RELATÓRIO INTERCALAR DE GESTÃO

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2 COMPTA Equipamentos e Serviços de Informática, S.A. e associadas Informação financeira sobre o primeiro semestre de 2013 RELATÓRIO INTERCALAR DE GESTÃO Atividade reportada ao período de 1 de janeiro a 30 de junho de 2013 e sua comparação com a do período homólogo de 2012 (Considerações sobre contas não auditadas) 1. O Grupo e a atividade no primeiro semestre de Enquadramento macro económico Alguns indicadores económicos e financeiros A economia portuguesa continuou a apresentar no primeiro trimestre do corrente ano sinais evidentes de recessão. Ainda recentemente no Boletim de Primavera 2013, do Banco de Portugal, se previa A atual projeção para a economia portuguesa aponta para uma contração da atividade económica de 2,3 por cento em Não obstante este clima, que perdura há já cerca de quatro anos, o Grupo tem resistido e apresenta, no 2º trimestre de 2013, e mesmo para a primeira metade do ano, sinais encorajadores. Assim, o quadro que a seguir se apresenta resume a informação económica englobando as contas individuais da casa-mãe e as das empresas integrantes do universo Compta consolidado: C.Consolidadas (em 10 3 euros) 1º S/2013 1º S/2012 D (1ºS/2013-1ºS/2012) Vendas de mercadorias ,5% Prestações de serviços ,2% Outros proveitos operacionais (73) -34,9% Volumes de negócio ,6% Observa-se crescimento de mais de 9,5% na atividade, correspondente às evoluções de análoga grandeza pela evolução das componentes Vendas de Mercadorias e de Prestação de Serviços. O gráfico seguinte realça a evolução das duas primeiras componentes dos proveitos operacionais ao longo dos últimos nove semestres. Ilustrando o referido ab initio, a linha representativa das vendas de mercadorias reflete aproximação ao nível do 1º semestre de 2010 e a respeitante às prestações de serviços ultrapassa largamente o nível registado nesse mesmo período. Sublinha-se que, com exceção do ocorrido em 2011, o volume de atividade se tem mostrado superior nos segundos semestres face ao ocorrido nos primeiros seis meses de cada um dos respetivos exercícios. M Evolução do volume de negócios consolidado 12 10, ,8 4,9 8,0 7,8 8,0 8,1 A atividade no primeiro semestre de 2013, embora refletindo as consequências da envolvente económica prevalecente nos últimos anos, evidencia, mesmo assim, progressão face ao valor registado no período homólogo de 2009, destacando-se a componente Prestação de Serviços ao atingir posição superior à da Venda de Mercadorias, como também se ilustra no gráfico que se mostra a seguir. 6,2 7,3 7,8 6,7 6,9 6,3 6,5 9,1 7,0 7,1 7,2 1º/S 2º/S 1º/S 2º/S 1º/S 2º/S 1º/S 2º/S 1º/S Vendas Prestações de serviços 2/58

3 Relatório Intercalar de Gestão Este gráfico A evolução da distribuição dos negócios consolidados por segmentos mostra-nos um ganho sustentado da posição relativa das áreas de I&S (Infraestruturas e Segurança), posição que tem vindo a ser conquistada à custa duma perda progressiva da posição relativa da atividade em Comunicações, o que, de certo modo, traduz as tendências do mercado e a forma como o Grupo se tem I&S 38% Soluções Compta 19% 1S/2011 Soluções I&S Compta 37% 21% Comunicações 43% 1S/2012 Comunicações 42% posicionado de acordo com a estratégia de atuação que oportunamente foi delineada. Para além destes dois sectores, sobressai a componente de Soluções Compta, área que nos merece especial atenção pelo potencial que o mercado nos parece oferecer. O volume de negócios originado nesta última área ocupa uma posição relativa à volta dos 20% do total registado para o Grupo. No que respeita à Margem Bruta das Vendas Consolidadas de Mercadorias o quadro seguinte explicita a evolução nos primeiros semestres de cada um dos dois anos em apreço: Contas consolidadas (em 10 3 euros) 1º S/2013 1º S/2012 D (1S13-1S12) Vendas de mercadorias Custos das mercadorias vendidas Margens brutas ,8% 11,1% -2,4% Nota-se um ligeiro crescimento de 55 mil euros na Margem Bruta consolidada das Mercadorias Vendidas, muito embora com ligeira regressão em termos relativos. No que concerne à atividade consolidada, na vertente Prestação de Serviços, o quadro seguinte apresenta a evolução nos primeiros semestres de 2012/2013, quer das prestações de serviços quer das componentes dos custos que mais têm a ver com aquelas: I&S 57% Soluções Compta 19% 1S/2013 Comunicações 24% C.Consolidadas (em 10 3 euros) 1º S/2013 1º S/2012 D (1S13-1S12) 1. Prestações de serviços Custos - componentes mais significativas 2.1. F.S.E Gastos com pessoal (203) 2.3. Somas = (1.-2.) 83 (183) 266 A comparação estabelecida entre os proveitos respeitantes à Prestação de Serviços e os custos consideradas no quadro, permite avaliar a cobertura aproximada daqueles proveitos em relação aos custos afetos, a evidenciar uma evolução favorável, apresentando já um resultado positivo neste 1º semestre de /58

4 Relatório Intercalar de Gestão A componente da atividade de prestação de serviços contribuiu para a cobertura daqueles custos e libertou um excedente de 83 mil euros, a significar um efeito positivo para o resultado consolidado. Julga-se também interessante ilustrar a evolução destes indicadores ao longo dos dois primeiros trimestres de cada um dos últimos dois exercícios, bem como dos EBITDA (Resultado Operacionais líquidos de Gastos de Depreciação e de Amortização e de Provisões e Perdas por Imparidade) correspondentes. Sobre este último indicador refira-se a quebra do volume dos proveitos do 1º para o 2º trimestre do ano de 2013 mas que, face à contração dos custos operacionais nos mesmos períodos, mesmo assim resultaram em evoluções muito positivas em termos de resultados, quer dum trimestre para o seguinte quer em relação aos períodos homólogos do exercício anterior. Evolução trimestral dos proveitos, custos e resultados operacionais consolidada e sua comparação com os períodos homólogos (000' ) Consequentemente, também o EBITDA Proveitos Custos Resultados EBITDA (RO+GDA+PPI) patenteia uma evolução muito favorável apresentando no último semestre um valor a quase atingir um milhão de euros, isto é, um crescimento de cerca de 62% quando comparado com o do período homólogo do exercício de Apesar do contexto adverso, a Compta, S.A. (Casa-Mãe) registou o resultado positivo no primeiro semestre, a atingir os 252 mil euros, quase oito vezes o valor alcançado no período homólogo de A evolução do Passivo (contas individuais) entre o termo de 2012 e 30 de junho p.p. mostra contração superior a 4 milhões de euros, decorrente das regressões do passivo não corrente, 93 mil euros, e do passivo corrente, 4,05 milhões de euros. Os movimentos registados no primeiro semestre de 2013 no Passivo total refletem, primordialmente, regressão dos saldos de fornecedores (-3,3 milhões de euros) e dos diferimentos (-1,2 milhões de euros) O exógeno prevalecente nos primeiros semestres de 2013 e 2012, a que no ponto seguinte se faz referência com mais algum detalhe, influenciou a economia de exploração dos primeiros seis meses do exercício em apreço. Também a redistribuição da atividade pelas várias componentes do universo consolidando não deixou de influenciar o comportamento destas duas variáveis no que toca apenas à casa mãe, conforme o explicitado a seguir, 2ºT 1ºT 2ºT 1ºT Evolução Casa-Mãe (em 10 3 euros) 1º S/2013 1º S/2012 D (1ºS/2013-1ºS/2012) Vendas de mercadorias (2.607) -51,3% Prestações de serviços (408) -7,8% Volumes de negócio (3.015) -29,3% Reflete quebra e transferência de atividade no primeiro semestre de 2013, com uma amplitude na ordem dos três milhões de euros, cabendo à conta de Vendas de Mercadorias 2,6 milhões de euros e à de Prestação de Serviços 408 mil euros. 4/58

5 Relatório Intercalar de Gestão Quanto à Margem Bruta das Vendas de Mercadorias, conforme se explicita no quadro seguinte, verificou-se regressão de 190 mil euros, congruente com a quebra de atividade: Casa-Mãe (em 10 3 euros) 1º S/2013 1º S/2012 D (1ºS/13-1ºS/12) Vendas de mercadorias (2.607) Custos das mercadorias vendidas (2.417) Margns brutas (190) 15,0% 11,2% +33,6% Na componente da atividade Prestação de Serviços a regressão do volume de negócio foi inferior à observada na vertente das Vendas de Mercadorias (-8% na Prestação de Serviços e -51% na Venda de Mercadorias). Enquadramento macro económico A atividade do Grupo em Portugal tem vindo a sofrer os condicionalismos decorrentes da recessão que tem caraterizando a economia do país agravada pelas incertezas que os desenvolvimentos políticos recentes acrescentaram. Para além disso, o enquadramento externo, na área do euro, vinha-se mostrando moderadamente desfavorável. Antevêem-se, no entanto, sinais de recuperação que se deverão surgir já na segunda metade do ano, embora de uma forma gradual. A evolução desfavorável do PIB nacional deverá manter-se ainda, muito embora as espectativas sejam no sentido duma inversão de tendência de agravamento. Para 2014 é esperado já um crescimento, ténue, mas crescimento. A correção dos desequilíbrios macroeconómicos, nomeadamente na sua vertente orçamental, continuará a influenciar a evolução da economia portuguesa. As medidas de consolidação orçamental que têm vindo a ser adotadas condicionarão a procura interna e as políticas de investimento que têm caraterizado a economia portuguesa no seu conjunto. No que diz respeito às sociedades do Grupo sediadas no estrangeiro em Angola e em Cabo Verde- as condições prevalecentes são diversas, como à frente se procurará resumir. As perspetivas para a economia angolana em 2013 mantêm-se favoráveis, apesar de prevalecer um ambiente global de alguma incerteza. Em 2012 a economia angolana caraterizou-se por um crescimento robusto, uma posição fiscal mais forte, uma inflação de apenas um dígito, uma maior acumulação de reservas internacionais e uma taxa de câmbio mais estável. Perante este pano de fundo, as autoridades avançaram com um programa de reformas institucionais, reforçando algumas áreas-chave na gestão fiscal, monetária e financeira. O crescimento económico deverá atingir 8.2% em 2013, e 7.8% em 2014, impulsionado pela expansão do sector petrolífero e do gás e por um programa de despesas públicas destinado a encorajar a diversificação económica. O Governo implementou reformas tendentes à melhoria da governação, mas o ambiente de negócios continua a apresentar dificuldades, especialmente decorrentes das carências a nível de instituições e de infraestruturas adequadas. Cabo Verde continua a ser visto como um modelo no conjunto das nações africanas no que respeita aos direitos políticos e às liberdades civis. A condução de economia do país é considerada positiva, não obstante o efeito dos fatores exógenos desfavoráveis. O desempenho económico de Cabo Verde continua a ser contrariado pela crise económica e financeira que atravessa as principais economias mundiais e, em particular, na zona euro, área esta da qual a economia cabo-verdiana está muito dependente. 2. Análise sectorial da atividade O Grupo, durante o período em análise, continuou a investir na comunicação da sua oferta, tendo participado em diversos eventos e feiras dos setores de atuação, levando a marca e a oferta da Compta a um universo bastante alargado de potenciais Clientes. Ainda durante o primeiro semestre, por exemplo, foi realizado o lançamento de uma nova solução para o sector das seguradoras, tendo-se levado a cabo uma campanha junto desse segmento do mercado, com recurso a diversos meios. 5/58

6 Relatório Intercalar de Gestão Reforçou-se a presenta do Grupo on-line, com sites verticais e ofertas próprias inclusivamente localizadas, sendo que estão criadas as condições para se inaugurar brevemente uma nova presença corporativa na Internet. No que respeita à atividade em relação à qual acima se explicitaram alguns indicadores é ainda conveniente complementar essa informação com a descrição dos factos mais relevantes ocorridos nas diversas áreas onde o Grupo atua, conforme a seguir se explana. Comunicações Nesta área o Grupo foca a atividade no desenvolvimento de soluções que visem resolver as necessidades e problemas dos nossos clientes. Diagnosticados após processos iniciais de minuciosa análise e consultoria, desenham-se soluções em que se conjuga a experiência e o saber adquirido, nas tecnologias disponibilizadas e suportadas pelos principais fabricantes do sector com que operamos, entre os quais destacamos, a Cisco Systems, a Microsoft, a Avaya, a Allott, a Acme Packet e a Polycom. Num mercado agressivo e competitivo, o nosso fator diferenciador continua a ser o intenso e constante processo de formação e certificação que os especialistas são alvo, o que permite à empresa possuir o grau de certificação máximo nos diversos provedores de tecnologia. O ano de 2013 é um ano de mudança consolidada, em resultado de uma recomposição do leque da oferta; a possibilidade de venda de soluções complementares visa permitir uma nova abordagem aos projetos, abrindo caminho à oferta de produtos estruturantes nas suas diferentes dimensões - desde o data centre até ao utilizador final, aumentando também, espera-se, as oportunidades de intervenção. Em conjunto com esta nova abordagem criada pela introdução de novas tecnologias no portefólio da empresa, assistimos a um reposicionamento em termos de mercados, com o objetivo de melhor potenciar a atividade comercial dos recursos humanos do Grupo. A atividade comercial tem agora também em particular consideração as novas tendências de mercado, com soluções de negócio baseadas em cloud services disponibilizados por vários operadores de telecomunicações. Para sustentar esta política foram reforçadas as parcerias estratégicas estabelecidas com os diferentes operadores de telecomunicações a operar em Portugal. O Grupo tem atuado quer como fornecedor de soluções para as infraestruturas daqueles, quer como parceiro no fornecimento, instalação e suporte de soluções para os clientes desses operadores. Por outro lado, em paralelo com a estratégia de parceria com os operadores, continua-se a reforçar a presença direta nos nossos clientes, nomeadamente com um enfoque especial nos segmentos de mercado que se pensa serem mais atrativos para o Grupo, nomeadamente, as médias empresas e o sector público. Durante os primeiros seis meses do ano de 2013 o volume de negócio gerado nesta área está alinhado com o obtido durante o período homólogo do ano anterior, o que, tendo em consideração as condicionantes do mercado, mostra o acerto das decisões tomadas. Mas, tao importante como o anteriormente referido, é o facto das perspetivas para o segundo semestre, tendo com referencial o potencial e o número de projetos em que nos encontramos envolvidos, nos permitirem antever que irá ser possível atingir os valores orçamentados. Como exemplo, pode realçar-se que neste momento se está a definir, em conjunto com uma instituição de referência no mercado português, a melhor arquitetura de sistemas a implementar no seu data centre. Este projeto resulta da confiança do cliente nas capacidades disponibilizadas pelo Grupo, nomeadamente em termos de engenharia, consultadoria tecnológica e de implementação e suporte de soluções complexas. Esta nova arquitetura irá ser o modelo de referência que vai permitir a esta instituição financeira o desenvolvimento de novos modelos de TI, com grandes vantagens do ponto de vista do retorno financeiro. Um outro exemplo da confiança demonstrada pelos clientes foi a recente decisão de um organismo público em adjudicar uma solução de networking para instalar nos seus novos edifícios. Este projeto irá ser implementado durante o segundo semestre de Finalmente, o terceiro exemplo ilustra a elevada competência técnica e de saber dos recursos humanos do Grupo, ao merecer-se a adjudicação, por uma cadeia internacional de retalho, de um contrato para o suporte do core da sua rede de telecomunicações e incluindo, ainda, a componente de consultadoria técnica para o acompanhamento da evolução e introdução de novos serviços 6/58

7 Relatório Intercalar de Gestão Infraestruturas e Segurança O Mercado de operação mantem-se, como até aqui, em fase de grande maturidade, onde prevalecem os investimentos fortemente condicionados pela recessão económica. O mercado de infraestruturas de IT continua a caraterizar-se por forte competitividade e a exigir uma otimização de margens e de condições de entrega. O Grupo permanece4 com a sua oferta direcionada para grandes contas, com operações mission critical, e onde a continuidade de negócio e a disponibilidade das suas infraestruturas de IT são os principais pontos fortes. A posição do Grupo diferencia-se por ser uma oferta global para infraestruturas de IT suportada em fabricantes state-of-the art, revelando uma forte capacidade de integração de vendors diferentes. Tem sido possível sustentar a tendência de aumento do volume de negócios, em linha com os objetivos traçados, aumento esse que também reflete a incorporação da vertente de networks. Como projetos mais significativos podem citar-se, entre outros, os seguintes: plataforma de firewall de alto desempenho para operador de rede móvel, plataforma de SBC (session border controller) para operador de rede móvel, plataforma de filtragem de conteúdos internet para operador global e projeto de disponibilização de infra-estruturas IT, sobre plataformas Unix e serviços de exploração associados. O Grupo, nesta área, continua a investir prioritariamente no Mid Market. Os Managed Services, nas três áreas de competência, infrastructures, security e networks, continuam a ser objeto de novos lançamentos e de novas abordagens. Tem merecido atenção o desenvolvimento de serviços de NOC / SOC, através de criação de centro próprio para oferta centralizada de serviços nesta área, a que se seguirá a incorporação de outros serviços, para que se possa dispor de um centro global de fornecimentos de serviços de IT. Não se perspetiva a entrada de novos players no mercado, apenas se admite que alguns concorrentes que atuam em nichos alarguem as suas áreas de atividade. Por parte do Grupo, com a disponibilização de novas competências conforme antes se fez referência, estima-se um alargar de serviços de service desk e outros, que até aqui têm estado confinados a projetos específicos e de grande dimensão. Para o futuro mais próximo não é esperada uma fase de expansão da procura. Produtos Compta A atividade deste setor continuou focada nas suas vertentes principais, nas áreas de desenvolvimento de produtos de ponta para a Logística Portuária e Ferroviária e uma forte aposta na componente das soluções de Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos. No seguimento do que havia sido a estratégia apresentada em 2012, durante o primeiro semestre de 2013 consolidou-se um conjunto de operações, particularmente nos setores de Logística Portuária, onde se incluem a solução Cargo e-business, com vista à operação em terminais de larga escala, por forma a poder responder ao que se prevê serem os novos investimentos nesta área nos mercados onde se vem operando. De igual forma, apostou-se na criação de uma área dedicada à investigação e desenvolvimento de soluções que permitem assegurar a sua condição de tecnologias de ponta nestas vertentes, e que vem dar continuidade, mas sobretudo mais autonomia, à componente de inovação já presente desde há vários anos. Fruto deste investimento realizado em investigação e desenvolvimento, e apesar das condições macroeconómicas desafiantes de Portugal, esta área aproveitou o reconhecimento conferido pela atribuição do primeiro prémio nos Green Project Awards, em 2012, à solução EzWaste e fruto dessa visibilidade, como tinha sido aliás estratégia do ano anterior, fecharam-se importantes contratos no Brasil, no que são as primeiras implementações desta solução 7/58

8 Relatório Intercalar de Gestão além-fronteiras, e que se prevê venham a constituir o alicerce para fixar a empresa, ainda no decorrer deste ano, no Brasil com uma infraestrutura própria e que permita responder às exigências particulares deste mercado. Em relação à estratégia Internacional dos produtos Compta, esta continua a estar focada em duas áreas geográficas principais, o Brasil e a África Lusófona, e está ancorada na visão que o Grupo tem no sentido de melhorar o desempenho operacional dos seus cliente e de poder levar a estes países as melhores práticas já testadas nos diversos mercados onde operamos. Também na área de produtos para a gestão de energia, que havia sido lançada no ano transato, se vieram a fechar os primeiros projetos, onde a solução ezenergy dá os passos iniciais de afirmação como um software de referência, com uma abordagem diferenciadora no mercado. Neste segmento foram fechadas parcerias com empresas de eficiência energética e fornecedores de equipamento, o que permitiu oferecer ao mercado uma solução em 360º, tendo-se verificado uma receção positiva por parte deste, sobretudo na área da Banca, na medida em que permite aos operadores do setor ter um único interlocutor para todo o processo e poderem terceirizar toda esta gestão. Assente no processo de transformação que foi lançado pelo grupo Compta, e que tem vindo a ser executado ao longo deste mandato, esta área tem perseguido os objetivos delineados, nomeadamente no seu crescimento em escala, no objetivo de aumentar a contribuição do negócio internacional e na persecução da tarefa de liderar o mercado nos verticais onde atua de forma a ser reconhecida como referência nas suas soluções. Apesar da estratégia ser ambiciosa, esta área continuará a investir em tecnologia e inovação e numa forte capacitação dos seus recursos humanos, por forma a garantir a qualidade dos produtos e serviços que oferece ao mercado. Só este investimento permite hoje oferecer produtos e serviços distintos dos da concorrência e, a médio prazo, continuar-se a conquistar quota de mercado. É objetivo continuar a diferenciar a proposta de valor em todas as geografias onde se opera, sentindo-se o Grupo orgulhoso em poder contribuir para levar tecnologia Portuguesa ao Mundo, de uma forma sustentável, mantendo sempre uma forte disciplina estratégica nos objetivos delineados. Aplicações A ação do Grupo nesta área de soluções aplicacionais tem resultado na conquista do reconhecimento do mercado e dos parceiros, nomeadamente nos seus mercados de atuação - Financeiro, Telecomunicações, Administração Publica e Grandes Empresas. Tal posição é atingida através do profissionalismo demostrado pelos centros de competência internos. Estes têm vindo a disponibilizar soluções de otimização de Processos de Negócio e Recursos, implementadas sobre tecnologias líderes de mercado, tais como IBM, ORACLE, BMC e MS, e recorrendo-se, na sua implementação, a metodologias certificadas. Para alem destes processos de negocio core, têm vindo a ser trabalhadas área de inovação, nas componentes de melhoria da experiencia de utilização do consumidor e do possível conhecimento do cliente nas interações com o seu negocio. Toda esta atividade assenta estrategicamente em cinco centros de competência que a seguir resumidamente se caraterizam. Gestão de Serviços (BSM) - A área de gestão de serviços vem cada vez mais ganhando novos projetos nas componentes de consultadoria de processos de IT Service Manager, suportando-se, para o efeito, nas normas de ITIL, ISO Numa segunda fase prevê-se passar para a implementação em plataformas ITSM aplicacionais, culminando no acompanhamento dos processos de Certificação. Estes serviços são prestados pela equipa de ITSM, a qual neste semestre obteve o mais alto grau de Certificação nas áreas de ITIL e ISO O reconhecimento do mercado tem sido um facto, nomeadamente por parte dos setores financeiro, de telecomunicações e da administração pública. Gestão de Processos & Conteúdo (BPM) - Suportados no profundo conhecimento e graus de certificação que esta área possui, em BPM (Lombardi) e IBM FileNet, tem o Grupo vindo a ganhar e executar importantes projetos, não apenas na otimização de processos mas, essencialmente, na sua agilização. Esses processos vão facultar às organizações uma maior rapidez de resposta aos seus Clientes e Utentes e, não menos importante, garantir a rastreabilidade da toda da informação usada na totalidade dos passos e decisões executadas. Baseada na competência e certificação dos colaboradores continua-se a garantir a disponibilização dum Centro Excelência de Suporte FileNet, um dos raros centros disponíveis na península ibérica. Enterprise Resource Planning (ERP) - Esta área de ERP concentra as suas valências nas plataformas SAP, tendo criado para tal um centro de competências dedicado e com escala, que permite responder de forma mais eficaz às diversas 8/58

9 Relatório Intercalar de Gestão solicitações que surgem, quer ao nível nacional quer ao nível internacional. Neste semestre a área internacional registou um forte crescimento. O centro de Competências de ERP s mantém-se concentrado nas vertentes da Contabilidade, da Gestão, da Auditoria, da Consultoria Fiscal e dos Recursos Humanos. A aposta para o corrente ano é no sentido de desenvolver novas áreas de enfoque estratégico, CRM e SRM, áreas onde se deu início a alguns projetos e onde se prevê um significativo crescimento do mercado. O Grupo reforçou-se com a certificação premium de Partner Center of Expertise, pois crê-se que só assim é possível oferecer serviços especializados de acompanhamento e suporte a clientes empresariais. Enterprise Applications / Integration & Business Intelligence - Neste sector o Grupo tem estado envolvido em alguns projetos estratégicos na área financeira e na da saúde, sedo a componente de integração SOA aquela onde se dedica a maior atenção e onde têm sido implementados projetos de referência a nível nacional. Ainda em termos estratégicos, procura-se marcar uma forte afirmação dos serviços disponibilizados ao mercado no desenvolvimento à medida de novas aplicações de suporte à decisão, com especial incidência na oferta de algumas ferramentas de Busines Inteligence (BI) orientadas para gestão financeira e de risco e para a gestão operacional, como sejam as plataformas IBM Cognos Customer Insight ou a IBM Pure Data (Big Data). Interações + inteligentes (CRM e Contact Center) A atividade de Interações MAIS Inteligentes tem sido uma área core da Compta. Os projetos desenvolvidos até agora estão focados nos Centros de Contacto de Nova Geração, com a vertente de Context Center, conceito que junta as componentes de Internet 2.0 (facebook, twiter, etc.) com as novas tecnologias de Voz&Vídeo, VoIP, TTS, ASR e Speaker Verification. A mais-valia do grupo nesta área de atuação é o desenvolvimento de componentes e soluções (APP) que não só complementam mas, mais do que isso, valorizam a oferta dos grandes fabricantes. São os casos da CISCO, da AVAYA, da MS, e da SAP. Inseridas nesta atividade estão as integrações feitas entre as plataformas de Centros de Contacto e as aplicações de CRM, ERP, etc. Nas novas apostas, e como complemento à tradicional oferta de contact center estão as interações com a realidade do Social Business, ou seja a utilização de soluções de gestão do potencial colaborativo das Redes Socias, que vão promover produtos e serviços junto do mercado, de forma interativa e com um retorno imediato e direto da opinião do cliente final. Finalmente, refira-se que tem vindo a acentuar-se o interesse do Grupo no estabelecimento de parcerias com entidades de referência no mercado. Uma delas é a forte aposta que o Grupo tem vido a fazer na oferta de Software IBM. No presente exercício obteve-se da IBM o reconhecimento como Parceiro do Ano. Tal só foi possível pelo empenho do Grupo na execução do exigente processo de certificação em produtos IBM, nomeadamente IBM Message Broker (SOA), IBM Pure Data (Big Data), IBM Connections (Social Business), IBM Tivoli Automation (Service Desk), BPM (Lombardi), IBM FileNet, IBM Cognos, IBM ÚNICA, IBM Tealeaf e Worklight (Mobilidade). Consultoria No primeiro semestre do exercício em curso permaneceram ativas as certificações conformes com as normas internacionais, a ISO 9001:2008 (Sistema de Gestão da Qualidade), a ISO 14001:2004 (Sistema de Gestão Ambiental) e a ISO :2011 (Sistema de Gestão de Serviços TI), sendo que a componente da Gestão do Risco desta última foi desenvolvida com base nos requisitos da norma ISO No âmbito da estratégia definida no sentido da evolução para o reconhecimento da qualidade da atividade foram continuadas diversas ações relacionadas com a implementação de um Sistema de Gestão da Segurança da Informação em consonância com os requisitos do referencial internacional ISO/IEC Ao abrigo das certificações dos sistemas de gestão acima mencionados, são efetuadas auditorias periódicas de âmbito específico, quer por entidades externas (os certificadores) quer pela Bolsa de Auditores Internos. Em paralelo, e com base na larga experiência adquirida na implementação e manutenção de Sistemas de Gestão, a Compta esteve presente em diversos projetos similares promovidos por entidades de referência no mercado nacional, entre os quais se destaca a ESPAP Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, IP, em que no período em apreço foi iniciada a prestação de serviços abrangendo a consultoria para implementação de um Sistema de Gestão de Serviços TI, a certificar em conformidade com a norma ISO/IEC :2011 9/58

10 Relatório Intercalar de Gestão Área Internacional Na área internacional, para além da manutenção da atividade nos mercados já tradicionais - Angola e Cabo-Verde - que abaixo se explanará, iniciou-se o trabalho no mercado moçambicano, por agora através de parcerias locais. Foram identificadas algumas oportunidades na área das Telcos e Finanças que estão a merecer atenção. Foram feitos vários contactos adicionais com o intuito de criar brand awareness e de divulgação do conceito Compta. Foram feitas prospeções noutras áreas geográficas, tais como México, Colômbia e Peru, com o intuito inicial de divulgação das soluções Compta para a indústria pesada, gestão de portos de carga e gestão de indústria de tratamento de resíduos. Nesta fase procurou-se levar a cabo a divulgação dos produtos Compta e, para além disso, iniciou-se um trabalho de procura de possíveis parceiros locais. Angola Neste país o Grupo conta com a sua associada Compta Angola Tecnologias de Informação, S.A., sociedade de direito angolano, criada em 2007 e que tem como objeto social o fornecimento de soluções e a prestação de serviços de consultoria, implementação e suporte no âmbito das tecnologias de informação e comunicações, não obstante a realização de alguns negócios a partir de Portugal, quando estritamente necessário. Nesta geografia o Grupo continua a apostar e a desenvolver a parceria estratégica que tem com o líder mundial em tecnologia de informação, a IBM, tendo alcançado algumas das certificações obrigatórias para a assinatura do acordo de IBM Business Partner, prosseguindo assim o reforço das suas competências e iniciando os processos de especialização tecnológica nas componentes de Power Systems, storage e software. Sustentada no know-how em IT Governance a empresa baseou muitas das suas ações na oferta de soluções de Information Tecnologies Infrastructure Library ITIL a vários níveis e por diferentes sectores. Do ponto de vista da atividade comercial e do endereçamento do mercado, optou por abordar os setores e os clientes onde a relação já era uma realidade. Dos diversos projetos levados a cabo durante o primeiro semestre de 2013, podem destacar-se os que a seguir se referem. Conclusão do projeto de RH num dos principais ministérios através da implementação de uma solução ERP da SAP; Projeto de reformulação e certificação tecnológica de networking noutro ministério angolano; Conclusão de um projeto de controlo de acessos e desmaterialização de dinheiro no Campus de uma universidade de Luanda. Criação de novo contrato anual de body shopping de help desk com uma empresa de logística sedeada em Luanda, com escritórios no Soyo e em Cabinda. Negociação de serviços de suporte a uma rede de videovigilância numa seguradora líder no mercado angolano ITIL awareness e formação numa das principais empresas de utilities de Angola A evolução do mercado e o resultante enquadramento económico influenciou as empresas no sentido de reforçarem as suas políticas de aumento de produtividade e inovação e no desenvolvimento de novas formas de propagação dos seus negócios. Está-se, aqui, perante um mercado em franca expansão onde as oportunidades são uma realidade. Contudo Angola é um market place mundial que, naturalmente, se carateriza por uma forte concorrência por parte de intervenientes altamente e qualificados. Aliando estas condições a ciclos típicos de venda bastante alargados resulta, como é de esperar, que o processo de venda se mostra tarefa extremamente árdua. A Compta empenha-se em afirmar a sua parceria estratégica com o líder mundial do sector (IBM) e no desenvolvimento de parcerias tecnológicas que visam a disponibilização de um leque de soluções de vanguarda nas áreas essenciais de infraestrutura de hardware e aplicacional. Enquadram-se nesta iniciativa a IBM, a Unisys e serviços cloud. Tem vindo a ser desenvolvidas ações de importação de tecnologias e soluções na área de networking originárias da casa mãe, em Portugal, o que tem permitido ampliar o leque de clientes da Compta Angola. 10/58

11 Relatório Intercalar de Gestão Cabo Verde Neste país foi criada, em 2008, a Compta Cabo Verde Tecnologias de Informação, S.A., sociedade de direito local que tem como objeto social o fornecimento de soluções e a prestação de serviços de consultoria, implementação e suporte no âmbito das tecnologias de informação e comunicações. Durante o primeiro semestre de 2013, a Compta Cabo Verde - Tecnologias de Informação, S.A. continuou a centrar a sua atividade em torno dos seguintes eixos: consultoria e implementação de soluções de gestão documental e ERP, com especial enfoque na administração pública e egovernment; esforço de internacionalização, em parceria com outras entidades, para replicar casos de sucesso ao nível do egovernment, nomeadamente para a Guiné e para Moçambique; fornecimento de projetos de desenvolvimento aplicacional à medida para a administração pública; continuação do trabalho de dinamização da área das comunicações de voz e dados; reforço das competências da empresa na área de infraestruturas de TI, em particular na consolidação de servidores e virtualização; prestação de serviços de formação em TIC, através do estabelecimento de varias parcerias com entidades de dimensão relevante e parceria com o Ministério da Educação para a formação o e a inserção no mercado de trabalho dos jovens licenciados. O mercado cabo-verdiano continua a caracterizar-se por um ritmo próprio mas que apresenta potenciais de negócio interessantes. Continuam a ser desenvolvidas ações de importação de tecnologias e soluções originadas na casa mãe, em Portugal, o que tem facilitado a ampliação do portfólio de clientes da Compta Cabo Verde. 3. Outros aspetos No Grupo continua a dedicar-se especial atenção ao que considera o seu principal ativo os colaboradores. Assim, no período em análise, ocorreram os factos que, por se considerarem mais relevantes, a seguir se descrevem. Finalização do projeto de formação aprovado com cofinanciamento do POPH. Certificação de nove colaboradores em ITIL Service Lifecycle Stream. Formação de 14 elementos para a certificação em PMP Project Management Professional. Continuação do processo de certificação da DEZ como entidade formadora no âmbito da DGERT. Continuação do up-grade do atual sistema de gestão de processos de formação - que passará do suporte em papel para o suporte informático - no âmbito da certificação DGERT e abrangendo os processos de formação Compta. Lançamento, no âmbito de três empresas do grupo, de 4 vagas de estágio profissional via IEFP. Manutenção e consolidação de diversos protocolos estabelecidos e que se traduzem em benefícios para os Colaboradores do Grupo. Atualização da política de Recursos Humanos Compta, procedendo-se à revisão e sintetização, num documento único, das diretrizes ou princípios orientadores da gestão de RH. Lançamento de Inquérito de Satisfação a Colaboradores - Grupo Compta. Acolhimento e receção, a pedido da AIP, de um grupo estudantes de Taiwan, em visita a Portugal no âmbito de um protocolo que a AIP estabeleceu com a Câmara de Comércio e Indústria de Taiwan. 11/58

12 Relatório Intercalar de Gestão 4. Riscos e incertezas A conjuntura económica adversa, as dificuldades na obtenção de financiamento e os inerentes custos acrescidos, a retração na procura e a maior exposição ao mercado doméstico, serão as principais variáveis de risco e incertezas que permanecem. De referir que o Grupo dispõe de mecanismos e sistemas de gestão apropriados a uma observação constante destas e de outras variáveis que possam condicionar a sua atividade, facultando os meios necessários a uma tomada de decisão avisada. Neste sentido, continuam a ser desenvolvidas políticas e medidas, quer do ponto de vista estrutural, quer do ponto de vista operacional, que permitem facilitar a deteção antecipada de potenciais efeitos do agravamento destes fatores. 5. Perspetivas O desenvolvimento da atividade do Grupo deve continuar assente no aprofundamento da sua estratégia em termos de oferta, que se encontra consubstanciada em torno de dois eixos fundamentais, o de Integrador de Tecnologias e o de Fabricante de Produtos Próprios. Como Integrador continuará a privilegiar a inovação e a introdução de ofertas completares ao seu core de atividade, centrando-se nas áreas das Comunicações, Infraestruturas & Segurança e Aplicações, com especial enfoque no mercado nacional, onde procurará intensificar a atividade, promovendo melhorias operacionais e oferecendo aos seus Clientes um conjunto mais alargado de produtos e serviços. Como fabricante, prosseguirá a estratégia de verticalização, aprofundando a sua oferta nos segmentos de mercado que já endereça, casos do Ambiente e Gestão Portuária e Ferroviária, estando também a desenvolver e a potenciar uma oferta própria para outros sectores, como o da Agricultura, da Eficiência Energética e o da Gestão de Águas, sempre numa lógica e num conceito de ser um player relevante à escala global na disponibilização de soluções no mercado futuro das denominadas Smart Cities. O esforço de especialização e produtização desta área produzirá certamente resultados a curto e médio prazo, estando, inclusivamente, a ser preparada uma oferta standard, que permitirá não só continuar a abordagem estruturada ao mercado nacional, mas essencialmente dimensionada e preparada para abordar e replicar em diversos mercados internacionais. Está prevista numa primeira fase a resposta às necessidades em países tais como o Brasil, o México, a Colômbia e o Peru, onde se espera que a perceção da real valia e inovação das soluções Compta, permita a sua potenciação e por conseguinte o seu desenvolvimento. 6. Ações próprias No semestre em análise não ocorreram transações de ações próprias. No final do período mantinha-se em carteira o mesmo número de ações que existiam no final do exercício anterior, isto é, ações próprias, estando o correspondente valor de aquisição abatido aos capitais próprios no balanço. Igualmente, não ocorreram transações de ações ou de instrumentos financeiros com ela relacionados, efetuadas pelos dirigentes da sociedade, por sociedades que domine e por pessoas estreitamente relacionadas com aqueles. 7. Negócios entre a sociedade e os membros dos seus órgãos sociais Neste primeiro semestre não ocorreram quaisquer negócios entre a sociedade e qualquer dos membros dos seus órgãos sociais. 12/58

13 Relatório Intercalar de Gestão 8. Outras informações Quer a sociedade mãe quer as restantes sociedades englobadas no perímetro de consolidação têm as suas situações regularizadas perante o estado ou quaisquer outros entes públicos. O Capital próprio da Compta Equipamentos e Serviços de Informática, S.A. registava, em 30 de Junho último, o valor de 2,7 milhões de euros o qual, embora representando uma evolução positiva em relação ao exibido em períodos anteriores, mantém ainda a sociedade na situação prevista no artigo 35.º do Código das Sociedades Comerciais. No âmbito das orientações estratégicas oportunamente estabelecidas e dando seguimento à decisão do Conselho de Administração no sentido de incrementar a racionalização de processos e a especialização da atividade do Grupo em torno das suas principais competências, foi decidido, tendo em conta os benefícios daí decorrentes, submeter à aprovação da Assembleia Geral da sociedade uma operação que passará pelo aumento de capital da associada Dez Desenvolvimento Empresarial, SA, a realizar por empresa que não integra a rede de participações sociais do Grupo. Naturalmente, esta operação trará um maior equilíbrio financeiro à Dez e terá, também, por consequência a sua saída do perímetro de consolidação da Compta. Tal proposta obteve aprovação por parte dos Acionistas no passado dia 25 de Julho de 2013, seguindo os trâmites habituais quanto à sua concretização. 9. Declaração de responsabilidade Declaração emitida nos termos e para os efeitos do disposto na alínea c) do n.º 1 do art.º 246.º do Código dos Valores Mobiliários em cumprimento do preceituado na legislação supra, os membros do Conselho de Administração da Compta Equipamentos e Serviços de Informática, S.A., declaram, cada um de per si, que, tanto quanto é do seu conhecimento: i. a informação prevista na alínea a) do N.º 1 do citado artigo do C.V.M. foi elaborada em conformidade com as normas contabilísticas aplicáveis, dando uma imagem verdadeira e apropriada do ativo e do passivo, da situação financeira e dos resultados da emitente e das empresas incluídas no perímetro da consolidação; e que ii. o relatório de gestão intercalar expõe fielmente a evolução dos negócios, do desempenho e da posição da Compta e das empresas incluídas no perímetro da consolidação, nos primeiros seis meses do exercício, e inclui uma descrição dos principais riscos e incertezas com que elas se defrontam. Algés, 27 de Agosto de 2012 O Conselho de Administração da COMPTA, Equipamentos e Serviços de Informática, S.A. Armindo Lourenço Monteiro Presidente José Eugénio Soares Vinagre Administrador Francisco Maria Supico Pinto Balsemão Administrador João Arnaldo Rodrigues de Sousa Administrador Jorge Manuel Martins Delgado Administrador 13/58

14 ANEXO A QUE SE REFERE O ARTIGO 20º DO CÓDIGO DOS VALORES MOBILIÁRIOS Broadloop SGPS, S.A. (1) acções 68,62% Banco Comercial Português, S.A acções 22,17% (1) incluí acções detidas pelo Dr. Armindo Lourenço Monteiro 14/58

15 ANEXO A QUE SE REFEREM OS ARTIGOS 447º E 448º DO CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS Membros dos Órgãos de Administração e Fiscalização que são accionistas da Sociedade: Dr. Armindo Lourenço Monteiro acções 0,91% Eng. Francisco Maria Supico Pinto Balsemão acções 0,61% Dr. José Eugénio Soares Vinagre acções 0,01% Accionistas titulares de acções ao portador, não registadas, representativas de, pelo menos, um décimo, um terço, ou metade do capital da Sociedade: Broadloop SGPS, S.A. (1) acções 68,62% Banco Comercial Português, S.A acções 22,17% (1) incluí acções detidas pelo Dr. Armindo Lourenço Monteiro 15/58

16 16/58

17 Compta - Equipamentos e Serviços de Informática, S.A. e Subsidiárias 1º Semestre de 2013 Demonstração consolidada da posição financeira em 30 de Junho de 2013 e em 31 de Dezembro de 2012 (Contas não auditadas) (U.m.: ) Rubricas Notas 30/06/ /12/2012 ACTIVO Activo não corrente Activos fixos tangíveis Activos intangíveis Participações financeiras - método do custo Activos por impostos diferidos Activo corrente Inventários Clientes Outras contas a receber Impostos sobre o rendimento a receber Caixa e seus equivalentes Total do activo CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO Capital próprio Capital nominal Prestações suplementares e outros instrumentos de capital Acções próprias 17 (3.610) (3.610) Prémios de emissão 17 (72.604) (72.604) Reservas não distribuíveis Reservas distribuíveis Reservas de conversão cambial (3.763) (1.384) Excedentes de valorização de activos fixos Excedentes de valorização de activos financeiros 19 ( ) ( ) Resultados acumulados ( ) ( ) Resultado líquido do período ( ) Capital próprio atribuível ao grupo ( ) ( ) Interesses não controlados (383) Total do capital próprio ( ) ( ) Passivo Passivo não corrente Empréstimos e descobertos bancários Outras contas a pagar Passivos por impostos diferidos Passivos por locação financeira Passivo corrente Fornecedores Empréstimos e descobertos bancários Outras contas a pagar Imposto corrente sobre o rendimento a pagar Passivos por locação financeira Total do passivo Total do capital próprio e do passivo /58

18 (Contas não auditadas) 1º Semestre de 2013 Demonstração consolidada dos resultados por natureza para os semestres findos em 30 de Junho de 2013 e de º/T 1º/S 2º/T 1º/S RENDIMENTOS E GANHOS Vendas Prestações de serviços Outros proveitos operacionais Total de proveitos operacionais (A) GASTOS E PERDAS Notas Custo das vendas ( ) ( ) ( ) ( ) Fornecimentos e serviços externos ( ) ( ) ( ) ( ) Gastos com pessoal 10 ( ) ( ) ( ) ( ) Gastos de depreciação e de amortização 12; 13 ( ) ( ) ( ) ( ) Provisões e perdas por imparidade 15 (4.127) (4.127) (14.417) (14.417) Outros custos operacionais (41.720) (82.898) (74.574) ( ) Prejuízos imputados de subsidiárias, associadas e empreendimentos - conjuntos - (5.137) (5.137) Total de custos operacionais (B) ( ) ( ) ( ) ( ) Resultados operacionais (A)-(B) Perdas financeiros 11 ( ) ( ) ( ) ( ) Ganhos financeiros (4.634) Resultados financeiros (C) ( ) ( ) ( ) ( ) Resultado antes de impostos (A)-(B)+(C) ( ) Imposto do período (38.437) (76.224) (89.642) ( ) Lucros retidos do exercício (81.436) ( ) Interesses não controlados (20.596) (13.238) Lucros retidos do exercício atribuível a detentores do capital da Empresa-mãe (60.839) ( ) do qual resultados após impostos de - - (705) (1.876) operações descontínuadas Resultados básicos por acção 0,00 0,00 (0,00) (0,01) ( p/ acção) Resultados diluídos por acção 0,00 0,00 (0,00) (0,01) (U.m.: ) 18/58

19 Compta - Equipamentos e Serviços de Informática, S.A. e Subsidiárias 1º Semestre de 2013 Demonstração consolidada do rendimento integral para os semestres findos em 30 de Junho de 2013 e de 2012 (Contas não auditadas) (U.m.: ) Notas 2º/T 1º/S 2º/T 1º/S Resultado líquido do período (A) (81.436) ( ) Outros rendimentos Variação da reserva de conversão cambial (2.379) (5.064) (2.453) Outro rendimento integral líquido do período (B) (2.379) (5.064) (2.453) Total do rendimento integral do período ([A)+(B)] (86.500) ( ) Atribuível a: Detentores do capital da Empresa-mãe (412) (65.904) ( ) Interesses não controlados (20.596) (13.238) 19/58

20 (Contas auditadas) Compta - Equipamentos e Serviços de Informática, S.A. e Subsidiárias 1º Semestre de 2013 Demonstração das alterações no capital próprio consolidado no semestre findo em 30 de junho de 2013 (U.m.: ) Movimentos no período Capital nominal Prestações suplementares e outros instrumentos de capital Acções (quotas) próprias Prémios de emissão Reservas não distribuíveis Reservas distribuíveis Reservas de conversão cambial Excedente de valorização de activos fixos Ajustamentos ao valor dos activos financeiros Resultados acumulados Resultado líquido do período SUB-TOTAL Interesses não controlados TOTAL Posição em 1/1/ (3.610) (72.604) (1.384) ( ) ( ) ( ) ( ) (383) ( ) Realização de excedentes de valorização de activos fixos Aplicação do resultado líquido do exercício anterior Outros ganhos / perdas reconhecidos directamente no capital próprio (816) ( ) Rendimento integral total (2.379) (412) Posição em 30/6/ (3.610) (72.604) (3.763) ( ) ( ) ( ) ( ) Demonstração das alterações no capital próprio no semestre findo em 30 de junho de 2012 Posição em 1/1/ (3.610) (72.604) (10.364) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Realização de excedentes de valorização de activos fixos Aquisição e alienação de subsidiárias Aplicação do resultado líquido do exercício anterior Outros ganhos / perdas reconhecidos directamente no capital próprio (408) (55.137) - (55.137) ( ) Rendimento integral total (2.453) ( ) ( ) (13.238) ( ) Posição em 30/6/ (3.610) (72.604) (12.817) ( ) ( ) ( ) ( ) (59.760) ( ) 20/58

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