LEI Nº 1704, DE 15 DE JANEIRO DE 1953 ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA MILITAR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LEI Nº 1704, DE 15 DE JANEIRO DE 1953 ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA MILITAR"

Transcrição

1 1 LEI Nº 1704, DE 15 DE JANEIRO DE 1953 ORGANIZA A JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DE ALAGOAS Faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei: ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA MILITAR Art. 1º - A Justiça Militar compete processar a julgar, nos crimes militares, os oficiais e as praças da Polícia Militar do Estado, e bem assim as pessoas que lhe são assemelhadas (Constituição Federal, art. 124, nº XII; Constituição Estadual art. 64). expressos em Lei. Parágrafo Único - Esse fôro especial poderá estender se aos civis, nos casos Art. 2º - Para os efeitos da administração da Justiça Militar, o território do Estado constitui uma só circunscrição judiciária, com sede em Maceió. DAS AUTORIDADES JUDICIÁRIAS E SEUS AUXILIARES Art. 3º - A auditoria compor-se-á de um Auditor, um Promotor, um Advogado de ofício, um Escrivão, um Oficial de Justiça e um Porteiro das Audiências. a) pelo Tribunal de Justiça; b) pelo Auditor e Conselhos de Justiça. Art 4º - A Auditoria compor-se-á de um Auditor, um Promotor, um Advogado de Ofício, um Escrivão, um Oficial de Justiça e um Porteiro das Audiências. Parágrafo Único - Além desses funcionários, haverá ainda um Suplente de Auditor e um Adjunto de Promotor. DO PROVIMENTO Art. 5º - O Auditor e o Promotor serão nomeados pelo Governador, dentre os habilitados em concurso de provas, e indicados pelo Tribunal de Justiça, em lista tríplice, sempre que possível Art. 6º - Os concursos serão organizados pelo tribunal de Justiça, observadas as normas adotadas para o ingresso na Magistratura Civile no Ministério Público, incluindo-se preferentemente nos programas pontos relativos aos Códigos Penal Militar e da Justiça Militar. Art. 7º - Serão nomeados livremente pelo Governador: I - O Suplente de Auditor, por um quadriênio, dentre os bacharéis em direito de reconhecida idoneidade moral e profissional; II - O Adjunto de Promotor, demissível ad-nutum, dentre os bacharéis que preencham as condições do n. I deste artigo;

2 III - O Advogado de Ofício, dentre os bacharéis inscritos no quadro da Ordem dos Advogados, Secção de Alagoas, desde que preencha as condições e obedeça as condições às normas do n. I deste artigo. Art. 8º - Serão nomeados pelo Auditor, ouvido o comando geral da Corporação: I - O escrivão, dentre os Subtenentes ou Primeiros sargentos; II - O Oficial de Justiça e o Porteiro das Audiências, dentre os Cabos, podendo a mesma Praça, por conveniência do serviço, ocupar as duas funções. 2 DO COMPROMISSO, POSSE E EXERCÍCIO Art. 9º - As autoridades judiciárias e seus auxiliares só entrarão no exercício de seus cargos depois do preenchimento das formalidades seguintes: a) apresentação dos respectivos títulos de nomeação; b) prestação de compromisso legal. Art Prestarão compromisso e tomarão posse de seus cargos, mediante a apresentação dos respectivos títulos: I - O Auditor e seu Suplente, perante o Presidente do Tribunal de Justiça; II - O Promotor, seu Adjunto e o Advogado de Ofício, perante o Procurador Geral do Estado; III - O Escrivão, O Oficial de Justiça e o Porteiro das Audiências, perante a Auditor. Art A posse e o exercício deverão verificar-se no prazo de 10 (dez) dias, contados da publicação do ato de nomeação no Diário Oficial do Estado. 1º - Esse prazo poderá ser prorrogado até 20 (vinte) dias no máximo, pela autoridade que lavrou a nomeação, mediante requerimento do interessado. 2º - Se este não assumir o exercício dentro do prazo regular ou de sua prorrogação, será considerado sem efeito o ato que o nomeou. DA COMPOSIÇÃO DOS CONSELHOS DE JUSTIÇA oficiais. Art Os Conselhos de Justiça serão de duas categorias: I - Conselho Especial para processo e julgamento de Oficiais; II - Conselho Permanente para processo e julgamento acusados que não sejam Art O Conselho Especial de Justiça compor-se-á de Auditor, que será o relator com voto, e de quatro juízes militares de patente superior a do acusado ou de sua graduação militar, sob a presidência de oficial superior, ou do mais antigo, no caso de igualdade de posto. Para esse efeito o Auditor, em presença do Promotor e do Escrivão, procederá ao sorteio dos juízes.

3 3 1º - Quando não for possível a organização do Conselho por juízes militares de patente superior à do acusado, poderão dele fazer parte oficiais de igual patente e mais antigo de posto, sempre que possível. 2º - Não havendo oficial da ativa para presidir o Conselho ou mesmo para completar o número dos juízes, recorrer-se-á à relação dos oficiais da reserva ou reformados. 3º - Quando não houver oficial da ativa nem da reserva ou reformado de patente superior ou igual a do réu, será o fato levado ao reconhecimento do Presidente do Tribunal de Justiça, que designará juízes da capital, e na falta ou impedimento destes, juízes da capital, e na falta ou impedimento destes, juízes do interior, para constituírem o Conselho, presidindo o mesmo, não havendo nenhum juiz militar, o juiz de direito mais antigo, segundo a Lei de Organização Judiciária do Estado. 4º - O Conselho Especial de Justiça será constituído para cada processo e se dissolverá logo depois de concluírem seus trabalhos reunindo-se novamente por convocação do Auditor, se sobrevier nulidade de processo ou do julgamento, ou alguma diligência ordenada pelo Tribunal de Justiça. 5º - No Conselho funcionarão, sempre que for possível, os mesmos juízes sorteados, se não houverem sido substituídos na forma da Lei. Art Além do auditor que será o relator com voto, e de um oficial superior ou capitão, que será o presidente, o Conselho Permanente de Justiça, compor-se-á de três oficiais até a patente de capitão. Parágrafo Único - O Conselho Permanente, uma vez instituído, funcionará durante três meses. Art O Comando Geral da Polícia Militar, de três em três meses, remeterá ao Auditor uma relação dos oficiais em serviço ativo e dos reformados ou transferidos para a reserva, indicando os lugares onde se acham servindo ou residindo. Essa relação servirá para o sorteio dos Conselhos a organizar. 1º - Dessa relação será excluído o Comandante da Polícia Militar, convocado, entretanto, para o Conselho Especial quando tiver o acusado patente igual ao mesmo, ou ainda na falta de oficial superior em condições de presidi-lo. 2º - As alterações que se verificarem no quadro dos oficiais serão comunicados, mensalmente, ao Auditor, para os fins legais. 3º - Entre os dias 20 e 25 do último mês de cada trimestre, o Auditor, na sede da Auditoria, a portas abertas, presentes os juízes do Conselho Permanente do trimestre a terminar, o Promotor e o Escrivão, depois de lançar em cédulas os nomes dos oficiais relacionados e de os recolher a uma urna, sorteará os juízes militares para o Conselho Permanente de Justiça a organizarse. 4º - Concluído o sorteio o Conselho Permanente ou Especial, seu resultado será imediatamente comunicado pelo Auditor à autoridade militar competente, para que esta,

4 fazendo-o publicar em boletim, ordene o comparecimento dos juízes, às 15 horas do quinto dia útil, a contar da data do sorteio, na sede da Auditoria ou no lugar onde tiver de funcionar o mesmo Conselho. Do sorteio lavrar-se-á sempre uma ata, em livro próprio, com o respectivo resultado, certificando o escrivão, em cada processo, o sorteio e o compromisso dos juízes. Art Existindo na relação a que se refere o artigo anterior apenas o número exato de oficiais a sortear, serão estes considerados como sorteados. Art Se a relação de oficiais não for remetida a tempo, servirá de base para o sorteio a relação anterior. A nova relação, quando enviada, aplicar-se-á aos sorteios subsequentes, dentro do trimestre. 1º - Sempre que possível, o oficial que tiver servido em um trimestre ficará isento do sorteio para o trimestre imediato. 2º - O Oficial que estiver funcionando em um Conselho não poderá ser sorteado para outro qualquer antes de findos os trabalhos daquele. Art Os oficiais sorteados para os Conselhos de Justiça só ficarão dispensados do serviço da Polícia Militar nos dias de audiência. Art Quando houver mais de um indiciado no mesmo processo servirá de base à constituição do Conselho a patente mais elevada. Art No caso de falta, absoluta ou insuficiência de oficiais inclusive, reformados, serão sorteados os que estiverem nas unidades, subunidades e destacamentos mais próximo da sede, os quais ficarão à disposição do auditor pelo tempo necessário para julgamento do processo em que tiverem de funcionar. Art O oficial que estiver respondendo a processo, a inquérito, ou se achar preso disciplinarmente, não poderá ser juiz do Conselho. 4 DAS INCOMPATIBILIDADES E SUSPEIÇÕES Art Não podem funcionar cunjuntamente, Juízes, Auditor, Promotor, Advogado, Escrivão e peritos que tenham entre si parentesco consangüíneo a fim de linha ascendente ou descendente, e, na colateral, até o terceiro grau inclusive. 1º - Se a incompatibilidade se der entre o juiz e o advogado, este será substituído. Nos outros casos, deverá funcionar o mais antigo nas funções e, se igualmente antigos, o mais velho. 2º - No caso de nomeação, a incompatibilidade se resolve, antes da posse, contra o último nomeado, ou contra o menos idoso, se a nomeação for da mesma data; depois da posse, contra o que lhe deu causa; e se a incompatibilidade for imputada a ambos, contra o mais moderno. Art O funcionário, inclusive o Advogado de Ofício, que aceitar a nomeação de cargo público incompatível, perderá o cargo e todas as vantagens correspondentes.

5 1º - O Promotor e o Advogado de Ofício sé em comissão poderão exercer cargo ou função pública estranhos a Justiça Militar. 2º - Ao Auditor em efetivo exercício ou licenciado é defeso advogar em qualquer juízo; ao Auditor em disponibilidade, ao Promotor ou Suplente de Auditor, convocado ou não, só o é no fôro militar. Art A suspeição será legítima nos casos estabelecidos no Código de Justiça Militar e nas leis processuais. Art Será ilegítima a suspeição quando o excipiente a provocar, eu, depois de manifestada a sua causa, praticar qualquer ato que importe aceitação do juiz ou autoridade recusada. Art O Juiz que se considerar suspeito deve declará-lo por despacho nos autos, ou oralmente em audiência, positivando sua suspeição. Parágrafo Único - A declaração oral constará do respectivo têrmo. Art Ao Promotor e ao Advogado de Ofício são extensivas as prescrições dos artigos procedentes no que lhes for aplicável. 5 DAS SUBSTITUIÇÕES Art O Auditor e os demais funcionários da Justiça Militar, nas suas faltas e impedimentos serão substituídos: a) o Auditor pelo Suplente; b) o Promotor pelo Adjunto; c) o Advogado de Ofício por um bacharel em direito, designado pelo Auditor; d) o Escrivão, o Oficial de Justiça e o Porteiro das Audiências, por interinos ou ad-hoc, nomeados pelo Auditor nas condições estabelecidas nesta Lei. 1º - Na falta do Suplente efetivo, será o Auditor substituído por um Suplente interino, nomeados pelo Governador, ou por um Auditor an-hoc nomeado pelo Presidente do Tribunal de Justiça, mediante Portaria que se indicarão o processo ou processos em que deva funcionar. pelo Auditor. 2º - Na falta do Adjunto, o Promotor será substituído por um ad-hoc nomeado Art Os juízes do Conselho Permanente ou Especial, serão substituídos mediante sorteio, ou na forma do art º, conforme o caso. DAS LICENÇAS E FÉRIAS Art O Auditor, o Promotor e o Advogado de Ofício terão direito a licença e férias em condições idênticas aos juízes, membros do Ministério Público e funcionários públicos, respectivamente.

6 6 DOS DIREITOS E GARANTIAS - DA DISCIPLINA JUDICIÁRIA Art O Auditor e o promotor gozarão de todas as garantias e vantagens asseguradas aos juízes de direito e aos membros do Ministério Público do Estado, com exceção de remoção ou promoção para os cargos da justiça Civil, ou acesso para o Tribunal de Justiça. Art O advogado de Ofício gozará das vantagens asseguradas aos funcionários públicos, na forma da legislação em vigor. honorárias: Art Os funcionários da Justiça Militar terão as seguintes graduações a) Auditor- Coronel; b) Promotor e Advogado de Ofício - Capitão. Parágrafo Único - Os Juízes de Direito, quando em função na Auditoria ou integração e formação do Conselho Especial, terão também o posto honorário de Coronel. Art 34 - O Auditor, o Promotor e o Advogado de Ofício terão vencimentos iguais aos das patentes que lhes são atribuídas. Art O Auditor, o Promotor e o Advogado de Ofício são passíveis das seguintes penas disciplinares: a) advertência verbal ou por escrito; b) censura constante de provimento; c) suspensão até 90(noventa) dias; d) demissão. Parágrafo Único - Essas penas, observadas as normas da Organização Judiciária em vigor, serão impostas: a) ao Auditor pelo tribunal de Justiça e seu Presidente; b) ao promotor e ao Advogado de Ofício, pelo Governador ou pelo Procurador Geral do Estado, conforme o caso. Art Ao Escrivão, ao Oficial de Justiça, e ao Porteiro, o Auditor poderá aplicar as penas das letras a e b do art. 35. Parágrafo Único - Nos casos mais graves, o Auditor representará ao comando geral da Polícia Militar para a devida punição disciplinar. Art Quando, sem causa justificada, faltar à sessão, o oficial juiz do Conselho perderá a sua gratificação relativa aos dias de falta, tendo-se em vista a parte oficial dada pelo Auditor ao comando geral da Polícia Militar; no caso de reincidência, além desta pena ser-lheá aplicada a de repreensão em boletim, ou a de prisão até 15 (quinze) dias, a menos que a falta não constitua matéria de inquérito. 1º - No caso de moléstia, a falta do oficial à sessão só poderá ser justificada por atestado médico, de preferência do médico da Polícia Militar, apresentando ao Auditor até três dias do término dos trabalhos. 2º - Em qualquer caso, será convocada outro juiz para substituir o faltoso.

7 7 DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS e sêlos. Art Os processos-crimes militares não são sujeitas a custas, emolumentos Art Observar-se-á no processo o julgamento dos crimes definidos no Código Penal Militar, o Código da Justiça Militar, em tudo que couber, adotando-se os formulários oficiais, sempre que possível. Art Esta Lei entrará em vigor a 1º de janeiro de Art Revogam-se às disposições em contrário. Maceió, 15 de janeiro de 1953, 64º da República. ARNON DE MELLO EUSTÁQUIO GOMES DE MELLO ( Transc. Do D.O. nº 14, de 20/01/53).

RESOLUÇÃO Nº. 09 /2008

RESOLUÇÃO Nº. 09 /2008 1 RESOLUÇÃO Nº. 09 /2008 Dispõe sobre o Regimento Interno da Junta Recursal do Programa Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor JURDECON e dá outras providências. O Colégio de Procuradores de Justiça

Leia mais

LEI Nº 4.898, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1965

LEI Nº 4.898, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1965 LEI Nº 4.898, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1965 Regula o Direito de Representação e o Processo de Responsabilidade Administrativa Civil e Penal, nos casos de abuso de autoridade. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 6.996, DE 7 DE JUNHO MAIO DE 1982. Dispõe sobre a utilização de processamento eletrônico de dados nos serviços eleitorais e

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR N. 13, DE 8 DE DEZEMBRO DE 1987

LEI COMPLEMENTAR N. 13, DE 8 DE DEZEMBRO DE 1987 LEI COMPLEMENTAR N. 13, DE 8 DE DEZEMBRO DE 1987 Dá nova redação aos artigos que menciona, entre outras providências, da Lei Complementar n. 3, de 12 de janeiro de 1981, que dispõe sobre a Organização

Leia mais

DISPÕE SOBRE A AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO PROBATÓRIO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DISPÕE SOBRE A AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO PROBATÓRIO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 2001/2006 DISPÕE SOBRE A AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO PROBATÓRIO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. IRANI CHIES, Prefeito Municipal de Carlos Barbosa, Estado do Rio Grande do Sul, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

FENAJ - Federação Nacional dos Jornalistas REGIMENTO INTERNO DAS COMISSÕES DE ÉTICA DOS SINDICATOS DOS JORNALISTAS

FENAJ - Federação Nacional dos Jornalistas REGIMENTO INTERNO DAS COMISSÕES DE ÉTICA DOS SINDICATOS DOS JORNALISTAS FENAJ - Federação Nacional dos Jornalistas REGIMENTO INTERNO DAS COMISSÕES DE ÉTICA DOS SINDICATOS DOS JORNALISTAS RESOLUÇÃO CNE Nº 01/2009 DE 05/05/2009 Título I - Do Regimento Art. 1º Este Regimento

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Competência da Justiça Militar Paulo Tadeu Rodrigues Rosa* A Justiça Militar é um dos órgãos do Poder Judiciário, com previsão constitucional e Lei de Organização Judiciária que

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO TRABALHO. Regimento Interno CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DO TRABALHO

CONSELHO NACIONAL DO TRABALHO. Regimento Interno CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DO TRABALHO CONSELHO NACIONAL DO TRABALHO Regimento Interno CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DO TRABALHO Art. 1.º O Conselho Nacional do Trabalho, com sede na Capital da República e jurisdição em todo

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PROVIMENTO N. 6/2013/CM

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PROVIMENTO N. 6/2013/CM PROVIMENTO N. 6/2013/CM Revoga o Provimento n. 017/2011/CM e estabelece critérios para a remoção e movimentação interna dos servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso. O EGRÉGIO CONSELHO DA

Leia mais

RESOLUÇÃO 001/2015/CE/SINJOR-PA

RESOLUÇÃO 001/2015/CE/SINJOR-PA RESOLUÇÃO 001/2015/CE/SINJOR-PA O Presidente da Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas no Estado do Pará, no uso das atribuições que lhes são conferidas, etc CONSIDERANDO a decisão da Assembleia

Leia mais

Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 3.820, DE 11 DE NOVEMBRO DE 1960.

Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 3.820, DE 11 DE NOVEMBRO DE 1960. Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos Regulamento LEI Nº 3.820, DE 11 DE NOVEMBRO DE 1960. Cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Farmácia, e dá outras providências. O

Leia mais

Tropa de Elite - Polícia Militar Legislação da Polícia Militar Parte 05 Wagner Gomes

Tropa de Elite - Polícia Militar Legislação da Polícia Militar Parte 05 Wagner Gomes Tropa de Elite - Polícia Militar Legislação da Polícia Militar Parte 05 Wagner Gomes 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. PROMOÇÃO CONCEITO: O acesso na hierarquia

Leia mais

Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 4.594, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1964. Regula a profissão de corretor de seguros. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.662, DE 7 DE JUNHO DE 1993. (Mensagem de veto). Dispõe sobre a profissão de Assistente Social e dá outras providências O

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR N. 290, DE 28 DE JULHO DE 2014 O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

LEI COMPLEMENTAR N. 290, DE 28 DE JULHO DE 2014 O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI COMPLEMENTAR N. 290, DE 28 DE JULHO DE 2014 Altera a Lei Complementar n. 164, de 3 de julho de 2006, que Dispõe sobre o Estatuto dos Militares do Estado do Acre e dá outras providências. O GOVERNADOR

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO DE ARBITRAGEM DESPORTIVA DO TRIBUNAL ARBITRAL DO DESPORTO

REGIMENTO DO CONSELHO DE ARBITRAGEM DESPORTIVA DO TRIBUNAL ARBITRAL DO DESPORTO REGIMENTO DO CONSELHO DE ARBITRAGEM DESPORTIVA DO TRIBUNAL ARBITRAL DO DESPORTO Capítulo I Disposições gerais Artigo 1.º (Definição) O (CAD) é um dos órgãos integrantes do Tribunal Arbitral do Desporto

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA MÚTUA À SAÚDE SBC CAPÍTULO I - DA ORGANIZAÇÃO E FINALIDADE

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA MÚTUA À SAÚDE SBC CAPÍTULO I - DA ORGANIZAÇÃO E FINALIDADE ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA MÚTUA À SAÚDE SBC CAPÍTULO I - DA ORGANIZAÇÃO E FINALIDADE Art. 1º. - A ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA MÚTUA À SAÚDE SBC, fundada em 26.11.62 sob denominação de

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA FACULDADE DE APUCARANA - FAP

REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA FACULDADE DE APUCARANA - FAP 205 ANEXO B Regulamento Interno do Colegiado do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA FACULDADE DE APUCARANA - FAP 206 CAPÍTULO

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI COMPLEMENTAR N. 305, DE 8 DE OUTUBRO DE 2015 Cria o Corpo Voluntário de Militares do Estado da Reserva Remunerada e dispõe sobre a convocação dos inscritos para serviço ativo em caráter transitório.

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N.º 13, DE 02 DE OUTUBRO DE 2006. (Alterada pela Res. 111/2014) Regulamenta o art. 8º da Lei Complementar 75/93 e o art. 26 da Lei n.º 8.625/93, disciplinando, no âmbito do Ministério Público,

Leia mais

LEI Nº 6.568, DE 6 DE JANEIRO DE 2005.

LEI Nº 6.568, DE 6 DE JANEIRO DE 2005. LEI Nº 6.568, DE 6 DE JANEIRO DE 2005. INSTITUI NA POLÍCIA MILITAR E NO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE ALAGOAS O SISTEMA DE ENSINO MILITAR E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DE ALAGOAS

Leia mais

LEI Nº 4.594, DE 29 DE SETEMBRO DE 1.964

LEI Nº 4.594, DE 29 DE SETEMBRO DE 1.964 Regula a profissão de Corretor de Seguros. CAPÍTULO I Do Corretor de Seguros e da sua Habilitação Profissional Art. 1º O corretor de seguros, seja pessoa física ou jurídica, é o intermediário legalmente

Leia mais

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Lei Nº 4.769, de 09 de setembro de 1965 O Presidente da República Dispõe sobre o exercício da profissão de Administrador e dá outras providências (*) (**). Faço saber que o Congresso Nacional decreta e

Leia mais

Parágrafo único. Aplica-se aos titulares dos órgãos referidos no caput deste artigo o disposto no art. 2º, 2º, desta Lei Complementar.

Parágrafo único. Aplica-se aos titulares dos órgãos referidos no caput deste artigo o disposto no art. 2º, 2º, desta Lei Complementar. RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 518, DE 26 DE JUNHO DE 2014. Dispõe sobre a organização e o funcionamento da Assessoria Jurídica Estadual, estrutura a Carreira e o Grupo Ocupacional dos titulares

Leia mais

LEI Nº 4.324, DE 14 DE ABRIL DE 1964

LEI Nº 4.324, DE 14 DE ABRIL DE 1964 CÂMARA DOS DEPUTADOS Centro de Documentação e Informação LEI Nº 4.324, DE 14 DE ABRIL DE 1964 Institui o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Odontologia, e dá outras providências. O PRESIDENTE

Leia mais

ASPECTOS ÉTICOS E LEGAIS DAS PERÍCAS ODONTOLÓGICAS

ASPECTOS ÉTICOS E LEGAIS DAS PERÍCAS ODONTOLÓGICAS ASPECTOS ÉTICOS E LEGAIS DAS PERÍCAS ODONTOLÓGICAS Prof. Dr. Eduardo Daruge Titular de Odontologia Legal e Deontologia da FOP-UNICAMP Prof. Medicina Legal da Faculdade de Direito da UNIMEP DEFINIÇÃO: PERÍCIAS

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO ACRE POLÍCIA MILITAR DIVISÃO DE ENSINO E INSTRUÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DO ACRE POLÍCIA MILITAR DIVISÃO DE ENSINO E INSTRUÇÃO GOVERNO DO ESTADO DO ACRE POLÍCIA MILITAR DIVISÃO DE ENSINO E INSTRUÇÃO Portaria nº 033/DEI/PM/2015 Processo seletivo CHOA PM/2015/AC O COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO ACRE, no uso de

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 92.790, DE 17 DE JUNHO DE 1986. Regulamenta a Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985, que regula o exercício da profissão

Leia mais

LEI Nº 3.793 DE 30 DE DEZEMBRO DE 1998

LEI Nº 3.793 DE 30 DE DEZEMBRO DE 1998 LEI Nº 3.793 DE 30 DE DEZEMBRO DE 1998 DISPÕE SOBRE APROVAÇÃO DO REGIMENTO INTERNO DAS JUNTAS ADMINISTRATIVAS DE RECURSOS DE INFRAÇÕES JARI DO MUNICÍPIO DE CUIABÁ MT. O prefeito Municipal de Cuiabá-MT,

Leia mais

Vencimento Qualificação Exigida. - Formação Superior de Engenharia Civil. Engenheiro Civil

Vencimento Qualificação Exigida. - Formação Superior de Engenharia Civil. Engenheiro Civil O PREFEITO MUNICIPAL DE FRAIBURGO, Estado de Santa Catarina, no uso de suas atribuições; FAZ SABER: Encontram-se abertas as inscrições para o Processo Seletivo da função abaixo descrita para Admissão em

Leia mais

LEI Nº 1.103. Reorganiza os serviços da Caixa de Pensões dos Servidores Municipais de Pelotas e dá outras providências.

LEI Nº 1.103. Reorganiza os serviços da Caixa de Pensões dos Servidores Municipais de Pelotas e dá outras providências. LEI Nº 1.103 Reorganiza os serviços da Caixa de Pensões dos Servidores Municipais de Pelotas e dá outras providências. O DOUTOR JOÃO CARLOS GASTAL, Prefeito de Pelotas. Faço saber que a Câmara Municipal

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Dispõe sobre a criação, a organização e as atribuições da Ouvidoria do Ministério Público Federal. O Presidente da República, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 2.848, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1940

DECRETO-LEI Nº 2.848, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1940 DECRETO-LEI Nº 2.848, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1940 Código Penal O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da atribuição que lhe confere o art. 180 da Constituição, decreta a seguinte lei: CÓDIGO PENAL PARTE ESPECIAL

Leia mais

LEI 4594 de 1964 - Seguros - Regulamentação da Profissão de Corretor

LEI 4594 de 1964 - Seguros - Regulamentação da Profissão de Corretor LEI 4594 de 1964 - Seguros - Regulamentação da Profissão de Corretor LEI Nº 4.594, DE 29 DEZEMBRO DE 1964 (DOU 05.01.1965) Regula a Profissão de Corretor de Seguros. Nota: Ver Resolução SUSEP nº 81, de

Leia mais

LEI N o 4.594, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1964.

LEI N o 4.594, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1964. LEI N o 4.594, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1964. Regula a profissão de corretor de seguros. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPíTULO I Do Corretor

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ GABINETE DA PREFEITA

PREFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ GABINETE DA PREFEITA PREFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ GABINETE DA PREFEITA LEI Nº 2.255/2007 Dá nova redação a Lei nº 1.453/200 que cria o Conselho de Alimentação Escolar e dá outras providências. A PREFEITA MUNICIPAL DE MOSSORÓ,

Leia mais

DIÁRIO DA JUSTIÇA ELETRONICO ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

DIÁRIO DA JUSTIÇA ELETRONICO ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DIÁRIO DA JUSTIÇA ELETRONICO ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL LEI N 1.008, DE 12-04-50 DATA DA DISPONIBILIZAÇÃO: QUINTA-FEIRA, 10 DE MARÇO DE 2011 - PORTO ALEGRE/RS

Leia mais

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 11

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 11 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 11 Capítulo I PROVAS... 13 1. Introdução... 13 2. Das provas aspectos gerais (arts. 155 a 157 do CPP)... 13 3. Ônus da prova, provas antecipadas e provas de ofício... 14 4. Prova

Leia mais

PROVIMENTO Nº 09/2012/CGJUS/TO. A CORREGEDORA-GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PROVIMENTO Nº 09/2012/CGJUS/TO. A CORREGEDORA-GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PROVIMENTO Nº 09/2012/CGJUS/TO Dispõe sobre a recepção, pelos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais, de indicações de supostos pais de pessoas registradas sem paternidade estabelecida, bem como

Leia mais

Dispõe sobre a recepção, pelos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais, de indicações

Dispõe sobre a recepção, pelos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais, de indicações PROVIMENTO N.º 16 Dispõe sobre a recepção, pelos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais, de indicações de supostos pais de pessoas que já se acharem registradas sem paternidade estabelecida, bem

Leia mais

3º PROCESSO SELETIVO DE ESTÁGIO DE DIREITO DA DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO DE Segunda CATEGORIA NO DISTRITO FEDERAL.

3º PROCESSO SELETIVO DE ESTÁGIO DE DIREITO DA DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO DE Segunda CATEGORIA NO DISTRITO FEDERAL. 3º PROCESSO SELETIVO DE ESTÁGIO DE DIREITO DA DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO DE Segunda CATEGORIA NO DISTRITO FEDERAL. EDITAL Nº 04, DE 29 DE OUTUBRO DE 2014. O DEFENSOR PÚBLICO-CHEFE DE SEGUNDA CATEGORIA

Leia mais

MENSAGEM Nº, de 2008.

MENSAGEM Nº, de 2008. MENSAGEM Nº, de 2008. = Tenho a honra de submeter à elevada consideração de Vossas Excelências o projeto de Lei anexo, que objetiva criar o Conselho Municipal Antidrogas COMAD. Um dos mais graves problemas

Leia mais

CONSTITUIÇÃO FEDERAL

CONSTITUIÇÃO FEDERAL CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida,

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MINISTÉRIO PÚBLICO

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MINISTÉRIO PÚBLICO PROCESSO SELETIVO DE ESTUDANTES PARA O QUADRO DE ESTAGIÁRIOS DO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL [CURSO SUPERIOR DIREITO] EDITAL Nº 01/2015 CARLOS BARBOSA O PROMOTOR DE JUSTIÇA DA PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE

Leia mais

FENAJ - FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS COMISSÃO NACIONAL DE ÉTICA

FENAJ - FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS COMISSÃO NACIONAL DE ÉTICA FENAJ - FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS COMISSÃO NACIONAL DE ÉTICA RESOLUÇÃO CNE Nº 01/2008, REPUBLICADA (*), DE 07/07/2008 Artigo 1º Este Regimento Interno contém as normas que regulam o funcionamento

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA 1ª REGIÃO-RJ. CAPÍTULO I Constituição e Jurisdição

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA 1ª REGIÃO-RJ. CAPÍTULO I Constituição e Jurisdição REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA 1ª REGIÃO-RJ CAPÍTULO I Constituição e Jurisdição Art. 1º - O Conselho Regional de Economia da 1ª Região tem sede e foro na cidade do Rio de Janeiro e

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI N. 153, DE 1º DE DEZEMBRO DE 1967 Cria a Sociedade Beneficente da Assembléia Legislativa do Estado do Acre. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a

Leia mais

REGIMENTO INTERNO FEDERAÇÃO PARANAENSE E CATARINENSE DE GOLFE - FPCG

REGIMENTO INTERNO FEDERAÇÃO PARANAENSE E CATARINENSE DE GOLFE - FPCG REGIMENTO INTERNO FEDERAÇÃO PARANAENSE E CATARINENSE DE GOLFE - FPCG 1 Sumário CAPITULO I... 3 Do Regimento Interno... 3 CAPITULO II... 3 Do Registro e Inscrição dos Golfistas... 3 CAPITULO III... 3 Da

Leia mais

Lei nº 37/81, de 3 de Outubro

Lei nº 37/81, de 3 de Outubro Lei nº 37/81, de 3 de Outubro TÍTULO I Atribuição, aquisição e perda da nacionalidade CAPÍTULO I Atribuição da nacionalidade Artigo 1.o Nacionalidade originária 1 São portugueses de origem: a) Os filhos

Leia mais

NORMAS PARA REALIZAÇÃO DE CONCURSO PÚBLICO DE TÍTULOS E PROVAS PARA PROVIMENTO DE CARGO DE PROFESSOR DA UFCSPA CAPÍTULO I DO CONCURSO E DOS CANDIDATOS

NORMAS PARA REALIZAÇÃO DE CONCURSO PÚBLICO DE TÍTULOS E PROVAS PARA PROVIMENTO DE CARGO DE PROFESSOR DA UFCSPA CAPÍTULO I DO CONCURSO E DOS CANDIDATOS Normas para realização de Concursos Públicos de Títulos e Provas para os Cargos de Professor Auxiliar, Assistente e Adjunto da Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA)

Leia mais

DIÁRIO OFICIAL Nº 004/2014 DO DIA 11/01/2014

DIÁRIO OFICIAL Nº 004/2014 DO DIA 11/01/2014 DIÁRIO OFICIAL Nº 004/2014 DO DIA 11/01/2014 LEI Nº 17.976 /2014 Delibera sobre o Processo Administrativo Tributário da Secretaria de Finanças e altera dispositivos da Lei nº 15.563, de 27 de dezembro

Leia mais

Projeto de Lei nº de 2006.

Projeto de Lei nº de 2006. Projeto de Lei nº de 2006. Dispõe sobre o exercício da profissão de Ministro de Confissão Religiosa Evangélica, e dá outras providências O Presidente da República, faço saber que o Congresso Nacional decreta

Leia mais

PROVIMENTO Nº 20, DE 09 DE OUTUBRO DE 2013. O CORREGEDOR GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PROVIMENTO Nº 20, DE 09 DE OUTUBRO DE 2013. O CORREGEDOR GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PROVIMENTO Nº 20, DE 09 DE OUTUBRO DE 2013. Institui a emissão de Certidões Judiciais Cíveis e Criminais, inclusive por meio eletrônico, no âmbito da 1ª Instância do Poder Judiciário do Estado de Alagoas

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA

CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA ANEXO À ACTA Nº 2/2012 Regulamento do Quadro Complementar de Juízes 1.º Objecto O presente regulamento tem por objecto o Quadro Complementar de Juízes, disciplinando a sua composição e funcionamento. 2.º

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I. Da Finalidade

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I. Da Finalidade REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I Da Finalidade Art. 1ª Fica instituído o Regimento Interno da da Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF, em conformidade com o Decreto nº. 6.029 de 1º de fevereiro

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL

REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL RESOLUÇÃO Nº. 073/12-COGEP de 07/12/12 Curitiba

Leia mais

REGIMENTO INTERNO Aprovado dia 02 de julho de 1982

REGIMENTO INTERNO Aprovado dia 02 de julho de 1982 REGIMENTO INTERNO Aprovado dia 02 de julho de 1982 Artigo 1º. - A FUNDAÇÃO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM AGRONOMIA, MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - FUNEP, além das disposições constantes de seu Estatuto

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DO CONSELHO, ATRIBUIÇÕES E SUA COMPOSIÇÃO Art. 1.º- O Conselho Municipal de Educação de Carlos Barbosa, criado pela Lei Municipal nº1.176 de

Leia mais

PERÍCIA AMBIENTAL CONCEITOS

PERÍCIA AMBIENTAL CONCEITOS PERÍCIA AMBIENTAL CONCEITOS PERÍCIA Exame realizado por técnico, ou pessoa de comprovada aptidão e idoneidade profissional, para verificar e esclarecer um fato, ou estado ou a estimação da coisa que é

Leia mais

Aula VII de Processo Civil II Provas continuação. Prova pericial e inspeção judicial.

Aula VII de Processo Civil II Provas continuação. Prova pericial e inspeção judicial. Aula VII de Processo Civil II Provas continuação. Prova pericial e inspeção judicial. Perícia: na falta do conhecimento especializado ao juiz, este indica um técnico que possa fazer o exame dos fatos objeto

Leia mais

EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA CADASTRO DE CONCILIADOR VOLUNTÁRIO

EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA CADASTRO DE CONCILIADOR VOLUNTÁRIO EDT-JECECT - 22013 Código de validação: 2A0A656CDB EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA CADASTRO DE CONCILIADOR VOLUNTÁRIO O Doutor ROGÉRIO MONTELES DA COSTA, MM. Juiz de Direito Titular do Juizado Especial

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS JÚRIS DOS CONCURSOS DE CONCESSÃO DE APOIO FINANCEIRO PROMOVIDOS PELO ICA

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS JÚRIS DOS CONCURSOS DE CONCESSÃO DE APOIO FINANCEIRO PROMOVIDOS PELO ICA REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS JÚRIS DOS CONCURSOS DE CONCESSÃO DE APOIO FINANCEIRO PROMOVIDOS PELO ICA Artigo 1.º Âmbito de Aplicação O presente Regulamento estabelece as regras de funcionamento dos

Leia mais

QUEM É QUE ESTÁ DISPENSADO DO EXAME DE ORDEM DA OAB?

QUEM É QUE ESTÁ DISPENSADO DO EXAME DE ORDEM DA OAB? QUEM É QUE ESTÁ DISPENSADO DO EXAME DE ORDEM DA OAB? Autor: Joselito Alves Batista. Advogado atuante na Capital do Estado de São Paulo, graduado pela Universidade São Francisco, pós-graduado em Direito

Leia mais

Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro. RESOLUÇÃO CM nº 12/2014

Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro. RESOLUÇÃO CM nº 12/2014 RESOLUÇÃO CM nº 12/2014 Dispõe sobre o Concurso Público de provas ou provas e títulos para provimento de cargos efetivos do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro O CONSELHO DA MAGISTRATURA DO

Leia mais

Parágrafo único. O Grupo Ocupações de Fiscalização e Arrecadação OFA, criado pela Lei Complementar nº 81, de 10 de março de 1993, fica extinto.

Parágrafo único. O Grupo Ocupações de Fiscalização e Arrecadação OFA, criado pela Lei Complementar nº 81, de 10 de março de 1993, fica extinto. LEI COMPLEMENTAR Nº 189, de 17 de janeiro de 2000 Extingue e cria cargos no Quadro Único de Pessoal da Administração Direta, e adota outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA, Faço

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA NORMATIVA Nº 1.247/MD, DE 2 DE SETEMBRO DE 2008

MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA NORMATIVA Nº 1.247/MD, DE 2 DE SETEMBRO DE 2008 MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA NORMATIVA Nº 1.247/MD, DE 2 DE SETEMBRO DE 2008 Disciplina a ocupação de cargos e funções militares, a concessão da Gratificação de Exercício em Cargo

Leia mais

1ª LIGA DE JÚRI SIMULADO C.A.A.G FACULDADE DE DIREITO CATÓLICA UNISANTOS EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES

1ª LIGA DE JÚRI SIMULADO C.A.A.G FACULDADE DE DIREITO CATÓLICA UNISANTOS EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES 1ª LIGA DE JÚRI SIMULADO C.A.A.G FACULDADE DE DIREITO CATÓLICA UNISANTOS EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES O CENTRO ACADÊMICO ALEXANDRE DE GUSMÃO faz saber que, em conformidade com o presente edital, nos

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS CONSELHO SUPERIOR

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS CONSELHO SUPERIOR MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 71, DE 12 DE JUNHO DE 2006 DOU nº 104, Seção 1, pág. 59, de 1º/JUN/06 (Revoga a Resolução

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL 6910 Diário da República, 1.ª série N.º 187 25 de Setembro de 2009 Artigo 110.º Entrada em vigor 1 O presente decreto -lei entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação. 2 O certificado de conformidade

Leia mais

DECRETO N. 6.980 DE 19 DE MARÇO DE 1941

DECRETO N. 6.980 DE 19 DE MARÇO DE 1941 ADVERTÊNCIA Informamos que os textos das normas deste sítio são digitados ou digitalizados, não sendo, portanto, "textos oficiais". São reproduções digitais de textos originais, publicados sem atualização

Leia mais

Manual de Rotinas do Procedimento Cível Comum Ordinário. Protocolo

Manual de Rotinas do Procedimento Cível Comum Ordinário. Protocolo 29 Protocolo 2. DISTRIBUIÇÃO A previsão legal dos atos de distribuição e registro está no Código de Processo Civil, nos artigos 251 a 257. A distribuição tem a função de dividir os processos entre juízos

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MUNIZ FREIRE - ES

PREFEITURA MUNICIPAL DE MUNIZ FREIRE - ES DECRETO Nº 6.106/2013 REGULAMENTA AS LICENÇAS PARA TRATAMENTO DE SAÚDE, DE QUE TRATAM OS ARTS. 80, I; 82 A 100, DA LEI MUNICIPAL Nº 1.132, DE 02 DE JULHO DE 1990 (ESTATUTO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO

Leia mais

Minuta de Decreto nº (XXX), de (dia) de (mês) de (ano).

Minuta de Decreto nº (XXX), de (dia) de (mês) de (ano). Minuta de Decreto nº (XXX), de (dia) de (mês) de (ano). Aprova o Regimento Interno das Juntas Administrativas de Recursos de Infrações- JARI (nome do prefeito municipal), Prefeito Municipal de (nome do

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA E PROCESSAMENTO

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA E PROCESSAMENTO REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA E PROCESSAMENTO Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes (11) 3256-1321 abraidi@abraidi.com.br www.abraidi.com.br 1ª. Edição 2014 REGIMENTO

Leia mais

Lei de Criação do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente. Lei n. 574/00

Lei de Criação do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente. Lei n. 574/00 Lei de Criação do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente Lei n. 574/00 CAPÍTULO II DO CONSELHO TUTELAR DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ART. 15 Fica criado o Conselho

Leia mais

DO MINISTÉRIO PÚBLICO art.170 a art175

DO MINISTÉRIO PÚBLICO art.170 a art175 CONSTITUIÇÃO FEDERAL 88 DO MINISTÉRIO PÚBLICO art.127 a art.130- A Art. 127. O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DE FORMULÁRIOS DISPONÍVEIS NA INTERNET

INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DE FORMULÁRIOS DISPONÍVEIS NA INTERNET 0 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA DIRETORIA DE PESSOAL - DIVISÃO DE SELEÇÃO E ALISTAMENTO CONCURSO PÚBLICO SD PM 2ª CLASSE INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DE FORMULÁRIOS DISPONÍVEIS

Leia mais

LEI Nº 5 649. Art. 2º A Ouvidoria de Polícia do Estado do Espírito Santo tem as seguintes atribuições:

LEI Nº 5 649. Art. 2º A Ouvidoria de Polícia do Estado do Espírito Santo tem as seguintes atribuições: LEI Nº 5 649 Cria a Ouvidoria de Polícia do Estado do Espírito Santo e dá outras providências. O PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, faço saber que a Assembléia Legislativa

Leia mais

2776 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 75 17 de Abril de 2006 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Artigo 6. o. Lei Orgânica n. o 2/2006

2776 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 75 17 de Abril de 2006 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Artigo 6. o. Lei Orgânica n. o 2/2006 2776 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 75 17 de Abril de 2006 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei Orgânica n. o 2/2006 de 17 de Abril Quarta alteração à Lei n. o 37/81, de 3 de Outubro (Lei da Nacionalidade)

Leia mais

ASSOCIAÇÃO SUIÇO-VALESANA DO BRASIL

ASSOCIAÇÃO SUIÇO-VALESANA DO BRASIL ASSOCIAÇÃO SUIÇO-VALESANA DO BRASIL ESTATUTOS SOCIAIS CAPÍTULO I DA ASSOCIAÇÃO, SEUS FINS E PATRIMÔNIO Art.1º A ASSOCIAÇÃO SUIÇO-VALESANA DO BRASIL, fundada em 07 (sete) de junho do ano de mil novecentos

Leia mais

LEI Nº 4.324, DE 14 DE ABRIL DE 1964

LEI Nº 4.324, DE 14 DE ABRIL DE 1964 LEI Nº 4.324, DE 14 DE ABRIL DE 1964 Institui o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Odontologia, e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta

Leia mais

ESTATUTO DO CAMPESTRE CLUBE GILDA BARBOSA CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINS

ESTATUTO DO CAMPESTRE CLUBE GILDA BARBOSA CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINS ESTATUTO DO CAMPESTRE CLUBE GILDA BARBOSA CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINS Artigo 1º - A Entidade constitui-se de uma associação civil, sem fins lucrativos, com duração por tempo indeterminado

Leia mais

Tropa de Elite Escrivão Para Polícia Federal Arquivologia Microfilmagem Alexandre Américo

Tropa de Elite Escrivão Para Polícia Federal Arquivologia Microfilmagem Alexandre Américo 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tropa de Elite Escrivão Para Polícia Federal Arquivologia Microfilmagem Alexandre Américo LEI Nº 5.433, DE 8 DE MAIO DE 1968.

Leia mais

FERNANDO ANTÔNIO DA CÂMARA FREIRE Pedro Almeida Duarte. Regimento Interno do Coral Canto do Povo. Capítulo I Das Finalidades

FERNANDO ANTÔNIO DA CÂMARA FREIRE Pedro Almeida Duarte. Regimento Interno do Coral Canto do Povo. Capítulo I Das Finalidades Decreto nº 16.212, de 23 de julho de 2002. Aprova o Regimento Interno do Coral Canto do Povo. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso das atribuição que lhe são conferidas pelo artigo 64,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO. Aprovado pelo Conselho Universitário em sessão realizada no dia 29 de março de 1983 Resolução No. 09/83.

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO. Aprovado pelo Conselho Universitário em sessão realizada no dia 29 de março de 1983 Resolução No. 09/83. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO Aprovado pelo Conselho Universitário em sessão realizada no dia 29 de março de 1983 Resolução No. 09/83. REGIMENTO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES

Leia mais

ESTADO DO MARANHAO PREFEITURA MUNICIPAL DE ALTO ALEGRE DO PINDARÉ GABINETE DO PREFEITO CAPÍTULO I DA FINALIDADE

ESTADO DO MARANHAO PREFEITURA MUNICIPAL DE ALTO ALEGRE DO PINDARÉ GABINETE DO PREFEITO CAPÍTULO I DA FINALIDADE ESTADO DO MARANHAO PREFEITURA MUNICIPAL DE ALTO ALEGRE DO PINDARÉ GABINETE DO PREFEITO LEI DE N 142/2013 de 18 de abril de 2013. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

LEI Nº 6.371 DE 18 DE MARÇO DE 1992. O GOVERNADOR DO ESTADO DA BAHIA, faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 6.371 DE 18 DE MARÇO DE 1992. O GOVERNADOR DO ESTADO DA BAHIA, faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Imprimir "Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial do Estado." Revogada pelo art. 29 da Lei nº 7.033, de 06 de fevereiro de 1997. LEI Nº 6.371 DE 18 DE MARÇO DE 1992 Dispõe sobre os Juizados

Leia mais

SUJEITOS PROCESSUAIS: JUIZ E MINISTÉRIO PÚBLICO

SUJEITOS PROCESSUAIS: JUIZ E MINISTÉRIO PÚBLICO SUJEITOS PROCESSUAIS: JUIZ E MINISTÉRIO PÚBLICO Sujeitos processuais são as pessoas que atuam no processo, ou seja, autor, réu e juiz, existem outros sujeitos processuais, que podem ou não integrar o processo,

Leia mais

O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE FAZENDA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor,

O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE FAZENDA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor, RESOLUÇÃO SMF Nº 2.771, DE 29 DE ABRIL DE 2013. [Publicada no D. O. Rio de 30.04.2013] * Estabelece procedimentos a serem adotados para a entrega de prêmios aos tomadores de serviços pessoas naturais titulares

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 248/2009

RESOLUÇÃO Nº 248/2009 RESOLUÇÃO Nº 248/2009 PROCESSO Nº 07588/2009-000-07-00-0 TIPO: Processo Administrativo PARTE 1: PROPOSIÇÃO DO PRESIDENTE DO TRT 7ª REGIÃO PARTE 2: TRIBUNAL PLENO Vistos, relatados e discutidos os presentes

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO (Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial de 03/11/2011) DECRETO Nº 2888-R, DE 01 DE NOVEMBRO DE 2011 Regulamenta o Art. 57, III, da Lei Complementar nº 46, de 31 de janeiro de 1994. O GOVERNADOR

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012 Dispõe sobre a composição, o funcionamento e as atribuições dos Comitês Gestores do Código

Leia mais

DEPARTAMENTO DA POLÍCIA FEDERAL PORTARIA Nº 1.129, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1995

DEPARTAMENTO DA POLÍCIA FEDERAL PORTARIA Nº 1.129, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1995 DEPARTAMENTO DA POLÍCIA FEDERAL PORTARIA Nº 1.129, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1995 O Diretor do Departamento de Polícia Federal, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo ítem III, do Artigo 30 do Regimento

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 114/2013/TCE-RO

RESOLUÇÃO N. 114/2013/TCE-RO RESOLUÇÃO N. 114/2013/TCE-RO Dá nova redação ao artigo 86 e revoga o 1º do artigo 247 e o inciso XII do artigo 187, todos do Regimento Interno do TCE/RO, relativos à vista, carga e devolução de processos

Leia mais

LEI N.º 10/91 ESTATUTO DOS MAGISTRADOS CAPÍTULO I ESTATUTO. Artigo l.º

LEI N.º 10/91 ESTATUTO DOS MAGISTRADOS CAPÍTULO I ESTATUTO. Artigo l.º LEI N.º 10/91 A Assembleia Nacional no uso das atribuições que lhe são conferidas ao abrigo da alínea d) do artigo 87º. Da Constituição, aprova a seguinte Lei: ESTATUTO DOS MAGISTRADOS CAPÍTULO I ESTATUTO

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MINISTÉRIO PÚBLICO

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MINISTÉRIO PÚBLICO PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS PROCESSO SELETIVO DE ESTUDANTES PARA O QUADRO DE ESTAGIÁRIOS DO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CURSO SUPERIOR DIREITO EDITAL Nº 01/2013 SÃO FRANCISCO DE

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução.

Copyright Proibida Reprodução. PROCEDIMENTO PADRÃO PERÍCIA AMBIENTAL Prof. Éder Responsabilidade Clementino dos civil Santos INTRODUÇÃO BRASIL: Perícia Ambiental É um procedimento utilizado como meio de prova; Fornecimento de subsídios

Leia mais

Associação dos Participantes da CBS Nossa união é nossa força. Regimento Interno. apcbs@oi.com.br www.apcbs.com.br

Associação dos Participantes da CBS Nossa união é nossa força. Regimento Interno. apcbs@oi.com.br www.apcbs.com.br Associação dos Participantes da CBS Nossa união é nossa força. Regimento Interno apcbs@oi.com.br www.apcbs.com.br ÍNDICE SEÇÃO I - DOS SÓCIOS 1 SEÇÃO II - DA ASSEMBLÉIA GERAL 1 SEÇÃO III - DO CONSELHO

Leia mais

ATO DELIBERATIVO 27/2015. O Conselho Deliberativo da Fundação CELESC de Seguridade Social - CELOS, no uso de suas atribuições e,

ATO DELIBERATIVO 27/2015. O Conselho Deliberativo da Fundação CELESC de Seguridade Social - CELOS, no uso de suas atribuições e, ATO DELIBERATIVO 27/2015 O Conselho Deliberativo da Fundação CELESC de Seguridade Social - CELOS, no uso de suas atribuições e, CONSIDERANDO a necessidade de atualizar as disposições do Ato Deliberativo

Leia mais

CAPÍTULO I DA CARREIRA Seção I Disposições iniciais. Seção II Do quadro

CAPÍTULO I DA CARREIRA Seção I Disposições iniciais. Seção II Do quadro LEI COMPLEMENTAR Nº 442, de 13 de maio de 2009 Procedência Governamental Natureza PLC/0006.2/2009 DO. 18.604 de 14/05/2009 *Alterada pela LC 534/11 *Ver Lei LC 534/11 (art. 72) *Regulamentada pelo Dec.

Leia mais