III ESCOLA REGIONAL DE INFORMÁTICA REGIONAL NORTE AMAZONAS E RORAIMA. De 17 de abril a 19 de abril de 2013 Boa Vista RR ANAIS

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1 III ESCOLA REGIONAL DE INFORMÁTICA REGIONAL NORTE AMAZONAS E RORAIMA De 17 de abril a 19 de abril de 2013 Boa Vista RR ANAIS Editora Sociedade Brasileira da Computação SBC Organizadores José Laurindo Campos dos Santos Paulo Roberto Farah Realização Estácio Atual Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia INPA Promoção Sociedade Brasileira da Computação SBC

2 !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! A532!!!!! Anais! da! III! Escola! Regional! de! Informática:! Regional! Norte! 1:! Amazonas!e!Roraima!(1.!:!2013!:!Boa!Vista,!RR).!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!1º!Anais!da!III!Escola!Regional!de!Informática:!Regional!Norte! 1:!Amazonas!e!Roraima!/!Organização:!José!Laurindo!Campos! dos!santos,!paulo!roberto!farah.!rrr!boa!vista!:!sociedade! Brasileira!de!Computação,!2013.!! 1!ERbook.! ISBN!978R85R7669R282R9!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 1.!Informática!R!Anais.!2.!Computação.!I.!Santos,!José!Laurindo! Campos!dos.!II.!Farah,!Paulo!Roberto.!III.!Título.!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!CDD! !!! ii!

3 ANAIS III ESCOLA REGIONAL DE INFORMÁTICA REGIONAL NORTE 1 AMAZONAS E RORAIMA ISBN: Boa Vista RR, 17 a 19 de abril de 2013! iii!

4 Comissão Organizadora Coordenação: Prof. Dr. José Laurindo Campo dos Santos (INPA) Prof. MSc. Paulo Roberto Farah (Faculdade Estácio Atual) Instituições organizadoras: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia INPA. Faculdade Estácio Atual. Promoção: Sociedade Brasileira da Computação SBC Apoio: Universidade do Estado de Roraima UERR Instituto Nokia de Tecnologia - indt Responsável pelo Evento: Secretaria Regional Norte I Amazonas e Roraima.! iv!

5 Editores dos Anais da III ERIN 2013 Prof. Dr. José Laurindo Campos dos Santos (INPA) Prof. MSc. Paulo Roberto Farah (Estácio Atual)! v!

6 Comitê Científico Coordenador de Programa Paulo Roberto Farah (Faculdade Estácio Atual - FEA) Coordenador do Evento José Laurindo Campos dos Santos (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia INPA) Membros do Comitê Alexandre Cardoso, Universidade Federal de Uberlândia Edgar Lamonier, Universidade Federal de Uberlândia Fabio Parreira Universidade Federal de Santa Maria Gracieth Valenzuela, Faculdade Estácio Atual José Laurindo Campos dos Santos, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia Luciano Ferreira Silva, Universidade Federal de Roraima Marcos Wagner, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás Ornélio Hinterholz Júnior, Faculdade Estácio Atual Paulo Roberto Farah, Faculdade Estácio Atual Wender Silva, Faculdade Estácio Atual / Universidade Estadual de Roraima! vi!

7 Apresentação Segundo o Plano Nacional de Educação, as instituições de ensino superior, por estarem no núcleo estratégico do sistema de educação superior, têm importância decisiva no desenvolvimento humano, pois são elas que formam a base do desenvolvimento científico e tecnológico, permitindo assim um maior dinamismo das sociedades atuais. Dentre as várias formas dessas instituições atingirem este objetivo, destaca-se a diversificação da oferta de ensino através da disponibilização de cursos modulares, cursos de extensão e eventos técnico científicos que viabilizem maior flexibilidade e ampliação na educação continuada dos discentes do ensino superior. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n º 9.394, de 20 de dezembro de 1996), decretada e sancionada pelo então Presidente da República, em seu artigo 43º estabelece que a educação superior tem por finalidade: I. Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação; II. Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração; III. Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade; IV. Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição. Esses itens corroboram a necessidade de uma educação diversificada e continuada no ensino superior no território nacional, com vistas a promover o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Esse projeto visa atender às recomendações do Plano Nacional de Educação e à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, especificamente no que tange à atualização técnico científica; à divulgação de atividades de pesquisa; ao incentivo do espírito de pesquisa de vanguarda entre discentes, docentes e profissionais de informática e da computação; ao acesso a novas tendências tecnológicas; e ao intercâmbio entre as instituições de ensino superior da região. O projeto, com base no documento publicado pela SBC, Grandes Desafios da Pesquisa em Computação no Brasil , no que diz respeito à multidisciplinaridade e a interação com a indústria, visa fomentar a pesquisa de boa qualidade e a interação entre a indústria e a academia para o desenvolvimento tecnológico de qualidade.! vii!

8 O projeto, intitulado III Escola Regional de Informática da Região Norte I (III ERIN 2013) abordará temas de relevância para a região, como: TV Digital, Jogos e Entretenimento, Bioinformática, Linguagem de Programação, Recuperação da Informação, Programação Paralela, Sistemas distribuídos, Sistemas Embarcados, etc. Haverá, através de palestras, apresentações de trabalhos de iniciação científica e de conclusão de curso de vários discentes das várias instituições de ensino superior. Além disso, serão ministrados mini cursos por docentes e profissionais. Ao final do evento será realizada uma mesa redonda com o objetivo de debater assuntos de interesse da comunidade acadêmica e profissional. O III ERIN objetivou levar conhecimento, informar e debater temas relevantes da área de informática que estejam em evidência no país e no exterior para o enriquecimento acadêmico e profissional dos docentes, discentes e profissionais, bem como proporcionar o fortalecimento do intercâmbio entre as universidades, as instituições, as indústrias e as empresas da região. São objetivos fundamentais os seguintes itens:! Oferecer aos pesquisadores, professores, estudantes e profissionais de informática e áreas afins da região, oportunidades de conhecer alguns tópicos relevantes que estejam em evidência no país e no exterior, com vistas a contribuir para sua atualização técnico-científica por meio de minicursos, palestras e debates;! Divulgar as atividades de pesquisa desenvolvidas pelos docentes e discentes dos cursos de Informática e áreas afins;! Incentivar o espírito de pesquisa de vanguarda entre estudantes e profissionais de informática, fazendo com que entrem em contato com o estado da arte dos vários segmentos de pesquisa de Informática no Brasil;! Proporcionar o acesso a novas tendências e o intercâmbio entre as universidades e instituições de ensino superior através da divulgação das principais atividades acadêmicas desenvolvidas por elas;! Promover a colaboração com outras entidades interessadas nos programas de ensino de computação e informática, nos projetos de pesquisa e de extensão, visando, inclusive, a possibilidade de filiar-se a entidades nacionais que tenham o mesmo objetivo. A Comissão Organizadora III ERIN ! viii!

9 Índice OS DESAFIOS PARA A MOBILIZAÇÃO DE APLICAÇÕES BASEADAS EM PLATAFORMA WEB Celly de Siqueira Martins, André Lara Temple de Antonio e Carlos Antonio de Oliveira ANÁLISE E CARACTERIZAÇÃO DE DESEMPENHO DO FIREWALL IPTABLE/NETFILTER Wagner Rodrigo de Morais, Demétrio do Nascimento Lopes e Paulo Roberto Farah OTIMIZAÇÃO DOS PROCESSOS DE INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO POR MEIO DE BARRAMENTO DE SERVIÇOS Celly de Siqueira Martins, André Lara Temple de Antonio e Willian Eduardo de Moura Casante ARQUITETURA E INTERFACE PARA DISTRIBUIÇÃO DE AMBIENTE DE REALIDADE AUMENTADA POR MEIO DO ARTOOLKIT INTEGRADA A PLATAFORMA CORBA APLICADADOS NA EDUCAÇÃO Wender Silva e Paulo Roberto Farah UMA ABORDAGEM DE CÓDIGO ÚNICO PARA APLICAÇÕES INDEPENDENTES DE PROVEDOR DE BASES DE DADOS RELACIONAIS Willian Eduardo de Moura Casante APRESENTAÇÃO E ESTUDO DE CASO DE METODOLOGIA DE ANÁLISE PARA SISTEMAS DE GESTÃO DO CONHECIMENTO EM EMPRESAS DE PEQUENO E MÉDIO PORTE Sergio Luiz Pereira e Bruno Morozini MAIN, A APLICABILIDADE DE AGENTES INTELIGENTES COMO ESTIMULADORES DA INTERATIVIDADE EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM Marcio André Andrade Silva e Marcelo Batista de Souza DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO PARA IDENTIFICAR DISCENTE COM PROBLEMA DE COMPREENSÃO DE TEXTO Wollace de Souza Picanço e Anderson F. Esteves, Ricardo da Silva Barboza e Wanderlan Albuquerque UM SISTEMA DE NOTIFICAÇÃO INTELIGENTE QUE UTILIZA AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGE, TECNOLOGIA MULTIAGENTE E SERVIÇOS DE MENSAGENS CURTAS Romero G. da Silva, Marcelo Batista de Souza e Thais Oliveira Almeida ! ix!

10 TECNOLOGIAS MÓVEIS NO AUXÍLIO AO GERENCIAMENTO PATRIMONIAL DE EMPRESAS Gabriel Sampaio La Greca de Paiva, Thais Oliveira Almeida e Wender Antonio da Silva APLICAÇÃO DA REALIDADE VIRTUAL NO AUXÍLIO AO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DA GEOMETRIA ESPACIAL Maykon Diego Silva Ribeiro e Wender Antonio da Silva NOVAS CONTRIBUIÇÕES E IMPLEMENTAÇÕES A UM MODELO FORMAL DE ONTOLOGIA DE DOMÍNIO PARA BIODIVERSIDADE Janaína M. P. Nascimento, Delano Campos de Oliveira, Clodomir S Souza Junior, Fábio A. E. Mendes, Marcos Paulo Alves de Sousa, Andréa Corrêa Flôres Albuquerque e José Laurindo Campos dos Santos ESTUDO DA APLICABILIDADE DE GRUPOS DE RESPOSTA E INCIDENTES DE SEGURANÇA (CSIRT) NO AMBIENTE COMPUTACIONAL DO INPA Cicero Paes Leite, José Laurindo Campos dos Santos, Rosana Noronha Gemaque e Ricardo Luís da Costa Rocha GERAQUEST: UM SISTEMA PARA PESQUISAS DE OPINIÃO ATRAVÉS DE DISPOSITIVOS MÓVEIS UMA PROPOSTA PARA MELHORAR A ACURACIDADE DA COLETA E DO PROCESSAMENTO DE DADOS João Ferreira e Sérgio Mendonça ! x!

11 Os desafios para a mobilização de aplicações baseadas em plataforma Web Celly de Siqueira Martins, André Lara Temple de Antonio Carlos Antonio de Oliveira Fundação CPqD Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações Campinas SP Brasil {celly, andret, Abstract. The use of mobile devices, such as tablets and smarphones, has significantly increased over the last years, and is changing the way people relate to one another, to their jobs and to leisure. Wireless devices come in multiple shapes and sizes and such diversity in technology brings new challenges to the Information Technology sector, which are now addressed by the Mobile Computing Technology professionals. This paper describes the evolution of mobile devices, types of mobile applications and the main challenges within the mobile computing context, in addition to two applications with different solutions, one of them migrated from a Web platform. Resumo. O uso de dispositivos móveis, tais como tablets e smartphones, tem aumentado significativamente nos últimos anos e está transformando a forma de as pessoas se relacionarem com o trabalho, com os amigos e até mesmo com a prática de lazer. Esses dispositivos utilizam recursos de tecnologia sem fio e são apresentados em diversos formatos e tamanhos. A tecnologia de computação móvel surgiu para tratar essa diversidade tecnológica e traz novos desafios à área de tecnologia da informação. Neste artigo, é apresentada a evolução dos dispositivos móveis, são definidos os tipos de aplicativos móveis e os principais desafios da computação móvel, bem como são demonstradas duas aplicações com distintas soluções, uma delas migrada a partir de uma plataforma Web. 1. Introdução O acesso à Internet a baixo custo a partir das redes sem fio, tais como Wi-Fi ou WiMAX, e o aumento significativo de dispositivos móveis com capacidade de processamento e comunicação estão provocando uma mudança na forma de desenvolver aplicações para esses dispositivos. Novos problemas e desafios surgiram para os profissionais da área de tecnologia de informação (TI) para tratar esse assunto denominado computação móvel. A computação móvel está provando ser um dos avanços tecnológicos atuais mais promissores na área de engenharia e ciência da computação. Com o advento e a

12 proliferação mundial de dispositivos móveis com capacidade de processamento, equipados com interfaces de comunicação sem fio, possibilitando acessar a Internet e executar sistemas e aplicações inovadoras de software, a computação tornou-se verdadeiramente difundida [Figueiredo e Nakamura 2003; Reis, Carmo e Soto 2013; Santos 2002]. Hoje em dia é comum ver pessoas sentadas em salas de aeroportos, restaurantes, hotéis, salas de reuniões e até mesmo em espaços abertos, ou durante uma viagem de carro, ônibus ou avião, acessando seus dispositivos móveis para verificar seus s e compromissos, consultar saldos bancários, obter notícias sobre o tempo, executar tarefas do trabalho, jogar, ouvir música ou apenas conversar com os amigos. A computação móvel está incluída em diversos aspectos da vida humana, e traz novas formas de trabalhar e novos estilos de vida. A maior vantagem para os usuários de dispositivos móveis é acessar seus recursos e serviços sem a necessidade de manter-se conectado a uma infraestrutura fixa e, em geral, estática. O acesso pode ser feito em qualquer lugar e a qualquer momento. A computação móvel possibilita aos usuários esse acesso independentemente de sua localização, podendo, inclusive, estar em movimento [Mateus e Loureiro 2013; Ogliari et al. 2006; Rishpater 2001; Silva 2005]. 2. Evolução dos dispositivos móveis As plataformas de redes móveis, os dispositivos móveis a elas conectados e os aplicativos móveis executados evoluíram a um ritmo incrível, desde os primeiros aparelhos de telefone celular rudimentares até os mais modernos, elegantes e sofisticados aparelhos de dispositivos móveis. Os aplicativos móveis não surgiram recentemente. Várias versões e plataformas têm sido desenvolvidas nas últimas décadas e sua evolução foi e está sendo muito rápida. A evolução dos aplicativos móveis para telefones celulares está dividida em cinco eras: modelo tijolo, modelo barra de chocolate, suporte ao protocolo WAP, smartphones e tela de toque [Fling 2009; Tracy 2012]. A era de celulares com tela de toque e a era de smartphones são as mais recentes para a tecnologia de dispositivos móveis, precedidas pelas eras celulares com suporte ao protocolo WAP, modelo barra de chocolate e modelo tijolo, respectivamente nesta ordem. A evolução desses aplicativos ocorre rapidamente, uma vez que as duas eras mais recentes tiveram início a partir de 2002 e a mais antiga em 1973, quando foram dados os primeiros passos em direção ao desenvolvimento de dispositivos móveis. A Tabela 1 apresenta a evolução dos aplicativos móveis para telefones celulares agrupada em eras e exibe os respectivos períodos com datas aproximadas e suas principais características. Tabela 1. A evolução dos aplicativos móveis para telefones celulares adaptada de Fling (2009) e Tracy (2012) ERA PERÍODO CARACTERÍSTICAS Modelo tijolo Baterias enormes e de baixa duração. Modelo barra de chocolate Serviços de dados muito limitados.

13 Suporte ao protocolo WAP Telas pequenas e comunicação sem fio. Smartphones Tela de toque A partir de 2002 A partir de 2002 Melhor controle de mensagens e gerenciamento de informações pessoais. Sistemas operacionais Java-ME, Windows Mobile, Palm OS e RIM. Sistemas operacionais ios e Android. A primeira era dos aplicativos móveis foi a de modelo tijolo, caracterizada pelo surgimento dos primeiros aparelhos de telefone celular, cujo formato e peso lembrava um tijolo. Esses aparelhos usavam baterias enormes e de baixa duração. O serviço de voz foi o único disponível nessa era. A segunda era foi a de modelo barra de chocolate, na qual os celulares frequentemente apresentavam o formato de uma barra de chocolate: eram finos, retangulares e alongados. Esses celulares possuíam um serviço de dados muito limitado. Os aplicativos móveis nessa época eram precários e desenvolvidos para aparelhos mais rudimentares. A era seguinte foi a dos telefones celulares baseados em protocolo Wireless Application Protocol (WAP), capazes de suportar a linguagem Wireless Markup Language (WML), que é um subconjunto da linguagem Hypertext Markup Language (HTML), sendo mais específica para o tratamento de comunicação sem fio. Os aplicativos móveis ainda eram precários, as telas eram pequenas e os implementadores precisavam considerar separadamente alguns itens, tais como a variação dos tamanhos de telas e o tratamento de telas Web. A penúltima era foi a dos smartphones, em que os aparelhos passaram a ter um maior controle sobre os aplicativos móveis e mantiveram o foco no controle de mensagens e no gerenciamento de informações pessoais, tais como calendários e contatos. Os sistemas operacionais mais difundidos nessa época eram Java-ME, Windows Mobile, Palm OS, RIM, entre outros. A era mais recente, a dos telefones celulares com tela de toque, é a que mais populariza o uso de dispositivos móveis. A quantidade e o tipo de dispositivo móvel se multiplicaram rapidamente com o lançamento de tela de toque e com tamanhos de tela relativamente grandes. Os sistemas operacionais mais difundidos nessa época são ios e Android. Os dispositivos móveis conhecidos como tablets também se popularizaram rapidamente. São relativamente leves e apresentados em tamanhos maiores. Tais dispositivos possuem as funções gerais de computadores, sendo que o controle de mensagens e o gerenciamento de informações pessoais são executados como aplicativos e não como funcionalidades do aparelho. Esses dispositivos geralmente suportam as redes sem fio em vez de serem puramente concebidos para utilização em redes de celulares 3G ou 4G.

14 A variedade de dispositivos móveis é enorme. A Figura 1 ilustra uma diversidade desses dispositivos existentes no período entre 1990 e Figura 1. Diversidade de dispositivos móveis entre 1990 e 2000 [Helal, Bose e Li 2012] 3. Aplicativos móveis Os aplicativos móveis são divididos em dois tipos: aplicativos móveis Web e aplicativos móveis nativos. A seguir são apresentadas as vantagens e desvantagens de cada um desses tipos [Castledine, Eftos e Wheeler 2011; Hammershoj, Sapuppo e Tadayoni 2010; Lionbridge 2012; Longoria 2004] Aplicativos móveis Web Um aplicativo móvel Web é uma aplicação Web formatada para dispositivos móveis. O usuário acessa esse aplicativo por meio de um dispositivo móvel, digitando uma URL em um navegador Web. Assim como um aplicativo Web tradicional, o aplicativo móvel Web é construído com três tecnologias principais: HTML, CSS e JavaScript. No HTML são definidos os textos estáticos e as imagens; no CSS, o estilo e a apresentação e no JavaScript, as interações e animações. Uma vez que os aplicativos Web são baseados em navegadores Web, eles são independentes de plataforma e de dispositivos e podem ser executados em qualquer dispositivo móvel habilitado a acessar a Internet. Um aplicativo móvel Web normalmente é baixado de um servidor Web a cada vez que é executado, muito embora os aplicativos criados em HTML5 possam ser projetados para utilização em dispositivos móveis sem conexão à Internet Vantagens dos aplicativos móveis Web As principais vantagens dos aplicativos móveis Web são: Os aplicativos móveis Web são mais baratos e sua manutenção é mais simples se comparados com os aplicativos móveis nativos. Isso ocorre pelo fato de disporem de compatibilidade multiplataforma e não precisarem lidar com as mudanças de diferentes dispositivos móveis.

15 Facilidade de acesso O usuário não precisa baixar uma aplicação, basta acessar uma URL por meio de um navegador Web e sempre obterá a aplicação mais atualizada para o dispositivo móvel Desvantagens dos aplicativos móveis Web As principais desvantagens dos aplicativos móveis Web são: Apresentam tempo de resposta mais lento pelo fato de utilizarem HTML e consequentemente dependerem da conectividade e da velocidade da rede. Geralmente, não podem acessar as funcionalidades de hardware e de software dos dispositivos móveis. Se os requisitos exigirem controle de câmera ou de GPS, integração com o gerenciador de informações pessoais ou controle de aplicativo do telefone, a opção por aplicativos móveis Web deve ser imediatamente descartada. O uso de jogos ou de gráficos pesados e complexos também não é suportado por esses aplicativos. Requerem uma conexão com a Internet para funcionar Esse problema pode ser contornado com o uso da linguagem HTML5, a versão mais recente do HTML, uma vez que permite ao dispositivo móvel funcionar sem estar conectado Aplicativos móveis nativos Um aplicativo móvel nativo é construído especificamente para determinado dispositivo móvel e seu respectivo sistema operacional. Ao contrário de um aplicativo Web, que é acessado por meio da Internet, um aplicativo nativo é baixado de uma loja de aplicativos e é instalado no dispositivo móvel. A principal vantagem dos aplicativos nativos em relação aos aplicativos Web é a capacidade de utilização de hardware e software dos dispositivos móveis. Isso significa que os aplicativos nativos podem aproveitar as tecnologias mais recentes disponíveis nesses dispositivos, tais como GPS, câmeras e programas de reconhecimento de voz. Além disso, também podem se integrar com os outros aplicativos existentes nos dispositivos, tais como: calendário, contatos e s. No entanto, se a tecnologia móvel é extremamente popular, ela está, ao mesmo tempo, em constante mudança, podendo tornar-se altamente fragmentada se considerada a diversidade de tipos de dispositivos móveis e de sistemas operacionais existente. Isso faz com que a tarefa de manter o ritmo de tecnologias emergentes seja onerosa e custosa, especialmente no caso de sistemas multiplataforma. Essa é a maior desvantagem desse tipo de aplicativo. Esses aplicativos são mais adequados para as aplicações que exigem frequentes atualizações, como, por exemplo, jogos, placares esportivos, relatórios de tráfego e sessões de bate-papo Vantagens dos aplicativos nativos As principais vantagens dos aplicativos nativos são: Conteúdo mais atrativo ao usuário Os aplicativos nativos podem utilizar os recursos nativos do dispositivo móvel, tanto de hardware (GPS, câmera e

16 gráficos) como de software ( s, calendário, contatos, fotografias, vídeos e gerenciador de arquivos). Assim, o conteúdo pode ser mais atrativo e é possível tirar vantagem da capacidade do dispositivo móvel. Habilidade de serem executados sem conexão à Internet Como o aplicativo permanece instalado no dispositivo, ele pode ser executado mesmo que caia a conexão com a Internet. Assim, uma transferência de dados pode ser retomada quando a conexão for restaurada. Essa habilidade é denominada funcionalidade assíncrona. Rapidez no tempo de resposta Os aplicativos móveis nativos são mais rápidos pois, diferentemente dos aplicativos móveis Web, não precisam ser interpretados. Maior penetração do aplicativo no mercado Os aplicativos nativos possuem um ícone para facilitar a sua identificação e divulgação. Além disso, as lojas de aplicativos móveis avisam aos usuários sobre atualizações de seus aplicativos quando surgem novas versões. Assim, os aplicativos que são frequentemente atualizados são também apresentados aos usuários com mais frequência e, por conta disso, chamam mais a sua atenção. Melhor divulgação do aplicativo aos usuários Como os aplicativos móveis são a atração do momento, os usuários buscam incessantemente os aplicativos mais recentes e que despertam seu interesse. Isso oferece mais visibilidade aos produtos disponíveis nas lojas de aplicativos móveis e, consequentemente, maior probabilidade de serem descobertos. Maior facilidade para comercialização do aplicativo O preço é definido e o novo aplicativo incluso na lista existente na loja de aplicativos móveis. Quando o usuário efetua a compra, o dinheiro é recebido imediatamente, sendo que é subtraído o valor da comissão. No caso de aplicações Web, é preciso criar uma forma para efetuar a cobrança de pagamento Desvantagens dos aplicativos nativos As principais desvantagens dos aplicativos nativos são: As informações de quem são os seus assinantes ficam públicas nas lojas de aplicativos. Para um aplicativo nativo ser executado em diversos dispositivos são necessárias diversas versões. A natureza fragmentada desses dispositivos representa desenvolver, testar, portar e manter aplicativos para diferentes ambientes, o que pode aumentar significativamente o custo. Manter o aplicativo nativo atualizado também é trabalhoso, requer desenvolvimento, testes e distribuição para diferentes plataformas, ao passo que os aplicativos móveis Web são atualizados em um único site na Web. A Tabela 2 demonstra a principal vantagem e a maior desvantagem dos aplicativos móveis nativos e dos aplicativos móveis Web.

17 Tabela 2. Principal vantagem e maior desvantagem por tipo de aplicativo APLICATIVOS MÓVEIS NATIVOS PRINCIPAL VANTAGEM Possibilidade de utilizar os recursos nativos dos dispositivos móveis MAIOR DESVANTAGEM Necessário desenvolver um aplicativo para cada plataforma APLICATIVOS MÓVEIS WEB Compatibilidade multiplataforma Lentidão no tempo de resposta 4. Os desafios da computação móvel A evolução dos aplicativos móveis fez surgir novos modelos de negócio, incluindo modelos centrados de dispositivos, em que o usuário pode ter acesso a novas aplicações e serviços, conectando-se a uma loja de aplicativos de fabricantes de dispositivos móveis, como, por exemplo, Google Play Store e Apple App Store. O principal fator dessa mudança é a capacidade avançada dos dispositivos móveis de utilizar as vantagens do processo de convergência, agregando serviços e aplicações avançadas de Internet ao próprio aparelho. No entanto, o mercado de dispositivos móveis é dominado por diferentes plataformas tecnológicas, incluindo sistemas operacionais e plataformas de desenvolvimento de software, o que gera uma variedade de diferentes soluções disponíveis no mercado. Apesar de essa fragmentação de plataformas tecnológicas promover a concorrência de mercado e propiciar avanços tecnológicos, ela cria também problemas e novos desafios para o desenvolvimento de serviços e conteúdos. Nesse caso, é preciso optar por utilizar plataformas específicas ou incluir uma carga extra nos serviços e conteúdos de forma a atender múltiplas plataformas. Sendo assim, um dos principais desafios da computação móvel é o desenvolvimento de software em um ambiente de tecnologia altamente fragmentado e em rápida evolução. Os aplicativos móveis exigem uma razoável customização para que possam ser continuamente executados em diversas plataformas e versões, independentemente de atualizações feitas em hardwares, sistemas operacionais e navegadores Web. Mesmo em uma única plataforma Android, Apple, Windows ou Blackberry existem diversos itens que requerem alguma customização. Permitir que usuários acessem informações contextualmente relevantes a qualquer momento e em qualquer lugar é uma tarefa que apresenta desafios substanciais aos profissionais da área de TI. O aprovisionamento de mais velocidade e de maior quantidade de redes sem fio é a força motriz da computação móvel. Todavia, o que é mais importante e desafiador é projetar algoritmos e protocolos para vários aplicativos, desenvolver sistemas operacionais para pequenas dimensões, usar eficientemente interfaces de usuário de tamanhos menores e, acima de tudo, proporcionar segurança aos sistemas e aos aplicativos.

18 Os ambientes de computação móvel diferem, em alguns aspectos fundamentais, dos ambientes de sistemas distribuídos, nos quais computadores potentes são conectados em uma infraestrutura de rede fixa (a Internet, por exemplo). Os principais itens a serem tratados no âmbito de computação móvel estão listados a seguir [Figueiredo e Nakamura 2003; Hammershoj, Sapuppo e Tadayoni 2010; Kumkum 2010; Ogliari et al. 2006; Terry 2008]: Selecionar o modelo do aplicativo móvel É preciso escolher entre o modelo nativo e o modelo Web. Para isso, algumas questões devem ser respondidas. Entre elas: O conteúdo sofre muitas alterações? O aplicativo vai utilizar recursos do dispositivo móvel? Existe necessidade de divulgação do produto? É imprescindível um tempo rápido de resposta? A partir das respostas a essas perguntas, é preciso ponderar as vantagens e as desvantagens de cada modelo para então selecionar o mais apropriado ao contexto. Tratar conexões de rede sem fio As conexões com rede sem fio costumam ser intermitentes, de baixa velocidade e com alta latência. O uso da funcionalidade assíncrona pode compensar o problema de desconexão, e o aplicativo pode continuar sendo executado até que a conexão seja retomada. Aprimorar a interface gráfica A interface gráfica deve ser aprimorada para tratar interfaces em dispositivos menores, cuja área de visualização da maioria dos aplicativos é pequena. É preciso considerar a existência de diversos tamanhos e resoluções de telas. Tratar a entrada de dados A entrada de dados nem sempre inclui um mouse; o recurso mais utilizado atualmente é o toque na tela. Considerar as características dos dispositivos móveis As características dos dispositivos móveis devem ser consideradas e tratadas. Entre elas estão a utilização de recursos do aparelho, o armazenamento de dados e a dependência de baterias para poder funcionar. Considerar os riscos de segurança A segurança abrange a autenticação de usuário, a integridade de dados e a prevenção a ataques maliciosos. As redes sem fio possuem uma segurança física limitada seus nós são mais vulneráveis aos ataques maliciosos. Como não há uma rede fixa, os dados são propagados pelo ar e podem ser interceptados facilmente se não houver um forte esquema de autenticação e criptografia. 5. Soluções para aplicativos móveis A seguir são apresentadas duas aplicações desenvolvidas para dispositivos móveis, denominadas CPqD liga+ e CPqD Selfcare Mobile Aplicação CPqD liga+ O custo com ligações para telefones celulares de uma mesma operadora costuma ser mais barato ou até mesmo inexistente, dependendo do plano adquirido pelo usuário. Identificar antecipadamente a operadora de um número de telefone a ser chamado pode ajudar um usuário a melhor gerenciar suas ligações e economizar recursos financeiros.

19 A aplicação liga+ foi desenvolvida com o intuito de identificar a operadora de um número a ser chamado e de todos os números de contatos de uma agenda de um dispositivo móvel [Google Play 2013]. A identificação da operadora é feita tanto para telefones celulares como para telefones fixos e, ainda, para números com portabilidade. A Figura 2 apresenta uma imagem de um dispositivo móvel acessando a aplicação CPqD liga+. Figura 2. Dispositivo móvel acessando a aplicação CPqD liga+ Além disso, é possível visualizar estatísticas de contatos da agenda agrupadas por operadora e com um respectivo percentual dessa quantidade em relação ao total. A ordenação dessa lista é decrescente pelo valor do percentual. A Figura 3 mostra uma imagem de telas da aplicação CPqD liga+. Figura 3. Imagem de telas da aplicação liga+ A solução adotada para o desenvolvimento dessa aplicação foi baseada em aplicativos nativos. Essa escolha deu-se fundamentalmente pela necessidade de utilizar os recursos do próprio dispositivo. A obtenção dos números da agenda é feita por meio de uma integração com o gerenciador de informações pessoais. As chamadas utilizam o discador para serem efetuadas automaticamente.

20 Foi utilizada a plataforma de desenvolvimento Android e foram criados quatro leiautes diferentes de telas para atender aos diferentes tamanhos (pequeno, normal, grande e extragrande) e às diferentes densidades (baixa, média, alta e muito alta) [Android 2013] Aplicação CPqD Selfcare Mobile CPqD Selfcare Mobile é um portal Web de autoatendimento voltado para o mercado corporativo e de varejo de telecom. Seu objetivo é fornecer ao cliente final uma interface amigável para consulta de faturas, controle de gastos, configurações, consulta de produtos e serviços, compra de produtos, serviços, solicitação e acompanhamento de solicitações, registro de reclamações ou elogios e demais funcionalidades que a operadora queira disponibilizar para seu cliente. No mercado corporativo, o foco principal é a relação da operadora com grandes clientes corporativos buscando apresentar uma análise detalhada de suas faturas e de seus gastos. No varejo, um dos objetivos é consolidar a Web como o principal canal de atendimento, reduzindo os atendimentos realizados via Call Center, fornecendo serviços de valor agregado e estreitando o relacionamento com o cliente. A aplicação CPqD Selfcare Mobile surgiu da necessidade de migrar algumas funcionalidades do mercado corporativo do produto CPqD Selfcare para dispositivos móveis. As principais funcionalidades são: consultar gráficos de consumo, consultar faturas, apresentar mensagens e efetuar login. A Figura 4 exibe telas dessas principais funcionalidades. Figura 4. Imagem de telas da aplicação CPqD Selfcare Mobile A solução adotada para o desenvolvimento dessa aplicação foi baseada em aplicativos Web. Essa escolha deu-se pelo fato de a aplicação não sofrer muitas alterações, o tempo de resposta não ser um requisito essencial e, principalmente, não precisar utilizar os recursos nativos dos dispositivos móveis.

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