II Seminário O Comércio Exterior e a Indústria - FIEP. Redução de Custos no Comércio Exterior

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1 II Seminário O Comércio Exterior e a Indústria - FIEP PALESTRA Redução de Custos no Comércio Exterior Fábio Martins Faria Curitiba, 29 de outubro de 2014

2 1 - REALIDADE BRASIL: PAÍS EXPORTADOR DE PESO

3 2 EXPORTAÇÕES POR FATOR AGREGADO, EM MIL TONELADAS Em milhões de toneladas PRODUTOS BÁSICOS SEMIMANUF MANUFATUR OPER. ESPEC TOTAL Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

4 3 - VIAS DE TRANSPORTE NA EXPORTAÇÃO, VALOR E PESO, EM 2013 VIAS DE VALOR PESO TRANSPORTE US$ BILHÕES PART. % TONS PART. % MARÍTIMA 195,774 80, ,53 AÉREA 11,477 4, ,18 TERRESTRE 17,244 7, ,07 - RODOVIÁRIA 16,902 6, ,00 - FERROVIÁRIA 0,342 0, ,07 FLUVIAL 1,557 0, ,79 MEIOS PRÓPRIOS 6,597 2, ,34 LINHA TRANSMISSÃO 9,526 3, ,09 TUBO CONDUTO 0,000 0,00 0 0,00 POSTAL 0,002 0, TOTAL 242, , ,00 Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

5 4 - PREÇOS MÉDIOS DE EXPORTAÇÃO DE COMMODITIES US$ / ton Produtos * Café cru Soja em grão Farelo soja Óleo de soja Açúcar bruto Açúcar refinado Carne frango Carne bovina Carne suína Celulose Petróleo Alumínio Minério de ferro Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB Obs.: * 2014 (jan-set)

6 5 - QUANTUM DE EXPORTAÇÃO DE COMMODITIES Em tons Produtos * Café cru Soja em grão Farelo soja Óleo de soja Açúcar bruto Açúcar refinado Carne frango Carne bovina Carne suína Celulose Petróleo Alumínio Minério de ferro** Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB Obs.: *2014 (jan-set) **Milhões de tons

7 6 - RECEITAS DE EXPORTAÇÃO DE COMMODITIES US$ Bilhões Produtos * Café cru 1,21 2,52 8,00 5,72 4,58 4,20 Soja em grão 2,73 5,35 16,33 17,46 22,81 22,76 Farelo soja 2,07 2,87 5,70 6,60 6,79 5,59 Óleo de soja 0,42 1,02 1,86 1,85 1,22 1,16 Açúcar bruto 1,40 2,38 11,55 10,03 9,16 5,33 Açúcar refinado 0,88 1,54 3,39 2,81 2,68 1,48 Carne frango 1,29 3,32 7,06 6,73 7,00 5,12 Carne bovina 0,74 2,42 4,17 4,49 5,36 4,28 Carne suína 0,35 1,12 1,29 1,35 1,23 1,04 Celulose 1,25 2,03 4,96 4,70 5,18 3,94 Petróleo 0,72 4,16 21,60 20,31 12,96 12,23 Alumínio 0,68 1,02 1,17 0,98 0,79 0,47 Minério de ferro 2,93 7,30 41,82 30,99 32,49 20,36 Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

8 7 - COMPOSIÇÃO DAS RECEITAS TOTAIS DE EXPORTACÃO (%) ANOS BÁSICOS SEMIMANUFAT MANUFATUR. OPERAÇ. ESP ,22 11,22 40,15 1, ,16 11,67 44,84 1, ,84 15,96 55,99 1, ,61 20,57 55,49 1, ,79 15,42 59,07 2, ,30 13,47 55,14 2, ,23 14,17 54,44 2, ,12 13,57 52,25 2, ,89 13,68 46,82 2, ,50 13,40 44,02 2, ,58 13,97 39,40 2, ,83 14,07 36,05 2, ,77 13,62 37,39 2, ,67 12,60 38,44 2, * 50,07 12,33 34,83 2,77 Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB Obs.: *2014(jan-set)

9 8 BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA - PRODUTOS BÁSICOS Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB Obs.: *2014(jan-set) US$ bilhões ANOS EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO SALDO ,473 9,025 5, ,561 7,29 5, ,721 12,813 21, ,285 17,163 23, ,595 21,782 29, ,027 31,631 41, ,957 18,729 43, ,004 23,891 66, ,457 32,082 90, ,456 29,281 84, ,023 33,322 79, * 86,932 24,484 62,448

10 9 BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA - PROD. SEMIMANUFATURADOS US$ bilhões ANOS EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO SALDO ,478 1,791 6, ,498 2,100 6, ,960 3,165 12, ,522 4,305 15, ,799 5,662 16, ,073 8,860 18, ,499 5,100 15, ,207 7,103 21, ,026 9,381 26, ,042 9,023 24, ,525 8,187 22, * 21,416 5,820 15,596 Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB Obs.: *2014(jan-set)

11 10 BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA PROD. MANUFATURADOS US$ bilhões ANOS EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO SALDO ,189 50,541-21, ,558 46,394-13, ,360 56,756 8, ,022 69,875 5, ,942 93,184-9, , ,477-39, , ,830-36, , ,747-71, , ,782-92, , ,843-94, , , , * 60, ,020-83,538 Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB Obs.: *2014(jan-set)

12 11 - BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA ANO EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO SALDO CORRENTE US$ BI VAR. % US$ BI VAR. % US$ BI US$ BI ,12 14,8 55,85 13,28-0, , ,29 5,75 55,60-0,45 2,69 113, ,44 3,69 47,24-15,03 13,20 107, ,20 21,12 48,33 2,29 24,88 121, ,68 32,07 62,84 30,03 33,84 159, ,53 22,60 73,60 17,13 44,93 192, ,81 16,26 91,35 24,12 46,46 229, ,65 16,58 120,62 32,04 40,03 281, ,94 23,21 172,99 43,42 24,96 370, ,99-22,71 127,72-26,17 25,27 280, ,92 31,98 181,65 42,22 20,27 383, ,04 26,81 226,25 24,55 29,79 482, ,58-5,26 223,15-1,37 19,43 465, ,18-0,16 239,62 7,36 2,56 481, * 173,63-0,16 174,33-2,75-0,70 347,96 Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB Obs.: *2014(jan-set)

13 12 - QUANTIDADE DE EMPRESAS EXPORTADORAS E IMPORTADORAS ANOS EMPRESAS EXPORTADORAS EMPRESAS IMPORTADORAS QUANTIDADE VARIAÇÃO QUANTIDADE VARIAÇÃO Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

14 13 DESTINOS DAS EXPORTAÇÕES DE MANUFATURADOS, US$ BILHÕES Mercosul Aladi ( Ex Mercosul) ANOS TOTAL GERAL GERAL ARG GERAL México Chile ,559 7,752 5,722 4,747 1,505 1,128 9,544 1,583 6,162 0, ,957 6,740 4,492 5,337 1,689 1,106 11,001 1,552 5,293 1, ,068 3,617 2,004 5,986 2,126 1,179 11,610 2,295 5,590 1, ,763 5,632 4,063 6,528 2,501 1,443 12,909 2,906 6,788 1, ,137 9,439 6,748 9,472 3,487 1,942 14,723 3,252 9,989 2, ,360 12,797 9,139 12,046 3,592 2,867 16,050 4,402 10,865 3, ,022 15,946 10,779 14,667 3,907 2,647 16,655 3,967 12,949 4, ,942 20,033 13,409 15,804 3,718 2,731 15,829 4,150 16,373 5, ,682 23,570 16,159 16,765 3,594 3,122 16,109 5,330 17,698 6, ,349 17,282 12,117 11,258 2,385 2,021 9,328 5,354 13,728 5, ,562 22,583 16,836 14,365 3,252 2,919 9,973 5,744 15,429 4, ,290 27,566 20,411 15,744 3,312 2,854 11,685 7,702 17,183 5, ,707 23,848 16,385 16,882 3,315 2,943 13,440 8,090 17,522 4, ,090 24,921 18,022 20,069 3,659 2,746 13,064 6,257 17,578 4,575 EUA ÁSIA U.E. África Fonte: MDIC/SECEX Elaboração: AEB

15 14 - PARTICIPAÇÃO DO COMÉRCIO MUNDIAL, POR BLOCOS, EM 2013 BLOCOS DE PAÍSES EXPORTAÇÃO MUNDIAL IMPORTAÇÃO MUNDIAL SALDO US$ Trilhões Part. % US$ Trilhões Part. % US$ Trilhões NAFTA 2,417 13,2 3,198 17,4-0,781 ASIA 5,769 31,6 5,855 31,8-0,086 UNIÃO EUROPÉIA 6,636 36,3 6,595 35,9 0,041 AMÉRICA SUL/ CARIBE 0,737 4,0 0,773 4,2-0,036 AFRICA 0,599 3,3 0,628 3,4-0,029 ORIENTE MÉDIO 1,334 7,3 0,771 4,2 0,563 EUROPA ORIENTAL 0,778 4,3 0,575 3,1 0,203 TOTAL 18, ,0 18, ,0-0,125 BLOCOS DE PAÍSES EXPORTAÇÃO BRASIL IMPORTAÇÃO BRASIL SALDO US$ Bilhões Part. % US$ Bilhões Part. % US$ Bilhões NAFTA 31,8 13,1 45,1 18,8-13,3 ASIA 77,7 32,1 73,2 30,6 4,5 UNIÃO EUROPÉIA 51,2 21,1 54,7 22,8-3,5 AMÉRICA SUL/ CARIBE 49,6 20,5 35,0 14,6 14,6 AFRICA 11,1 4,6 17,4 7,3-6,3 ORIENTE MÉDIO 10,9 4,5 7,4 3,1 3,5 EUROPA ORI/ OCIDENTAL 5,8 2,4 6,1 2,5-0,3 PROVISÃO NAVIOS/Ñ DEC 4,1 1,7 0,7 0,3 3,4 TOTAL 242,2 100,0 239,6 100,0 2,6 Fonte: OMC e MDIC/SECEX Elaboração: AEB

16 15 ÍNDICES DE PARTICIPAÇÃO NAS EXPORTAÇÕES MUNDIAIS, EM % PAÍSES China 0,88 1,80 3,86 5,02 6,43 8,88 10,35 10,43 11,18 12,10 EUA 11,06 11,40 12,11 10,67 8,84 7,99 8,39 8,13 8,44 8,64 Alemanha 9,49 12,21 8,55 9,49 9,87 8,97 8,33 8,09 7,68 7,95 Japão 6,39 8,32 7,42 6,42 6,14 4,85 5,05 4,52 4,36 3,91 Holanda 3,64 3,83 3,61 3,76 3,87 3,96 3,75 3,62 3,58 3,63 França 5,70 6,29 5,08 5,11 4,90 3,82 3,41 3,05 3,10 3,17 Coréia Sul 0,88 1,89 2,66 2,50 2,76 2,62 3,06 3,05 2,99 3,06 Itália 3,84 4,93 3,72 3,91 3,84 3,37 2,94 2,87 2,73 2,83 Rússia 3,74 2,38 1,64 1,65 1,99 2,93 2,63 2,50 2,89 2,86 Reino Un. 5,41 5,37 4,42 4,31 3,76 2,85 2,66 2,60 2,55 2,96 Canadá 3,34 3,71 4,29 3,88 3,44 2,83 2,55 2,48 2,48 2,51 México 0,88 1,19 2,57 2,48 2,04 1,81 1,96 1,92 2,02 2,08 Índia 0,44 0,52 0,65 0,76 0,83 1,21 1,44 1,63 1,60 1,71 Brasil 0,99 0,90 0,85 0,92 1,04 1,23 1,33 1,41 1,33 1,32 África Sul 1,23 0,67 0,46 0,46 0,50 0,50 0,54 0,53 0,47 0,52 Argentina 0,39 0,35 0,40 0,40 0,38 0,43 0,45 0,44 0,44 0,45 Fonte: OMC Elaboração: AEB

17 NÚM. ORDEM 16 - RANKING MUNDIAL DE EXPORTAÇÃO, EM 2013 PAÍSES EXPORTADORES VALOR US$ Bi PART. % NUM. ORDEM PAÍSES EXPORTADORES TOTAL MUNDIAL US$ BILHÕES % Fonte: OMC Elaboração: AEB VALOR US$ BI PART. % 1 CHINA ,10 16 ARÁBIA SAUDITA 376 2,06 2 ESTADOS UNIDOS ,64 17 EMIR. ÁRABES 365 2,00 3 ALEMANHA ,95 18 ESPANHA 316 1,73 4 JAPÃO 715 3,91 19 ÍNDIA 312 1,71 5 HOLANDA 664 3,63 20 TAIWAN 305 1,67 6 FRANÇA 580 3,17 21 AUSTRÁLIA 253 1,38 7 CORÉIA DO SUL 560 3,06 22 BRASIL 242 1,32 8 REINO UNIDO 541 2,96 23 SUIÇA 229 1,25 9 HONG KONG 536 2,93 24 TAILÂNDIA 229 1,25 10 RÚSSIA 523 2,86 25 MALÁSIA 228 1,25 11 ITÁLIA 518 2,83 26 POLÔNIA 202 1,10 12 BÉLGICA 469 2,57 27 INDONÉSIA 184 1,00 13 CANADÁ 458 2,51 28 ÁUSTRIA 174 0,95 14 SINGAPURA 410 2,24 29 SUÉCIA 167 0,91 15 MÉXICO 380 2,08 30 REPÚBL.CHECA 161 0,88

18 17 - RANKING MUNDIAL PIB X EXPORTAÇÃO, EM 2013 PAÍS PIB EXPORTAÇÃO Estados Unidos 1 2 China 2 1 Japão 3 4 Alemanha 4 3 França 5 6 Brasil 6 22 Reino Unido 7 8 Itália 8 10 Índia 9 19 Rússia 10 9 Fonte: OMC/FMI Elaboração: AEB

19 18 CONDIÇÕES INTERNAS PARA EXPORTAR SISTEMA TRIBUTÁRIO COMPLEXO: anti-industrialização, imobiliza capital, onera custo de produção e gera exportação de tributos. Segundo estudos, no Brasil as empresas gastam em média horas/ano para pagar tributos, enquanto a média dos países da OCDE é de 176 horas/anos. CARGA TRIBUTÁRIA ELEVADA: composta por tributos, contribuições, taxas, etc, provoca elevação do custo direto de produção LEGISLAÇÃO TRABALHISTA ULTRAPASSADA: eleva custo de pessoal e desestimula a criação de novos postos de trabalho

20 18 CONDIÇÕES INTERNAS PARA EXPORTAR (Cont.) INFRAESTRUTURA INSUFICIENTE, deficiente e onerosa, gerando alto custo logístico e perda de competitividade CUSTO FINANCEIRO: taxas de juros e spreds são altos, onerando custos e inibindo o investimento BUROCRACIA: número excessivo de órgãos públicos com atuação comércio exterior gera custos que oneram e afetam competitividade na exportação POLÍTICA DE COMÉRCIO EXTERIOR: atuação isolada de ministérios e falta de coordenação do Governo POLÍTICA COMERCIAL: sem foco e com viés ideológico VISÃO: governo atua no curto prazo, mas empresas miram o médio e longo prazo

21 19 CUSTO BRASIL BUROCRACIA EXCESSIVA ALTOS CUSTOS DE LOGÍSTICA COMPLEXO SISTEMA TRIBUTÁRIO EXCESSO REGULA- TÓRIO CUSTO BRASIL = CUSTOS OCIOSOS INSUFICIENTE INFRA- ESTRUTURA RESTRIÇÕES DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA ALTOS CUSTOS FINANCEIROS ELEVADA CARGA TRIBUTÁRIA

22 20 GARGALOS LOGÍSTICOS Rodovia Hidrovia do Tietê Ferrovia em Área urbana Porto Equipamentos e Acesso

23 21 ÍNDICE GLOBAL DE COMPETITIVIDAE - BRASIL Fonte: World Economic Forum The Global Competitiviness Report

24 22 SITUAÇÃO E REFLEXOS DE ACORDOS COMERCIAIS MERCOSUL: BLOCO IMPORTANTE, MAS QUE LIMITA AMPLIAÇÃO DE ACORDOS E LEVA AO RISCO DE ISOLAMENTO COMERCIAL DOS MEMBROS. REVISÃO DA UNIÃO ADUANEIRA. MERCOSUL TEM APENAS 3 ACORDOS: PALESTINA, ISRAEL E EGITO MERCOSUL X UNIÃO EUROPÉIA: FASE ENTREGAS DAS LISTAS PRODUTOS E CONCESSÕES. NEGOCIAÇÃO DEMORADA. ALIANÇA PARA PACÍFICO: ÁREA DE LIVRE COMÉRCIO, AUMENTA CONCORRÊNCIA PARA BRASIL E MERCOSUL. APROXIMAÇÃO PODE SER POSITIVA. EUA X UE (PARCERIA TRANSATLÂNTICA): CRIA LIVRE MERCADO GIGANTE, FORTALECE EUA E EU. RESTRINGE MERCADOS COMMODITIES E MANUFATURADOS. EUA CONCORRENTE DO BRASIL EM COMMODITIES TPP (TRANS-PACÍFICO PARCERIA): 12 países - EUA, Canadá, México, Chile, Peru, Austrália, Nova Zelândia, Malásia, Vietnam, Japão, Singapura e Brunei

25 23 AVALIAÇÃO DOS MERCADOS EXTERNOS EM 2014 EUA: Recuperação econômica não significa aumento exportação. Concorrente do Brasil em commodities. Gás xisto reduz custo produção. Aumento da importação EUROPA: Pulmão comércio mundial, leve recuperação econômica, mantém elevado desemprego e consumo ainda reduzido restringe alta commodities CHINA: Recuperação EUA e UE ajudam. Reformas internas, menor liquidez e desvalorização yuan geram expectativa menor crescimento (7%). Continuará sendo maior destino exportações Brasil, 90% em commodities. ARGENTINA: Barreiras, dificuldade de liberação divisas, custo desvalorização e reservas cambiais. Desvio comércio em favor da China, com consequente redução das compras de produtos brasileiros. VENEZUELA: Crise política, reservas cambiais, dificuldade de liberação de divisas, atrasos nos pagamentos, taxas múltiplas de câmbio, forte desvalorização cambial. AMERICA SUL: Queda cotações de commodities impacta importações.

26 24 E O FUTURO? QUAIS OS CENÁRIOS E PERSPECTIVAS PARA 2015?

27 25 PERSPECTIVAS DO COMÉRCIO EXTERIOR PARA 2015 OMC reduziu estimativa de crescimento do comércio mundial de 4,7 para 4% Crescimento da China (7%) definirá perspectivas das exportações brasileiras Cotações commodities minerais e metálicas terão queda mais acelerada Cotações commodities agronegócio terão queda mais suave Projeta-se estabilidade nas quantidades exportadas de commodities Queda cotações commodities vai gerar menor crescimento dos emergentes Menor crescimento emergentes pode estimular protecionismo, podendo ter reflexos negativos nas exportações de manufaturados Elevação taxa câmbio terá impactos pontuais nas exportações de manufaturados Baixo crescimento da economia limitará aumento das importações Brasil continuará aproveitando oportunidades na exportação de commodities

28 26 DESAFIOS DO BRASIL NO COMÉRCIO EXTERIOR FAZER DEVER DE CASA Realizar reformas ESTRUTURAIS: tributária, trabalhista e previdenciária Efetivar os benefícios do Reintegra e desoneração da folha pagamento Investir forte em infraestrutura de transporte, para reduzir custo logística Reduzir custos de energia Eliminar, desburocratizar e racionalizar atuação órgãos comércio exterior. Portal único é um bom caminho. Reduzir custo Brasil e estimular exportação da indústria Adotar agressiva política comercial externa, sem ideologia Promover feiras exterior para difundir o Brasil como país industrial e exportador de manufaturados Taxa de câmbio equilibrada, sem defasagem Melhorar o ambiente de negócios Criar política integrada de governo e eliminar políticas isoladas de ministérios

29 Obrigado! AEB ASSOCIAÇÃO DE COMÉRCIO EXTERIOR DO BRASIL FABIO MARTINS FARIA Vice-Presidente Executivo Avenida General Justo, 335-4º andar Centro Rio de Janeiro Cep: Fone: (21) Fax: (21)

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