O AMBIENTE ECONÔMICO. Boletim n.º 05 1º trimestre de Taxa de juros - SELIC (fixada pelo Comitê de Política Monetária COPOM)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O AMBIENTE ECONÔMICO. Boletim n.º 05 1º trimestre de 2013. Taxa de juros - SELIC (fixada pelo Comitê de Política Monetária COPOM)"

Transcrição

1 Boletim n.º 05 1º trimestre de O AMBIENTE ECONÔMICO Taxa de juros - SELIC (fixada pelo Comitê de Política Monetária COPOM) Atividade econômica A economia brasileira, medida pelo desempenho do Produto Interno Bruto (PIB), cresceu 0,55% nos primeiros três meses deste ano na comparação com os últimos três meses de. Já em relação ao mesmo período do ano passado o crescimento foi de 1,72%. Taxas de crescimento do PIB e de seus componentes (ótica da demanda) 1º trimestre de Em relação ao 4º trimestre de (trimestre anterior) Em relação ao 1º trimestre de (mesmo trimestre do ano anterior) PIB a preços de mercado 0,55% 1,72% Consumo das famílias -0,17% 2,71% Consumo da administração pública -0,20% 1,80% Formação bruta de capital fixo 5,27% 2,91% Exportações -5,82% -5,75% Importações (-) 6,87% 6,09% Fonte: Elaborado pela AFREBRAS, com base em dados do IBGE (Contas Nacionais, série com ajuste sazonal). O crescimento de 0,55% PIB entre janeiro e março de foi influenciado, sob a ótica da demanda, pela formação bruta de capital fixo (5,27%) no período, na comparação com o quarto trimestre de. Isto demonstra a transição da economia brasileira para um novo perfil, assumindo status de economia emergente. Na comparação com o primeiro trimestre de, a alta foi de 1,72%. Sob a ótica da oferta, o desempenho da agricultura no primeiro trimestre surpreendeu ao crescer 9,69% no período. O setor de serviços também contribuiu (crescimento de 0,48%) para o crescimento econômico no primeiro trimestre do ano. Por outro lado, a indústria influenciou negativamente o desempenho do PIB no período. Fonte: Elaborado pela AFREBRAS, com base em dados do IPEADATA. As expectativas de mercado divulgadas pelo Boletim Focus (maio/) indicam que a SELIC deverá encerrar o ano de fixada em 8,5%. Quanto ao PIB, estima-se crescimento de 2,77% em e, em 2014, a expectativa é de 3,5% de expansão. Por fim, cumpre observar que a evolução das vendas do comércio varejista brasileiro tem apresentado uma estagnação, em termos gerais. O volume de vendas caiu -0,1% no 1º trimestre. A análise de segmentos específicos mostra, por exemplo, um maior crescimento das vendas no varejo de produtos móveis e eletrodomésticos frente as vendas no varejo de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo. Índices selecionados de volume de vendas no comércio varejista número índice (base: dezembro de 2004 = 100; com ajuste sazonal) Taxas de crescimento do PIB e de seus componentes (ótica da oferta) 1º trimestre de Em relação ao 4º trimestre de (trimestre anterior) Em relação ao 1º trimestre de (mesmo trimestre do ano anterior) Agropecuária 9,69% 17,29% Indústria -0,27% -1,27% Serviços 0,48% 2,28% Fonte: Elaborado pela AFREBRAS, com base em dados do IBGE (Contas Nacionais, série com ajuste sazonal). Durante o primeiro trimestre a taxa Selic chegou a seis meses seguidos em 7,25%. Em abril a taxa viria a subir 7,5%, dada, principalmente, a pressão inflacionária. Os hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que cresciam em ritmo lento desde junho de se veem em queda desde janeiro. Ainda assim, houve um aumento de 4,0% de março de para o mesmo mês este ano. 1

2 Endividamento das famílias O percentual de famílias que relatou possuir dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguros diminuiu em março de, alcançando 61,2%, ante 61,5% em fevereiro de. O número de famílias endividadas é maior ao observado em março de, quando 57,8% haviam declarado ter dívidas. Percentual de Famílias Endividadas (% do total) entre Cheque prédatado, cartões de crédito, carnês de lojas, empréstimos pessoal, prestações de carro e seguros Índices de confiança da indústria e do consumidor O Índice de Confiança da Indústria registrou queda de 1,5% em março em relação ao mês anterior. Por sua vez, o Índice de Confiança do Consumidor também recuou entre maio e junho de : 2,8%, ao passar de 127,1 para 113,9 pontos. Tendência que se prolonga desde maio do ano anterior (queda de 10,4%), alcançando patamares de Índices de confiança da indústria e do consumidor Fonte: Elaborado pela AFREBRAS, com base em dados da FGV. Fonte: Elaborado pela AFREBRAS, com base em dados da CNC. O percentual de famílias com contas ou dívidas em atraso apresentou leve queda em março. O percentual de famílias inadimplentes alcançou 19,5% em março de, ante 22,1% em fevereiro e 21,8% em março de. Indicadores de endividamento das famílias Total de endividados Dívidas ou contas em atraso Não terão condições de pagar Março de 57,8% 21,8% 6,7% Fevereiro de 61,5% 22,1% 7,0% Março de 61,2% 19,5% 6,3% Fonte: Elaborado pela AFREBRAS, com base em dados da CNC. No que tange a confiança da indústria, o resultado geral sinaliza que certamente veremos queda no índice de confiança da indústria ao longo do ano até que medidas substanciais de combate a inflação sejam anunciadas. Utilização da capacidade instalada A utilização da capacidade instalada da indústria de produtos alimentares apresenta queda elevada desde dezembro de, passando de 84,2% em dezembro para 76,0% em março de, ou seja, ociosidade de 24,0%. Utilização media da capacidade instalada (em %) O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso também recuou. Em março de, 6,3% das famílias declararam não ter condições de pagar seus débitos, ante 7,0% em fevereiro de e 6,7% em março de. Estes dados, aliados ao aumento acima da meta de inflação, podem estar denotando o esgotamento da política consumista brasileira dos últimos anos. Fonte: Elaborado pela AFREBRAS, com base em dados da FGV. 2

3 A capacidade ociosa da indústria de produtos alimentares passou a se estabelecer muito abaixo média da indústria de transformação a partir de dezembro de. Em março, a indústria de transformação apresentou índice de ociosidade de 16,3%. Taxa de câmbio Em março de, o dólar médio mensal ficou cotado em R$ 1,98, 0,49% superior ao mês anterior. Com a ressurgimento das bolsas norte-americanas em conjunto com nossa inflação, a tendência é de desvalorização do real perante o dólar nos próximos meses. O AMBIENTE SETORIAL Volume de produção O gráfico abaixo mostra a evolução da produção de cervejas e refrigerantes, de acordo com os dados do SICOBE Sistema de Controle de Produção de Bebidas 1. Produção de refrigerantes e cervejas (em milhões de litros) Taxa de câmbio R$ / US$ (média mensal) Fonte: Elaborado pela AFREBRAS, com base em dados do IPEADATA. As expectativas divulgadas pelo Boletim Focus (maio/) indicam que a Taxa de câmbio (R$/US$) deverá encerrar o ano de em R$ 2,05, e 2014 em R$ 2,10. Os dados mostram que a produção de refrigerantes decresceu -0,05% neste trimestre em relação ao mesmo período do ano passado. A produção de cervejas, por sua vez, teve queda bem mais expressiva. Em março de, a produção de cerveja caiu 13,1% em relação a março de. Produção de refrigerantes e cervejas (em milhões de litros) 1.º trimestre de 1.º trimestre de Refrigerantes ,64% Cervejas ,39% Março de Março de Refrigerantes ,78% Cervejas ,10% Fevereiro de Fevereiro de Refrigerantes ,03% Cervejas ,63% O setor de cervejas apresentou uma queda de 0,39% no 1º trimestre de em relação ao mesmo período do ano anterior. A produção de cervejas teve queda expressiva. Em março de, a produção de cerveja caiu 13,1% em relação a março de. Cabe destacar a queda forte de ambos os segmentos. A diferença de vendas entre março do ano passado para este foi decisiva. 1 Importante destacar que os dados disponibilizados pelo SICOBE referem-se à produção de cervejas e refrigerantes controladas pelo Sistema. 3

4 Ainda com base nas estatísticas do SICOBE, em uma perspectiva regional, observa-se o bom desempenho das regiões Norte, Nordeste, e Centro-Oeste na produção de refrigerantes 1.º trimestre de. Produção de refrigerantes (em litros) 1.º trimestre de 1.º trimestre de Norte ,94% Nordeste ,45% Centro-Oeste ,33% Sudeste ,30% Sul ,80% Total ,64% Por outro lado, a região Sul apresentou a pior dinâmica de crescimento da produção de cervejas nos mesmos períodos. Emprego O setor brasileiro de refrigerantes registrou uma queda de -0,68% no número de empregados no 1º trimestre de, em relação ao trimestre anterior. Porém, no acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento foi de 8,85%. Entre as regiões, de fevereiro para março deste ano, crescimento apenas no Sudeste e Centro-Oeste, ambos com 1,10%, maior que aumento nacional de 0,5%. Os postos de trabalho no setor de refrigerantes da região norte caíram -4,29% no primeiro trimestre de. Evolução do emprego no setor de refrigerantes número índice Produção de cervejas (em litros) 1.º trimestre de 1.º trimestre de Norte ,73% Nordeste ,10% Centro-Oeste ,63% Sudeste ,94% Sul ,22% Total ,39% O gráfico na sequência sobretudo as linhas tracejadas que indicam as tendências de crescimento na indústria de bebidas e queda na indústria geral, mesmo que a indústria de bebidas observe um momento mais instável. Produção física mensal número índice (base 2002 = 100; com ajuste sazonal) Fonte: Elaborado pela AFREBRAS, com base em dados do MTE. O setor brasileiro de cervejas, por sua vez, apresentou uma queda de 0,22% no nível de emprego no acumulado do ano (janeiro a março de ). Quando comparado com o mesmo período do ano anterior (1º trimestre de ) o movimento foi inverso, já que neste período houve aumento de 0,44% no nível de emprego no acumulado do trimestre. Em termos regionais, destaca-se a queda muito acentuada da região norte, onde ocorreram 321 desligamentos em dezembro de, caindo -13,78% na virada de para. As outras regiões permaneceram estagnadas. Na passagem de fevereiro para março, a produção de bebidas aumentou 4,6% ante apenas 0,3% da produção industrial brasileira. Na comparação do acumulado em 12 meses a vantagem permanece, onde a produção de bebidas aumentou 2,1% perante queda de -1,9% da produção industrial brasileira. 4

5 Evolução do emprego no setor de cervejas número índice Arrecadação de IPI-BEBIDAS (em milhões de R$) Fonte: Elaborado pela AFREBRAS, com base em dados do MTE. Importante ressaltar que, de março de para março de, a indústria de cervejas tem apresentado desempenho inferior no que tange a geração de postos de trabalho vis-a-vis o setor de refrigerantes (5,85% contra 8,10% respectivamente), mas superior à indústria de transformação (1,13%). O gráfico, na sequencia, demonstra o ritmo constante de crescimento dos empregos gerados na indústria de refrigerantes e da indústria de transformação nacional. A indústria cervejeira apresenta leve queda. Evolução do emprego nos setores de refrigerantes e de cervejas e na indústria de transformação (Brasil) número índice Fonte: Elaborado pela AFREBRAS, com base em dados SRF. Nível de preços Os preços ao consumidor final das bebidas (refrigerantes e cervejas) apresentaram maiores taxas de crescimento quando comparados ao índice agregado de preços (IPCA-GERAL) em uma crescente que começa ao início de 2011 e segue até o final de. Em estes índices se estabilizam. O índice geral acumulou alta de 1,93% no 1º trimestre de (janeiro a março), esta mesma porcentagem foi observada na cerveja, já os refrigerantes aumentaram 2,72%, estando acima de ambos. Evolução dos índices de preço geral, refrigerantes e cervejas número índice Fonte: Elaborado pela AFREBRAS, com base em dados do MTE. Arrecadação de impostos A arrecadação de IPI-Bebidas alcançou o patamar de R$ 439,76 milhões em janeiro de. Em março de, a arrecadação de IPI-Bebidas foi de R$ 282,4 milhões, -18,36% inferior a fevereiro, porém, 12,05% superior em relação a março de. É evidente a tendência de crescimento da arrecadação do imposto, apesar do caráter sazonal do setor. Notas: (*) Média ponderada dos índices IPCA-Refrigerante e Água Mineral Alimentação no Domicílio e IPCA-Refrigerante e Água Mineral Fora do Domicílio ; (**) Média ponderada dos índices IPCA-Cerveja Alimentação no Domicílio e IPCA-Cerveja Fora do Domicílio. Em termos regionais, no 1º trimestre de, a região metropolitana de Salvador tem apresentado os maiores índices de inflação, nos refrigerantes (4,99%). Com relação à cerveja, São Paulo se destaca (3,49%). As únicas regiões em que ambos, refrigerantes e cerveja, estão acima do índice geral são as de Belo Horizonte e São Paulo; e as únicas em que ambos estão abaixo são Fortaleza e Belém. 5

6 IPCA (em %) acumulado 1º trimestre de IPCA (em %) acumulado últimos doze meses IPCA / Regiões Metropolitanas 1.º Trimestre de acumulado - jan/mar - em % Geral Refrigerante Cerveja IPCA / Regiões Metropolitanas Últimos doze meses acumulado - abr-12/mar-13 - em % Geral Refrigerante Cerveja Brasil 1,93 2,72 1,93 Belém 2,43 0,93-0,00 Salvador 2,03 4,99 0,01 Belo Horizonte 2,20 3,43 2,86 Recife 2,25 1,27 2,77 Porto Alegre 1,68 3,65 1,30 Curitiba 1,49 2,47 0,81 Rio de Janeiro 1,25 2,05 1,42 Fortaleza 2,34 1,78 0,76 São Paulo 2,13 2,81 3,49 Nos últimos doze meses (abr/12-mar/13), o IPCA-Geral acumula alta de 6,56%, acima do limite tolerável de 2% além do centro da meta de inflação (4,5%). No que tange a inflação registrada nos preços de refrigerantes e cervejas, estes tem registrado aumentos significativos de 10,12% e 15,14%, respectivamente. Dentre todas as regiões, apenas Belém contraria a tendência nacional dos últimos 12 meses, onde ambos refrigerantes e cerveja estão acima do índice geral interno, neste caso os refrigerantes em Belém inflacionaram 6,63% contra os 9,64% de seu índice geral. O principal destaque neste quesito é a região de Salvador que mesmo não tendo o maior índice geral (5ª entre as nove regiões analisadas) detém os dois maiores alimentos do IPCA de refrigerantes e cerveja acumulados dos últimos 12 meses (19,75% e 20,03% respectivamente). No caso dos refrigerantes, Salvador tem folga sobre a 2ª maior, Belo Horizonte (14,73%). Na cerveja é seguida de perto por Recife (19,02%). Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, e Porto Alegre são as regiões que mais se aproximam da tendência nacional, em relação a proporção nos aumentos entre IPCA-Geral, IPCA-Refrigerantes e IPCA-Cerveja. Brasil 6,56 10,12 15,14 Belém 9,64 6,69 17,64 Salvador 7,25 19,75 20,03 Belo Horizonte 6,60 14,73 12,77 Recife 7,25 11,85 19,02 Porto Alegre 6,17 9,73 14,46 Curitiba 6,30 8,95 13,66 Rio de Janeiro 6,49 9,03 13,56 Fortaleza 8,11 11,48 10,98 São Paulo 5,89 8,14 14,56 Com relação, ao IPP-Bebidas (Índice de Preços ao Produtor), de acordo com o IBGE, os preços das bebidas na porta da fábrica segue em queda constante desde novembro de, tendo caído 2,23% (acumulado até março ). Só no 1º trimestre de essa queda é de 1,25%, ritmo inverso do IPCA do refrigerante e da cerveja, que aumentaram 2,72% e 1,93% respectivamente. O açúcar, que será explorado posteriormente, é um dos principais determinantes desta tendência, mas tanto a cerveja como os refrigerantes (principalmente dos grandes produtores) seguem a pressão inflacionária do cenário econômico brasileiro. Queda no IPP e aumentos no IPCA implica em aumento de margem do comerciante, ou seja, o produtor está ficando para trás em termos de ganho, sendo a inflação atual um fenômeno varejista. Vale ressaltar, que o IPP pode estar apenas se ajustando a um crescimento exagerado e desproporcional de setembro de (4,6%). Sua progressão é mais elástica, mas sua média tende a seguir as variações do IPCA dos refrigerantes. Evolução dos índices IPP-Bebidas*, IPCA-Refrigerantes e IPCA- Cervejas número índice Notas: (*) O IPP (Índice de Preços ao Produtor) mede a evolução dos preços de produtos na porta de fábrica, sem impostos e fretes. Os produtos cervejas e refrigerantes representam 86,61% do índice IPP-Bebidas. 6

7 Açúcar O Indicador do Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ (estado de São Paulo) teve queda de 6,09% em março de em relação ao mês anterior, registrando média mensal de R$ 45,04/saca de 50 kg, 21,45% abaixo da média de março de. Dados da ÚNICA mostram que, até a moagem da canade-açúcar da safra /13 totalizou 532,7 milhões de toneladas na região Centro-Sul, 8,01% superior à safra passada. A produção de açúcar atingiu a marca de 34,1 milhões de toneladas, crescendo em proporção parecida com a cana, 8,21% a mais que a do mesmo período da safra anterior. Evolução dos preços do açúcar (em R$ e em U$$) Indicador Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ - São Paulo (média mensal; saca de 50 kg) Fonte: Elaborado pela AFREBRAS, com base em dados do CEPEA. Importações de pré-formas O MERCOSUL continua responsável pela quase totalidade das importações brasileiras de pré-formas (97,13%). Somente o Uruguai responde por 69,32% (dados de 1º trimestre). No 1º trimestre de, o Brasil importou 570 mil de milheiros de pré-formas, totalizando cerca de US$ 66,4 milhões. O preço médio importado do milheiro, neste período, foi de US$ 116,46, porém, se consideramos apenas o preço médio dos países do MERCOSUL este valor passa para US$ 106,99. No acumulado do ano (janeiro a março), foram importados mais 570 mil de milheiros de pré-formas, totalizando cerca de US$ 66,4 milhões. Origem das importações de pré-formas (dados acumulados de janeiro a março) Importação (em US$ FOB) Quantidade Importada Em Kg Em milheiros Participação Preço US$ FOB (por milheiro) Uruguai ,44 69,32% 106,36 Paraguai ,60 14,78% 107,67 Argentina ,37 13,03% 109,54 China ,37 1,37% 270,10 Demais países ,85 1,50% 588,64 Total ,00% 116,46 PM U.P.A. 106,99 Fonte: Elaborado pela AFREBRAS, com base nos dados do SECEX. O Uruguai mantém o status de maior exportador de préformas para o Brasil, exercendo a maior influencia no preço médio. O Paraguai segue as tendências de preço, porém, seu ritmo ficou abaixo da média a partir de 2009 e intensificou uma queda em A Argentina, por sua vez, aumentou seus preços muito acima dos vizinhos no 1º trimestre de. Após ver sua participação diminuir gradativamente de 19,58% no 3T de, para 15,92% no 4T de, e para 13,03% no 1T, retorna ao patamar anterior, mais próximo do ritmo da média dos países do MERCOSUL. no Preço Médio das Pré-formas dos países do MERCOSUL (base: jan/2008 = 100) Quantidade importada de pré-formas* e preço US$ FOB (em milheiros) Fonte: Elaborado pela AFREBRAS, com base nos dados do SECEX. Fonte: Elaborado pela AFREBRAS, com base em dados da SECEX. Notas: * NCM : Garrafões, garrafas, frascos e artigos semelhantes. 7

ANÁLISE DA PRODUÇÃO MENSAL DE BEBIDAS

ANÁLISE DA PRODUÇÃO MENSAL DE BEBIDAS ANÁLISE DA PRODUÇÃO MENSAL DE BEBIDAS Fevereiro de 2014 ASSOCIAÇÃO DOS FABRICANTES DE REFRIGERANTES DO BRASIL VOLUME MENSAL BRASIL REFRIGERANTES Fonte: SICOBE/RFB VOLUME MENSAL BRASIL CERVEJAS Fonte: SICOBE/RFB

Leia mais

O Endividamento das famílias no Brasil

O Endividamento das famílias no Brasil Boletim Econômico Edição nº 74 junho de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico O Endividamento das famílias no Brasil 1 Situação atual e números O percentual de famílias com

Leia mais

CNC - Divisão Econômica Rio de Janeiro

CNC - Divisão Econômica Rio de Janeiro CNC - Divisão Econômica Rio de Janeiro Março de 2015 PEIC Síntese dos Resultados Síntese dos Resultados Total de Endividados Dívidas ou Contas em Atrasos Não Terão Condições de Pagar mar/14 61,0% 20,8%

Leia mais

PAINEL 9,6% dez/07. out/07. ago/07 1.340 1.320 1.300 1.280 1.260 1.240 1.220 1.200. nov/06. fev/07. ago/06

PAINEL 9,6% dez/07. out/07. ago/07 1.340 1.320 1.300 1.280 1.260 1.240 1.220 1.200. nov/06. fev/07. ago/06 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 35 15 a 30 de setembro de 2009 EMPREGO De acordo com a Pesquisa

Leia mais

Conjuntura - Saúde Suplementar

Conjuntura - Saúde Suplementar Conjuntura - Saúde Suplementar 25º Edição - Abril de 2014 SUMÁRIO Conjuntura - Saúde Suplementar Apresentação 3 Seção Especial 5 Nível de Atividade 8 Emprego 9 Emprego direto em planos de saúde 10 Renda

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL II RELATÓRIO ANALÍTICO

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL II RELATÓRIO ANALÍTICO II RELATÓRIO ANALÍTICO 15 1 CONTEXTO ECONÔMICO A quantidade e a qualidade dos serviços públicos prestados por um governo aos seus cidadãos são fortemente influenciadas pelo contexto econômico local, mas

Leia mais

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 30 de Novembro de 2015

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 30 de Novembro de 2015 Associação Brasileira de Supermercados Nº58 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 30 de Novembro de 2015 Índice de Vendas acumula queda de -1,02% até outubro Vendas do setor

Leia mais

Preços. 2.1 Índices gerais

Preços. 2.1 Índices gerais Preços A inflação, considerada a evolução dos índices de preços ao consumidor e por atacado, apresentou contínua elevação ao longo do trimestre encerrado em maio. Esse movimento, embora tenha traduzido

Leia mais

Indicadores da Semana

Indicadores da Semana Indicadores da Semana O saldo total das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional atingiu 54,5% do PIB, com aproximadamente 53% do total do saldo destinado a atividades econômicas. A carteira

Leia mais

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Outubro de 2015

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Outubro de 2015 Associação Brasileira de Supermercados Nº57 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Outubro de 2015 Setor de supermercados acumula queda de -0,96% Renda e inflação afetam

Leia mais

Vendas recuam, mas acumulam alta de 1,46% no ano

Vendas recuam, mas acumulam alta de 1,46% no ano Associação Brasileira de Supermercados Nº51 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Abril de 2015 Vendas recuam, mas acumulam alta de 1,46% no ano Crescimento moderado

Leia mais

Conjuntura - Saúde Suplementar

Conjuntura - Saúde Suplementar Apresentação Nesta 17ª Carta de Conjuntura da Saúde Suplementar, constam os principais indicadores econômicos de 2011 e uma a n á l i s e d o i m p a c t o d o crescimento da renda e do emprego sobre o

Leia mais

Boletim Econômico e do Setor Portuário. Sumário

Boletim Econômico e do Setor Portuário. Sumário Boletim Econômico e do Setor Portuário Junho de 2014 Sumário Indicadores da Economia Nacional... 2 O Produto Interno Bruto PIB no primeiro trimestre de 2014... 2 Os Índices de Inflação... 3 O Mercado de

Leia mais

Relatório Econômico Mensal Agosto 2011

Relatório Econômico Mensal Agosto 2011 Relatório Econômico Mensal Agosto 2011 Tópicos Economia Americana: Confiança em baixa Pág.3 EUA X Japão Pág. 4 Mercados Emergentes: China segue apertando as condições monetárias Pág.5 Economia Brasileira:

Leia mais

Impactos da Crise Financeira sobre a Produção da Indústria

Impactos da Crise Financeira sobre a Produção da Indústria Impactos da Crise Financeira sobre a Produção da Indústria A evolução dos principais indicadores econômicos conjunturais sugere a paulatina dissipação dos efeitos da intensificação da crise financeira

Leia mais

C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA

C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA C&M CENÁRIOS 8/2013 CENÁRIOS PARA A ECONOMIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA HENRIQUE MARINHO MAIO DE 2013 Economia Internacional Atividade Econômica A divulgação dos resultados do crescimento econômico dos

Leia mais

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 27 de Agosto de 2014

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 27 de Agosto de 2014 Associação Brasileira de Supermercados Nº43 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 27 de Agosto de 2014 Com crescimento em julho, setor acumula 1,48% no ano Em julho, as vendas

Leia mais

Indicadores da Semana

Indicadores da Semana Indicadores da Semana O Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa de juros Selic em 0,5 p.p., a 14,25% ao ano, conforme esperado pelo mercado. A decisão ocorreu após elevação de 0,5 p.p no último encontro.

Leia mais

Notícias Economia Internacional. e Indicadores Brasileiros. Nº 1/2 Julho de 2012

Notícias Economia Internacional. e Indicadores Brasileiros. Nº 1/2 Julho de 2012 Notícias Economia Internacional e Indicadores Brasileiros Nº 1/2 Julho de 2012 Sindmóveis - Projeto Orchestra Brasil www.sindmoveis.com.br www.orchestrabrasil.com.br Realização: inteligenciacomercial@sindmoveis.com.br

Leia mais

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC abril 2014

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC abril 2014 ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC abril 2014 Rio de Janeiro, 09 de maio de 2014 SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR COMENTÁRIOS Abril 2014 ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS

Leia mais

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 22 de Dezembro de 2015

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 22 de Dezembro de 2015 Associação Brasileira de Supermercados Nº59 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 22 de Dezembro de 2015 Supermercados mostram queda de -1,61% até novembro Desemprego e renda

Leia mais

Núcleo de Pesquisa. Federação do Comércio do Estado de Santa Catarina PEIC

Núcleo de Pesquisa. Federação do Comércio do Estado de Santa Catarina PEIC Federação do Comércio do Estado de Santa Catarina PEIC Pesquisa de Endividamento e Inadimplência dos Consumidores de abril de 2013 Na comparação mensal entre março e abril, o percentual de catarinenses

Leia mais

Introdução. PIB varia 0,4% em relação ao 1º trimestre e chega a R$ 1,10 trilhão

Introdução. PIB varia 0,4% em relação ao 1º trimestre e chega a R$ 1,10 trilhão 16 a 31 de agosto de 2012 As principais informações da economia mundial, brasileira e baiana Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia Diretoria de Indicadores e Estatísticas Coordenação

Leia mais

1. COMÉRCIO 1.1. Pesquisa Mensal de Comércio. 1.2. Sondagem do comércio

1. COMÉRCIO 1.1. Pesquisa Mensal de Comércio. 1.2. Sondagem do comércio Nº 45- Maio/2015 1. COMÉRCIO 1.1. Pesquisa Mensal de Comércio O volume de vendas do comércio varejista restrito do estado do Rio de Janeiro registrou, em fevereiro de 2015, alta de 0,8% em relação ao mesmo

Leia mais

Nota de Crédito PJ. Janeiro 2015. Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014

Nota de Crédito PJ. Janeiro 2015. Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014 Nota de Crédito PJ Janeiro 2015 Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014 mai/11 mai/11 Carteira de Crédito PJ não sustenta recuperação Após a aceleração verificada em outubro, a carteira de crédito pessoa jurídica

Leia mais

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado Mês de referência: ABRIL/2014 CEPEA - AÇÚCAR & ETANOL I - Análise Conjuntural II - Séries Estatísticas 1. Relações de preços mercados interno e internacional

Leia mais

Cenário Econômico para 2014

Cenário Econômico para 2014 Cenário Econômico para 2014 Silvia Matos 18 de Novembro de 2013 Novembro de 2013 Cenário Externo As incertezas com relação ao cenário externo em 2014 são muito elevadas Do ponto de vista de crescimento,

Leia mais

ECONOMIA INTERNACIONAL

ECONOMIA INTERNACIONAL No mês de fevereiro foram divulgadas as estatísticas das principais economias mundiais. Cabe ressaltar ainda, o efeito negativo da crise na Ucrânia nos mercados internacionais, uma vez que o grau de tensão

Leia mais

AÇÚCAR EM NOVA YORK ASSUME VANTAGEM SOBRE PREÇOS DO HIDRATADO EM RIBEIRÃO PRETO

AÇÚCAR EM NOVA YORK ASSUME VANTAGEM SOBRE PREÇOS DO HIDRATADO EM RIBEIRÃO PRETO Boletim Semanal sobre Tendências de Mercados Ano XVII 07/setembro/2015 n. 591 AÇÚCAR EM NOVA YORK ASSUME VANTAGEM SOBRE PREÇOS DO HIDRATADO EM RIBEIRÃO PRETO A finalização da primeira semana de setembro

Leia mais

O MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA EM 2011 E

O MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA EM 2011 E O MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA EM 2011 E 2012 Camila Cristina Farinhaki Henrique Alves dos Santos Lucas Fruet Fialla Patricia Uille Gomes Introdução Este artigo tem como objetivo

Leia mais

Síntese dos resultados Meses

Síntese dos resultados Meses Núcleo de Pesquisas Fevereiro registra pequeno aumento do percentual de famílias catarinenses endividadas, entretanto, parcela de famílias com contas em atraso apresenta queda O percentual de famílias

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Agosto 2013 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 008 PIB avança e cresce 6% Avanço do PIB no segundo trimestre foi o maior desde 00 A economia brasileira cresceu mais que o esperado no segundo trimestre, impulsionada

Leia mais

Síntese dos resultados

Síntese dos resultados Núcleo de Pesquisas Mês de março apresenta alta mensal do percentual de famílias endividadas e com contas em atraso. Entretanto, na comparação anual o percentual de atrasos caiu. O percentual de famílias

Leia mais

5 MOEDA E CRÉDITO. ipea SUMÁRIO

5 MOEDA E CRÉDITO. ipea SUMÁRIO 5 MOEDA E CRÉDITO SUMÁRIO Na reunião de fevereiro último, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a meta para a taxa Selic em 25 pontos-base (pb), fazendo-a chegar a 10,75% ao ano (a.a.). Essa redução

Leia mais

Panorama Econômico. Principais Fatos da Semana. 04 de Maio de 2015. Sumário. Acompanhamento De 27 de Abril a 01 de Maio

Panorama Econômico. Principais Fatos da Semana. 04 de Maio de 2015. Sumário. Acompanhamento De 27 de Abril a 01 de Maio Panorama Econômico 04 de Maio de 2015 Sumário Principais Fatos da Semana 1 Economia EUA 2 Economia Brasileira 3 Índices de Mercado 5 Calendário Semanal 5 Acompanhamento Principais Fatos da Semana Nos Estados

Leia mais

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007 NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007 Introdução Guilherme R. S. Souza e Silva * Lucas Lautert Dezordi ** Este artigo pretende

Leia mais

Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015. Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015

Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015. Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015 Os fatos atropelam os prognósticos. O difícil ano de 2015 Reunião CIC FIEMG Econ. Ieda Vasconcelos Fevereiro/2015 O cenário econômico nacional em 2014 A inflação foi superior ao centro da meta pelo quinto

Leia mais

VENDAS DE ETANOL HIDRATADO CRESCEM 56% NO BRASIL EM JUNHO

VENDAS DE ETANOL HIDRATADO CRESCEM 56% NO BRASIL EM JUNHO Boletim Semanal sobre Tendências de Mercados Ano X 13/agosto/2015 n. 458 VENDAS DE ETANOL HIDRATADO CRESCEM 56% NO BRASIL EM JUNHO Os dados mais atualizados disponibilizados pela ANP sobre a venda de combustíveis

Leia mais

XVIIª. Conjuntura 2014 INFORME ESPECIAL: Consumo das Famílias

XVIIª. Conjuntura 2014 INFORME ESPECIAL: Consumo das Famílias XVIIª Conjuntura 2014 INFORME ESPECIAL: Consumo das Famílias Recife, 24 de setembro de 2014 Temas que serão discutidos na XVII Análise Ceplan: A economia em 2014: Mundo; Brasil; Nordeste, com ênfase em

Leia mais

PAINEL 16,0% 12,0% 8,0% 2,5% 1,9% 4,0% 1,4% 0,8% 0,8% 0,0% 5,0% 3,8% 2,8% 3,0% 2,1% 1,0% 1,0% -1,0%

PAINEL 16,0% 12,0% 8,0% 2,5% 1,9% 4,0% 1,4% 0,8% 0,8% 0,0% 5,0% 3,8% 2,8% 3,0% 2,1% 1,0% 1,0% -1,0% Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 58 1 a 15 de setembro de 2010 PIB TRIMESTRAL Segundo os dados

Leia mais

1 a 15 de setembro de 2011

1 a 15 de setembro de 2011 1 a 15 de setembro de 2011 As principais informações da economia mundial, brasileira e baiana Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia Diretoria de Indicadores e Estatísticas Coordenação

Leia mais

Açúcar: Informativo Quinzenal. Oferta se acentua e preços cedem. Indicador de Açúcar Cristal Cepea/Esalq Estado de São Paulo.

Açúcar: Informativo Quinzenal. Oferta se acentua e preços cedem. Indicador de Açúcar Cristal Cepea/Esalq Estado de São Paulo. Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada CEPEA/ESALQ/USP 25 de maio de 2011 Volume 1, Edição 22 Açúcar: Informativo Quinzenal Indicador de Açúcar Cristal Cepea/Esalq Estado de São Paulo DATA Valor

Leia mais

Associação Brasileira de Supermercados Nº49 ECONOMIA. Honda: ritmo de vendas de janeiro foi positivo. Nesta edição:

Associação Brasileira de Supermercados Nº49 ECONOMIA. Honda: ritmo de vendas de janeiro foi positivo. Nesta edição: Associação Brasileira de Supermercados Nº49 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 26 de Fevereiro de 2015 Setor inicia o ano com crescimento real de 3,42% Em janeiro de 2015

Leia mais

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 2 SUMÁRIO Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita de

Leia mais

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC Maio 2015

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC Maio 2015 ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC Maio 2015 Rio de Janeiro, 10 de junho de 2015 SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR COMENTÁRIOS Maio 2015 ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO

Leia mais

Cenário Macroeconômico

Cenário Macroeconômico INSTABILIDADE POLÍTICA E PIORA ECONÔMICA 24 de Março de 2015 Nas últimas semanas, a instabilidade política passou a impactar mais fortemente o risco soberano brasileiro e o Real teve forte desvalorização.

Leia mais

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Abril de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Março de 2015... 5 3.

Leia mais

Análise CEPLAN Clique para editar o estilo do título mestre. Recife, 17 de agosto de 2011.

Análise CEPLAN Clique para editar o estilo do título mestre. Recife, 17 de agosto de 2011. Análise CEPLAN Recife, 17 de agosto de 2011. Temas que serão discutidos na VI Análise Ceplan A economia em 2011: Mundo; Brasil; Nordeste, com destaque para Pernambuco; Informe sobre mão de obra qualificada.

Leia mais

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 27 de Janeiro de 2014

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 27 de Janeiro de 2014 Associação Brasileira de Supermercados Nº48 tou ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 27 de Janeiro de 2014 Vendas dos supermercados crescem 2,24% em 2014 Em dezembro, as

Leia mais

DADOS DA CONAB TRAZEM AJUSTES E INDICAM MUDANÇA NA TENDÊNCIA DO MERCADO

DADOS DA CONAB TRAZEM AJUSTES E INDICAM MUDANÇA NA TENDÊNCIA DO MERCADO Boletim Semanal sobre Tendências de Mercados Ano XVII 17/agosto/2015 n. 588 DADOS DA CONAB TRAZEM AJUSTES E INDICAM MUDANÇA NA TENDÊNCIA DO MERCADO A quinta-feira foi iniciada com a atualização de um importante

Leia mais

101/15 30/06/2015. Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

101/15 30/06/2015. Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados 101/15 30/06/2015 Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Junho de 2015 Sumário 1. Perspectivas do CenárioEconômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Março

Leia mais

ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (INPC) E A CESTA BÁSICA JANEIRO/2011

ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (INPC) E A CESTA BÁSICA JANEIRO/2011 1. INTRODUÇÃO O Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE) apresenta os resultados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor e a Cesta Básica para a Região Metropolitana de Fortaleza.

Leia mais

Relatório Mensal. 2015 Março. Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro - PREVI-RIO DIRETORIA DE INVESTIMENTOS

Relatório Mensal. 2015 Março. Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro - PREVI-RIO DIRETORIA DE INVESTIMENTOS Relatório Mensal 2015 Março Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro - PREVI-RIO DIRETORIA DE INVESTIMENTOS Composição da Carteira Ativos Mobiliários, Imobiliários e Recebíveis

Leia mais

Situação da economia e perspectivas. Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC)

Situação da economia e perspectivas. Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC) Situação da economia e perspectivas Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC) Recessão se aprofunda e situação fiscal é cada vez mais grave Quadro geral PIB brasileiro deve cair 2,9% em 2015 e aumentam

Leia mais

XVIIIª. Conjuntura, perspectivas e projeções: 2014-2015

XVIIIª. Conjuntura, perspectivas e projeções: 2014-2015 XVIIIª Conjuntura, perspectivas e projeções: 2014-2015 Recife, 18 de dezembro de 2014 Temas que serão discutidos na XVIII Análise Ceplan: 1. A economia em 2014: Mundo Brasil Nordeste, com ênfase em Pernambuco

Leia mais

BOLETIM EMPREGO Setembro 2014

BOLETIM EMPREGO Setembro 2014 Introdução A seguir são apresentados os últimos resultados disponíveis sobre o emprego no Brasil, com foco no ramo Metalúrgico. Serão utilizadas as bases de dados oficiais, são elas: a RAIS (Relação Anual

Leia mais

Cesta básica tem alta moderada na maioria das capitais

Cesta básica tem alta moderada na maioria das capitais 1 São Paulo, 06 de julho de 2009. NOTA À IMPRENSA Cesta básica tem alta moderada na maioria das capitais Em junho, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada pelo DIEESE - Departamento Intersindical

Leia mais

ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS

ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2007 (Anexo específico de que trata o art. 4º, 4º, da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000)

Leia mais

Panorama Econômico Abril de 2014

Panorama Econômico Abril de 2014 1 Panorama Econômico Abril de 2014 Alerta Esta publicação faz referência a análises/avaliações de profissionais da equipe de economistas do Banco do Brasil, não refletindo necessariamente o posicionamento

Leia mais

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC Fevereiro 2007 Rio de Janeiro, 09 de março de 2007 SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR COMENTÁRIOS FEVEREIRO DE 2007 ÍNDICE NACIONAL

Leia mais

Redução do preço de alimentos básicos continua pelo terceiro mês

Redução do preço de alimentos básicos continua pelo terceiro mês 1 São Paulo, 04 de agosto de 2010. NOTA À IMPRENSA Redução do preço de alimentos básicos continua pelo terceiro mês Desde maio, na maioria das capitais onde é realizada mensalmente a Pesquisa Nacional

Leia mais

Valor da Cesta Básica aumenta em 12 cidades

Valor da Cesta Básica aumenta em 12 cidades 1 São Paulo, 06 de novembro de 2014. NOTA À IMPRENSA Valor da Cesta Básica aumenta em 12 cidades Em outubro, houve aumento dos preços do conjunto de bens alimentícios essenciais em 12 das 18 cidades onde

Leia mais

Famílias endividadas e com contas em atraso (%)

Famílias endividadas e com contas em atraso (%) Núcleo de Pesquisas Pesquisa de Endividamento e Inadimplência dos Consumidores de Chapecó A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor é um importante indicador da saúde financeira das famílias,

Leia mais

Ano I Boletim II Outubro/2015. Primeira quinzena. são específicos aos segmentos industriais de Sertãozinho e região.

Ano I Boletim II Outubro/2015. Primeira quinzena. são específicos aos segmentos industriais de Sertãozinho e região. O presente boletim analisa algumas variáveis chaves na atual conjuntura da economia sertanezina, apontando algumas tendências possíveis. Como destacado no boletim anterior, a indústria é o carro chefe

Leia mais

Março / 2015. Cenário Econômico Bonança e Tempestade. Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Março / 2015. Cenário Econômico Bonança e Tempestade. Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Março / 2015 Cenário Econômico Bonança e Tempestade Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos 1 Bonança Externa Boom das Commodities Estímulos ao consumo X inflação Importações e real valorizado 2

Leia mais

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC FORTALEZA, Agosto de 2013 SUMÁRIO 1. Fundamentos da Análise de Conjuntura. 2. Tipos

Leia mais

ANO 4 NÚMERO 28 JUNHO DE 2014 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO

ANO 4 NÚMERO 28 JUNHO DE 2014 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO ANO NÚMERO 28 JUNHO DE 21 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO 1 - CONSIDERAÇÕES INICIAIS A divulgação do crescimento do PIB no primeiro trimestre desse ano, além de revelar uma taxa

Leia mais

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC agosto 2014

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC agosto 2014 ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC agosto 2014 Rio de Janeiro, 05 de setembro de 2014 SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR COMENTÁRIOS Agosto 2014 ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS

Leia mais

RESULTADOS DE OUTUBRO DE 2013

RESULTADOS DE OUTUBRO DE 2013 1 RESULTADOS DE OUTUBRO DE 2013 Pesquisa realizada pelo Uni-FACEF em parceria com a Fe-Comércio mede o ICC (Índice de confiança do consumidor) e PEIC (Pesquisa de endividamento e inadimplência do consumidor)

Leia mais

Perspectivas para a Inflação

Perspectivas para a Inflação Perspectivas para a Inflação Carlos Hamilton Araújo Setembro de 213 Índice I. Introdução II. Ambiente Internacional III. Condições Financeiras IV. Atividade V. Evolução da Inflação 2 I. Introdução 3 Missão

Leia mais

SINCOR-SP 2015 JUNHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 JUNHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS JUNHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

12 de setembro de 2014

12 de setembro de 2014 Capacidade de promover mudanças Para o rating brasileiro a recuperação econômica conduzida por investimento e o rígido cumprimento das metas de superávit primário entre 2% e 3% são essenciais. Por outro

Leia mais

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Setembro de 2015

ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Setembro de 2015 Associação Brasileira de Supermercados Nº56 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 29 de Setembro de 2015 Ritmo de vendas do autosserviço diminui em agosto Resultado do mês

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Julho 2012 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS GRADUADOS

Leia mais

Pelo segundo mês consecutivo cai o endividamento e a inadimplência em Santa Catarina. Síntese dos resultados Meses Situação da família

Pelo segundo mês consecutivo cai o endividamento e a inadimplência em Santa Catarina. Síntese dos resultados Meses Situação da família Núcleo de Pesquisas Pelo segundo mês consecutivo cai o endividamento e a inadimplência em Santa Catarina Os dados levantados pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência dos Consumidores (PEIC) de Santa

Leia mais

Volume de crédito segue em expansão em 2008

Volume de crédito segue em expansão em 2008 Relatório Febraban - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro (com base na Nota do Banco Central do Brasil de 25-03-2008) Edição de 25 de março de 2008 Volume de crédito segue em expansão em 2008 O ritmo

Leia mais

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC abril 2013

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC abril 2013 ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC abril 2013 Rio de Janeiro, 08 de maio de 2013 SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR abril de 2013 ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR

Leia mais

ECONOMIA. Setor fecha 1º bimestre com crescimento de 3,67% Associação Brasileira de Supermercados

ECONOMIA. Setor fecha 1º bimestre com crescimento de 3,67% Associação Brasileira de Supermercados Associação Brasileira de Supermercados Nº38 ECONOMIA www.abras.com.br A informação que fala direto ao seu bolso 26 de Março de 2014 Setor fecha 1º bimestre com crescimento de 3,67% Evolução do Índice de

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Crise Mundo Os EUA e a Europa passam por um forte processo de desaceleração economica com indicios de recessão e deflação um claro sinal de que a crise chegou

Leia mais

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC Fevereiro 2005

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC Fevereiro 2005 ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC Fevereiro 2005 Rio de Janeiro, 11 de março de 2005 SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR COMENTÁRIOS FEVEREIRO DE 2005 ÍNDICE NACIONAL

Leia mais

Relatório Econômico Mensal Março de 2015. Turim Family Office & Investment Management

Relatório Econômico Mensal Março de 2015. Turim Family Office & Investment Management Relatório Econômico Mensal Março de 2015 Turim Family Office & Investment Management ESTADOS UNIDOS TÓPICOS ECONOMIA GLOBAL Economia Global: EUA: Fed e Curva de Juros...Pág.3 Europa: Melhora dos Indicadores...Pág.4

Leia mais

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC dezembro 2009

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC dezembro 2009 ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC dezembro 2009 Rio de Janeiro, 13 de janeiro de 2010 SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR COMENTÁRIOS dezembro 2009 1. No mês 1.1 - ÍNDICE

Leia mais

7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov.

7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov. 4 SETOR EXTERNO As contas externas tiveram mais um ano de relativa tranquilidade em 2012. O déficit em conta corrente ficou em 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB), mostrando pequeno aumento em relação

Leia mais

PAINEL. US$ Bilhões. nov-05 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1

PAINEL. US$ Bilhões. nov-05 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ASSESSORIA ECONÔMICA PAINEL PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA Número 68 1 a 15 de fevereiro de 211 ANÚNCIOS DE INVESTIMENTOS De

Leia mais

Perspectivas da economia em 2012 e medidas do Governo Guido Mantega Ministro da Fazenda

Perspectivas da economia em 2012 e medidas do Governo Guido Mantega Ministro da Fazenda Perspectivas da economia em 2012 e medidas do Governo Guido Mantega Ministro da Fazenda Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal Brasília, 22 de maio de 2012 1 A situação da economia internacional

Leia mais

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR Setembro 2015

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR Setembro 2015 ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR Setembro 2015 Rio de Janeiro, 07 de outubro de 2015 SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR COMENTÁRIOS Setembro 2015 ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO

Leia mais

QUEDA NO NÍVEL DE ENDIVIDAMENTO DO CATARINENSE É ACOMPANHADA POR PEQUENA DETERIORAÇÃO DA QUALIDADE DAS DÍVIDAS

QUEDA NO NÍVEL DE ENDIVIDAMENTO DO CATARINENSE É ACOMPANHADA POR PEQUENA DETERIORAÇÃO DA QUALIDADE DAS DÍVIDAS QUEDA NO NÍVEL DE ENDIVIDAMENTO DO CATARINENSE É ACOMPANHADA POR PEQUENA DETERIORAÇÃO DA QUALIDADE DAS DÍVIDAS O percentual de famílias endividadas em Santa Catarina caiu de 93% em julho para 90% em agosto.

Leia mais

COMENTÁRIOS Comércio Varejista Comércio Varejista ampliado

COMENTÁRIOS Comércio Varejista Comércio Varejista ampliado COMENTÁRIOS Em maio, o Comércio Varejista do País apresentou variações em relação ao mês anterior ajustadas sazonalmente, de 0,5% para o volume de vendas e de 1,0% para a receita nominal. Quanto à média

Leia mais

SINCOR-SP 2015 JULHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 JULHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS JULHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

Novembro é um mês de reestruturação do padrão do endividamento e da inadimplência das famílias: uma preparação para o salto das vendas em dezembro

Novembro é um mês de reestruturação do padrão do endividamento e da inadimplência das famílias: uma preparação para o salto das vendas em dezembro Novembro é um mês de reestruturação do padrão do endividamento e da inadimplência das famílias: uma preparação para o salto das vendas em dezembro Na comparação mensal entre outubro e novembro, o percentual

Leia mais

Índice de Confiança do Agronegócio

Índice de Confiança do Agronegócio Índice de Confiança do Agronegócio Terceiro Trimestre 2014 Principais Resultados:» Índice de Confiança do Agronegócio» Índice da Indústria (antes e depois da porteira)» Índice do Produtor Agropecuário

Leia mais

Perspectivas da Economia Brasileira

Perspectivas da Economia Brasileira Perspectivas da Economia Brasileira Márcio Holland Secretário de Política Econômica Ministério da Fazenda Caxias do Sul, RG 03 de dezembro de 2012 1 O Cenário Internacional Economias avançadas: baixo crescimento

Leia mais

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC Abril 2015

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC Abril 2015 ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC Abril 2015 Rio de Janeiro, 08 de maio de 2015 SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR COMENTÁRIOS Abril 2015 ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS

Leia mais

Milho Período: 19 a 23/10/2015

Milho Período: 19 a 23/10/2015 Milho Período: 19 a 23/10/2015 Nota: A paridade de exportação refere-se ao valor/sc desestivado sobre rodas, o que é abaixo do valor FOB Paranaguá. *Os preços médios semanais apresentados nas praças de

Leia mais

SINCOR-SP 2015 OUTUBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 OUTUBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS OUTUBRO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

Nível de atividade. 1.1 Comércio

Nível de atividade. 1.1 Comércio Nível de atividade 1 Tabela 1.1 Índice de volume de vendas Variação percentual Discriminação Jan Fev Mar No mês 1/ Comércio varejista 0,3-0,4-1,0-0,4 Combustíveis e lubrificantes -0,9-4,9 2,7-0,1 Hiper,

Leia mais

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas

Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas Red Econolatin www.econolatin.com Expertos Económicos de Universidades Latinoamericanas BRASIL Julho 2013 Profa. Anita Kon PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO - PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS- GRADUADOS

Leia mais

Boletim Econômico Edição nº 77 julho de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico

Boletim Econômico Edição nº 77 julho de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Boletim Econômico Edição nº 77 julho de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Sistema bancário e oferta monetária contra a recessão econômica 1 BC adota medidas para injetar

Leia mais

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Fevereiro de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Fevereiro de 2015...

Leia mais