Reconhecimento de Propriedade Privada sobre terrenos nas margens

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Reconhecimento de Propriedade Privada sobre terrenos nas margens"

Transcrição

1 RECURSOS HÍDRICOS Domínio Público Hídrico de Propriedade Privada sobre terrenos nas margens Dra. Águeda Silva (Eng.ª Fernanda Ambrósio e Eng.º João Pedro Martins) Seminário Gestão das margens das linhas de água nas explorações agrícolas 14 julho 2014

2 Lei 54/2005, 15 novembro (em vigor desde 30 de dezembro de 2005) 2

3 Legislação revogada pela Lei 54/2005 Capítulos I e II do DL 468/71, 5 de nov. - (Lei dos Terrenos do Domínio Hídrico) Artigo 1.º do Decreto 5787-IIII, 18 maio (antiga lei da água) 3

4 Alterações Lei 54/2005, 15 novembro Lei 78/2013, 21 de novembro - Procede à primeira alteração à Lei n.º 54/2005. Prorrogou, até 1 de julho de 2014, o prazo para instauração de processos judiciais de reconhecimento de propriedade privada sobre parcelas de leitos ou margens dominiais, determinando também a revisão da Lei 54/2005 no sentido da redefinição dos requisitos e prazos para o reconhecimento de propriedade privada. 4

5 Delimitação Alterações Lei 54/2005, 15 novembro Lei 34/2014, 19 de junho - Segunda alteração à Lei n.º 54/2005 destaca-se: Artigo 9º Determina que a Autoridade Nacional da Água deve identificar, até 1 de janeiro de 2016, a sua área de jurisdição, tornando-a acessível e pública. Artigo 15º A atribuição ao Ministério Público da defesa do Estado nas ações judiciais de reconhecimento de propriedade privada. Estabelece um regime de prova diferenciado nas situações seguintes (mas mantém a necessidade de reconhecimento por via judicial): Perante atos de desafetação do DPH; Ocupação de margens de cursos de água navegáveis não sujeitas à jurisdição dos órgãos locais da DGAM; Parcelas integradas em zona urbana consolidada, fora da zona de risco de erosão ou de invasão do mar, e ocupadas por construção anterior a 1951 (RGEU). 5

6 Recursos hídricos Águas, respetivos leitos e margens Zonas adjacentes; Zonas de máxima infiltração; Zonas protegidas. Lei 54/2005 dos recursos hídricos Recursos dominiais - pertencentes ao domínio público; Recursos patrimoniais - pertencentes a entidades públicas ou particulares. 6

7 Domínio Público Hídrico (DPH) Compreende: Domínio público marítimo pertence ao Estado; Domínio público lacustre e fluvial pode pertencer ao Estado, às Regiões Autónomas ou aos Municípios; Domínio público hídrico das restantes águas pode pertencer ao Estado, às Regiões Autónomas ou aos Municípios e Freguesias. 7

8 Destacam-se: DOMÍNIO PÚBLICO LACUSTRE E FLUVIAL Cursos de água navegáveis ou flutuáveis, com os respetivos leitos e margens; Lagos e lagoas navegáveis ou flutuáveis, com os respetivos leitos e margens; Canais e valas navegáveis ou flutuáveis, ou abertas por entes públicos, e respetivas águas; Albufeiras criadas para fins de utilidade pública, nomeadamente produção de energia elétrica ou rega, com os respetivos leitos. Destacam-se: DOMÍNIO PÚBLICO HÍDRICO DAS RESTANTES ÁGUAS Águas subterrâneas existentes em terrenos públicos; Águas nascidas em prédios particulares e águas pluviais neles caídas logo que transponham abandonadas os limites dos terrenos onde nasceram ou caíram. 8

9 RECURSOS PATRIMONIAIS São particulares, sujeitos a servidão administrativa: Os leitos e margens das águas do mar e de águas navegáveis reconhecidos como privados nos termos da lei ou objeto de um ato de desafetação; Os cursos de água não navegáveis nem flutuáveis e respetivos leitos e margens. 9

10 Noção de leito Terreno coberto pelas águas quando não influenciadas por cheias extraordinárias, inundações ou tempestades. No leito incluem-se os mouchões, lodeiros e areais nele formados por deposição aluvial. 10

11 Limites do leito o leito das águas do mar, bem como das demais águas sujeitas à influência das marés, é limitado pela linha da máxima preia-mar de águas vivas equinociais (LMPAVE) definida, para cada local, em função do espraiamento das vagas em condições médias de agitação do mar, no primeiro caso, e em condições de cheias médias, no segundo; o leito das restantes águas é limitado pela linha que corresponder à estrema dos terrenos que as águas cobrem em condições de cheias médias, sem transbordar para o solo natural, habitualmente enxuto. Essa linha é definida, conforme os casos, pela aresta ou crista superior do talude marginal ou pelo alinhamento da aresta ou crista do talude molhado das motas, cômoros, valados, tapadas ou muros marginais. 11

12 NOÇÃO E LARGURA DA MARGEM Legislação Noção de Margem Faixa de terreno contígua ou sobranceira à linha que limita o leito das águas 12

13 NOÇÃO E LARGURA DA MARGEM Legislação Largura da margem Águas do mar e águas navegáveis ou flutuáveis sujeitas à jurisdição das autoridades marítima ou portuária - 50m Restantes águas navegáveis ou flutuáveis 30m Águas não navegáveis, nem flutuáveis 10m A largura da margem conta-se a partir da linha limite do leito (LLL). Quando a LLL atinge arribas alcantiladas, a largura da margem é contada a partir da crista do alcantil margem sobrelevada. Quando existir natureza de praia em extensão superior à estabelecida para cada caso, a margem estende-se até onde o terreno apresentar tal natureza. Nas Regiões Autónomas, se a margem atingir uma estrada regional ou municipal existente, a sua largura só se estende até essa via. 13

14 ESQUEMA INDICATIVO DA MARGEM (geral) LMPAVE LMBAV 14

15 legislação Delimitação Lei 54/2005, 15 novembro O que está sujeito a reconhecimento de propriedade? Parcelas de leitos ou margens das águas do mar ou de quaisquer águas navegáveis ou flutuáveis, incluindo as parcelas integradas em zonas urbanas consolidadas ocupadas com construção anterior a 1951, fora da faixa de risco. Porquê? É uma imposição legal com origem no diploma régio de 1864 e no Código Civil de 1867, que os diplomas subsequentes mantiveram. A quem compete? Aos tribunais comuns. Como se obtém? Mediante prova documental que observe as datas de referência fixadas na Lei. Há exceções? Sim, no caso das parcelas: - que foram objeto de um ato de desafetação - de leitos e margens de águas não navegáveis nem flutuáveis, uma vez que a lei os considera particulares 15

16 legislação Delimitação Lei 54/2005, 15 novembro Quais as datas de referência? - 31 de dezembro de 1864: publicação do diploma régio que declarou do domínio público imprescindível, os portos de mar e praias e os rios navegáveis e flutuáveis, com as suas margens, os canais e valas, os portos artificiais e docas existentes ou que de futuro se construam - 22 de março de 1868: entrada em vigor do Código Civil de aplicável a parcelas sobre arribas alcantiladas - 1 de dezembro de 1892: publicação do Decreto n.º 8 que organizou os Serviços Hidráulicos - data anterior à qual é ainda possível aceitar a existência de posse ou propriedade privadas - Ano de 1951: ano da publicação do Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU) Tem prazo? Não. Pode ser solicitado a todo o tempo. 16

17 legislação Delimitação Lei 54/2005, 15 novembro A que condicionamentos estão sujeitas as parcelas: Que não passaram por procedimento de reconhecimento de propriedade privada? Integram o Domínio Público Hídrico (DPH), pertencendo ao Estado. A sua utilização/ocupação privativa está sujeita à obtenção de um título - licença ou concessão - e ao pagamento da Taxa de Recursos Hídricos (TRH). Que foram reconhecidas como propriedade privada? Estão sujeitas a servidões administrativas, nomeadamente, a uma servidão de uso público no interesse geral de acesso às águas e de passagem ao longo das águas, da pesca, da navegação e da flutuação, e da fiscalização e policiamento das águas pelas entidades competentes. A sua utilização/ocupação carece de um título de utilização dos recursos hídricos - uma autorização - mas está isenta do pagamento da TRH. Que tendo sido sujeitas a procedimento de propriedade privada, o tribunal não veio a reconhecer esse direito? Mantêm-se no DPH não podendo ser alvo de nova ação judicial. 17

18 legislação Delimitação Lei 54/2005, 15 novembro E quanto às albufeiras de águas públicas? - As águas e respetivos leitos são públicos - As margens, com 30m de largura, são privadas e sujeitas à servidões administrativas, com exceção das que tiverem sido expropriadas para a construção da barragem Que informação pode a APA disponibilizar? - Autos de delimitação de Domínio Público Hídrico já publicados - Demarcação de Linha Limite do Leito (LLL) e Linha Limite da Margem (LLM) - Zonas de risco - Cursos de água navegáveis e flutuáveis E se já tiver sido publicado auto de delimitação de DPH? Os autos homologados e publicados são vinculativos para todas as entidades públicas. Para mais informações consulte o site da APA em - Guia de apoio sobre a titularidade dos recursos hídricos - Esclarecimento relativo à aplicação da Lei n.º 54/2005 às albufeiras de águas públicas 18

19 A Lei 54/2005, conjuntamente com a Lei da Água (Lei n.º 58/2005, de 29 de dezembro), veio sujeitar o universo dos recursos hídricos à jurisdição da Autoridade Nacional da Água (ANA) - Agência Portuguesa do Ambiente, I.P. Sem prejuízo da jurisdição da ANA e ao abrigo de um título de utilização, a administração do domínio público hídrico pode ser afeta a entidades de direito público encarregadas da prossecução de atribuições de interesse público art.º 9.º da Lei 54/2005 designadamente, administrações portuárias, autarquias, associações de utilizadores ou concessionários de utilização de recursos hídricos art. 13.º e n.º 4 do art. 8.º da Lei da Água. 19

20 Demarcação do leito e margens dominiais Deve a ANA organizar e manter atualizado o das águas do domínio público, procedendo às classificações necessárias para o efeito, nomeadamente da navegabilidade e flutuabilidade dos cursos de água, lagos e lagoas n.º 1 do art. 21.º da Lei 54/2005. Deve a ANA organizar e manter atualizado o das margens dominiais n.º 1 do art. 21.º da Lei 54/2005. Estão desenvolvidas propostas de demarcação das margens dominiais nos seguintes troços: costa sul do Algarve (exceto Ria Formosa); faixa litoral da ARH-Alentejo, ARH-Tejo; ARH-Centro e ARH Norte; Ria de Aveiro (ARH-Centro). 20

21 da Autoridade Nacional da Água Critérios de demarcação Disposições legais constantes na Lei n.º 54/2005; Despacho n.º 12/2010/Pres. INAG, I.P., de 25 de janeiro: Demarcação do Leito e da Margem das Águas do Mar no Litoral Sul do Algarve ; Critérios para a demarcação física do leito e da margem das águas de transição em sistemas lagunares, estuários e lagoas costeiras do Litoral Centro. 21

22 Inventários - Autos de delimitação DPH Lei 54/2005, 15 de novembro: Organizar e manter atualizado o das margens dominiais. Lei da Água (Lei n.º 58/2005, 29 dezembro): Inventariar e manter o do domínio público hídrico. Quadro 1. Inventários de delimitação DPM e áreas abrangidas (vd. Figura 2) Inventários e áreas Publicitação Fase abrangidas (data prevista) Polis Litoral Norte e Rio Minho Em análise 2014 Póvoa de Varzim à Marinha Grande Em preparação 2014 Polis Ria de Aveiro Em análise 2014 Faixa Litoral da ARH-Tejo Publicitado 2012 Estuário do rio Tejo Estuário do rio Sado Sudoeste Alentejano e costa Vicentina Publicitado 2011 Polis litoral Ria Formosa Publicitado 2011 ARH Algarve, exceto a ria Formosa Em preparação

23 Registo e classificação do Domínio Público Hídrico (DPH) Legislação Domínio Público Lacustre e Fluvial - Protocolo APA - EDP Distribuição demarcação Águas navegáveis e flutuáveis de propriedade privada (artigo 15.º da Lei n.º 54/2005, de 15 de novembro) Registo Domínio Público Lacustre e Fluvial: águas navegáveis ou flutuáveis; águas não navegáveis nem flutuáveis; albufeiras; lagos e lagoas Condicionantes ambientais associadas a recursos hídricos: cheias; perímetros de proteção de captações de águas subterrâneas; zonas sensíveis e zonas vulneráveis - da Autoridade Nacional da Água (artigo 20º da Lei n.º 54/2005, de 15 de novembro) Licenciamento (artigos 23º a 25º da Lei n.º 54/2005, de 15 de novembro e Decreto-Lei n.º 226-A/2007, de 31 de maio) 23

24 Organização da informação geográfica Sistemas informáticos de gestão de informação geográfica sobre o DPM baseados em plataformas web: Sistematizar e centralizar informação através de bases de dados geográficas; Editar, consultar e visualizar dados e mapas; Garantir a integridade dos dados geográficos; Partilhar recursos; Aplicações de SIG para ambiente de internet: Geovisualizador DPH do DLPC; Sistema de Administração do Recurso Litoral (SIARL). 24

25 Geovisualizador do DPM 25

26 Atualização e harmonização da informação Legislação

27 Delimitação BLIBLIOGRAFIA Lei nº 54/2005, de 15 de novembro Lei nº 78/2013 de 21 de novembro Lei nº 34/2014, de 19 de junho Lei da Água (na redação do Decreto-Lei n.º 130/2012, de 22 de junho) Decreto-Lei n.º 226-A/ Regime das utilizações do Domínio Hídrico Decreto-Lei nº 353/2007, de 26 de outubro Portaria nº 931/2010, de 20 de setembro Despacho Normativo (MAOTDR) nº 32/2008, de 20 de junho Resolução do Conselho de Ministros n.º 35/2014, de 20 de maio Decreto-Lei nº 468/71, de 5 de novembro (revogado) Decreto-Lei nº 44/2002, de 2 de março Pareceres CDPM nº 4922 e 5691 Despacho 12/2010/Pres. INAG Teixeira, S. B. (2009). Demarcação do leito e da margem das águas do mar no litoral sul do Algarve. Administração da Região Hidrográfica do Algarve. Faro, 207p. 27

Corrente navegável - a que for acomodada à navegação, com fins comerciais, de embarcações de qualquer forma, construção e dimensões.

Corrente navegável - a que for acomodada à navegação, com fins comerciais, de embarcações de qualquer forma, construção e dimensões. DOMÍNO HÍDRCO CONCETOS E NORMAS Para uma melhor compreensão da extensão dos bens que integram a componente dos terrenos do domínio hídrico torna-se necessário especificar alguns conceitos (conceito de

Leia mais

Classificação das Águas

Classificação das Águas Classificação das Águas Entende-se por corrente navegável a que é ou vier a ser acomodada à navegação, com fins comerciais, de barcos de qualquer forma, construção ou dimensão; e por corrente flutuável

Leia mais

Guia de apoio sobre a titularidade dos Recursos Hídricos

Guia de apoio sobre a titularidade dos Recursos Hídricos RECURSOS HÍDRICOS Guia de apoio sobre a titularidade dos Recursos Hídricos setembro de 2014 AGÊNCIA PORTUGUESA DO AMBIENTE Guia de apoio sobre a titularidade dos recursos hídricos preparado por Departamento

Leia mais

Projecto de Decreto-Lei, precedido de autorização legislativa da Assembleia da República, sobre Titularidade dos Recursos Hídricos

Projecto de Decreto-Lei, precedido de autorização legislativa da Assembleia da República, sobre Titularidade dos Recursos Hídricos Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente Projecto de Decreto-Lei, precedido de autorização legislativa da Assembleia da República, sobre Titularidade dos Recursos Hídricos NOVEMBRO

Leia mais

Lei n.º 54/2005 de 15 de Novembro. Estabelece a titularidade dos recursos hídricos

Lei n.º 54/2005 de 15 de Novembro. Estabelece a titularidade dos recursos hídricos Lei n.º 54/2005. DR 219 SÉRIE I-A de 2005-11-15 Assembleia da República Estabelece a titularidade dos recursos hídricos Lei n.º 54/2005 de 15 de Novembro Estabelece a titularidade dos recursos hídricos

Leia mais

Guia de apoio sobre a titularidade dos Recursos Hídricos

Guia de apoio sobre a titularidade dos Recursos Hídricos RECURSOS HÍDRICOS Guia de apoio sobre a titularidade dos Recursos Hídricos julho 2013 AGÊNCIA PORTUGUESA DO AMBIENTE Guia de apoio sobre a titularidade dos recursos hídricos preparado por Departamento

Leia mais

Manual de Procedimentos

Manual de Procedimentos Manual de Procedimentos (Elaborado no âmbito do Protocolo de colaboração com vista à regularização das utilizações dos recursos hídricos no sector agrícola estabelecido com a CAP e CONFAGRI) Janeiro, 2010

Leia mais

LEI DA ÁGUA (Lei nº 58/2005) E LEI DA TITULARIDADE DOS RECURSOS HÍDRICOS (Lei nº 54/2008) António Gonçalves Henriques 1

LEI DA ÁGUA (Lei nº 58/2005) E LEI DA TITULARIDADE DOS RECURSOS HÍDRICOS (Lei nº 54/2008) António Gonçalves Henriques 1 LEI nº 58/2005 LEI DA ÁGUA, 29/12 LEI nº 54/2005 TITULARIDADE DOS RECURSOS HÍDRICOS, 15/11 António Gonçalves Henriques António Gonçalves Henriques 1 Lei nº 54/2005 Âmbito: águas, leitos e margens, zonas

Leia mais

7. Condicionantes. : Reserva Ecológica Nacional; : Reserva Agrícola Nacional; : Domínio Público Hídrico; : Património Classificado;

7. Condicionantes. : Reserva Ecológica Nacional; : Reserva Agrícola Nacional; : Domínio Público Hídrico; : Património Classificado; 7. Condicionantes De acordo com a legislação em vigor existe um conjunto de figuras legais que de algum modo, condicionam o território ou constituem servidões administrativas e outras restrições de utilidade

Leia mais

Ocupação das Faixas de Risco e Áreas do Domínio Hídrico sob Jurisdição da CCDR-LVT na Área de Intervenção do POOC Alcobaça Mafra.

Ocupação das Faixas de Risco e Áreas do Domínio Hídrico sob Jurisdição da CCDR-LVT na Área de Intervenção do POOC Alcobaça Mafra. MINISTÉRIO DO AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL NOTA TÉCNICA Ocupação das Faixas de Risco e Áreas do Domínio Hídrico sob Jurisdição da CCDR-LVT na Área de Intervenção do POOC

Leia mais

RISCOS NA ZONA COSTEIRA: CARACTERIZAÇÃO DOS ACIDENTES PESSOAIS NO

RISCOS NA ZONA COSTEIRA: CARACTERIZAÇÃO DOS ACIDENTES PESSOAIS NO 1 RISCOS NA ZONA COSTEIRA: CARACTERIZAÇÃO DOS ACIDENTES PESSOAIS NO DOMÍNIO PÚBLICO P HÍDRICO H NO TROÇO O AVEIRO-FIGUEIRA DA FOZ José António Velho Gouveia ISCIA javg@meo.pt Maio 2010 2 Sumário Conceitos

Leia mais

Servidões e restrições de utilidade pública. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano

Servidões e restrições de utilidade pública. Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano Servidões e restrições de utilidade pública Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano Edição digital Ficha Técnica Título Servidões e Restrições de Utilidade Pública (SRUP) Colecção

Leia mais

CAE Rev_3: 93294 ASSISTÊNCIA AOS BANHISTAS

CAE Rev_3: 93294 ASSISTÊNCIA AOS BANHISTAS O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL CAE Rev_3: 93294 ASSISTÊNCIA AOS BANHISTAS ÂMBITO:

Leia mais

De quem é a água? Quem tem direito a u%lizá- la? Em que condições? Quem tem prioridade na sua u%lização?

De quem é a água? Quem tem direito a u%lizá- la? Em que condições? Quem tem prioridade na sua u%lização? Polí%cas de Ambiente Polí%cas de Ambiente em Portugal Polí%ca Nacional da Água e Convenção de Albufeira para os Rios Luso- Espanhois Francisco Nunes Correia IST, Ano Lec%vo 2010/2011 Questões primordiais

Leia mais

O novo enquadramento legal, regulado pelo Decreto-Lei n.º 226-A/2007, de 31 de maio, deixou de considerar a limpeza e desobstrução de linhas de água

O novo enquadramento legal, regulado pelo Decreto-Lei n.º 226-A/2007, de 31 de maio, deixou de considerar a limpeza e desobstrução de linhas de água O novo enquadramento legal, regulado pelo Decreto-Lei n.º 226-A/2007, de 31 de maio, deixou de considerar a limpeza e desobstrução de linhas de água como uma utilização. Não obstante, permanece a obrigatoriedade

Leia mais

Decreto-Lei n.º 93/90 de 19 de Março

Decreto-Lei n.º 93/90 de 19 de Março A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo do Decreto-Lei n.º 93/90, de 19 de Março, não substitui a consulta da sua publicação em Diário da República. Decreto-Lei n.º 93/90 de 19 de Março Revê

Leia mais

Classificação DOS EMPREENDIMENTOS DE TURISMO NO ESPAÇO RURAL:

Classificação DOS EMPREENDIMENTOS DE TURISMO NO ESPAÇO RURAL: O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL CAE Rev_3: 55202 TURISMO NO ESPAÇO RURAL NOÇÃO:

Leia mais

REGULAMENTO DE PESCA DESPORTIVA NA ALBUFEIRA DE VASCOVEIRO

REGULAMENTO DE PESCA DESPORTIVA NA ALBUFEIRA DE VASCOVEIRO REGULAMENTO DE PESCA DESPORTIVA NA ALBUFEIRA DE VASCOVEIRO Julho 2013 PREÂMBULO A Barragem de Vascoveiro foi construída com o objetivo de fornecer água à cidade de Pinhel e a algumas freguesias do Concelho.

Leia mais

atividadedas empresas de animação turística e dos operadores marítimo-turísticos

atividadedas empresas de animação turística e dos operadores marítimo-turísticos NÁUTICA DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E CULTURA MARÍTIMA Carla Abreu Registo Nacional de Agentes de Animação Turística - RNAAT- (DL 108/2009 de 15 de Maio) Estabelece as condições de acesso e de exercício

Leia mais

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DE ZONAS DE ESTACIONAMENTO DE DURAÇÃO LIMITADA CONTROLADAS POR MEIOS MECÂNICOS (PARCÓMETROS).

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DE ZONAS DE ESTACIONAMENTO DE DURAÇÃO LIMITADA CONTROLADAS POR MEIOS MECÂNICOS (PARCÓMETROS). REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DE ZONAS DE ESTACIONAMENTO DE DURAÇÃO LIMITADA CONTROLADAS POR MEIOS MECÂNICOS (PARCÓMETROS). Legislação habilitante - Considerando o artigo 64, nº 1, al u) da Lei 169/99, de

Leia mais

PORTARIA SERLA N 591, de 14 de agosto de 2007

PORTARIA SERLA N 591, de 14 de agosto de 2007 PORTARIA SERLA N 591, de 14 de agosto de 2007 ESTABELECE OS PROCEDIMENTOS TÉCNICOS E ADMINISTRATIVOS PARA EMISSÃO DA DECLARAÇÃO DE RESERVA DE DISPONIBILIDADE HÍDRICA E DE OUTORGA PARA USO DE POTENCIAL

Leia mais

CÓDIGOS REGIME DE ACESSO E EXERCÍCIO DA ATIVIDADE DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM VEÍCULOS PRONTO-SOCORRO TERMOS DE DISPONIBILIZAÇÃO E DE UTILIZAÇÃO

CÓDIGOS REGIME DE ACESSO E EXERCÍCIO DA ATIVIDADE DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM VEÍCULOS PRONTO-SOCORRO TERMOS DE DISPONIBILIZAÇÃO E DE UTILIZAÇÃO CÓDIGOS REGIME DE ACESSO E EXERCÍCIO DA ATIVIDADE DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM VEÍCULOS PRONTO-SOCORRO TERMOS DE DISPONIBILIZAÇÃO E DE UTILIZAÇÃO A seleção dos textos legislativos disponibilizados no sitio

Leia mais

Registros em terras de fronteiras, margens de rio e terras devolutas

Registros em terras de fronteiras, margens de rio e terras devolutas Registros em terras de fronteiras, margens de rio e terras devolutas Josely Trevisan Massuquetto Procuradora do INCRA no Paraná. Francisco José Rezende dos Santos Oficial do 4º Reg. Imóveis de Bhte e Presidente

Leia mais

PROGRAMA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

PROGRAMA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA USP de Concelho A. Identificação da Zona Balnear Zona Balnear Identificada: Zona Balnear (cod.) (designação) Bandeira Azul Praia Acessível (ano de atribuição) (ano de atribuição) Identificação do local

Leia mais

Francisco Pires de Morais, arquiteto DSOT/DPGU

Francisco Pires de Morais, arquiteto DSOT/DPGU Francisco Pires de Morais, arquiteto DSOT/DPGU Consultas a Entidades da Administração Central no âmbito do RJUE Portal do SIRJUE Maior Eficácia e maior rapidez Correta análise e submissão do processo Procedimentos:

Leia mais

Decreto-Lei n.º 213/92 de 12 de Outubro Altera o Decreto-Lei n.º 93/90, de 19 de Março (Reserva Ecológica Nacional).

Decreto-Lei n.º 213/92 de 12 de Outubro Altera o Decreto-Lei n.º 93/90, de 19 de Março (Reserva Ecológica Nacional). A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo do Decreto-Lei n.º 213/92, de 12 de Outubro, não substitui a consulta da sua publicação em Diário da República. Decreto-Lei n.º 213/92 de 12 de Outubro

Leia mais

RECOMENDAÇÃO Nº 2/A/2002 [artigo 20º, nº 1, alínea a), da Lei nº 9/91, de 9 de Abril] I. INTRODUÇÃO

RECOMENDAÇÃO Nº 2/A/2002 [artigo 20º, nº 1, alínea a), da Lei nº 9/91, de 9 de Abril] I. INTRODUÇÃO Número: 2/A/2002 Data: 01-03-2002 Entidade visada: Secretário Regional do Ambiente Assunto: delimitação do D.P.M. na Região Autónoma dos Açores Área: Açores P-15/2001 (Aç) RECOMENDAÇÃO Nº 2/A/2002 [artigo

Leia mais

Município de Leiria Câmara Municipal

Município de Leiria Câmara Municipal Divisão Jurídica e Administrativa (DIJA) DELIBERAÇÃO DA REUNIÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE 24 DE NOVEMBRO DE 2015 Serviço responsável pela execução da deliberação Departamento de Planeamento de Gestão Urbanística

Leia mais

FOLHA INFORMATIVA Nº42-2012. Um batelão afundado no Tejo

FOLHA INFORMATIVA Nº42-2012. Um batelão afundado no Tejo Editor: Instituto Politécnico de Santarém Coordenação: Gabinete coordenador do projecto Ano 5; N.º 209; Periodicidade média semanal; ISSN:2182-5297; [N.35] FOLHA INFORMATIVA Nº42-2012 Um batelão afundado

Leia mais

Assunto: Pedido de informação sobre a aplicação das regras de isenção de licenciamento das mensagens publicitárias.

Assunto: Pedido de informação sobre a aplicação das regras de isenção de licenciamento das mensagens publicitárias. N.ª Ref.ª: I/( )/13/CMP V.ª Ref.ª: I/( )/11/CMP Data: 13-02-2013 Assunto: Pedido de informação sobre a aplicação das regras de isenção de licenciamento das mensagens publicitárias. Enquadramento Factual

Leia mais

DOMÍNIO PÚBLICO MARÍTIMO - CONCEITOS, EVOLUÇÃO HISTÓRICA, FIGURAS COMPARADAS E O SEU PAPEL NA PROTEÇÃO DOS RECURSOS COSTEIROS E ESTUARINOS

DOMÍNIO PÚBLICO MARÍTIMO - CONCEITOS, EVOLUÇÃO HISTÓRICA, FIGURAS COMPARADAS E O SEU PAPEL NA PROTEÇÃO DOS RECURSOS COSTEIROS E ESTUARINOS DOMÍNIO PÚBLICO MARÍTIMO - CONCEITOS, EVOLUÇÃO HISTÓRICA, FIGURAS COMPARADAS E O SEU PAPEL NA PROTEÇÃO DOS RECURSOS COSTEIROS E ESTUARINOS Marco ANTUNES 1 ; Teresa FIDÉLIS 2 RESUMO Os leitos e margens

Leia mais

ELEMENTOS NECESSÁRIOS À INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE TÍTULO DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS

ELEMENTOS NECESSÁRIOS À INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE TÍTULO DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS ELEMENTOS NECESSÁRIOS À INSTRUÇÃO DO PEDIDO DE TÍTULO DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS I. IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE Nome/Denominação social, identificação fiscal n.º, com residência/sede em, código

Leia mais

Entidade Visada: ANACOM Autoridade Nacional de Comunicações; PT Comunicações, S.A.; EDP Distribuição de Energia, S.A.

Entidade Visada: ANACOM Autoridade Nacional de Comunicações; PT Comunicações, S.A.; EDP Distribuição de Energia, S.A. Processo: R-36/04 Entidade Visada: ANACOM Autoridade Nacional de Comunicações; PT Comunicações, S.A.; EDP Distribuição de Energia, S.A. Assunto: Ordenamento do território servidões administrativas propriedade

Leia mais

Pº C.Co.36/2012 SJC-CT

Pº C.Co.36/2012 SJC-CT Pº C.Co.36/2012 SJC-CT Consulente: Registo Nacional de Pessoas Coletivas. Sumário: Publicação das alterações de estatutos das fundações com natureza de Instituições Particulares de Solidariedade Social(IPSS)

Leia mais

Gerir o Domínio Público Ferroviário com Inteligência Geográfica Rodrigo Dourado

Gerir o Domínio Público Ferroviário com Inteligência Geográfica Rodrigo Dourado Rodrigo Dourado Agenda Grupo REFER Direção de Gestão Cadastral e Licenciamento Dados do negócio e Informação geográfica Funções do SIG no Património Visualizadores FLEX Ações Futuras Grupo REFER REFER

Leia mais

NORMA DE PROCEDIMENTOS N.ºN.º/MÊS/08

NORMA DE PROCEDIMENTOS N.ºN.º/MÊS/08 NORMA DE PROCEDIMENTOS N.ºN.º/MÊS/08 AM/02 FEVEREIRO/2009 TRAMITAÇÃO DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO ESTUDO DE IMPACTE AMBIENTAL (EIA) ÍNDICE: 1. APRESENTAÇÃO 2. LEGISLAÇÃO DE ENQUADRAMENTO 3. TRAMITAÇÃO

Leia mais

NOVAS ORIENTAÇÕES ESTRATÉGICAS PARA A DELIMITAÇÃO DA REN

NOVAS ORIENTAÇÕES ESTRATÉGICAS PARA A DELIMITAÇÃO DA REN NOVAS ORIENTAÇÕES ESTRATÉGICAS PARA A DELIMITAÇÃO DA REN Portalegre 7 de Julho de 2015 1 RESERVA ECOLÓGICA NACIONAL DELIMITAÇÃO DE ACORDO COM O NOVO REGIME JURÍDICO Resolução do Conselho de Ministros n.º

Leia mais

DL 258/2009 de 25 de Setembro e DL 123/2009 de 21 de Maio. Mário de Freitas

DL 258/2009 de 25 de Setembro e DL 123/2009 de 21 de Maio. Mário de Freitas DL 258/2009 de 25 de Setembro e DL 123/2009 de 21 de Maio Mário de Freitas Junho de 2010 Objectivo do DL 258/2009 de 25 de Setembro e do DL 123/2009 de 21 de Maio Desenvolvimento e promoção do investimento

Leia mais

Hidrografia e Litoral

Hidrografia e Litoral Conferência Internacional ESTRUTURA ECOLÓGICA NACIONAL CONCEITOS E DELIMITAÇÃO Auditório da Torre do Tombo, 22 de Novembro de 2013 Hidrografia e Litoral João Silva Natália Cunha Ana Müller Lopes Manuela

Leia mais

SIARL Sistema de Administração do Recurso Litoral

SIARL Sistema de Administração do Recurso Litoral SIARL Sistema de Administração do Recurso Litoral João HERDEIRO 1, Marisa SILVA 1 e Paulo PATRÍCIO 1 1 Direção-Geral do Território, Portugal (ajherdeiro@dgterritorio.pt; marisas@dgterritorio.pt; ppatricio@dgterritorio.pt)

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTACIONAMENTO DO MUNÍCIPIO DE VILA NOVA DE GAIA

REGULAMENTO DE ESTACIONAMENTO DO MUNÍCIPIO DE VILA NOVA DE GAIA REGULAMENTO DE ESTACIONAMENTO DO MUNÍCIPIO DE VILA NOVA DE GAIA 2 Preâmbulo Considerando que o progressivo aumento do parque automóvel e, consequentemente, da procura de estacionamento para satisfação

Leia mais

Sessão Debate Planos de Ordenamento da Orla Costeira

Sessão Debate Planos de Ordenamento da Orla Costeira Sessão Debate Planos de Ordenamento da Orla Costeira Região Hidrográfica do Tejo Ribeiras do Oeste Gabriela Moniz e Francisco Reis Torres Vedras, 11 de Dezembro de 2009 Administrações das Regiões Hidrográficas

Leia mais

Regime Jurídico da Exploração de Estabelecimentos de Alojamento Local (RJAL)

Regime Jurídico da Exploração de Estabelecimentos de Alojamento Local (RJAL) Regime Jurídico da Exploração de Estabelecimentos de Alojamento Local (RJAL) Decreto-Lei nº 128/2014, de 29 de agosto OBJETIVOS Alojamento Local como categoria autónoma Eficiência Simplificação Redução

Leia mais

Implementação do Web SIG para o PGRH

Implementação do Web SIG para o PGRH Implementação do Web SIG para o PGRH ARH Centro, I.P. Requisitos do Sistema Ref.: 30/11/2010 FICHA TÉCNICA Referência: Projecto: Implementação do Web SIG para o PGRH Gestor de Projecto: Miguel Rodrigues

Leia mais

Regime jurídico da qualificação profissional dos técnicos responsáveis por projectos, pela fiscalização de obra e pela direcção de obra

Regime jurídico da qualificação profissional dos técnicos responsáveis por projectos, pela fiscalização de obra e pela direcção de obra Área de Prática - Imobiliário Julho 2009 Regime jurídico da qualificação profissional dos técnicos responsáveis por projectos, pela fiscalização de obra e pela direcção de obra A Lei n.º 31/2009, de 03.07.,

Leia mais

P.º n.º R.P. 138/2012 SJC-CT Emissão de certidão negativa respeitante a prédio supostamente integrado no domínio público. PARECER

P.º n.º R.P. 138/2012 SJC-CT Emissão de certidão negativa respeitante a prédio supostamente integrado no domínio público. PARECER P.º n.º R.P. 138/2012 SJC-CT Emissão de certidão negativa respeitante a prédio supostamente integrado no domínio público. PARECER Foi recusada a emissão da certidão negativa que o recorrente requisitou

Leia mais

MODERNIZAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS DAS REDES DE MONITORIZAÇÃO HIDRO METEOROLÓGICA

MODERNIZAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS DAS REDES DE MONITORIZAÇÃO HIDRO METEOROLÓGICA MODERNIZAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS DAS REDES DE MONITORIZAÇÃO HIDRO METEOROLÓGICA Lisboa, 18 de julho de 2014 Cláudia Brandão APA Missão Propor, desenvolver e acompanhar a gestão

Leia mais

Medida Provisória nº 691/2015

Medida Provisória nº 691/2015 Medida Provisória nº 691/2015 Brasília, Setembro/2015 AUDIÊNCIA PÚBLICA SENADO GESTÃO DE IMÓVEIS DA UNIÃO APERFEIÇOAMENTO DO MARCO LEGAL- MP 691/2015 Alienação de terrenos em áreas urbanas consolidadas

Leia mais

Autoridade Nacional de Protecção Civil. Ordenamento do Território e Protecção Civil. Henrique Vicêncio Henrique.Vicencio@prociv.pt

Autoridade Nacional de Protecção Civil. Ordenamento do Território e Protecção Civil. Henrique Vicêncio Henrique.Vicencio@prociv.pt Ordenamento do Território e Protecção Civil Henrique Vicêncio Henrique.Vicencio@prociv.pt www.triplov.com ooutroladodalua.blogspot.com Paulo Alves, Instituto de Meteorologia Autoridade Nacional de

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 170 Diário da República, 1.ª série N.º 9 14 de janeiro de 2013 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 3/2013 de 14 de janeiro Primeira alteração ao Decreto -Lei n.º 280/93, de 13 de agosto, que estabelece o regime

Leia mais

A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Regulamenta a Lei n.º 45/2003, de 22 de agosto, relativamente ao exercício profissional das atividades de aplicação de terapêuticas não convencionais Regulamenta a Lei n.º 45/2003, de 22 de agosto, relativamente

Leia mais

MANUAL DE APOIO. Processos de delimitação e de aprovação de Áreas de Reabilitação Urbana e de Operações de Reabilitação Urbana

MANUAL DE APOIO. Processos de delimitação e de aprovação de Áreas de Reabilitação Urbana e de Operações de Reabilitação Urbana MANUAL DE APOIO Processos de delimitação e de aprovação de Áreas de Reabilitação Urbana e de Operações de Reabilitação Urbana Abril de 2013 MANUAL DE APOIO Processos de delimitação e de aprovação de Áreas

Leia mais

RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJETO DE EXECUÇÃO

RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJETO DE EXECUÇÃO ÉVORA RESORT RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJETO DE EXECUÇÃO VOLUME 1 SUMÁRIO EXECUTIVO JUNHO DE 2012 ÉVORA RESORT RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJETO DE EXECUÇÃO Sumário Executivo

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO PARA O RECONHECIMENTO DO INTERESSE DO INVESTIMENTO PARA A REGIÃO. Nota justificativa

PROJETO DE REGULAMENTO PARA O RECONHECIMENTO DO INTERESSE DO INVESTIMENTO PARA A REGIÃO. Nota justificativa PROJETO DE REGULAMENTO PARA O RECONHECIMENTO DO INTERESSE DO INVESTIMENTO PARA A REGIÃO Nota justificativa Considerando que o Governo através do Decreto-Lei n.º 162/2014, de 31 de outubro, aprovou um novo

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL 7670 Diário da República, 1.ª série N.º 202 19 de Outubro de 2007 h) Garantir a gestão de serviços comuns no âmbito das aplicações cuja concretização esteja a cargo do II e promover a sua partilha e reutilização;

Leia mais

REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE COMPETÊNCIAS, FORMAÇÃO E EXPERIENCIA PROFISSIONAL

REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE COMPETÊNCIAS, FORMAÇÃO E EXPERIENCIA PROFISSIONAL REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE COMPETÊNCIAS, FORMAÇÃO E EXPERIENCIA PROFISSIONAL Considerando que, nos termos do n 3 do artigo 45. do Decreto -Lei n 74/2006, de 24 de margo, alterado pelos Decretos-Lei n

Leia mais

JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE REABILITAÇÃO URBANA DE SANTA CATARINA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA

JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE REABILITAÇÃO URBANA DE SANTA CATARINA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE REABILITAÇÃO URBANA DE SANTA CATARINA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA CÂMARA MUNICIPAL DE SINES DEPARTAMENTO DE GESTÃO TERRITORIAL DIVISÃO DE

Leia mais

ÁREA DE PRODUÇÃO AQUÍCOLA APA TAVIRA DESPACHO N.º 4223/2014, 21 MARÇO

ÁREA DE PRODUÇÃO AQUÍCOLA APA TAVIRA DESPACHO N.º 4223/2014, 21 MARÇO ÁREA DE PRODUÇÃO AQUÍCOLA APA TAVIRA DESPACHO N.º 4223/2014, 21 MARÇO 9 de abril de 2014 Dinâmica dos usos e atividades da Economia do Mar Pesca e Aquicultura, 2005 a 2012 A atividade aquícola é uma prioridade

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE ANOBRA

JUNTA DE FREGUESIA DE ANOBRA JUNTA DE FREGUESIA DE ANOBRA (CONDEIXA-A-NOVA) REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS Índice CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS... 3 Artigo 1.º (Objeto)... 3 Artigo 2.º (Sujeitos)... 3 Artigo 3.º (Isenções)...

Leia mais

SERVIDÃO ADMINISTRATIVA

SERVIDÃO ADMINISTRATIVA Direito Administrativo Aula 06 Professora Giovana Garcia SERVIDÃO ADMINISTRATIVA Definição: é direito real público que autoriza à Administração usar da propriedade imóvel, particular ou pública, limita

Leia mais

REGULAMENTO DE COMPENSAÇÕES POR NÃO CEDÊNCIA DE TERRENOS PARA EQUIPAMENTOS E ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS DECORRENTE DA APROVAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS

REGULAMENTO DE COMPENSAÇÕES POR NÃO CEDÊNCIA DE TERRENOS PARA EQUIPAMENTOS E ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS DECORRENTE DA APROVAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS REGULAMENTO DE COMPENSAÇÕES POR NÃO CEDÊNCIA DE TERRENOS PARA EQUIPAMENTOS E ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS DECORRENTE DA APROVAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS 1. O Regulamento referente à compensação pela não

Leia mais

GUIA PRÁTICO LICENCIAMENTO DA ATIVIDADE DOS ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL

GUIA PRÁTICO LICENCIAMENTO DA ATIVIDADE DOS ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL GUIA PRÁTICO LICENCIAMENTO DA ATIVIDADE DOS ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/15 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Licenciamento

Leia mais

2.º SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência PARTE C. Quinta-feira, 12 de abril de 2012 Número 73

2.º SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência PARTE C. Quinta-feira, 12 de abril de 2012 Número 73 II SÉRIE Quinta-feira, 12 de abril de 2012 Número 73 ÍNDICE 2.º SUPLEMENTO PARTE C Ministério da Educação e Ciência Gabinetes do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar e da Secretária

Leia mais

Albufeira, Maio 2015 Ana Blanco. Regime Jurídico da Exploração de Estabelecimentos de Alojamento Local (RJAL)

Albufeira, Maio 2015 Ana Blanco. Regime Jurídico da Exploração de Estabelecimentos de Alojamento Local (RJAL) Albufeira, Maio 2015 Ana Blanco Regime Jurídico da Exploração de Estabelecimentos de Alojamento Local (RJAL) Decreto-Lei nº 128/2014, de 29 de agosto, alterado pelo Decreto-Lei nº63/2015, de 23 abril OBJETIVOS

Leia mais

FAQ Sistema de Informação do Licenciamento de Operações de Gestão de Resíduos (SILOGR)

FAQ Sistema de Informação do Licenciamento de Operações de Gestão de Resíduos (SILOGR) FAQ Sistema de Informação do Licenciamento de Operações de Gestão de Resíduos (SILOGR) 1. O que é o SILOGR?... 2 2. O que mudou no novo SILOGR?... 2 3. Como posso pesquisar no SILOGR os estabelecimentos

Leia mais

Eliminação de processos e documentos de arquivo

Eliminação de processos e documentos de arquivo Eliminação de processos e documentos de arquivo OT-05 1 Enquadramento legal e objetivo da eliminação: A eliminação de documentos de arquivo é um ato de gestão que tem por objetivo, libertar o arquivo de

Leia mais

Carta de Princípios do Enquadramento do Voluntariado na UC

Carta de Princípios do Enquadramento do Voluntariado na UC Carta de Princípios do Enquadramento do Voluntariado na UC Considerando: A importância do voluntariado no exercício ativo de cidadania, traduzido na relação solidária com o próximo; A sua relevância cultural

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. Atribuição de Apoios Sociais. Formação Profissional

REGULAMENTO INTERNO. Atribuição de Apoios Sociais. Formação Profissional REGULAMENTO INTERNO Atribuição de Formação Profissional Elaborado em Junho de 2012 Introdução A Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (A.P.P.A.C.D.M.) de Coimbra é uma Instituição

Leia mais

PARECER Nº, DE 2008. RELATORA: Senadora MARINA SILVA RELATOR ad hoc: Senador ANTONIO CARLOS JÚNIOR

PARECER Nº, DE 2008. RELATORA: Senadora MARINA SILVA RELATOR ad hoc: Senador ANTONIO CARLOS JÚNIOR PARECER Nº, DE 2008 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, em decisão terminativa, ao Projeto de Lei do Senado nº 238, de 2007, que transfere ao domínio do Estado do Amapá terras pertencentes

Leia mais

DELIBERAÇÃO n.º 86 /CD/2010

DELIBERAÇÃO n.º 86 /CD/2010 DELIBERAÇÃO n.º 86 /CD/2010 Assunto: Modelo de Alvará das Farmácias de Dispensa de Medicamentos ao Público nos Hospitais do Serviço Nacional de Saúde. A entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 241/2009, de

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E ENERGIA

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E ENERGIA 19774 Diário da República, 2.ª série N.º 142 23 de julho de 2015 na qualidade de Instalador de tacógrafos homologados de acordo com o Regulamento (EU) n.º 165/2014, de 4 de fevereiro, estando autorizado

Leia mais

Licenciamento de fossas séticas com sistemas de infiltração

Licenciamento de fossas séticas com sistemas de infiltração SEMINÁRIO OTIMIZAÇÃO NA GESTÃO DE FOSSAS SÉTICAS SESSÃO 1 GESTÃO DE FOSSAS SÉTICAS BOAS PRÁTICAS Licenciamento de fossas séticas com sistemas de infiltração Fernanda Gomes (APA) Simone Martins (APA) Teatro

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Segunda-feira, 31 de março de 2014. Série. Número 44

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Segunda-feira, 31 de março de 2014. Série. Número 44 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 31 de março de 2014 Série Sumário VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL E SECRETARIA REGIONAL DO PLANO E FINANÇAS Portaria n.º 34/2014 Aprova a organização

Leia mais

REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS DA FREGUESIA DE VILARINHO

REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS DA FREGUESIA DE VILARINHO REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS DA FREGUESIA DE VILARINHO Í N D I C E Preâmbulo Regulamento Capítulo I Disposições Gerais Capítulo II Taxas Capítulo III Liquidação Capítulo IV - Disposições Gerais

Leia mais

PLANO DE ORDENAMENTO DA ORLA COSTEIRA VILAMOURA/VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO CADERNO DE ENCARGOS CONCURSO PÚBLICO N.º 4/DRHL/2012

PLANO DE ORDENAMENTO DA ORLA COSTEIRA VILAMOURA/VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO CADERNO DE ENCARGOS CONCURSO PÚBLICO N.º 4/DRHL/2012 PLANO DE ORDENAMENTO DA ORLA COSTEIRA VILAMOURA/VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO CADERNO DE ENCARGOS CONCURSO PÚBLICO N.º 4/DRHL/2012 CONTRATO DE CONCESSÃO Atribuição de título de utilização privativa do domínio

Leia mais

RELATÓRIO DO PROCESSO DE CONCERTAÇÃO

RELATÓRIO DO PROCESSO DE CONCERTAÇÃO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE ODIVELAS FASE PROPOSTA DE PLANO VERSÃO PARA DISCUSSÃO PÚBLICA NOVEMBRO 2014 ÍNDICE GERAL 1. INTRODUÇÃO 3 2. ENQUADRAMENTO DO PROCESSO DE CONCERTAÇÃO 7 3. ALTERAÇÕES AOS ELEMENTOS

Leia mais

DEMARCAÇÃO DO LEITO E DA MARGEM DAS ÁGUAS DO MAR NO LITORAL SUL DO ALGARVE

DEMARCAÇÃO DO LEITO E DA MARGEM DAS ÁGUAS DO MAR NO LITORAL SUL DO ALGARVE MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO Departamento de Recursos Hídricos do Litoral DEMARCAÇÃO DO LEITO E DA MARGEM DAS ÁGUAS DO MAR NO LITORAL SUL DO ALGARVE Sebastião Braz Teixeira

Leia mais

CONCEITOS DE IMÓVEL RURAL: aplicações na Certificação e no Registro de Imóveis

CONCEITOS DE IMÓVEL RURAL: aplicações na Certificação e no Registro de Imóveis CONCEITOS DE IMÓVEL RURAL: aplicações na Certificação e no Registro de Imóveis RIDALVO MACHADO DE ARRUDA PROCURADOR FEDERAL (PFE-INCRA/PB) ESPECIALISTA EM DIREITO REGISTRAL IMOBILIÁRIO NO DIREITO AGRÁRIO

Leia mais

NORMAS URBANÍSTICAS E REABILITAÇÃO URBANA

NORMAS URBANÍSTICAS E REABILITAÇÃO URBANA NORMAS URBANÍSTICAS E REABILITAÇÃO URBANA Paula Morais mail@paulamorais.pt O REGIME LEGAL DA REABILITAÇÃO URBANA Alguns aspectos da sua evolução Decreto Lei n.º 307/2009, de 27 de Outubro Decreto Lei n.º

Leia mais

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador SÉRGIO SOUZA I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador SÉRGIO SOUZA I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2013 Da COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE, DEFESA DO CONSUMIDOR E FISCALIZAÇÃO E CONTROLE, em decisão terminativa, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 398, de 2012, do Senador Pedro Taques, que

Leia mais

Direito à informação ao consumo seguro. Entidades que supervisionam as empresas/instituições

Direito à informação ao consumo seguro. Entidades que supervisionam as empresas/instituições Direito à informação ao consumo seguro Entidades que supervisionam as empresas/instituições Escola B+S Ângelo Augusto da Silva Projeto de Educação Financeira Banco de Portugal Bancos O Banco de Portugal

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 126/2015, Série I, de 01/07, páginas 4545-4547. ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 126/2015, Série I, de 01/07, páginas 4545-4547. ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA MOD. 4.3 Classificação: 0 6 0. 0 1. 0 1 Segurança: P úbl i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Lei n.º 64/2015, de 1 de julho Estado: vigente Resumo:

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 231 29 de novembro de 2012 6815

Diário da República, 1.ª série N.º 231 29 de novembro de 2012 6815 Diário da República, 1.ª série N.º 231 29 de novembro de 2012 6815 Artigo 7.º São revogadas as Portarias n. os 513/2007, 518/2007, 556/2007 e 561/2007, todas de 30 de abril. Artigo 8.º O Ministro de Estado

Leia mais

Regulamento Geral de Matrículas e Inscrições. no ciclo de estudos conducente ao grau de Licenciado

Regulamento Geral de Matrículas e Inscrições. no ciclo de estudos conducente ao grau de Licenciado Regulamento Geral de Matrículas e Inscrições no ciclo de estudos conducente ao grau de Licenciado Artigo 1.º Âmbito 1 - O presente Regulamento fixa as normas gerais relativas a matrículas e inscrições

Leia mais

Ordenamento da ocupação do espaço litorâneo em áreas da União

Ordenamento da ocupação do espaço litorâneo em áreas da União Ordenamento da ocupação do espaço litorâneo em áreas da União Seminário Nacional de Gerenciamento Costeiro Brasília, 4 de novembro de 2014 Reinaldo Redorat A área pública não é do Estado e sim, de todos!

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS E A. Considerando que:

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS E A. Considerando que: PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS E A ADMINISTRAÇÃO DA REGIÃO HIDROGRÁFICA DO TEJO Considerando que: Compete ao Conselho Distrital de Lisboa da Ordem

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES. Resolução do Conselho do Governo n.º 161/2006 de 14 de Dezembro de 2006

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES. Resolução do Conselho do Governo n.º 161/2006 de 14 de Dezembro de 2006 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Resolução do Conselho do Governo n.º 161/2006 de 14 de Dezembro de 2006 A SPRAçores Sociedade de Promoção e Gestão Ambiental, S.A., é uma sociedade que tem por

Leia mais

O reconhecimento da propriedade privada sobre terrenos do domínio público hídrico

O reconhecimento da propriedade privada sobre terrenos do domínio público hídrico Instituto de Ciências Jurídico-Políticas Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa O reconhecimento da propriedade privada sobre terrenos do domínio público hídrico Manuel António do Carmo Bargado

Leia mais

ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº00029/2013 (S03432-201303)

ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº00029/2013 (S03432-201303) 1 7 ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº00029/2013 (S03432-201303) Nos termos do artigo 33º. do Decreto-Lei n.º 178/2006, com a redação conferida pelo Decreto- Lei

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE 2013. MINUTA (versão 3)

RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE 2013. MINUTA (versão 3) RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE 2013. MINUTA (versão 3) Estabelece as diretrizes e critérios para requerimento e obtenção de outorga do direito de uso dos recursos hídricos superficiais para fins de captação por

Leia mais

Regulamento dos Colégios de Especialidades e Especializações da OET

Regulamento dos Colégios de Especialidades e Especializações da OET Conselho da Profissão Regulamento dos Colégios de Especialidades e Especializações da OET Preâmbulo A Lei 157/2015, de 17 de setembro, altera a republica o estatuto da Ordem dos Engenheiros Técnicos (adiante

Leia mais

FISCALIZAÇÃO ITED e ITUR

FISCALIZAÇÃO ITED e ITUR FISCALIZAÇÃO ITED e ITUR Nuno Castro Luís Direção de Fiscalização Funchal, 11 de março de 2015 Fiscalização da ANACOM Infraestruturas de telecomunicações em edifícios Infraestruturas de telecomunicações

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA O Sistema de Certificação de Entidades Formadoras, consagrado na Resolução do Conselho de Ministros nº 173/2007, que aprova

Leia mais

RECOMENDAÇÃO N.º 6/A/01 [Artigo 20º, n.º 1, alínea a), da Lei n.º 9/91, de 9 de Abril]

RECOMENDAÇÃO N.º 6/A/01 [Artigo 20º, n.º 1, alínea a), da Lei n.º 9/91, de 9 de Abril] Número: 6/A/01 Data: 18.04.2001 Entidade visada: Ministro do Ambiente Assunto: Taxa de ocupação de terrenos ou planos de água Decreto-Lei n.º 47/94, de 22 de Fevereiro. Área: A2 Processo R-816/99 (A2)

Leia mais

DECRETO Nº 4.895, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2003. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e

DECRETO Nº 4.895, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2003. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e DECRETO Nº 4.895, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2003 Dispõe sobre a autorização de uso de espaços físicos de corpos d água de domínio da União para fins de aquicultura, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA

Leia mais

REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS DA FREGUESIA DE GUADALUPE (Aprovado em Reunião ordinária a 26 de Abril de 2011)

REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS DA FREGUESIA DE GUADALUPE (Aprovado em Reunião ordinária a 26 de Abril de 2011) Junta de Freguesia de Guadalupe REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS DA FREGUESIA DE GUADALUPE (Aprovado em Reunião ordinária a 26 de Abril de 2011) PREÂMBULO A Lei nº 53-E/2006, de 29 de Dezembro, aprovou

Leia mais

Guia Prático Transporte de doentes. Entidades Isentas Alvará

Guia Prático Transporte de doentes. Entidades Isentas Alvará Transporte de doentes Entidades Isentas Alvará Ficha técnica Título Guia Prático, Entidades Isentas de alvará Versão 2.0 (10 de março de 2015) Propriedade INEM, I.P. Instituto Nacional de Emergência Médica,

Leia mais

Formação da Administração Pública para as Energias. renováveis oceânicas - 3ª Sessão

Formação da Administração Pública para as Energias. renováveis oceânicas - 3ª Sessão Formação da Administração Pública para as energias renováveis oceânicas - Joana Dionísio Títulos de Utilização dos Recursos Hídricos Autorização, Licença e Concessão Joana Dionísio SUMÁRIO 1. Legislação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 13, DE 08 DE MAIO DE 2014.

RESOLUÇÃO Nº 13, DE 08 DE MAIO DE 2014. RESOLUÇÃO Nº 13, DE 08 DE MAIO DE 2014. Estabelece as diretrizes e os critérios para requerimento e obtenção de outorga do direito de uso dos recursos hídricos por meio de caminhão-pipa em corpos de água

Leia mais

Município de Vieira do Minho

Município de Vieira do Minho REGULAMENTO MUNICIPAL SOBRE AS ZONAS DE ESTACIONAMENTO TARIFADO E DE DURAÇÃO LIMITADA NA VILA DE VIEIRA DO MINHO O Decreto-Lei nº 114/94, de 3 de maio, com a redação dada pelo Decreto-Lei nº 265-A/2001,

Leia mais