RELATÓRIO ANUAL SOBRE O ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE

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1 RELATÓRIO ANUAL SOBRE O ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE As entidades prestadoras de cuidados de saúde devem publicar e divulgar, até 31 de março de cada ano, um relatório circunstanciado sobre o acesso aos cuidados que prestam, o qual será auditado, aleatória e anualmente, pela Inspeção-geral das Atividades da Saúde, conforme o disposto na alínea f) do artigo 27.º da Lei n.º 15/2014, de 21 de março. O presente documento destina-se a orientar a elaboração do relatório pelas entidades prestadoras de cuidados do Serviço Nacional de Saúde. O relatório contempla a informação global de cada entidade, nos capítulos que lhe forem aplicáveis. As entidades que integram várias unidades (ex. centro hospitalar, unidade local de saúde, agrupamento de centros de saúde) devem elaborar apenas um relatório. As Unidades Locais de Saúde deverão preencher os itens respeitantes às unidades hospitalares e às unidades de cuidados de saúde primários que as integram. Os Hospitais, Centros Hospitalares, ULS e ACES deverão disponibilizar o relatório no seu site, quando exista. As Administrações Regionais de Saúde, IP, deverão, igualmente, disponibilizar no respetivo site os relatórios das instituições hospitalares, ULS e ACES da sua região. 1

2 A. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE Designação Agrupamento de Centros de Saúde Grande Porto VI Porto Oriental Localização da sede Telefone Fax site Rua Vale Formoso, Porto Unidades de saúde integradas na entidade Localização Telefone Centro de Saúde do Bonfim USF Barão Nova Sintra Morada: Rua Barão Nova Sintra, 244 Código Postal: Porto Telefone: Fax: USF Santos Pousada Morada: Rua Santos Pousada, 297 r/c Código Postal: Porto Telefone: Fax: USF Porto Centro Morada: Rua Santos Pousada, º Código Postal: Porto Telefone: Fax: Centro de Saúde de Campanhã UCSP S. Roque da Lameira Morada: Rua S. Roque da Lameira, 2275 Código Postal: Porto Telefone: Fax:

3 UCSP Azevedo Morada: Rua Azevedo, 163 Código Postal: Porto Telefone: Fax: USF Novo Sentido Morada: Rua Matias Albuquerque, 263 Código Postal: Porto Telefone: Fax: UCC Campanhã Morada: Rua Matias Albuquerque, 263 Código Postal: Porto Telefone: Fax: Centro de Saúde de Vale Formoso UCSP Vale Formoso Morada: Rua Vale Formoso, 466 Código Postal: Porto Telefone: Fax: USF Arca d Água Morada: Rua Vale Formoso, 466 Código Postal: Porto Telefone: Fax: USF Covelo Morada: Rua Faria Guimarães 915/931 Código Postal: Porto Telefone: /2/3 Fax:

4 USF Faria Guimarães Morada: Rua Faria Guimarães 915/931 Código Postal: Porto Telefone: Fax: USP Unidade de Saúde Pública Morada: Rua Vale Formoso, 466 Código Postal: Porto Telefone: Fax: UCC Paranhos Morada: Rua Vale Formoso, 466 Código Postal: Porto Telefone: Fax: Unidade de Recursos Assistenciais Partilhados (URAP) URAP - Núcleo de Medicina Física e de Reabilitação URAP Núcleo Estomatologia URAP Núcleo Nutrição URAP Núcleo Serviço Social URAP Pediatria URAP - Psicologia Morada: Rua Barão Nova Sintra, 244 Código Postal: Porto Telefone: Fax:

5 B. CARACTERIZAÇÃO GERAL (Órgãos de Administração, Direcção, Consulta e Apoio) (preencher sempre que aplicável) Órgãos Administração, de Direcção, de Apoio Técnico e de Consulta Órgãos Constituição / Nomeação Refª e/ou Observações Direcção Diretora Executiva Dra. Dulce Pinto Conselho Executivo Diretora Executiva Presidente Conselho Clínico e da Saúde Presidente Conselho da Comunidade Dra. Dulce Pinto Dr. Júlio Rêgo Dr. Manuel Pizarro Conselho Clínico e da Saúde: Presidente Vogal Vogal Vogal Dr. Júlio Rêgo Dra. Isabel Santiago Moita Enf.ª Cândida Maria Fidalgo Maciel Dra. Isabel Alexandre Santos Paiva Fiscalização Participação/Consulta (Ex: Comissão de utentes; Conselho consultivo; Conselho da comunidade; Comissão de trabalhadores) Conselho da Comunidade: Câmara Municipal Porto Assembleia Municipal C.M.P. Dr. Manuel Pizarro Rodrigo Vieira de Oliveira Centro Distrital Segurança Social Dra. Marina Ascensão Escola ou Agrupamento Escolas Aguarda-se designação Instituições Particulares de Solidariedade Social Associação Mutualista A Benéfica e Previdente Dra. Paula Roseira 5

6 Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) Porto Central: Dra. Mónica Garcia Porto Oriental: Dra. Joana Trigó Associação Utentes ACES Aguarda-se designação Comissão Permanente Concertação Social de Associações Sindicais Aguarda-se designação Comissão Permanente Concertação Social de Associações Empregadores Aguarda-se designação Hospital de Referência (Centro Hospitalar S. João E.P.E.) Dra. Diana Mota Equipas de Voluntariado Social Dra. Conceição Veloso Apoio Técnico no domínio do acesso aos cuidados de saúde (UCF) Unidade Coordenadora Funcional da Saúde da Mulher, Materna e Neonatal (UCF) Unidade Coordenadora Funcional da Saúde da Criança e do Adolescente Hospital Referência: Centro Hospitalar S. João, E.P.E. Outras Comissões (apoio à gestão) (Ex: Comissões de ética, Unidades funcionais) Gabinete do Utente Telefone Unidade de Apoio à Gestão: Dra. Mónica Andrade Comissão Ética ARS Norte Gabinete do Cidadão Morada: Rua Vale Formoso, 466 Código Postal: Porto Telefone: Fax:

7 C. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO (RELATÓRIO-ACES PORTO ORIENTAL 2014) C.1. Aplicações informáticas em uso no(s) sector(es) que envolvem o acesso a cuidados e fornecidas pelo Ministério da Saúde/Administração Central do Sistema de Saúde, I.P. (ou pelo antigo IGIF) no âmbito de contratos celebrados pelos serviços centrais (Assinalar com ) 1. SONHO sistema de informação dos hospitais 2. SINUS Sistema de Informação Nacional de Utentes da Saúde 3. SAM Sistema de Apoio ao Médico 4. SAPE Sistema de Apoio à prática de enfermagem 5. SICTH Sistema de Informação da Consulta a Tempo e Horas ( Alert p1 ) 6. SIGIC Sistema de Informação de Gestão de Inscritos para Cirurgia 7. SIES - Sistema de Informação dos Equipamentos de Saúde 8. SICA - Sistema de Informação para a Contratualização e acompanhamento 9. SIARS Sistema de Informação da ARS 10. MIMUF 11. BAS Benefícios Adicionais de Saúde 12. SiiMA Rastreios 13. SISO Programa Nacional Promoção Saúde Oral 14. E-agenda 15. Sim-Cidadão 16. SGTD Sistema Gestão Transportes Doentes 17. PEM Prescrição Eletrónica de Medicamentos 18. RNU Registo Nacional de Utentes 19. SICO Sistemas de Informação dos Certificados de Óbito 20. MARTA Módulo de Apoio ao Registo Taxas e Atos C.2. Outras aplicações informáticas utilizadas no(s) sector(es) que envolvem o acesso a cuidados de saúde

8 C.3. Métodos e parâmetros de segurança e salvaguarda da confidencialidade da informação respeitante aos utentes, nos termos da legislação em vigor As credenciais de acesso às aplicações são apenas fornecidas com base nos perfis (assistente técnico, enfermeiro, médico) dos utilizadores, sendo cada um obrigado ao sigilo profissional. D. OUTROS ASPECTOS DE REGULAÇÃO, ORGANIZAÇÃO E CONTROLO INTERNO COM REFLEO NO ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE DOCUMENTOS DE ORIENTAÇÃO S N Refª e/ou Observações 1.1 O Regulamento Interno (global) da instituição identifica as estruturas responsáveis pelo acesso a cuidados de saúde? 1.2.Os Planos e Relatórios de Atividades incluem pontos relacionados com a matéria do acesso? 1.3. Os Planos e Relatórios apresentam avaliação da capacidade instalada/rentabilização dos recursos materiais e humanos disponíveis, designadamente ao nível das consultas e outras áreas de cuidados dos centros de saúde, consultas externas, MCDT, Bloco Operatório (qd. aplicável)? 1.4. Enumeração de Regulamentos/Manuais de Procedimentos de Sectores/Serviços fundamentais e/ou com afinidade temática com o acesso (gestão de doentes, Serviço Social, Gabinete do Utente, Serviços Financeiros/ Contratualização, ) 1. Regulamento de Fundo de Maneio 2. Manual de Procedimentos de Recursos Humanos (em desenvolvimento) 3. Regulamento do Gabinete do Cidadão 4. Manual de articulação das Unidades de Saúde Familiar 5. Regulamento Interno da Unidade de Saúde Pública 6. Regulamento Interno do Uso de Veículos 7. Regulamento Interno do ACES Porto Oriental 8. Circular Interna nº 7 de 18/06/ Comissão de Acesso dos Cidadãos aos cuidados de saúde do ACES Porto Oriental( Despacho da DE nº 8 de 17/06/2014) 8

9 E. IMPLEMENTAÇÃO DA CARTA DOS DIREITOS DE ACESSO Medidas implementadas Sim Não Refª e/ou Observações 1.1 Existe estrutura multidisciplinar interna tendo em vista a implementação da carta dos direitos de acesso? Indicar os serviços envolvidos e constituição Despacho da DE nº 8 de 17/06/2014 A Comissão de Acesso tem por missão elaborar, implementar e monitorizar os procedimentos de garantia de cumprimento da Carta dos Diretos de Acesso dos Cidadãos aos Cuidados de Saúde. A Comissão tem a seguinte composição: Comissão restrita: Júlio Rego Presidente do Conselho Clinico e de Saúde Candida Maciel Presidente da Direção de Enfermagem Balbina Fernandes Gabinete do Cidadão Monica Andrade Responsável da UAG Fernando Gonçalves - UAG Comissão Alargada: USF Arca d Agua Manuela Paulino USF Barão Nova Sintra Daniela Ferreira USF Covelo Fatima Barbosa USF Faria Guimarães Susana Torres USF Novo Sentido João Paulo Mota USF Porto Centro Rosa Teixeira USF Santos Pousada Fernanda Silva UCSP S. Roque da Lameira e Azevedo Deolinda Sousa UCSP Vale Formoso Eduardo Almeida USP Luís Cunha URAP Nuno Pato UCC Campanha Helena Felix UCC Paranhos Ana Cristina 9

10 Nascimento 1.2 No caso afirmativo, existe suporte de regulação de procedimentos para o efeito? Indicar a data de deliberação do CA e Normativo Interno de publicitação 1.3 Estão definidos pela própria instituição, ou de acordo com a(s) instância(s) de contratualização, indicadores de resultados na componente do acesso e de produção? Apresentar em anexo os indicadores definidos 1.4. Em caso afirmativo, os indicadores têm em conta os Tempos de Resposta Garantidos fixados pela instituição e integrados nos seus planos de atividades e de desempenho? 1.5 Os indicadores de resultados direcionados ao acesso são utilizados a todos os níveis da instituição (verticais e horizontais)? Especificar 1.6 A instituição utiliza estes indicadores para efetuar relatórios periódicos de situação (para além do relatório anual previsto na Lei n.º 41/2007, de 24 de Agosto? 1.7 Existem planos especiais de monitorização e correção de desvios e/ou incumprimento de objetivos? 1.8Verificam-se, com regularidade, processos de revisão crítica da relevância e atualidade dos indicadores utilizados e respetiva comunicação às entidades e organismos competentes? 1.9 Estão definidos procedimentos de controlo para minimizar o risco de erros, insuficiência, inadequação e eventual desvirtuação de informação (que constitui fonte ou está associada aos indicadores de resultados)? 1.10 Foram fixados, nos termos da lei, os Tempos de Resposta Garantidos? 1.11 Quais os Tempos de Resposta Garantidos que foram estabelecidos nas diferentes áreas de prestação de cuidados? (apresentar em mapa anexo) 1.12 Os Tempos de Resposta Garantidos fixados constam dos Planos e Relatórios de Atividades? 1.13 Os Tempos de Resposta Garantidos foram integrados no Contratos-programa/ Plano de Desempenho? Despacho da DE nº 8 de 17/06/2014 Nas Unidades de Saúde Familiar, nas Unidades de Cuidados de Serviços Personalizados, nas Unidades Cuidados Comunidade e Unidade Saúde Pública (Anexo 1) Anexo Está afixada, em locais de fácil acesso e consulta, informação atualizada relativa ao Tempos de Resposta Garantidos para os diversos tipos de prestações e por patologia ou grupos de patologias? Especificar Nas Unidades de Saúde, por tipo de prestação 10

11 1.15 Está disponível, no sítio da internet, informação atualizada das áreas de atividade/serviços disponíveis e a capacidade instalada e, mais concretamente, os respetivos Tempos de Resposta Garantidos, nas diversas modalidades de prestação de cuidados de Saúde? 1.16 Existe comprovativo, mediante registo ou impresso próprio, da prestação de informação aos utentes no ato de pedido ou marcação de consulta, tratamento ou exame, sobre os Tempos de Resposta Garantidos para prestação dos cuidados de que necessita? Indicar Em caso de referenciação para outra unidade de saúde, estão definidos procedimentos para informar os utentes sobre o tempo máximo de resposta garantido para lhe serem prestados os respetivos cuidados no estabelecimento de referência? Indicar O relatório anual sobre o acesso foi divulgado e publicado em suporte autónomo ou consta do Relatório de Atividades e/ou do Plano de desempenho? 1.19 As reclamações e/ou sugestões relativas ao acesso são objeto de tratamento próprio, independentemente da sua génese/proveniência (Gabinete do Utente, Entidade Reguladora da Saúde, etc.)? Apresentar quadro-resumo discriminando tipo de reclamação, origem, objeto, consequências (anexo) 1.20 As sugestões e reclamações ou outras formas de participação dos utentes/cidadãos na melhoria do acesso são integradas na avaliação e medidas de correção? 1.21 A Entidade Reguladora da Saúde promoveu diligências, intervenções ou outras medidas junto da instituição, em resultado de reclamações relativas ao acesso a cuidados de saúde? 1.22 Foram constituídos/abertos processos sancionatórios em resultado de reclamação e/ou mero incumprimento da Lei? Quantificar e caracterizar 1.23 O Relatório sobre o Acesso foi objeto de auditoria pela Inspeção-geral das Atividades em Saúde? 1.24 As reclamações, sugestões e comentários foram comunicados à Direcção Geral da Saúde, no âmbito do projeto SIM Cidadão? (anexar um mapa com resumo do tratamento das reclamações) Ainda não existe site do ACES Publicado no site da ARS Norte Ao nível da ARS Norte Processo 89/2013, resolução final em 22 /05/2014 Circular Normativa nº 6/2006 de 27/12/2006 e na Circular Normativa nº 12 de 04/08/2009, da ARS Norte 11

12 ANÁLISE GLOBAL DE TEMPOS MÁIMOS DE RESPOSTA GARANTIDOS NO SNS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS ACES PORTO ORIENTAL 12

13 Em 2014, foram implementadas no ACES Porto Oriental diversas medidas tendo em vista a melhoria da garantia dos direitos de acesso dos cidadãos aos cuidados de saúde bem como o rigoroso cumprimento dos Tempos Máximos de Resposta Garantida, nomeadamente: - Manter o registo imediato de qualquer pedido de consulta e entrega ao utente de comprovativo desse registo, devidamente datado e assinado, com aposição do carimbo da Unidade. Garantia de consulta, a pedido do utente, na unidade : Motivo relacionado com doença aguda - no próprio dia Nota : se o utente declara situação aguda e o secretário clinico tiver duvidas contacta a equipa de saúde que é quem avalia o grau de urgência. Motivo não relacionado com doença aguda no máximo 15 dias úteis a partir da data do pedido Renovação de medicação em caso de doença crónica - 72 horas após a entrega do pedido. Relatórios, cartas de referenciação, orientações e outros documentos escritos (na Sequência de consulta médica ou de enfermagem) -72 horas após a entrega do pedido. Consulta no domicílio a pedido do utente - 24 horas se a justificação do pedido for aceite pelo profissional. Eliminar de imediato qualquer procedimento que de forma direta ou indireta implique o estabelecimento de número máximo de atendimentos não programados por motivo relacionado com doença aguda, vulgo vagas do dia. Manter afixada a Carta dos Direitos de Acesso aos Cuidados de Saúde pelos Utentes do Serviço nacional de saúde e os TMRG aplicáveis. Manter afixada ao público, dentro e fora das instalações, a informação da desnecessidade de aguardar a abertura das instalações com o intuito de garantirem o acesso a cuidados. Verifica-se uma melhoria significativa nos tempos de resposta, relativamente a 2013, nomeadamente Motivo relacionado com doença aguda, motivo não relacionado com doença aguda e consulta no domicílio a pedido do utente. A renovação de receituário cronico apresenta tempos de resposta aquém do desejável, constituindo assim uma oportunidade de melhoria e uma área em monitorização por parte da Comissão de Acesso do ACES Porto Oriental. Globalmente o nº de consulta aumentou relativamente a 2013, com especial enfoque nas áreas criticas identificadas no DSS, nomeadamente: saúde materna, planeamento familiar, vigilância da diabetes e hipertensão. A diminuição do nº de consultas domiciliárias de enfermagem, corresponde a um objetivo estratégico dado terem sido identificadas ineficiências nesta área de prestação; o mesmo não se verifica no nº de consultas médicas, que se pretende que aumentem. Nas áreas de especialidade de pediatria, psiquiatria e medicina dentária, verifica-se o efeito da aposentação de um pediatra e da paralisação do equipamento de medicina dentária por obsolescência e necessidade de substituição total. A consulta de psiquiatria foi reconfigurada em assessoria clinica, donde a diminuição do nº de consultas presenciais. 13

14 Tempos máximos de resposta garantidos (TMRG), Tempos de resposta garantidos (TRG) da entidade e tempos de resposta (TR) da entidade em 2013 (Lei nº 14/2014 de 21 de março e Portaria nº1529/2008, de 26 de dezembro) Nível de acesso TMRG TR da entidade TR da entidade e tipo de cuidados Ano 2014 Ano 2013 CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS Cuidados prestados na unidade de saúde a pedido do utente Motivo relacionado com doença aguda Atendimento no dia do pedido Motivo não relacionado com 10 (dez) dias úteis a partir doença aguda da data do pedido Renovação de medicação em 72 (setenta e duas) horas caso de doença crónica após a entrega do pedido Relatórios, cartas de 48 (quarenta e oito) horas referenciação, orientações e após a entrega do pedido outros documentos escritos (na sequência de consulta médica ou de enfermagem) Consulta no domicílio a pedido do 24 (vinte e quatro) horas se utente a justificação do pedido for aceite pelo profissional 100% 100% 65% 61% 55% 59% Informação não Informação não disponível disponível 71% < 24 horas 84% < 24 horas 14

15 ANÁLISE ESPECÍFICA UNIDADES DE CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS (ACES e ULS) 15

16 AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE PORTO ORIENTAL Área de cuidados N. º consultas 2014 N. º consultas 2013 Variação (%) Nº consultas 2012 Variação (%) Consultas de Medicina Geral e Familiar (MGF) Consultas de saúde infantil Consultas de saúde materna Consultas de planeamento familiar Vigilância de doentes diabéticos ,5% ,0% ,6% ,1% ,9% ,5% ,5% ,3% ,8% ,7% Vigilância de ,3% ,3% doentes hipertensos Consultas médicas ,1% ,1% no domicílio Consultas de ,1% ,5% enfermagem no domicílio Consultas de ,1% ,2% Pediatria Consultas de MFR ,4% ,5% Consultas de Psiquiatria Consultas de Medicina Dentária ,2% 314-5,7% ,8% ,0% 16

17 17

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