ESTUDO DAS VARIAÇÕES DOS PADRÕES DE UREASE E PROTEÍNA SOLÚVEL DA SOJA DESATIVADA VISANDO UMA REDUÇÃO NO TEMPO DE PROCESSAMENTO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTUDO DAS VARIAÇÕES DOS PADRÕES DE UREASE E PROTEÍNA SOLÚVEL DA SOJA DESATIVADA VISANDO UMA REDUÇÃO NO TEMPO DE PROCESSAMENTO"

Transcrição

1 3 ESTUDO DAS VARIAÇÕES DOS PADRÕES DE UREASE E PROTEÍNA SOLÚVEL DA SOJA DESATIVADA VISANDO UMA REDUÇÃO NO TEMPO DE PROCESSAMENTO Mirian Mella 1 Fabíola Brancher Sauter 2 RESUMO A soja é muito utilizada em rações animais, porém ela possui fatores antinutricionais que são danosos ao organismo de suínos e aves. Estes fatores são inativados (desativados) através de tratamento térmico. Determinase a permanência destes fatores através das análises de Urease e Proteína Solúvel em Hidróxido de Potássio (KOH). O trabalho buscou identificar, através de uma monitoria utilizando estas análises, uma possível redução no tempo de processamento da soja visando um ganho de produtividade. O tempo normal do processo era de 14 minutos de aquecimento com vácuo, mais 10 minutos em alívio (descanso) para retirada de vapor. Foram realizados testes com reduções para 13 minutos de aquecimento mais 10 em alívio, 12 minutos de aquecimento mais 10 em alívio e 11 minutos de aquecimento mais 10 em alívio. Cada redução teve 15 amostras coletadas totalizando 45 amostras de soja desativada. A partir dos resultados obtidos, e dos parâmetros de variações observados, sugere-se mudar o padrão de tempo de tostagem atual para 12 minutos de aquecimento mais 10 em alívio, gerando uma matéria-prima de melhor qualidade para fabricação de rações e um ganho de produtividade. Palavras-chave: Soja, desativação, urease, proteína solúvel em KOH. 1 INTRODUÇÃO Devido ao desenvolvimento de novos produtos proteicos procedentes da soja na alimentação humana, nutricionistas perceberam que isso poderia ser empregado em vários tipos de criações animais. Como suas qualidades nutricionais, facilidade de adaptação em 1 Aluna do curso Técnico em Química, Centro Universitário UNIVATES, Lajeado/RS. 2 Engenheira de Alimentos, Universidade do Vale do Rio dos Sinos UNISINOS. Especialização em Produção, Higiene e Tecnologia de Alimentos de Origem Animal, Av. Unisinos, Cristo Rei, São Leopoldo - RS, , RS Brasil.

2 4 diversas regiões do globo, alta produção e facilidade de cultivo, a soja tende a ser um dos alimentos para a população do futuro. Ela possui alto teor proteico e alto valor energético, porém também possui alguns fatores antinutricionais em sua composição que impedem sua utilização in natura na formulação de rações animais para suínos e aves (BELLAVER e SNIZEK, 1998). Para inibir estes fatores a soja passa por um tratamento térmico (desativação) a fim de desativar tais compostos, provocando a ruptura da parede celular do grão, liberando a proteína enclausurada, o que resulta no aumento do aproveitamento proteico (MENDES, 2004 apud SIVEIRA e SOUSA, 2007). É possível determinar se estes fatores permanecem na soja após o tratamento térmico através da análise de Atividade Ureática (urease). Esta análise determina os fatores antinutricionais do grão de soja. Sua metodologia consiste em determinar a atividade da enzima urease, que está presente no grão de soja e só é destruída pela ação do calor. A urease e os fatores antinutricionais estão correlacionados, pois são termolábeis, destruídos pelo calor. Assim com a inativação da enzima urease os fatores antinutricionais passariam a ser destruídos. Por tanto, com esta análise determina-se a eficiência do processamento térmico na inativação dos fatores antinutricionais do grão de soja (RUNHO, 2001). Um aquecimento inadequado durante o processo de desativação da soja mantém os fatores antinutricionais, ao passo que o superaquecimento causa redução da digestibilidade dos aminoácidos (MENDES, 2004 apud SIVEIRA e SOUSA, 2007). Assim controla-se o aquecimento adequado da análise da Solubilidade da Proteína em Hidróxido de Potássio (KOH). A proteína solúvel é aquela que o organismo animal poderá absorver, ou seja, quanto maior a quantidade de proteína solúvel melhor disponibilidade de proteína e aminoácidos para o animal (RUNHO, 2001). O grão de soja pode apresentar toda sua proteína bruta solúvel em KOH. Mas com o tratamento térmico que destrói os fatores antinutricionais pode ocorrer uma queda na proteína solúvel e assim uma queda na disponibilidade de proteína e aminoácidos para os animais (RUNHO, 2001).

3 5 A indústria está preocupada com o aumento da produtividade, com a redução de custos e aumento da lucratividade, com isso o presente estudo tem como objetivo avaliar resultados de urease juntamente com a solubilidade, buscando uma possível mudança no tempo do processamento da soja desativada na unidade fabril de estudo. 2 METODOLOGIA 2.1 Empresa O experimento foi conduzido em uma fábrica de rações do Vale do Taquari, Rio Grande do Sul, construída em uma área de m², com 52 funcionários em sua área produtiva. A fábrica produz 1600 toneladas de ração animal por dia, com uma carga horária de 8 horas diárias, operando de segunda a sábado. 2.2 Descrição do processo de desativação da soja O processo de fabricação da empresa é automatizado. O digestor é abastecido através de um silo medidor (5 toneladas) previamente suprido por um silo alimentador (Manual Técnico da empresa). Programa-se o tempo de tostagem e em seguida injeta-se vapor durante 14 minutos até que a temperatura atinja 110 C e a pressão 4 kgf/cm 2. Após isso, a soja permanece por 10 minutos em alívio. Neste momento é aberta uma válvula por onde o vapor sai. O alívio tem a finalidade de retirar o vapor que anteriormente foi injetado no digestor e de manter o controle de umidade. Com o tempo de alívio a temperatura abaixa, facilitando o resfriamento (quanto mais quente mais difícil de resfriar). Terminado o tempo de processamento no digestor, a soja segue para o resfriador e em seguida segue para o descasque (processamento para utilização na ração) ou para silos de armazenagem (Manual Técnico da empresa). Na Figura 1 temos o fluxograma com as principais etapas do processo de desativação da soja.

4 6 Figura 1 Fluxograma do processo de desativação da soja Silo alimentador (soja bruta) Silo medidor (5 toneladas) Digestor: ocorre a desativação da soja Resfriador (ponto de coleta das amostras) Silos de armazenagem de soja Descascador de soja Fonte: Autoria do artigo. 2.3 Amostragem e coleta da soja Para o desenvolvimento do experimento foram realizadas bateladas no digestor com tempos de tostagem diferentes. As amostras foram coletadas no resfriador e enumeradas. Foi acompanhado durante a realização do estudo a entrada de vapor, libras do digestor, pressão da caldeira e a temperatura de processamento. Após a coleta as amostras foram encaminhadas para a moagem no laboratório bromatológico da empresa e posterior análise. 2.4 Análise As metodologias utilizadas nas análises seguem as Normas do Guia de Métodos Analíticos Compêndio Brasileiro de Alimentação Animal (BRASIL, 2009).

5 7 As análises foram realizadas em duplicata com a redução do tempo de tostagem de 14 minutos para 13, 12 e 11 minutos, sendo que cada redução de tempo teve 15 amostras coletadas. A moagem foi realizada na granulometria de 0,5 milímetros necessária para a realização das análises de Urease e Proteína Solúvel em Hidróxido de Potássio. Na análise de urease pesou-se por duas vezes 0,2g (± 0,0005) da amostra em tubos de centrífuga, utilizando balança analítica, para obter-se a diferença de ph. Na primeira amostra adicionou-se 10 ml de solução tampão fosfato com ph ajustado para 7,0, agitou-se e em seguida colocou-se em banho-maria a 30ºC por 30 minutos com agitação a cada intervalo de 5 minutos. Este é o branco da amostra. Na segunda amostra adicionou-se 10 ml de solução tampão com ureia dando sequência ao mesmo processo da amostra anterior. Com valor da diferença de ph entre a primeira e a segunda amostra obtêm-se o valor de urease da soja. Para a realização da análise de Proteína Solúvel, pesou-se 2g (± 0,0005) da amostra em erlenmeyer de 250 ml utilizando balança analítica. Agitou-se por 20 minutos com a adição de 100 ml de KOH 0,036N, centrifugou-se por 10 minutos e após pipetou-se 20 ml para tubos de digestão (frascos Kjeldahl), adicionou-se pastilha catalítica (sulfato de potássio, sulfato de cobre II e dióxido de titânio) mais 12 ml de ácido sulfúrico (H 2 SO 4 ), em seguida iniciou-se a digestão (queima da proteína) no bloco digestor por duas horas a uma temperatura de até 400º C. Retirou-se as amostras, deixou-se esfriar para a adição de 50 ml de água, após levou-se as amostras para o aparelho de destilação de nitrogênio para realizar a titulação pelo método Kjeldahl. Nesta análise é realizado um controle de metodologia através da utilização de um farelo de soja padrão selecionado, onde são observados os valores pelo programa interlaboratorial da empresa. 2.5 Método Kjeldahl para proteína solúvel em KOH Em 1883 o cientista Johan Kjeldahl descobriu e publicou o método. Este método determina o nitrogênio presente na amostra, baseia-se em: digestão; destilação e titulação (PATTO, 2008).

6 Digestão A digestão ocorre durante o aquecimento da amostra. Ela tem por objetivo a quebra de ligações orgânicas e a conversão de nitrogênio em amônia. Para a digestão da proteína é adicionado na amostra ácido sulfúrico concentrado e uma pastilha catalítica com uma composição de sais (sulfato de potássio e/ou sódio) mais catalisadora (Hg, Se, Cu, ou Ti), essa pastilha auxilia no aumento da temperatura da digestão (em torno de 400 C) proporcionando uma digestão mais rápida e eficiente (PATTO, 2008). O nitrogênio presente na solução ácida resultante é determinado através de destilação por arraste de vapor, seguida de titulação com ácido padronizado (PATTO, 2008) Destilação A destilação tem por objetivo arrastar a amônia do frasco de digestão para uma solução receptora. O nitrogênio da proteína é reduzido e transformado em sulfato de amônia. Adiciona-se hidróxido de sódio (NaOH) concentrado e aquece-se para a liberação da amônia. A Amônia é volátil sendo assim ela é capturada com uma solução de recolhimento (ácido bórico 4 % com titulação direta). Com a adição de ácido bórico forma-se o borato de amônia (PATTO, 2008) Titulação A titulação é feita automaticamente por potenciômetro. Utiliza-se ácido sulfúrico padronizado para a titulação. O borato de amônia formado na destilação é dosado com uma solução ácida (ácido sulfúrico) padronizada (PATTO, 2008). Para a obtenção da porcentagem de proteína solúvel além da determinação de nitrogênio necessita-se do valor de proteína bruta presente na soja, este por sua vez foi obtido pela leitura da amostra em aparelho Espectrômetro NIR. 2.6 Espectrômetro NIR para leitura de proteína bruta

7 9 O espectrômetro NIR é um equipamento de alta precisão que efetua análises de alimentos usando o princípio de emissão de radiação eletromagnética. A energia radiante do infravermelho (IV) é empregada para caracterizar substâncias orgânicas (SALMAN et al., 2010). O espectro necessita de um banco de dados com diversas amostras de mesmo tipo com ampla variabilidade de componentes para montagem da curva de precisão. São feitas leituras espectrais em diferentes comprimentos de onda na amostra para estabelecer uma relação entre o resultado das análises tradicionais e os espectros conseguidos. O método NIRS possibilita analisar os componentes orgânicos de uma amostra desde que tenha um banco de dados amplo suficiente para reconhecer as variações do material analisado (SALMAN et al., 2010). A amostra é colocada em uma célula, esta é colocada no equipamento que fará sua análise buscando as informações de seu banco de dados. Assim obteve-se o valor da proteína bruta. 3 RESULTADOS E DISCUSSÕES Tabela 1 resultados das análises de urease e solubilidade. Informações min min 12+10min 11+10min Média de urease (ph) Desvio padrão de urease (ph) Valor máximo de urease (ph) Valor mínimo de urease (ph) Média de solubilidade (%) Desvio padrão de solubilidade (%) Valor máximo de solubilidade (%) Valor mínimo de solubilidade (%) Média da temperatura de tostagem(⁰c) Fonte: Autoria do artigo. 0,03 0,02 0,03 0,11 0,02 0,02 0,02 0,08 0,06 0,05 0,10 0,25 0,01 0,01 0,01 0,02 83,73 83,40 85,07 88,57 4,38 4,94 2,44 3,26 90,64 90,73 87,80 92,66 77,20 76,9 80,2 78,

8 10 Na tabela 1 estão representados os valores médios, máximo e mínimo e o desvio padrão encontrados em cada tempo testado e também o tempo utilizado (14 min). Valores estes das análises de urease e solubilidade (proteína solúvel) e ainda a média das temperaturas de tostagem. Como pode-se observar nos Gráficos 1 e 2 reduzindo o tempo de tostagem para 13 minutos os padrões de solubilidade e urease foram alcançados, porém a solubilidade é mais baixa, próxima ao limite e a urease muito próximo a zero, indicando que pode haver uma tostagem excessiva. O que não apresentou grandes mudanças se comparados os valores ao tempo atual de 14 minutos que estão representados na tabela 1. Quando a urease chega a zero, há perdas nutricionais. Em 12 minutos de tostagem os resultados foram satisfatórios, pois a solubilidade ficou dentro do padrão e a urease também. No tempo de 11 minutos a solubilidade aumenta, com a urease ocorre o mesmo o que acaba deixando a soja processada fora dos padrões. O grão de soja cru apresenta urease de 2,0 a 2,5 (BUTOLO, 2002 apud LIMA et al., 2011). Segundo Anfar (1998), a soja utilizada em rações de monogástricos deve ter valor máximo de uréase de 0,20 (ΔpH). A Indústria Americana da Soja recomenda urease de 0,05 a 0,20 (BELLAVER e SNIZEK, 1999). Para o Brasil as indústrias estabelecem em média valores entre 0,03 e 0,16 (GOLDFLUS, 2001 apud LIMA et al., 2011). Mas na legislação federal (portaria n 7, de 09 de novembro de 1988) encontra-se valores de urease entre 0,05 e 0,30 para utilização do farelo de soja na alimentação animal. Quanto a valores de solubilidade, segundo Brumano (2004) apud Lima et al. (2011), para um adequado processamento da soja os valores devem ficar entre 75 e 90%. Na literatura de Butolo (2002) apud Lima et al. (2011), a solubilidade proteica mínima para a soja processada deve ser 77%. Segundo a portaria n 7, de 09 de novembro de 1988 a solubilidade proteica mínima deve ser de 80% para a utilização do farelo de soja na alimentação animal. Na unidade fabril onde foi desenvolvido o trabalho, o padrão para a urease utilizado é de 0,00 a 0,10 e a solubilidade dever estar acima de 80%.

9 11 Gráfico 1 Variações da proteína solúvel em função dos tempos de tostagens % Fonte: Autoria do artigo. Gráfico 2 Variações da urease em função dos tempos de tostagens Fonte: Autoria do artigo. Nos Gráficos 3 e 4 temos as variações de temperatura de tostagem com os valores de urease e solubilidade encontrados. A temperatura diminui devido a menor entrada de vapor no digestor, onde o vapor diminui a cada tempo de tostagem. Esta condição não se mostrou adequada, pois a urease mostrou tendência a ser mais alta em temperaturas mais baixas e a solubilidade mostrou tendência a aumentar. Em relação ao monitoramento de entrada de vapores, libras do digestor e pressão da caldeira não foram observados resultados influentes.

10 12 Gráfico 3 Oscilações de temperatura e proteína solúvel % Fonte: Autoria do artigo. Gráfico 4 Oscilações de temperatura e urease Fonte: Autoria do artigo. Segundo Marsman et al. (1995) apud Lima et al. (2011), o adequado processo de extrusão aumenta a quebra das proteínas, com maior ação de enzimas digestivas, e o super processamento diminui o valor nutricional. A falta de aquecimento também é prejudicial, pois a soja contém fatores antinutricionais que interferem no processo digestivo de aves e suínos (SWICK, 1996 apud BELLAVER e SNIZEK, 1998).

11 13 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS Com os resultados dos testes realizados sugere-se mudar o padrão de tempo de tostagem atual para 12 minutos de aquecimento mais 10 em alívio, gerando uma matériaprima de melhor qualidade para fabricação de rações animais. Essa redução do processo terá um ganho de 8,33% em relação ao tempo atual de 14 minutos mais 10 em alívio. Nos dias de hoje é de fundamental importância qualquer ganho de tempo nos processos fabris, isso tende a gerar maior produtividade e, consequentemente, lucratividade. Quanto a ganhos financeiros não é possível mensurar no momento. A empresa poderá obter ganhos com economia de vapor (redução do tempo) e com a qualidade da soja, mas isso em um período mais longo e com estudos mais aprofundados. 5 REFERÊNCIAS BELLAVER C.; SNIZEK J. P. N. Processamento da Soja e Suas Implicações na Alimentação de Suínos e Aves. Embrapa Suínos e Aves. Concórdia, Santa Catarina, Brasil, Disponível em: < Acesso em: 11 ago ANFAR Associacao Nacional dos Fabricantes de Racoes. Matérias-primas para a alimentação animal. Sao Paulo, BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal. Associação Brasileira da Indústria de Alimentação Animal. Colégio Brasileiro de Nutrição Animal. Métodos analíticos. In: Compêndio Brasileiro de Alimentação Animal. São Paulo: Sindirações, BRUMANO G.; GATTÀS G. Soja Integral Extrusada na Alimentação de Aves e Suínos. Revista Eletrônica Nutritime, v.1, n 3, p , Departamento de Ciencias Animais. UFERSA, Mossoro, RN; Universidade Federal da Paraiba, CCA/UFPB. Areia, PB, Brasil, novembro/dezembro de Disponível em: < internosartigos014v1n3p134_146_nov2004.pdf>. Acesso em: 10 out PATTO R. Avanços Tecnológicos para Destilação Kjedal e Extração de Gordura e Espectroscopia no Infravermelho Próximo NIR. Serviços e Soluções do Produto Büqui. Manual Técnico Pensalab, 2008.

12 14 BRASIL. Ministério da Agricultura. Secretaria de Fiscalização Agropecuária. Portaria n 7, de 09 de novembro de RUNHO R. C. Farelo de Soja: Processamento e Qualidade. Departamento Técnico de Nutrição e Formulação, Poli Nutri Alimentos, Disponível em: < Acesso em: 02 ago SALMAN A. K. D.; et al. Metodologias para avaliação de alimentos para ruminantes domésticos. Porto Velho, Rondônia, Brasil, maio de Disponível em: < df>. Acesso em: 23 out LIMA M.R.; et al. Atividade Ureática. Revista Eletrônica Nutritime, artigo 145, vol. 08, número 05. p , Setembro/Outubro Disponível em: < Acesso em: 01 out SILVEIRA, C.O.; SOUZA, C.F. Variações do método de quantificação da proteína solúvel em soja desativada utilizada na alimentação animal. v.1, n.2, p Arroio do Meio, Rio Grande do Sul, Brasil, Disponível em: < Acesso em: 07 jun

FARELO DE SOJA: PROCESSAMENTO E QUALIDADE

FARELO DE SOJA: PROCESSAMENTO E QUALIDADE Data: Janeiro/2001 FARELO DE SOJA: PROCESSAMENTO E QUALIDADE...A soja é uma das mais importantes culturas agrícolas mundiais, sendo sua produção destinada para a obtenção de óleo e farelo, pela indústria

Leia mais

Determinação de bases voláteis totais em pescados por acidimetria

Determinação de bases voláteis totais em pescados por acidimetria Página 1 de 8 1 Escopo Este método tem por objetivo determinar o teor de bases voláteis totais em pescados, indicando o seu grau de conservação. 2 Fundamentos As bases voláteis totais (N-BVT) compreendem

Leia mais

Efeitos do melhoramento genético e técnicas de processamento na utilização do. farelo de soja por suínos

Efeitos do melhoramento genético e técnicas de processamento na utilização do. farelo de soja por suínos Efeitos do melhoramento genético e técnicas de processamento na utilização do farelo de soja por suínos Ferdinando N. Almeida e Hans H. Stein Department of Animal Sciences, University of Illinois, EUA

Leia mais

GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8, DE 11 DE MARÇO DE 2009

GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8, DE 11 DE MARÇO DE 2009 GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 8, DE 11 DE MARÇO DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso

Leia mais

Lisina, Farelo de Soja e Milho

Lisina, Farelo de Soja e Milho Lisina, Farelo de Soja e Milho Disponível em nosso site: www.lisina.com.br Veja como substituir uma parte do farelo de soja por Lisina Industrial e milho Grande parte dos suinocultores conhecem a Lisina

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 2006 QUESTÕES OBJETIVAS

PROCESSO SELETIVO 2006 QUESTÕES OBJETIVAS 3 PROCESSO SELETIVO 2006 QUESTÕES OBJETIVAS QUÍMICA 01 - O dispositivo de segurança que conhecemos como air-bag utiliza como principal reagente para fornecer o gás N 2 (massa molar igual a 28 g mol -1

Leia mais

Portaria nº 795 de 15/12/93 D. O. U. 29/12/93 NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, EMBALAGEM, MARCAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO FARELO DE SOJA

Portaria nº 795 de 15/12/93 D. O. U. 29/12/93 NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, EMBALAGEM, MARCAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO FARELO DE SOJA Portaria nº 795 de 15/12/93 D. O. U. 29/12/93 NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, EMBALAGEM, MARCAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO FARELO DE SOJA 01. OBJETIVO: Esta norma tem por objetivo definir as características de

Leia mais

Relatório do Estágio 1168. Borras de café! O que fazer? Joana Maria Feliciano Lázaro. Orientação: Professora Doutora Ana Luísa Almaça da Cruz Fernando

Relatório do Estágio 1168. Borras de café! O que fazer? Joana Maria Feliciano Lázaro. Orientação: Professora Doutora Ana Luísa Almaça da Cruz Fernando Relatório do Estágio 1168 Borras de café! O que fazer? Joana Maria Feliciano Lázaro Orientação: Professora Doutora Ana Luísa Almaça da Cruz Fernando Relatório do Estágio 1168 Borras de café! O que fazer?

Leia mais

4 MÉTODO ANALÍTICO EMPREGADO NA DETERMINAÇÃO DE MERCÚRIO TOTAL

4 MÉTODO ANALÍTICO EMPREGADO NA DETERMINAÇÃO DE MERCÚRIO TOTAL 39 4 MÉTODO ANALÍTICO EMPREGADO NA DETERMINAÇÃO DE MERCÚRIO TOTAL 4.1 O Processo de absorção atômica A absorção de energia por átomos livres, gasosos, no estado fundamental, é a base da espectrometria

Leia mais

Milho: o grão que vale ouro nas dietas de aves... mas que ainda não recebeu a devida importância do setor produtivo

Milho: o grão que vale ouro nas dietas de aves... mas que ainda não recebeu a devida importância do setor produtivo Milho: o grão que vale ouro nas dietas de aves...... mas que ainda não recebeu a devida importância do setor produtivo Gustavo J. M. M. de Lima 1 1 Eng.Agr o., Ph.D., Embrapa Suínos e Aves, gustavo@cnpsa.embrapa.br.

Leia mais

Volumetria ácido-base (continuação) Prof a Alessandra Smaniotto QMC 5325 - Química Analítica - Farmácia Turmas 02102A e 02102B

Volumetria ácido-base (continuação) Prof a Alessandra Smaniotto QMC 5325 - Química Analítica - Farmácia Turmas 02102A e 02102B Volumetria ácido-base (continuação) Prof a Alessandra Smaniotto QMC 5325 - Química Analítica - Farmácia Turmas 02102A e 02102B Curvas de titulação ² A curva de titulação é a representação gráfica de como

Leia mais

Breve introdução sobre o processo de extração mecânica de óleo e produção de farelo de soja

Breve introdução sobre o processo de extração mecânica de óleo e produção de farelo de soja Breve introdução sobre o processo de extração mecânica de óleo e produção de farelo de soja O farelo integral ou semi integral obtido através do processo de extrusão vem ganhando cada vez mais espaço em

Leia mais

FOSFATO DISSÓDICO DE DEXAMETASONA

FOSFATO DISSÓDICO DE DEXAMETASONA FSFAT DISSÓDIC DE DEXAMETASNA Dexamethasoni natrii phosphas H H H P Na Na F H C 22 H 28 FNa 2 8 P 516,41 02821 Fosfato dissódico de 9-fluoro-11β,17 diidroxi-16α-metil-3, 20- dioxopregna- 1,4 dieno-21-il

Leia mais

AVALIAÇÃO E MELHORIA DO SISTEMA DE CONTROLE DE UMA CENTRAL DE GERAÇÃO DE VAPOR EM UMA REFINARIA

AVALIAÇÃO E MELHORIA DO SISTEMA DE CONTROLE DE UMA CENTRAL DE GERAÇÃO DE VAPOR EM UMA REFINARIA AVALIAÇÃO E MELHORIA DO SISTEMA DE CONTROLE DE UMA CENTRAL DE GERAÇÃO DE VAPOR EM UMA REFINARIA Cristine Kayser cristine@trisolutions.com.br Simone Maria Marcon simone@trisolutions.com.br Augusto dos Santos

Leia mais

UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA

UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA DISCIPLINA BIOQUÍMICA ESTRUTURAL Ministrante: Prof. Dr. Carlos Alberto de Almeida

Leia mais

PREPARAÇÃO, PADRONIZAÇÃO E DILUIÇÃO DE SOLUÇÕES

PREPARAÇÃO, PADRONIZAÇÃO E DILUIÇÃO DE SOLUÇÕES UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP FACULDADE DE TECNOLOGIA FT CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MEIO AMBIENTE E DES. SUSTENTÁVEL CET-0303 QUÍMICA APLICADA PREPARAÇÃO, PADRONIZAÇÃO E DILUIÇÃO DE SOLUÇÕES

Leia mais

ANÁLISE DE ÓLEOS, GORDURAS E SUBPRODUTOS DA SOJA, NA EMPRESA COAMO AGROINDÚSTRIA. BENEFICIAMENTO E

ANÁLISE DE ÓLEOS, GORDURAS E SUBPRODUTOS DA SOJA, NA EMPRESA COAMO AGROINDÚSTRIA. BENEFICIAMENTO E UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Campo Mourão Curso Tecnologia em Alimentos MARÍLIA GABRIELLA FOREGATTO LOUZANO ANÁLISE DE ÓLEOS, GORDURAS E SUBPRODUTOS DA SOJA, NA EMPRESA COAMO AGROINDÚSTRIA.

Leia mais

Determinação quantitativa de amido em produtos cárneos por espectrometria

Determinação quantitativa de amido em produtos cárneos por espectrometria Página 1 de 7 1 Escopo Este método tem por objetivo quantificar amido em produtos cárneos por espectrometria molecular no. 2 Fundamentos Baseia-se na determinação espectrofotométrica a 620 nm do composto

Leia mais

e avaliar alimentos 1. Introdução... 262 2. Composição dos alimentos... 262

e avaliar alimentos 1. Introdução... 262 2. Composição dos alimentos... 262 Capítulo7Métodos para formular rações e avaliar alimentos 1. Introdução... 262 2. Composição dos alimentos... 262 3. Métodos de balanceamento de rações... 263 3.1. Breve histórico sobre a formulação de

Leia mais

CUIDADO NA FORMULAÇÃO DE DIETAS VEGETAIS OU COM SUBPRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL.

CUIDADO NA FORMULAÇÃO DE DIETAS VEGETAIS OU COM SUBPRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL. Data: Junho/2005 CUIDADO NA FORMULAÇÃO DE DIETAS VEGETAIS OU COM SUBPRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL. 1. Introdução Milho e farelo de soja são os principais ingredientes utilizados na formulação de rações para

Leia mais

MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA.

MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA. MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA. Notas: Aprovado pela Deliberação CECA nº 3.967, de 16 de janeiro de 2001

Leia mais

ALIMENTOS PARA CÃES E GATOS VISÃO GERAL

ALIMENTOS PARA CÃES E GATOS VISÃO GERAL ALIMENTOS PARA CÃES E GATOS VISÃO GERAL Prof. Roberto de Andrade Bordin DMV, M.Sc. Setor de Nutrição e Metabolismo Animal Medicina Veterinária Universidade Anhembi Morumbi São Paulo, Brasil. Várias são

Leia mais

A) Escreva a equação que representa a semi-reação de redução e seu respectivo potencial padrão.

A) Escreva a equação que representa a semi-reação de redução e seu respectivo potencial padrão. QUÍMICA QUESTÃ 01 Aparelhos eletrônicos sem fio, tais como máquinas fotográficas digitais e telefones celulares, utilizam, como fonte de energia, baterias recarregáveis. Um tipo comum de bateria recarregável

Leia mais

USO DE CONCENTRADOS PARA VACAS LEITEIRAS

USO DE CONCENTRADOS PARA VACAS LEITEIRAS USO DE CONCENTRADOS PARA VACAS LEITEIRAS Ivan Pedro de O. Gomes, Med.Vet., D.Sc. Professor do Departamento de Zootecnia CAV/UDESC. e-mail: a2ipog@cav.udesc.br A alimentação constitui-se no principal componente

Leia mais

Alimentação da vaca leiteira

Alimentação da vaca leiteira Alimentação da vaca leiteira A exploração leiteira consiste em atividade de converter recursos alimentares em leite, cujo valor agregado é superior a matéria-prima original. Recursos alimentares: Volumosos

Leia mais

Descritivo de produto. Fornecedor. www.velp.com

Descritivo de produto. Fornecedor. www.velp.com Descritivo de produto Fornecedor www.velp.com Unidade de Destilação Kjeldahl UDK129 Destilador básico para destilações Kjeldahl DESCRIÇÃO A unidade de destilação UDK129 foi projetada para atender diversas

Leia mais

Proteína: digestibilidade e sua importância na produção. Fabrizio Oristanio (Biruleibe)

Proteína: digestibilidade e sua importância na produção. Fabrizio Oristanio (Biruleibe) Proteína: digestibilidade e sua importância na produção Fabrizio Oristanio (Biruleibe) Introdução Evolução das estimativas protéicas a partir da década de 80 Método fatorial Manutenção Produção Sistemas

Leia mais

SOLUÇÕES. 3) (UNIFOR) O gráfico seguinte dá a solubilidade em água do açúcar de cana em função da temperatura.

SOLUÇÕES. 3) (UNIFOR) O gráfico seguinte dá a solubilidade em água do açúcar de cana em função da temperatura. SOLUÇÕES 1) (FEI) Tem-se 500g de uma solução aquosa de sacarose (C 12 H 22 O 11 ), saturada a 50 C. Qual a massa de cristais que se separam da solução, quando ela é resfriada até 30 C? Dados: Coeficiente

Leia mais

ANÁLISE DE ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS CAMBORIÚ.

ANÁLISE DE ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS CAMBORIÚ. ANÁLISE DE ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS CAMBORIÚ. Naiane Ramilio 1, Ana Cristina Franzoi TEIXEIRA 2, Adriano MARTENDAL 3 1 Estudante do Curso Técnico em

Leia mais

AVALIAÇÃO DA CONTAMINAÇÃO POR TPH EM SOLO CONTAMINADO COM DERIVADOS DE PETRÓLEO UTILIZANDO O AQUECIMENTO POR RADIAÇÃO MICROONDAS

AVALIAÇÃO DA CONTAMINAÇÃO POR TPH EM SOLO CONTAMINADO COM DERIVADOS DE PETRÓLEO UTILIZANDO O AQUECIMENTO POR RADIAÇÃO MICROONDAS AVALIAÇÃO DA CONTAMINAÇÃO POR TPH EM SOLO CONTAMINADO COM DERIVADOS DE PETRÓLEO UTILIZANDO O AQUECIMENTO POR RADIAÇÃO MICROONDAS Rayana Hozana Bezerril, Adriana Margarida Zanbotto Ramalho, Márcio Henrique

Leia mais

CINZA. É o resíduo inorgânico que permanece após a queima da matéria orgânica, que é transformada em CO 2, H 2 O e NO 2.

CINZA. É o resíduo inorgânico que permanece após a queima da matéria orgânica, que é transformada em CO 2, H 2 O e NO 2. CINZA É o resíduo inorgânico que permanece após a queima da matéria orgânica, que é transformada em CO 2, H 2 O e NO 2. A cinza é constituída principalmente de: Grandes quantidades: K, Na, Ca e Mg; Pequenas

Leia mais

Suplementação de amilase e fitase em dietas a base de milho e farelo de soja e seus efeitos sobre o desempenho de poedeiras leves.

Suplementação de amilase e fitase em dietas a base de milho e farelo de soja e seus efeitos sobre o desempenho de poedeiras leves. Suplementação de amilase e fitase em dietas a base de milho e farelo de soja e seus efeitos sobre o desempenho de poedeiras leves. Tiago Antônio dos SANTOS 1 ; Adriano GERALDO 2 ; Luiz Carlos MACHADO 3

Leia mais

2º ANO QUÍMICA 1 PROFª ELAINE CRISTINA. Educação para toda a vida. Colégio Santo Inácio. Jesuítas

2º ANO QUÍMICA 1 PROFª ELAINE CRISTINA. Educação para toda a vida. Colégio Santo Inácio. Jesuítas 2º ANO QUÍMICA 1 1 mol 6,02.10 23 partículas Massa (g)? Massa molar Cálculo do número de mols (n) Quando juntamos duas espécies químicas diferentes e, não houver reação química entre elas, isto é, não

Leia mais

Análise de Proteínas. Prof. Eduardo Purgatto Depto. de Alimentos e Nutrição Experimental FCF USP. Curso de Graduação Disciplina de Bromatologia Básica

Análise de Proteínas. Prof. Eduardo Purgatto Depto. de Alimentos e Nutrição Experimental FCF USP. Curso de Graduação Disciplina de Bromatologia Básica Análise de Proteínas Prof. Eduardo Purgatto Depto. de Alimentos e Nutrição Experimental FCF USP Curso de Graduação Disciplina de Bromatologia Básica 2013 Proteínas Macromoléculas compostas de AMINOÁCIDOS

Leia mais

3.1 Determinação do Teor de Ácido Ascórbico e de Ácido Cítrico no

3.1 Determinação do Teor de Ácido Ascórbico e de Ácido Cítrico no Capítulo 3 Procedimento Experimental. CAPÍTULO 3 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL Resíduo 3.1 Determinação do Teor de Ácido Ascórbico e de Ácido Cítrico no O primeiro passo foi à preparação das soluções necessárias

Leia mais

A PRODUCAO LEITEIRA NOS

A PRODUCAO LEITEIRA NOS A PRODUCAO LEITEIRA NOS ESTADOS UNIDOS Estatisticas A produção leiteira durante Janeiro de 2012 superou os 7 bilhões de kg, 3.7% acima de Janeiro de 2011. A produção por vaca foi em media 842 kg em Janeiro,

Leia mais

Lista de Exercícios 4 Indústrias Químicas Resolução pelo Monitor: Rodrigo Papai de Souza

Lista de Exercícios 4 Indústrias Químicas Resolução pelo Monitor: Rodrigo Papai de Souza Lista de Exercícios 4 Indústrias Químicas Resolução pelo Monitor: Rodrigo Papai de Souza 1) a-) Calcular a solubilidade do BaSO 4 em uma solução 0,01 M de Na 2 SO 4 Dissolução do Na 2 SO 4 : Dado: BaSO

Leia mais

Separação de Misturas

Separação de Misturas 1. Introdução Separação de Misturas As misturas são comuns em nosso dia a dia. Como exemplo temos: as bebidas, os combustíveis, e a própria terra em que pisamos. Poucos materiais são encontrados puros.

Leia mais

Qualidade do milho para utilização na alimentação animal

Qualidade do milho para utilização na alimentação animal III Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010 Qualidade do milho para utilização na alimentação animal Luiz Carlos MACHADO 1, Daviane Martinele

Leia mais

QUÍMICA CELULAR NUTRIÇÃO TIPOS DE NUTRIENTES NUTRIENTES ENERGÉTICOS 4/3/2011 FUNDAMENTOS QUÍMICOS DA VIDA

QUÍMICA CELULAR NUTRIÇÃO TIPOS DE NUTRIENTES NUTRIENTES ENERGÉTICOS 4/3/2011 FUNDAMENTOS QUÍMICOS DA VIDA NUTRIÇÃO QUÍMICA CELULAR PROFESSOR CLERSON CLERSONC@HOTMAIL.COM CIESC MADRE CLÉLIA CONCEITO CONJUNTO DE PROCESSOS INGESTÃO, DIGESTÃO E ABSORÇÃO SUBSTÂNCIAS ÚTEIS AO ORGANISMO ESPÉCIE HUMANA: DIGESTÃO ONÍVORA

Leia mais

PRODUÇÃO DE AMOSTRAS DE AMIDO CATIÔNICO E REALIZAÇÃO DE TESTES DE FLOCULAÇÃO

PRODUÇÃO DE AMOSTRAS DE AMIDO CATIÔNICO E REALIZAÇÃO DE TESTES DE FLOCULAÇÃO PRODUÇÃO DE AMOSTRAS DE AMIDO CATIÔNICO E REALIZAÇÃO DE TESTES DE FLOCULAÇÃO José Carlos Trindade Filho. IC-Fecilcam, Engenharia de Produção Agroindustrial, Fecilcam, jctf_epa@hotmail.com Me. Nabi Assad

Leia mais

Tema: A FÁBRICA E A NUTRIÇÃO. Bem Vindos

Tema: A FÁBRICA E A NUTRIÇÃO. Bem Vindos Tema: A FÁBRICA E A NUTRIÇÃO O QUE NÃO PODE SER NEGLIGENCIADO NO GERENCIAMENTO DA FÁBRICA DE RAÇÕES Bem Vindos Cascavel PR, Setembro de 2015. Obrigado Pelo Convite Obrigado Pelo Patrocínio Mensagens Iniciais:

Leia mais

Química - Grupo J - Gabarito

Química - Grupo J - Gabarito - Gabarito 1 a QUESTÃO: (2,0 pontos) Avaliador Revisor Informe a que volume deve ser diluído com água um litro de solução de um ácido fraco HA 0.10 M, de constante de ionização extremamente pequena (K

Leia mais

ENERGIA SOLAR NO AQUECIMENTO DA ÁGUA

ENERGIA SOLAR NO AQUECIMENTO DA ÁGUA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRARIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA DISCIPLINA: SEMINÁRIOS I ENERGIA SOLAR NO AQUECIMENTO DA ÁGUA Francisco Ronaldo Belém Fernandes Orientador:

Leia mais

MEIOS DE CULTURA DESENVOLVIMENTO OU PRODUÇÃO DE MEIOS DE CULTURA. Necessidade Bactérias Leveduras

MEIOS DE CULTURA DESENVOLVIMENTO OU PRODUÇÃO DE MEIOS DE CULTURA. Necessidade Bactérias Leveduras MEIOS DE CULTURA Associação equilibrada de agentes químicos (nutrientes, ph, etc.) e físicos (temperatura, viscosidade, atmosfera, etc) que permitem o cultivo de microorganismos fora de seu habitat natural.

Leia mais

IMPORTÂNCIA DA NUTRIÇÃO NO DESEMPENHO DAS AVES POEDEIRAS

IMPORTÂNCIA DA NUTRIÇÃO NO DESEMPENHO DAS AVES POEDEIRAS IMPORTÂNCIA DA NUTRIÇÃO NO DESEMPENHO DAS AVES POEDEIRAS ALEXANDRE DA SILVA SECHINATO Médico veterinário Pesquisador Tortuga Cia Zootecnica Agrária INTRODUÇÃO Ovo é um excelente alimento Alimento completo

Leia mais

COMO OS LIVROS DIDÁTICOS DE ENSINO MÉDIO ABORDAM O EFEITO ESTUFA

COMO OS LIVROS DIDÁTICOS DE ENSINO MÉDIO ABORDAM O EFEITO ESTUFA COMO OS LIVROS DIDÁTICOS DE ENSINO MÉDIO ABORDAM O EFEITO ESTUFA Elizabeth Cristina Tavares Veloso 1, Juracy Regis de Lucena Junior 2. 1 Departamento de Química, Universidade Estadual da Paraíba -UEPB,

Leia mais

SÍNTESES. Francisco Roque, nº9 11ºA

SÍNTESES. Francisco Roque, nº9 11ºA SÍNTESES Francisco Roque, nº9 11ºA OBJECTIVOS A- Produzir sinteticamente sulfato de magnésio (MgSO 4 ) através da reacção entre ácido sulfúrico (H 2 SO 4 ) e carbonato de magnésio (MgCO 3 ). B- Sintetizar

Leia mais

Prova de gás sulfídrico (H 2 S) em pescados

Prova de gás sulfídrico (H 2 S) em pescados Página 1 de 5 1 Escopo Este método tem como objetivo determinar a presença de gás sulfídrico, proveniente da degradação de proteínas do pescado. 2 Fundamentos O método fundamenta-se na decomposição de

Leia mais

FUNCIONAMENTO DE UM MONITOR CONTÍNUO DE OZÔNIO

FUNCIONAMENTO DE UM MONITOR CONTÍNUO DE OZÔNIO FUNCIONAMENTO DE UM MONITOR CONTÍNUO DE OZÔNIO 1. Introdução A melhor tecnologia para o monitoramento de baixas concentrações de ozônio (O 3 ) no ar ambiente é a da absorção de luz na faixa do Ultra Violeta

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS

IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS PRÁTICA N o. 02 IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS OBJETIVOS: Esta prática tem como objetivo a identificação e confirmação de grupos funcionais de aldeídos e

Leia mais

Procedimento de verificação do Potenciômetro de íon Seletivo

Procedimento de verificação do Potenciômetro de íon Seletivo Página 1 de 6 Procedimento de verificação do Potenciômetro de íon Seletivo 1- Objetivo Verificar a confiabilidade de medição da concentração de Flúor pelo método ISE 2- Aplicação Aplicável aos equipamentos

Leia mais

Inclusão de bagaço de cana de açúcar na alimentação de cabras lactantes: desempenho produtivo

Inclusão de bagaço de cana de açúcar na alimentação de cabras lactantes: desempenho produtivo Inclusão de bagaço de cana de açúcar na alimentação de cabras lactantes: desempenho produtivo José Maria de OLIVEIRA Júnior 1 ; Gian Nascimento 2 ; Rafael Mendonça de Carvalho ² ; Wanderson Bahia Paulineli²;

Leia mais

Introdução. Conceitos aplicados a alimentação animal. Produção animal. Marinaldo Divino Ribeiro. Nutrição. Alimento. Alimento. Nutriente.

Introdução. Conceitos aplicados a alimentação animal. Produção animal. Marinaldo Divino Ribeiro. Nutrição. Alimento. Alimento. Nutriente. Conceitos aplicados a alimentação animal Introdução Produção animal Marinaldo Divino Ribeiro EMV Depto de Produção ão Animal - UFBA Genética Sanidade Nutrição Alimento Susbstância que, consumida por um

Leia mais

SIMULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO EFEITO ESTUFA A PARTIR DA ADIÇÃO DA CO 2 EM UM SISTEMA FECHADO

SIMULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO EFEITO ESTUFA A PARTIR DA ADIÇÃO DA CO 2 EM UM SISTEMA FECHADO 1 SIMULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO EFEITO ESTUFA A PARTIR DA ADIÇÃO DA CO 2 EM UM SISTEMA FECHADO Diego Oliveira Cordeiro 1 diegoocordeiro@gmail.com Janduir Egito da Silva 1 jaduires@yahoo.com Cláudia Laís Araújo

Leia mais

Nestas últimas aulas irei abordar acerca das vitaminas. Acompanhe!

Nestas últimas aulas irei abordar acerca das vitaminas. Acompanhe! Aula: 31 Temática: Vitaminas parte I Nestas últimas aulas irei abordar acerca das vitaminas. Acompanhe! Introdução O termo vitamina refere-se a um fator dietético essencial requerido por um organismo em

Leia mais

Nutrição completa para equinos. Linha Equinos. Rações Suplementos Minerais

Nutrição completa para equinos. Linha Equinos. Rações Suplementos Minerais Nutrição completa para equinos Linha Equinos Rações Suplementos Minerais Confiança, Tecnologia, Qualidade e Resultado Estes são os ingredientes que fazem a diferença dos produtos Fanton. Há mais de 25

Leia mais

Determinação do Resíduo Mineral Fixo em Leite e Derivados Lácteos

Determinação do Resíduo Mineral Fixo em Leite e Derivados Lácteos 1 Escopo MAPA/SDA/CGAL Página 1 de 5 Este MET tem como objetivo determinar os procedimentos para o ensaio Determinação do resíduo mineral fixo em amostras de leite e derivados lácteos. É aplicável para

Leia mais

TIPOS DE MÉTODOS ELETROANALÍTICOS

TIPOS DE MÉTODOS ELETROANALÍTICOS CONDUTOMETRIA TIPOS DE MÉTODOS ELETROANALÍTICOS CONDUTOMETRIA Baseia-se em medições de condutância das soluções iônicas (seio da solução). A condução de eletricidade através das soluções iônicas é devida

Leia mais

Estudo da emissão veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) em veículos movidos à DIESEL. Prof. Dr. Ariston da Silva Melo Júnior

Estudo da emissão veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) em veículos movidos à DIESEL. Prof. Dr. Ariston da Silva Melo Júnior Estudo da emissão veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) em veículos movidos à DIESEL Prof. Dr. Ariston da Silva Melo Júnior INTRODUÇÃO Durante milhões de anos a Terra passou por ciclos naturais de aquecimento

Leia mais

Fundamentos de Agronomia

Fundamentos de Agronomia Fundamentos de Agronomia Uso da casca de Arroz para produção de Energia Térmica e Elétrica. Bruno Farias Daiane Casarin Milton Fábrica Renan Fontoura Casca de Arroz Ibamaembarga e autua depósito de casca

Leia mais

MODELAGEM E SIMULAÇÃO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE FARELO DE SOJA PELETIZADO EM UMA COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL

MODELAGEM E SIMULAÇÃO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE FARELO DE SOJA PELETIZADO EM UMA COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. MODELAGEM E SIMULAÇÃO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE FARELO DE SOJA PELETIZADO EM UMA COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL Márcia de Fátima Morais (FECILCAM) marciafmorais@yahoo.com.br

Leia mais

REMOÇÃO DE MANGANÊS DE ÁGUAS E EFLUENTES INDUSTRIAIS UTLIZANDO PRCESSOS DE OXIDAÇÃO AVANÇADA.

REMOÇÃO DE MANGANÊS DE ÁGUAS E EFLUENTES INDUSTRIAIS UTLIZANDO PRCESSOS DE OXIDAÇÃO AVANÇADA. REMOÇÃO DE MANGANÊS DE ÁGUAS E EFLUENTES INDUSTRIAIS UTLIZANDO PRCESSOS DE OXIDAÇÃO AVANÇADA. Aluno: Rosana Maria de Oliveira Silva Orientador: Luiz Alberto Cesar Teixeira Introdução Nos últimos anos tem-se

Leia mais

TRATAMENTO QUÍMICO DE RESÍDUOS AGRÍCOLAS COM SOLUÇÃO DE URÉIA NA ALIMENTAÇÃO DE RUMINANTES

TRATAMENTO QUÍMICO DE RESÍDUOS AGRÍCOLAS COM SOLUÇÃO DE URÉIA NA ALIMENTAÇÃO DE RUMINANTES TRATAMENTO QUÍMICO DE RESÍDUOS AGRÍCOLAS COM SOLUÇÃO DE URÉIA NA ALIMENTAÇÃO DE RUMINANTES INTRODUÇÃO Onaldo Souza 1 Mariah Tenório de Carvalho Souza 2 Izabele Emiliano dos Santos 3 Cereal é a denominação

Leia mais

1. DETERMINAÇÃO DE UMIDADE PELO MÉTODO DO AQUECIMENTO DIRETO- TÉCNICA GRAVIMÉTRICA COM EMPREGO DO CALOR

1. DETERMINAÇÃO DE UMIDADE PELO MÉTODO DO AQUECIMENTO DIRETO- TÉCNICA GRAVIMÉTRICA COM EMPREGO DO CALOR UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC FACULDADE DE NUTRIÇÃO DISCIPLINA: BROMATOLOGIA 2º/ 4 O PROFA. IVETE ARAKAKI FUJII. DETERMINAÇÃO DE UMIDADE PELO MÉTODO DO AQUECIMENTO DIRETO- TÉCNICA GRAVIMÉTRICA COM EMPREGO

Leia mais

FISIOLOGIA RENAL EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM

FISIOLOGIA RENAL EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM FISIOLOGIA RENAL 01. A sudorese (produção de suor) é um processo fisiológico que ajuda a baixar a temperatura do corpo quando está muito calor ou quando realizamos uma atividade

Leia mais

GESTÃO DE RESÍDUOS EM UMA AGROINDÚSTRIA CANAVIEIRA NO VALE DO SÃO FRANCISCO: O REAPROVEITAMENTO DO BAGAÇO DA CANA DE AÇÚCAR.

GESTÃO DE RESÍDUOS EM UMA AGROINDÚSTRIA CANAVIEIRA NO VALE DO SÃO FRANCISCO: O REAPROVEITAMENTO DO BAGAÇO DA CANA DE AÇÚCAR. GESTÃO DE RESÍDUOS EM UMA AGROINDÚSTRIA CANAVIEIRA NO VALE DO SÃO FRANCISCO: O REAPROVEITAMENTO DO BAGAÇO DA CANA DE AÇÚCAR. Roberta Daniela da Silva Santos Universidade Federal do Vale do São Francisco,

Leia mais

Quando juntamos duas espécies químicas diferentes e, não houver reação química entre elas, isto é, não houver formação de nova(s) espécie(s), teremos

Quando juntamos duas espécies químicas diferentes e, não houver reação química entre elas, isto é, não houver formação de nova(s) espécie(s), teremos SOLUÇÕES Quando juntamos duas espécies químicas diferentes e, não houver reação química entre elas, isto é, não houver formação de nova(s) espécie(s), teremos uma MISTURA Quando na mistura tiver apenas

Leia mais

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE E VALOR NUTRICIONAL DE ÓLEOS E GORDURAS

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE E VALOR NUTRICIONAL DE ÓLEOS E GORDURAS Data: Agosto/2003 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE E VALOR NUTRICIONAL DE ÓLEOS E GORDURAS Óleos e gorduras são constituintes naturais dos ingredientes grãos usados nas formulações de rações para animais. Podem

Leia mais

FERTILIZANTES Fertilizante: Classificação Quanto a Natureza do Nutriente Contido Quanto ao Critério Químico Quanto ao Critério Físico

FERTILIZANTES Fertilizante: Classificação Quanto a Natureza do Nutriente Contido Quanto ao Critério Químico Quanto ao Critério Físico FERTILIZANTES Fertilizante: qualquer substância mineral ou orgânica, natural ou sintética, capaz de fornecer um ou mais nutrientes essenciais às plantas Classificação Quanto a Natureza do Nutriente Contido

Leia mais

REMOÇÃO DE COR EM EFLUENTES INDUSTRIAIS

REMOÇÃO DE COR EM EFLUENTES INDUSTRIAIS REMOÇÃO DE COR EM EFLUENTES INDUSTRIAIS Gandhi Giordano Engenheiro Químico pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Especialização em Engenharia Sanitária e Ambiental pela UERJ, Mestrando

Leia mais

treinofutebol.net treinofutebol.net

treinofutebol.net treinofutebol.net Alimentação do Desportista A alimentação pode influenciar positiva ou negativamente o rendimento dum atleta, devendo consequentemente ser orientada no sentido de não só melhorar a sua capacidade desportiva,

Leia mais

Aluno (a): Nº. Disciplina: Química Goiânia, / / 2014

Aluno (a): Nº. Disciplina: Química Goiânia, / / 2014 Lista de Exercícios Aluno (a): Nº. Professora: Núbia de Andrade Série: 1º ano (Ensino médio) Turma: Disciplina: Química Goiânia, / / 2014 01) A mudança de fase denominada sublimação ocorre quando a) o

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS EMISSÕES DE HCFC-22 DOS SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL EM SUPERMERCADOS

AVALIAÇÃO DAS EMISSÕES DE HCFC-22 DOS SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL EM SUPERMERCADOS AVALIAÇÃO DAS EMISSÕES DE HCFC-22 DOS SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO COMERCIAL EM SUPERMERCADOS Eng. Eduardo Linzmayer RESUMO Avaliação e levantamento das emissões de fluidos nos sistemas de refrigeração; Importância

Leia mais

Como produzir suínos sem milho?

Como produzir suínos sem milho? Página 1 de 8 Como produzir suínos sem milho? Curtir Cadastre-se para ver do que seus amigos gostam. Luiz Fernando Teixeira Albino Professor Titular DZO/UFV Viçosa, MG Fernando de Castro Tavernari Pesquisador

Leia mais

ATIVIDADES RECUPERAÇÃO PARALELA

ATIVIDADES RECUPERAÇÃO PARALELA ATIVIDADES RECUPERAÇÃO PARALELA Nome: Nº Ano: 6º Data: 14/11/2012 Bimestre: 4 Professor: Vanildo Disciplina: Química Orientações para estudo: Esta atividade deverá ser entregue no dia da avaliação de recuperação,

Leia mais

TRATAMENTO DA ÁGUA PARA GERADORES DE VAPOR

TRATAMENTO DA ÁGUA PARA GERADORES DE VAPOR Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br 1 INTRODUÇÃO: A água nunca está em estado puro, livre de

Leia mais

Introdução. Um novo jeito de se aprender química Helan Carlos e Lenine Mafra- Farmácia- 2014.2

Introdução. Um novo jeito de se aprender química Helan Carlos e Lenine Mafra- Farmácia- 2014.2 Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB Departamento de Química e Exatas - DQE DQE 295 - Química Inorgânica (1) Farmácia Autor(a): Helan Carlos Silva Oliveira Relatório entregue 29/06/2012 Introdução

Leia mais

BEM-VINDO À SÉRIE NEXGEN

BEM-VINDO À SÉRIE NEXGEN BEM-VINDO À SÉRIE NEXGEN O Bentley NexGen representa o resultado de mais de 20 anos de trabalho conjunto com nossos clientes. O Bentley NexGen representa a última palavra em tecnologia de ponta para análise

Leia mais

Departamento de Química, Universidade Federal do Rio Grande do Norte. II Congresso Norte-Nordeste de Química.

Departamento de Química, Universidade Federal do Rio Grande do Norte. II Congresso Norte-Nordeste de Química. Comparação dos Teores de Proteína na Sardinha (Sardinellla brasiliensis), coletadas nas localidades de Volta da Lama e Ferreiro Torto provenientes do Estuário Potengi/Jundiaí no RN. *Geovane Chacon de

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FERNANDO REINOLDO SCREMIN PROPOSIÇÃO DE AULA PRÁTICA POTENCIAL ENERGÉTICO DOS ALIMENTOS: CONTEXTUALIZANDO A TERMOQUÍMICA

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FERNANDO REINOLDO SCREMIN PROPOSIÇÃO DE AULA PRÁTICA POTENCIAL ENERGÉTICO DOS ALIMENTOS: CONTEXTUALIZANDO A TERMOQUÍMICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FERNANDO REINOLDO SCREMIN PROPOSIÇÃO DE AULA PRÁTICA POTENCIAL ENERGÉTICO DOS ALIMENTOS: CONTEXTUALIZANDO A TERMOQUÍMICA Trabalho entregue como forma de avaliação da disciplina

Leia mais

PROVA DE QUÍMICA - 1998 Segunda Etapa

PROVA DE QUÍMICA - 1998 Segunda Etapa PROVA DE QUÍMICA - 1998 Segunda Etapa QUESTÃO 01 Num laboratório químico, havia três frascos que continham, respectivamente, um alcano, um álcool e um alqueno. Foram realizados experimentos que envolviam

Leia mais

Reações Químicas Reações Químicas DG O QUE É UMA REAÇÃO QUÍMICA? É processo de mudanças químicas, onde ocorre a conversão de uma substância, ou mais, em outras substâncias. A + B REAGENTES C +

Leia mais

RAÇÕES PARA PEIXES: FATORES NUTRICIONAIS IMPORTANTES E IMPACTOS NOS RESULTADOS. Silvia Pastore - M.Sc. V Aquishow Agosto/2014

RAÇÕES PARA PEIXES: FATORES NUTRICIONAIS IMPORTANTES E IMPACTOS NOS RESULTADOS. Silvia Pastore - M.Sc. V Aquishow Agosto/2014 RAÇÕES PARA PEIXES: FATORES NUTRICIONAIS IMPORTANTES E IMPACTOS NOS RESULTADOS Silvia Pastore - M.Sc. V Aquishow Agosto/2014 Perguntas frequentes 1. As rações são todas iguais? 2. Como diferenciar as rações

Leia mais

SISTEMA DE REAPROVEITAMENTO DE ÁGUA RESIDUAIS DE PROCESSOS INDUSTRIAL E ESGOTO RESIDENCIAIS POR MEIO DE TRANSFORMAÇÃO TÉRMICAS FÍSICO QUÍMICA N0.

SISTEMA DE REAPROVEITAMENTO DE ÁGUA RESIDUAIS DE PROCESSOS INDUSTRIAL E ESGOTO RESIDENCIAIS POR MEIO DE TRANSFORMAÇÃO TÉRMICAS FÍSICO QUÍMICA N0. SISTEMA DE REAPROVEITAMENTO DE ÁGUA RESIDUAIS DE PROCESSOS INDUSTRIAL E ESGOTO RESIDENCIAIS POR MEIO DE TRANSFORMAÇÃO TÉRMICAS FÍSICO QUÍMICA N0. 4 JACIRO JOHNSON PEREIRA JACQUIMINOUT jaciro.jacquiminout@am.senai.br

Leia mais

PARTE 1 TESTES DE ESCOLHA SIMPLES

PARTE 1 TESTES DE ESCOLHA SIMPLES FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA VIII OLIMPÍADA DE QUÍMICA DA LIBERATO OQL DATA: 24/08/2013 MODALIDADE: EM-1 Nº DE INSCRIÇÃO: INFORMAÇÕES Escrever o NÚMERO DE INSCRIÇÃO na grade

Leia mais

Curso de Farmácia. Operações Unitárias em Indústria Prof.a: Msd Érica Muniz 6 /7 Período DESTILAÇÃO

Curso de Farmácia. Operações Unitárias em Indústria Prof.a: Msd Érica Muniz 6 /7 Período DESTILAÇÃO Curso de Farmácia Operações Unitárias em Indústria Prof.a: Msd Érica Muniz 6 /7 Período DESTILAÇÃO 1 Introdução A destilação como opção de um processo unitário de separação, vem sendo utilizado pela humanidade

Leia mais

Apoiada nestes 3 pilares buscamos oferecer uma completa linha de produtos e serviços (de???), oferecendo aos nosso clientes o mais elevado nível de

Apoiada nestes 3 pilares buscamos oferecer uma completa linha de produtos e serviços (de???), oferecendo aos nosso clientes o mais elevado nível de Apoiada nestes 3 pilares buscamos oferecer uma completa linha de produtos e serviços (de???), oferecendo aos nosso clientes o mais elevado nível de satisfação, de forma sustentável. Solução analítica para

Leia mais

Síntese do acetato de n-butilo ou etanoato de n-butilo

Síntese do acetato de n-butilo ou etanoato de n-butilo Projeto Ciência Viva INTRODUÇÃO À QUÍMICA VERDE, COMO SUPORTE DA SUSTENTABILIDADE, NO ENSINO SECUNDÁRIO PL 3.4 Identificação e síntese de substâncias com aromas e sabores especiais Síntese do acetato de

Leia mais

Sistema tampão. Um sistema tampão é constituído por um ácido fraco e sua base conjugada HA A - + H +

Sistema tampão. Um sistema tampão é constituído por um ácido fraco e sua base conjugada HA A - + H + Sistema tampão Um sistema tampão é constituído por um ácido fraco e sua base conjugada HA A - + H + Quando se adiciona um ácido forte na solução de ácido fraco HX X - + H + HA A - H + X - H + H + HA A

Leia mais

Espectroscopia Óptica Instrumentação e Aplicações. CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti

Espectroscopia Óptica Instrumentação e Aplicações. CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti Espectroscopia Óptica Instrumentação e Aplicações CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti Classificação dos métodos de análises quantitativas Determinação direta

Leia mais

4027 Síntese de 11-cloroundec-1-eno a partir de 10-undecen-1-ol

4027 Síntese de 11-cloroundec-1-eno a partir de 10-undecen-1-ol 4027 Síntese de 11-cloroundec-1-eno a partir de 10-undecen-1-ol OH SOCl 2 Cl + HCl + SO 2 C 11 H 22 O C 11 H 21 Cl (170.3) (119.0) (188.7) (36.5) (64.1) Classificação Tipos de reações e classes das substâncias

Leia mais

SECAGEM DE GRÃOS. Disciplina: Armazenamento de Grãos

SECAGEM DE GRÃOS. Disciplina: Armazenamento de Grãos SECAGEM DE GRÃOS Disciplina: Armazenamento de Grãos 1. Introdução - grãos colhidos com teores elevados de umidade, para diminuir perdas:. permanecem menos tempo na lavoura;. ficam menos sujeitos ao ataque

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE COIMBRA PERMEABILIDADE DAS MEMBRANAS CELULARES

DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE COIMBRA PERMEABILIDADE DAS MEMBRANAS CELULARES DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE COIMBRA FISIOLOGIA ANIMAL II AULA 4 PERMEABILIDADE DAS MEMBRANAS CELULARES CAETANA CARVALHO, PAULO SANTOS 2006 1 INTRODUÇÃO As

Leia mais

Espectometriade Fluorescência de Raios-X

Espectometriade Fluorescência de Raios-X FRX Espectometriade Fluorescência de Raios-X Prof. Márcio Antônio Fiori Prof. Jacir Dal Magro FEG Conceito A espectrometria de fluorescência de raios-x é uma técnica não destrutiva que permite identificar

Leia mais

MÉTODO DE ANÁLISE. Emissão inicial: 23.04.2007 Última revisão: 25.07.2012

MÉTODO DE ANÁLISE. Emissão inicial: 23.04.2007 Última revisão: 25.07.2012 Pág.: 1/5 1.0. OBJETIVO Determinar o teor Zinco em Óxido de Zinco, Pó de Zinco, ligas metálicas de Zinco e resíduos de Zinco. 2.0. ABRANGÊNCIA Laboratório de Controle de Qualidade. 3.0 DEFINIÇÕES Não se

Leia mais

Curso superior em Agronomia GESA- Grupo de estudo em solos agrícolas Absorção de nutrientes e Fotossíntese Bambuí-MG 2009 Alunas: Erica Marques Júlia Maluf É o processo pelo qual a planta sintetiza compostos

Leia mais

SÍNTESE DO SULFATO DE COBRE PENTAIDRATADO

SÍNTESE DO SULFATO DE COBRE PENTAIDRATADO Escola Secundária do Padre António Martins Oliveira de Lagoa Técnicas Laboratoriais de Química SÍNTESE DO SULFATO DE COBRE PENTAIDRATADO Pedro Pinto Nº 14 11ºA 27/11/2003 Objectivo do Trabalho O objectivo

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA D. SANCHO II ELVAS CIÊNCIAS DA TERRA E DA VIDA 11º ANO

ESCOLA SECUNDÁRIA D. SANCHO II ELVAS CIÊNCIAS DA TERRA E DA VIDA 11º ANO ESCOLA SECUNDÁRIA D. SANCHO II ELVAS CIÊNCIAS DA TERRA E DA VIDA 11º ANO Unidade de ensino: Sistemas vivos e energia. Sub-unidade: Fermentação. Guião de actividade Ontem, na aula de Educação Física, o

Leia mais

Objetivos: Potencial para aplicação ST em grandes instalações: Água quente sanitária. Água quente de processo Água quente para arrefecimento

Objetivos: Potencial para aplicação ST em grandes instalações: Água quente sanitária. Água quente de processo Água quente para arrefecimento Objetivos: Potencial para aplicação ST em grandes instalações: Água quente sanitária. Água quente de processo Água quente para arrefecimento Introdução Potencial ST Grandes Instalações 23 out Introdução

Leia mais