Manual de Procedimentos Gerenciais

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1 Pág.: 1 de 70 Manual de Procedimentos Gerenciais Fiscalizadoras v1.0 Agosto/2008

2 Pág.: 2 de 70 ÍNDICE 1. Introdução Controle de versões Objetivos e Abrangência Referências Visão Geral Regras de Trabalho Indicadores Monitoramento e Controle Gestão de Riscos Plano de comunicações Funções e Responsabilidades Processos Gerenciais Gestão de documentos Documentos ANEXO 1 GLOSSÁRIO ANEXO 2 - TERMO DE REFERENCIA FISCALIZADORAS ANEXO 3 MODELOS DE DOCUMENTOS ANEXO 4 PROCESSO AQUA ANEXO 5 PROCESSOS GERENCIAIS... 61

3 Pág.: 3 de Introdução Manuais de Procedimentos Gerenciais Para suprir o déficit habitacional do Estado de São Paulo, a SH-CDHU objetiva conciliar o aumento da capacidade de produção de empreendimentos com a oferta de unidades habitacionais à população de baixa renda que atendam a consistentes critérios de qualidade e sustentabilidade. Dentre outras frentes de ação, a CDHU está conduzindo o processo de implantação de um novo modelo de gestão da cadeia produtiva, com o fortalecimento da atuação das prestadoras de serviço, comprometidas com o desenvolvimento habitacional urbano do Estado. Novas responsabilidades e novo escopo de atuação foram definidos para as Projetistas, Gerenciadoras, Fiscalizadoras e, como conseqüência, para Construtoras, Laboratórios de Ensaio e outros agentes, que atuarão em oito lotes, regiões em que o Estado de São Paulo foi virtualmente dividido. Para enfrentar estes desafios, através dos Manuais de Procedimentos Gerenciais, foi iniciada a padronização de procedimentos, documentos e instrumentos de comunicação entre a CDHU e suas prestadoras de serviço (Gerenciadoras, Projetistas e Fiscalizadoras), abordando uma nova forma de relacionamento entre as partes e propiciando mecanismos de acompanhamento das atividades desempenhadas. Serão construídos indicadores para controle e acompanhamento do desempenho das atividades das prestadoras. Não serão detalhados todos os procedimentos operacionais, apenas os mais relevantes do relacionamento gerencial entre a prestadora e a CDHU. Existe a possibilidade de uma próxima revisão em 2008, para aprofundamento e refinamento, com a experiência de alguns meses da utilização dos 3 manuais em conjunto. Adicionalmente, os procedimentos operacionais internos da CDHU serão revistos para adequação a esta realidade. Eventuais indefinições devem ser comunicadas como Questões Abertas para discussão e posterior decisão. Eventuais falhas de comunicação devem ser tratadas com a devida atenção, para reposicionamento de contexto, adequação de procedimentos e formatação de documentos. Para comunicação de sugestões e melhorias, contatar o superintendente da área na CDHU. Processo AQUA No tema sustentabilidade, tão abrangente e por vezes subjetivo, devemos ser claros e criteriosos, o que faz necessária a adoção de um modelo de avaliação de empreendimentos consistente, reconhecido e viável para a realidade brasileira. Para isto, foram adotados os Referenciais Técnicos do Processo AQUA (Alta Qualidade Ambiental), que foi adaptado do Démarche HQE francês, para as condições brasileiras, pela Fundação Vanzolini, com o apoio dos professores do Departamento de Engenharia de Construção Civil da POLI/USP. Estes referenciais, aceitos e validados internacionalmente, são coerentes com a legislação brasileira e normas nacionais, com as necessidades da população de baixa renda e com a viabilidade técnica e econômica a que devemos atentar. Os Programas de Sustentabilidade dos Empreendimentos devem contemplar diretrizes mínimas que atendam simultaneamente, os critérios exigidos pelo Referencial Técnico e à política habitacional e sócio-econômico-ambiental da SH do Governo do Estado de São Paulo. O primeiro documento da Fundação Vanzolini está incluído nos Manuais de Procedimentos Gerenciais como anexo. As 14 categorias de desempenho baseadas no Processo AQUA, desdobradas até o nível

4 Pág.: 4 de 70 das preocupações com a redução dos impactos ambientais da construção e do seu uso e das condições de conforto e saúde para o usuário, incluindo a inserção sócio-econômico-ambiental do empreendimento, permitem demonstrar o grau de desempenho do projeto em cada uma delas, nos documentos de saída dos projetos. As prestadoras deverão se referenciar a este material para melhor orientar o desenvolvimento de seus produtos e serviços alinhado com a estratégia da SH-CDHU quanto à sustentabilidade e qualidade de seus empreendimentos. Com base nas experiências adquiridas, novas versões aperfeiçoadas dos manuais deverão contemplar os ajustes necessários. Também estão previstas atualizações em função das adaptações para o Brasil dos Referenciais Técnicos do AQUA para Empreendimentos Habitacionais, de forma a adotarmos em futuro breve, critérios e indicadores mais específicos. 2. Controle de versões Controle de Versões Versão Data Autor Descrição sumária das mudanças Ductor Geris Versão inicial Distribuição Número Cópia Nome Localização 1 e 2 João Abukater Neto CDHU 4º. andar 3 e 4 Ductor Geris Ductor Geris

5 Pág.: 5 de Objetivos e Abrangência Objetivo O objetivo do Manual de Procedimentos Gerenciais Fiscalizadoras é descrever o fluxo de informações entre a CDHU (em especial a Diretoria Técnica) e as suas Prestadoras de Serviço; entre as Prestadoras de Serviço (Projetistas, Gerenciadoras e Fiscalizadoras) e entre estas e outros agentes, padronizar as formas de comunicação entre as partes, padronizar os procedimentos e os documentos pertinentes, sugerir metodologias de gestão, definir responsabilidades e regras de trabalho, a fim de que as relações entre a CDHU e suas parceiras, sejam eficientes e eficazes, garantindo a qualidade e a rapidez necessários à cadeia produtiva de empreendimentos habitacionais do Estado de São Paulo. Abrangência O Manual de Procedimentos Gerenciais Fiscalizadoras abrange desde a preparação da emissão da OIS Ordem de Início de Serviços de obra e da fiscalização para determinado empreendimento, decorrente das assinaturas dos contratos, suas diversas instâncias de execução, compreendendo: Execução da obra propriamente dita, aditamentos, medições, conclusão das obras e pós-ocupação, até o pagamento final da fiscalizadora e contratada e encerramento das OIS. O detalhamento dos procedimentos operacionais internos da CDHU será objeto de outro manual. 4. Referências Manual Técnico de Projetos - Julho/ O Manual Técnico de Projetos de 1998 foi revisado nos capítulos Instalações Hidráulico-Sanitárias, Instalações de Gás Combustível e Sistema de Prevenção e Combate a Incêndio e alguma revisão nos demais. Todas as alterações efetuadas estão indicadas com tarja vertical, para melhor identificação. Estão referenciadas as regras para Nomenclatura e Codificação. Os demais itens serão objeto de revisão posterior. Edital e Termo de Referência das Fiscalizadoras Manual de Orientação para Aprovação de Conjuntos Habitacionais Julho/2008 Manual de Paisagismo CDHU 2007 Manual de Arborização Urbana da Eletropaulo Normas de Aprovação de Projetos Habitacionais e Edificações da Prefeitura correspondente a área do Projeto Manual do GRAPROHAB Legislação Vigente

6 Pág.: 6 de Visão Geral (ver próxima página)

7 Pág.: 8 de Regras de Trabalho As Regras de Trabalho definem acordos entre as partes e podem abranger diversos assuntos, como políticas, interesses, objetivos, compromissos, decisões estratégicas e outros. CÓDIGO DESCRIÇÃO 1. Formato do Plano de Trabalho O Plano de Trabalho que será elaborado pela projetista após a primeira reunião técnica, documenta as características e limites do projeto, seus produtos e serviços associados, além dos métodos de aceitação combinados pelas partes, e controle do escopo, contém, por exemplo, os seguintes itens: 1. Identificação contendo Lote no., OIS no., data, empreendimento, objeto, empresa 2. Escopo do projeto 3. Características do projeto 4. Metodologia de trabalho 5. Quantificação dos serviços 6. Produtos 7. Organização Inicial 8. Cronograma de desenvolvimento 9. Cronograma físico-financeiro 2. Formato de cronograma Os cronogramas deverão ser apresentados em formato Gantt, indicando a relação hierárquica de macro-atividades e atividades (EAP), responsável pela entrega, duração, data início prevista e data fim prevista. 3. Documentos técnicos Deverão ser apresentados de acordo com os manuais técnicos e legislação pertinente. Sempre que houver entrega de documentos técnicos, a prestadora deverá entregar os arquivos digitais correspondentes, identificados com a codificação CDHU. 4. Correspondências As trocas de informações e correspondências entre a prestadora de serviço e CDHU, bem como todas as instruções da CDHU para a prestadora de serviço, deverão ser feitas por escrito e/ou registradas em Atas de Reunião. 7. Indicadores Os indicadores de desempenho da prestadora serão definidos com base nos planos de trabalho entregues, tendo como referência, quando aplicável, a análise do andamento entre planejado e realizado para Escopo, Tempo, Custo, Riscos e Qualidade. Quando definidos, serão divulgados e acompanhados.

8 Pág.: 9 de Monitoramento e Controle O monitoramento e o controle terão por base os planos de trabalho elaborados pela prestadora contendo os compromissos, conforme cronogramas físico-financeiros, marcos e entregas. Serão executados por meio de análises de registros, relatórios e documentos pertinentes, documento da Gestão de Riscos, reuniões de trabalho previstas no Plano de Comunicações e se for o caso, fiscalizações de andamento e medições. Como consequência, poderão ser tomadas ou recomendadas ações corretivas, ações preventivas e ações de melhoria, relacionadas ao controle e ao desempenho dos projetos. Sempre que possível, serão adotadas ferramentas adequadas para definir, coordenar e integrar todos os planos ou cronogramas auxiliares. 9. Gestão de Riscos Inclui os processos que tratam da realização de identificação, análise, respostas, monitoramento, controle e planejamento do gerenciamento de riscos. Utilizar o documento Análise de Riscos para documentar o risco potencial e a situação do mesmo durante o projeto. Este documento deverá ser apresentado atualizado nas reuniões de acompanhamento. 10. Plano de comunicações Os processos de gerenciamento das comunicações do projeto fornecem as ligações críticas entre pessoas e informações que são necessárias para comunicações bem-sucedidas. Utilizar o formulário Plano de Comunicações para informar reuniões de abertura, de encerramento, periódicas para acompanhamento, reuniões pontuais previstas, apresentações, atas, visitas, auditorias, etc., indicando o formato (presencial, remoto, , etc.) e distribuição. É extremamente importante que exista o gerenciamento das expectativas das partes envolvidas no projeto, que serão afetadas direta ou indiretamente. 11. Funções e Responsabilidades Indicação de funções, responsabilidades e eventualmente relações hierárquicas, de acordo com os termos de referência e relacionamento gerencial e operacional necessários. A descrição das funções e responsabilidades foi separada em dois grupos: Prestador de Serviço e CDHU - Diretoria Técnica. Não necessariamente esta descrição esgota todas as responsabilidades inerentes à função, mas exprimem no mínimo, as responsabilidades do relacionamento Prestador de Serviço e CDHU Diretoria Técnica.

9 Pág.: 10 de Fiscalizadoras Coordenador Geral a. Coordenar os processos administrativos de Contrato de Fiscalização e Obras com a CDHU (plano de trabalho, medições, alterações contratuais, emissão de faturas, aditivos, etc.). b. Coordenar os processos de prestação de serviços (acompanhamento e apoio à gestão do processo de atendimento às solicitações de moradores, elaboração do diário de obra, fiscalização e acompanhamento técnico da execução das obras e serviços e do controle de qualidade de materiais e serviços, elaboração de ensaios de engenharia complementares para contraprova, serviços técnicos de ocupação assistida durante o período de pós-entrega, programação inicial da execução das obras e serviços com as intervenientes, análise crítica da documentação dos empreendimentos, supervisão ambiental e controle da segurança, higiene e medicina do trabalho, levantamentos topográficos de conferência e serviços de levantamento cadastral de imóveis, elaboração das medições das obras e serviços, acompanhamento, diagnóstico e análise crítica do desenvolvimento dos empreendimentos, apoio à gestão, acompanhamento e diligenciamento dos serviços de responsabilidade de órgão públicos, administração dos contratos e convênios para execução das obras e serviços, recebimento das obras e serviços e apoio na entrega das unidades aos mutuários, diligenciamento e consolidação da documentação final da obra) Supervisor de Obras a. Supervisionar, programar e controlar a fiscalização de obras, em todas as suas fases (Trabalho Social, Execução/Monitoramento/Controle/Entrega e Pós-Uso) no âmbito de atuação de sua supervisão, conforme os processo de prestação de serviço de fiscalização citados acima Equipe Técnica 11.2 CDHU a. A Equipe Técnica formada por Engenheiros Cívis Sênior e demais funcionários, estarão executando suas atribuições conforme definição da Fiscalizadora nos documentos pertinentes Gestor do Contrato a. Programar e supervisionar o processo de contratação de serviços de fiscalização e contratação de obras. b. Programar e supervisionar o andamento das obras mediante relatórios emitidos. c. Gerenciar os processos administrativos de contratos de fiscalização e obras (medições, alterações contratuais, recebimento de documentação, emissão de OIS, solicitações junto à fiscalizadora, etc.) Gestor Técnico de Obras a. Gerenciar, supervisionar, programar, analisar, e controlar a fiscalização de obras em todas as suas instâncias (execução, medições, aditamentos, pagamentos, pós-ocupação, etc.), no âmbito de atuação da gerência técnica. b. Gerenciar as atividades que envolvam a responsabilidade de agentes internos e externos (reunir documentação técnica, promover a reunião técnica, emitir documentação técnicoadministrativa, etc.), no âmbito de atuação da Superintendência de Obras. c. Coordenar as atividades da fiscalização para dar suporte técnico às demandas das diversas áreas da CDHU. d. Sistematizar e manter sob controle técnico e administrativo as alterações e ajustes (em desenhos, plantas e informações/documentos) que venham a ocorrer na obra.

10 Pág.: 11 de 70 e. Avaliar sob o prisma técnico, o desempenho de empresas contratadas para a fiscalização de obras. 12. Processos Gerenciais Os processos gerenciais apresentam a sequência de atividades entre os prestadores e a CDHU, indicando eventualmente quais documentos devem ser gerados/entregues. Os mapas de processo estão estruturados em áreas de responsabilidade e foram desenvolvidos na ferramenta Tibco (www.tibco.com), atendendo a notação BPMN Business Process Modeling Notation 1.0. Os documentos estão no Anexo 5 Processos Gerenciais. PF-01 PF-02 PF-03 PF-04 PF-05 PF-06 PF-07 PF-08 Emissão de OIS para início da obra Execução da Obra Aditivos da Obra Medição da Obra Conclusão da Obra Pós-ocupação via Gerenciadora Pós-ocupação via Ouvidoria Emissão de OIS e elaboração da medição da Fiscalizadora Onde PF01 é o Processo Fiscalizadora 01. Nos mapas de processo, LD indica Lista de Documentos do relacionamento entre as instituições. As referências G-PP e G-PF, quando existirem, indicam o relacionamento da Gerenciadora com a CDHU, no mapa de Processo Projetista ou mapa de Processo Fiscalizadora, respectivamente. 13. Gestão de documentos A Gestão de Documentos é o conjunto de procedimentos técnicos e operacionais referentes às atividades de produção, tramitação, classificação, avaliação e arquivamento dos documentos nas fases corrente e intermediária, visando sua eliminação ou recolhimento à guarda permanente. Os documentos do projeto serão tramitados e protocolados conforme metodologia atual da CDHU, atendendo o Manual Técnico de Projetos e o Plano de Trabalho, entre os responsáveis mencionados no Plano de Trabalho. Todas as entregas formais deverão ter seu respectivo protocolo, com lista de documentos, e dados de quem recebeu, indicando nome, telefone, e visto. Quando pertinentes, deverão ser entregues também os respectivos arquivos digitais. A CDHU iniciou estudos para uma solução para o gerenciamento eletrônico de documentos, que poderá, no futuro, vir a ser utilizada para facilitar a troca de informações com seus parceiros. A Gestão Eletrônica de Documentos (GED) é um conjunto de tecnologias que provê um meio de facilmente gerar, controlar, armazenar, compartilhar e recuperar informações existentes em documentos. Os sistemas GED permitem, aos usuários autorizados, acessar os documentos de forma ágil e segura, normalmente via navegador Web por meio de uma intranet coorporativa ou internet, com as devidas proteções contra acesso não autorizado. O GED lida com qualquer tipo de documento digital ou digitalizado: textos administrativos, s, planilhas, apresentações, relatórios, documentos técnicos, manuais, fotos, imagens, desenhos, filmes, documentos controlados, permitindo rastreabilidade inclusive nas revisões e versionamento. São também possibilitadas auditorias, relatórios de acompanhamento, consultas independentes e seleções

11 Pág.: 12 de 70 por filtros, emissões de atrasos, pendências, controles de envio e recebimento entre instituições. Essas características não são normalmente encontradas em ferramentas GED, em geral são recursos complementares. 14. Documentos São apresentadas as listas de documentos ou informações, por procedimento gerencial, que o prestador ou CDHU precisa para executar corretamente as atividades de sua responsabilidade, no relacionamento decorrente do projeto. Estes códigos são apresentados nos mapas de processo, ver Anexo 5 Processos Gerenciais. PF01 - Emissão de OIS para Início de Obra PF01-LD01 Fax para a contratada PF01-LD02 Carta de encaminhamento PCMAT Plano de Trabalho Lay Out ART Cronograma Físico-Financeiro Matrícula da Obra PF01-LD03 Carta Protocolo com as pendências PF01-LD04 Relatório Técnico PF01-LD05 OIS PF01-LD06 Carta de encaminhamento Projetos Memoriais/Espec. Contratos Orçamentos Mais Docs da LD01 PF01-LD07 Carta/Relatório Técnico PF02 - Execução da Obra PF02-LD01 Diário On Line PF02-LD02 Diário On Line PF02-LD03 Relatório Mensal de Acompanhamento PF03 - Aditivos da Obra PF03-LD01 Despacho e Devoluçaõ de Documentos AnexoII Cronograma Físico-Financeiro (Aditivos) Crontrole Pluviométrico PF03-LD02 Processo/Despachos contendo os Docs da LD01 PF03-LD03 PF03-LD04 Carta de enc. Doc. (AnexoII, croquis, cronograma e doc contratuais)

12 Pág.: 13 de 70 Devolução do aditivo para correção PF03-LD05 Processo c/ aditivo corrigido PF03-LD06 Processo c/ aditivo corrigido novamente PF03-LD07 Aprovações contratuais PF04 - Medição de Obra PF04-LD01 Medição PF04-LD02 Devolução da medição PF04-LD03 Despacho com comentários PF04-LD04 Despacho com comentários PF05 - Conclusão da Obra PF05 - LD01 TVAP assinada PF05 - LD 02 TVAD assinada PF05 - LD 03 PF05 - LD 04 PF05-LD05 TVAP assinada (Via Fiscalizadora) PF05-LD06 PF05-LD07 PF05-LD08 carta de enc. Documentação p/ averbação PF05-LD09 TVAD assinada ( Via Fiscalizadora) PF05-LD10 PF06 - Pós Ocupação via Gerenciadora PF06 - LD01 PF06 - LD02 Relatório Acompanhamento das Solicitações PF06 - LD03 Relatório Técnico da Vistoria PF06 - LD04 de solicitação da doc. p/ contratação PF06 - LD05 Carta enc. da documentação Quantitativos Rel. Fotográfico Croquis PF06 - LD06 Carta de conclusão/aceite PF07 - Pós Ocupação via Ouvidoria

13 Pág.: 14 de 70 PF07 - LD01 Processo de abertura da ouvidoria PF07 - LD02 Relatório Técnico - Ficha de Atendimento Obras PF07 - LD03 de solicitação da doc. p/ contratação PF07 - LD04 Carta de conclusão/aceite PF07 - LD05 Relatório de Acompanhamento das Solicitações PF07 - LD06 Carta enc. da documentação Quantitativos Rel. Fotográfico Croquis PF08 - Emissão de OIS e elaboração de medição da fiscalizadora PF08 - LD01 /fax de solicitação PF08 - LD02 OIS de fiscalização PF08 - LD03 Carta enc. da documentação Plano de Trabalho PF08 - LD04 Carta de devolução p/ revisão do plano PF08 - LD05 Medição PF08 - LD06 Carta de Devolução do Informe de medição para revisão

14 Pág.: 15 de ANEXO 1 GLOSSÁRIO Listas de siglas e definições utilizadas pela Diretoria Técnica em seus manuais e no relacionamento diário com as prestadoras, que serão colocadas em todos os manuais Siglas REFERÊNCIA ABNT ART AUTO CAD CAD CAMCS CDHU COFINS CONFEA CPO CREA EG EI EQUALITECS FIPE GATPO GC GED GplaP GPP GRPS GT HIS IPT ISS MT MTP OIS OS PASEP PG PIC PIS PP PRD PSQ QUALIHAB REVIT SH SIG SINDUSCON SISOBRAS SISPLAN DESCRIÇÃO Associação Brasileira de Normas Técnicas Anotação de Responsabilidade Técnica emitida pelo CREA Software para elaboração e visualização de projetos de engenharia da Autodesk. Computer Aided Design ou Desenho Auxiliado por Computador Comissão de Avaliação de Materiais, Componentes e Sistemas Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo Contribuição para o financiamento da seguridade social Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia Comitê de Projetos e Obras Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agtronomia Empreitada Global Empreitada Integral Encontros da Qualidade das Tecnicas Construtivas Habitacionais do QUALIHAB Fundação do Instituto de Pesquisas Econômicas Gerência de Apoio Técnico em Projetos e Obras Gestor do Contrato Gestão Eletrônica de Documentos Gerencia de Planejamento de Projetos Gerência de Produção de Projetos Guia de Recolhimento da Previdência Social Gestor Técnico Habitação de Interesse Social Instituto de Pesquisas Tecnológicas Imposto Sobre Serviços Manual Técnico Manual Técnico de Projetos Ordem Inicial de Serviços Ordem de Serviço Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público Processo Geral Planta de Instituição de Condomínio Programas de Integração Social Processo Provisório Pauta de Reunião de Diretoria Plano Setorial de Qualidade Programa da Qualidade da Construção Habitacional do Estado de São Paulo Software para detalhamento de projetos arquitetônicos da Autodesk. Secretaria da Habitação Sistema Integrado de Gestão. Sindicato da Indústria da Construção Civil Sistema de registro de eventos de obras. Sistema de controle gerencial de informações

15 Pág.: 16 de 70 UH Unidades Habitacionais 15.2 Definições REFERÊNCIA AS-BUILT ASSENTAMENTOS DE FAMÍLIAS AUTO CONSTRUÇÃO AUTODESK CIVIL 3D AUTODOC CHECKLIST CRONOGRAMA DRENAGEM EDIFICAÇÕES EMPREITADA ESTUDO PRELIMINAR FISCALIZADORA GERENCIADORA GESTÃO DOCUMENTAL GESTOR DE CONTRATO GESTOR TÉCNiCO INFORME DE OIS INFORME PARA MEDIÇÃO INFRA ESTRUTURA LEVANTAMENTO CADASTRAL LEVANTAMENTO PLANIALTIMÉTRICO LISTA DE VERIFICAÇÂO MEDIÇÃO MEMORIAL DESCRITIVO MÉTODO CONSTRUTIVO DESCRIÇÃO como construído levantamento detalhado com exatidão, da execução de obras na construção civil e industrial, resultando na elaboração do projeto. Processo de alocação e fixação de famílias em terrenos, sítios ou extensões de terra. Modalidade que prevê a construção de novas moradias pelos próprios mutuários. Software para elaboração e visualização de projetos de engenharia da Autodesk. Sistema de gerenciamento de informações da Autodesk Lista de verificação Demonstrativo do início e do término das diversas fases de um processo operacional Fazer escoar, por meio de tubos e valas, as águas em excesso num terreno Refere-se a obras civis de edifícios, casas, galpões, etc; rurais ou urbanas; industriais, comerciais, residenciais ou institucionais. Contrato baseado na conclusão de tarefas, com ajustes de prazo e preço É um estudo inicial elaborado antes do projeto básico. Prestadora de serviços cuja função básica é verificar a execução dos serviços de acordo com o contratado. Prestadora de serviços cuja função básica é gerir a execução dos serviços de acordo com o contratado. É o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes a produção de documentos, tramitação, uso, avaliação e arquivamento. Responsável pelo acompanhamento e cumprimento do contrato até sua fase final e eventuais alterações, gerenciando-o administrativa e financeiramente Técnico, responsável pelo controle da elaboração e análise de um determinado Projeto e/ou Serviços de um Empreendimento. Documento que contém os dados dos produtos e a correspondente quantificação, para a emissão da OIS. Documento que contém os dados do contrato e das quantidades a serem pagas pelos produtos executados, para a emissão da medição. Sistema técnico de equipamentos e serviços necessários ao desenvolvimento das funções urbanas. São os procedimentos necessários objetivando a determinação de limites legais de parcelas territoriais É a representação gráfica das informações planimétricas (ângulos) e altimétricas (diferença de nível ou distância vertical), da superfície (terreno) em estudo. Documento que contém os itens mínimos de produtos exigidos à Contratada, por OIS ou OS Levantamento do efetivamente executado para fins de recebimento. É um relato histórico, que busca retratar com fidelidade os processos executivos, materiais, técnicas e especificações da execução de um empreendimento. Sistema utilizado para a construção de algo

16 Pág.: 17 de 70 MOBILIÁRIO URBANO MSPROJECT 2003 MUTIRÃO OCUPAÇÕES IRREGULARES PAVIMENTAÇÃO PLANO DE OBRAS PREGÃO PRESTADORA DE SERVIÇOS PROCESSO AQUA PRODUTO (MATERIAL) PROJETISTA PROJETO APROVADO PROJETO BÁSICO PROJETO EXECUTIVO PROJETO LEGAL SANEAMENTO BÁSICO SEMAFÓRICO STEEL-FRAME TIPOLOGIAS HABITACIONAIS TRUEVIEW VOLOVIEW WORKFLOW Peças e equipamentos instalados em meio público, para uso dos cidadãos ou como suporte às redes urbanas fundamentais Software específico para planejamento de empreendimentos da Microsoft. Modalidade de empreendimento habitacional cujo mutuário participa não apenas como agente final do processo mas também como agente executor. Ocupação sem planejamento e documentação É a execução da camada constituída por um ou mais materiais que se coloca sobre o terreno natural ou terraplenado, para aumentar sua resistência e servir para a circulação de pessoas ou veículos. É a elaboração do rol de atividades agregados a uma estratégia, que proporciona o acompanhamento e controle de uma obra. Modalidade de licitação pública Empresa contratada para executar determinado serviço Alta Qualidade Ambiental processo de gestão de projetos visando controlar os impactos de um empreendimento, novo ou de reabilitação, no ambiente externo, assim como no conforto e na saúde dos usuários, assegurando ainda os processos operacionais relacionados às fases de programa, concepção e realização. Este processo visa obter a Qualidade Ambiental na Construção. Desenhos, relatórios, memoriais, etc. Agrupados em 5 etapas (Serviços Preliminares, Estudos Preliminares, Projetos Básicos, Projetos Executivos e Documentos para Aprovação Prestadora de serviços cuja função básica é elaborar projetos de acordo com o contratado. São os projetos aprovados pelos órgãos públicos (PMSP, SABESP, ELETROPAULO, etc.) Projeto suficientemente detalhado de forma a minimizar a necessidade de reformulação ou de variantes durante as fases de elaboração do projeto executivo. É o conjunto dos elementos necessários e suficientes à execução completa da obra, de acordo com as normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT. Etapa equiparável ao Projeto Básico necessário para a obtenção do alvará e demais licenças necessárias. Abastecimento de água e coleta de esgotos sanitários Relatório interno que aponta situação mensal do projeto, análogo ao dispositivo eletrônico de controle de tráfego. Método construtivo em estrutura metálica leve, como alternativa ao concreto armado Padronização de tipos de moradias Visualizador de documentos de projetos executados em CAD da Autodesk. Software visualizador de projetos executados em CAD da Autodesk. Fluxo de um processo ou uma combinação de tarefas que produz um determinado resultado.

17 Pág.: 18 de ANEXO 2 - TERMO DE REFERENCIA FISCALIZADORAS (ver páginas seguintes)

18 Pág.: 19 de 70 ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA Página 23 de 81

19 INTRODUÇÃO Pág.: 20 de 70 A CDHU, de acordo com o Decreto Estadual n.º /1991 tem suas diretrizes de atuação estabelecidas pela Secretaria de Habitação (SH), sendo o objeto de ação da Companhia discriminado no seu Estatuto Social, com as seguintes funções: Agente promotor e financeiro de habitação, nas diversas modalidades de atendimento habitacional, necessárias ao desenvolvimento da política habitacional do Estado, em consonância com as diretrizes de desenvolvimento urbano e habitacional estabelecidos nos níveis Estadual e Municipal e outros planos similares, e envolvendo atuações integradas com os órgãos do governo e concessionários de serviços públicos responsáveis pelos demais programas de ação da Administração Estadual e Municipal associados à habitação. Agente Técnico, responsável pelo apoio à realização de Planos e Programas Estaduais e/ou Municipais de habitação prioritários para o atendimento à população de baixa renda, em conformidade com as diretrizes estabelecidas pela Secretaria da Habitação do Estado de São Paulo; Agente operador do Sistema Financeiro de Habitação, podendo para isso celebrar convênios e contratar serviços junto a instituições financeiras, bem como com entidades internacionais, tendo em vista a obtenção de recursos e gerir os créditos de financiamentos concedidos aos beneficiários dos programas habitacionais promovidos pela Companhia. O equacionamento da questão habitacional tem se evidenciado como um dos mais complexos desafios das políticas públicas por envolver, simultaneamente, as dimensões do desenvolvimento urbano, ambiental, econômico e social. Para o Estado de São Paulo esse desafio torna-se ainda mais complexo, em função de um passivo gerado pelo crescimento urbano intenso e desigual das últimas décadas, tanto no que diz respeito à sua dinâmica socioeconômica, como à forma de apropriação do território pelos assentamentos urbanos e habitacionais.` A superação desses desafios implica o estabelecimento de uma Política Habitacional que reconheça a questão da habitação destinada à necessidade de interesse social como componente intrínseco das políticas de desenvolvimento urbano, social, econômico e ambiental do Estado de São Paulo, bem como assuma o seu papel de promoção do aprimoramento da estrutura institucional do setor habitacional, de modo a: superar a visão segmentada e setorial que tem marcado a ação habitacional pública; promover a integração intersetorial e a articulação federativa na condução da habitação, integrada às demais políticas públicas, sobretudo as ambientais e de saneamento básico; aprimorar o repertório de ações para atuação nas várias expressões dos problemas e necessidades habitacionais, considerando as especificidades locais e regionais do Estado; e, Página 24 de 81

20 Pág.: 21 de 70 reconhecer e valorizar as parcerias, com a inclusão e o fortalecimento de atores vinculados à produção habitacional e à recuperação dos espaços ocupados por assentamentos irregulares e precários. Para que os desafios impostos à Política habitacional do Estado de São Paulo sejam vencidos, as Linhas de Ação da SH/CDHU e Programas Habitacionais a elas associados devem ser objeto de concepção e revisão periódicas, como forma de conferir, à estrutura institucional do setor de habitação, maior adequação e coerência ao atendimento das diferentes necessidades habitacionais do Estado. Para deixar patente essa visão ampla e integrada da questão habitacional, a Secretaria da Habitação e a CDHU estão alterando o seu foco da produção de unidades habitacionais para a execução de atendimentos habitacionais, melhorando as condições de moradia e de vida de seu público alvo, por meio de ações conjuntas e articuladas com os demais atores da sociedade, públicos ou privados comprometidos com a questão. Essa abordagem implica considerar que o produto do trabalho da Cia não se restringe ao fornecimento da unidade habitacional, compreendendo, além disso, a recuperação de assentamentos irregulares e precários, o desenvolvimento e melhoria urbana do entorno de seus empreendimentos, a regularização das propriedades, a sustentabilidade sócio-ambiental da solução habitacional adotada, a melhoria das condições de atendimento habitacional e de financiamento e a transparência da política de subsídios. Ação: Para a consecução desses objetivos a Secretaria da Habitação e a CDHU seguem cinco Linhas de 1. Provisão de Moradias pela produção, ampliação ou melhoria de imóveis residenciais e pela oferta de lotes urbanizados; 2. Urbanização e Regularização de Assentamentos Precários; 3. Requalificação e Melhorias de Espaços Construídos; 4. Desenvolvimento Institucional; e, 5. Ações de sustentabilidade socioeconômica nas áreas de intervenção e nos empreendimentos habitacionais. Os programas, projetos e ações da Cia devem, portanto, ser capazes de operacionalizar a aplicação das Linhas de Ação e de seus pressupostos, articulando com o máximo de eficácia, as modalidades de produção habitacional (regime de empreitada, autogestão, autoconstrução, mutirão e outros) com os modelos de gestão institucional (administração direta, parceria com governos municipais, com a iniciativa privada, com as associações comunitárias e outros), visando ao atendimento das necessidades prioritárias de moradia da população. JUSTIFICATIVA Para a CDHU, dadas as suas funções acima expostas, os desafios impostos à Política Habitacional do Estado desdobram-se na necessidade de concepção e implementação de um conjunto de ações técnicas, administrativas e institucionais intensas e complexas, uma vez que devem ser capazes de: reconhecer a realidade social e urbana local; diversificar as formas de acesso à moradia; Página 25 de 81

21 promover a habitação em condições adequadas de saneamento, preservação ambiental, acesso aos meios de transporte, equipamentos e serviços urbanos, principalmente, de saúde, educação, lazer e cultura; promover programas de urbanização e melhorias de assentamentos irregulares e de melhorias ou reforma de edificações existentes, com vistas à regularização de núcleos, conjuntos habitacionais e bairros, relativizando a prioridade de atendimento via construção de unidades; promover programas voltados para a sustentabilidade socioeconômica dos assentamentos irregulares ou empreendimentos habitacionais em geral; valorizar as qualidades ambientais, urbanísticas e arquitetônicas dos projetos; incorporar os avanços tecnológicos no uso de materiais e processos construtivos; utilizar os instrumentos urbanísticos disponíveis para ampliar as oportunidades de promover empreendimentos habitacionais, visando diminuir custos com a aquisição fundiária e imobiliária; ampliar as fontes de recursos destinados à habitação, equacionando a composição entre financiamentos e subsídios; promover a melhoria na gestão dos projetos e ações e avaliar sistematicamente o desempenho dos produtos e processos da CDHU; promover o desenvolvimento tecnológico da cadeia produtiva da construção civil, de modo a favorecer o avanço de processos construtivos industrializados que reduzam custos de produção e montagem, e melhorem a qualidade final do bem imobiliário; e, promover a gestão do processo produtivo. Pág.: 22 de 70 Essas exigências impõem à CDHU, além de um esforço intenso de mobilização e organização de seu corpo técnico e administrativo próprio, a contratação de serviços técnicos especializados de apoio, para poder dar respostas eficazes aos desafios impostos à Política Habitacional do Estado. Tais serviços de apoio deverão ser mobilizados pela CDHU em dois momentos estratégicos de seu processo produtivo: a) Diagnose, Planejamento e Avaliação Compreendendo desde a organização do conhecimento a respeito da questão habitacional, até a concepção de Programas e Ações que operacionalizem a Política Habitacional do Estado. Este momento envolve, portanto, a organização e análise dos resultados de pesquisas já realizadas bem como a execução de estudos específicos de interesse da CDHU; a concepção dos planos e programas de atuação; o processo de definição de prioridades; os estudos de viabilidade das diferentes alternativas de atuação, a produção de critérios para enquadramento das demandas e necessidades nos programas prioritários; o desenvolvimento de sistemas de acompanhamento e de avaliação do desempenho dos planos e programas, bem como o desenvolvimento de referências de qualidade para a avaliação dos programas, processos e produtos da CDHU, tendo em vista a análise de conformidade dos mesmos com os objetivos e metas dos programas da Secretaria da Habitação e da CDHU, a partir de atividades de monitoramento. b) Implantação, Acompanhamento e Fiscalização Compreendendo os serviços técnicos especializados para o gerenciamento e assessoria à implantação e fiscalização, quando aplicável, Página 26 de 81

22 Pág.: 23 de 70 dos atendimentos habitacionais da CDHU, tanto nos seus aspectos relativos à engenharia, arquitetura e projetos de sustentabilidade socioeconômica, como nos relativos aos atributos e requisitos sócio-ambientais das soluções propostas. Além disso, é consenso na nova administração que, para bem desempenhar seu papel como braço executor da Política Habitacional do Estado, na promoção do atendimento habitacional às populações de baixa renda, faz-se necessária a contratação de serviços técnicos específicos em apoio às atividades executadas pela CDHU. Nesta oportunidade tratamos da licitação pública para a contratação dos serviços de Fiscalização de Obras referidos no item b). A seguir estão detalhadas as atividades necessárias à execução dos serviços conforme descritos no objeto deste Edital. DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS PELA CONTRATADA NA EXECUÇÃO DE SEUS SERVIÇOS O quadro a seguir contém as atividades a serem executadas pela contratada na execução de seus serviços em cada fase dos empreendimentos: FASE TRABALHO SOCIAL EXECUÇÃO / MONITORAMENTO / CONTROLE / ENTREGA / PÓS-USO ATIVIDADES Prestação de serviços de acompanhamento e apoio à gestão do processo de atendimento às solicitações de moradores em empreendimentos entregues pela CDHU. Elaborar e atualizar junto com a Construtora o diário de obras "on line". Fiscalização e acompanhamento técnico da execução das obras e serviços segundo o projeto e controle de qualidade de materiais e serviços; Acompanhamento, verificação e execução, quando necessário, de ensaios de engenharia complementares para contraprova com ênfase nas disciplinas de geologia, geotecnia e materiais Prestação de serviços técnicos de ocupação assistida durante o período de pós-entrega dos empreendimentos fiscalizados, acompanhando e exigindo das contratadas a execução de manutenção e reparos técnicos, quando necessários e pertinentes; Programação inicial de execução das obras e serviços com as empresas construtoras contratadas pela CDHU, gerenciadora e demais intervenientes; Análise crítica da documentação dos empreendimentos, envolvendo projetos, contratos, memoriais, especificações, orçamentos, cronogramas. Supervisão ambiental e controle da segurança, higiene e medicina do trabalho; Levantamentos topográficos de conferência e serviços de levantamento planialtimétrico cadastral de imóveis de interesse ou do patrimônio da SH/CDHU. Elaboração de medições das obras e serviços efetivamente executados, em conformidade com os projetos, contratos e especificações; Acompanhamento, diagnóstico e análise crítica do desenvolvimento dos empreendimentos, visando o fiel cumprimento do cronograma físicofinanceiro; Apoio à gestão, acompanhamento e diligenciamento dos serviços de responsabilidade das Prefeituras Municipais, das Concessionárias de Serviços Públicos, das Entidades de Mutirão e dos demais órgãos públicos envolvidos para consecução das metas dos empreendimentos ; Página 27 de 81

23 Implantar e manter atualizado o Livro de Ocorrências com Pág.: registro 24 de 70de eventos relevantes ocorridos na obra; Administração dos contratos e convênios para execução das obras e serviços; Recebimento parcial e total das obras e serviços, encerramento do contrato de empreitada e apoio técnico na entrega das unidades aos mutuários; Diligenciamento e consolidação da documentação final da obra, inclusive projeto "como construído", a ser apresentado pela Construtora; A seguir é apresentado um breve detalhamento das atividades que compõem os escopo da presente licitação: 1. Prestação de serviços de acompanhamento e apoio à gestão do processo de atendimento às solicitações de moradores em empreendimentos entregues pela CDHU No caso de empreendimentos já entregues pela CDHU e ocupados há mais de 2 meses, havendo reclamação apresentada pelo beneficiário, relativa a defeitos detectados na habitação, a CDHU acionará a Contratada que deverá realizar o atendimento, vistoriar o local e emitir parecer técnico conclusivo sobre a origem, causa e responsabilidade do problema. Para tanto, a Contratada deverá implantar e operar sistema informatizado para atendimento às solicitações dos beneficiários e abertura de Ordens de Serviços e Controle de Vistorias. Se a responsabilidade do problema for da Construtora, a mesma deverá ser acionada para execução dos devidos reparos que terão acompanhamento de engenheiro da fiscalizadora e a comprovação do beneficiário. Além do atendimento às reclamações provenientes dos beneficiários, caberá à Contratada realizar o acompanhamento da execução de serviços complementares, específicos e de reformas como paisagismo, muros, passeios, acessos, abrigos de gás, pára-raios, reservatório, demolições e outros, contratados no âmbito da secretaria da habitação ou CDHU, nos empreendimentos já comercializados. 2. Elaboração e acompanhamento junto com a Construtora do diário de obras "on line". A fiscalização deverá acompanhar o preenchimento de um Diário de Obra em meio eletrônico, a ser disponibilizado à CDHU relatando todas as ocorrências verificadas na obra. O Diário em meio eletrônico deverá conter, no mínimo, os seguintes dados: dia da semana e do mês; condições do tempo; número de dias úteis e corridos a partir do início da obra; empresas que atuaram naquele dia; assim como o efetivo de cada uma delas; serviços realizados; fotos e ocorrências na obra. A Fiscalizadora, de forma segura e restrita, disponibilizará os arquivos em meio eletrônico, no menor tempo possível, até o limite de quarenta e oito horas, para consulta pela Diretoria Técnica da CDHU. A disponibilização dar-se-á por meio de arquivo no formato Adobe Acrobat pdf. Página 28 de 81

24 3. Fiscalização e acompanhamento técnico da execução das obras e serviços Pág.: segundo 25 de o 70 projeto e garantia da qualidade de materiais e serviços. A Fiscalizadora designará, em conformidade com as características dos empreendimentos em sua área, equipe técnica capacitada para o acompanhamento das obras em todas as suas etapas, verificando e fazendo com que haja conformidade com os projetos executivos, especificações e memoriais. A equipe deverá ter capacidade para prever problemas, inclusive de planejamento, e apontar as devidas soluções. A equipe deverá realizar o acompanhamento técnico de todas as etapas da obra, através de vistorias, relatórios técnicos e fotografias, elaboração de laudos, análise criteriosa do método construtivo, fiscalização de execução, de fornecimento de materiais, de estoque de materiais no canteiro, de organização da obra, acompanhamento do cronograma físico e sua perfeita execução. Será designada também uma equipe topográfica (topógrafo, auxiliares, equipamentos) que fará todos os levantamentos e conferências necessárias até a entrega dos conjuntos. Caberá também à fiscalização o controle da qualidade de execução dos serviços e dos materiais aplicados, solicitando, quando necessário, a realização de ensaios tecnológicos complementares àqueles já previstos nos contratos com as empresas contratadas para a execução das obras. 4. Elaboração de ensaios de engenharia complementares, quando necessários, para contraprova, com ênfase nas disciplinas de geologia, geotecnia e materiais A fiscalização deverá acompanhar a realização de ensaios tecnológicos visando assegurar a qualidade dos materiais e dos serviços executados nas obras. Os ensaios deverão ser realizados em laboratórios homologados pelo INMETRO. 5. Prestação de Serviços técnicos de ocupação assistida durante o período de pós-entrega dos empreendimentos, acompanhando e exigindo das contratadas a execução de manutenção de reparos técnicos, quando necessários e pertinentes Acompanhamento durante o período de 2 meses após a entrega das unidades verificando junto aos novos moradores eventuais pendências construtivas, bem como os orientando quanto à forma correta de utilização e manutenção da unidade, obtendo de todos o aceite quanto ao estado de entrega do imóvel. No caso de pendências construtivas, que podem ocorrer no período supra citado como posteriormente, verificar a responsabilidade e se for o caso, acionar o responsável pela execução das obras, acompanhar o reparo e obter o aceite do morador quanto aos serviços executados. 6. Programação inicial de execução das obras e serviços com as empresas contratadas para execução das obras e com as demais Intervenientes Da reunião de abertura de obras participarão os representantes da Fiscalizadora, da CDHU e da Contratada para execução das obras. Nesta reunião serão tratados, dentre outros os seguintes assuntos: Entrega, à Contratada para execução das obras, de toda a documentação necessária à execução dos serviços; Página 29 de 81

25 Fixados os procedimentos gerais e dos critérios de medição; Pág.: 26 de 70 Solicitado da Contratada o fornecimento do cronograma executivo da obra; Abertura da caderneta de obras; Esclarecimentos quanto às exigências relativas à qualidade e critérios de aceitação dos serviços; Definidos os marcos topográficos de divisa, que deverão ser mantidos pela Contratada; Autorizado o início efetivo dos serviços. Serão discutidos com a Contratada a programação inicial de execução das obras e o cronograma de execução proposto, considerando, inclusive os serviços de infra - estrutura, ainda que a cargo de prefeituras e concessionárias. Com base no cronograma executivo de obra, e após análise e aprovação pela Fiscalizadora e CDHU, será monitorado o andamento da obra, tendo em vista o cumprimento das condições contratuais À fiscalização compete a avaliação dos serviços passíveis de medição, apenas remunerando aqueles que estiverem em conformidade com as exigências de projetos e/ou memoriais e especificações técnicas, respeitando-se as tolerâncias determinadas em documento específico que trata deste assunto. Deverá mensalmente apontar em relatório específico as distorções havidas e medidas corretivas adotadas, quanto a qualidade dos materiais e serviços executados, além de análise quanto atuação da empresa contratada referente aos quesitos de disponibilidade e materiais e mão-de-obra que permitam o fiel cumprimento do cronograma pactuado. Para o exercício da fiscalização, a Fiscalizadora será investida da autoridade necessária e disporá dos instrumentos adequados para obter o cumprimento do objeto contratado. 7. Análise crítica da documentação dos empreendimentos, envolvendo projetos, contratos, memoriais, especificações, orçamentos, cronogramas A Fiscalizadora obterá junto a CDHU toda a documentação necessária para início dos serviços de fiscalização (contrato com memoriais e planilhas, projetos executivos e outros que se fizerem necessários, de acordo com a modalidade de contrato) para análise e posterior agendamento de reunião de abertura de obra com a Contratada para execução das obras, tão logo seja emitida a respectiva Ordem de Início de Serviços. Da análise dos projetos e documentações deverá ser emitido relatório técnico com as observações e/ou considerações que se achar pertinente para o bom desenvolvimento dos serviços, somente após a verificação conjunta do relatório por representantes da Fiscalizadora e da CDHU, será agendada a reunião de abertura das obras. 8. Supervisão ambiental e controle da segurança, higiene e medicina do trabalho Caberá à Fiscalizadora observar, dentro dos limites cabíveis, o cumprimento, por parte das empresas contratadas, das medidas ambientais e de segurança definidas nos contratos e de acordo com as normas de meio ambiente, segurança e higiene do trabalho. Página 30 de 81

26 Pág.: 27 de 70 Deverá verificar as condições gerais dos canteiros quanto aos aspectos de racionalidade, condições de estocagem dos materiais, higiene e segurança e limpeza. 9. Levantamentos topográficos de conferência Executar a prestação dos serviços de topografia para fins de elaboração de medição e conferência dos serviços executados pela Contratada para execução das obras, além do apoio às atividades de fiscalização das obras e serviços. A(s) equipe(s) de topografia será(ão) mobilizada(s) pela Fiscalizadora, com planejamento para executar(em) os serviços de conferência de locação de lotes e ruas, dos níveis dos platôs, seções do terreno, além da verificação e aprovação das plantas cadastrais elaboradas pela construtora. 10. Elaboração de Medição das obras e dos Serviços Mensalmente ou no período a ser determinado pela CDHU, serão feitos pela Fiscalizadora, com a ciência do preposto da Contratada, os levantamentos dos serviços executados (quantidades) que estejam em conformidade com projetos, memoriais e normas técnicas, que serão apontados em planilhas, segundo os critérios de medição da CDHU. Estes levantamentos serão atestados pelo Coordenador de Obras da equipe da Fiscalizadora, que emitirá a medição financeira mensal. Esse documento será atestado pelos coordenadores da CDHU e da Contratada e enviado à CDHU. 11. Acompanhamento, diagnóstico e análise crítica do desenvolvimento dos empreendimento, visando o fiel cumprimento do cronograma físico-financeiro Acompanhar o desenvolvimento do empreendimento tendo como base as metas pré-fixadas dos prazos e de desembolso financeiro. Compatibilizar as etapas de forma a manter o equilíbrio da execução dos serviços com os recursos disponibilizados. Acompanhar e diagnosticar possíveis atrasos, interferências, desvios e distanciamento das especificações contratadas, buscando sempre restabelecer os prazos iniciais com avanços nas etapas futuras, sem aplicar aditivos de prazos e/ou acarretar ônus adicionais à CDHU, visando a manutenção da qualidade observando o menor custo e obediência dos prazos preestabelecidos. 12. Apoio à gestão, acompanhamento e diligenciamento dos serviços de responsabilidade das Prefeituras Municipais, das Concessionárias de Serviços Públicos, das Entidades de Mutirão e dos demais Órgãos Públicos envolvidos para consecução das metas dos empreendimentos; Após o início dos serviços, a Fiscalizadora, através do seu Supervisor/ Eng.º Fiscal iniciará as tratativas com as Prefeituras e Concessionárias para execução dos serviços de infra-estrutura. A Contratada realizará o diligenciamento das atividades, atuando como preposto da CDHU e tomando as providências cabíveis para que os prazos sejam cumpridos. A CDHU credenciará a Fiscalizadora junto às Prefeituras e Concessionárias e fornecerá os contratos / convênios firmados para a execução desses serviços. 13. Administração dos contratos e convênios para execução das obras e serviços A administração dos contratos/convênios para execução das obras compreende o acompanhamento das condições estabelecidas no mesmo, incluindo o controle dos prazos e valores, bem como a análise e encaminhamento dos processos de aditamento ou supressão de serviços e de suas implicações no contrato. Página 31 de 81

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