FLOWTITE. Guia de instalação para condutas enterradas AWWA

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1 FLOWTITE Guia de instalação para condutas enterradas AWWA

2 1 Informações preliminares Prefácio Sistema tubagem-solo Assistência técnica Segurança Transporte, manuseamento e armazenamento Inspecção dos tubos Reparação dos tubos Descarga e manuseamento de tubos Armazenamento dos tubos no local de trabalho Armazenamento de juntas e lubrificantes Transporte de tubos Manuseamento dos tubos enfiados Procedimento de instalação Vala standard Leito da tubagem Materiais de enchimento Tipos de instalação Enchimento de vala Compactação sobre o tubo Deflexão do tubo Montagem de tubagens Uniões de manguito FLOWTITE Juntas travadas União flangeada União laminada Outros sistemas de união Maciços de ancoragem, revestimentos betão e ligações rígidas Revestimentos de betão Ligações rígidas Instalação em galerias ou túneis Ligações a paredes de betão Ajustamentos em obra Ajustamentos do comprimento Reparação e fecho com manguitos FLOWTITE Fecho com juntas de outras origens

3 7 Outros procedimentos e considerações de instalação Valas com várias tubagens Valas com condutas cruzadas Valas com fundo instável Valas inundadas Valas entivadas Valas em solo rochoso Condutas em vertente inclinada Instalação de condutas em declives Utilização de válvulas e câmaras Ancoragem das válvulas na conduta Ventosas Válvulas de limpeza e descarga Acções após a instalação Inspecção da tubagem instalada Correcção de um tubo com deflexão excessiva Ensaios hidráulicos Equipamento de verificação de manguitos na obra Ensaios com ar Instalações alternativas 37.1 Alargamento da vala Enchimento com cimento estabilizado Apêndices 39 Apêndice AWWA M45 o ATV 127 ap. 3

4 1 Informações preliminares app. 1.1 Prefácio Este manual é parte integrante da documentação produzida pela FLOWTITE para os utilizadores de produtos FLOWTITE. Criado para ser utilizado como Guia de Produtos FLOWTITE, o seu objectivo é fornecer informação básica ao instalador sobre os requisitos que deve cumprir e os procedimentos a seguir para garantir uma manipulação e uma instalação correcta dos tubos enterrados FLOWTITE. Os apêndices também podem ser uma boa fonte de dados para os responsáveis dos projectos. O manual contempla as circunstâncias que geralmente se encontram numa obra. No entanto, podem surgir situações específicas que requerem considerações especiais. Quando tal ocorrer, consulte o seu fornecedor. Além da instalação da tubagem enterrada, existem outros tipos de instalação (aquelas que não requerem valas, as subaquáticas ou as exteriormente montadas sobre apoios) que não são abordados neste manual. No caso de estar interessado em realizar uma instalação deste tipo, consulte o seu fornecedor para obter informações sobre os procedimentos e restrições aplicáveis. O mais importante é ter presente que este manual de instalação não deve substituir o sentido comum nem o bom entendimento dos técnicos, os requisitos de engenharia, a lei actual, as normas ambientais, a segurança ou de qualquer outro tipo, incluindo regulamentos locais e as especificações e instruções do proprietário e dos seus técnicos, a quem peretnce a última palavra e autoridade sobre todos os trabalhos realizados. Caso esta informação causar algum tipo de dúvida sobre a forma adequada de proceder, recomenda-se que consulte o seu fornecedor e o responsável técnico do projecto. Seguir cuidadosamente os procedimentos de instalação que são descritos neste manual e as sugestões dos engenheiros de obra para ajudar a garantir a sustentabilidade e a durabilidade da instalação. Se tiver qualquer dúvida ou quiser fazer alguma alteração das recomendações descritas, consulte o seu fornecedor.! Nota: Estas recomendações de instalação, são baseadas no procedimento do projecto estrutural do AWWA M 45,mas também são válidas para ATV127. O texto principal cumpre essencialmente com o manual AWWA. Quanto aos apêndices, contêm informação específica, segunda ATV, assim como da AWWA. 1.2 Sistema de tubagem-solo O comportamento versátil dos solos, combinado com a resistência e a flexibilidade dos tubos FLOWTITE, aumentam a possibilidade de obter uma interacção tubagem-solo que resulta num rendimento excelente do sistema. A aplicação apropriada da fibra vidro garante a flexibilidade e a resistência dos tubos, enquanto que a geometria da vala, associada com a selecção, posição e a compactação do material de enchimento, assegura a integridade do sistema. Em linhas gerais, os tubos são submetidos a dois tipos de cargas: 1 As cargas externas resultantes do enterramento, cargas de superfície e movimentos do tráfego, que exercem, um esforço de deflexão nas paredes dos tubos. 2 As cargas internas que dão lugar a uma tensão tangencial nos tubos e um impulso desequilibrado que cria tensões axiais. A flexibilidade dos tubos FLOWTITE, aliada ao seu comportamento estrutural e a natureza dos solos, cria uma combinação ideal para a transferência das cargas verticais. A diferença, em relação aos tubos rígidos, que podem quebrar-se quando são submetidos a uma excessiva carga vertical, e favorável aos tubos FLOWTITE, cuja flexibilidade, em combinação com sua alta resistência, permite a sua deflexão e redistribuição das cargas para o solo adjacente. A deflexão do tubo é um indicador da tensão gerada sobre o tubo e da qualidade da instalação. A resistência à tensão circunferencial da tubagem FLOWTITE e lhe conferida mediante a colocação de um reforço contínuo de fibra de vidro na circunferência da parede do tubos. A quantidade de reforços de fibra de vidro é definida pelo nível de pressão e determina a sua classe de pressão. A forma mais económica para reduzir os desequilíbrios produzidos pelas forças de impulsão será através de maciços de betão, para transferir esses esforços ao solo natural. Desta forma, evita-se que seja a tubagem a suportar esses esforços, transferindo assim o impulso axial e limita a quantidade de reforço necessário, na direcção axial da parede do tubo, atenuando os efeitos secundários. Consequentemente, não é necessário que as juntas absorvam a carga axial, mas sim que permitam o movimento dos tubos dentro dos manguitos, em resultado das mudanças de temperatura e do efeito Poisson. Em certas casos, o uso de maciços de contenção pode ser inadequado, devido ao seu peso, falta de espaço ou outras razões. Nestes casos devem colocar-se suficientes reforços, o reforço na direcção axial da parede do tubo, para suportar o impulso directo. As juntas travadas destes sistemas foram criadas para suportar a totalidade do impulso axial, que é transmitida ao solo adjacente por transferência da carga directa e da fricção. 4

5 1.3 Assistência técnica Quando solicitado pelo comprador e de acordo com os termos no acordo assinado, entre o fornecedor e o comprador, o fornecedor pode pôr à disposição do comprador um serviço de assistência técnica, mediante a cedência de um técnico de obra. Este técnico pode proporcionar ao comprador e/ou ao instalador o aconselhamento necessário para conseguir uma instalação correcta. Recomenda-se a permanência do serviço de assistência técnica na obra, desde o início dos trabalhos de instalação, podendo realizar o acompanhamento regular de todo o projecto. O serviço acordado pode incluir o seguimento contínuo (tempo completo)ou uma assistência periódica, em função do acordo estabelecido entre o fornecedor e o comprador. 1.4 Segurança Os tubos de poliéster reforçados com fibra de vidro (PRFV), como praticamente todos os tubos fabricados com materiais petroquímicos, podem arder e, portanto, não se recomenda o seu uso em aplicações expostas às chamas ou calor intenso. Durante a instalação devem-se tomar precauções para evitar que os tubos estejam expostos a faíscas de soldadura, corte, tochas ou outras fontes de calor / fogo / eléctricas capazes de provocar a ignição do material. Esta precaução deverá estender-se aos trabalhos com produtos químicos durante o fabrico de uniões laminadas ou à reparação ou modificação da tubagem na obra. Esses trabalhos em vala são realizados em circunstâncias potencialmente perigosas. Sempre que possível, deve-se entivar, inclinar, reforçar e/ou sujeitar as paredes da vala para garantir a segurança das pressões que nela trabalham. Além disso, devem-se tomar todas as precauções para evitar que possam cair objectos na vala ou que estas colapsem, devido ao posicionamento ou movimento das maquinas ou do equipamento armazenado nas proximidades da vala. Portanto, deve depositar o material escavado a uma distância segura da vala e certificar-se que a proximidade e altura do aterro não irá pôr em perigo a estabilidade da escavação. app. 5

6 2 Transporte, movimentação e armazenagem app. 2.1 Inspecção de tubos É essencial verificar todos os tubos no local de descarga para se certificar de que não sofreram quaisquer danos durante o transporte. Também é recomendável voltar a inspeccionar cada tubo imediatamente antes de proceder à sua instalação, tendo em conta o tempo de armazenagem em estaleiro e a manipulação a que se tenha sido submetido na obra e a outros factores que podem influenciar a integridade do tubo. Em todo o caso, as cargas devem ser revistas da seguinte maneira: 1 Efectuar uma inspecção global da carga. Se estiver intacta, basta uma revisão ordinária no momento da descarga, para assegurar que os tubos chegaram ao destino em boas condições. 2 Se a carga se terá movido ou existirem indícios de que terá sido maltratada, então é necessário rever com cuidado cada tubo, para detectar os danos possíveis. Geralmente é suficiente uma inspecção exterior para detectar as falhas. Quando o tamanho da tubagem o permite, convém rever a superfície interior do tubo nos pontos onde se terá localizado algum tipo de defeito na superfície exterior. É muito útil determinar se o tubo está em condições para ser instalado. 3 Confirmar a quantidade recebida de cada tipo de tubo e acessório face ao material descrito nas guias de remessa. 4 Anotar no talão quaisquer faltas ou danos causados durante o transporte e pedir ao transportador que assine a cópia do talão, para mais tarde proceder a uma reclamação junto do transportador, de acordo com suas indicações. 5 Se for detectado alguma falha ou dano no tubo, separe o tubo afectado do resto do lote e entre em contacto com o fornecedor. Não deve utilizar nenhum tubo danificado ou defeituoso na instalação. 2.3 Descarga e manuseamento dos tubos A descarga dos tubos é da responsabilidade do cliente, que deverá controlar o manuseamento do material durante o processo descarga. O uso de cordas de guia atadas aos tubos ou às embalagens facilita o controlo manual do material durante a sua elevação e posterior manuseamento. Também se podem utilizar barras sempre que sejam necessários vários pontos de ancoragem. A finalidade destes métodos é evitar que os tubos caíam, colidam ou sofram golpes, especialmente nas suas extremidades. Tubos soltos Quando manusear tubos soltos, podem ser utilizadas cintas ou flexíveis, cordas para as elevar. Em nenhum caso deve usar cabos de aço ou correntes para levantá-los ou transportá-los. Os tubos podem ser levantados por meio de um único ponto de fixação (Figura 2-1), embora o uso de dois pontos, conforme a Figura 2-2, possibilite o controlo do tubo ao ser descarregado. Não se deve içar nenhum tubo colocando ganchos nas suas extremidades ou passando uma corda, corrente ou cabo pelo interior dos tubos, de extremo a extremo. O Apêndice A inclui informação sobre os pesos aproximados dos tubos e manguitos standard. 2.2 Reparação dos tubos De uma maneira geral, os tubos com os danos ligeiros podem ser reparados na obra por pessoal qualificado. Se existe alguma dúvida sobre o estado do tubo, este não deve ser utilizado na instalação. O técnico do serviço da assistência pode ajudar a determinar se um tubo requer algum tipo de reparação e se é possível e prático efectuá-la. Os tipos de reparação podem variar, em função da espessura e composição da parede do tubo, a aplicação a que se destina na conduta e o tipo e extensão da falha detectada. Portanto, recomenda-se não tentar reparar um tubo danificado ou defeituoso sem ter consultado previamente o seu fornecedor, tendo em conta que as reparações devem ser realizadas por um técnico especializado. Caso os tubos não tenham sido reparados correctamente, não deverão ser instalados na conduta. Figura 2 1 Levantamento de tubos suspensos num ponto 0.2 x L 0.6 x L 0.2 x L Guia de controle Figura 2 2 Levantamento de tubos suspensos em dois pontos 6

7 Cargas unificadas As cargas unificadas podem manusear-se mediante a utilização de cintas, tal como mostra a Figura 2-3. Os tubos que não são embalados de forma unificada, num único volume, não devem ser içados em conjunto. Os tubos que chegam à obra sem uma embalagem unificada, devem ser descarregados e manuseados em separado (um a um). Se durante as fases de manuseamento e instalação os tubos sofrerem danos, tais como incisões, fissuras ou fracturas, devem ser reparados antes de serem instalados. Caso ocorra esta situação, é recomendável entrar em contacto com o fornecedor para analisar os danos e aconselhá-lo sobre o modo de proceder à reparação ou substituição dos tubos. Veja a secção x L 0.6 x L 0.2 x L Figura 2 3 Levantamento de tubos embalados 2.4 Armazenamento dos tubos na obra Normalmente é recomendável armazenar os tubos sobre madeiras planas, para facilitar o posicionamento e posterior retirada das cintas em torno dos tubos. Quando os tubos são colocados directamente sobre o solo, deve-se inspeccionar a zona para assegurar que esta é relativamente plana e está livre de pedras ou outros detritos que possam danificar os tubos. A experiência tem demonstrado que a colocação dos tubos sobre o material de enchimento da vala é uma forma eficaz de armazenar os tubos na obra. Devemse calçar todos os tubos para evitar que possam rolar, quando ocorram ventos fortes. No caso de ser necessário empilhar os tubos, recomenda-se fazê-lo sobre apoios planos de madeira (de 75 mm de largura, no mínimo) com os calços espaçados em quatro pontos (veja a Figura 2-4). Sempre que possível, recomenda-se deixar os tubos na embalagem da origem usada no transporte. É muito importante assegurar a estabilidade dos tubos armazenados em situações de ventos fortes, em lugares de armazenamento irregular ou em situações que possam ser submetidos a outro tipo de cargas horizontais. Se forem previstos ventos fortes, é conveniente atar os tubos com cordas ou cintas. A altura máxima de empilhamento recomendável é de 3 metros. Não são permitidas superfícies com relevos, superfícies planas ou superfícies cuja irregularidade possa provocar danos nas paredes dos tubos. Os tubos cujas as condições de armazenamento não tenham em atenção estas limitações, podem ser danificados. app. 2.5 Armazenamento de juntas e lubrificantes Figura 2 4 Armazenagem/Empilhamento de tubos Quando as juntas de borracha e os manguitos chegam à obra separadamente, devem-se armazenar na sua embalagem original, em local resguardado da luz e do sol. As juntas não devem ser expostas a este tipo de luz, antes de serem montadas na tubagem e de igual modo, devem-se proteger as juntas do contacto com gorduras e óleos derivados do petróleo, dissolventes e outras substâncias prejudiciais. O lubrificante das juntas deve ser armazenado cuidadosamente para evitar danos nas embalagens. As embalagens em utilização devem ser bem fechadas para evitar qualquer contaminação do lubrificante. Se, durante a instalação, as temperaturas descerem abaixo de 5º C, deverão ser protegidas as juntas e os lubrificantes até ao momento de serem utilizados. 7

8 app. 2.6 Transporte de tubos É aconselhável colocar os tubos sobre madeiras planas, com um afastamento máximo de 4 metros (3 metros para diâmetros DN 250) e com uma saliência máxima de 2 metros. A altura máxima de empilhamento recomendável é de 2,5 metros aproximadamente. Os tubos devem ser amarrados no camião sobre os pontos de apoio, usando cintas flexíveis ou cordas (Figura 2-5). Nunca se deve utilizar cabos de aço ou correntes sem a adequada protecção, para impedir danos nos tubos. Não são admitidas superfícies com relevos, superfícies planas ou outras que provoquem alterações na curvatura da parede dos tubos. A falta de cumprimento destas normas de transporte e manuseamento pode ocasionar graves danos nos tubos. Figura 2 5 Posicionamento dos tubos em camião 2.7 Manuseamento dos tubos enfiados Os tubos podem ser acondicionados entre si, (os tubos de menor diâmetro enfiados dentro dos de maior diâmetro). Estes tubos geralmente vão acondicionados numa embalagem especial e requerem procedimentos especiais de descarga, manuseamento, armazenamento e transporte. Se estes procedimentos especiais são necessários, serão antecipadamente comunicados ao cliente. Em todo o caso, este tipo de expedição precisa ter em conta os passos que a seguir se detalham: 1 Cada lote de tubos enfiados ao ser içado deve-se suspendendo-lo em dois pontos de fixação, como mínimo (Figura 2-6). As limitações relativas à distância entre cintas ou pontos de fixação especificadas. Deve verificar-se as cintas para levantar os tubos têm capacidade suficiente para suportar o seu peso. Este peso pode ser calculado utilizando o quadro dos pesos aproximados que constam do Apêndice H. 2 A melhor forma de armazenar os tubos enfiados será mantendo-os acondicionados na embalagem utilizada para o transporte. A menos que se especifique o contrario, não é recomendável empilhar estes lotes embalados. 3 Os lotes de tubos enfiados só podem ser transportados utilizando a embalagem original. Caso existam requisitos especiais para a configuração do lote, a disposição do veiculo de transporte e/ou amarração do mesmo, estes serão especificados para cada caso em concreto. 4 É recomendável efectuar a desembalagem e a separação dos tubos introduzidos em local preparado para tal fim. Os tubos interiores são extraídos sempre pelo menor diâmetro, levantandoos ligeiramente com um braço do empilhador, convenientemente protegido que permita manter o tubo suspenso, e retirá-lo com muito cuidado para evitar que roce nos outros tubos (Figura 2-7). Quando as limitações de peso, comprimento ou do equipamento impedirem a utilização deste método de desembalagem, o fornecedor irá recomendar os procedimentos adequados, em função de cada caso. Guia de controle Figura 2 6 Suspendão dupla para tubos enfiados Figura 2 7 Desenfiamento com auxilio de empilhador 8

9 3 Procedimento de instalação 01 O tipo de instalação adequado para os tubos FLOWTITE varia em função da rigidez dos tubos, a profundidade da instalação, a largura da vala, as características do solo natural, as sobrecargas e os materiais de enchimento. O material de aterro seleccionado deve ser colocado na vala para que proporcione à tubagem o apoio necessário. Os procedimentos de instalação abaixo detalhados têm por objectivo ajudar o instalador a realizar uma montagem em perfeitas condições de funcionamento. O método de cálculo estático ATV 127 é usado frequentemente, seguindo a correlação entre a clase de rigidez do material de aterro constante destas instruções e os gtupos de solos G1 a G4 do manual de ATV 127, como seguem: SC1 corresponde ao melhor dos solos G1. SC2 corresponde ao mais fraco dos solos G1 e ao melhor dos solos G2. SC3 corresponde ao mais fraco dos solos G2 e ao melhor dos solos G3. SC4 corresponde ao mais fraco dos solos G3 e ao melhor dos solos G Vala standard A Figura 3-1 mostra as dimensões de uma vala standard. A dimensão "A" deve ser suficientemente alargada para permitir a correcta colocação da tubagem e a compactação do material a aconchegar na sua ilharga. A dimensão A também deve ser bastante larga para permitir o uso de equipamento de compactação sem causar qualquer dano à tubagem. Em geral, a dimensão A tem um valor mínimo de DN 0,4, salvo os casos em que os diâmetros sejam muito pequenos. Nos casos de tubagem com maior diâmetro, pode-se atribuir um valor menor a A, em função do solo natural, o material de enchimento e a técnica de compactação. Por exemplo, nos casos de solos naturais dos grupos 1,2 e 3 e materiais de enchimento SC1 e SC2,que requerem um esforço de compactação limitado, pode considerar-se uma vala mais estreita.! Nota: Quando no fundo da vala existirem rochas ou solo endurecido, macios, soltos, instáveis ou altamente expansivos, pode ser necessário aumentar a profundidade da camada do leito, para obter um apoio longitudinal adequado. 3.2 Leito da tubagem O material do leito deve ser colocado sobre um fundo firme e estável, com o objectivo de proporcionar à tubagem um apoio longitudinal adequado. O leito preparado deve proporcionar um apoio firme, estável e uniforme ao corpo do tubo e a qualquer protuberância das suas juntas. É geralmente recomendado um leito de 0 150mm por baixo do corpo do tubo e 75mm por baixo das uniões. Nos casos do fundo da vala apresentarem solos soltos ou instáveis, pode ser necessária uma cimentação adicional para garantir esse leito - ver secção 7.3. É possível ser necessário efectuar o leito da tubagem com material de empréstimo, com o objectivo de melhor garantir a graduação e o apoio da tubagem. Nestes casos, é preferível que se utilize o mesmo material para o enchimento da vala. Para determinar se o solo natural é aceitável como material a utilizar no leito, este deve obedecer a todos os requisitos dos materiais da zona de enchimento. A verificação do tipo de solo natural deve efectuar-se com frequência, durante o processo de instalação, desde que as condições dos solos naturais sejam diferentes ao longo da conduta. O leito deve ser rebaixado na zona de cada manguito para garantir que a tubagem tem um apoio contínuo. Estas zonas de união devem ser preenchidas e compactadas adequadamente depois da montagem dos manguitos. Veja a Figura 3-2 e a Figura 3-3 para distinguir entre um leito de apoio correcto e um incorrecto. app. Figura 3 2 Leito de apoio correcto A DN/2 max. 300 mm requerido Aterro DN Ilharga Zona de tubagem Cama min. 0 mm max 150 mm Fundação de cimento (se necessário) Solo natural Figura 3 1 Nomenclatura aterro do tubo Figura 3 3 Leito de apoio incorrecto 9

10 app. 3.3 Material de aterro A Tabela 3-1 apresenta os materiais de aterro em diferentes categorias. As categorias SC1 e SC2 são as mais fáceis de utilizar e as que menor esforço de compactação requerem para alcançar um nível específico de compactação relativa. Independentemente do grupo a que pertença o material de enchimento e a sua proveniência ( que se encontra na obra ou tem que se adquirir), aplicar as seguintes restrições gerais: 1 Respeitar os limites de tamanho máximo de pedras e partículas que figuram na Tabela Não admitir a existência de torrões do solo, cujo tamanho dobre o tamanho máximo das partículas. 3 Não permitir o uso de material congelado. 4 Não permitir o uso de material orgânico. 5 Não permitir o uso de resíduos (pneus, garrafas, metais, etc.). Grupos de material de Descrição dos materiais de aterro aterro SC1 SC2 Pedra triturada com < 15% de areia, com o máximo de 25% de granulagem inferior a mm e o máximo de 5% de finos Solos limpos de particulas grossas com < 12% de finos SC3 Solos limpos de particulas grossas com 12% ou mais de finos. Solos arenosos e finos com menos de 70% de finos 3.4 Tipos de instalação É recomendável o uso de dois tipos de execução de enchimento da vala Figura 3-4 e Figura 3-5. A escolha depende das características do solo natural, dos materiais de enchimento, da profundidade de instalação exigida e das condições de sobrecarga, da rigidez do tubo e dos requisitos de funcionamento da tubagem. O tipo 2, de configuração dividida, é frequentemente utilizada em aplicações de menor pressão (PN bar), de cargas ligeiras e requisitos limitados de pressão negativa (vácuo). Instalação tipo 1 Executar o leito da tubagem de acordo com as indicações constantes dom item 3.2. O enchimento da vala será efectuado com material de aterro especificado e compactado (ver o Apêndice B ) até 30mm acima do dorso do tubo.! Nota: Em instalações de baixa pressão (PN 1 bar) sem cargas de tráfego, pode ser dispensada a compactação do enchimento da vala, desde a cama até 300mm acima do dorso da tubagem. DN 300 mm Figura 3 4 Instalação tipo 1 SC4 Solos de particulas finas, com mais de 70% de finos Instalação tipo 2 Consultar o apendice D para mais detalhes e o apendice G para defenições Quadro 3 1 Materiais de aterro Quanto ao tamanho máximo das partículas de enchimento na zona do tubo (até 300mm sobre o seu dorso): DN Tamanho Máx. (mm) Quadro 3 2 Tamanho máximo das partículas O material de enchimento sobre o dorso da tubagem pode ser constituído por materiais da escavação, cujas partículas tenham um tamanho máximo de 300 mm, desde que a camada de enchimento sobre a conduta seja, pelo menos, de 300 milímetros. Além disso, não se deve deixar cair pedras de diâmetro superior a 200 milímetros sobre a camada de enchimento de 300mm que cobre o dorso do tubo, a uma altura superior a 2 metros. O leito da tubagem deve ser executado de acordo com as indicações constantes do item 3.2. O aterro da vala, até 60% do diâmetro da tubagem, será executado com material especificado e compactado com o nível de compactação exigido. Desde 60% do diâmetro dos tubos até 300 mm acima do seu dorso, o aterro será executado com o material de enchimento especificado e compactado de acordo com o exigido.! Nota: A instalação tipo 2 é aconselhável para tubagem de pequenos diâmetros.! Nota: A instalação tipo 2 não é aconselhável para situações de instalações com tráfego de pesados. DN Figura 3 5 Instalação do tipo x DN

11 3.5 Enchimento da vala Aconselha-se o enchimento da vala imediatamente após a montagem da tubagem, com o objectivo de evitar dois riscos: A flutuação da tubagem, devido chuvas fortes e ao movimento dos tubos devido às diferenças de temperatura de dia e de noite. A flutuação da tubagem pode danificar os tubos e causar custos desnecessários de reinstalação. Os movimentos de expansão e contracção térmica, causados pela exposição da tubagem do ambiente, pode ocasionar uma perda de estanqueidade devido ao efeito do movimento de vários tubos sobre a mesma junta. Se o enchimento da vala não acompanhar a montagem dos tubos, recomenda-se cobrir a secção central de cada tubo até ao seu dorso, para tentar minimizar a incidência de movimentos na união. É importante fazer uma adequada selecção, colocação e compactação do material de enchimento, para controlar a deflexão vertical dos tubos e assegurar o funcionamento da tubagem. Entre outras coisas, deve-se evitar que o material de enchimento contenha detritos ou outros corpos estranhos, que possam danificar a tubagem ou ocasionar um deficiente apoio lateral dos tubos. Devese compactar o material de aterro entre o leito e a parte inferior do tubo, antes de colocar o resto do material de enchimento (ver a Figura 3-6 e Figura 3-7). Figura 3 6 Enchimento do apoio da Ilharga Figura 3 7 Enchimento incorrecto Correcto: Tubo firmemente apoiado Deve-se verificar a profundidade do aterro do material de enchimento sujeita a compactação, assim como a energia do método de compactação. O enchimento é geralmente feito em camadas de 0 a 300 mm de espessura, dependendo do tipo de material de enchimento e método de compactação seleccionados. Quando usar gravilha ou pedra triturada como material de enchimento, será conveniente que seja em camadas de 300 mm, atendendo a que a gravilha é relativamente fácil de compactar. A areia e os solos mais finos requerem maior esforço de compactação, pelo que a espessura da camada deve ser limitada. É de salientar a importância de conseguir uma adequada compactação em cada camada de enchimento para garantir um apoio adequado da tubagem. Os materiais de enchimento do tipo SC1 e SC2 são relativamente fáceis de utilizar e muito fiáveis como material de enchimento. Estes solos têm uma baixa sensibilidade à humidade. A compactação do material pode ser efectuada com um vibrador mecânico, em camadas de 200 a 300 mm. Ocasionalmente, deve-se usar uma tela filtrante em combinação com os solos de partículas grossas para evitar a migração de partículas finas e a consequente perda de apoio para a tubagem. Consulte o Apêndice A. Os solos do tipo SC3 são aceitáveis como material de enchimento e frequentemente estão disponíveis na obra. Muitos dos solos locais onde são instaladas as tubagens são do ripo SC3, pelo que o solo escavado da vala pode ser reutilizado como material de enchimento. No entanto, deverão ser tomadas as devidas precauções, pois estes solos podem ser sensíveis à humidade. As características dos solos do tipo SC3 frequentemente são afectadas pela composição dos seus fins. Pode ser necessário efectuar controlo de humidade ou compactação do solo, para obter a densidade desejada com um esforço de compactação razoável e um equipamento de compactação de fácil manejo. A compactação pode ser levada a cabo com um compactador de impacto em camadas de 0 a 200 mm. O tipo de aterro SC4 só pode ser utilizado caso sejam tomadas as seguintes precauções: Controlar o teor de humidade durante a colocação e compactação. Não deve ser utilizado em valas com soleiras instáveis ou inundáveis. As técnicas da compactação podem exigir um esforço considerável, pelo que se deve considerar as limitações práticas da compactação para conseguir uma densidade aceitável e assim conseguir uma rigidez do solo necessária. Ao realizar a compactação, deve usar camadas de 0 a 150mm compactadas com uma compactadora de impacto, tipo Whacker, ou uma vibradora de ar comprimido. Deverá testar a compactação com certa frequência, para verificar se está alcançado o nível de compactação adequado. Veja o Apêndice F para maior informação. app. 11

12 Compactação de enchimento com areia é muito mais fácil, quando o material é ou está cerca de seu ponto óptimo de humidade. Quando o enchimento chega à altura média do tubo, a compactação deve fazer-se desde as proximidades das paredes da vala, até ao tubo. Recomenda-se compactar a zona de enchimento de tal forma que provoque uma ligeira ovalização do tubo, no sentido vertical. Esta ovalização vertical, quando o material de enchimento atinja o dorso do tubo, não deve ser superior a 1,5% do seu diâmetro. O grau do ovalização inicial obtido deverá ser relacionado com a energia necessária para alcançar a compactação relativa. Os altos níveis que podem ser necessários com os tipos de enchimento SC3 e Sc4 podem exceder o limite. Se isto acontecer, pondere usar um tubo com um grau de rigidez superior, outros materiais de enchimento, ou ambos. Estas recomendações resumem-se na Quadro 3-3 app. Tipo de Vibradora de Dimensão da material compacto bandeja da de aterro manual vibradora Recomendações Tipo SC1 300 mm Bastam duas passagens para conseguir uma boa compactação Tipo SC mm Duas ou quatro passagens dependendo da altura e da densidade exigida Tipo SC mm A altura das camadas e a quantidade de passagens depende da densidade exigida Use em ou perto do conteúdo de umidade ótimo. Verifique a compactação. Tipo SC mm Pode exigir esforço de compactação, verifique se o material contem um optimo ponto de humidade. Verifique a compactação e aterro em volta do tubo Quadro 3 3 Recomendações para a compactação do aterro da vala 3.6 Compactação acima do tubo A instalação tipo 1 requer a compactação de uma camada do solo de 300 mm acima do dorso do tubo. O enchimento das valas sujeitas a cargas de tráfego deve ser compactado com maior frequência, para minimizar o assentamento da superfície do solo. O quadro 3-4 mostra a altura mínima de material de enchimento sobre o tubo que necessita, para poder começar a utilizar certos equipamentos de compactação directamente sobre a tubagem. Deve tomar as devidas precauções para evitar exercer um esforço de compactação excessivo sobre a parede dos tubos, o que pode ocasionar amolgamentos, superfícies planas ou outras alterações na curvatura da parede do tubo. No entanto, o material de aterro não se deve deixar solto, devendo alcançar a densidade específica estipulada. Peso do equipamento Cobertura minima*(mm) kg Compactado Vibrado < *É possivel que se tenha que começar com uma camada mais alta para que depois de efectuada a compactação, a camada não tenha menor espessura do que o minimo estabelecido Quadro 3 4 Camada minima para compactação acima do tubo 3.7 Deflexão do tubo A deflexão da tubagem em vala aterrada é um bom indicador quanto à qualidade da instalação. A deflexão vertical inicial dos tubos, com o aterro compactado do nível de referência, na maioria das obras, é inferior a 2%. Qualquer valor, para alem desta percentagem, denuncia que a qualidade da instalação não é a recomendada e deverá ser corrigida, mediante a utilização de materiais de aterro mais grossos e melhor compactado e/ou maior largura das valas, etc. O quadro 3-5 indica os valores máximos de deflexão inicial admissíveis. Será conveniente corrigir o aterro e a compactação, tendo em vista obter uma qualidade contínua da instalação, em conformidade com o capítulo 9.1. Deflexão % do diametro Grandes diametros (DN 300) Inicial 3.0 Pequenos diametros (DN 250) Inicial 2.5 Quadro 3 5 Deflexão vertical inicial admissível 12

13 4 Montagem de tubagens 01 Os tubos FLOWTITE são normalmente ligados através de juntas de manguito FLOWTITE. Os tubos e manguitos fornecem-se em separado, se bem que os tubos são fornecidos com o manguito montado num dos seus extremos. Se os manguitos não vierem montados de fábrica, recomenda-se uma montagem em zona de armazenamento ou ao lado da vala, antes de colocar os tubos na vala. Os manguitos podem ser equipados com uma junta elastomérica que sirva de topo central na montagem. Se não existir este topo central, deverá marcar uma linha no tubo para ajudar a sua montagem. Os tubos FLOWTITE também permitem o uso de outros sistemas de ligação, tais como flanges, manguitos mecânicos e uniões por laminação. 4.1 Uniões de Manguito FLOWTITE Limpeza e instalação de juntas Os passos que se seguem (1 a 5) são aplicáveis a todos os processos de montagem que utilizam manguitos FLOWTITE. Passo 1 Elevação e leito Rebaixar o leito na posição correspondente a cada manguito, para garantir que a tubagem tenha um apoio contínuo e não repousa sobre os manguitos. Encher e compactar adequadamente as zonas de união depois de ter completado a montagem do manguito. Passo 2 Limpeza do manguito Limpar cuidadosamente as ranhuras e juntas de borracha do manguito, para garantir que estão livres de sujidade e gorduras (Figura 4-1). Figura 4 1 Limpeza do manguito Passo 3 Instalação das juntas Instalar as juntas na ranhura, por forma a que dois dos quatro bordos fiquem fora da ranhura. Não utilizar nenhum lubrificante na ranhura nem na junta nesta etapa da montagem. Pode-se usar água para humedecer a junta e a ranhura para facilitar o posicionamento e a inserção da junta (Figura 4-2). Figura 4 2 Instalação da junta Introduzir cada bordo de borracha da junta no interior da ranhura, pressionando uniformemente. Uma vez instalada a junta, puxá-la ligeiramente para verificar se a compressão a que está submetida é uniforme em toda a sua circunferência. Verificar também se ambos os lados da junta sobressaem uniformemente da ranhura em toda a sua circunferência. Caso contrário, desviar ligeiramente a junta com um maço de borracha para introduzi-la correctamente. Passo 4 Lubrificação nas juntas Aplicar uma camada fina de lubrificante sobre as juntas de borracha, usando um pincel ou um pano limpo (Figura 4-3). Consultar o Apêndice I para informação sobre a qualidade do lubrificante a utilizar. Figura 4 3 Lubrificação das juntas Passo 5 Limpeza e lubrificação das espigas Limpar as espigas do topo dos tubos para eliminar qualquer tipo de sujidade, gordura, areia, etc. Verificar se a superfície das espigas não está danificada. Aplicar uma camada fina de lubrificantes nas espigas, desde a extremidade do tubo até à faixa preta que se encontra pintada para referência da montagem. Tomar precauções para manter limpas as espigas e o manguito lubrificado. (Figura 4-4). A experiência mostra que é mais fácil manter limpa as extremidades das espigas e das juntas, se se colocar um pano ou um plástico com aproximadamente um metro quadrado por debaixo da zona de união.! Atenção: É muito importante utilizar um lubrificante adequado. O fornecedor fornece o lubrificante suficiente para cada pedido. Se, por alguma razão, necessitar de mais lubrificante, deverá contactar o seu fornecedor para pedir uma entrega adicional ou para receber informação sobre os outros lubrificantes alternativos. Nunca se devem utilizar lubrificantes derivados de petróleo. Figura 4 4 Limpeza da espiga app. 13

14 app. Montagem dos manguitos sem o topo central Se os manguitos não vierem montados de fábrica, deverão ser montados num lugar limpo e seco, antes de proceder à união dos tubos. Tal é conseguido através da colocação de uma braçadeira ou cinta em torno do tubo, a uma distância de 1 a 2 metros da espiga em que pretende montar a junta. Deverá conseguir que a espiga do tubo esteja 0mm acima do solo, para evitar que entre em contacto com a sujidade. Deve continuar a montar manualmente a junta na extremidade do tubo que tem a espiga e colocar uma tábua de madeira de 0 x 50mm de um lado ao outro da junta. Utilizar os tensores de tracção, colocados entre a madeira e a braçadeira, para unir os tubos, até que a junta esteja alinhada com a linha limite de montagem, até que a espiga toque no topo central (veja a Figura 4-5). Os passos que se seguem (6 a 8) são aplicáveis a todos os procedimentos de montagem dos tubos que utilizam braçadeiras ou cintas e tensores de tracção. Também se podem utilizar outras técnicas, desde que se cumpram os objectivos gerais que são abaixo discriminados. Ter especial atenção sobre a inserção das espigas dos tubos nas juntas, pois não deverá ser ultrapassado a linha limite de montagem, devendo-se igualmente ter maior cuidado para evitar quaisquer danos nos tubos ou juntas. Passo 6 Colocação do tubo Uma vez montado o manguito, colocar o tubo na vala. Verificar se o leito rebaixado na posição correspondente a cada manguito para garantir que a conduta tem um apoio contínuo e não descanso sobre os manguitos. Passo 7 Montagem das braçadeiras Montar a braçadeira (ou cinta) A sobre o tubo já instalado e deixar na posição onde se encontra depois de montado anteriormente. Montar a braçadeira (ou cinta) B sobre o tubo que irá ser montado, colocá-lo alinhadamente com a marca negra marcada na espiga, a fim de actuar como topo (Figura 4-6).! Nota: O contacto das braçadeiras com o tubo deve ser acolchoado ou protegido, de forma a evitar danificar o tubo e obter, ao mesmo tempo, uma força de fricção elevada com a superfície do tubo. Caso não haja disponibilidade das braçadeiras, podem-se usar cintas de nylon ou cordas, tomando as devidas precauções para manter o alinhamento do manguito. Passo 8 Montagem do manguito Colocar tensores de tracção em cada lado do tubo e ligar às braçadeiras. Introduzir o novo tubo no manguito até que atinja o topo ou até que atinja uniformemente a Braçadeira Tireford Figura 4-5 Montagem do manguito no tubo 50 x 0 mm madera Braçadeira Tireford Figure 4 6 Ligação dos tubos com braçadeiras linha do limite de montagem. Uma vez finalizada esta fase, a braçadeira B é deixada na posição e coloca a braçadeira A sobre o seguinte tubo que vai montar. Os tubos também podem montar-se com a pá de uma retroescavadora ou com alavancas (até DN300). Devese proteger as extremidades dos tubos para evitar danos. O esforço da montagem pode calcular-se como: Esforço de montagem em toneladas = (DN em mm / 00) x2. Desvio angular do manguito FLOWTITE O desvio angular em cada manguito, tendo em conta a combinação do desvio vertical e horizontal, não deve exceder os valores que figuram na Quadro 4-1. O desvio angular permitido serve para introduzir mudanças graduais no traçado da conduta. Para introduzir um ângulo numa conduta, deverá montarse primeiro o tubo em linha recta, aplicando posteriormente o ângulo de desvio desejado. O desvio máximo e raio de curvatura correspondente aparecem na Quadro 4-2 (veja a Figura 4-8 para a definição destes termos). Pressão (PN) em bars Diametro nominal dos Up tubos (mm) to Angulo maximo de 16 deflexão angular DN < DN < DN DN > NA NA NA Quadro 4 1 Deflexão angular com manguitos FLOWTITE Angulo Desvio angular Raio de deflexão (mm) de curvatura (m) Comprimento do tubo Comprimento do tubo 3 m 6 m 12 m 3 m 6 m 12 m Quadro 4-2 Desvio angular e raio de curvatura 14

15 Tubo manguito Angulo de deflexão Figura 4 8 Manguito FLOWTITE, deflexão angular da junta! Nota: Estes dados são meramente informativos. A dimensão mínima permitida varia em função da pressão nominal, do tipo de aterro e da compactação, contudo, em nenhum caso deve ser menor que 3 metros. As juntas submetidas a uma deflexão angular são estabilizados por meio da rigidez do solo que envolve o tubo e o manguito. Os tubos para condutas sob pressão (PN>1), as juntas de desvio angular requerem que o enchimento tenha um nível de compactação de 90% PN. Em condutas com pressões de funcionamento de 16 bar ou superiores, as juntas com desvio angular vertical, em que a direcção ascendente é essencial, exige uma profundidade mínima de enchimento de 1,2 metros. Manguitos FLOWTITE para saneamento (FSC) As borrachas elastomericas utilizadas para saneamento, é premontada pelo fornecedor que a fixa nas ranhuras dos manguitos conforme se descreve na figura limpeza dos manguitos para a sua montagem nas ranhuras, outras instruções de montagem podem ser adoptadas de acordo com as instruções constantes do item Uniões de manguito FLOWTITE. Desalinhamento dos tubos O desalinhamento máximo admissível entre as extremidades dos tubos adjacentes é de 5 mm (veja a Figura 4-9). Recomenda-se manter um acompanhamento cuidadoso do alinhamento junto dos maciços de ancoragem, às câmaras de válvulas e outras estruturas similares, assim como nos pontos de reparação e fecho da instalação. Figura 4 9 Desalinhamento Raio de curvatura Desvio Desalinhamento 4.2 Juntas travadas (FBC) As juntas travadas FLOWTITE consistem num manguito com juntas de borracha e uma anilha de fecho, que serve para transferir o impulso axial de uma secção da conduta para a outra. O manguito está equipado, em cada lado, com uma junta de borracha standard e um sistema de ranhura-anilha através da qual se transfere a carga por acção de corte e compressão. A espiga dos tubos estudados para serem utilizados com estas juntas travadas possuem uma ranhura para tal finalidade. Junta Figura 4 Junta Travada FLOWTITE As juntas são montadas de acordo com os procedimentos idênticos aos que se utilizam para os manguitos standards da FLOWTITE, excepto o facto de não possuírem o topo central. Devem se observados os passos 1 a 6 atrás referidos. Quanto ao passo 7, puxase o tubo até que se veja a ranhura através da abertura do manguito, procedendo-se à colocação da anilha de fecho na posição mediante um martelo. 4.3 União flangeada Flanges moldadas por contacto As flanges de PRFV devem ser montadas segundo os procedimentos que se detalham a seguir: (Figura 4-11) 1 Limpar o fundo frontal da flange e da ranhura de alojamento da anilha tórica. 2 Verificar se a junta tórica está limpa e sem defeitos. 3 Colocar a junta tórica na ranhura. 4 Alinhar as flanges que se vão unir. Anilha de fecho em Nylon 5 Montar os parafusos, anilhas e porcas. Todos os parafusos devem estar limpos e oleados para garantir o aperto correcto. Devem ser sempre usadas anilhas em todas as flanges de fibra de vidro. 6 Usar uma chave dinamómetro para apertar todos os parafusos com um esforço de 35 Nm (20 Nm para diâmetros inferiores a DN 250), de acordo com uma sequência de aperto standard. app. Metal Flange Figura 4 11 União Flangeada Flange de PRFV Anél torico 7 Repetir o procedimento apertando os parafusos com um esforço de 70 Nm (35 Nm para diâmetros inferiores) até que as faces das flanges se contactem. Não se deve exceder este aperto, pois poderia provocar danos nas flanges de PRFV. 8 Verificar o aperto de todos os parafusos uma hora depois do aperto final e efectuar o reaperto até 70 Nm de novo (35 Nm para diâmetros inferiores) caso seja necessário. 15

16 app. Flanges loucas Os tubos FLOWTITE também se podem fornecer com uma flange louca (Van Stone). Com este tipo de juntas, é fácil rodar a flange para alinha-la com os furos das flanges a que se vão unir. 4 Alinhar as flanges que se vão unir. 5 Montar os parafusos, anilhas e porcas. Todos os parafusos devem estar limpos e oleados para garantir que o aperto seja o correcto. É importante que a superfície de contacto, entre a cabeça dos parafusos/anilhas e contra-placa do anel, estejam bem lubrificados, para evitar um aperto excessivo. 6 Usar uma chave dinamómetro para apertar todos os parafusos, de acordo com o quadro 4-3, seguindo uma sequência de aperto standard. 7 Verificar o aperto de todos os parafusos uma hora depois do aperto final e ajustá-lo, caso seja necessário. Figura 4 12 Flange louca com junta tórico As flanges loucas podem ser fabricadas para dois tipos de uniões estanques, utilizando: 1 Uma junta tórica (se necessário uma ranhura na face central da flange, veja a Figura 4-12) 2 Uma junta de perfil tórico com anilha de aço para superfícies planas das flanges (não exige ranhura) como ilustrado na Figura Tipo de junta PN Aperto maximo Nm*) Anél tórico 6 50 x Tubo OD (in m) Anél tórico 0 x Tubo OD (in m) Anél tórico 16, x Tubo OD (in m) Anél tórico x Tubo OD (in m) Perfil tórico Anél Integrado 6 45 x Tubo OD (in m) Perfil tórico Anél Integrado 75 x Tubo OD (in m) Perfil tórico Anel Integrado 16, x Tubo OD (in m) Perfil tórico Anél Integrado x Tubo OD (in m) *) Dimensões standard da flanges de acordo com a ISO 70 Quadro 4 3 Esforço de aperto para uniões com flanges loucas! Nota: Quando se ligam 2 flanges de PRFV, com uma junta tórica, apenas uma delas deve ter ranhura para a junta tórica. Figura 4 13 Flange louca com junta de borracha e anél de aço Os procedimentos de união com ambos os tipos de junta são idênticos conforme a seguir se descreve. 1 Limpar convenientemente a face da flange e a ranhura de alojamento do anél tórica. 2 Verificar se a junta tórica está limpa e sem defeitos. Não se deve usar a junta danificada. 3 Alinhar a junta com a face frontal da flange. Quanto à junta tórica, verificar se se ajusta perfeitamente na ranhura do anel tórico. Recomenda-se fixar o anel tórico com pequenos pedaços de fita adesiva. 4.4 União por laminação Este tipo de união fabrica-se a partir de reforços de fibra de vidro e resina de poliéster. Em geral são necessários cálculos especiais, condições de limpeza controladas, assim como pessoal devidamente formado e treinado para as executar. Quando for necessário este tipo de uniões, será entregue ao cliente uma série de recomendações específicas para a sua execução (veja a Figura 4-14) Figura 4 14 União por laminação 16

17 4.5 Outros métodos de união Juntas flexíveis em aço (Straub, Tee-Kay, Arpol, etc. veja a Figura 4-15) As juntas flexíveis de aço são utilizadas para unir tubos FLOWTITE com tubos de diferentes materiais e diâmetros exteriores. Também se usam para unir troços de condutas FLOWTITE, por exemplo, no caso de uma reparação ou num fecho de uma instalação. A junta consiste numa camisa de aço com um colar de borracha interior que veda a união. Existem três tipos: 1 Camisa de aço recoberta 2 Camisa de aço inoxidável 3 Camisa de aço galvanizado por imersão a quente Juntas mecânicos de aço (Viking Johnson, Helden, Kamflex, etc. veja a Figura 4-16) As juntas mecânicas só devem ser utilizadas para ligar tubos de diâmetros e materiais diferentes, assim como para ligar adaptadores com saídas flangeadas. Existe uma ampla gama de juntas com características que variam de uma marca para a outra, incluindo o tamanho e quantidade dos pernes e perfil da junta. Também existem grandes variações na tolerância de diâmetros de outros materiais, que muitas vezes resulta num aperto maior do que será necessário para uma junta estanque num tubo FLOWTITE Por conseguinte, não se pode recomendar o uso generalizado de juntas mecânicas para os tubos FLOWTITE. Apesar disso, se se pretende utilizar juntas mecânicas para unir um tubo FLOWTITE com outro de material diferente, então apenas deve usar uma junta mecânica com sistema de duplo aperto independente (Figura 4-16).O que permite um aperto independente do lado do tubo FLOWTITE, que geralmente requer um aperto menor que o recomendado pelos fabricantes das juntas. app. Figura 4 15 Junta flexível de aço Com este tipo de juntas, o mais importante é controlar o aperto dos parafusos. Não se deve exceder o aperto recomendado, uma vez que se podem sobrecarregar os parafusos com excesso de aperto. Siga as instruções de montagem do fabricante das juntas, contudo sem exceder o aperto recomendado pelo fornecedor dos tubos. Recomenda-se ao cliente que, quando considerar utilizar juntas mecânicas numa instalação, entre em contacto com o seu fornecedor local dos tubos FLOWTITE. Deverá estar preparado para facilitar adequada informação sobre o tipo específico de junta (marca e modelo) que pretende utilizar. O fornecedor dos tubos poderá aconselhá-lo sobre as condições que podem ser convenientes no uso desse modelo para os tubos FLOWTITE. Protecção contra a corrosão Independentemente do tratamento anti-corrosivo dado à camisa de aço, é imprescindível proteger o resto da junta contra os efeitos da corrosão. Geralmente devese usar uma manga deformável de polietileno, que se ajusta a quente sobre o manguito já instalado. Figura 4 16 Junta mecânica de duplo aperto Peças de ligação de PRFV Os manguitos FLOWTITE podem ser utilizados para unir tubos FLOWTITE com outros materiais diferentes, mas com o mesmo diâmetro exterior (Tabela 6-1) em condutas que não trabalhem sob pressão. Para condutas que trabalham em pressão, deve consultar o fabricante. Podem fabricar-se manguitos de transição ou peças de ligação especiais de PRFV para ligar tubos de poliéster reforçado com fibra de vidro com outros materiais ou diferentes diâmetros. Consulte o fabricante. 17

18 5 Maciços de Ancoragem, revestimentos betão e ligações rígidas app. Quando uma conduta trabalha sob pressão, produzemse desequilíbrios devido às forças de impulso que actuam sobre as curvas, as reduções, derivações em T, derivações em Y, comportas e outros acessórios utilizados para introduzir uma mudança de direcção do fluido. Assim, devem-se restringir as forças de impulso para impedir a separação dos tubos nestes pontos. Quando o solo natural não proporciona a restrição necessária, o mais económico será recorrer a maciços de ancoragem de betão, ou, em alternativa a uma transferência da carga directamente por fricção entre o tubo e o solo. Essa mudança directa do impulso - através da transferência de carga directamente por fricção é conseguida mediante o uso das juntas travadas e os tubos especiais que transferem o impulso axial. Os acessórios para este tipo de condutas são concebidos para serem enterrados directamente. Para determinar o comprimento de fixação do tubo ligado aos acessórios, há que ter em conta um coeficiente de fricção de 0,5, entre o tubo FLOWTITE e os solos não coesos. O departamento técnico do construtor é responsável para determinar o estudo e requisitos, assim como o nivel de reforço em aço que é necessário para as estruturas de betão. Os acessórios FLOWTITE têm sido desenhados para resistir ao esforço da pressão interna, enquanto a estrutura de betão deve manter a sua forma e absorver a carga. Atendendo a que a expansão dos acessórios das condutas de pressão é habitualmente maior que a resistência de tracção do betão, deve-se considerar o uso de um reforço de aço para controlar as fissuras do betão. São aplicáveis as limitações que se seguem: Maciços de ancoragem Os maciços de ancoragem devem limitar o deslocamento do acessório, com o objectivo de preservar a estanqueidade da junta do manguito FLOWTITE. A deflexão angular resultante deve ser a menor que indicada na Quadro 4-1. Para mais detalhes acerca da instalação da tubagem e o sistema de implantação, veja os itens 5.1 e 5.2. Quando a pressão da conduta é superior a bar (PN >), o maciço deve envolver o acessório em todo o seu comprimento e circunferência. Para pressões menores, podem-se obter acessórios especiais que permitam um enterramento parcial. Os maciços devem ser colocados sobre o solo natural, sem modificar o envolvimento dos materiais de aterro, devidamente compactados para obter a resistência e rigidez original do solo natural. Secção A-A A A Tê A Redutor A A A A A A A A Curva com um gomo 0-30 Curva com 2 gomos Curvas com 3 gomos Figura 5 1 Maciços de ancoragem 18

19 Quando a pressão da conduta é superior a 1 bar (0 kpa), e necessário o uso de maciços de ancoragem para os seguintes acessórios: 1 Todas as curvas, redutores, válvulas de fecho e flanges cegas. 2 Derivações em T quando a derivação é concêntrica com o eixo da tubagem principal. As bocas de acesso (derivações em T com flanges cegas), tubos de descarga e ventosas, que não geram impulsos de desequilíbrio durante o seu funcionamento, não necessitam de maciços de betão, contudo necessitam de acessórios e ramais com resistência ao impulso axial, derivado da pressão interna.! Nota: A forma dos maciços de ancoragem que aparecem neste manual é ilustrativa. A forma exacta dependerá do estudo e requisitos de cada projecto. Válvulas As válvulas devem estar fixadas adequadamente para absorver o impulso da pressão. Para obter mais detalhes sobre válvulas e câmaras, veja o capitulo 8. Ramais ou derivações Os ramais são ligações em T que obedecem as seguintes condições: 1 Diâmetro do ramal 300mm. 2 Diâmetro do ramal principal 3 vezes o diâmetro da derivação.! Nota: Não é necessário revestir com betão as ligações com os ramais. Ancoragem da conduta Durante a betonagem, o acessório ou tubagem vazia sofrem forças ascensionais (flutuação). Deve ser evitado qualquer movimento que sobre as mesmas possa exercer este tipo de força. Geralmente isto consegue-se amarando a tubagem com cintas a um bloco de base ou outro tipo de ancoragem. As cintas devem ser de material plano, com 25mm de largura e suficientemente robustas para resistirem às forças ascensionais devido à flutuação. Devem utilizar-se, pelo menos, duas cintas por tubo, espaçadas segundo os parâmetros que se indicam no Quadro 5-2. As cintas devem apertar o suficiente, para impedir a flutuação, mas sem causar uma deflexão adicional sobre a tubagem. (Figura 5 2 ). Apoios da tubagem A tubagem deve estar apoiada de forma a que o betão possa fluir em redor do tubo e por baixo do mesmo. Os apoios devem ser construídos de maneira a que se adaptem à forma do tubo (deflexão inferior a 3%, sem bossas nem zonas planas. Betonagem A betonagem deve realizar-se por etapas, dando tempo suficiente entre elas, para que o cimento possa fazer presa (tempos inferiores podem exercer forças ascensionais). A altura máxima de cada camada, varia em função da rigidez da tubagem, conforme Quadro 5-3. A altura máxima de cada camada corresponde à quantidade máxima de betão que pode colocar, tendo em conta cada classe de rigidez nominal da tubagem, em cada etapa. Espaçamento máximo Largura da cinta>25mm app. 5.1 Revestimentos de betão Quando os tubos ou acessórios têm que ser revestidos de betão, como nos casos em que as condutas necessitam maciços de ancoragem ou tem que suportar cargas excepcionais, deverão ter-se em conta os seguintes procedimentos de instalação adicionais. Folga Figura 5 2 Ancoragem dos tubos espaçamento máximo entre cintas (ver quadro 5-2) DN Espaçamento máximo (m) < Quadro 5 2 Distância máxima entre espias SN Espessura máxima/camada O maior de 0.3 m ou DN/4 O maior de 0.45 m ou DN/3 O maior de 0.6 m ou DN/2 Quadro 5 3 Camada máxima de betonagem 19

20 app. 5.2 Ligações rígidas Quando um tubo é submetido a um movimento diferencial, em relação a uma ligação rígida, podem surgir esforços excessivos devido à flexão ou esforço cortante. Isso pode ocorrer nos casos em que um tubo passa através de uma parede (por exemplo, câmara de válvulas ou caixa de visita), está revestido com betão, (por exemplo, maciço de ancoragem), ou esta ligado, através de uma flange, a uma bomba, válvula ou outra estrutura. Portanto, ao trabalhar com ligações rígidas, o instalador deve tomar as precauções necessárias para minimizar o aparecimento de altas tensões descontínuas ao longo da conduta. Deve-se evitar deflexões angulares e desajustes ou defeitos de alinhamento em uniões próximas dos maciços de ancoragem, no momento da instalação. Existem duas possibilidades. O procedimento de ligações standard (preferivelmente) utiliza um manguito embebido do na superfície de separação do betão com o tubo. O procedimento de ligação alternativo, consiste em revestir o tubo com uma tela de borracha, para facilitar a transição desde o interior do betão até ao exterior. Ligação standard Quando seja possível, deve-se embeber o manguito no betão, na superfície da separação com o exterior (Figura 5-3). Com isso consegue-se que o primeiro tubo que se encontra fora do betão tenha total liberdade de movimentos (dentro dos limites impostos pela junta). Para PN superiores a 16 Bar, deve usar-se este método standard e respeitar os parâmetros máximos de comprimento dos troços de tubo que aparecem na Figura 5-3.! Precaução: Ao embeber um manguito no betão é necessário manter a sua circunferência, para que a união posterior se possa efectuar com facilidade. Alternativamente, pode-se ligar o manguito fora do revestimento de betão, antes de proceder à betonagem. Ligação alternativa Quando o procedimento da ligação standard não seja possível, deve-se usar (Figura 5-4) uma banda ou bandas de tela de borracha standard para embebimento no betão (Figura 5-5 e Quadro 5-4) para envolver o tubo antes da instalação, de maneira a que a tela de borracha sobressaia ligeiramente (25 mm) do betão. O tubo deve ser colocado de forma a que o primeiro manguito, que se encontra totalmente fora, conforme se mostra na Figura 5-4. Este método alternativo não é recomendado para PN superiores a 16 Bar. Recomendações de construção 1 Quando considerado o uso de estruturas de betão, deve ter-se em conta que qualquer assentamento excessivo da estrutura, em relação a tubagem, pode causar rotura nesta última. 2 O uso de um troço curto (tubo de oscilação) junto da ligação rígida, tem revelado ser um bom método para defender a conduta de assentamentos diferenciais (veja a Figura 5-3 e Figura 5-4). O comprimento mínimo do tubo de oscilação deve ser maior que DN nominal ou 1 metro, enquanto que o seu comprimento máximo deve ser maior de que 2x DN nominais ou 2 metros. Para tubos de menor diâmetro (DN < 300 mm) o comprimento do tubo mais curto deve estar compreendido entre 300 e 500 mm. O tubo de oscilação é utilizado para permitir os assentamentos diferenciais que possam ocorrer. Este tubo deve estar perfeitamente alinhado com a estrutura de betão, no momento da instalação para permitir a máxima flexibilidade em movimentos posteriores. Não se deve usar vários tubos de oscilação ou de pouco comprimento, uma vez que a pouca separação entre manguitos pode dar lugar a uma situação instável. Os problemas de falta de alinhamento devem ser resolvidos, voltando a ajustar o leito de todas as secções da conduta que conduzam ao tubo de oscilação.! Precaução: Uma vez que o manguito encaixado está rígido, é importante minimizar a deflexão vertical e a deformação do tubo adjacente. Tubo de oscilação: Comprimento maximo of 2 m ou 2 x DN Comprimento minimo of 1 m ou 1 x DN Max. 25 mm Material de aterro SC1 ou SC2 (estabelizado) bem compactado Max. 45 Figura 5 3 Ligação standard junta Betonada 20

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