A Iniciativa para a Economia Cívica

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1 A Iniciativa para a Economia Cívica Os Programas de Inovação Societal e Mudança A. A Iniciativa para a Economia Cívica A Iniciativa para a Economia Cívica (IEC) é uma iniciativa que agrega entidades públicas, privadas, da economia social e a Cidadania para promover a economia cívica, enquanto modelo de desenvolvimento económico e social, em Portugal. Para este efeito criou, a título experimental, uma Rede de dez Comunidades para a Economia Cívica baseadas nos concelhos de Bragança, Vila Real, Gouveia, Fundão, Penela, Miranda do Corvo, Vila Velha de Ródão, Idanha-a-Nova, Campo Maior, esta última incluindo os Concelhos de Arronches e Elvas. Cada Comunidade assenta num Protocolo, assinado pelos seus membros estabelecendo os objetivos, a sua organização e o seu funcionamento. As Comunidades, lideradas pelo parceiro da IEC local, integram entidades públicas, privadas, da Economia Social e a Cidadania, abrangendo todos os âmbitos e setores económicos, sociais e culturais de relevância dos Concelhos permitindo assim obter uma visão integral - de 360 graus - da realidade económica, social e cultural local e um diagnóstico preciso dos seus problemas, necessidades e desafios societais complexos. A finalidade das Comunidades para a Economia Cívica é o de criar um novo âmbito de coresponsabilização alargada para a configuração de respostas inovadoras e sustentáveis 1

2 para estes problemas, necessidades e desafios societais complexos assente em três vetores: A mutualização da responsabilidade dos membros da Comunidade pela definição dos problemas, necessidades e desafios societais complexos e a consequente definição e execução das respostas que produzam um impacto mais positivo na Comunidade; A participação da Comunidade, em geral, na configuração dessas respostas numa ótica de inovação aberta e competitiva e focalizadas para a produção do impacto societal desejado pela Comunidade e para a garantia da sustentabilidade das respostas; A captação de investimento interessado em financiar o impacto societal dessas respostas sem prejuízo da recuperação da totalidade ou parte do investimento efetuado. Trata-se de um novo modelo de desenvolvimento económico e social que assenta na cocriação, entre entidades públicas, privadas, da economia social e da Cidadania, de bens e serviços de interesse geral, inovadores e sustentáveis capazes de trazer novas respostas para os problemas societais tais como o desemprego jovem, o isolamento de idosos, a reincidência criminal, a obesidade, o abandono escolar, a poluição ambiental, a regressão da natalidade, entre outros. Para que as respostas sejam efetivas é necessário que, por um lado, sejam identificadas as causas imediatas e remotas dos problemas, necessidades e desafios societais complexos e, por outro, que as respostas sejam inovadoras e produzam incidências positivas na vida das pessoas e no conjunto da Comunidade ao mesmo tempo que permitam, ao Estado, poupar recursos públicos. No ponto V. do presente documento está explicada a metodologia de monitorização e avaliação do impacto societal que será desenvolvida pela IEC-Inteligência. 2

3 B. O Programa de Inovação Societal e Mudança: Estrutura e calendário Para desenvolver a Iniciativa para a Economia Cívica, cada Comunidade seguiu um Programa de Inovação Societal e Mudança com o objetivo de serem desenvolvidos projetos e iniciativas que se proponham configurar soluções inovadoras e geradoras de impacto societal coletivo para os problemas, necessidades e desafios societais complexos previamente identificados pelos membros da Comunidade ao longo de uma série de reuniões de trabalho (em média 7 reuniões), entre abril e julho do ano em curso. A primeira fase do Programa de Inovação Societal e Mudança culminou com a elaboração da presente Agenda de Inovação Societal e Mudança na qual os membros da Comunidade, por consenso, fixaram: Os objetivos de inovação e de mudança em relação às respostas que são dadas hoje aos problemas, necessidades e desafios societais complexos da sua Comunidade e O impacto societal coletivo que a Comunidade pretende gerar mediante o desenvolvimento de projetos e iniciativas promovidos e apoiados no seu âmbito. A Agenda de Inovação Societal e Mudança, após ter sido submetida a debate público em cada uma das Comunidades - com o objetivo de envolver a Cidadania neste processo de inovação societal e mudança - será apresentada pelos membros das Comunidades no Congresso da Rede de Comunidades para a Economia Cívica que terá lugar no dia 19 de setembro em Gouveia. Após esta apresentação e discussão conjunta, iniciar-se-á a segunda fase do Programa de Inovação Societal e Mudança com a identificação, avaliação e seleção dos projetos e iniciativas que se proponham alcançar os objetivos de inovação societal e mudança 3

4 fixados nas Agendas e gerar os impactos societais com base na apresentação de variáveis e indicadores de impacto que atestem essa capacidade inovadora e de impacto. Paralelamente, serão avaliadas as necessidades de capacitação dos projetos e dos seus promotores para a inovação e impacto societal assim como as necessidades de financiamento para assegurar o desenvolvimento do projeto e garantir a sua sustentabilidade a longo prazo. A Comunidade para a Economia Cívica ou a Rede de Comunidades que será criada a partir de setembro serão as plataformas competentes para identificar e selecionar os projetos e iniciativas capazes de gerar os impactos societais coletivos fixados assim como para monitorizar e avaliar os resultados e os impactos. A IEC promoverá a criação de um Fundo de Inovação Societal, que tem como objetivo investir nos projetos e iniciativas que serão selecionados pelas Comunidades ou pela Rede de Comunidades, de acordo com os critérios estabelecidos no Regulamento de funcionamento do Fundo. Este Regulamento será adotado pelos titulares de unidades de participação do Fundo, o qual está aberto à participação das entidades, públicas, privadas ou da economia social, que desejem investir nos projetos e iniciativas de inovação societal e mudança que serão promovidos e monitorizados no quadro da Iniciativa para a Economia Cívica Portugal. O Fundo de Inovação Societal será apresentado publicamente no Congresso da Rede das Comunidades para a Economia Cívica que terá lugar a 19 de setembro em Gouveia. 4

5 Diagrama do Programa de Inovação Societal e Mudança da IEC C. A IEC-Inteligência A IEC pretende desenvolver um modelo económico que assenta numa economia de produção de bens e serviços de interesse geral que gerem um impacto societal positivo na Comunidade. Para que seja possível quantificar e avaliar este impacto, é necessário que se produzam, tratem, analisem e avaliem dados, em quantidade e qualidade suficiente para fundamentar as escolhas e as decisões sobre as iniciativas mais eficazes, sustentáveis e que produzem um maior impacto na 5

6 Comunidade em resposta aos problemas, necessidades e desafios complexos que a esta se colocam. societais Para que todas as decisões que vierem a ser tomadas no quadro das Comunidades para a Economia Cívica possam ser fundamentadas no sentido de serem escolhidos e desenvolvidos os projetos que melhor contribuam para o impacto coletivo desejado, é necessário organizar, no âmbito da Rede das Comunidades, uma segunda Rede de Conhecimento e Inteligência que envolva, por um lado, as Universidades e Institutos Politécnicos, Centros de Investigação e peritos, por outro entidades especialistas na recolha e tratamento de dados assim como empresas de tecnologia informática e de comunicação e armazenamento de dados. 1. A cadeia de valor Basicamente esta cadeia de valor é constituída por 6 fases tal como abaixo se apresenta. Investigação 6

7 Nesta fase, a função/área de Research da Associação para a Economia Cívica procede à recolha de informação relevante e elaboração de um depositário de dados com o seguinte índice para cada comunidade (Objetivo: reduzir a assimetria de informação sobre as comunidades existente entre os agentes locais e os representantes da Associação) Identificação dos problemas, necessidades e desafios societais complexos Esta fase é desenvolvida pela Comunidades e tem por objetivo inventariar os problemas/ necessidades/desafios societais complexos e as oportunidades percecionadas pelos agentes intervenientes nas mesmas. Em resultado, deve ser enriquecido o dossier de informação preparado na fase anterior e utilizada a infraestrutura tecnológica para permitir o carregamento de informação e acesso à mesma pelos intervenientes. Caracterização Trata-se de desenvolver o conhecimento sobre as matérias / temas identificados na fase precedente. Nesta fase é desenvolvida a Rede de Conhecimento, envolvendo o Focus Grupo e os seus intervenientes tanto os ligados à Academia como os Especialistas convidados para as sessões de aprofundamento bem como os representantes da IECinteligencia. Métrica Nesta fase, a desenvolver pela IECinteligencia, em conjunto com a Academia relevante, tem por finalidade objetivar os indicadores e as metas a atingir no impacto desejado sobre os problemas/necessidades/desafios/oportunidades bem 7

8 como os custos/benefícios envolvidos. A inteligência fornecida pela Rede de Conhecimento permitirá às Comunidades contratualizar os impactos desejados (Acordo de Impacto coletivo). Monitorização Nesta fase a IEC Inteligência desenvolverá os protocolos e instrumentos que permitirão realizar um seguimento rigoroso do desenvolvimento das iniciativas e projetos apoiados e monitorar o cumprimento/desvios dos indicadores fixados. Avaliação A última fase tem por objetivo avaliar os impactos individuais dos projetos e iniciativas apoiados assim como o impacto coletivo dos mesmos nas respetivas Comunidades. É também objetivo da IEC conseguir realizar uma avaliação do impacto do conjunto dos projetos e iniciativas no conjunto das Comunidades. 8

9 2. A estrutura da Rede de Conhecimento e Inteligência As Comunidades para a Economia Civica Estrutura local constituída pelo Promotor da comunidade e pelos agentes económicos que aceitaram convite para participar conjuntamente com os representantes da Associação e da IECinteligência. Tem por finalidade desenvolver as discussão sobre as necessidades / oportunidades e, na fase de compromisso, concordar sobre os impactos societais pretendidos com o programa de mudança Os Focus Grupo 9

10 Estruturas agregadas aos Clusters de Comunidades compostas pela Academia (Universidades e Institutos Politécnicos), Especialistas (peritos locais e internacionais). É um grupo organizado que mediante agenda de trabalho, por temas, se reúne periodicamente, com vista a recolher, tratar e analisar a informação necessária ao processo de reflexão, debate e de decisão que tem lugar nas Comunidades em torno do Programa de Inovação Societal e Mudança. sobre as necessidades / oportunidades. O Suporte Tecnológico Infraestruturas de equipamento e serviços de índole tecnológico que permitam agilizar os processos de recolha, tratamento, consulta e relato de informação relevante nos moldes adequados de conhecimento definido. 10

11 3. O funcionamento da Rede de Conhecimento e Inteligência Para o desenrolar da atividade que medeia entre a identificação dos temas e o acordo de impacto, serão organizados um conjunto de eventos que visam conduzir as discussões dos temas para fundamentação das soluções propostas assente na produção de conhecimento cientifico. Neste processo serão convidadas as instituições universitárias e peritos em matérias especificas, quer locais quer nacionais e/ou internacionais, para contribuírem para a identificação das soluções com impacto societal. Os grupos serão adequados a abordar os temas por diversos ângulos, ou de forma interdisciplinar, a construir soluções inovadoras e com impacto societal assim como calcular os custos societais futuros. As metodologias de produção, recolha e análise de dados, de tratamento da informação e das métricas identificadas serão determinantes para a evolução do conhecimento e gestão dos sistemas complexos, permitindo às instituições universitárias, uma base para a experimentação e validação de teorias e modelos construídos. A IECinteligência apoiará a execução das abordagens consideradas mais adequadas, para o tratamento dos temas, a organização dos trabalhos dos grupos envolvidos e a partilha do conhecimento produzido. A utilização dos meios digitais será de fundamental importância para agilizar e facilitar a produção e partilha da informação, razão da parceria com a empresa tecnológica e de comunicações. 11

12 Em todo este trajecto, também está presente, a Cidadania, os principais stakeholders, que irá validar o acordo de impacto, suporte à elaboração do Programa para a Inovação Civica e de Mudança. A publicidade de todo o trabalho produzido, será utilizada pela Cidadania para construir uma opinião formada, mais esclarecida sobre os problemas societais e mais comprometida com as soluções para a gestão do bem comum e resolução dos problemas com impacto societal. D. A Associação para a Economia Cívica Portugal A Associação para a Economia Cívica Portugal (Impacto Societal - Associação para a Economia Cívica Portugal) é uma associação privada, sem fins lucrativos, com sede em Lisboa, na Av. Duarte Pacheco, 26, que foi constituída no dia 25 de março de 2015 por tempo indeterminado, mediante escritura pública (folhas 73 e segs do Livro de Notas nº 182 do Cartório Notarial da Notária Maria Fátima Fernandes Ramada de Sousa, em Lisboa). Rege-se por uma Carta de Valores, Princípios e Regras e pelos Estatutos. Missão A Associação para a Economia Cívica Portugal propõe-se e compromete-se a promover uma economia de interesse geral que assenta na co-criação colaborativa entre o Estado, entidades do setor público, da economia privada, da economia social e a Cidadania, organizados em Comunidade para a Economia Cívica a nível local, de bens e serviços sustentáveis, orientados para a satisfação do interesse geral da Comunidade e que gerem na Comunidade impactos societais positivos mensuráveis, mediante o fomento da inovação social aberta, do investimento social e de uma participação ativa e responsável da Cidadania. 12

13 Objetivos Para desenvolver a sua missão, a Associação tem como objetivos: Criação e desenvolvimento, no território nacional, de Comunidades para a Economia Cívica com o objetivo de implementar o Programa de Inovação Social e Mudança da IEC, de acordo com o Regulamento Interno da AECP; Criação de uma Rede de Comunidades para a Economia Cívica com o objetivo de partilhar informação, recursos e boas práticas no âmbito da Economia Cívica; Consolidação dos Programas de Inovação Social e Mudança desenvolvidos pelas Comunidades com o objetivo de abordar, tratar e resolver problemas, necessidades e desafios societais graves e persistentes com que essas Comunidades para a Economia Cívica se confrontam mediante a promoção da colaboração entre Instituições públicas, privadas, da economia social e a Cidadania, o fomento da inovação social e do empreendedorismo social assim como do investimento social e da avaliação do seu impacto; Criação das entidades jurídicas, dos instrumentos e organismos financeiros assim como das plataformas digitais necessários para a prossecução efetiva e operacional das suas finalidades. Criação de uma Rede de Cidadãos para a Economia Cívica. Realização de estudos, relatórios, seminários, conferências, cursos e ações de formação ou capacitação e outros eventos públicos ou privados similares, em território nacional ou no estrangeiro destinados a promover a reflexão, o estudo, a análise e o debate sobre as questões relacionadas com a Economia Cívica, a inovação social e o empreendedorismo social ou de relevância para a prossecução da sua missão; Promoção da investigação no âmbito da economia cívica, da inovação social e do empreendedorismo social ou de qualquer outro âmbito de relevância para a prossecução da sua missão; Organização de concursos de ideias e projetos e atribuição de prémios ou bolsas para projetos e iniciativas que contribuam para o estudo e promoção da economia cívica, 13

14 dos seus valores e princípios, assim como da inovação social e do empreendedorismo social; Promoção e divulgação dos Princípios, Valores e Regras da Economia Cívica, da missão e atividades da AECP mediante a realização de campanhas, ações de sensibilização e outros instrumentos e suportes de divulgação pública; Estabelecimento e desenvolvimento de parcerias com Instituições públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras e a participação em Redes ou entidades congéneres nacionais e estrangeiras que sejam relevantes para a prossecução da sua missão; Participação em programas nacionais ou estrangeiros assim como de Instituições internacionais em áreas de interesse para a prossecução da sua finalidade; Associados fundadores São Associados fundadores as seguintes pessoas e entidades: Câmara Municipal do Fundão Câmara Municipal de Gondomar Câmara Municipal de Vila Real Câmara Municipal de Gouveia Viera e Almeida e Associados Fundação Assistência, Desenvolvimento e Formação Profissional Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior Câmara Municipal de Campo Maior Câmara Municipal de Miranda do Corvo Câmara Municipal de Penela Câmara Municipal da Lousã Câmara Municipal de Idanha-a-Nova Câmara Municipal de Bragança Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão 14

15 Associação das Aldeias do Xisto (prevista) Maria do Carmo Marques Pinto Gabriela de Sousa Machado Gabriela Goucha Virgilio Beatriz Carlos Sarmento de Matos José Alberto Lopes Costa O processo de formalização da adesão das entidades públicas à Associação está em curso, tendo o Tribunal de Contas dado parecer favorável à sua participação na Associação. 15

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