - Custos Variáveis , , , , , , , , , ,00 Lucro Bruto , , , , , , , , , ,00 - Despesas Fixas , , , , , , , , , ,00 - Despesas Variáveis - Depreciação , , , , , , , , , ,00 Taxa Mínima de Atratividade: 18% Lucro Antes Juros e Imp. (EBIT) , , , , , , , , , ,00 - Despesas Financeiras (Juros) Valor do Negócio= R$ ,24 Lucro Antes Tributos , , , , , , , , , ,00 - IRPJ / CSLL , , , , , , , , , ,00 VPL= R$ ,24 Lucro Líquido , , , , , , , , , ,00 + Depreciação , , , , , , , , , ,00 TIR= 24,73% - Amortização dívidas - Investimentos (CAPEX) ,00 - Capital de Giro Adicional ,00 + Liberação Financiamento Valor Residual ,00 Fluxo de Caixa , , , , , , , , , , ,00 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 71 Sistemas de Financiamento 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 72

37 Será que dever é sempre ruim? 130 i = 30% i empr. = 10% empréstimo /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 73 Será que dever é sempre ruim? Nem sempre! i empr. = 10% i = 50% 50 Originalmente i = 30% 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 74

38 Financiamentos Se recursos próprios não são suficientes, as empresas devem recorrer a empréstimos para realizarem seus investimentos. O valor do empréstimo (principal) tem de ser devolvido acrescido dos juros. A forma da devolução do principal e mais os juros, chama-se sistema de amortização. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 75 Financiamentos Uma das razões de se estudar amortização de dívidas é de se obter respostas as seguintes perguntas: 1. Qual o estado da dívida? 2. Quanto já foi amortizado? 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 76

39 Financiamento Financiamentos n Prestações Investimento 0 A TIR será maior se 1a taxa 2de juros 3 for menor n que a TIR do projeto Capital próprio 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 77 Financiamentos (Sistema Price) Também conhecido como Sistema Price ou Sistema de Prestação Constante é muito utilizado nas compras de prazos menores e no crédito direto ao consumidor. Neste sistema as prestações são constantes, ou seja, correspondem a uma série uniforme PGTO. A parcela de juros decresce com o tempo, ao passo que a parcela de amortização aumenta com o tempo. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 78

40 Financiamentos (Sistema Price) P juros amortização pk = jk + ak jk = i. SDk -1 Prestação Onde: p k : Prestação no período k; j k : Juros no período k; a k : Amortização no período k; i: Taxa de Juros; SD k : Saldo Devedor no período k. SDk = SDk -1 -ak prestação = PGTO 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 79 Financiamentos (Sistema Price) Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) 0 P o = P 1 P 1 = P o -a 1 p = PGTO a 1 = p - j 1 j 1 = i P o 2 P 2 = P 1 -a 2 p a 2 = p - j 2 j 2 = i P 1... k P k = P k-1 -a k = 0 p a k = p - j k j k = i P k-1 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 80

41 Financiamentos (Sistema Price) Exemplo pag P = ; TJLP (10%) mais 5% = 15%aa; n = 5 Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 81 Financiamentos (Sistema Price) Exemplo P = ; i = 15 % aa; n = 5 PGTO Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) , , , , ,56 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 82

42 Financiamentos (Sistema Price) Exemplo P = ; i = 15 % aa; n = 5 jk = i. SDk -1 Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) , , , , ,56 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 83 Financiamentos (Sistema Price) Exemplo P = ; i = 15 % aa; n = 5 pk = jk + ak Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) , , , , , ,56 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 84

43 Financiamentos (Sistema Price) Exemplo P = ; i = 15 % aa; n = 5 SD k = SD k -1 -a k Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) , , , , , , ,56 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 85 Financiamentos (Sistema Price) Exemplo P = ; i = 15 % aa; n = 5 Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) , , , , , , ,56 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 86

44 Financiamentos (Sistema Price) Exemplo P = ; i = 15 % aa; n = 5 Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) , , , , , , , , , ,56 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 87 Financiamentos (Sistema Price) Exemplo P = ; i = 15 % aa; n = 5 Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) , , , , , , , , , , , , , , , , , ,07 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 88

45 Financiamentos (Sistema de Amortizações Constantes ) É o sistema normalmente utilizado para financiamentos de longo prazo. Neste sistema as amortizações são constantes. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 89 P Financiamentos (Sistema de Amortizações Constantes ) pk = jk + ak amortização jk = i. SDk -1 juros SDk = SDk -1 -ak Onde: Prestação p k : Prestação no período k; j k : Juros no período k; a k : Amortização no período k; a = P / n i: Taxa de Juros; SD k : Saldo Devedor no período k. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 90

46 Financiamentos (Sistema de Amortizações Constantes ) Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) 0 P 1 P - P/n P/n + i P P/n ip 2 P - 2P/n P/n + i P - ip/n P/n ip - ip/n k P - kp/n P/n+iP-(k- 1)iP/n P/n ip -(k -1)iP/n 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 91 Financiamentos (Sistema de Amortizações Constantes ) Exemplo pag P = ; i = 15 % aa; n = 5 Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 92

47 Financiamentos (Sistema de Amortizações Constantes ) Exemplo P = ; i = 15 % aa; n = 5 a = P / n Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 93 Financiamentos (Sistema de Amortizações Constantes ) Exemplo P = ; i = 15 % aa; n = 5 SDk = SDk -1 -ak jk = i. SDk -1 Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 94

48 Financiamentos (Sistema de Amortizações Constantes ) Exemplo P = ; i = 15 % aa; n = 5 pk = jk + ak Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 95 Financiamentos (Sistema com carência) A concessão de um período de carência é muito utilizada pelas instituições financeiras. Durante o período de carência paga-se somente juros e o principal permanece inalterado, ou ainda, não se paga juros e estes são capitalizados acrescendo o principal. Se, no exemplo anterior, fosse concedido dois meses de carência, a tabela financeira do financiamento ficaria como se vê a seguir. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 96

49 Financiamentos (Sistema SAC com carência) Carência de 2 anos 3 anos de amortização P = i = 15% n = 3 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 97 Financiamentos (Sistema Price com carência) P = ; i = 15 % aa; n = 3; 2 anos de carência Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 98

50 Financiamentos (Sistema Price com carência) P = ; i = 15 % aa; n = 3; 2 anos de carência; com pagamento de juros Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 99 Financiamentos (Sistema Price com carência) P = ; i = 15 % aa; n = 3; 2 anos de carência; com pagamento de juros Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) , , , , , , , , , ,74 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 100

51 Financiamentos (Sistema Price com carência) P = ; i = 15 % aa; n = 3; 2 anos de carência; sem pagamento de juros Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 101 Financiamentos (Sistema Price com carência) P = ; i = 15 % aa; n = 3; 2 anos de carência; sem pagamento de juros Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) , , , , , , , , , , ,10 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 102

52 Financiamentos (Sistema SAC com carência) P = ; i = 15 % aa; n = 3; 2 anos de carência; com pagamento de juros Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 103 Financiamentos (Sistema SAC com carência) P = ; i = 15 % aa; n = 3; 2 anos de carência; com pagamento de juros Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) , , , , , , , , /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 104

53 Financiamentos (Sistema SAC com carência) P = ; i = 15 % aa; n = 3; 2 anos de carência; sem pagamento de juros Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 105 Financiamentos (Sistema SAC com carência) P = ; i = 15 % aa; n = 3; 2 anos de carência; sem pagamento de juros Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) , , , , , , , , , ,50 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 106

54 Comparação entre os sistemas Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) SPC , , , , , , , , , , , , , , , , , ,07 Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) SAC /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 107 Fazer o exercício extra Para uma dívida de R$50.000,00, uma taxa de juros de 10% ao período e um plano de 5 prestações construa um quadro de amortizações pelo sistema: a) PRICE; b) SAC; c) SAC com um período de carência. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 108

55 Financiamentos (Sistema Price) P = 50000; i = 10 %; n = 5 Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) , , , , , , , , , , , , , , , , , ,08 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 109 Período (k) Financiamentos (Sistema de Amortizações Constantes ) P = 50000; i = 10 %; n = 5 0 Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 110

56 Financiamentos (Sistema SAC com carência) Período (k) Saldo devedor (SD k ) Prestação (p k ) Amortização (a k ) Juros (j k ) /04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 111 Financiamentos (Outros sistemas) O Sistema Americano: Neste sistema paga-se apenas os juros e o principal é devolvido ao final do empréstimo. Sistema de Pagamento Único: É muito utilizado para financiamentos industriais de capital de giro. Paga-se, neste caso, juros e principal no final do empréstimo. Nada mais do que achar F dado P. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 112

57 Financiamentos (Outros sistemas) Pagamento antecipado: Aqui os juros são cobrados antecipadamente e o principal é devolvido ao final do empréstimo. É uma forma conhecida de aumentar a taxa de juros efetiva cobrada por uma instituição financeira. Decididamente este não é um sistema correto sob o ponto de vista da matemática financeira. Para que um sistema seja correto o valor presente das prestações, descontado à taxa de juros do financiamento, deve ser igual ao principal. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 113 Avaliação de projetos e Negócios considerando impostos e financiamentos 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 114

58 Elemento importante que faz parte do Projeto Final Fluxo de caixa e sua análise 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 115 Fluxo de caixa entradas (receitas) valor residual ( + ) n vida do projeto ( - ) investimento saídas (despesas operacionais, manutenção, etc..) 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 116

59 Análise da Viabilidade Econômica de Um Projeto Industrial É necessário, portanto, um correto levantamento dos custos e das receitas adicionais decorrentes do investimento. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 117 Terminologia Gastos: Custo Investimento Despesa 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 118

60 Investimentos Fixo Terrenos Construções civis Equipamentos nacionais e importados Instalações Veículos Móveis Giro Disponibilidades Estoques de matérias-primas, prod. Elaboração, acabados Recursos para sustentar vendas a prazo 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 119 Investimentos Valor Residual Cap. Giro Valor Residual I. Fixo Investimento Fixo Capital De Giro 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 120

61 Análise da Viabilidade Econômica de Um Projeto Industrial Custos de Produção Variáveis: Fixos: MP, Embalagens, Materiais Auxiliares Fretes, MOD, Energia Elétrica, Água Industrial, Combustível MOI, Manutenção, Seguros, Demanda de Energia Elétrica, Despesas de Aluguel Relativos à Fabricação 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 121 Análise da Viabilidade Econômica de Um Projeto Industrial Despesas Gerais Variáveis: Fixas: Vendas (comissão de vendedores), Despesas Financeiras desc. de duplicatas. Despesas Administrativas Impostos Fixos (IPTU, taxas diversas) 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 122

62 Análise da Viabilidade Econômica de Um Projeto Industrial Outras Despesas e Desembolsos: Depreciação Contábil Despesas Financeiras Amortização de Financiamentos Impostos Proporcionais Imposto de Renda 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 123 Análise da Viabilidade Econômica de Um Projeto Industrial Fluxo de caixa do empreendimento Financiamento 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 124

63 Análise da Viabilidade Econômica de Um Projeto Industrial Fluxo de caixa do acionista Capital Próprio 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 125 Quadros comuns em um projeto 1. Programa de vendas; 2. Custos Operacionais; 3. Capital de giro; 4. Investimentos; 5. Depreciação; 6. Quadro de Financiamento. 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 126

64 Análise da Viabilidade Econômica de Um Projeto Industrial Aplicação pag. 5.20: Fábrica de cimento IR = 35% Produção anual: 400 ton. / ano Preço: $ / ton Custo variável de prod. $ / ton Custo fixo de prod. $ / ano Despesas variáveis $ / ton Despesas fixas $ / ano Investimento Fixo $ Capital de Giro $ Taxa de depreciação 10 % Parcela financiada 50 % Taxa de juros 10 % ao ano Amortização: 7 anos (SAC com 2 anos car.) Valor residual inv. fixo $ Vida útil: 10 anos Primeiro ano: 70% da capacidade ICMS 17% da receita bruta 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 127 Fluxo financeiro do empreendimento Em $ Descrição Receita Bruta (-) Impostos Prop. Receita Líquida Custo Var. Prod. Custo Fixo Prod. Lucro Bruto Desp. Ger. Var. Desp. Ger. Fixas Depreciação Lucro Antes Juros e Imp. (EBIT) Despesas Finan. Lucro Antes IR IR/Contrib. Social Lucro Líq. Após IR (+) Depreciação (-) Amortização (-) Investimento Capital (CAPEX) (-) Capital de Giro adicional (+)Liber. Financiam. (+) Valor Residual Fluxo de Caixa Empreendimento 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 128

65 Fluxo financeiro do acionista Em $ Descrição Receita Bruta (-) Impostos Prop. Receita Líquida Custo Var. Prod. Custo Fixo Prod. Lucro Bruto Desp. Ger. Var. Desp. Ger. Fixas Depreciação Lucro Antes Juros e Imp. (EBIT) Despesas Finan. Lucro Antes IR IR/Contrib. Social Lucro Líq. Após IR (+) Depreciação (-) Amortização (-) Investimento Capital (CAPEX) (-) Capital de Giro adicional (+)Liber. Financiam. (+) Valor Residual Fluxo de Caixa Empreendimento 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 129 Análise da Viabilidade Econômica do empreendimento Fluxo de caixa do empreendimento 24/04/2013 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 130

SUMÁRIO. Prof. Edson de Oliveira Pamplona http://www.iepg.unifei.edu.br/edson. www.iepg.unifei.edu.br/edson. Universidade Federal de Itajubá

SUMÁRIO. Prof. Edson de Oliveira Pamplona http://www.iepg.unifei.edu.br/edson. www.iepg.unifei.edu.br/edson. Universidade Federal de Itajubá 1 www.iepg.unifei.edu.br/edson Avaliação de Projetos e Negócios Prof. Edson de Oliveira Pamplona http://www.iepg.unifei.edu.br/edson 2011 SUMÁRIO 1. Introdução 2. Matemática Financeira 3. Análise de Alternativas

Leia mais

4a. Depreciação do Ativo Imobilizado

4a. Depreciação do Ativo Imobilizado 4a. Depreciação do Ativo Imobilizado 4a. Depreciação do Ativo Imobilizado Balanço Patrimonial: ATIVO PASSIVO Circulante Circulante Realiz. Longo Prazo Exigível a Longo Prazo Permanente Patrimônio Líquido

Leia mais

7. Análise da Viabilidade Econômica de Projetos

7. Análise da Viabilidade Econômica de Projetos 7. Análise da Viabilidade Econômica de Projetos Exemplos de Aplicação de Projetos Cálculo do Valor de um Negócio ou Empresa; Avaliar Viabilidade de Projetos; Projetos para solicitação de Financiamentos.

Leia mais

Avaliação de Projetos e

Avaliação de Projetos e www.iem.efei.br/edson Avaliação de Projetos e Negócios Prof. Edson de Oliveira Pamplona http://www.iem.efei.br/edson 26 Introdução Para avaliação de Projetos e Negócios é necessário: Projetar Demonstração

Leia mais

CAP. 4b INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA

CAP. 4b INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA CAP. b INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA A influência do Imposto de renda Do ponto de vista de um indivíduo ou de uma empresa, o que realmente importa, quando de uma Análise de investimentos, é o que se ganha

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. Prof. Mário Leitão

ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. Prof. Mário Leitão ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Mário Leitão Estrutura das Demonstrações Financeiras A análise das demonstrações financeiras exige conhecimento do que representa cada conta que nela figura. Há

Leia mais

ANEXO II ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DE PROJETO TÉCNICO ECONÔMICO FINANCEIRO PARA PLEITOS DE INCENTIVO TRIBUTÁRIO

ANEXO II ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DE PROJETO TÉCNICO ECONÔMICO FINANCEIRO PARA PLEITOS DE INCENTIVO TRIBUTÁRIO ANEXO II ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DE PROJETO TÉCNICO ECONÔMICO FINANCEIRO PARA PLEITOS DE INCENTIVO TRIBUTÁRIO 1 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA 1.1. Razão Social: 1.2. Endereços: Fone: - Escritório - Fábrica 1.3.

Leia mais

Pessoal, ACE-TCU-2007 Auditoria Governamental - CESPE Resolução da Prova de Contabilidade Geral, Análise e Custos

Pessoal, ACE-TCU-2007 Auditoria Governamental - CESPE Resolução da Prova de Contabilidade Geral, Análise e Custos Pessoal, Hoje, disponibilizo a resolução da prova de Contabilidade Geral, de Análise das Demonstrações Contábeis e de Contabilidade de Custos do Concurso para o TCU realizado no último final de semana.

Leia mais

Logística Prof. Kleber dos Santos Ribeiro. Contabilidade. História. Contabilidade e Balanço Patrimonial

Logística Prof. Kleber dos Santos Ribeiro. Contabilidade. História. Contabilidade e Balanço Patrimonial Logística Prof. Kleber dos Santos Ribeiro Contabilidade e Balanço Patrimonial Contabilidade É a ciência teórica e prática que estuda os métodos de cálculo e registro da movimentação financeira e patrimônio

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

Prof. Carlos Barretto

Prof. Carlos Barretto Unidade IV CONTABILIDADE FINANCEIRA Prof. Carlos Barretto Objetivos gerais Capacitar os estudantes a adquirir conhecimentos necessários para o desenvolvimento das seguintes competências: consciência ética

Leia mais

Fornecedores. Fornecedores de Serviços (passivo. circulante) Salários e ordenados a pagar. Pró-labore (resultado) Caixa

Fornecedores. Fornecedores de Serviços (passivo. circulante) Salários e ordenados a pagar. Pró-labore (resultado) Caixa V Pagamento de fornecedores Retenção de IRF sobre serviços Retenção de IRF sobre salários Pró-labore Integralização de capital em dinheiro Integralização de capital em bens Depreciação ICMS sobre vendas

Leia mais

Contabilidade Básica Prof. Jackson Luis Oshiro joshiro@ibest.com.br Conceito Conta Nome dado aos componentes patrimoniais (bens, direitos, obrigações e Patrimônio Líquido) e aos elementos de resultado

Leia mais

PLANO DE CONTAS. - Plano 000001 FOLHA: 000001 0001 - INSTITUTO DE ELETROTÉCNICA E ENERGIA DA USP DATA: 18/08/2009 PERÍODO: 01/2007

PLANO DE CONTAS. - Plano 000001 FOLHA: 000001 0001 - INSTITUTO DE ELETROTÉCNICA E ENERGIA DA USP DATA: 18/08/2009 PERÍODO: 01/2007 PLANO DE S FOLHA: 000001 1 - ATIVO 1.1 - ATIVO CIRCULANTE 1.1.1 - DISPONÍVEL 1.1.1.01 - BENS NUMERÁRIOS 1.1.1.01.0001 - (0000000001) - CAIXA 1.1.1.02 - DEPÓSITOS BANCÁRIOS 1.1.1.02.0001 - (0000000002)

Leia mais

AVALIAÇÃO DE EMPRESAS

AVALIAÇÃO DE EMPRESAS 1 2 sem/11 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Prof. Alcides T. Lanzana 2 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Introdução Valuation Métodos de atribuição de valor à empresa 3 USOS DO VALUATION Compra e Venda Fusões e Incorporações

Leia mais

Os valores totais do Ativo e do Patrimônio Líquido são, respectivamente,

Os valores totais do Ativo e do Patrimônio Líquido são, respectivamente, Faculdade de Tecnologia SENAC Goiás Exercícios de Contabilidade Professora Niuza Adriane da Silva 1º A empresa XYZ adquire mercadorias para revenda, com promessa de pagamento em 3 parcelas iguais, sendo

Leia mais

WWW.aplicms.com.br Aula de Apuração do Resultado (ARE) Prof. Pedro A. Silva (67) 3382-9772

WWW.aplicms.com.br Aula de Apuração do Resultado (ARE) Prof. Pedro A. Silva (67) 3382-9772 WWW.aplicms.com.br Aula de Apuração do Resultado (ARE) Prof. Pedro A. Silva (67) 3382-9772 Receitas x Despesas Podemos conceituar receitas como todos os recursos, em princípio, provenientes da venda de

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS Mostra o fluxo de eventos ocorridos em um determinado período de tempo. Quanto a empresa lucrou no ano passado? BALANÇO PATRIMONIAL Fotografia

Leia mais

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero).

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero). 1. (SEFAZ-PI-2015) Uma empresa, sociedade de capital aberto, apurou lucro líquido de R$ 80.000.000,00 referente ao ano de 2013 e a seguinte distribuição foi realizada no final daquele ano: valor correspondente

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 03: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS TÓPICO 03: ORIGEM E EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA QUALIDADE A DRE tem por objetivo evidenciar a situação econômica de uma empresa,

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 6 Grupo de contas do Balanço Patrimonial

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 6 Grupo de contas do Balanço Patrimonial 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Grupo de contas do Balanço Patrimonial Tópicos do Estudo Grupo de Contas do Ativo. Ativo Circulante Realizável a Longo Prazo Permanente Grupo de Contas do Passivo.

Leia mais

UFSC CFM DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MTM 5152 MATEMÁTICA FINACEIRA II PROF. FERNANDO GUERRA. LISTA DE EXERCÍCIOS SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS

UFSC CFM DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MTM 5152 MATEMÁTICA FINACEIRA II PROF. FERNANDO GUERRA. LISTA DE EXERCÍCIOS SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS UFSC CFM DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MTM 5152 MATEMÁTICA FINACEIRA II PROF. FERNANDO GUERRA. 1 LISTA DE EXERCÍCIOS SISTEMAS DE AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS 1) Certo banco concede um financiamento de 80.000

Leia mais

Prova de Conhecimentos Específicos (valor: 10 pontos)

Prova de Conhecimentos Específicos (valor: 10 pontos) Prova de Conhecimentos Específicos (valor: 10 pontos) Leia, atentamente, as informações que se seguem. A ENERGÉTICA COMÉRCIO LTDA. é uma empresa atacadista do setor alimentício e encerra Exercício Social

Leia mais

Análise e Avaliação Financeira de Investimentos

Análise e Avaliação Financeira de Investimentos 1 Análise e Avaliação Financeira de Investimentos O objetivo desse tópico é apresentar uma das metodologias de análise e avaliação financeira de investimentos. A análise de investimentos depende do ramo

Leia mais

Importância dos Fluxos de Caixa na Avaliação Econômica

Importância dos Fluxos de Caixa na Avaliação Econômica Importância dos Fluxos de Caixa na Avaliação Econômica O fluxo de caixa resume as entradas e as saídas efetivas de dinheiro ao longo do horizonte de planejamento do projeto, permitindo conhecer sua rentabilidade

Leia mais

1.1.2.07.001 Empréstimos a empregados 1.1.2.07.002 Empréstimos a terceiros 1.1.2.08 Tributos a Compensar 1.1.2.08.001 IR Retido na Fonte a Compensar

1.1.2.07.001 Empréstimos a empregados 1.1.2.07.002 Empréstimos a terceiros 1.1.2.08 Tributos a Compensar 1.1.2.08.001 IR Retido na Fonte a Compensar A seguir um modelo de Plano de Contas que poderá ser utilizado por empresas comerciais, industriais e prestadoras de serviços, com as devidas adaptações: 1 Ativo 1.1 Ativo Circulante 1.1.1 Disponível 1.1.1.01

Leia mais

11 MODELO DE PLANO DE CONTAS

11 MODELO DE PLANO DE CONTAS 11 MODELO DE PLANO DE CONTAS Apresentamos a seguir uma sugestão de plano de contas, para as empresas de construção civil, utilizável também por aquelas que trabalham com obras por empreitada MODELO DE

Leia mais

prestação. Resp. $93.750,00 e $5.625,00.

prestação. Resp. $93.750,00 e $5.625,00. UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA DISCIPLINA MAT191 - MATEMÁTICA FINANCEIRA PROFESSORES: ENALDO VERGASTA, GLÓRIA MÁRCIA, JODÁLIA ARLEGO LISTA 3 1) Um bem é vendido a vista por $318.000,00

Leia mais

ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL

ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL Introdução Já sabemos que o Patrimônio é objeto da contabilidade, na qual representa o conjunto de bens, diretos e obrigações. Esta definição é muito importante estar claro

Leia mais

Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral

Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral 1. Em relação ao princípio contábil da Competência, é correto afirmar que (A) o reconhecimento de despesas deve ser efetuado quando houver o efetivo desembolso financeiro

Leia mais

Lista de Exercícios 1

Lista de Exercícios 1 Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Elétrica Disciplina de Engenharia Econômica TE142 2º Semestre de 2011 Professor James Alexandre Baraniuk Lista de Exercícios 1 1. Um jovem de 20 anos

Leia mais

Centro de Ciências Empresariais e Sociais Aplicadas CCESA. Bacharelado em Ciências Contábeis CONTABILIDADE GERAL. Profª. Cristiane Yoshimura

Centro de Ciências Empresariais e Sociais Aplicadas CCESA. Bacharelado em Ciências Contábeis CONTABILIDADE GERAL. Profª. Cristiane Yoshimura Centro de Ciências Empresariais e Sociais Aplicadas CCESA Bacharelado em Ciências Contábeis CONTABILIDADE GERAL Profª. Cristiane Yoshimura 2013 CONTABILIZAÇÃO DAS CONTAS PATRIMONIAIS DÉBITO E CRÉDITO RAZONETE

Leia mais

Aula Nº 9 Depreciação Conceitos e Métodos

Aula Nº 9 Depreciação Conceitos e Métodos Aula Nº 9 Depreciação Conceitos e Métodos Objetivos da aula: Esta aula tem por objetivo apresentar conceitos de Ativo Imobilizado, Depreciação, Amortização e Exaustão e os métodos de depreciação para calcular

Leia mais

Light Serviços de Eletricidade S.A. Demonstrações contábeis regulatórias referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013

Light Serviços de Eletricidade S.A. Demonstrações contábeis regulatórias referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013 Light Serviços de Eletricidade S.A. Demonstrações contábeis regulatórias referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013 Balanços Patrimoniais Regulatório e Societário Nota Societário Ajustes CPCs

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis 12.1. Introdução O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria da empresa deve elaborar, com base na escrituração mercantil, as

Leia mais

4 Fatos Contábeis que Afetam a Situação Líquida: Receitas, Custos, Despesas, Encargos, Perdas e Provisões, 66

4 Fatos Contábeis que Afetam a Situação Líquida: Receitas, Custos, Despesas, Encargos, Perdas e Provisões, 66 Apresentação Parte I - CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE, 1 1 Introdução ao Estudo da Ciência Contábil, 3 1 Conceito, 3 2 Objeto, 3 3 Finalidade, 4 4 Técnicas contábeis, 4 5 Campo de aplicação, 5

Leia mais

Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium. Séries Uniformes de Pagamento

Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium. Séries Uniformes de Pagamento Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium Disciplina: Matemática Financeira I Prof.: Marcos José Ardenghi Séries Uniformes de Pagamento As séries uniformes de pagamentos, anuidades ou rendas são

Leia mais

CONTABILIDADE. Conceito. Campo de Aplicação. Instrumento informações úteis tomada de decisões

CONTABILIDADE. Conceito. Campo de Aplicação. Instrumento informações úteis tomada de decisões Conceito Instrumento informações úteis tomada de decisões Campo de Aplicação Comércio - Indústria - Entidades Públicas - Hospitais Agropecuárias - Seguradoras - etc. Finalidade da Contabilidade Controle

Leia mais

Contabilidade Financeira e Gerencial. Conceitos Básicos: bens, direitos e balanço patrimonial

Contabilidade Financeira e Gerencial. Conceitos Básicos: bens, direitos e balanço patrimonial Contabilidade Financeira e Gerencial Conceitos Básicos: bens, direitos e balanço patrimonial Demonstração de Resultados A DRE é a apresentação, em forma resumida, das operações realizadas pela empresa,

Leia mais

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL 0401 01 IDENTIFICAÇÃO Título: CONTABILIDADE E EFICIÊNCIA NA ADMINISTRAÇÃO DO NEGÓCIO Atributo: ADMINISTRAÇÃO EFICIENTE Processo: ACOMPANHAMENTO CONTÁBIL O QUE É : Este é

Leia mais

1) Elabore os lançamentos contábeis em razonetes e em seguida elabore a DRE e o BP:

1) Elabore os lançamentos contábeis em razonetes e em seguida elabore a DRE e o BP: 1) Elabore os lançamentos contábeis em razonetes e em seguida elabore a DRE e o BP: a) Constituição de uma sociedade com capital totalmente integralizado de R$ 30.000 b) Compra à vista de mercadorias para

Leia mais

Comentários da prova SEFAZ-PI Disciplina: Contabilidade Geral Professor: Feliphe Araújo

Comentários da prova SEFAZ-PI Disciplina: Contabilidade Geral Professor: Feliphe Araújo Disciplina: Professor: Feliphe Araújo Olá amigos, Comentários da prova SEFAZ-PI ANÁLISE DA PROVA DE CONTABILIDADE GERAL - SEFAZ-PI Trago para vocês os comentários da prova da SEFAZ-PI realizado no último

Leia mais

Administração Financeira: princípios,

Administração Financeira: princípios, Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Antônio Barbosa Lemes Jr. Claudio Miessa Rigo Material de apoio para aulas Administração Financeira:

Leia mais

Unidade IV CONTABILIDADE SOCIETÁRIA. Profa. Divane Silva

Unidade IV CONTABILIDADE SOCIETÁRIA. Profa. Divane Silva Unidade IV CONTABILIDADE SOCIETÁRIA Profa. Divane Silva A disciplina está dividida em 04 Unidades: Unidade I 1. Avaliação de Investimentos Permanentes Unidade II 2. A Técnica da Equivalência Patrimonial

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Tópicos do Estudo Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (Doar). Uma primeira tentativa de estruturar

Leia mais

Contabilidade Decifrada

Contabilidade Decifrada Contabilidade Decifrada Depreciação / Amortização / Exaustão Luiz Eduardo Santos Depreciação / Amortização / Exaustão Roteiro Geral Depreciação Conceito Definições necessárias ao cálculo da depreciação

Leia mais

Imunidade O PIS e a Cofins não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação (CF, art. 149, 2º, I).

Imunidade O PIS e a Cofins não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação (CF, art. 149, 2º, I). Comentários à nova legislação do P IS/ Cofins Ricardo J. Ferreira w w w.editoraferreira.com.br O PIS e a Cofins talvez tenham sido os tributos que mais sofreram modificações legislativas nos últimos 5

Leia mais

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações Contabilidade: é objetivamente um sistema de informação e avaliação, destinado a prover seus usuários com demonstrações e análise de natureza econômica financeira. tratar as informações de natureza repetitiva

Leia mais

Contabilidade Financeira

Contabilidade Financeira Contabilidade Prof. Dr. Alvaro Ricardino Módulo: Contabilidade Básica aula 04 Balanço Patrimonial: Grupo de Contas II Aula 4 Ao final desta aula você : - Conhecerá os grupos de contas do Ativo e Passivo.

Leia mais

DVA Demonstração do Valor Adicionado

DVA Demonstração do Valor Adicionado DVA Demonstração do Valor Adicionado A DVA foi inserida pela Lei nº 11.638/2007, (artigo 176, inciso V), no conjunto de demonstrações financeiras que as companhias abertas devem apresentar ao final de

Leia mais

RAZÃO DAS CONTAS CONTÁBEIS E NÃO FINACEIRAS DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO, EXAUSTÃO, REC/DESP. EQUIV. PATRIMONIAL

RAZÃO DAS CONTAS CONTÁBEIS E NÃO FINACEIRAS DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO, EXAUSTÃO, REC/DESP. EQUIV. PATRIMONIAL EXERCÍCIO DE DFC 03 RAZÃO DAS CONTAS DO CAIXA E EQUIVALENTES (DISPONÍVEL) CAIXA, BANCOS, APLICAÇÕES DE CURTÍSSIMO PRAZO (ATÉ 90 DIAS) CONTA BCO C/MOVIM Saldo Inicial: 2.270.700,00 10/01 Pela Aquisição

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL REGIONAL JARAGUAENSE - FERJ BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE Valores expressos em Reais. ATIVO Notas 2010 2009

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL REGIONAL JARAGUAENSE - FERJ BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE Valores expressos em Reais. ATIVO Notas 2010 2009 BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE ATIVO Notas 2010 2009 CIRCULANTE Caixa e bancos 422.947 20.723 Contas a receber 4 698.224 903.098 Outras contas a receber 5 3.304.465 121.908 Estoques 14.070

Leia mais

NEWTON PAIVA O seu Centro Universitário

NEWTON PAIVA O seu Centro Universitário 1 NEWTON PAIVA O seu Centro Universitário Curso: Ciências Contábeis Período: 6º Turno: Noite Sala: 106 Departamento: Ciências Contábeis Faculdade: FACISA Disciplina: Contabilidade Fiscal e Tributária AVALIAÇÃO

Leia mais

4º E 5º PERIODOS CIENCIAS CONTABEIS PROF NEUSA. 1- A empresa Brasil S/A apresenta inicialmente os seguintes saldos contábeis:

4º E 5º PERIODOS CIENCIAS CONTABEIS PROF NEUSA. 1- A empresa Brasil S/A apresenta inicialmente os seguintes saldos contábeis: 4º E 5º PERIODOS CIENCIAS CONTABEIS PROF NEUSA Exercícios: 1- A empresa Brasil S/A apresenta inicialmente os seguintes saldos contábeis: Banco 100.000 Duplicatas a receber 80.000 Financiamentos 80.000

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PROCESSO SELETIVO PARA ESTÁGIO REMUNERADO EM CIÊNCIAS

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Texto para as questões de 31 a 35 conta saldo despesa de salários 10 COFINS a recolher 20 despesas de manutenção e conservação 20 despesa de depreciação 20 PIS a recolher 30 despesas

Leia mais

Contmatic - Escrita Fiscal

Contmatic - Escrita Fiscal Lucro Presumido: É uma forma simplificada de tributação onde os impostos são calculados com base num percentual estabelecido sobre o valor das vendas realizadas, independentemente da apuração do lucro,

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC)

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) 1 de 5 31/01/2015 14:52 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) A Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) passou a ser um relatório obrigatório pela contabilidade para todas as sociedades de capital aberto

Leia mais

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC Contabilidade Avançada Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC Prof. Dr. Adriano Rodrigues Normas Contábeis: No IASB: IAS 7 Cash Flow Statements No CPC: CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa Fundamentação

Leia mais

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 03: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS TÓPICO 02: BALANÇO PATRIMONIAL. É a apresentação padronizada dos saldos de todas as contas patrimoniais, ou seja, as que representam

Leia mais

Como dimensionar o investimento em um projeto PARTE II

Como dimensionar o investimento em um projeto PARTE II Como dimensionar o investimento em um projeto PARTE II Como elaborar a programação dos investimentos? Existe um método alternativo para o cálculo do Capital de Giro de uma empresa ou projeto? Como elaborar

Leia mais

Análise das Demonstrações Financeiras

Análise das Demonstrações Financeiras UNIPAC UNIVERSIDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS, LETRAS E SAÚDE DE UBERLÂNDIA. Rua: Barão de Camargo, nº. 695 Centro Uberlândia/MG. Telefax: (34) 3223-2100 Análise das Demonstrações

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO DISCIPLINA: ECONOMIA DA ENGENHARIA I PROFESSOR JORGE JUNIOR E.MAIL: JJUNIORSAN@CEUNES.UFES.BR Apostila integralmente

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Com relação a conceitos, objetivos e finalidades da contabilidade, julgue os itens que se seguem. 51 Auxiliar um governo no processo de fiscalização tributária é uma das finalidades

Leia mais

Banrisul Armazéns Gerais S.A.

Banrisul Armazéns Gerais S.A. Balanços patrimoniais 1 de dezembro de 2012 e 2011 Nota Nota explicativa 1/12/12 1/12/11 explicativa 1/12/12 1/12/11 Ativo Passivo Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 4 17.891 18.884 Contas

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

13. Operações com mercadoria

13. Operações com mercadoria MATERIAL DE APOIO - ENVIADO PELO PROFESSOR 13. Operações com mercadoria Na comercialização de mercadoria (principal objeto de empresa comercial) existirão os tributos; entre eles o ICMS que será estudado

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN 2012.1 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO O artigo 187 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (Lei das Sociedades por Ações), instituiu a Demonstração do Resultado do Exercício. A Demonstração do Resultado

Leia mais

1. INVENTÁRIOS 1.2 INVENTÁRIO PERIÓDICO. AGENTE E ESCRIVÃO DA POLICIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Corrêa. 1..

1. INVENTÁRIOS 1.2 INVENTÁRIO PERIÓDICO. AGENTE E ESCRIVÃO DA POLICIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Corrêa. 1.. 1. INVENTÁRIOS 1..1 Periódico Ocorre quando os estoques existentes são avaliados na data de encerramento do balanço, através da contagem física. Optando pelo inventário periódico, a contabilização das

Leia mais

Gestão Financeira. Prof. Eduardo Pozzi

Gestão Financeira. Prof. Eduardo Pozzi Gestão Financeira Prof. Eduardo Pozzi Finanças Corporativas Questões centrais na gestão financeira de uma empresa: Quais investimentos de longo prazo precisam ser feitos? Que tipo de instalações, maquinário

Leia mais

Ativo Não Circulante e Depreciação

Ativo Não Circulante e Depreciação ATIVO NÃO CIRCULANTE IMOBILIZAÇÃO E DEPRECIAÇÃO Contabilidade Geral - 3º Período - ADM Ativo Não Circulante e Depreciação Imobilizado. Depreciação. Taxa Anual de Depreciação. Depreciação Acelerada. Amortização

Leia mais

CENTRAIS DE ABASTECIMENTO DE CAMPINAS S/A - CEASA/CAMPINAS CNPJ: 44.608.776/0001-64

CENTRAIS DE ABASTECIMENTO DE CAMPINAS S/A - CEASA/CAMPINAS CNPJ: 44.608.776/0001-64 1.... ATIVO 152.101.493,67 50.040.951,48 153.182.697,98 1.10... ATIVO CIRCULANTE 12.634.079,13 49.780.167,34 14.042.894,83 1.10.10.. DISPONIBILIDADES 10.621.727,62 40.765.261,82 12.080.213,47 1101001 BENS

Leia mais

Unidade: Aspectos contábeis na determinação dos fluxos de caixa. Unidade I:

Unidade: Aspectos contábeis na determinação dos fluxos de caixa. Unidade I: Unidade: Aspectos contábeis na determinação dos fluxos de caixa Unidade I: 0 Unidade: Aspectos contábeis na determinação dos fluxos de caixa 2. Aspectos contábeis e tributários 2. 1. Fundamentos de depreciação

Leia mais

7. Viabilidade Financeira de um Negócio

7. Viabilidade Financeira de um Negócio 7. Viabilidade Financeira de um Negócio Conteúdo 1. Viabilidade de um Negócios 2. Viabilidade Financeira de um Negócio: Pesquisa Inicial 3. Plano de Viabilidade Financeira de um Negócio Bibliografia Obrigatória

Leia mais

Introdução l Resumo Exercícios 15 Demonstrações Contábeis

Introdução l Resumo Exercícios 15 Demonstrações Contábeis Introdução l 1. l Um breve histórico l l.2 Definição do termo Contabilidade 2 1.3 O processo contábil 3 1.3.1 Posicionamento do contador em relação à empresa 4 l.4 Ramos de atuação da Contabilidade 5 l.4.

Leia mais

Projeções dos Demonstrativos Contábeis. Prof. Isidro

Projeções dos Demonstrativos Contábeis. Prof. Isidro Projeções dos Demonstrativos Contábeis Prof. Isidro Planejamento Financeiro O planejamento financeiro de uma empresa busca determinar suas necessidades de caixa e é feito em dois níveis: Curto prazo (operacional)

Leia mais

Balanço Patrimonial e DRE

Balanço Patrimonial e DRE Balanço Patrimonial e DRE Administração financeira e orçamentária Professor: Me. Claudio Kapp Junior Email: juniorkapp@hotmail.com 2 Demonstrações Financeiras (Contábeis) Dados Dados Coletados Coletados

Leia mais

Lista de exercício nº 3* VPL, TIR e Equivalência de fluxos de caixa

Lista de exercício nº 3* VPL, TIR e Equivalência de fluxos de caixa Lista de exercício nº 3* VPL, TIR e Equivalência de fluxos de caixa 1. Calcule o valor presente do fluxo de caixa indicado a seguir, para uma taxa de desconto de 1 % ao mês, no Resposta: $13.147,13 2.

Leia mais

1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa

1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa 1 Exercícios de Fixação (Questões de concurso) 1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa 1.1.1 Concurso para AFRF 2000 prova de contabilidade avançada - Questão 15 ENUNCIADO 15- Aplicações em Investimentos

Leia mais

Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal 1 de 32

Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal 1 de 32 Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal 1 de 32 Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal após a Lei 11638/07 Quando informado o registro: as instituições sujeitas

Leia mais

Prof. Walter Dominas

Prof. Walter Dominas Unidade II CONTABILIDADE AVANÇADA Prof. Walter Dominas Consolidação das demonstrações contábeis A Consolidação das Demonstrações Contábeis é uma técnica que permite conhecer a posição financeira de um

Leia mais

Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas:

Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas: CASHFLOW OU FLUXO DE CAIXA 1. CONCEITO É um demonstrativo que reflete dinamicamente o fluxo do disponível da empresa, em um determinado período de tempo. 2. FINALIDADES 2.1. Evidenciar a movimentação dos

Leia mais

Vamos, então, à nossa aula de hoje! Demonstração de Fluxo de Caixa (2.ª parte) Método Indireto

Vamos, então, à nossa aula de hoje! Demonstração de Fluxo de Caixa (2.ª parte) Método Indireto Olá, pessoal! Aqui estou eu de novo, para continuar o assunto da aula passada: Fluxo de Caixa e Demonstração do Fluxo de Caixa. Assunto da maior importância, que está sendo cobrado nos atuais concursos

Leia mais

18- PLANILHA DOS METODOS DIRETO E INDIRETO DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA MÉTODO DIRETO

18- PLANILHA DOS METODOS DIRETO E INDIRETO DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA MÉTODO DIRETO 18- PLANILHA DOS METODOS DIRETO E INDIRETO DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA MÉTODO DIRETO Fluxos de caixa das atividades operacionais: Recebimentos de Clientes (+) Pagamento de Fornecedores (-) Pagamento

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CAPÍTULO 33 Este Capítulo é parte integrante do Livro Contabilidade Básica - Finalmente Você Vai Entender a Contabilidade. 33.1 CONCEITOS A demonstração dos fluxos de caixa evidencia as modificações ocorridas

Leia mais

PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES. Aos Sócios, Conselheiros e Diretores da INSTITUIÇÃO COMUNITÁRIA DE CRÉDITO BLUMENAU-SOLIDARIEDADE ICC BLUSOL

PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES. Aos Sócios, Conselheiros e Diretores da INSTITUIÇÃO COMUNITÁRIA DE CRÉDITO BLUMENAU-SOLIDARIEDADE ICC BLUSOL Auditores Independentes S/S PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Sócios, Conselheiros e Diretores da INSTITUIÇÃO COMUNITÁRIA DE CRÉDITO BLUMENAU-SOLIDARIEDADE ICC BLUSOL 1. Examinamos os balanços patrimoniais

Leia mais

BACEN Técnico 2010 Fundamentos de Contabilidade Resolução Comentada da Prova

BACEN Técnico 2010 Fundamentos de Contabilidade Resolução Comentada da Prova Conteúdo 1 Questões Propostas... 1 2 Comentários e Gabarito... 1 2.1 Questão 41 Depreciação/Amortização/Exaustão/Impairment... 1 2.2 Questão 42 fatos contábeis e regime de competência x caixa... 2 2.3

Leia mais

Pedro@ananadvogados.com.br

Pedro@ananadvogados.com.br Pedro@ananadvogados.com.br Sócio de Anan Advogados Especialista em Direito Empresarial pela PUC-SP MBA Controller pela FEA-USP Membro da Diretoria Jurídica da ANEFAC Diretor do Conselho Consultivo da APET

Leia mais

1. ANEXO 5-A 2. MODELO DE PLANILHA DE SUPORTE DA PROPOSTA FINANCEIRA

1. ANEXO 5-A 2. MODELO DE PLANILHA DE SUPORTE DA PROPOSTA FINANCEIRA 1. ANEXO 5-A 2. MODELO DE PLANILHA DE SUPORTE DA PROPOSTA FINANCEIRA 1. 2. 1. INTRODUÇÃO 1.1 A PROPOSTA FINANCEIRA deverá conter o valor mensal da CONTRAPRESTAÇÃO pecuniária, a ser paga pelo PODER CONCEDENTE,

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA COM O USO DA CALCULADORA HP 12.C CADERNO DE EXERCÍCIOS

MATEMÁTICA FINANCEIRA COM O USO DA CALCULADORA HP 12.C CADERNO DE EXERCÍCIOS MATEMÁTICA FINANCEIRA COM O USO DA CALCULADORA HP 12.C CADERNO DE EXERCÍCIOS Parte integrante do curso Conhecendo a Calculadora HP 12C Prof. Geraldo Peretti. Página 1 Cálculos aritméticos simples. A) (3

Leia mais

GPME Prof. Marcelo Cruz

GPME Prof. Marcelo Cruz GPME Prof. Marcelo Cruz Política de Crédito e Empréstimos Objetivos Compreender os tópicos básicos da administração financeira. Compreender a relação da contabilidade com as decisões financeiras. Compreender

Leia mais

Durante o mês de dezembro a Companhia efetuou as seguintes transações:

Durante o mês de dezembro a Companhia efetuou as seguintes transações: Durante o mês de dezembro a Companhia efetuou as seguintes transações: 1) Antecipação do pagamento de uma duplicata de $ 140.000 a um de seus fornecedores, com 2% de desconto. i 2) Efetuou os seguintes

Leia mais

O BANCO DO DESENVOLVIMENTO PROVA DISCURSIVA PROFISSIONAL BÁSICO - CIÊNCIAS CONTÁBEIS LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

O BANCO DO DESENVOLVIMENTO PROVA DISCURSIVA PROFISSIONAL BÁSICO - CIÊNCIAS CONTÁBEIS LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 04 NOVEMBRO / 2009 O BANCO DO DESENVOLVIMENTO PROVA DISCURSIVA PROFISSIONAL BÁSICO - CIÊNCIAS CONTÁBEIS (2 a FASE) LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material:

Leia mais

CAP. 4 AVALIAÇÃO DE PROJETOS E NEGÓCIOS

CAP. 4 AVALIAÇÃO DE PROJETOS E NEGÓCIOS CAP. 4 AVALIAÇÃO DE PROJETOS E NEGÓCIOS Este capítulo pretende apresentar conceitos e procedimentos para avaliação de projetos e negócios. As projeções e os indicadores utilizados são aqueles que normalmente

Leia mais

PÓS GRADUAÇÃO DIRETO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE E LIVROS EMPRESARIAS PROF. SIMONE TAFFAREL FERREIRA

PÓS GRADUAÇÃO DIRETO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE E LIVROS EMPRESARIAS PROF. SIMONE TAFFAREL FERREIRA PÓS GRADUAÇÃO DIRETO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE E LIVROS EMPRESARIAS PROF. SIMONE TAFFAREL FERREIRA DISTRIBUIÇÃO DA APRESENTAÇÃO - Aspectos Conceituais - Definições Teóricas e Acadêmicas

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL I

CONTABILIDADE GERAL I CONTABILIDADE GERAL I Operações com Mercadorias Prof. Martin Airton Wissmann P r o f. M a r t i n A i r t o n W i s s m a n n Página 1 SUMÁRIO 1. CONTABILIDADE GERAL I OPERAÇÕES COM MERCADORIAS... 3 1.1

Leia mais

UNIDADE DESCENTRALIZADA NOVA IGUAÇU - RJ ENGENHARIA ECONÔMICA E FINANCEIRA

UNIDADE DESCENTRALIZADA NOVA IGUAÇU - RJ ENGENHARIA ECONÔMICA E FINANCEIRA PARTE I 1 1) Calcular a taxa de juros trimestral proporcional às seguintes taxas: a) 24% ao ano. b) 36% ao biênio c) 6% ao semestre 2) Determinar a taxa de juros anual proporcional, das as seguintes taxas:

Leia mais

Niterói Administradora de Imóveis S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes

Niterói Administradora de Imóveis S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Niterói Administradora de Imóveis S/A Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Em 30 de Junho de 2007 e em 31 de Dezembro de 2006, 2005 e 2004 Parecer dos auditores independentes

Leia mais