Boletim de Comércio Exterior da Bahia Abril 2013

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1 ISSN Boletim de Comércio Exterior da Bahia Abril 2013

2 Sumário SUMÁRIO Governo do Estado da Bahia Jaques Wagner Secretaria do Planejamento José Sergio Gabrielli Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia José Geraldo dos Reis Santos Diretoria de Indicadores e Estatística Gustavo Casseb Pessoti Coordenação de Acompanhamento Conjuntural Luiz Mário Vieira Coordenação Editorial Arthur Souza Cruz Junior Elaboração Técnica Arthur Souza Cruz Junior Bruno Freitas Neiva Vinícius Prates Bassuma Coordenação de Biblioteca e Documentação Normalização Eliana Marta Gomes Silva Sousa Coordenação de Disseminação da Informação Ana Paula Porto Editoria Geral Elisabete Cristina Teixeira Barretto Desempenho do Comércio Exterior da Bahia abril 2013, 3 Importações, 8 Apêndice A abril 2013 Balança comercial Brasil Balança comercial Bahia Exportações brasileiras principais estados Exportações baianas por fator agregado Exportações baianas principais segmentos Exportações baianas principais segmentos Exportações baianas principais produtos Exportações baianas principais países e blocos econômicos Importações brasileiras principais estados Importações baianas por categorias de uso Importações baianas principais produtos Importações baianas principais países e blocos econômicos Apêndice B Informativo acumulado de janeiro a abril de 2013 Balança comercial Brasil Balança comercial Bahia Balança comercial Brasil X Bahia Série histórica Participação da Bahia no comércio exterior brasileiro Exportações brasileiras por regiões Exportações brasileiras principais estados Exportações nordestinas por estado Exportações baianas principais municípios Exportações baianas por fator agregado Exportações baianas principais segmentos Exportações baianas principais segmentos Exportações baianas principais produtos Exportações baianas principais países e blocos econômicos Importações brasileiras por regiões Importações brasileiras principais estados Importações nordestinas por estado Importações baianas principais municípios Importações baianas por categorias de uso Importações baianas principais produtos Importações baianas principais países e blocos econômicos Revisão Calixto Sabatini (Linguagem) Editoria de Arte e de Estilo Projeto Gráfico Editoração Ludmila Nagamatsu Av. Luiz Viana Filho, 4ª Avenida, 435, CAB Salvador (BA) Cep: Tel.: (71) Fax: (71)

3 Desempenho do DESEMPENHO Comércio DO COMÉRCIO Exterior EXTERIOR da Bahia DA BAHIA ABRIL Abril Puxadas pelo início dos embarques da safra de soja, as exportações baianas atingiram US$ 984,6 milhões em abril, o que representou um incremento de 28,8% em relação ao mesmo mês do ano passado. O complexo soja liderou as vendas externas em abril, com US$ 254 milhões e crescimento de 60,7%. Com preços médios 9,3% superiores aos de abril do ano passado e 0,6% maiores em relação a março último, o produto segue com cotação descolada das demais commodities agrícolas, sustentada pela escassez no mercado internacional e pelo aumento de 77% nos embarques para a China. até abril foram minério de cobre (US$ 134 milhões); automóveis (100,7 milhões), combustíveis (US$ 506 milhões) e bens de capital (US$ 399 milhões). Tabela 1 Balança comercial Bahia jan.-abr. 2012/2013 (Valores em us$ 1000 fob) Discriminação Var. % Exportações ,27 Importações ,27 Saldo ,87 Corrente de comércio ,49 Fonte: mdic/secex, dados coletados em 10/5/2013. Elaboração: sei. Obs.: Importações efetivas, dados preliminares. No mês passado, houve também a recuperação nos embarques de óleo combustível para o Caribe US$ 125 milhões, com crescimento de 602%. A queda expressiva nas vendas deste produto no primeiro trimestre foi responsável por 80% da retração das exportações baianas no período. Ainda tiveram bom desempenho as vendas de produtos metalúrgicos, que somaram US$ 87,8 milhões, com aumento de 107%, após a retomada de produção de catodos de cobre pela Paranapanema e de automóveis para a América Latina (Argentina, México e Colômbia) US$ 73,7 milhões e incremento de 106%. No quadrimestre, as exportações baianas alcançaram US$ 3,012 bilhões, ainda 9,3% inferiores à de igual período de 2012, reflexo das incertezas do ambiente internacional. Com exceção da China e do continente asiático como um todo, para onde as vendas externas da Bahia cresceram 81,6% e 34%, respectivamente, há queda nas vendas, no ano, para os principais mercados: UE (-22%); EUA (-5,7%); Mercosul (-3,7%) e América Latina (-6%). As importações atingiram, em abril, US$ 692,5 milhões, com queda de 1,9% em relação a abril de No ano, elas acumulam US$ 2,534 bilhões redução de 5,3%. Os principais produtos importados No quadrimestre, as exportações foram lideradas, mais uma vez, pelo segmento de petroquímicos, com um valor exportado de US$ 596 milhões, acréscimo de 3% em relação ao mesmo quadrimestre de Na sequência, vieram os segmentos de papel e celulose com US$ 544 milhões e aumento de 4,4%, petróleo e derivados com US$ 370 milhões e decréscimo de 47,5%, e soja e derivados com US$ 330 milhões e aumento de 48%. Apesar de as exportações, em sua totalidade, crescerem 28,8%, os preços médios ficaram 9,1% menores do que os do mês de abril de No acumulado do quadrimestre, os preços estão 2,5% maiores que os praticados no primeiro quadrimestre do ano de As maiores valorizações se deram nos segmentos de fumo e derivados, metalúrgicos, café e suas especiarias, automotivo e soja e derivados. Os preços pelos quais estão sendo comercializados os combustíveis internamente, aliados à grande produção mundial de óleo combustível, têm afetado o desempenho das exportações destes produtos. Além de a política de preços praticada pela Petrobras não acompanhar o mercado internacional, o aumento do consumo interno vem obrigando as refinarias a destinar uma maior quantidade de processamento às demandas do país. Já a queda de 8,5% nos preços 3

4 DESEMPENHO DO COMÉRCIO EXTERIOR DA BAHIA ABRIL 2013 (R$ FOB) Abr Maio 2012 Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Gráfico 1 Evolução dos preços médios de exportação Bahia (Últimos 12 meses) Fonte: MDIC/Secex, dados coletados em 28/5/2013. Elaboração: SEI. Obs.: Preço de outubro excluído valores da plataforma de petróleo. médios do setor registrada este ano, comparado com o mesmo período do ano passado, tem reduzido as receitas. Entretanto, é preciso ressaltar que, no mês de abril, houve uma retomada, em termos de exportação, do segmento de petróleo e derivados, sendo registrado no mês mais de um terço de tudo que foi exportado no ano. Mesmo com esse excelente resultado, verificou- -se uma retração no preço médio desse segmento de 20%, mostrando que o mercado internacional continua desaquecido. Os resultados não animadores da produção de grãos nos Estados Unidos, em específico a soja, mudaram a tendência no cenário internacional. A China, que havia sinalizado para o mercado que deixaria de comprar commodities enquanto os altos preços não voltassem ao normal, em especial os da soja, voltou atrás em sua política e atacou o mercado brasileiro. A grande produção no país provocou uma situação inusitada: o preço no mercado interno ficou mais baixo que no mercado internacional. O resultado foi o grande embarque de soja baiana para a China. Esse foi o principal destaque no desempenho das exportações baianas em abril. Isso porque a exportação de soja contrariou todas as expectativas do mercado. Primeiro, os levantamentos do IBGE apontaram uma queda de 20% na produção de soja na Bahia. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) havia apontado um aumento da área plantada no país, chegando a números recordes para o setor. A China anunciou ao mercado que não iria comprar mais commodities enquanto os preços não se normalizassem, principalmente os da soja. A praga da lagarta do milho (Helicoverpa) causou danos consideráveis às culturas de algodão, sisal e soja no oeste baiano. Essas notícias, por si só, indicavam que o mês de abril não poderia contar com grandes embarques de soja. Porém, alguns acontecimentos fizeram com que os embarques fossem maiores que o esperado, a tal ponto de reverterem a tendência de queda das exportações e provocarem um crescimento de 28,8% no mês. O início desse processo deu-se com os números abaixo do esperado na agricultura dos Estados Unidos, que mostravam a soja tendendo a ter um quebra de safra. Assim, a China, que estava esperando pela baixa nos preços, decidiu abandonar sua política de compra de commodities e antecipar suas importações antes que os preços aumentassem ainda mais. Por consequência, 80% da soja exportada teve como destino o mercado chinês, seguido pelo da Espanha. A crise financeira internacional, aliada à seca e aos problemas causados pela lagarta do milho, afetou o desempenho das commodities agrícolas no comércio exterior. A mesma crise ainda provocou a retração do mercado europeu, considerado como um dos principais destinos para a exportação das commodities 4

5 DESEMPENHO DO COMÉRCIO EXTERIOR DA BAHIA ABRIL 2013 agrícolas. Os segmentos de frutas e suas preparações, sisal, café, cacau e algodão apresentaram fortes retrações, devido ao fato de que o principal destino desses produtos é o mercado europeu. O segmento de sisal vem sofrendo devido à desaceleração da economia dos EUA (principal importador), aliado à política moderada de crescimento adotada pela China (segundo importador). Já o algodão sofre alguns percalços maiores. Estimativas do LSPA/IBGE apontam um decréscimo da área plantada para a safra desse ano, que já mostrava declínio em relação à produção recorde do ano passado. Aliada a esse primeiro fator, a produção de algodão sofreu com a falta de chuvas na Bahia, e, consequentemente, o seu rendimento deverá ser menor. Por fim, a praga da lagarta do milho ainda resolveu entrar no jogo, diminuindo ainda mais a produção baiana de algodão. Com isso, pode-se esperar uma queda expressiva nas exportações do produto em Até o mês de abril, as exportações baianas mostraram tendência de queda para a maioria dos blocos econômicos e, por consequência, para os principais países importadores da Bahia, em relação ao mesmo período do ano passado. Para a União Europeia, foi registrada uma queda de 21,9% nas vendas de produtos baianos, assim como para os Estados Unidos, com redução de 5,7%. Já para o Nafta, bloco do qual fazem parte Estados Unidos, México e Canadá, foi verificado um aumento das vendas de produtos da Bahia em 4,8%. Mesmo com a queda de exportações para os Estados Unidos, o estado aumentou as vendas para o Nafta, devido às exportações para o México e o Canadá, que foram 63,9% (químicos e petroquímicos e automotivo) e 14,7% (metais preciosos), respectivamente, superiores às de igual período do ano passado. Devido à grande demanda por commodities agrícolas, principalmente soja, houve um incremento de 81,6% nas exportações baianas para a China. Desse montante, 90% foram dos segmentos de soja, papel e celulose e metalúrgicos (cobre). Tabela 2 Exportações baianas Principais segmentos jan.-abr. 2012/2013 Segmentos Valor (US$ 1000 FOB) Var. % Part. % Químicos e petroquímicos ,00 19,79 Papel e celulose ,42 18,08 Petróleo e derivados ,46 12,29 Soja e derivados ,00 10,99 Metalúrgicos ,13 9,67 Automotivo ,10 7,91 Metais preciosos ,71 4,79 Borracha e suas obras ,86 3,10 Algodão e seus subprodutos ,14 2,45 Cacau e derivados ,98 2,02 Couros e peles ,70 1,43 Café e especiarias ,20 1,21 Sisal e derivados ,40 0,93 Calçados e suas partes ,53 0,91 Minerais ,07 0,71 Máqs., apars. e mat. elétricos ,06 0,69 Frutas e suas preparações ,64 0,62 Fumo e derivados ,39 0,36 Móveis e semelhantes ,54 0,00 Milho e derivados ,00 Embarcações e est. flutuantes Demais segmentos ,67 2,07 Total ,27 100,00 Fonte: MDIC/Secex, dados coletados em 10/5/2013. Elaboração: SEI. A venda de produtos originados na Bahia para o Mercosul registrou uma queda de 3,7%, resultado que tem como grande responsável as exportações para a Argentina, com uma retração de 3%, em função do desaquecimento de sua economia e dos problemas econômicos pelos quais vem passando o país. Entretanto, as dificuldades do comércio exterior argentino com a Bahia parecem ter diminuído. Isso porque, no mês de abril, houve um aumento de 17% nas vendas baianas para o país, o que mostra uma mudança de tendência, já que, no primeiro trimestre, ocorreram quedas consecutivas. O maior volume de vendas ao país se deu no segmento automotivo, com cerca de 60% de participação no total das exportações. 5

6 DESEMPENHO DO COMÉRCIO EXTERIOR DA BAHIA ABRIL 2013 O momento do comércio exterior baiano, apesar da alta no mês de abril, é de cautela, já que a conjuntura internacional não está muito favorável no momento. A China, grande parceira da Bahia no comércio internacional, sinaliza uma desaceleração do seu crescimento. A Zona do Euro, por sua vez, mostra que ainda está debilitada devido à crise internacional, chegando a mais um trimestre de recessão. Já os EUA, embora tenham respostas positivas de sua economia, ainda não estão totalmente livres do efeito da crise. A saída, nesse momento, é a busca por novos parceiros comerciais que possam ajudar as exportações baianas a voltarem a patamares de crescimento. Um exemplo é o mercado asiático, que tem mostrado expansão, inclusive outros países além da China, como Japão e Coreia do Sul. 6

7 Importações IMPORTAÇÕES As importações apresentaram uma queda de 5,3% no acumulado do ano em relação ao mesmo período do ano passado. No primeiro quadrimestre de 2012, chegaram ao valor de US$ 2,675 bilhões e, neste ano, atingiram US$ 2,534 bilhões, embora o desempenho seja melhor que o das exportações. O volume embarcado teve uma queda de 7,5% na comparação com o primeiro quadrimestre de 2012, saindo de 1,729 milhão de toneladas para 1,6 milhão de toneladas. Os preços médios tiveram uma alta de 2,5%, com destaque para os setores automotivo, mineral e inseticidas este último relacionado à praga da lagarta do milho, enquanto que as maiores baixas ocorreram nos setores de nafta, metalurgia (cobre) e borracha. Entre as principais categorias de importação, os destaques positivos foram para bens intermediários, com um crescimento de aproximadamente 15%, e bens de capital, com um incremento de 14,5%, em relação ao mesmo período acumulado do ano passado. O primeiro dado mostra que a produção industrial deve continuar o processo de crescimento que apresentou em março em relação a fevereiro de 2013 (+1,4%). Já o segundo é decorrência da importação de insumos industriais e peças e equipamentos de transporte, o que sinaliza que a Bahia está respondendo ao aumento dos investimentos que tem acontecido em nível nacional. Em contraponto, o setor de combustíveis e lubrificantes apresentou um decréscimo de 29,6% na comparação com o primeiro quadrimestre de Este fato é inusitado, pois as informações de produção e consumo desse setor, fornecidas pela ANP e pelo IBGE, mostram uma disparidade até o momento não explicada. O setor de bens de consumo apresentou uma queda de 32,4%, puxada pelos bens de consumo duráveis, que caíram 37,9% no período. Essa retração está em conformidade com os números exibidos pelo comércio varejista baiano, que teve duas quedas subsequentes, no mês de fevereiro e março deste ano, após um longo período de alta. Bens de consumo 13% Bens de capital 19% Bens intermediários 48% Combustíveis e lubrificantes 20% Gráfico 2 Importações baianas por categoria de uso jan.-abr Fonte: MDIC/Secex, dados coletados em 27/5/2013. Elaboração: SEI. Obs.: Importações efetivas, dados preliminares. Na atual conjuntura mundial, não é possível traçar uma linha de tendências concretas acerca de desempenhos futuros das importações. Por enquanto, elas se mostram com resultados melhores que os das exportações, mas é possível que o quadro venha a ser revertido a partir do próximo mês, com mais embarques de soja e outras commodities agrícolas. O dólar pode ser um fator a influenciar esses caminhos, pois está se valorizando em relação ao real, o que ajudaria as exportações e prejudicaria a importação de produtos essenciais para a matriz de produção baiana, como a nafta e o cobre. Houve queda das importações de quase todos os blocos econômicos, com exceção apenas da América Latina, que teve crescimento, devido, principalmente, às compras de minério de cobre do Chile e do Peru. As importações da Argentina ainda apresentaram queda de 3,3%, mesmo com o bom desempenho no mês de abril, com alta de 76%. As compras dos Estados Unidos tiveram uma forte alta, de 27,3% (combustíveis, produtos químicos, bens de capital). A China, um dos principais parceiros da Bahia, incrementou suas vendas para o mercado baiano em 96%, principalmente de automóveis e máquinas e equipamentos eletrônicos. 7

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