A importância da satisfação do usuário na interação com websites.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A importância da satisfação do usuário na interação com websites."

Transcrição

1 A importância da satisfação do usuário na interação com websites. The importance of user satisfaction in the interaction with websites Fernandes, Fabiane Rodrigues; Professora do Curso Superior em Design da FAAL/Limeira e Mestranda PPGDesign; FAAC/Unesp-Bauru Paschoarelli, Luís Carlos; Dr.; Professor Adjunto DDI FAAC/Unesp-Bauru Resumo As páginas de websites estão fazendo cada vez mais parte do cotidiano das pessoas, pois são a interface de interação para atividades do cotidiano, tais como enviar s, ler notícias, fazer compras, pagar contas, etc. Com isso, a preocupação com a satisfação do usuário durante esta interação é justificável. Este artigo revisa alguns estudos que demonstram a importância de satisfazer o usuário e de entender como este interage com os websites. Palavras Chave: satisfação; usuário; websites. Abstract The website s pages are doing more and more part of daily life because we interact with it every day, to send s, read news, shop, pay bills, etc. Thus, the concern with the satisfaction of the user during the interaction with the site also increases. This article presents some studies showing the importance of satisfying the user and understands how they interact with websites. Keywords: satisfaction; user; websites

2 Introdução Nos anos 90 a preocupação ao se ter um computador era apenas relacionada às características de desempenho, como capacidade de memória e velocidade do processador. Como resultado de uma das melhores revoluções tecnológicas, a internet, originalmente projetada para conduzir informações, se torna um poderoso canal de vendas, permitindo navegar, selecionar e comprar sem deixar o conforto do lar (Iwaarden et. al, 2004). Apesar dos computadores existirem nas residências há certo tempo, ainda é recente a inserção da internet no dia-a-dia, pelo menos no Brasil. Com a internet de banda larga oferecendo pacotes cada vez mais velozes, essa tecnologia passa a fazer cada vez mais parte do cotidiano das pessoas, que estão se habituando a utilizar esse recurso para se comunicar com a família, rever amigos, comprar produtos, pagar contas, ler notícias, assistir filmes e até se socializar. A web 2.0 também conhecida como web social (Boulos & Wheeler, 2007 apud Brown, 2012) difere da anterior (web 1.0) por ser mais dinâmica, interativa, democrática, centrada nas pessoas, social e adaptativa (Brown, 2012). Essa evolução da web transforma a sociedade e como ela enxerga e interage com essa tecnologia. Iwaarden et. al (2004, p.948) relata que o crescimento de negócios via internet é muito expressivo e que a retenção de consumidores online é mais fácil que na forma do comércio tradicional, pois companhias online gastam de 3 a 5 vezes menos tempo neste processo. Mas para isso ocorrer é necessário satisfazer esse consumidor. Por causa da acessibilidade, a internet oferece uma quebra nas barreiras tradicionais de comunicação e comércio. A web atual não pode se preocupar apenas com o aperfeiçoamento da tecnologia, mas também com os requisitos do usuário e perceber que a medição da satisfação do usuário também deve ser incluída na avaliação de eficiência da rede (Bathi et al., 2000, p.1). Toms & Taves (2004, p.292) comenta sobre a expectativa de qualidade que seria a reputação do site junto a seus usuários, em essência, criando expectativas de interação. Os usuários muitas vezes tomam decisões em frações de segundo sobre ficar e interagir ou mudar rapidamente para outro site. Essa decisão é baseada na percepção individual de uma série de fatores do site, sendo que a avaliação da qualidade que o usuário faz do site interfere em sua reputação. Já Bitner et al. (2000 apud Kuo & Wu, 2012) relatam que usuários insatisfeitos com serviços falhos podem demonstrar essas insatisfações para outro através do boca-a-boca, impactando na reputação da companhia. A incorporação do usuário na avaliação não tem sido valorizada apenas por servir como indicador sensível de qualidade do serviço/produto, mas também por estar relacionada à maior adequação no uso do mesmo (Trad et al., 2001 apud Esperidião, 2005). Isso articula com aceitabilidade além dos aspectos de eficiência e eficácia dos serviços e produtos (Williams, 1994; Trad et al., 2001 apud Esperidião, 2005). Este estudo busca, através da revisão sobre experimentos encontrados na literatura, fazer uma análise acerca da importância da satisfação do usuário na interação com websites focando para este tema tão relevante nos dias atuais. Foi abordado o método descritivo, apresentando estudos que em algum momento relatam a satisfação do usuário ao interagirem com interfaces digitais. O artigo se configura em partes, das quais: apresenta a ligação da avaliação de satisfação do usuário com o estudo da usabilidade; aborda alguns métodos encontrados na literatura de avaliação da satisfação do usuário; apresenta alguns estudos também encontrados na literatura que envolve avaliação de satisfação do usuário e websites; aborda uma reflexão sobre o tema e sobre a revisão da literatura descrita nas seções anteriores e deixa contribuições para pesquisas futuras.

3 A avaliação da satisfação do usuário e a usabilidade A avaliação da satisfação do usuário com a interação de interfaces faz parte de uma avaliação mais abrangente conhecida como avaliação de usabilidade que busca identificar a qualidade de uso, ou seja, a capacidade de uso de um produto específico por usuários específicos, e está ligada a facilidade de uso, aprendizado, memorização, exigindo pouco esforço do usuário. Soares (2004) afirma que antes da preocupação com a usabilidade já existia a preocupação com a disposição dos elementos na tela. Na década de 1980 começa a existir a preocupação com a percepção do usuário e sua interação com as informações apresentadas. Deste período em diante, a interface passa a ser compostas de elementos que auxiliam no desempenho das atividades, delineando-se a usabilidade (Preece, 1994 apud Soares, 2004). A NBR /2002 relata que a usabilidade pode ser medida através de desempenho de eficácia, eficiência e satisfação do usuário. De acordo com Hix et al. (1993, apud Filardi et al., 2008) os dados relacionados a usabilidade podem ser obtidos a partir de medidas objetivas, através de observações diretas do desempenho do usuário; enquanto usa a interface e podem ser medida através do tempo, velocidade e ocorrência de eventos; ou ainda através de medidas subjetivas que representam as opiniões dos usuários quanto a interface avaliada. Os testes de usabilidade têm como objetivo auxiliar de qual maneira o design pode ser aprimorado durante o seu desenvolvimento, pois o grande desafio de projetar interfaces para pessoas é saber a transição entre a funcionalidade (o que pode ser feito) e a usabilidade (como pode ser feito). Por isso a importância das avaliações da interação homem-computador, necessárias para a verificação de que as ideias dos projetistas são realmente o que os usuários necessitam e desejam (Filardi et al., 2008). Métodos de pesquisa de satisfação do usuário Nos testes de usabilidade a participação do usuário é efetiva, por isso são aplicáveis testes de questionamentos que consistem em fazer perguntas diretamente aos usuários da interface, a fim de descobrir se esta atende as necessidades e anseios dos mesmos. As técnicas mais conhecidas de questionamentos são as entrevistas e questionários e diferem entre si na preparação, estilo de apresentação e flexibilidade de resposta. Dados coletados em entrevistas tendem a ser qualitativos enquanto que os coletados em questionários tendem a ser quantitativos (Filardi at al., 2008). Soares (2004) chama as técnicas citadas anteriormente de psicométricas no qual se mede o grau de satisfação do usuário com o produto, transformando as medições em estimativas confiáveis e quantificáveis, de validade e confiabilidade comprovadas. O fato de a avaliação subjetiva ser de grande valor para a avaliação da usabilidade levou a criação de padronização de alguns instrumentos gerais como questionários com abordagem hierárquica de fatores de usabilidade. Já os métodos de testes psicológicos são aplicados para assegurar uma avaliação empírica dos itens (Filardi et al., 2008). Filardi et al (2008) apresenta os questionários de avaliação de usabilidade mais conhecidos: QUIS 1 (Questionnaire for User Interaction Satisfaction); SUMI 2 (Software Usability Measurement Inventory); 1 2

4 WAMMI 3 (Website Analysis and MeasurMent Inventory); SUS 4 (System Usability Scale) O QUIS surge com o objetivo de estimular a satisfação subjetiva dos usuários. Foi desenvolvido por uma equipe multidisciplinar de pesquisadores do Human-Computer Interaction Laboratory (HCIL) da University of Maryland, e seu foco são os aspectos específicos da interface homem-computador. É um dos questionários de usabilidade mais empregados na avaliação de interfaces, tem demonstrado alta eficiência e confiabilidade. Projetado para medir a satisfação global da interface foi estruturado de maneira modular e hierárquico, podendo ser ajustado de acordo com as necessidades de análise de cada interface. Aborda 11 fatores específicos como tela, terminologia, resposta do sistema, aprendizagem, capacidade, manuais técnicos, tutoriais on-lines, multimídia, reconhecimento de voz, ambiente virtual, acesso a internet e instalações. As questões apresentadas são de forma afirmativas com escalas de diferencial semântico (faixa de atitudes bipolares em pares de adjetivos) com variação de 0 a 9, onde o zero representa o adjetivo negativo e os demais positivos e de forma gradativa, existindo ainda a opção não aplicável (Filardi at al., 2008). O SUMI é um método rigorosamente testado e aprovado desenvolvido pelo Human Factors Group (HFC) da University College criado para estimar a qualidade da interface sobre o ponto de vista do usuário final, auxiliando na detecção de falhas de usabilidade antes do lançamento do produto. Consiste em 50 questões de afirmações em três níveis como concordo, não sei e discordo, que busca medir aspectos de satisfação do usuário com relação a fatores de eficiência, preferência, utilidade, controle e facilidade de aprendizagem (Filardi at al., 2008). O WAMMI é um serviço comercial exclusivo para avaliação de websites de forma online através da medição e monitoramento das reações do usuário sobre a facilidade de uso. Um simples botão no site disponibiliza um questionário com estrutura de um formulário que avaliam aspectos como atratividade, controle, eficiência, utilidade, aprendizagem e usabilidade global. Os dados são armazenados e analisados a partir de banco de dados padronizado com escores normalizados (Filardi at al., 2008). O SUS é um questionário simples que é parte de um programa de engenharia de usabilidade do Digital Equipment Co Ltd. Aborda uma visão geral de estimativas subjetivas de usabilidade, possuindo 10 afirmativas que utilizam o formato de escala de Likert de 1 a 5 onde o 1 é discordo fortemente e o o 5 o concordo fortemente (Filardi at al., 2008). Satisfação do usuário e a interação com websites na literatura Estudos de usabilidade tem como foco principal a percepção do usuário quanto à qualidade ao interagir com sistemas interativos, visando garantir a satisfação e atingir as expectativas dos grupos de usuário e por isso o seu relato torna-se primordial para realização da pesquisa (Bathi et al., 2000; Soares, 2004; Iwaarden et al., 2004; Zviran et al., 2006; Filardi et al., 2008) Schaik et al. (2008) identificaram que as características do sistema influenciam diretamente a qualidade percebida, fazendo com que os resultados da interação tenham efeitos sobre a percepção subsequente que, por sua, vez terão efeitos sobre as avaliações. Como alternativa, avaliaram as percepções de um sistema de intranet do departamento de psicologia de uma universidade no pré-uso, pós-uso e pós-avaliação. A pesquisa foi realizada com 111 alunos de psicologia que avaliaram quatro versões de um site através da combinação de dois 3 4

5 níveis de cada uma das duas variáveis independentes (princípios de apresentação: seguidos ou violados e informações da organização: seguidas ou violadas). O questionário incluiu 21 itens para medir a percepção dos três atributos do produto (qualidade pragmática, hedonista qualidade de identificação e hedonista qualidade-estimulação - 7 itens cada) e dois itens para medir a avaliações de produtos (beleza e bondade - um item de cada), sendo que todos os itens usou uma escala de 7 pontos de diferencial semântico. Os resultados mostraram que a manipulação experimental dos princípios de apresentação teve um efeito sobre o desempenho do objetivo e consequentemente na percepção do usuário. Bathi et al. (2000) apresentam experimentos para estimular a tolerância dos usuários no contexto do comércio eletrônico. Além de medidas objetivas, eles discutem fatores contextuais que influenciam estes limites e como os modelos conceituais dos usuários afetam suas expectativas. Também abordam como limiares de tolerância de usuários podem ser levados em conta na concepção de serviços web. A condição inicial do estudo observou como a latência entre a requisição de uma página e o carregamento dela é percebido pelos usuários, para isso foram criados dois padrões de atraso, sendo um suave e outro mais significante. Para a pesquisa foi selecionado um grupo homogêneo de 30 homens (por identificarem esse gênero sendo os mais frequentes usuários de serviços de internet) que tinham perfil de compradores na internet, pois segundos os pesquisadores, usuários com diferentes conhecimentos e experiências em qualidades de serviços web terão diferentes expectativas. Todos os participantes receberam as mesmas sequências de tarefas e deram respostas sobre sua satisfação a respeito do desempenho da web através da interação, de protocolos verbais (pensando em voz alta) e da participação em grupos de discussão. Os resultados demonstram que os dados dos protocolos verbais e de grupos de discussão foram fortemente influenciados por suas expectativas de atrasos que receberam nas experiencias. Dados dos grupos focais indicaram que a tolerância de atraso diminuiu quando houve um conflito entre o nível de qualidade esperado e recebido. Descobriram que havia um acordo quase unânime entre os participantes sobre os fatores que ajudam a formar essas expectativas. O estudo indicou que os usuários são mais tolerantes as páginas que vão carregando os conteúdos aos poucos do que aquelas que ficam paradas na página anterior e só após o carregamento abrem completamente a nova página, para este segundo caso a tolerância considerada baixa ficou em torno de 11 segundos. Também indicou que a carga incremental pode ajudar a manter a atenção dos usuários para a tarefa e que os participantes com níveis mais altos de uso da Web foram associados com menor tolerância para atraso durante a interação. Iwaarden et al. (2004) investigaram a percepção de qualidade de web sites aplicando um questionário on-line enviado através de link por aos estudantes de duas universidades, a fim de descobrir evidências empíricas de importantes fatores de qualidade para as pessoas que possuem familiaridades e usam frequentemente a internet. Para os autores a qualidade percebida (satisfação menos importante) é a lacuna entre a satisfação (experiências) e a importância (expectativas). Os resultados mostram que não houve grande diferença entre os estudantes das duas universidades em suas percepções sobre a importância da qualidade na web. Os 10 aspectos mais expressivos apontados por eles dizem respeito à usabilidade (por exemplo, acessibilidade, cores e imagens; barra de navegação) e troca de informações (por exemplo, visão geral da ordem; as opções de pagamento; política de privacidade disponível; formas explicativas para os detalhes pessoais). Com relação às diferenças entre expectativas e experiências, os resultados mostram que aqueles com as maiores diferenças foram relacionados a questões de velocidade ou de compra. Em geral não existiram aspectos com um delta positivo, o que significa que para cada aspecto a experiência foi menos do que o esperado.

6 Soares (2004) realizou uma avaliação de usabilidade de um gerenciador de websites chamado Proweb, por meio de um questionário que mediu o índice de satisfação dos usuários finais (gerenciam o conteúdo) e dos especialistas (gerenciam o website como um todo). A autora considera satisfação como sendo o sentimento de prazer ou desapontamento que é o resultado do desempenho esperado pelo produto, ou seja, a experiência com relação à expectativa, já abordado pelos outros autores (Bathi et al., 2000; Soares, 2004; Iwaarden et al., 2004; Zviran et al., 2006; Filardi et al., 2008). Os resultados do estudo de Soares (2004) mostram diferenças significativas nas percepções de satisfações dos usuários finais, com exceção do critério ergonômico controle explícito que, para usuários com menor tempo de uso (até um ano), resultou em média de satisfação acima da neutra bem próximas dos picos de satisfação. Já os usuários com mais experiência no sistema (mais de 02 anos de uso) demonstraram-se insatisfeitos com critérios ergonômicos como controle explícito, adaptabilidade, e gestão de erros. Os usuários com mais de três anos de uso se mostraram os mais satisfeitos com o Proweb e o único usuário com mais de três anos de experiência demonstrou oscilações entre satisfação e insatisfação com o produto. Já com relação aos especialistas, aqueles com função de designers se mostraram mais insatisfeitos se comparados aos especialistas de outras funções, demonstrando insatisfação nos critérios controle explícito e adaptabilidade. Zviran et al. (2006) investigaram a satisfação do usuário de quatro diferentes tipos de web sites comerciais com relação ao design e o uso. Foi usado um questionário que abrangia a avalição de 20 websites populares dentro das categorias de comércio eletrônico, autoatendimento, negociação, publicação e assinatura. Os resultados demonstram que o nível de satisfação foi mais baixo nos sites de negociação, que segundo os autores está associado à usabilidade, conteúdo e capacidade de pesquisa. Neste estudo ficou evidente que, em média, sites de compras online proporcionaram maior capacidade de conteúdo e desempenho que outros tipos. Os sites de negociação foram relativamente baixos em capacidade de conteúdo, já os de autoatendimento relativamente baixos em desempenho. Para os pesquisadores, possivelmente algumas empresas concentram seus esforços no desenvolvimento de sites de compras on-line porque geram receitas substanciais, enquanto sites de autoatendimento são percebidos pelos clientes como um fardo. Para os autores, os resultados indicam que os sites têm diferentes fatores ocultos e subjetivos que se originam do processo de interação do usuário do sistema, afetando a satisfação geral do mesmo, mas esses fatores podem servir como fases de criação de desenvolvimento e manutenção do site. Considerações finais e Discussões A opinião do usuário de uma interface tecnológica se mostra importante não apenas na indicação da qualidade como também na tentativa de proporcionar a melhor experiência de uso possível. Um artefato tecnológico deve se adequar ao usuário de modo que a interação não seja prejudicada por problemas que não foram solucionados no momento do desenvolvimento da interface. Projetos que primam pela eficiência e qualidade tendem a ter maior aceitabilidade, pois são convenientes e adaptados ao seu público-alvo. Com a revisão da literatura fica claro que não é possível abrir mão da pesquisa com os usuários para avaliar a qualidade de uma interface e da interação com a mesma, seja para corrigir erros que podem ocorrer durante a interação com projetos ainda em desenvolvimento, seja para melhorias constantes em interfaces já implementadas, pois como já informaram Iwaarden et al. (2004), a qualidade é uma área de importância crítica para as empresas comerciais. Neste caso, elas precisam entender o que atrai as pessoas para seus sites, o que os mantém lá e o que as fazem voltar.

7 Um website é parte da conexão entre uma empresa e seus clientes e, por isso, deve refletir os esforços de qualidade que estão em vigor em toda a empresa, devendo oferecer interfaces de qualidade para seus clientes. A satisfação dos clientes depende do equilíbrio entre as expectativas dos mesmos e a experiência com os produtos e serviços. Quando uma empresa é capaz de levantar a experiência de um cliente a um nível que excede as expectativas, o cliente ficará satisfeito. Como os clientes têm cada vez mais expectativas, será necessário que as empresas melhorem suas qualidades constantemente (Iwaarden et al., 2004). Praticamente todos os estudos revisados trabalharam as questões de expectativas e experiências dos usuários e que o tempo de resposta da interface pode ser um grave problema, pois o desempenho será ruim, a segurança no site será comprometida e isso levará à perda de clientes (Bathi et al., 2000). Neste sentido, sugere-se que novos estudos sejam realizados, abordando diferentes grupos de usuários, seus níveis de experiência e suas expectativas de ação, possibilitando assim compreender como ocorrem as formas de interação entre usuários e os websites. Agradecimentos Este estudo foi desenvolvido com o apoio da CAPES Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Referências BATHI, Nina; BOUCH, Ana; KUCHINSKY, Allan. Integrating user-perceived quality into Web server design. In: Computer Network, nº 33, p.1-16, Amsterdam, BITNER, M. J.; BROWN, S. W.; MEUTER, M. L. Technology infusion in service encounters. In: Journal of Academy of Marketing Science, nº 28 (1), , BOULOS, M.; WHEELER, S. The emerging Web 2.0 social software: an enabling suite of sociable technologies in health and health care education. In: Health Information and Libraries Journal, nº 24 (1), p.2 23, BROWN, Susan A. Seeing web 2.0 in context: a study of academic perceptions. In: Internet anda Higher Education, nº 15, p.50-57, ESPERIDIÃO, Monique; TRAD, Leny A. B. Avaliação de satisfação do usuário. In: Ciência e Saúde Coletiva. Rio de Janeiro: set-dez, vol.10, p , FILARDI, Ana Lúcia; TRAINA, Agma J. M. Montando questionários para medir a satisfação do usuário: avaliação de interface de um sistema que utiliza técnicas de recuperação de imagens por conteúdo. Anais do IHC Outubro. Porto Alegre, HIX, D.; HARTSON, H.R. Developing User Interfaces: Ensuring Usability Through Product & Process. New York: John Wiley & Sons, HEMMI, A.; BAYNE, S.; LAND, R. The appropriation and repurposing of social technologies in higher education. In: Journal of Computer Assisted Learning, nº25 (1),

8 p.19 30, IWAARDEN, Jos van; WIELE, Ton van der; BALL, Leslie; MILLEN, Robert. Perceptions about the quality of the web sites: a survey amongst students at Northeastern University and Erasmus University. In:Information and Managment, nº 41, p , KUO, Ying-Feng; Wu, Chi-Ming. Satisfaction and post-purchase intentions with service recovery of online shopping websites: Perspectives on perceived justice and emotions. In: International Journal of Information Management, nº 32, p , NBR Requisitos ergonômicos para trabalhos em escritórios com compuadores. Parte 11 Orientações sobre usabilidade. Rio de Janeiro, PREECE, J. Human-computer interaction. New York: Ed. Addison-Wesley Publishing Company, SCHAIK, Paul Van; LING, Jonathan. Modelling user experience with web sites: usability, hedonic value, beauty and goodness. In: Interacting with Computers, nº 20, p , SOARES, Leônidas G. Avaliação de Usabilidade por meio do índice de satisfação dos usuários de um software gerenciador de websites. Dissertação (Mestrado Profissionalizante), Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Engenharia, Porto Alegre, TOMS, Elaine G.; TAVES, Adam R. Measuring user perception of the Web site reputation. In: Information Processing and Management, nº 40, p , TRAD, L.A.; BASTOS, A.C.S.; SATANA, E. M.; NUNES, M. A construção social da estratégia de saúde da família: condições, sujeitos e contextos. PNEPG, CNPQ, WILLIAMS, B. Patient satisfaction: a valid concept?. In:Social Science & Medicine. Nº 38 (4), p ZVIRAN, Moshe; GLEZER, Chanan; AVNI, Itay. User satisfaction form commercial web sites: the effect of design and use. In:Information & Management, nº 43, p , 2006.

de sistemas para recuperação de informação em interfaces de bibliotecas online.

de sistemas para recuperação de informação em interfaces de bibliotecas online. 1 Introdução Na época atual, as certezas definitivas já deram sinais de cansaço e à medida que avança a tecnologia, a sociedade se reformula. O conhecimento estabelecido durante séculos antes confinados

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE 2009/2 GABARITO COMENTADO QUESTÃO 1: Quando nos referimos à qualidade da interação

Leia mais

AvaliaçãodaUsabilidadedeum SoftwaredeAuditoria EvaluationofUsabilityofaSoftwareofAuditing

AvaliaçãodaUsabilidadedeum SoftwaredeAuditoria EvaluationofUsabilityofaSoftwareofAuditing AvaliaçãodaUsabilidadedeum SoftwaredeAuditoria EvaluationofUsabilityofaSoftwareofAuditing AlianaPereiraSimões Pós-graduadaemErgonomia,UsabilidadeeInteraçãoHumano-Computador PUC-RIO aliana@aliana.com.br

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento. Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller

Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento. Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller 1 Introdução O objetivo deste trabalho é verificar a eficiência da Avaliação com o Usuário e da

Leia mais

Interface Homem- Computador

Interface Homem- Computador Interface Homem- Computador (IHC) Profª. Leticia Lopes Leite Software Educacional I Interface Deve ser entendida como sendo a parte de um sistema computacional com a qual uma pessoa entra em contato física,

Leia mais

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Fonte: http://www.testexpert.com.br/?q=node/669 1 GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Segundo a NBR ISO 9000:2005, qualidade é o grau no qual um conjunto de características

Leia mais

Ambiente de workflow para controle de métricas no processo de desenvolvimento de software

Ambiente de workflow para controle de métricas no processo de desenvolvimento de software Ambiente de workflow para controle de métricas no processo de desenvolvimento de software Gustavo Zanini Kantorski, Marcelo Lopes Kroth Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) 97100-000 Santa Maria

Leia mais

02/10/2012. Padronização de interfaces. Referências

02/10/2012. Padronização de interfaces. Referências Referências Engenharia de Usabilidade Prof.: Clarindo Isaías Pereira da Silva e Pádua Contribuição: Cláudio Márcio de Souza Vicente Gestus Hix, D.; Hartson, H. R. Developing User Interfaces: ensuring usability

Leia mais

Autoatendimento Digital. Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas.

Autoatendimento Digital. Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas. Autoatendimento Digital Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas. Oferece aos clientes as repostas que buscam, e a você,

Leia mais

Arquitetura de Informação

Arquitetura de Informação Arquitetura de Informação Ferramentas para Web Design Prof. Ricardo Ferramentas para Web Design 1 Arquitetura de Informação? Ferramentas para Web Design 2 Arquitetura de Informação (AI): É a arte de expressar

Leia mais

A Computação e as Classificações da Ciência

A Computação e as Classificações da Ciência A Computação e as Classificações da Ciência Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Classificações da Ciência A Computação

Leia mais

Engenharia de Software. Artigo revista Engenharia de Software, edição 30 (novembro 2010)

Engenharia de Software. Artigo revista Engenharia de Software, edição 30 (novembro 2010) Engenharia de Software Artigo revista Engenharia de Software, edição 30 (novembro 2010) Engenharia de Software Engenharia compreende o uso de princípios e conhecimento empírico e científico obtidos a partir

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (EAD) SISTEMAS PARA INTERNET INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO 68 A disciplina estuda a área da informática como um todo e os conceitos fundamentais, abrangendo

Leia mais

Janine Garcia 1 ; Adamo Dal Berto 2 ; Marli Fátima Vick Vieira 3

Janine Garcia 1 ; Adamo Dal Berto 2 ; Marli Fátima Vick Vieira 3 ENSINO A DISTÂNCIA: UMA ANÁLISE DO MOODLE COMO INSTRUMENTO NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM DO ENSINO MÉDIO E SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE (IFC) - CÂMPUS ARAQUARI

Leia mais

Capítulo 1 - Introdução 14

Capítulo 1 - Introdução 14 1 Introdução Em seu livro Pressman [22] define processo de software como um arcabouço para as tarefas que são necessárias para construir software de alta qualidade. Assim, é-se levado a inferir que o sucesso

Leia mais

Proposta Comercial. Proposta Comercial de prestação de serviços de Desenvolvimento de web site para o Vereador Marcelo Ramos.

Proposta Comercial. Proposta Comercial de prestação de serviços de Desenvolvimento de web site para o Vereador Marcelo Ramos. Proposta Comercial de prestação de serviços de Desenvolvimento de web site para o Vereador Marcelo Ramos. 1 1. APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA Brasília, 14 de maio de 2010. A LTDA. vem, por meio deste documento,

Leia mais

Gestão de Armazenamento

Gestão de Armazenamento Gestão de Armazenamento 1. Introdução As organizações estão se deparando com o desafio de gerenciar com eficiência uma quantidade extraordinária de dados comerciais gerados por aplicativos e transações

Leia mais

Testes de Usabilidade

Testes de Usabilidade Testes de Usabilidade Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro Setembro de 2012 Prof. Edwar Saliba Júnior 1 Reflexão Ao fazer referência à questão da qualidade da relação

Leia mais

Qualidade de Software. Profa. Cátia dos Reis Machado catia@ifc-camboriu.edu.br

Qualidade de Software. Profa. Cátia dos Reis Machado catia@ifc-camboriu.edu.br Qualidade de Software Profa. Cátia dos Reis Machado catia@ifc-camboriu.edu.br Verificação x validação Verificação prova que o produto vai ao encontro dos requerimentos especificados no desenvolvimento

Leia mais

fagury.com.br. PMBoK 2004

fagury.com.br. PMBoK 2004 Este material é distribuído por Thiago Fagury através de uma licença Creative Commons 2.5. É permitido o uso e atribuição para fim nãocomercial. É vedada a criação de obras derivadas sem comunicação prévia

Leia mais

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS PDS - DATASUS Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS Coordenação Geral de Arquitetura e Engenharia Tecnológica Coordenação de Padronização e Qualidade de Software Gerência de Padrões e Software

Leia mais

Sistemas de Produtividade

Sistemas de Produtividade Sistemas de Produtividade Os Sistemas de Produtividade que apresentaremos em seguida são soluções completas e podem funcionar interligadas ou não no. Elas recebem dados dos aplicativos de produtividade,

Leia mais

Sistema Web de Ensino Voltado aos Conteúdos da Física

Sistema Web de Ensino Voltado aos Conteúdos da Física Sistema Web de Ensino Voltado aos Conteúdos da Física Fábio Luiz P. Albini 1 Departamento de Informática, Instituto Federal do Paraná (IFPR) Curitiba, Paraná 81520-000, Brazil. fabio.albini@ifpr.edu.br

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Guide to the SWEBOK (Guide to the Software Engineering Body of Knowledge) IEEE Computer Society Professor José Eduardo A. de O. Teixeira - Slide 1 IEEE Institute of Eletric and Eletronic

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Processo de software I Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + O que é Engenharia de Software n Definição dada pela IEEE [IEE93]: n Aplicação de uma abordagem sistemática,

Leia mais

Rede Paraense de Pesquisa e Inovação em Tecnologia da Informação e Comunicação. Laboratório de Tecnologia de Software LTS

Rede Paraense de Pesquisa e Inovação em Tecnologia da Informação e Comunicação. Laboratório de Tecnologia de Software LTS Rede Paraense de Pesquisa e Inovação em Tecnologia da Informação e Comunicação Laboratório de Tecnologia de Software LTS Qualidade de Produto Cláudio Martins claudiomartins2000@gmail.com www.ufpa.br/redetic

Leia mais

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex...

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... (/artigos /carreira/comopermanecercalmosob-pressao /89522/) Carreira Como permanecer calmo sob pressão (/artigos/carreira/como-permanecer-calmosob-pressao/89522/)

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE II. Primeiro Trabalho

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE II. Primeiro Trabalho UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE II Primeiro Trabalho Descrição do trabalho: Escrever um Documento de Visão. Projeto: Automatização do sistema que

Leia mais

Autor(es) BARBARA STEFANI RANIERI. Orientador(es) LUIZ EDUARDO GALVÃO MARTINS, ANDERSON BELGAMO. Apoio Financeiro PIBIC/CNPQ. 1.

Autor(es) BARBARA STEFANI RANIERI. Orientador(es) LUIZ EDUARDO GALVÃO MARTINS, ANDERSON BELGAMO. Apoio Financeiro PIBIC/CNPQ. 1. 19 Congresso de Iniciação Científica ESPECIFICAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE UMA FERRAMENTA AUTOMATIZADA DE APOIO AO GERSE: GUIA DE ELICITAÇÃO DE REQUISITOS PARA SISTEMAS EMBARCADOS Autor(es) BARBARA STEFANI

Leia mais

FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO PARA AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM

FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO PARA AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO PARA AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM Ronei Ximenes Martins (Trabalho apresentado no II Colóquio Regional EAD Edição Internacional Outubro/2010 Juiz de Fora/MG) Introdução Um

Leia mais

Requisitos ergonômicos para interfaces de busca em bibliotecas on-line Ergonomic requirements for on-line library search interface

Requisitos ergonômicos para interfaces de busca em bibliotecas on-line Ergonomic requirements for on-line library search interface Requisitos ergonômicos para interfaces de busca em bibliotecas on-line Ergonomic requirements for on-line library search interface Robson SANTOS Mestre em Design Pontifícia Universidade Católica do Rio

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente 1. Quais os componentes de um sistema cliente-servidor? Clientes e servidores 2. Na visão do hardware, defina o que é cliente e o que é servidor: Clientes. Qualquer computador conectado ao sistema via

Leia mais

A PÁGINA DISCIPLINAR DE MATEMÁTICA DO PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO

A PÁGINA DISCIPLINAR DE MATEMÁTICA DO PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO A PÁGINA DISCIPLINAR DE MATEMÁTICA DO PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO Resumo: Dolores Follador Secretaria de Estado da Educação do Paraná e Faculdades Integradas do Brasil - Unibrasil doloresfollador@gmail.com

Leia mais

Processo de Software

Processo de Software Processo de Software Uma importante contribuição da área de pesquisa de processo de software tem sido a conscientização de que o desenvolvimento de software é um processo complexo. Pesquisadores e profissionais

Leia mais

O quê avaliação? Unidade IV - Avaliação de Interfaces. Quem deve avaliar um produto de software? Técnicas de Avaliação

O quê avaliação? Unidade IV - Avaliação de Interfaces. Quem deve avaliar um produto de software? Técnicas de Avaliação Unidade IV - Avaliação de Interfaces O quê avaliação? O quê avaliação? Técnicas de Avaliação Tipos de Avaliação com Usuários Paradigmas de avaliação com usuários Avaliação rápida e suja Testes de Usabilidade

Leia mais

Interface Usuário Máquina. Aula 06

Interface Usuário Máquina. Aula 06 Interface Usuário Máquina Aula 06 Conteúdo Qualidade do Design Acessibilidade Comunicabilidade Usabilidade Experiência do Usuário Usabilidade em Sistemas Computacionais Usabilidade O que você entende por

Leia mais

Gerenciamento de Ciclo de Vida do Cliente. Uma experiência mais sincronizada, automatizada e rentável em cada fase da jornada do cliente.

Gerenciamento de Ciclo de Vida do Cliente. Uma experiência mais sincronizada, automatizada e rentável em cada fase da jornada do cliente. Gerenciamento de Ciclo de Vida do Cliente Uma experiência mais sincronizada, automatizada e rentável em cada fase da jornada do cliente. As interações com os clientes vão além de vários produtos, tecnologias

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

AUTOR: DAVID DE MIRANDA RODRIGUES CONTATO: davidmr@ifce.edu.br CURSO FIC DE PROGRAMADOR WEB VERSÃO: 1.0

AUTOR: DAVID DE MIRANDA RODRIGUES CONTATO: davidmr@ifce.edu.br CURSO FIC DE PROGRAMADOR WEB VERSÃO: 1.0 AUTOR: DAVID DE MIRANDA RODRIGUES CONTATO: davidmr@ifce.edu.br CURSO FIC DE PROGRAMADOR WEB VERSÃO: 1.0 SUMÁRIO 1 Conceitos Básicos... 3 1.1 O que é Software?... 3 1.2 Situações Críticas no desenvolvimento

Leia mais

3. Engenharia de Requisitos

3. Engenharia de Requisitos Engenharia de Software 3. Engenharia de Requisitos Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Fases do desenvolvimento de software que mais erros originam (fonte: "Software Testing", Ron Patton)

Leia mais

DESIGN CENTRADO NO USUÁRIO: PROJETANDO PARA A WEB

DESIGN CENTRADO NO USUÁRIO: PROJETANDO PARA A WEB 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 055-1 DESIGN CENTRADO NO USUÁRIO: PROJETANDO PARA A WEB Emanuel Felipe Duarte 1 ; Aline Maria Malachini Miotto 2 RESUMO: O objetivo deste trabalho foi

Leia mais

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO Umberto Sales Mazzei Bruno Vieira Bertoncini PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO

Leia mais

Lista de Verificação / Checklist

Lista de Verificação / Checklist Lista de Verificação / Checklist Avaliação NC / PC / C Departamentos Padrões de Referência /// Referências do MQ //// Referências Subjetivas A B C D E Cláusula Padrão Conforme/ Não C. 4 Sistema de Gestão

Leia mais

gerenciando o desempenho de serviços em uma empresa conectada na nuvem CA Business Service Insight Julho de 2011

gerenciando o desempenho de serviços em uma empresa conectada na nuvem CA Business Service Insight Julho de 2011 gerenciando o desempenho de serviços em uma empresa conectada na nuvem CA Business Service Insight Julho de 2011 a computação na nuvem está presente em todos os lugares e está crescendo 72% das empresas

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET Introdução à Computação A disciplina apresenta a área da Computação como um todo, desde a história e a evolução dos computadores

Leia mais

TVVILAEMBRATEL.WEBS.COM 1 Uma experiência com sistemas de CMS

TVVILAEMBRATEL.WEBS.COM 1 Uma experiência com sistemas de CMS TVVILAEMBRATEL.WEBS.COM 1 Uma experiência com sistemas de CMS Anissa CAVALCANTE 2 Jessica WERNZ 3 Márcio CARNEIRO 4, São Luís, MA PALAVRAS-CHAVE: CMS, webjornalismo, TV Vila Embratel, comunicação 1 CONSIDERAÇÕES

Leia mais

Usabilidade na Web. Dinara P. Lima. Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Departamento de Ciências da Computação Joinville, SC, Brasil

Usabilidade na Web. Dinara P. Lima. Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Departamento de Ciências da Computação Joinville, SC, Brasil Usabilidade na Web Dinara P. Lima Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Departamento de Ciências da Computação Joinville, SC, Brasil dinara.lima@gmail.com Abstract. This article presents an overview

Leia mais

Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web

Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web Resumo. Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web Autor: Danilo Humberto Dias Santos Orientador: Walteno Martins Parreira Júnior Bacharelado em Engenharia da Computação

Leia mais

Auditoria e Qualidade de Software ISO/IEC 9126 Engenharia de Software Qualidade de Produto

Auditoria e Qualidade de Software ISO/IEC 9126 Engenharia de Software Qualidade de Produto Auditoria e Qualidade de Software ISO/IEC 9126 Engenharia de Software Qualidade de Produto Prof. Elias Batista Ferreira Material cedido por: Prof. Edison A M Morais Objetivo Descrever os processos da norma

Leia mais

Interface Humano-Computador IHC Paradigmas de IHC

Interface Humano-Computador IHC Paradigmas de IHC Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Campus Formosa Interface Humano-Computador IHC Paradigmas de IHC Prof. M.Sc. Victor Hugo Lázaro Lopes IHC Paradigmas de IHC AGENDA Engenharia Cognitiva

Leia mais

Modelo de Qualidade CMMI

Modelo de Qualidade CMMI Modelo de Qualidade CMMI João Machado Tarcísio de Paula UFF - Campus Rio das Ostras Resumo Este trabalho tem como objetivo explicar de forma simples o que é e como funciona o modelo de qualidade CMMI,

Leia mais

Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto

Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto Engenharia de Software I Informática 2009 Profa. Dra. Itana Gimenes RUP: Artefatos de projeto Modelo de Projeto: Use-Case Realization-projeto

Leia mais

Atividade prática. Apresentação individual e discussões. Entrega dos relatórios técnicos (artigos).

Atividade prática. Apresentação individual e discussões. Entrega dos relatórios técnicos (artigos). 1 Aula 11 Interação Humano-Computador (com foco em métodos de pesquisa) Prof. Dr. Osvaldo Luiz de Oliveira 2 Atividade prática Apresentação individual e discussões. Entrega dos relatórios técnicos (artigos).

Leia mais

2.Gerência de Projetos: Métricas de Software

2.Gerência de Projetos: Métricas de Software 2.Gerência de Projetos: Métricas de Software A seguir consideraremos os conceitos fundamentais que levam à administração efetiva de projetos de software. Vamos considerar o papel da administração e das

Leia mais

Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB

Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB OBJETIVO GERAL Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB Marisol de Andrade Maués Como objetivo geral, buscou-se avaliar a qualidade de produtos Web, tendo como base o processo de avaliação de qualidade descrito

Leia mais

Conteúdo. Disciplina: INF 02810 Engenharia de Software. Monalessa Perini Barcellos

Conteúdo. Disciplina: INF 02810 Engenharia de Software. Monalessa Perini Barcellos Universidade Federal do Espírito Santo Centro Tecnológico Departamento de Informática Disciplina: INF 02810 Prof.: (monalessa@inf.ufes.br) Conteúdo 1. Introdução 2. Processo de Software 3. Gerência de

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

Design de Interfaces e Usabilidade - Tópico 1

Design de Interfaces e Usabilidade - Tópico 1 Instituto Federal do Sertão-PE Design de Interfaces e Usabilidade - Tópico 1 Prof. Felipe Correia Conteúdo Por que estudar Design de Interfaces e Usabilidade?! Conceitos básicos sobre Design! Primeira

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 PERFIL ALUNO Versão 1.0 2014 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE

Leia mais

USABILIDADE NA WEB : Projetando Websites com Qualidade

USABILIDADE NA WEB : Projetando Websites com Qualidade Universidade Federal de Santa Catarina Programa de Pós-Graduação em Eng. e Gestão do Conhecimento USABILIDADE NA WEB : Projetando Websites com Qualidade Jakob Nielsen Hoa Loranger Rafael Tezza SOBRE A

Leia mais

Introdução a listas - Windows SharePoint Services - Microsoft Office Online

Introdução a listas - Windows SharePoint Services - Microsoft Office Online Page 1 of 5 Windows SharePoint Services Introdução a listas Ocultar tudo Uma lista é um conjunto de informações que você compartilha com membros da equipe. Por exemplo, você pode criar uma folha de inscrição

Leia mais

IHM Interface Humano-Máquina

IHM Interface Humano-Máquina A IHM Interface Humano-Máquina Prof. Dra. Sílvia Dotta Aula 1 - Introdução Roteirodaaula Apresentação da disciplina Motivação, Objetivos Metodologia de ensino Introdução e conceituação de IHM Histórico

Leia mais

AS TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO

AS TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO AS TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO Alison Luis Kohl Diego Luis Eckstein Flávio Pedroso AS TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO Ergonomia de Interfaces; Usabilidade dos Sistemas. Problema de ergonomia e de usabilidade *Eficácia

Leia mais

Análise e Projeto Orientados a Objetos Aula IV Requisitos. Prof.: Bruno E. G. Gomes IFRN

Análise e Projeto Orientados a Objetos Aula IV Requisitos. Prof.: Bruno E. G. Gomes IFRN Análise e Projeto Orientados a Objetos Aula IV Requisitos Prof.: Bruno E. G. Gomes IFRN 1 Introdução Etapa relacionada a descoberta e descrição das funcionalidades do sistema Parte significativa da fase

Leia mais

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens Academia de Tecnologia da IBM White paper de liderança de pensamento Novembro de 2010 Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens 2 Proteção da nuvem: do desenvolvimento da estratégia

Leia mais

Eficiência na manutenção de dados mestres referentes a clientes, fornecedores, materiais e preços

Eficiência na manutenção de dados mestres referentes a clientes, fornecedores, materiais e preços da solução SAP SAP ERP SAP Data Maintenance for ERP by Vistex Objetivos Eficiência na manutenção de dados mestres referentes a clientes, fornecedores, materiais e preços Entregar a manutenção de dados

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE Módulo 15 AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO E DA INSATISFAÇÃO DOS CLIENTES Objetivo: Ao final desta aula, você deverá saber (1) sobre os fatores que causam a satisfação

Leia mais

Análise de Risco na Validação de Sistemas Computadorizados

Análise de Risco na Validação de Sistemas Computadorizados Análise de Risco na Validação de Sistemas Computadorizados Meg Lima Andrade Agenda Objetivos; Conceito de Sistemas Computadorizados; Conceito de Risco; Identificação de Riscos; Avaliação de Riscos; Classificação;

Leia mais

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL

Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Gerenciamento de Serviços de TI com base na ITIL Information Technology Infrastructure Library ou Biblioteca de Infraestrutura da Tecnologia da Informação A TI de antes (ou simplesmente informática ),

Leia mais

Anderson Corrêa Carraro 1, Fernando Alves Rodrigues 2, Silvio Francisco dos Santos 3

Anderson Corrêa Carraro 1, Fernando Alves Rodrigues 2, Silvio Francisco dos Santos 3 DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA INFORMATIZADO PARA O CONTROLE DE PROCESSOS DA QUALIDADE NA DIRETORIA DE METROLOGIA CIENTÍFICA E INDUSTRIAL DIMCI/INMETRO. Anderson Corrêa Carraro 1, Fernando

Leia mais

Qualidade de Software. Profa. Cátia dos Reis Machado catia@ifc-camboriu.edu.br

Qualidade de Software. Profa. Cátia dos Reis Machado catia@ifc-camboriu.edu.br Qualidade de Software Profa. Cátia dos Reis Machado catia@ifc-camboriu.edu.br Qualidade Garantia de Qualidade Qualidade do processo Qualidade do produto Testes Estáticos Testes Dinâmicos Qualidade do produto

Leia mais

INF1403 - Introdução a Interação Humano-Computador (IHC)

INF1403 - Introdução a Interação Humano-Computador (IHC) INF1403 - Introdução a Interação Humano-Computador (IHC) Turma 3WB Professor: Alberto Barbosa Raposo 09/04/2012 Departamento de Informática, PUC-Rio Testes com usuários Como avaliar? inspeção (por especialistas)

Leia mais

Projeto de Arquitetura

Projeto de Arquitetura Projeto de Arquitetura Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 1 Objetivos Apresentar projeto de arquitetura e discutir sua importância Explicar as decisões de projeto

Leia mais

Usabilidade e Ergonomia. Usabilidade de Software. Ergonomia. Usabilidade. Ergonomia (International Ergonomics Association em 2000)

Usabilidade e Ergonomia. Usabilidade de Software. Ergonomia. Usabilidade. Ergonomia (International Ergonomics Association em 2000) Usabilidade e Ergonomia Usabilidade de Software INF01043 Interação Homem-Computador 2006/2 Ergonomia (International Ergonomics Association em 2000) Ergonomics (or human factors) is the scientific discipline

Leia mais

PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE AUTORIA PARA A GERAÇÃO DE CONTEÚDOS ON-LINE. Maio/2005 023-TC-C5

PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE AUTORIA PARA A GERAÇÃO DE CONTEÚDOS ON-LINE. Maio/2005 023-TC-C5 1 PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE AUTORIA PARA A GERAÇÃO DE CONTEÚDOS ON-LINE Maio/2005 023-TC-C5 Viviane Guimarães Ribeiro Universidade de Mogi das Cruzes vivianegr@yahoo.com.br Saulo Faria Almeida Barretto

Leia mais

Introdução à Qualidade de Software. Profº Aldo Rocha

Introdução à Qualidade de Software. Profº Aldo Rocha Introdução à Qualidade de Software Profº Aldo Rocha Agenda O que é Qualidade? O que é Qualidade de Software? Qualidade do Produto e do Processo Normas e Organismos Normativos Qualidade de Software e Processos

Leia mais

Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais. Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail.

Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais. Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail. Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail.com Perspectivas de análise: EAD e mudança Perspectivas de análise:

Leia mais

Controle de métricas no processo de desenvolvimento de software através de uma ferramenta de workflow

Controle de métricas no processo de desenvolvimento de software através de uma ferramenta de workflow Controle de métricas no processo de desenvolvimento de software através de uma ferramenta de workflow Gustavo Zanini Kantorski, Marcelo Lopes Kroth Centro de Processamento de Dados Universidade Federal

Leia mais

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem 2.1 Introdução Caro Pós-Graduando, Nesta unidade, abordaremos o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) que será utilizado no curso: o Moodle. Serão

Leia mais

Assessoria Swagelok em Energia. Um Recurso de Confiança para Otimizar o Desempenho do seu Sistema de Vapor

Assessoria Swagelok em Energia. Um Recurso de Confiança para Otimizar o Desempenho do seu Sistema de Vapor Assessoria Swagelok em Energia Um Recurso de Confiança para Otimizar o Desempenho do seu Sistema de Vapor Conheça a experiência de alguns clientes sobre a Assessoria Swagelok em Energia Com serviços de

Leia mais

SCRUM. Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM. Conhecimento em Tecnologia da Informação

SCRUM. Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação SCRUM Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM 2011 Bridge Consulting Apresentação Há muitos anos, empresas e equipes de desenvolvimento

Leia mais

Interface Humano -Computador

Interface Humano -Computador A Interface Humano -Computador Aula 04 Modelos de Processos de Design de IHC Giliane Bernardi - giliane@inf.ufsm.br http://nte.ufsm.br O Processode Design de IHC Relembrando Questões chave no projeto centrado

Leia mais

usabilidade assume uma importância ímpar na economia da Internet

usabilidade assume uma importância ímpar na economia da Internet WEB Usabilidade WEB usabilidade assume uma importância ímpar na economia da Internet no design de produtos e de software tradicionais, usuários pagam antes e experimentam a usabilidade depois na WEB experimentam

Leia mais

Estudo de Caso da Implantação do Nível G do MPS.BR em Uma Empresa

Estudo de Caso da Implantação do Nível G do MPS.BR em Uma Empresa Estudo de Caso da Implantação do Nível G do MPS.BR em Uma Empresa Dayana Henriques Fonseca 1, Frederico Miranda Coelho 1 1 Departamento de Ciência da Computação Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC)

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) «21. É falacioso falar que o marketing é filho do capitalismo e, portanto, apenas ajudaria a concentrar a renda satisfazendo necessidades supérfluas

Leia mais

Interface Homem-Computador

Interface Homem-Computador Faculdade de Ciências e Tecnologia do Maranhão Interface Homem-Computador Aula: Engenharia Cognitiva e Semiótica Professor: M.Sc. Flávio Barros flathbarros@gmail.com Conteúdo Engenharia Cognitiva Fundamentos

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI 1. PI06 TI 1.1. Processos a serem Atendidos pelos APLICATIVOS DESENVOLVIDOS Os seguintes processos do MACROPROCESSO

Leia mais

Gerenciamento de Projetos

Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Projetos PMI, PMP e PMBOK PMI (Project Management Institute) Estabelecido em 1969 e sediado na Filadélfia, Pensilvânia EUA, o PMI é a principal associação mundial, sem fins lucrativos,

Leia mais

SIPTEST System Intelligent Process Testing. Estado da arte na prática de testes tendo como referência o CMMI

SIPTEST System Intelligent Process Testing. Estado da arte na prática de testes tendo como referência o CMMI SIPTEST System Intelligent Process Testing. Estado da arte na prática de testes tendo como referência o CMMI SIPTEST - System Intelligent Testing Link Consulting,SA Pág. 0 de 10 Índice 1 Introdução...

Leia mais

Marketing Visão 360º. O nosso objetivo é ter uma visão ampla dos temas de Marketing, abordando os seguintes tópicos.

Marketing Visão 360º. O nosso objetivo é ter uma visão ampla dos temas de Marketing, abordando os seguintes tópicos. Marketing Visão 360º O Mundo do Marketing em parceria com a TNS Research International está realizando pesquisas mensais com profissionais da área de marketing para investigar temas relacionados ao dia-a-dia

Leia mais

Desenvolvimento de Interfaces Prototipação

Desenvolvimento de Interfaces Prototipação Autarquia Educacional do Vale do São Francisco AEVSF Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina - FACAPE Centro de Engenharia e Ciências Tecnológicas CECT Curso de Ciência da Computação Desenvolvimento

Leia mais

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa.

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa. A Liderança Faz a Diferença Guia de Gerenciamento de Riscos Fatais Introdução 2 A prevenção de doenças e acidentes ocupacionais ocorre em duas esferas de controle distintas, mas concomitantes: uma que

Leia mais

Processos de Desenvolvimento de Software

Processos de Desenvolvimento de Software Processos de Desenvolvimento de Software Gerenciamento de Projetos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e

Leia mais

PERFIL DOS USUÁRIOS DE E-COMMERCE EM GUAÍBA

PERFIL DOS USUÁRIOS DE E-COMMERCE EM GUAÍBA PERFIL DOS USUÁRIOS DE E-COMMERCE EM GUAÍBA João Antonio Jardim Silveira 1 Amilto Muller ¹ Luciano Fagundes da Silva ¹ Luis Rodrigo Freitas ¹ Marines Costa ¹ RESUMO O presente artigo apresenta os resultados

Leia mais

Engenharia de Software Software Requirements

Engenharia de Software Software Requirements Requisitos Engenharia de Software Software Requirements SWEBOK, Capítulo 2 Primeira Classificação de Requisito 1. Requisito do usuário: declarações sobre as funções que o sistema deve oferecer 2. Requisito

Leia mais