A PERSISTÊNCIA INTERGERACIONAL DO TRABALHO INFANTIL: UMA COMPARAÇÃO ENTRE O BRASIL RURAL E O BRASIL URBANO

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1 A PERSISTÊNCIA INTERGERACIONAL DO TRABALHO INFANTIL: UMA COMPARAÇÃO ENTRE O BRASIL RURAL E O BRASIL URBANO MAURÍCIO MACHADO FERNANDES; JULIANA MARIA AQUINO; ELAINE TOLDO PAZELLO; LUIZ GUILHERME SCORZAFAVE. USP - FEARP, RIBEIRÃO PRETO, SP, BRASIL. APRESENTAÇÃO ORAL MERCADO DE TRABALHO AGRÍCOLA A PERSISTÊNCIA INTERGERACIONAL DO TRABALHO INFANTIL: UMA COMPARAÇÃO ENTRE O BRASIL RURAL E O BRASIL URBANO RESUMO O objeivo desse arigo é diagnosicar a exisência da ransmissão inergeracional do rabalho infanil, analisando isoladamene modelos regressivos probi para as regiões rurais e urbanas do Brasil. A base de dados uilizada nas esimações é a PNAD de Os resulados da pesquisa mosram que o fao dos pais erem sido rabalhadores infanis em um efeio posiivo e significane sobre a probabilidade de seus filhos rabalharem. Isso ocorreu ano para a amosra geral como ambém nas análises isoladas das áreas urbanas e rurais do Brasil. Enreano, a magniude desse impaco é muio mais acenuada na zona rural, fao que deve ser levado em cona por formuladores de políicas públicas que objeivam eliminar ou reduzir a incidência do rabalho infanil no país. rural. PALAVRAS-CHAVE: rabalho infanil; persisência inergeracional; Brasil ABSTRACT 1

2 The objecive of his aricle is o diagnosis he exisence of he inergeneraional ransmission of he child labor, analyzing regressive probi models separaely for he agriculural and urban regions of Brazil. The daabase used in he empirical procedures is he PNAD of The resuls of he research show ha he fac of he parens have been child labor has a posiive and significan effec on he probabiliy of is children o work. This occurred in such a way for he general sample as well as in he isolaed analyses of he urban and agriculural areas of Brazil. However, he magniude of his impac is sronger in he agriculural zone, fac ha mus be aken in accoun for policy makers which wan o eliminae or o reduce he incidence of he child labor in he counry. KEY WORDS: child labor, inergeneraional persisence, agriculural Brazil. 2

3 A PERSISTÊNCIA INTERGERACIONAL DO TRABALHO INFANTIL: UMA COMPARAÇÃO ENTRE O BRASIL RURAL E O BRASIL URBANO 1. Inrodução O rabalho infanil é um fenômeno de grande proporção e sua incidência se dá principalmene nos países em desenvolvimeno. Dados de 2002 da Organização Inernacional do Trabalho (OIT) evidenciaram 352 milhões de crianças e adolescenes com idade enre cinco e dezessee anos paricipando do mercado de rabalho em odo o mundo. Enre esses, aproximadamene 70% rabalham em aividades consideradas exploradoras e cerca de 20% êm idade inferior a dez anos. A maior pare dos rabalhadores infanis vive no Coninene Asiáico (cerca de 60%), os demais se disribuem enre a África (32%), América Laina (7%) e Oceania (0,2%). Em ermos relaivos, no enano, a África aparece em primeiro lugar, seguido da Ásia, América Laina e Oceania. No Brasil, os dados do IBGE mosram cinco milhões de crianças com idade enre dez e dezessee anos rabalhando no ano de 2004, sendo que deses cinco milhões, 34% (ou um milhão e seecenas crianças) êm enre 10 e 14 anos. Ao longo da década de 90, na verdade, houve uma queda acenuada na quanidade de crianças rabalhadoras: em 1992, nove milhões de crianças enre 10 e 17 anos compunham a força de rabalho brasileira; em 1999 esse número caiu para 7,3 milhões. Em virude do número expressivo de rabalhadores infanis, esse ema em ganhado cada vez mais espaço enre as pesquisas desenvolvidas e o assuno vem se ornando alvo de esforços governamenais que enam reduzir a incidência desse ipo de rabalho. A lieraura do rabalho infanil geralmene é composa por esudos que buscam idenificar seus deerminanes, suas conseqüências e/ou avaliam políicas e programas sociais que visam sua eliminação. Denre os esudos que procuram idenificar as principais causas do rabalho infanil, Kassouf (2001), enre ouros, consaou que a renda familiar apresena impaco negaivo sobre a incidência do rabalho infanil. Ainda assim, Barros, Mendonça e Velazco (1994) mosraram que a renda não é a principal causa desse ipo de rabalho no Brasil. Ser menino, er cor parda e perencer a famílias numerosas e chefiadas por mulheres são caracerísicas que impacam posiivamene a probabilidade da criança rabalhar [Ver, enre ouros, Cavaliere (2000)]. Por ouro lado, residir em áreas urbanas e er pais mais insruídos reduz as chances da criança ser um rabalhador infanil [Ver, enre ouros, Ferro (2003)]. Em relação à aividade econômica dos pais, Schwarzman (2004) consaou que fazer pare de famílias cujos pais rabalham por cona própria aumena a probabilidade de a criança rabalhar. Além disso, Emerson e Souza (2002) observaram fores evidências da ligação enre o rabalho infanil dos pais e o dos filhos no Brasil. Ouros esudos compreendidos pela lieraura do rabalho infanil vão além da idenificação de seus deerminanes e procuram esabelecer as possíveis conseqüências aribuídas às crianças que iniciaram suas aividades ainda na infância. Kassouf (1999) observou que quano mais arde um indivíduo inicia suas aividades, menor é a porcenagem reporando esar doene. Cavaliere (2000) idenificou efeios resriivos do 3

4 rabalho infanil sobre a escolaridade da criança e Emerson e Souza (2002) enconraram evidências da relação negaiva enre rabalho precoce e rendimeno fuuro. Uma erceira linha de esudos que abrange o ema rabalho infanil procura avaliar o impaco de programas e políicas sociais sobre a ocorrência desse ipo de rabalho. Soares e Piano (2003) avaliaram o Programa de Erradicação do Trabalho Infanil (PETI), seus resulados revelaram que a variável renda não sofreu o impaco do programa. Por ouro lado, o programa foi eficiene na redução do rabalho infanil, sendo o efeio mais inenso em pequenos municípios. O impaco do programa Bolsa Escola foi avaliado em Ferro (2003), os resulados indicaram que o programa não sure efeio sobre a variável renda e que a incidência do rabalho infanil se reduz em pouco mais de 1% a cada bolsa cedida. O presene esudo procura, a parir dos dados da PNAD de 2004, idenificar a persisência inergeracional do rabalho infanil analisando isoladamene as áreas rurais e urbanas do Brasil. A pesquisa será de grande valia, já que, a exisência do rabalho infanil sob condições ão diferenciadas, requer uma análise bem dealhada das siuações vigenes. Os resulados obidos nesse esudo podem servir de apoio a programas governamenais que auem na erradicação do rabalho infanil visando um país com melhor qualidade de vida. Além do que, a redução da força de rabalho infanil pode razer benefícios em longo prazo, como um maior nível de escolaridade, menor pobreza e exploração. O arigo esá organizado em quaro seções, além dessa inrodução. A segunda seção apresena o modelo eórico a ser uilizado. Na erceira seção são descrios a base de dados e os resulados preliminares. Na quara seção são apresenados os resulados obidos. Finalmene, na quina seção apresenam-se as principais conclusões. 2. Modelo eórico Na presene seção será descrio de forma sucina o modelo eórico desenvolvido por Emerson e Souza (2003) para explicar a persisência inergeracional do rabalho infanil. Esse modelo sobre a decisão da ofera de rabalho infanil nas famílias irá norear a realização da invesigação empírica e faciliar a inerpreação dos resulados obidos. Porano vale ressalar que não se preende realizar a verificação empírica do modelo em quesão. No modelo, as famílias são composas por dois indivíduos, um adulo e uma criança, em cada período do empo. Cada um dos agenes vive por dois períodos, de al forma que uma criança em um período qualquer, orna-se um adulo no período seguine e passa a er a obrigação de criar oura criança, seu filho. Essas caracerísicas básicas apresenadas permiem a classificação do modelo como um de gerações sobreposas em empo discreo, assim como o modelo diamond apresenado por Romer (2006). A decisão quano à ofera de rabalho infanil na família em cada período do empo cabe ao adulo que por hipóese é um indivíduo alruísa, ou seja, preocupa-se com o bemesar do seu filho, a criança. Além disso, dois são os faores que definem o grau de saisfação (preferências) do indivíduo adulo em cada período do empo, o consumo presene (c ) de sua família e o oferecimeno de educação ao seu filho, ou seja, o nível de capial humano (h +1 ) que esa criança poderá acumular. Porano, o chefe da família (adulo) opa por fazer seu filho rabalhar desde que a conribuição do rabalho da criança para o consumo presene da família supere os benefícios do acréscimo de consumo fuuro 4

5 que a família poderia ober caso o seu filho coninuasse os esudos e obivesse uma axa de salário e renda superiores no período seguine. Dessa forma, a função de uilidade do adulo é represenada por: U = U ( c, h+ 1) (1) e a resrição orçamenária da família será dada pela igualdade enre o consumo presene e o oal de recursos disponíveis: c = W (2) O oal de recursos disponíveis à família é o somaório dos rendimenos do adulo e da criança W = w + w (3) C A O rendimeno do adulo é igual ao oal de capial humano acumulado por ele quando criança (uma unidade de empo vezes a axa de salário do adulo) e o rendimeno da criança é a unidade (uma unidade de empo sendo remunerada por uma unidade moneária) menos a fração do seu empo dedicado ao esudo (e ): w = h (4a) w A C = 1 e (4b) No enano, anes da adenrar ao mecanismo mediane o qual se realiza o processo de decisão sobre a ofera de rabalho da criança, é de grande relevância desacar alguns pressuposos adoados por Emerson e Souza (2003) para a consrução desse modelo eórico: (i) a axa de salário dos adulos é unicamene deerminada pelo nível de capial humano acumulado pelo indivíduo no período em que ese foi criança, (ii) a acumulação de capial humano das crianças é uma função crescene do grau escolaridade das mesmas, (iii) exise um rade-off enre a acumulação de capial humano pela criança e o rabalho infanil e (iv) por úlimo, o mercado de capiais é imperfeio, de al forma que não seja possível para as famílias omarem recursos empresados para financiar o esudo de seus filhos. Formalizando a relação enre o capial humano acumulado pela criança e o seu grau de escolaridade em-se a seguine função abaixo: h + 1 = f ( e ) (5) O problema de escolha do agene adulo no presene modelo é definido como a maximização de sua uilidade sujeio às resrições dadas pelas equações (2-5), após as manipulações necessárias, ou seja: maxu e ( h 1 e, f ( e )) + (6) A escolha óima de e será enão dada por: * e = g( ) (7) h 5

6 Como é possível observar, a escolha óima do empo que a criança dedica à escola depende do capial humano acumulado pelo adulo na família. Subsiuindo a solução acima na equação (5) deermina-se enão uma equação em diferenças que exprime a dinâmica do processo de acumulação de capial humano adoado pelas famílias: o nível de capial humano acumulado pela criança em +1 depende do nível de capial humano acumulado pelo adulo em. [ g( h )] φ( h ) h +1 = f (8) Desde que as funções f (.) e g (.) saisfaçam algumas resrições (por exemplo, derivadas primeiras posiivas) a equação que deermina a dinâmica de acumulação de capial humano pode apresenar vários equilíbrios de esado esacionário, sendo alguns esáveis e ouros insáveis. Supondo a exisência de dois equilíbrios esáveis, criança apenas rabalha (não esuda) e criança apenas esuda (não rabalha), além de um equilíbrio insável inermediário enre os dois ciados aneriormene. O equilíbrio insável é, na verdade, um pono críico da rajeória de acumulação de capial humano das famílias. Ou seja, o modelo eórico implica a exisência de uma armadilha inergeracional na qual se a família inicia em um pono inferior ao pono críico na rajeória de acumulação de capial humano, nas próximas gerações o paamar de capial humano decrescerá aé aingir o equilíbrio esável inferior, onde as crianças apenas rabalham e não esudam. O inverso ocorre caso a família inicie em um pono da rajeória acima do pono críico, culminando no equilíbrio superior, crianças apenas esudam e não rabalham. Sob a inerpreação acima, a armadilha inergeracional consise em uma endência irreversível de algumas famílias caminharem para o equilíbrio superior enquano ouras para o inferior, consisindo em um círculo vicioso incapaz de ser rompido. 3. Dados Os dados uilizados nese esudo são da Pesquisa nacional por Amosragem de Domicílios do ano de A PNAD é uma amosra represenaiva do país, com exceção da área rural da região nore do país. A amosra é composa por crianças com idade enre dez e quaorze anos cuja condição na família é a de filho ou ouro parene. Seguindo o mesmo criério de Emerson e Souza (2002), foram incluídas na amosra somene famílias compleas, ou seja, famílias com mãe e pai presenes. Essa resrição se faz necessária para a análise da correlação exisene enre o rabalho infanil dos pais e dos filhos. Finalmene foram excluídas da amosra odas as observações para as quais a diferença enre a idade do pai ou da mãe e a idade do filho mais velho fosse igual ou menor do que quaorze anos. Iso foi feio para se garanir que o componene da família idenificado como filho fosse de fao filho do casal. Tal como mencionado na inrodução, o objeivo do arigo é idenificar a persisência inergeracional do rabalho infanil. A criança foi definida como sendo rabalhadora infanil caso enha exercido alguma aividade remunerada ou não, por qualquer hora posiiva, na semana de referencia da pesquisa. Quano ao saus de rabalho infanil dos pais, esses serão considerados como anigos rabalhadores infanis caso enham iniciado suas aividades laborais anes de complearem quinze anos de idade. 6

7 A amosra final, base para os exercícios economéricos do arigo, em observações, sendo que dese oal, (9,63%) são observações de rabalhadores infanis. A abela 1, a seguir, apresena os valores médios e de desvio-padrão para um conjuno de variáveis demográficas e econômicas para as crianças que rabalham e para as crianças que não rabalham. Tabela 1 - Caracerísicas descriivas das variáveis para o Brasil Caracerísicas das crianças Crianças que não rabalham Crianças que rabalham Idade 11,89 12,54 (1,41) (1,35) % de meninas 51,4% 30,7% % que vive na área urbana 81,8% 41,2% Escolaridade 4,09 3,98 (1,77) (1,95) Caracerísicas dos pais Idade do pai 43,00 44,94 (9,25) (9,67) Escolaridade do pai 5,78 3,15 (4,42) (3,37) % Pais fora do mercado 12,5% 6,2% Idade da mãe 38,90 40,30 (7,97) (8,16) Escolaridade da mãe 6,19 3,61 (4,35) (3,41) % Mães fora do mercado 47,1% 24,5% Renda familiar 1264,94 778,97 (1897,17) (840,92) Nº de observações Desvio-padrão enre parêneses. Fone: PNAD (2004) Elaboração própria. De acordo com os dados acima, a maior pare das crianças que rabalham são meninos e vivem na área rural do país. No enano, não há diferença significaiva em ermos da escolaridade média das crianças. Por ouro lado, os pais das crianças que não rabalham são em média mais educados. A porcenagem de pais que esá fora do mercado de rabalho é maior denre as crianças que não rabalham. A renda familiar é maior para as famílias de crianças que não rabalham, mas o desvio-padrão para esa variável é basane grande, fazendo com que não haja diferença esaisicamene significaiva enre os grupos. A abela 2 apresena, em ermos de proporção, a relação exisene enre o saus de rabalho infanil enre gerações. Pode-se observar que 9,63% das crianças brasileiras 7

8 compreendidas na faixa eária de dez a quaorze anos paricipam do mercado de rabalho. Noa-se ainda que 67% dos pais e 40,4% das mães iniciaram suas aividades laborais anes de complear quinze anos de idade, ou seja, ambém rabalharam quando crianças. Em ermos de correlação, pode-se dizer que enre as crianças provenienes de famílias em que o pai (mãe) foi rabalhador infanil, 12,6% (17,7%) são rabalhadores infanis. Por ouro lado, enre as crianças vindas de famílias de pais (mães) que não foram rabalhadores infanis, somene 3,6% (4,2%) auam no mercado de rabalho. Consaa-se, porano, uma relação posiiva enre a condição de rabalho infanil dos pais e dos filhos, sendo essa relação ainda mais inensa enre as mães e os filhos. Tabela 2 - Probabilidades incondicionais para o Brasil Criança pai da criança era rabalhador infanil mãe da criança era rabalhador infanil rabalha não sim não sim Toal Não Sim Toal Fone: PNAD (2004) Elaboração própria. As abelas 3 e 4 apresenam dados similares aos aneriores porém, dado o propósio dese arigo, a análise é subdividida para as regiões urbanas e rurais do Brasil respecivamene. Como foi dio aneriormene, a PNAD não é represenaiva para a área rural da região nore do país, sendo assim quando esivermos analisando o Brasil Rural, fica subenendido de que esamos falando do Brasil Rural exclusive região nore do país. As probabilidades de rabalho infanil são muio diferenes enre as regiões urbana e rural. Das crianças de dez a quaorze anos residenes em áreas urbanas, 5,1% são rabalhadores infanis. Esse número chega a ser cinco vezes maior para as crianças que vivem em áreas rurais (25,6%). A correlação enre o fao de o pai er sido rabalhador infanil e o fao da criança aualmene ser rabalhadora infanil ambém é mais marcane na região rural. Na amosra Brasil urbano, a probabilidade de rabalhar de crianças cujo pai (mãe) foi rabalhador infanil é de 6,4% (9%); já na amosra Brasil Rural, esa probabilidade é de 28% (33%). Tabela 3: Probabilidades incondicionais para o Brasil Urbano Brasil Urbano pai da criança era mãe da criança era Criança rabalhador infanil rabalhador infanil rabalha não sim não sim Toal Não Sim Toal Fone: PNAD (2004) Elaboração própria. 8

9 Tabela 4: Probabilidades incondicionais para o Brasil Rural Brasil Rural pai da criança era mãe da criança era Criança rabalhador infanil rabalhador infanil rabalha não sim não sim Toal Não Sim Toal Fone: PNAD (2004) Elaboração própria. Como se esperava, a análise preliminar dos dados revelou a exisência de um vínculo da probabilidade da criança rabalhar e o fao de seus pais erem sido rabalhadores infanis. Além disso, essa ligação se mosrou ainda mais fore para as crianças residenes em áreas rurais do Brasil, o que favorece a idéia do arigo de realizar análises separadas para as regiões urbana e rural. Vale ressalar que esses resulados apenas refleem as probabilidades incondicionais. Na seção seguine são apresenados os resulados da probabilidade condicional de rabalho. A adição de diversas variáveis de conrole nos permiirá gerar esimaivas mais correas acerca do impaco inergeracional do rabalho infanil. 4. Resulados A parir do objeivo principal do presene rabalho, que é o esudo dealhado da persisência do rabalho infanil nas famílias brasileiras das zonas rural e urbana, a invesigação empírica a ser apresenada na presene seção baseou-se na esimação de modelos probies endo como variável dependene uma variável que assume o valor um quando a criança rabalhou qualquer quanidade posiiva de horas no mercado rabalho e zero em caso conrário. As regressões são ponderadas pelo variável de peso da PNAD e são robusas à heerocedasicidade. No modelo 1 incluímos apenas as variáveis de ineresse relaivas ao rabalho infanil dos pais e as variáveis da criança de gênero, idade e de região de residência; no modelo 2 adicionamos as caracerísicas dos pais com exceção da escolaridade; no modelo 3 incluímos as variáveis de número de irmãos que a principio devem afear a alocação das horas de rabalho da família; e, por fim, no modelo 4 incluímos a variável de escolaridade dos pais. 9

10 Tabela 5: Probi: Efeios marginais da probabilidade de ser rabalhador infanil Modelo 1 Modelo 2 Modelo 3 Modelo 4 Pai rabalhador infanil 0,0302 0,0306 0,0289 0,0220 (0,0034) (0,0034) (0,0034) (0,0034) Mãe rabalhadora infanil 0,0764 0,0546 0,0512 0,0411 (0,0037) (0,0039) (0,0039) (0,0037) Idade da criança 0,0247 0,0234 0,0236 0,0231 (0,0011) (0,0011) (0,0011) (0,0011) Menina -0,0600-0,0594-0,0592-0,0573 (0,0031) (0,0030) (0,0030) (0,0029) Urbano -0,1381-0,1368-0,1235-0,0954 (0,0054) (0,0054) (0,0054) (0,0051) Idade do pai 0,0009 0,0008 0,0004 (0,0002) (0,0002) (0,0002) Idade da mãe 0,0001 0,0007 0,0003 (0,0003) (0,0003) (0,0003) Pai desempregado -0,0109-0,0120-0,0161 (0,0050) (0,0048) (0,0044) Mãe desempregado -0,0359-0,0389-0,0453 (0,0034) (0,0033) (0,0034) Escolaridade do pai -0,0027 (0,0005) Escolaridade da mãe -0,0034 (0,0005) N de irmãs 0-5 anos 0,0119 0,0101 (0,0033) (0,0032) N de irmãs 6-9 anos 0,0136 0,0094 (0,0029) (0,0027) N de irmãs anos 0,0063 0,0024 (0,0027) (0,0026) N de irmãs anos 0,0083 0,0051 (0,0033) (0,0032) N de irmãos 0-5 anos 0,0094 0,0061 (0,0032) (0,0031) N de irmãos 6-9 anos 0,0130 0,0087 (0,0028) (0,0027) N de irmãos anos 0,0045 0,0006 (0,0027) (0,0026) N de irmãos anos 0,0072 0,0039 (0,0029) (0,0028) Chi2(n) 2417,0 2497,6 2544,6 2616,0 Prob > Chi2 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 Pseudo R2 0,2126 0,2219 0,2293 0,2405 N de observações Desvios-padrão robusos enre parêneses. Fone: PNAD (2004) Elaboração própria. 10

11 Assim como obido por Emerson e Souza (2003), o fao dos pais erem sido rabalhadores infanis em um efeio posiivo e significane (a 1%) sobre a probabilidade de seus filhos serem rabalhadores infanis, ou seja, de acordo com os resulados do modelo 4, aumena a probabilidade da criança esar rabalhando em +2,2p.p. e +4,11p.p., respecivamene para pais e mães que foram rabalhadores infanis. Noe que os coeficienes associados às variáveis de ineresse mudam pouco quando mais variáveis foram sendo incorporados ao modelo; a maior mudança aconece do modelo 3 para o modelo 4, quando a variável de escolaridade dos pais foi incluída, mas mesmo assim permanece posiiva e esaisicamene significaiva a 1%. Porano, de acordo com os resulados parece exisir um impaco inergeracional do rabalho infanil. Emerson e Souza (2002) ressalam que se ese fenômeno fosse exclusivamene explicado pela armadilha inergeracional comenada na seção relaiva ao modelo eórico, basaria a inserção de uma variável proxy adequada para represenar a riqueza das famílias, o que resularia na eliminação dos efeios do saus de rabalhador infanil dos pais sobre a probabilidade de seus filhos oferarem rabalho. A inclusão da variável de escolaridade dos pais foi jusamene para enar invesigar esse pono. No enano, apesar da escolaridade dos pais afear negaivamene a predisposição das crianças rabalharem, sua inclusão, como já foi dio, não alera o impaco da variável de ineresse, ou seja, o coeficiene associado a variável que capa o saus de rabalhador infanil dos pais coninua posiivo e significane, o que evidencia a exisência de um possível mecanismo de ransmissão do rabalho infanil enre as gerações que vai além da explicação conferida pelo círculo vicioso da pobreza e/ou rabalho infanil. De forma complemenar, os efeios das demais variáveis sobre a probabilidade da criança oferar rabalho no mercado apresenam resulados qualiaivamene similares aos obidos por Emerson e Souza (2002) para as famílias brasileiras no ano de Crianças do sexo feminino, que habiam em áreas urbanas e êm pais (pai e mãe) que não fazem pare do mercado de rabalho apresenam uma menor predisposição a rabalharem (- 5,8p.p., -9,6p.p., -1,61p.p. e -4,53p.p. respecivamene). Por ouro lado, quano maior o número de irmãos e/ou irmãs menores de 10 anos, maior a probabilidade de a criança rabalhar. Provavelmene, um maior número de irmãos pequenos deve aumenar a imporância da renda obida com o rabalho das crianças maiores de 10 anos, que são nosso universo de análise. A variável binária urbano, caracerizada por assumir valor igual a um quando a criança habia uma região urbana e zero quando a localidade é considerada como zona rural, apresenou nos modelos esimados os efeios de maior magniude em ermos de valor absoluo sobre a probabilidade das crianças rabalharem (enre -14p.p. e -9,5p.p.), sendo esses efeios inclusive superiores aos referenes às variáveis que inham por objeivo capar a influência da persisência do rabalho infanil enre as gerações da mesma família. Essa evidência moivou a invesigação empírica acerca dos efeios diferenciados para as regiões urbana e rural. A realização de um ese de razão de verossimilhança, apresenado na abela 6, com o inuio de verificar se os conjunos de dados das crianças das áreas urbana e rural eram disinos, apresenou resulado alamene significaivo, rejeiando a hipóese nula de que os modelos resrios (iso é, modelos separados para as regiões) e o modelo não-resrio (um único modelo, com uma dummy para idenificar uma das regiões) são esaisicamene iguais, corroborando a idéia de que os dados deveriam ser 11

12 analisados separadamene. Para a realização do ese de máximo-verossimilhança uilizamos as mesmas variáveis do modelo 4 apresenado aneriormene. Tabela 6: Tese de máximo-verossimilhança Likelihood-raio es LR chi2(18) = Prob > chi2 = Assumpion: (all) nesed in (rural, urbano) A abela 7 a seguir apresena os resulados do modelo 4 esimados separadamene para cada uma das regiões. 12

13 Tabela 7: Probi: Efeios marginais da probabilidade de ser rabalhador infanil áreas rural e urbana Rural Urbana Rural Urbana Pai rabalhador infanil 0,0837 0,0125 0,0832 0,0124 (0,0167) (0,0027) (0,0167) (0,0027) Mãe rabalhadora infanil 0,1460 0,0213 0,1450 0,0208 (0,0125) (0,0035) (0,0126) (0,0035) Idade da criança 0,0557 0,0169 0,0558 0,0168 (0,0041) (0,0009) (0,0041) (0,0009) Menina -0,2090-0,0264-0,2088-0,0263 (0,0108) (0,0025) (0,0108) (0,0025) Renda Familiar Líquida -0, , (0, ) (0, ) Idade do pai -0,0002 0,0005-0,0001 0,0005 (0,0009) (0,0002) (0,0009) (0,0002) Idade da mãe 0,0025-0,0001 0,0026-0,0001 (0,0010) (0,0002) (0,0010) (0,0002) Pai desempregado -0,0565-0,0088-0,0585-0,0095 (0,0230) (0,0034) (0,0229) (0,0034) Mãe desempregado -0,1517-0,0230-0,1529-0,0236 (0,0122) (0,0030) (0,0122) (0,0030) Escolaridade do pai -0,0078-0,0018-0,0070-0,0015 (0,0025) (0,0004) (0,0025) (0,0004) Escolaridade da mãe -0,0102-0,0021-0,0094-0,0018 (0,0023) (0,0004) (0,0024) (0,0004) N de irmãs 0-5 anos 0,0189 0,0081 0,0184 0,0080 (0,0114) (0,0031) (0,0114) (0,0031) N de irmãs 6-9 anos 0,0117 0,0097 0,0112 0,0095 (0,0104) (0,0025) (0,0104) (0,0025) N de irmãs anos -0,0005 0,0040-0,0012 0,0037 (0,0099) (0,0024) (0,0099) (0,0024) N de irmãs anos 0,0206 0,0017 0,0205 0,0018 (0,0124) (0,0030) (0,0124) (0,0030) N de irmãos 0-5 anos 0,0174 0,0045 0,0173 0,0045 (0,0116) (0,0030) (0,0115) (0,0029) N de irmãos 6-9 anos 0,0397 0,0019 0,0390 0,0019 (0,0106) (0,0026) (0,0106) (0,0026) N de irmãos anos -0,0117 0,0040-0,0124 0,0039 (0,0096) (0,0024) (0,0096) (0,0024) N de irmãos anos 0,0323-0,0017 0,0327-0,0016 (0,0108) (0,0028) (0,0108) (0,0027) Chi2(n) 940,1 837,1 944,3 856,0 Prob > Chi2 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 Pseudo R2 0,1806 0,1341 0,1810 0,1350 N de observações Desvios-padrão robusos enre parêneses. Fone: PNAD (2004) Elaboração própria. 13

14 A comparação enre os efeios marginais das áreas urbana e rural sobre a probabilidade da criança ser rabalhador infanil mosra que, apesar de fores diferenças em ermos de escala, as principais variáveis (pais rabalhadores infanis, escolaridade dos pais, idade da criança, sexo, paricipação dos pais no mercado de rabalho) apresenam o mesmo sinal independenemene da região onde habiam, conforme pode ser viso na abela 7. Além disso, a análise ambém permie corroborar a exisência do fenômeno da persisência do rabalho infanil para as duas populações invesigadas. No enano, a separação da amosra enre as regiões urbana e rural demonsra que a magniude do impaco da persisência inergeracional do rabalho infanil é muio mais acenuada na zona rural comparaivamene à área urbana, de al forma que o fao do pai er sido rabalhador infanil para uma criança que habia a região rural aumena em +8,4 p.p. a sua probabilidade de ambém ser rabalhador infanil; na zona urbana ese valor é de +1,3p.p. Já o fao da mãe er sido rabalhadora infanil eleva em +14,6p.p. a probabilidade de seu filho ambém o ser, caso eseja na zona rural, valor muio superior ao efeio quando a criança reside na região urbana (+2,13p.p.). Da abela 7 chama aenção ambém dois efeios muio diferenciados na redução da predisposição ao rabalho infanil enre crianças residenes da zona rural e urbana: na zona rural o efeio de ser menina e er pais que não esão no mercado de rabalho é muio mais fore na redução da probabilidade de rabalhar (-21p.p., -5,6p.p e -15,2p.p. respecivamene para meninas, pai e mãe fora do mercado de rabalho) relaivamene às crianças que habiam áreas urbanas, que em uma redução na probabilidade de oferar rabalho de apenas -2,7p.p., -0,87p.p. e -2,3p.p. respecivamene. Ainda na abela 7, apresenamos ambém os resulados do probi acrescenando como variável explicaiva a renda familiar líquida, definida como sendo a renda familiar deduzida do rendimeno da criança. Tal como ressalado por Emerson e Souza (2003), a inclusão dessa variável apesar de inroduzir problemas de endogeneidade, é de grande valia por permiir o ese do grau de adequação das variáveis de escolaridade dos pais como proxies para a riqueza familiar. Caso as variáveis indicadoras da riqueza das famílias nos modelos aneriormene especificados não fossem represenaivas desa, a inclusão da renda familiar poderia capar uma pare dos efeios da armadilha inergeracional sobre o rabalho infanil e dessa forma minorando a relevância da influência do saus passado dos pais sobre a predisposição das crianças serem rabalhadores infanis. Opou-se por incluir a renda familiar líquida apenas nas esimações separadas por regiões. Mais uma vez, o ese de máxima-verossimilhança rejeiou a hipóese nula de que modelos resrios eram iguais ao modelo não-resrio (abela 8). Tabela 8: Tese de máximo-verossimilhança Likelihood-raio es LR chi2(19) = Prob > chi2 = Assumpion: (all) nesed in (rural, urbano) 14

15 A parir da observação dos efeios marginais obidos após a inclusão da variável renda familiar líquida no modelo percebe-se que esa apresena um efeio muio pequeno (urbano) e não significaivo (rural), além de não promover alerações relevanes nos sinais e magniudes das variáveis que capam a persisência do rabalho infanil e da riqueza das famílias ano para a realidade do ambiene rural quano urbano. As grandes diferenças quano a probabilidade de ser rabalhador infanil enre as regiões urbana e rural possivelmene êm inúmeras e disinas explicações, por exemplo, na zona rural as meninas endem a er uma menor paricipação no mercado de rabalho relaivamene aos garoos, já que ficam mais areladas às aividades domésicas das residências ou mesmo porque o rabalho rural, em geral, em como caracerísica a maior exigência de força física, o que inviabiliza uma maior demanda por rabalho de crianças do sexo feminino. Essas disinções enre os efeios nas áreas rural e urbana evidenciam a necessidade de uma maior aenção dos esudos eóricos e empíricos sobre as diferenças de conexo enre essas duas realidades que provavelmene em deerminanes diferenes, sendo ambém diferenciado o papel da persisência do rabalho infanil. Dessa forma cabe ressalar que políicas públicas que objeivam eliminar ou reduzir a incidência do rabalho infanil no país devem incorporar essas caracerísicas inrínsecas do problema em cada região sócio-econômica para ober uma maior efeividade de suas ações. 5. Comenários Finais O objeivo dese esudo foi idenificar a persisência inergeracional do rabalho infanil, a parir dos dados da PNAD de 2004, analisando isoladamene as áreas rurais e urbanas do Brasil. Assim como obido por Emerson e Souza (2002), os resulados mosraram que o fao dos pais erem sido rabalhadores infanis eve um efeio posiivo e significane sobre a probabilidade de seus filhos serem rabalhadores infanis. Ao incluir a escolaridade dos pais como proxy da riqueza das famílias, noou-se que essa variável afeou negaivamene a predisposição das crianças rabalharem, odavia, o efeio do saus de rabalho infanil dos pais (pai e mãe) coninuou posiivo e significane, razendo evidências da exisência de um possível mecanismo de ransmissão do rabalho infanil enre as gerações que vai além da explicação conferida pelo círculo vicioso da pobreza e/ou rabalho infanil. A análise isolada das regiões rurais e urbanas, decisão corroborada pelo ese de razão de verossimilhança, mosrou que apesar de fores diferenças em ermos de escala, as principais variáveis (pais rabalhadores infanis, escolaridade dos pais, idade da criança, sexo, paricipação dos pais no mercado de rabalho) apresenaram o mesmo sinal independenemene da região analisada. Consaou-se, por mais uma vez, a exisência de ligações fores enre a condição de rabalho infanil dos pais e seus filhos. Todavia, a magniude desse impaco foi muio mais acenuada na zona rural comparaivamene à área urbana. Essas disinções enconradas evidenciam a necessidade de uma maior aenção dos esudos quano ao raameno dos deerminanes do rabalho infanil, o que ambém deve ser levado em cona pelos formuladores de políicas públicas. 15

16 Referências Bibliográficas BARROS, R.P.; MENDONÇA, R.S.P.; VELAZCO, T. A pobreza é a principal causa do rabalho infanil no Brasil urbano? Rio de Janeiro: IPEA, p. CAVALIERE, C.H. Trabalho Infanil e Desempenho Escolar. Anais do XXVIII Enconro Nacional de Economia ANPEC. Campinas, EMERSON, P.; SOUZA, A. P. Is There a Child Labor Trap? Iner-Generaional Persisense of Child Labor in Brazil. Vanderbil Universiy, 2002 (Working Paper No 02- W14). EMERSON, P.; SOUZA, A. P. From Childhood o Adulhood: he effecs of child labor aciviies on adul earnings in Brazil. USP: Disponível em: hp:// Acesso em: 9 se FERRO, A. R. Avaliação do Impaco dos Programas de Bolsa Escola no Trabalho Infanil no Brasil f. Disseração (Mesrado em Economia) Escola Superior de Agriculura Luiz de Queiroz, Universidade de São Paulo, Piracicaba. INTERNATIONAL, Labor Organizaion. Esaísicas de Crianças Trabalhadoras e Trabalho Infanil de Risco: Disponível em: hp:// Acesso em: 5 se KASSOUF, A L. O rabalho infanil no Brasil. São Paulo, p. Tese de livre docência. Piracicaba: DEAS-ESALQ-USP KASSOUF, A. L. Trabalho Infanil. In: LISBOA, M.; MENEZES-FILHO, N.A. Microeconomia e Sociedade no Brasil. Rio de Janeiro, FGV: PNAD Pesquisa Nacional por Amosra de Domicilios. IBGE, RJ. PSACHAROPOULOS, G Child Labor versus educaional aainmen. Some Evidence from Lain America. Journal of Populaion Economics. 10:4, pp ROMER, D. Advanced macroeconomics. McGraw-Hill, 3º edição,

17 SOARES, S; PIANTO, D., "Use of Survey Design for he Evaluaion of Social programs: The PNAD and he Program for he Eradicaion of Child Labor in Brazil,". SCHWARTZMAN, F. F.; SCHWARTZMAN, S. F. O Trabalho Infanil no Brasil. UFRJ: Disponível em: hp:// Acesso em: 11 se

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