SISTEMA DEDICADO PARA CONTROLE E REPOSIÇÃO DE ESTOQUE: FARO TECHNOLOGIES DO BRASIL LTDA.

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1 SISTEMA DEDICADO PARA CONTROLE E REPOSIÇÃO DE ESTOQUE: FARO TECHNOLOGIES DO BRASIL LTDA. Eduardo Cláudio Nicácio 1, Jonas Popolin Frei 1, Pedro Henrique de Souza Quisselaro 1 1 Aluno do curso Informática para Gestão de Negócios da FATEC-SBC Resumo Sistemas de Informação são ferramentas indispensáveis para a tomada de decisões dentro das empresas, seja uma decisão de caráter operacional, gerencial ou estratégico, atuando no suporte de todos os processos que compõem a organização. Para que os Sistemas de Informação cumpram suas metas, seu processo de desenvolvimento deve levar em conta as boas práticas de Engenharia de Software. Este artigo teve como objetivo geral abordar os conceitos Gestão de Estoques e Engenharia de Software e, ao final, apresentar o Sistema de Informação de Gestão de Estoque desenvolvido para a empresa FARO Technologies do Brasil Ltda. Palavras-chaves: Sistema de Informação; Gestão de Estoque; Engenharia de Software; Faro Technologies. 1. Introdução As grandes empresas do setor de manufatura necessitam diversas ferramentas para monitorar o processo de montagem e reposição de estoque de produtos utilizados em sua linha de produção. Dependendo do produto, diversas matérias primas diferentes são necessárias para sua fabricação, e a falta de qualquer destes itens afeta diretamente o desempenho produtivo da organização, acarretando na perda de por parte de seus clientes seus clientes que culmina em prejuízos financeiros. As ferramentas de TI se tornaram indispensáveis para as tarefas diárias de Gestão de Estoque, facilitando a vida do gestor no controle e aquisição de matéria prima, evitando desperdício de materiais ou gastos desnecessários que podem prejudicar o caixa de uma empresa com compras em excesso. Neste trabalho são apresentadas as facilidades que uma ferramenta de TI pode trazer para a tarefa diária de Gestão de Estoque e os conceitos básicos utilizados na modernidade pelas empresas sobre este assunto. Como objetivo específico, é apresentada uma ferramenta desenvolvida para controle de estoque desenvolvido para a empresa FARO Technologies do Brasil, empresa na qual um dos autores desta publicação trabalha e que foi verificada a necessidade de um sistema informatizado para este processo. O desenvolvimento deste trabalho se apresenta pela fundamentação teórica sobre Gestão de Estoque e Engenharia de Software e seu desenvolvimento na qual é abordado o Gerenciamento de Projetos e suas fases. Ao final da fundamentação teórica, é apresentada uma ferramenta de TI desenvolvida para Gestão de Estoque. 2. Introdução à Gestão de Estoques Desde tempos imemoriáveis, a humanidade tem-se valido de estoques de diversos tipos de suprimentos, de modo a suportar o seu desenvolvimento e a sua sobrevivência. O conceito de gestão de estoques é um conceito universal e está presente em praticamente todos os tipos de empresas, assim como no cotidiano da maioria das pessoas. Segundo Ballou (1993), estoque é "a armazenagem de mercadorias prevendo seu uso futuro [...]". Para Marins (2012), "estoques são acúmulos de recursos entre as fases específicas dos processos de transformação". Em administração, estoque refere-se a mercadorias, produtos finais, acabados ou semiacabados, dentre outros recursos, em posse dos agentes econômicos, que, na definição de Carvalho (2007, p. 3, grifos nossos), são "[...] indivíduos, instituições ou conjunto de instituições que, através das suas decisões e ações, tomadas racionalmente, influenciam de alguma forma a economia. São eles as Famílias [...], as Empresas [...], o Estado [...] e o Capital [...]". [1] No meio empresarial, se por um lado o excesso de estoques representa custos operacionais e perdas de oportunidade do capital, por outro lado níveis baixos de estoque podem originar perdas econômicas devido à falta de produtos (custos de vendas perdidas). Martins (2012) afirma que gerir um estoque é, basicamente, o ato de gerir os recursos ociosos e possuidores de valor econômico, destinados ao suprimento das necessidades futuras em uma organização. [2] Bertaglia (2009, p. 331), define o gerenciamento de estoque como "[...] um ramo da administração de empresas que está relacionado com o planejamento e o controle de estoques de materiais ou produtos que serão

2 utilizados na produção ou na comercialização de bens ou serviços". [3] A gestão dos estoques visa, primariamente, manter os recursos ociosos em inventário em constante equilíbrio com o nível econômico ótimo dos investimentos. "E isto é obtido mantendo estoques mínimos, sem correr o risco de não tê-los em quantidades suficientes e necessárias para manter o fluxo da produção [...] em equilíbrio com o fluxo de consumo" (MARTINS, 2012, p. 13). [2] Martins (2012) explica ainda que a gestão de estoques ainda é, apesar da sua importância, extensão e complexidade, negligenciada em muitas empresas, sendo considerada como uma atividade não estratégica e/ou limitada às tomadas de decisão em níveis organizacionais táticos ou operacionais. [2] Para Ballou (2004), há seis finalidades às quais se prestam os estoques [4]: 1) Melhorar o nível de serviço oferecido: os estoques auxiliam a área de marketing a vender os produtos de uma empresa. Estes, podendo estar localizados mais próximos dos pontos de venda e com quantidades adequadas, apresentam duas vantagens claras aos clientes: disponibilidade imediata e menor tempo de ressuprimento; 2) Incentivar economias na produção: estoques agem como um elo entre a oferta e a demanda, possibilitando uma produção mais constante e menos suscetível às flutuações das vendas, uma maior estabilidade à força de trabalho, que pode ser mantida em níveis constantes, e um menor custo de preparação dos lotes, que podem ser diminuidos; 3) Permitir economias de escala: pequenos lotes de compras, gerados para atender a necessidades de produção ou para o abastecimento direto dos clientes, implicam em maiores custos de frete, pois não há volume suficiente que possibilite a obtenção de descontos; 4) Proteger contra alterações nos preços: as curvas de oferta e demanda ditam os preços dos bens comprados no mercado aberto, tais como minérios, produtos do agronegócio, petróleo, etc; 5) Proteger contra alterações na demanda / tempo de ressuprimento: na maioria das vezes, não é possível prever, com absoluta certeza, a demanda por produtos ou o tempo de ressuprimento em um sistema logístico; 6) Proteger contra contingências: as empresas devem manter estoques de reserva para garantir o fornecimento normal em caso de contingências, que incluem, mas não se limitam a, greves, incêndios, catástrofes naturais, guerras, epidemias, etc. Bertaglia (2009), por sua vez, afirma que o investimento em estoques tem dois objetivos estratégicos principais [3]: 1) Maximizar os recursos da empresa: a formação de estoques proporciona, em muitos casos, um melhor balanceamento das operações de uma organização, garantindo uma maior eficiência em suas operações, uma redução de custos de mão de obra e a utilização plena da capacidade instalada; 2) Fornecer um nível satisfatório de serviço ao cliente ou consumidor: uma forma de a organização assegurar o atendimento uniforme de seus clientes é através da criação de estoques considerando os limites desejáveis de abastecimento, garantindo, mesmo no caso de picos de demanda, o fornecimento contínuo de produtos e serviços aos seus clientes. Historicamente, muitas atividades do gerenciamento das cadeias de fornecimento eram feitas manualmente usando papéis, telefones e faxes, mas isso pode ser bastante ineficiente. Assim, desde a época em que os computadores começaram a ser utilizados nos negócios, as pessoas desejaram automatizar os processos ao longo da cadeia de fornecimento. Um sistema de controle de estoque é um conjunto de regras e procedimentos que permitem responder às perguntas de grande importância, e tomar decisões sobre os estoques (MOREIRA, 2004, p.270 apud CHAGAS, SOUZA e SIMÃO, p. 3). [5] A partir da década de 1960 surgiram siglas como MRP, MRPII e ERP. O MRP 1 (Material Requirement Planning), segundo Haberkorn (2009, p. 14), [...] calculava tudo o que deve ser comprado e produzido. [6] Martins e Laugeni (2006) explicam que o MRP surgiu da necessidade de se controlar a quantidade de matéria prima necessária para a produção dos produtos que eram oferecidos ao mercado, considerando a sua demanda. [7] O avanço da tecnologia relacionada aos computadores colaborou para que a ideia do MRP também sofresse mudanças e evoluísse. Na década de 1980 pode-se ver o surgimento de um novo conceito de sistema de informação, que foi chamado de MRP II 2 (Manufacturing Resources Planning). Apesar de utilizarem a mesma sigla, o MRP e o MRPII eram sistemas com funcionalidades diferentes, já que de modo geral, o MRP I dizia apenas produza isso, compre aquilo. Já o MRP II indicava como produzir [...] (HABERKORN, 2009, p.14). [6] Para controlar o processo de produção, o MRP II consequentemente passou a considerar e controlar outras variáveis, tornando os seus cálculos mais complexos do que os cálculos efetuados pelo MRP I. 1 MRP: do inglês Material Requirement Planning, ou Planejamento para Requisição de Materiais 2 MRPII: do inglês Manufacturing Resources Planning, ou Planejamento de Recursos para Produção.

3 O sistema MRP II [...] não calculava apenas as necessidades de materiais, mas também as necessidades de outros recursos do processo de manufatura (CORREA, GIANESI E CAON, 2007, p.133). [8] A figura 1 ilustra a abrangência de ambos os sistemas. 3. Introdução à Engenharia de Software Na definição de Sommerville (2011), Engenharia de Software é uma disciplina que estuda os aspectos de produção de software, desde sua especificação, projeto e evolução de programas, sendo este estudo o diferencial de um software amador para um software profissional. [10] Schach (2009, p. 4) complementa esta definição ao afirmar que Engenharia de Software "[...] é uma disciplina cujo objetivo é produzir software isento de falhas, entregue dentro de prazo e orçamento previstos, e que atenda às necessidades do cliente. Além disso, o software deve ser fácil de ser modificado quando as necessidades do usuário mudarem". [11] Sommerville (2011, grifos nossos) define alguns processos para o desenvolvimento de softwares. Os quatro mais importantes são [10]: Figura 1 - Abrangência do MRP e do MRP II Na década de 1990 surge o conceito de ERP 3 (Enterprise Resources Planning), ainda mais abrangente que o MRP II, cujo objetivo, na visão de Slack, Chambers e Johnston (2009, p. 438) era [...] integrar a gestão de diferentes funções do negócio como um todo, de modo a aprimorar o desempenho de todos os processos inter-relacionados do negócio. [9] O sistema ERP, assim como MRP II, funciona com uma única base de dados, porém, além das informações do setor de manufatura, concentra informações de todas outras áreas da empresa., como mostrado na figura 2. 1) Especificação de software: funcionalidades e restrições do software; 2) Projeto e implantação de software: Produção do software deve atender às especificações; 3) Validação de software: validação do software pelo cliente; 4) Evolução de software: o software deve evoluir conforme necessidade de mudança do cliente. 3.1 O Rational Unified Process (RUP) Martins (2010) define o RUP como uma metodologia para gerenciar projetos de software utilizando-se do UML como uma ferramenta para especificação de sistemas. [12] Sommerville (2011) complementa dizendo que o RUP é um modelo moderno e genérico de processo de desenvolvimento de software e que está dividido em fases, sendo estas: a concepção, elaboração, construção e transição, dividindo as atividades em requisitos, análise, projeto, entre outras. [10] Martins (2010) aponta as seguintes ferramentas e recursos do RUP [12]: Figura Visão geral de um ERP 3 ERP: do inglês Enterprise Resources Planning, ou Planejamento de Recursos Empresariais 1) Desenvolvimento iterativo: permite gerenciar melhor os requisitos, facilitando o tratamento das descobertas constantes ocorridas durante o projeto; 2) Gerenciamento de requisitos: gerenciar os requisitos que além de essenciais para o projeto, podem mudar durante a vida do projeto por serem dinâmicos e mutáveis por diversos motivos como, por exemplo, a mudanças do problema, da ideia do usuário, das técnicas e do mercado; 3) Arquitetura baseada em componentes: estruturar a arquitetura do sistema em componentes, viabilizando a reutilização e a personalização de componentes;

4 4) Organização da especificação em modelos : utilização de modelos gráficos baseados na UML para apresentação geral do software; 5) Verificação constante da qualidade: garantir que o software durante seu ciclo de vida funcione conforme o esperado em relação as funcionalidades, confiabilidade e performance; 6) Controle de mudanças: controle das versões criadas e modificadas durante o processo de desenvolvimento do software. customizado para esta atividade, que tornou-se o escopo deste trabalho de pesquisa e desenvolvimento. O diagrama de caso de uso a seguir demonstra o processo ideal para o gerenciamento do estoque da empresa. Manter Cadastro de Usuários Manter Estoque Além dessas ferramentas e recursos, o autor adiciona que o RUP organiza o sistema com estrutura estática ou dinâmica, além de trabalhar com processos focados na arquitetura e nos casos de uso. Deve-se destacar que em cada uma das quatro fases do RUP (concepção, elaboração, construção e transição) são realizadas uma série de atividades agrupadas por disciplinas e que a intensidade dessas atividades varia de acordo com a fase em que são realizadas. Estas dez disciplinas são: Modelagem de Negócios, Levantamento de Requisitos, Análise e Design, Implementação, Teste, Implantação, Gerenciamento de Ambiente, Gerenciamento de Projeto, Gerenciamento de Configuração e Gerenciamento de Mudança. 4. O projeto de Software Gerente Manter Cadastro de ítens Manter Registro de Entrada de Peças Manter Registro de Saída de Peças Gerar Relatórios Manter Cadastro de Fornecedor Manter Cadastro de Clientes Técnico 4.1 A Empresa Manter Cadastro de Tipo de Utilização A FARO Technologies, Inc. com sede na cidade de Lake Mary, no estado da Flórida EUA, atua no mercado de equipamentos de alta tecnologia direcionados às áreas de controle dimensional (metrologia e controle de qualidade) e desenvolvimento de dispositivos de aquisição de imagens em três dimensões. Possui fábricas nos EUA, na Alemanha e em Singapura, além de estruturas de serviços em vários outros países da Europa e, desde o início de 2011, no Brasil. No País, a FARO Technologies executa serviços de manutenção e calibração dos equipamentos da sua marca para os clientes nacionais, além de prestar serviços de suporte por telefone ou visitas in loco. A empresa ainda não possui fabricação dos equipamentos em território nacional. 4.2 Modelagem do Negócio Durante o a análise do processo de estoque da empresa FARO Technologies do Brasil Ltda., foi verificado a inexistência de um sistema de TI que fizesse o controle e administração do inventário de peças, processo que era executado visualmente e com auxilio de planilhas eletrônicas, tornando assim, um controle ineficiente e impreciso. Neste momento, foi proposta a criação de um sistema dedicado e 4.3 Análise Figura 3 - Diagrama de Casos de Uso Por se tratar de um sistema de baixa complexidade e apenas os três autores deste projeto estarem envolvidos no processo de desenvolvimento do sistema, não houve necessidade da criação de um plano de gerenciamento de configuração, sendo apenas detalhados na Tabela I os recursos e as ferramentas necessárias para o desenvolvimento e a configuração das máquinas dos ambientes de desenvolvimento e testes. Tabela I - Recursos e ferramentas utilizados Ferramenta Microsoft IIS Microsoft SQL Server 2008 Microsoft Visual Studio 2008 Microsoft C# Microsoft Windows 7 Professional Microsoft.NET Framework 3.5 Descrição Servidor de Aplicações Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados Ambiente de desenvolvimento Linguagem de programação Sistema operacional Biblioteca de classes

5 A seguir é apresentada a arquitetura de classes do projeto bem como o modelo relacional do banco de dados. Figura 6 - Diagrama de classes da camada DAL 4 Figura 4 - Diagrama de classes da camada de modelos Figura 7 - Diagrama de classes utilitárias Figura 5 - Diagrama de classes da camada de negócios Figura 8 - Modelo Entidade-Relacionamento 4 DAL: do inglês Data Access Layer, ou camada de acesso a dados.

6 4.4 Implementação O desenvolvimento do software seguiu o conceito de três camadas, denominado MVC (Model-View- Controler), no qual cada camada contém classes que apresentam um conjunto de características em comum e funcionalidades inter-relacionadas. A camada de modelos (model) engloba as classes do modelo de negócios em seu estado puro, sendo que seus objetos apresentam atributos públicos para que as outras camadas do sistema possam acessar as informações de seu estado interno, bem como promover a alteração desse estado. O diagrama de classes dessa camada é visto na figura 4. A camada de lógica e de negócios (controler) engloba as classes que contém as regras de negócios levantadas durante a fase de elicitação de requisitos. Estas classes, por sua vez, também possuem métodos que permitem a validação dos objetos criados, bem como a invocação dos métodos correspondentes da camada de acesso a dados. Seu diagrama pode ser visto na figura 5. Realizada a execução do script em SQL para a criação do banco de dados do sistema e das tabelas necessárias, assim como seu relacionamento (chaves primárias e estrangeiras), copiou-se a versão publicada do sistema - com suas bibliotecas já compiladas - para o diretório raiz do Internet Information Services, normalmente sob o caminho C:\inetpub\wwwroot. O sistema apresentou funcionamento correto e dentro do esperado, sem nenhuma falha de integração entre as diferentes camadas. A conexão com o banco de dados ocorreu sem nenhuma falha, e o único parâmetro que precisou ser alterado em seu arquivo de configuração foi a senha do usuário 'sa' (ou system administrator) padrão do SQL Server Após esta configuração inicial, apenas se fez necessário que o usuário abrisse seu navegador de Internet favorito e informasse a URL 'http://localhost/faro' para acesso ao sistema, cujas telas de login, dashboard e manutenção de peças podem ser vistas, respectivamente, nas figuras 9, 10 e 11. A camada de apresentação (view) engloba todos os recursos de apresentação, como formulários Web, páginas estáticas, scripts, imagens e folhas de estilo. É com essa camada que o usuário interage e pela qual geralmente é medida a qualidade de um software. Para suportar esta camada foi criada, de forma complementar, uma biblioteca de classes utilitárias, cujo diagrama pode ser visto na figura 7, e que tem por finalidade concentrar as funcionalidades (propriedades e métodos) que se repetem por toda a aplicação. O sistema utiliza-se ainda de mais um padrão de projeto denominado DAL (Data Access Layer, ou Camada de Acesso de Dados), englobando todas as classes que fazem acesso diretamente às entidades correspondentes no sistema de gerenciamento de banco de dados, permitindo a inclusão, a consulta, a alteração e a exclusão dos dados. O diagrama de classes dessa camada pode ser visto na figura. Figura 9 - Tela de Login do sistema Além das camadas e dos padrões de projetos descritos, o sistema utilizou-se da biblioteca jquery, escrita em linguagem Javascript, que fornece suporte para elementos visuais de interface com o usuário, tais como calendário (que pode ser visto nas telas de registro de entrada e saída de peças); os gráficos utilizados nos relatórios e no dashboard da tela inicial; e nas máscaras de entrada de dados em todos os formulários em que se fizeram necessárias. 4.5 Testes Após o desenvolvimento do sistema, o mesmo foi implantado em uma máquina de testes diversa daquela do ambiente de desenvolvimento, visando uma análise do seu comportamento em diferentes configurações de hardware e software. Figura 10 - Dashboard inicial do sistema

7 Referências Bibliográficas [1] BALLOU, Ronald H.. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas, [2] MARTINS, Eliane F. Gestão de Estoques. Disponível em: _pat/apostila%20gestao%20de%20estoques% pdf. Acesso em: 17.mar [3] BERTAGLIA, Paulo R. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. 2 ed. São Paulo: Saraiva, Figura 11 - Tela de Manutenção de Peças 5. Conclusões Para ganhar e manter competitividade em um mundo globalizado, as empresas necessitam, além de criar produtos ou serviços inovadores, aperfeiçoar constantemente seus processos internos e externos. Todas essas atividades dependem, em menor ou maior grau, dos recursos disponibilizados pela área de Tecnologia da Informação e Comunicação. Nesse contexto a empresa objeto do estudo possui um processo de gestão de estoque baseado em controles manuais, sujeito a erros de todo tipo, impossibilitando aos gestores terem uma visão correta e completa de seu inventário de peças e equipamentos. A partir desse cenário, foi proposto o desenvolvimento de um software que contemplasse o controle automatizado desse inventário, e que permitisse a tomada de decisões com base em informações completas e corretas. Construido com base nas melhores práticas de desenvolvimento de software, o software gerado encontra-se totalmente alinhado com os requisitos e as regras de negócio, inicialmente levantados, integrando os diversos cadastros que fazem parte do processo de gerenciamento do estoque de peças e componentes da empresa. Concluindo, a Tecnologia da TI é uma ferramenta estratégica para as organizações, pois permite controles eficientes e fornece subsídios para tomada de decisões. Ressalta-se que a criação de soluções de software profissionais deve ser embasada nos conceitos da Engenharia de Software. Ao término do projeto, considera-se o objetivo desse trabalho cumprido. Agradecimentos Agradecemos a todos os professores Me. Sueli Aparecida Loddi, Me. Gonçalo Siqueira e Me. Rosângela Kronig, da FATEC-SBC, que contribuíram com material de pesquisa e nos orientaram durante o processo de levantamento bibliográfico. [4] BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos/logística empresarial. 5 ed. São Paulo: Bookman, [5] CHAGAS, Carla P.; SOUZA, Simone; SIMÃO, Flávio P. A Relevância do Sistema Informatizado para Controle de Estoques na Gestão Empresarial: Um Estudo de Caso. Disponível em: ncia_do_sistema_informatizado_para_controle_de_ Estoques.pdf. Acesso em: 19.mai [6] HABERKORN, Ernesto. Um bate papo sobre T.I.: Tudo que você gostaria de saber sobre o ERP e a tecnologia da Informação, mas ficava encabulado de perguntar. São Paulo: Saraiva, [7] MARTINS, Petrônio G; LAUGENI, Fernando P. Administração da produção. 2. ed. São Paulo : Saraiva, [8] CORRÊA, Henrique L., GIANESI, Irineu G. N., CAON, Mauro. Planejamento, programação e controle da produção : MRP II/ERP : conceitos, uso e implantação: base para SAP, Oracle Applications e outros softwares integrados de gestão. 5 ed. São Paulo : Atlas, [9] SLACK, Nigel; CHAMBERS, Stuart; JOHNSTON, Robert. Administração da produção. 3. ed. São Paulo: Atlas, [10] SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, [11] SCHACH, Stephen R. Engenharia de Software: Os paradigmas clássicos orientado a objetos. 7. ed. São Paulo: McGraw-Hill, [12] MARTINS, José C. Cordeiro. Gerenciando projetos de desenvolvimento de software com PMI, RUP e UML. 5. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2010.

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