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1 CÁLCULO DE UM SUPLEMENTO PARA BUBALINOS DE CORTE Para se calcular um suplemento é necessário o conhecimento prévio de quatro fatores: o o o o Composição nutricional da pastagem Consumo da pastagem Identificação das deficiências nutricionais do animal Composição nutricional dos ingredientes do suplemento A composição da pastagem é determinada em material coletado de forma a simular pastejo. A representatividade da mesma é fundamental para se alcançar melhores resultados com a suplementação. A compra dos ingredientes a serem utilizados no suplemento, deve ser realizada, em função do custo unitário do nutriente que o mesmo estará fornecendo. Isto se alcança com o seguinte cálculo: Sendo: Custo Unitário do Nutriente (CUN) = A (B 100 x C 100), A = preço de 1 quilo do ingrediente; B = porcentagem de MS do ingrediente; C = porcentagem do nutriente na MS do ingrediente Exemplo: Cálculo do custo da proteína bruta do farelo de soja. Preço/kg = R$0,35 Teor de matéria seca do farelo de soja = 89% Teor de proteína bruta do farelo de soja = 46%. Portanto, CUN = [0,35 ( x )] = R$ 0,85/kg de PB. Este valor deveria ser comparado com os valores calculados com outras fontes de PB, tais como, farelo de amendoim, de algodão, de girassol etc. A composição nutricional de alguns alimentos mais comuns encontra-se na Tabela 1.

2 Tabela 1. Composição percentual de alimentos (base na MS) Ingredientes M NDT EM Elm Elg PB Degr.PB PDR Ca P Preço % kg/kg R$/kg MS Mcal/kg MS Mcal/kg MS % MS Algodão, caroço 91 0,900 3,258 2,242 1,551 0,210 0,139 0,66 0,170,62. Algodão, farelo 91 0,685 2,480 1,589 0,987 0,310 0,174 0,56 0,220,76. Amendoim, farelo 89 0,770 2,787 1,854 1,220 0,520 0,338 0,65 0,140,79. Arroz, farelo 90 0,600 2,172 1,312 0,738 0,180 0,110 0,61 0,121,40. desengordurado Arroz, farelo integral 89 0,670 2,425 1,541 0,945 0,145 0,094 0,65 0,081,55. Arroz, grão 89 0,750 2,715 1,792 1,167 0,080 0,052 0,65 0,040,25. Aveia, feno 90 0,550 1,991 1,143 0,584 0,100 0,068 0,68 0,320,25. Aveia, grão 89 0,750 2,715 1,792 1,167 0,130 0,088 0,68 0,070,38. Bagaço cana hidrolizado 45 0,500 1,810 0,970 0,423 0,016 0,003 0,20 0,040,03. Bagaço cana in natura 50 0,330 1,195 0,338-0,181 0,016 0,005 0,31 0,040,03. Calcário calcícito 100 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,00 37,700,21 0,15 Cana-de-açúcar 26 0,630 2,281 1,411 0,828 0,040 0,026 0,65 0,230,06. Capim-elefante, 60 dias 20 0,580 2,100 1,245 0,677 0,085 0,064 0,75 0,600,20. Girassol, farelo 90 0,680 2,462 1,573 0,973 0,460 0,322 0,70 0,450,96. Levedura seca 89 0,800 2,896 1,945 1,299 0,340 0,180 0,53 0,120,83. Levedura úmida 23 0,800 2,896 1,945 1,299 0,340 0,197 0,58 0,120,83. Mandioca, raspa 90 0,800 2,896 1,945 1,299 0,040 0,022 0,55 0,150,07. Melaço 74 0,750 2,715 1,792 1,167 0,055 0,047 0,85 1,000,11. Melaço em pó 94 0,720 2,606 1,699 1,085 0,100 0,080 0,80 1,100,15. Milho, farelo de gérmen 88 0,860 3,113 2,124 1,452 0,600 0,252 0,42 0,070,50. Milho, gérmen (Refinazil) 88 0,750 2,715 1,792 1,167 0,230 0,161 0,70 0,300,70. Milho, grão 88 0,850 3,077 2,950 1,427 0,095 0,043 0,45 0,030,30. Milho, resíduo 87 0,820 2,968 2,005 1,351 0,100 0,046 0,46 0,030,30. (quebradinho) Milho, rolão (MDPS) 88 0,770 2,787 1,854 1,220 0,085 0,043 0,50 0,060,23. Milho, silagem 33 0,630 2,281 1,411 0,828 0,072 0,054 0,75 0,310,22. Mistural mineral (4% P 100 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,00 5,104,00. Mistura mineral (6% P) 100 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,00 7,706,00. Mistural mineral (8% P) 100 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,00 10,208,00. Pastagem boa 20 0,630 2,281 1,411 0,828 0,115 0,081 0,70 0,300,17. (nov./dez./jan.) Pastagem média 30 0,590 2,136 1,279 0,708 0,090 0,063 0,70 0,300,15. (fev./mar./abr) Pastagem ruim 40 0,550 1,991 1,143 0,584 0,065 0,044 0,68 0,300,13. (maio/jun./jul.) Past. muito ruim 50 0,510 1,846 1,005 0,455 0,040 0,026 0,65 0,300,11. (ago./set./out.) Polpa cítrica 91 0,790 2,860 1,915 1,273 0,065 0,042 0,65 1,900,12. Polpa cítrica úmida 28 0,810 2,932 1,975 1,325 0,070 0,046 0,65 1,900,13. Resíduo cervejaria 21 0,660 2,389 1,509 0,916 0,230 0,120 0,52 0,290,54. Soja, casca 88 0,780 2,824 1,884 1,247 0,120 0,060 0,50 0,500,17. Soja, farelo 90 0,820 2,968 2,005 1,351 0,460 0,299 0,65 0,400,71. Soja, grão 89 0,910 3,294 2,271 1,576 0,380 0,266 0,70 0,250,55. Sorgo, grão 88 0,820 2,968 2,005 1,351 0,106 0,053 0,50 0,030,30. Sorgo, silagem 30 0,600 2,172 1,312 0,738 0,080 0,060 0,75 0,400,22. Sulfato de amônio 99 0,000 0,000 0,000 0,000 1,250 1,000 0,80 0,000,00. Trigo, farelo 88 0,710 2,570 1,668 1,057 0,170 0,124 0,73 0,131,20. Triguilho 89 0,790 2,860 1,915 1,273 0,170 0,124 0,73 0,070,38. Triticale 88 0,840 3,041 2,065 1,402 0,175 0,124 0,71 0,060,33. Tyfton, feno médio 87 0,560 2,027 1,178 0,615 0,106 0,074 0,70 0,400,18. Tyfton, feno bom 87 0,520 1,882 1,040 0,488 0,078 0,055 0,70 0,400,20. Uréia (45% de nitrogênio) 99 0,000 0,000 0,000 0,000 2,810 2,248 0,80 0,000,00. Uréia + sulfato de amônio 99 0,000 0,000 0,000 0,000 2,600 2,080 0,80 0,000,00.

3 1Mistura de 85% de uréia + 15% de sulfato de amônio MS = matéria seca PB = proteína bruta NDT = nutrientes digestíveis totais Degr. PB = degradação de proteína bruta EM = energia metabolizável PDR = proteína degradada no rúmen Elm = energia líquida de mantença Ca = cálcio Elg = energia líquida de crescimento P = fósforo. Tabela 2. Exigências nutricionais de bubalinos machos de corte (400 quilos de peso vivo) GMD kg CMS kg/d CNDT kg/d CPB kg/d CCa g/d CP g/d 0,200 7,8 4,09 0, ,400 8,2 4,61 0, ,600 8,6 5,10 0, ,800 8,9 5,58 0, ,000 9,0 6,04 0, ,200 9,1 6,44 0, ,400 8,9 6,81 0, Adaptado do NRC (1984). CPB = consumo de proteína bruta CMS = consumo de matéria seca CNDT = consumo de nutrientes digestíveis totais GMD = ganho médio diário CCa = consumo de cálcio CP = consumo de fósforo As exigências animais por energia, proteína e minerais são fornecidas por tabelas, como aquelas elaboradas pelo National Research Council (NRC). Um exemplo desta tabela adaptada é mostrado na Tabela 2. A partir dessas informações básicas, pode-se então iniciar o cálculo de um suplemento, conforme a seqüência mostrada a seguir: 1. Situação existente: Pastagem de capim-marandu (Brachiaria bryzantha), época de seca Novilho Bubalino de 400 quilos de peso vivo Supor consumo diário de MS de pasto, equivalente a 1,8% do peso vivo Meta a ser alcançada ganho de 400 gramas/animal/dia

4 2. Composição do pasto (na seca): Ver na Tabela 1, item pastagem na seca, a composição em termos de: MS = 32,0 % Ca = 0,24 % PB = 5,3 % P = 0,13 % PDR = 3,4 % NDT = 51,0 % Devido a diversidade de situações de uma pastagem, e conseqüentemente diferenças no seu valor nutricional, o ideal seria fazer uma análise da mesma. Para isso, deveria ser feita uma coleta criteriosa da forragem disponível, usando a técnica da simulação de pastejo. Esta amostra seria enviada para um laboratório, onde seriam solicitadas as seguintes análises: Proteína bruta (PB), fibra detergente neutro (FDN), fibra detergente ácido (FDA) e digestibilidade in vitro da matéria orgânica (DIVMO). A partir da PB, pode-se calcular o PDR (taxa de degradabilidade no rúmen, que para as pastagens, de um modo geral, pode ser considerada igual a 70%). O potencial de consumo de MS pode ser estimado a partir do teor de FDN (Paterson, 2000), usando a seguinte fórmula: CMS (em % do peso vivo) = 120 FDN%. Para esta equação ter valor prático, é necessário que a amostra da pastagem seja bem representativa e que a metodologia laboratorial usada para determinar a FDN seja confiável. Uma alternativa para esta equação, seria usar estimativas de consumo, como por exemplo, 1,8% do peso vivo para a seca e 2,4% do peso vivo para as águas. O valor energético (NDT) pode ser estimado a partir da DIVMO, usando a equação: ou a partir da FDA, usando a equação: NDT = 0,99 x DIVMO, NDT = [88,9 (0,779 x FDA%)] (Paterson, 2000).

5 3. Cálculo do Consumo Diário de Nutrientes Via Pasto: MS = (400 x 1,8) 100 = 7,200 quilos/animal/dia PB = (7,200 x 5,3) 100 = 382 gramas/animal/dia PDR = (7,200 x 3,4) 100 = 245 gramas/animal/dia Ca = (7,200 x 0,24) 100 = 17,3 gramas/animal/dia P = (7,200 x 0,13) 100 = 9 gramas/animal/dia NDT = (7,200 x 51,0) 100 = 3,672 quilos/animal/dia. 4. Exigências de um Bubalino de 400 quilos para um Ganho Diário de 400 gramas, de acordo com a Tabela 2 (adaptado do NRC, 1984): Consumo Diário de: MS = 8,2 kg PB = 700 g Ca = 20 g P = 16 g NDT = 4,610 kg e PDR = 553 g. Neste caso o valor de PDR foi calculado como sendo equivalente a 12% da ingestão total de NDT, de acordo com o NRC (1996). Este balanço protéico/energético no rúmen é fundamental para se maximizar a produção de proteína microbiana.

6 5. Cálculo do déficit nutricional: A base de cálculo consiste em se efetuar a diferença entre as necessidades do animal (item 4) e a oferta da pastagem (item 3), para os nutrientes PB, NDT, PDR, Ca e P: PB = -318 gramas/animal/dia ( ) NDT = -938 gramas/animal/dia (4,610 3,672) PDR = -308 gramas/animal/dia ( ) Ca = -2,7 gramas/animal/dia (20 17,3) P = -7 gramas/animal/dia (16 9). 6. Escolha dos Ingredientes que irão compor o Suplemento: Essa escolha deveria ser feita em função do custo unitário do nutriente a ser suplementado, conforme discutido anteriormente. Supor que foram selecionados os seguintes ingredientes: grão de milho moído, farelo de soja, mistura uréia (85%) + sulfato de amônio (15%), calcário calcítico, mistura mineral e Rumensin (aditivo). A composição dos mesmos encontra-se na Tabela 1, exceção para a mistura mineral e Rumensin. 7.Formulação do suplemento: Deve-se iniciar com a PDR, por ser este um nutriente essencial para o bom desempenho das bactérias ruminais e eficiência no processo de utilização da MS. Do total de PDR necessário para fazer frente a ingestão de NDT (12% conforme calculado acima), no caso, 553 gramas/animal/dia, usar-se-á 30% na forma de nitrogênio não protéico (NNP), através da mistura uréia + sulfato de amônio. Portanto, (553 x 30) 100 = 166 gramas/animal/dia de PDR na forma de NNP. Na Tabela 1, o valor de PDR da mistura uréia + sulfato de amônio é de 208%.

7 Para transformar 166 gramas de PDR no produto uréia + sulfato de amônio, divide-se ( ) x 100 = 79,8 gramas. Este é o primeiro valor quantitativo que será usado para a formulação do suplemento. Portanto, do déficit determinado de 308 gramas de PDR, 166 gramas serão fornecidos através de NNP. A diferença de 142 gramas/animal/dia de PDR ( = 142 gramas), será fornecida na forma de farelo de soja. Entretanto, o componente energético a ser usado neste suplemento, grão de milho, também apresenta uma certa quantidade de PDR (no caso, 4,3%, ver Tabela 1) e isto precisa ser levado em consideração nos cálculos. A diferença no teor de PDR entre farelo de soja e milho é bastante alta, 29,9% e 4,3%, respectivamente. Já com respeito ao NDT, esta diferença é extremamente pequena (82% e 85% de NDT para o farelo de soja e milho, respectivamente). Portanto, o teor de NDT será o critério para cálculo do suplemento por meio dos seguintes passos: Usar o valor médio de NDT destes dois ingredientes, que é 83,5% (85 (milho) + 82 (farelo de soja) 2). Isto significa que o suprimento do déficit já determinado de NDT, que é de 938 gramas/animal/dia, com uma mistura de milho e farelo de soja com valor médio de NDT = 83,5%, vai ser equivalente a 1.123,4 gramas/animal/dia desta mistura ((938 83,5) x 100); Também já se sabe que esta quantidade de mistura (milho + farelo de soja) deve fornecer 142 gramas de PDR/animal/dia; conseqüentemente, seu teor de PDR será igual a 12,64% (( ,4) x 100); A partir deste ponto, calcula-se as proporções de milho e farelo de soja na mistura. Para isto, pode-se usar o Quadrado de Pearson, o qual permite a determinação das proporções de dois componentes em uma mistura, no caso, milho e farelo de soja, com um nível de nutriente desejado, no caso, 12,64% de PDR. F.Soja 29,9 % 8,34 32,57 % 12,64 % PDR + Milho Grão 4,3 % 17,26 67,42 % 25, %

8 Portanto, as quantidades de milho e farelo de soja a serem utilizadas no suplemento em formulação, serão iguais a 757,4 gramas/animal/dia ((1.123,4 x 67,42) 100) e 366 gramas/animal/dia ((1.123,4 x 32,58) 100), respectivamente. Os demais elementos serão adicionados ao suplemento, segundo os seguintes critérios: Calcário calcítico - fornecido na base de 50 gramas/animal/dia. Sua função é corrigir ph ruminal, além de adicionar cálcio para manter relação Ca:P próxima de 2:1. Mistura mineral fornecida na quantidade de 60 gramas/animal/dia, para atender todas as necessidades de macro e microminerais. Rumensin seguir recomendações do produto, isto é, 2 gramas/ animal/dia. Com estas informações em mãos, pode-se agora formular o suplemento, expressando os valores em percentuais relativos à matéria seca (CMS, base para estimativa de consumo de nutrientes) e matéria natural (CMN, base de pesagem dos componentes da mistura), conforme Tabela 7. Tabela 3. Suplemento para atender ganho de 400 gramas/animal/dia em novilho bubalino de 400 quilos de peso vivo em pastagem de Brachiaria brizantha (capim marandu) durante a seca Ingredientes CMS CPDR 1 CNDT 1 CMN 2 % 3 Milho 757,4 32,6 643,8 860,7 58,95 Farelo de soja 366,0 109,4 300,0 406,7 27,86 Uréia + Sulfato de amônio 79,8 166,0 0,0 80,6 5,52 Mistura mineral 60,0 0,0 0,0 60,0 4,11 Calcário calcítico 50,0 0,0 0,0 50,0 3,42 Rumensin 2,0 0,0 0,0 2,0 0,14 CMS, CPDR, CNDT e CMN = consumos de matéria seca, proteína bruta, nutrientes digestíveis totais e matéria natural, respectivamente. ¹ Calculado com os valores extraídos da Tabela 1. Exemplo: CPDR do milho = (757,4 x 4,3) 100= 32,6 gramas/animal/dia de PDR; etc. ² Calculada com os valores de MS extraídos da Tabela 1. Exemplo: CMN do milho = (757,4 88) x 100 = 860,7 gramas/animal/dia de grão de milho moído natural; etc. ³ O percentual de participação de cada ingrediente no suplemento é calculado expressandose a quantidade de cada um sobre o total. Exemplo: Percentual do milho no suplemento = (860,7 1460,0) x 100= 58,95%; etc. Estes são os valores finais da mistura a ser preparada, e que deverá ser fornecida na base de 1,460 quilo/animal/dia.

9 Para se calcular o valor de PDR e NDT do suplemento, é só expressar o total de cada um destes nutrientes na MS total. Exemplo: Teor de PDR = (308,0 1315,2) x 100 = 23,4% Teor de NDT = (943,8 1315,2) x 100 = 71,8% Portanto, para se alcançar um ganho de peso vivo próximo a 400 gramas/ animal/dia, em novilhos bubalinos de 400 quilos de peso vivo, em pastagem de B. brizantha durante a seca, com boa disponibilidade e condições qualitativas próximas às apresentadas na Tabela 1, o mesmo deveria receber um suplemento com 23,4% de PDR e 71,8% de NDT, oferecido na base de 1,460 quilo/ animal/dia. Observações: O valor PDR foi considerado no balanceamento do suplemento, de forma a manter um equilíbrio frente a ingestão de NDT, no caso, 12%. Do total de PDR, 30% foi oferecido na forma de NNP. Como a mistura mineral estará sendo consumida na base de 60 gramas/animal/dia, o consumo de todos os minerais deveria estar adequado. O que pode ser verificado é a relação Ca:P, que deveria ficar entre 2:1 e 4:1. Para isto, é só calcular a ingestão total de Ca e de P (tanto pela pastagem, como pelo concentrado), seguindo os passos já demonstrados para PDR e NDT. No caso do suplemento formulado (supor uma mistura mineral com 6% de P e 7,2% de Ca), esta relação ficou em 3:1.

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