INTRODUÇÃO REDUZIR OS IMPACTOS AMBIENTAIS. POR OUTRO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INTRODUÇÃO REDUZIR OS IMPACTOS AMBIENTAIS. POR OUTRO"

Transcrição

1 INTRODUÇÃO OS METAIS SÃO ATUALMENTE ESSENCIAIS PARA O NOSSO COTIDIANO. OS QUE SÃO MAIS UTILIZADOS SÃO O ALUMÍNIO (EM LATAS), O COBRE (NOS CABOS DE TELEFONE), O CHUMBO (EM BATERIAS DE AUTOMÓVEIS), O NÍQUEL (EM BATERIAS DE TELEMÓVEIS), O ZINCO (EM TELHAS) O FERRO E O AÇO (AUTOMÓVEIS E CONSTRUÇÕES). OS METAIS SÃO GERALMENTE DIVIDIDOS EM DOIS GRANDES GRUPOS: OS FERROSOS, EM QUE SE INSEREM O FERRO E O AÇO, E OS NÃO- FERROSOS, DE QUE FAZEM PARTE TODOS OS OUTROS. UMA VEZ QUE TÊM UM TEMPO DE DECOMPOSIÇÃO MUITO ALARGADO, POR EXEMPLO, O AÇO DEMORA MAIS DE 100 ANOS A SER REABSORVIDO PELA NATUREZA, ENQUANTO QUE O ALUMÍNIO DEMORA ENTRE 200 A 500 ANOS.

2 INTRODUÇÃO É ESSENCIAL RECICLAR ESTES MATERIAIS DE MODO A REDUZIR OS IMPACTOS AMBIENTAIS. POR OUTRO LADO, COMO OS METAIS SÃO RECURSOS FINITOS E CADA VEZ MAIS UTILIZADOS A RECICLAGEM, TORNA-SE CADA VEZ MAIS UMA NECESSIDADE RECICLAR OS METAIS. ALÉM DISSO ESTE PROCESSO MESMO SER ECONOMICAMENTE VANTAJOSA.

3 AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DOS METAIS: MALEABILIDADE: CAPACIDADE QUE OS METAIS TÊM DE PRODUZIR LÂMINAS E CHAPAS MUITO FINAS. DUTIBITLIDADE: SE APLICARMOS UMA PRESSÃO ADEQUADA EM REGIÕES ESPECÍFICAS NA SUPERFÍCIE DE UM METAL, ESSE PODE SE TRANSFORMAR EM FIOS E LÂMINAS. CONDUTIBILIDADE: OS METAIS SÃO EXCELENTES CONDUTORES DE CORRENTE ELÉTRICA E DE CALOR. OS METAIS POSSUEM A CAPACIDADE DE CONDUZIR CALOR E ELETRICIDADE DE 10 A 100 VEZES MAIS RÁPIDO DO QUE OUTRAS SUBSTÂNCIAS. EXEMPLOS: OS FIOS DE TRANSMISSÃO ELÉTRICA SÃO FEITOS DE ALUMÍNIO OU COBRE, PANELAS QUE USAMOS PARA COZINHAR ALIMENTOS SÃO FEITAS DE ALUMÍNIO.

4 OS METAIS PODEM SER CLASSIFICADOS EM DOIS GRANDES GRUPOS: METAIS FERROSOS METAIS CUJA COMPOSIÇÃO É BASICAMENTE O FERRO E O AÇO. DE ENTRE OUTROS, PODEMOS DESTACAR OS UTENSÍLIOS DOMÉSTICOS, FERRAMENTAS, PEÇAS DE AUTOMÓVEIS, ESTRUTURAS DE EDIFÍCIOS, LATAS DE ALIMENTOS E BEBIDAS, ETC. METAIS NÃO FERROSOS METAIS CUJA COMPOSIÇÃO SE BASEIA EM ALUMÍNIO, COBRE, LATÃO, BRONZE, CHUMBO, NÍQUEL, ZINCO E ESTANHO. DE ENTRE OUTROS PODEMOS DESTACAR O ALUMÍNIO, AS LATAS DE BEBIDAS, O COBRE, OS CABOS TELEFÓNICOS, O CHUMBO, AS BATERIAS DE CARROS, O ZINCO, ETC.

5 DEFINIÇÃO E CARACTERÍSTICA DO FERRO O FERRO (DO LATIM FERRUM) É UM METAL MUITO UTILIZADO PELAS INDÚSTRIAS. É ENCONTRADO NA NATUREZA NA FORMA DE MINÉRIO. O MINÉRIO DE FERRO APRESENTA-SE NAS JAZIDAS MISTURADO COM IMPUREZAS E TERRA. APÓS PASSAR POR UM PROCESSO DE LIMPEZA E PURIFICAÇÃO, O MINÉRIO DE FERRO É LEVADO PARA FORNOS DE ALTA TEMPERATURA NAS SIDERÚRGICAS. NESTE PROCESSO ELE É TRANSFORMADO EM FERRO GUSA, DE CONSISTÊNCIA DURA, PORÉM QUEBRADIÇA.

6 COMO O FERRO É EXTRAÍDO DA NATUREZA? OS MINÉRIOS DE FERRO SÃO ENCONTRADOS EM MUITOS TIPOS DE ROCHA NO MUNDO INTEIRO, SENDO OS PRINCIPAIS A HEMATITA, A MAGNETITA (PEDRA-ÍMÃ) E A SIDERITA. SUA EXTRAÇÃO NÃO É FÁCIL. PARA EXTRAÍ-LO, NÃO BASTA AQUECÊ-LO. É NECESSÁRIO AQUECÊ-LO EM CONTATO COM CARVÃO, PRODUZINDO UMA LIGA DE FERRO E CARVÃO. POR ESSA RAZÃO, O USO DO FERRO SÓ SE TORNOU COMUM MUITO DEPOIS DO COBRE, HÁ CERCA DE ANOS. NESSA ÉPOCA, DESCOBRIU-SE QUE ERA PRECISO AQUECER UMA MISTURA DE FERRO E CARVÃO PARA OBTER UMA LIGA MAIS RESISTENTE DO QUE AS DE COBRE.

7 COMO O FERRO É EXTRAÍDO DA NATUREZA? ATUALMENTE, EMPREGAM-SE FORNOS ESPECIAIS (ALTOS-FORNOS), COM TEMPERATURAS MUITO ALTAS. O MINÉRIO É MOÍDO E AQUECIDO EM ALTAS TEMPERATURAS FORMANDO UM LÍQUIDO VERMELHO E INCANDESCENTE (FERRO GUSA), FORMADO DE FERRO E CARBONO. QUANDO O EXCESSO DE CARBONO É ELIMINADO DO FERRO GUSA, FORMA-SE O AÇO.

8 O COBRE ORIGEM A PALAVRA COBRE É DERIVADA CUPRUM, QUE SIGNIFICA METAL DA ILHA DE CHIPRE, ONDE FOI DESCOBERTO EM ESTADO NATURAL DURANTE A ANTIGUIDADE. ATUALMENTE, É OBTIDO A PARTIR DE MINÉRIOS, SENDO OS MAIS DIVULGADOS OS MINÉRIOS SULFURADOS. EXISTEM MINAS NA INGLATERRA, RÚSSIA, EGITO, JAPÃO, ESTADOS UNIDOS E CONGO.

9 CARACTERÍSTICAS DO COBRE METAL NÃO FERROSO E INQUESTIONAVELMENTE UM DOS METAIS MAIS NOBRES USADOS NA CONSTRUÇÃO, DADO OFERECER UM VASTO LEQUE DE SOLUÇÕES TANTO DO PONTO DE VISTA TÉCNICO COMO FINANCEIRO. O COBRE SENDO UM MATERIAL EXTREMAMENTE MALEÁVEL, DÁ UMA EXTREMA LIBERDADE A NÍVEL DE CONCEPÇÃO ARQUITECTÓNICA, VISTO PODER SER UTILIZADO EM QUALQUER FORMA OU INCLINAÇÃO.

10 CARACTERÍSTICAS DO COBRE DADO SER UM MATERIAL QUE NÃO SE DETERIORA POR OS COMPONENTES DE POLUIÇÃO PRESENTES NA ATMOSFERA, AO CONTRÁRIO DE OUTROS METAIS, O COBRE COM O PASSAR DO TEMPO AUTO PROTEGE-SE, OU SEJA COM A EXPOSIÇÃO AO TEMPO, COMEÇA POR FORMAR UMA FINA CAMADA DE SAIS DE COBRE QUE DÃO CONSTANTEMENTE TONALIDADES DIFERENTES, FICANDO MENOS BRILHANTE ATÉ FICAR COM UMA TONALIDADE VERDE, A QUAL NÃO IMPLICA A PERDA DA SUA ESPESSURA INICIAL, O QUE GARANTE O MATERIAL POR UM PERÍODO MUITO MAIS ELEVADO DE TEMPO. O QUE TORNA A CONSTRUÇÃO A LONGO PRAZO MUITO MAIS ECONÓMICA DADO QUE NÃO CARECE DE MANUTENÇÃO PERIÓDICA AO CONTRÁRIO DE OUTRAS SOLUÇÕES.

11 PREPARAÇÃO É PELO CALOR QUE SÃO GERALMENTE TRATADOS O MINÉRIO DE COBRE, MAS A PAR DA TERMO METALURGIA, EXISTE UM PROCESSO DE EXTRAÇÃO ELECTROLÍTICO. ANTES DE SE SUBMETER AOS DIVERSOS TRATAMENTOS TÉRMICOS, OS MINÉRIOS SÃO SUBMETIDOS A UMA PREPARAÇÃO MECÂNICA QUE TEM POR OBJETIVO ENRIQUECER AQUELES, ELIMINANDO A GANGA, ISTO É, TODOS OS ELEMENTOS NÃO CONTENDO METAL OU EM QUANTIDADE INSUFICIENTE PARA MERECER UM TRATAMENTO TÉRMICO. ENTRE ESTAS OPERAÇÕES, CITAM-SE A MOAGEM, A LAVAGEM E A FLOTAÇÃO. NESTE ÚLTIMO MÉTODO, O METAL É PULVERIZADO NA PRESENÇA DE UM ÓLEO QUE SÓ ENVOLVE OS ELEMENTOS SULFURADOS. O CONJUNTO É EM SEGUIDA COLOCADO NA ÁGUA: OS ELEMENTOS SULFURADOS ENVOLVIDOS NO ÓLEO FLUTUAM, ENQUANTO QUE A GANGA AFUNDA.

12 APLICAÇÕES DOS METAIS OS METAIS SÃO UTILIZADOS COM FREQUÊNCIA NO NOSSO DIA A DIA. QUANDO VAMOS A PASSAR NA RUA PODEMOS VER INÚMERAS UTILIZAÇÕES DOS METAIS. DOS CARROS, CANTEIROS DE RUA, JANELAS E AOS PORTÕES DAS NOSSAS CASAS, EM TODOS ENCONTRAMOS NA SUA CONSTITUIÇÃO METAIS. O NOSSO CELULAR, O NOSSO COMPUTADOR, INSTRUMENTOS MUSICAIS, ENTRES OUTROS OBJETOS QUE TODOS UTILIZAMOS TANTO NA NOSSA VIDA PESSOAL COMO PROFISSIONAL SÃO ALGUNS DOS MUITOS EXEMPLOS DE OBJETOS QUE SÃO CONSTITUÍDOS, MESMO QUE NÃO SEJA NA TOTALIDADE, POR METAIS. SE TENTÁSSEMOS IMAGINAR AS NOSSAS VIDAS SEM ESSAS UTILIZAÇÕES DE METAL PROVAVELMENTE NÃO IRÍAMOS RECONHECER AS NOSSAS CASAS (SE ESTAS RESISTISSEM) NEM OS NOSSOS CARROS, QUE NÃO DEVERIAM CONTINUAR A FUNCIONAR, E POR AI FORA.

13

Tecnol. Mecânica: Produção do Gusa Introdução: conhecimentos tecnológicos que faltavam ao homem da antiguidade:

Tecnol. Mecânica: Produção do Gusa Introdução: conhecimentos tecnológicos que faltavam ao homem da antiguidade: Introdução Você já parou para imaginar um mundo sem coisas simples como facas, agulhas de costura, chaves, fechaduras, alfinetes lâminas de barbear? Pois é, não faz muito tempo, na verdade cerca de 500

Leia mais

TECNOLOGIA DOS MATERIAIS

TECNOLOGIA DOS MATERIAIS TECNOLOGIA DOS MATERIAIS Aula 7: Tratamentos em Metais Térmicos Termoquímicos CEPEP - Escola Técnica Prof.: Transformações - Curva C Curva TTT Tempo Temperatura Transformação Bainita Quando um aço carbono

Leia mais

Orientações e sugestões para o desenvolvimento de conteúdos e habilidades para aluno DV. Ciências da Natureza/Ensino Médio.

Orientações e sugestões para o desenvolvimento de conteúdos e habilidades para aluno DV. Ciências da Natureza/Ensino Médio. Orientações e sugestões para o desenvolvimento de conteúdos e habilidades para aluno DV Ciências da Natureza/Ensino Médio Bloco dos METAIS As aulas sobre os metais são sete. Trata-se, em detalhes, do ferro,

Leia mais

METAIS MCC1001 AULA 9

METAIS MCC1001 AULA 9 METAIS MCC1001 AULA 9 Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2014 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil TIPOS DE MATERIAIS Metais:

Leia mais

Química. Resolução das atividades complementares. Q42 Ligação metálica

Química. Resolução das atividades complementares. Q42 Ligação metálica Resolução das atividades complementares 3 Química Q42 Ligação metálica p. 59 1 (Cefet-PR) Analise as afirmações a seguir: I. O metal X é leve, sofre pouca corrosão e é bastante utilizado na construção

Leia mais

Materiais têm personalidade?

Materiais têm personalidade? Materiais têm personalidade? Introdução O pior é que têm! Como? Pense um pouco. Por que o plástico é plástico? Por que o alumínio é mais leve que o ferro? Por que a borracha depois de esticada volta a

Leia mais

COLÉGIO SALESIANO SÃO JOSÉ Geografia 9º Ano Prof.º Daniel Fonseca. Recursos Minerais e Energéticos

COLÉGIO SALESIANO SÃO JOSÉ Geografia 9º Ano Prof.º Daniel Fonseca. Recursos Minerais e Energéticos COLÉGIO SALESIANO SÃO JOSÉ Geografia 9º Ano Prof.º Daniel Fonseca Recursos Minerais e Energéticos O que são recursos minerais? Recursos minerais são substâncias naturais inorgânicas que foram descobertas

Leia mais

Textos de apoio. Ciências. Ensino Fundamental I

Textos de apoio. Ciências. Ensino Fundamental I Textos de apoio Ciências Ensino Fundamental I 1 Latas de aço O mercado para reciclagem No Brasil, assim como no resto do mundo, o mercado de sucata de aço é bastante sólido, pois as indústrias siderúrgicas

Leia mais

AULA 1: MATÉRIAS E SUAS PROPRIEDADES

AULA 1: MATÉRIAS E SUAS PROPRIEDADES AULA 1: MATÉRIAS E SUAS PROPRIEDADES Prof.Me Elayne Química-Aula 1 MATÉRIA Tudo que ocupa lugar no espaço e tem massa é matéria. Energia tudo aquilo que pode modificar a estrutura da matéria, provocar

Leia mais

LOGÍSTICA REVERSA DE SUCATAS

LOGÍSTICA REVERSA DE SUCATAS E S C O L A P O L I T É C N I C A DA U N I V E R S I D A D E DE S ÃO P A U L O - D E P A R T A M E N T O DE E N G E N H A R I A M E T A L Ú R G I C A E DE M A T E R I A I S - - L A B O R A T Ó R I O DE

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO II ETAPA LETIVA CIÊNCIAS 5. o ANO/EF - 2015

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO II ETAPA LETIVA CIÊNCIAS 5. o ANO/EF - 2015 SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA MANTENEDORA DA PUC MINAS E DO COLÉGIO SANTA MARIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO II ETAPA LETIVA CIÊNCIAS 5. o ANO/EF - 2015 Caro (a) aluno(a), É tempo de conferir os conteúdos estudados

Leia mais

SOLDAGEM. Figura 1 Lado da solda de uma PCI.

SOLDAGEM. Figura 1 Lado da solda de uma PCI. INSTITUTO FEDERAL SANTA CATARINA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CURSO DE ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES

Leia mais

Indústrias Química, do Plástico, do Vidro e dos Metais

Indústrias Química, do Plástico, do Vidro e dos Metais Indústrias Química, do Plástico, do Vidro e dos Metais Trabalho realizado por: Leonardo Vieira R. da Silveira Marcelo Henrique G. Bueno Ralf Marcelo. S. de Oliveira Professor: Renato de Sousa Dâmaso Disciplina:

Leia mais

OEstudo de Materiais Elétricos constitui-se em um tema básico para que sejam estudados tópicos

OEstudo de Materiais Elétricos constitui-se em um tema básico para que sejam estudados tópicos 1 - Materiais Elétricos Carlos Marcelo Pedroso 28 de julho de 2009 1 Introdução OEstudo de Materiais Elétricos constitui-se em um tema básico para que sejam estudados tópicos de Instalações Elétricas,

Leia mais

Acesse: http://fuvestibular.com.br/

Acesse: http://fuvestibular.com.br/ Esse molde é (quase) para sempre Manuais ou mecanizados, de precisão, não importa qual o processo de fundição que tenhamos estudado até agora, todos tinham em comum duas coisas: o fato de que o material

Leia mais

COBRE EXTRA COBRE MISTO

COBRE EXTRA COBRE MISTO #1 cobre COBRE EXTRA Cabos, fios grossos, barras chatas, fio trolley sem liga, limpas e vermelhas. Todo esse material devem ter no mínimo 1,65 mm de espessura e devem ser absolutamente vermelhos. Todos

Leia mais

Ligação Metálica Elétrons da última camada dão origem a nuvens eletrônicas Elétrons livres entre cátions de metais

Ligação Metálica Elétrons da última camada dão origem a nuvens eletrônicas Elétrons livres entre cátions de metais 1 2 3 Ligação Metálica Elétrons da última camada dão origem a nuvens eletrônicas Elétrons livres entre cátions de metais 4 Agregado de cátions mergulhados em um mar de elétrons livres Rede Cristalina Disposição

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Processos de Fabricação

Curso de Engenharia de Produção. Processos de Fabricação Curso de Engenharia de Produção Processos de Fabricação Soldagem MIG/MAG MIG e MAG indicam processos de soldagem por fusão que utilizam o calor de um arco elétrico formado entre um eletrodo metálico consumível

Leia mais

Propriedades da matéria e mudanças de estado físico

Propriedades da matéria e mudanças de estado físico INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO Campus Valença Propriedades da matéria e mudanças de estado físico Professor: José Tiago Pereira Barbosa 1 Propriedades da Matéria A matéria é

Leia mais

BOLETIM TÉCNICO SOLDAGEM DE COBRE E SUAS LIGAS

BOLETIM TÉCNICO SOLDAGEM DE COBRE E SUAS LIGAS INTRODUÇÃO A união de cobre e suas ligas podem ser efetuadas por processos de soldagem e brasagem O processo de brasagem é adequado para componentes de dimensões relativamente pequenas, devido a grande

Leia mais

Tabel e a l P rió dica

Tabel e a l P rió dica Tabela Periódica Desenvolvimento histórico da Tabela Periódica Dmitri Mendeleev (1834-1907 ) Escreveu em fichas separadas as propriedades (estado físico, massa, etc) dos elementos químicos. Enquanto arruma

Leia mais

PRIMUS Tecnologia para Reciclagem de Resíduos. ABM - Março / 2008

PRIMUS Tecnologia para Reciclagem de Resíduos. ABM - Março / 2008 PRIMUS Tecnologia para Reciclagem de Resíduos ABM - Março / 2008 SUSTENTABILIDADE DO SETOR SIDERÚRGICO BRASILEIRO Paul Wurth 2008 Residuos siderúrgicos: Onde estão? A industria siderúrgica tem uma longa

Leia mais

É o termo geralmente utilizado para designar o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria-prima para um novo produto.

É o termo geralmente utilizado para designar o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria-prima para um novo produto. É o termo geralmente utilizado para designar o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria-prima para um novo produto. REDUZIR REUTILIZAR RECUPERAR RECICLAR A redução deve ser adaptada por

Leia mais

Materiais cerâmicos e vítreos vítreos

Materiais cerâmicos e vítreos vítreos Materiais cerâmicos e vítreos Materiais inorgânicos e não-metálicos processados e / ou usados a elevadas temperaturas Cerâmicas / argilas / silicatos das mais velhas indústrias humanas (15000 AC) resistentes

Leia mais

Capítulo 02. Resistores. 1. Conceito. 2. Resistência Elétrica

Capítulo 02. Resistores. 1. Conceito. 2. Resistência Elétrica 1. Conceito Resistor é todo dispositivo elétrico que transforma exclusivamente energia elétrica em energia térmica. Simbolicamente é representado por: Assim, podemos classificar: 1. Condutor ideal Os portadores

Leia mais

METALURGIA DO PÓ (SINTERIZAÇÃO) 1. Introdução Transformação de pó de metais em peças pela aplicação de pressão e calor (sem fusão do metal base).

METALURGIA DO PÓ (SINTERIZAÇÃO) 1. Introdução Transformação de pó de metais em peças pela aplicação de pressão e calor (sem fusão do metal base). METALURGIA DO PÓ (SINTERIZAÇÃO) 1. Introdução Transformação de pó de metais em peças pela aplicação de pressão e calor (sem fusão do metal base). Etapas do processo: - obtenção dos pós metálicos - mistura

Leia mais

Reciclagem de Materiais COLETA SELETIVA

Reciclagem de Materiais COLETA SELETIVA Reciclagem de Materiais COLETA SELETIVA COLETA SELETIVA Conheça algumas medidas importantes para não poluir o meio ambiente na hora de jogar fora o seu lixo Já é inquestionável hoje a importância da reciclagem

Leia mais

TUBOS DE PROTEÇÃO TUBOS DE PROTEÇÃO

TUBOS DE PROTEÇÃO TUBOS DE PROTEÇÃO TUBOS METÁLICOS São feitos em metal (normalmente aço inox), fechado em uma das extremidades através de solda ou caldeamento, e, quase sempre rosqueado na outra parte e fixo ao. TUBOS CERÂMICOS São muito

Leia mais

de diminuir os teores de carbono e impurezas até valores especificados para os diferentes tipos de aço produzidos;

de diminuir os teores de carbono e impurezas até valores especificados para os diferentes tipos de aço produzidos; 1 ANEXO XIII Limites de Emissão para Poluentes Atmosféricos gerados nas Indústrias Siderúrgicas Integradas e Semi-Integradas e Usinas de Pelotização de Minério de Ferro 1. Ficam aqui definidos os limites

Leia mais

Aço. Ciclo de vida é o conjunto de todas as etapas necessárias para que um produto cumpra sua função na cadeia de produtividade.

Aço. Ciclo de vida é o conjunto de todas as etapas necessárias para que um produto cumpra sua função na cadeia de produtividade. Ciclo de Vida Ciclo de vida é o conjunto de todas as etapas necessárias para que um produto cumpra sua função na cadeia de produtividade. Sua análise permite a quantificação das emissões ambientais e o

Leia mais

13-09-2010 MATERIAIS RECICLÁVEIS, PROCESSO DE RECICLAGEM

13-09-2010 MATERIAIS RECICLÁVEIS, PROCESSO DE RECICLAGEM MATERIAIS RECICLÁVEIS, PROCESSO DE RECICLAGEM 1 2 Introdução História da limpeza; Educação Ambiental; Campanhas de Sensibilização, Publicidade; Reciclagem antigamente; Materiais reutilizáveis; Processos

Leia mais

Soldabilidade de Metais. Soldagem II

Soldabilidade de Metais. Soldagem II Soldabilidade de Metais Soldagem II Soldagem de Ligas Metálicas A American Welding Society (AWS) define soldabilidade como a capacidade de um material ser soldado nas condições de fabricação impostas por

Leia mais

. 03 01 05 Serradura, aparas, fitas de aplainamento, madeira, aglomerados e folheados não

. 03 01 05 Serradura, aparas, fitas de aplainamento, madeira, aglomerados e folheados não Lista de códigos - Lista Europeia de A Semural recepciona os seguintes tipos de resíduos, de acordo com os Códigos - Lista Europeia de Resíduos. Para resíduos perigosos ou outros contacte-nos pois temos

Leia mais

Guia Didático do Professor

Guia Didático do Professor Guia Didático do Professor Animação Metalurgia Metais: de onde vêm e quanto custam? Química 1ª Série Ensino Médio CONTEÚDOS DIGITAIS MULTIMÍDIA Conteúdos Digitais Multimídia Guia Didático do Professor

Leia mais

Matéria prima. Fabricação de aço. Fabricação de aço

Matéria prima. Fabricação de aço. Fabricação de aço Matéria prima A fundição é usada para fabricação de componentes acabados. Também p/ produzir lingotes ou placas que serão posteriormente processados em diferentes formas, tais como: vergalhões, barras,

Leia mais

A Fundição Injectada de Alumínio. Princípios e Desafios

A Fundição Injectada de Alumínio. Princípios e Desafios A Fundição Injectada de Alumínio Princípios e Desafios O Passado... Os primeiros exemplos de fundição por injecção (em oposição à fundição por gravidade) ocorrem em meios do século XIX (1800). A patente

Leia mais

INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS. Prof. Carlos Falcão Jr.

INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS. Prof. Carlos Falcão Jr. INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS Prof. Carlos Falcão Jr. Conformação de Materiais Metálicos Estampagem É um processo de conformação mecânica, que compreende um conjunto de operações por intermédio

Leia mais

Reciclagem do vidro e resíduos da Constrição em Geral. Bruno - Química Daniela Pereira Marques - Química Maurício De Lima Ciências Contábeis

Reciclagem do vidro e resíduos da Constrição em Geral. Bruno - Química Daniela Pereira Marques - Química Maurício De Lima Ciências Contábeis Reciclagem do vidro e resíduos da Constrição em Geral Bruno - Química Daniela Pereira Marques - Química Maurício De Lima Ciências Contábeis RECICLAGEM DO VIDRO TIPOS DE VIDRO Vidro Acidado: vidros trabalhados

Leia mais

Especificações Técnicas

Especificações Técnicas Especificações Técnicas TABELA DE ESCOLHA DO TIPO DE FRESA TIPO DE FRESA MATERIAL A SER CORTADO Com geometria de corte N aço com resistência até 80 kg/mm² aço beneficiado até 100 kg/mm² ferro fundido até

Leia mais

TINTAS E DROGARIA. Produtos de Limpeza e Conservação ARTIGOS DIVERSOS DE DROGARIA CATÁLOGO ARMAZENS REIS WWW.ARMAZENSREIS.PT

TINTAS E DROGARIA. Produtos de Limpeza e Conservação ARTIGOS DIVERSOS DE DROGARIA CATÁLOGO ARMAZENS REIS WWW.ARMAZENSREIS.PT CATÁLOGO ARMAZENS REIS WWW.ARMAZENSREIS.PT ARTIGOS DIVERSOS DE DROGARIA Morada: E.N. 2 km 10 Mamodeiro, 3810728 Aveiro Telefone: (+1) 234 941 194 55 Email: geral@armazensreis.pt = 55 ÁLCOOL Classe de compostos

Leia mais

PIROMETALURGIA. Prof. Carlos Falcão Jr.

PIROMETALURGIA. Prof. Carlos Falcão Jr. Prof. Carlos Falcão Jr. 2Al(OH) 3 Al 2 O 3 + 3H 2 O(vapor) 1200ºC INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS 1.1) Ustulação Processo metalúrgico conduzido a altas temperaturas, mas não ocorrendo fusão parcial

Leia mais

Por que o cobre não precisa de proteção?

Por que o cobre não precisa de proteção? Por que o cobre não precisa de proteção? AUUL AL A Sobre o atão A recicagem do cobre Os usos do cobre metáico Decapagem do cobre metáico Especificação de um produto Souções diuídas e concentradas O que

Leia mais

Sistema Duplex. Vantagens e Aplicações. Luiza Abdala (luiza.abdala@vmetais.com.br) Engenheira Química - Desenvolvimento de Mercado

Sistema Duplex. Vantagens e Aplicações. Luiza Abdala (luiza.abdala@vmetais.com.br) Engenheira Química - Desenvolvimento de Mercado Sistema Duplex Vantagens e Aplicações Luiza Abdala (luiza.abdala@vmetais.com.br) Engenheira Química - Desenvolvimento de Mercado METALURGIA Corrosão Tendência que os materiais têm de retornar ao seu estado

Leia mais

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO INSTRUMENTAÇÃO - TEMPERATURA

PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO INSTRUMENTAÇÃO - TEMPERATURA MÉTODO DE MEDIÇÃO Podemos dividir os medidores de temperatura em dois grandes grupos, conforme a tabela abaixo: 1º grupo (contato direto) Termômetro à dilatação de líquidos de sólido Termômetro à pressão

Leia mais

PROPRIEDADES DA MATÉRIA

PROPRIEDADES DA MATÉRIA PROPRIEDADES DA MATÉRIA Profª Marcelly da Silva Sampaio RELEMBRANDO Matéria é tudo que tem massa e ocupa lugar no espaço. Não existe vida nem manutenção da vida sem matéria. Corpo- Trata-se de uma porção

Leia mais

4. O Ciclo das Substancias na Termoelétrica Convencional De uma maneira geral todas as substâncias envolvidas na execução do trabalho são o

4. O Ciclo das Substancias na Termoelétrica Convencional De uma maneira geral todas as substâncias envolvidas na execução do trabalho são o 1.Introdução O fenômeno da corrente elétrica é algo conhecido pelo homem desde que viu um raio no céu e não se deu conta do que era aquilo. Os efeitos de uma descarga elétrica podem ser devastadores. Há

Leia mais

"A vantagem do alumínio"

A vantagem do alumínio "A vantagem do alumínio" Comparativo entre os Evaporadores para Amônia fabricados com tubos de alumínio e os Evaporadores fabricados com tubos de aço galvanizado Os evaporadores usados em sistemas de amônia

Leia mais

Código LER Descrição (os mais utilizados estão sublinhados) Resíduos de minas 01 01 01 Resíduos metálicos 01 01 02 Resíduos não metálicos 01 03 06 Rejeitados de minério 01 03 08 Poeiras e pós de extracção

Leia mais

SEPARAÇÃO DE MISTURAS

SEPARAÇÃO DE MISTURAS SEPARAÇÃO DE MISTURAS Os materiais encontrados na natureza são, em geral, misturas de várias substâncias. Mesmo em laboratório, quando tentamos preparar uma só substância, acabamos, normalmente, chegando

Leia mais

Fundição em Moldes Metálicos Permanentes por Gravidade.

Fundição em Moldes Metálicos Permanentes por Gravidade. Aula 10: Processos de Fundição em Moldes Metálicos por Gravidade (Coquilhas) 01: Introdução - Características do processo - Etapas envolvidas. - Fatores econômicos e tecnológicos - Ligas emprwegadas 02:

Leia mais

Como se pode proteger o ferro?

Como se pode proteger o ferro? Como se pode proteger o ferro? A UUL AL A Todos os componentes de uma bicieta recebem proteção contra ferrugem. A proteção do aço. Gavanização,cromação, zincagem e estanhagem A importância dos óxidos na

Leia mais

Já sabemos que o tratamento de superfície tem, principalmente, a finalidade de proteger peças ou materiais da corrosão e de outros tipos de desgaste.

Já sabemos que o tratamento de superfície tem, principalmente, a finalidade de proteger peças ou materiais da corrosão e de outros tipos de desgaste. Recobrimento metálico Um problema Já sabemos que o tratamento de superfície tem, principalmente, a finalidade de proteger peças ou materiais da corrosão e de outros tipos de desgaste. Essa proteção pode

Leia mais

METALURGIA DO PÓ METALURGIA DO PÓ

METALURGIA DO PÓ METALURGIA DO PÓ METALURGIA DO PÓ Prof. M.Sc.: Anael Krelling 1 O MERCADO DA METALURGIA DO PÓ Ligas de Ferro com grande precisão e elevada qualidade estrutural Materiais de difícil processamento, com alta densidade e microestrutura

Leia mais

COBRE: TUBOS E OBRAS ARTESANAIS

COBRE: TUBOS E OBRAS ARTESANAIS COBRE: TUBOS E OBRAS ARTESANAIS EMPRESA PARANAPANEMA JULHO - 2013 COBRE INTRODUÇÃO - Fundamental no desenvolvimento das primeiras civilizações, o cobre mantém-se como o melhor e mais indicado material

Leia mais

Metais alcalinos - Grupo 1A

Metais alcalinos - Grupo 1A Metais alcalinos - Grupo 1A Li / Na / K / Rb / Cs / Fr Na e K são os mais abundantes ns 1 - aparecem normalmente como iões positivos ( +) Não se encontram isolados na natureza / reacção com não-metais

Leia mais

Conformação dos Metais Prof.: Marcelo Lucas P. Machado

Conformação dos Metais Prof.: Marcelo Lucas P. Machado Conformação dos Metais Prof.: Marcelo Lucas P. Machado INTRODUÇÃO Extrusão - processo no qual um tarugo de metal é reduzido em sua seção transversal quando forçado a fluir através do orifício de uma matriz,

Leia mais

Fabricação do Ferro Gusa e do Aço

Fabricação do Ferro Gusa e do Aço Fabricação do Ferro Gusa e do Aço -Química -Fabricação -Ecologia -Política do meio ambiente IFBA Turma: 6821 Equipe: Danilo Peixoto, Davi Madureira, Nelson Bispo e Nicole Penha Ferro Gusa História Propriedades

Leia mais

Região Zona da Mata. Regional Agosto 2013

Região Zona da Mata. Regional Agosto 2013 O mapa mostra a divisão do estado de Minas Gerais para fins de planejamento. A região de planejamento Zona da Mata engloba a Fiemg Regional Zona da Mata. Região Zona da Mata GLOSSÁRIO Setores que fazem

Leia mais

1 Medição de temperatura

1 Medição de temperatura 1 Medição de temperatura 1.1 Medidores de temperatura por dilatação/expansão 1.1.1 Termômetro à dilatação de líquido Os termômetros à dilatação de líquidos baseiam -se na lei de expansão volumétrica de

Leia mais

REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DE METAL

REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DE METAL REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DE METAL INSTITUTO CENTRO DE CAPACITAÇÃO E APOIO AO EMPREENDEDOR Presidente: Tânia Maria Machado Silva Vice Presidente: Silvia Machado Redação e revisão: Alice de Cassia Ferreira

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP. Tecnologia Mecânica

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP. Tecnologia Mecânica CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP Tecnologia Mecânica Tratamentos térmicos e termo-químicos Recozimento Normalização Têmpera Revenimento Cementação Nitretação Tratamentos Térmicos

Leia mais

SUSTENTABILIDADE NO SÉCULO XXI

SUSTENTABILIDADE NO SÉCULO XXI SUSTENTABILIDADE NO SÉCULO XXI CAOE O CAOE oferece Orientação Educacional, Atendimento Clínico e também novos projetos: Interidades e Universo das Artes INSTITUTO REINVENTAR Missão Sensibilizar indivíduos

Leia mais

MECANISMOS DA CORROSÃO. Professor Ruy Alexandre Generoso

MECANISMOS DA CORROSÃO. Professor Ruy Alexandre Generoso MECANISMOS DA CORROSÃO Professor Ruy Alexandre Generoso MECANISMOS DA CORROSÃO De acordo com o meio corrosivo e o material, podem ser apresentados diferentes mecanismos. Os principais são: MECANISMO QUÍMICO

Leia mais

TRATAMENTO DA ÁGUA. Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio

TRATAMENTO DA ÁGUA. Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio TRATAMENTO DA ÁGUA Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio Água poluída: água inadequada para beber ou para fazer nossa higiene. Diversas substâncias naturalmente presentes na água são

Leia mais

1. DETERMINAÇÃO DE UMIDADE PELO MÉTODO DO AQUECIMENTO DIRETO- TÉCNICA GRAVIMÉTRICA COM EMPREGO DO CALOR

1. DETERMINAÇÃO DE UMIDADE PELO MÉTODO DO AQUECIMENTO DIRETO- TÉCNICA GRAVIMÉTRICA COM EMPREGO DO CALOR UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC FACULDADE DE NUTRIÇÃO DISCIPLINA: BROMATOLOGIA 2º/ 4 O PROFA. IVETE ARAKAKI FUJII. DETERMINAÇÃO DE UMIDADE PELO MÉTODO DO AQUECIMENTO DIRETO- TÉCNICA GRAVIMÉTRICA COM EMPREGO

Leia mais

Escola Politécnica de Pernambuco Departamento de Ensino Básico PROGRAMA

Escola Politécnica de Pernambuco Departamento de Ensino Básico PROGRAMA PROGRAMA Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA Código: MECN0039 Carga Horária Semestral: 45 HORAS Número de Créditos: TEÓRICOS: 00; PRÁTICOS: 03; TOTAL: 03 Pré-Requisito: MECN0004 CIÊNCIA DOS MATERIAIS

Leia mais

A TECNOLOGIA APLICADA EM TUBOS E PERFIS WWW.STARTECNOLOGIA.COM.BR. FERRITES & IMPEDERS APLICAÇÕES

A TECNOLOGIA APLICADA EM TUBOS E PERFIS WWW.STARTECNOLOGIA.COM.BR. FERRITES & IMPEDERS APLICAÇÕES FERRITES & IMPEDERS APLICAÇÕES 1 FERRITES Os ferrites são produzidos com óxido de ferro, cobalto, níquel, manganês e zinco. Após misturados são prensados de acordo com o perfil desejado. É sinterizado

Leia mais

SOLDAGEM POR ARCO SUBMERSO

SOLDAGEM POR ARCO SUBMERSO SOLDAGEM POR ARCO SUBMERSO Juntas com excelentes propriedades mecânicometalúrgicas Altas taxas de deposição Esquema básico do processo 1 Vantagens do processo Pode-se usar chanfros com menor área de metal

Leia mais

plástico papel vidro minerais O Seu Parceiro nos sectores de: Triagem de Tecnologia de triagem com sensor Triagem de Triagem de Triagem de

plástico papel vidro minerais O Seu Parceiro nos sectores de: Triagem de Tecnologia de triagem com sensor Triagem de Triagem de Triagem de www.redwave.at POR O Seu Parceiro nos sectores de: plástico papel Tecnologia de triagem com sensor REDWAVE é uma marca registada da BT-Wolfgang Binder GmbH, aplicada no sector da tecnologia de triagem

Leia mais

Sistemas Estruturais. Prof. Rodrigo mero

Sistemas Estruturais. Prof. Rodrigo mero Sistemas Estruturais Prof. Rodrigo mero Aula 4 O Material aço Índice Características de Aço da Construção Civil Propriedades Modificadas Ligas Metálicas Ligas Ferrosas Ligas Não-Ferrosas Teor de Carbono

Leia mais

De volta TECNOLOGIA. Equipamento à base de plasma para reciclagem de alumínio garante ganhos econômicos e ambientais ENGENHARIA

De volta TECNOLOGIA. Equipamento à base de plasma para reciclagem de alumínio garante ganhos econômicos e ambientais ENGENHARIA TECNOLOGIA ENGENHARIA De volta íü Equipamento à base de plasma para reciclagem de alumínio garante ganhos econômicos e ambientais SAMUEL ANTENOR, s latinhas de cerveja e de refrigerante ganharam um novo

Leia mais

Introdução à Fabricação. É proibido reproduzir total ou parcialmente esta publicação sem prévia autorização do

Introdução à Fabricação. É proibido reproduzir total ou parcialmente esta publicação sem prévia autorização do Grupo Caet - Divisão de Conteúdos Introdução à Fabricação Por Delmonte Friedrich, Msc. Eng. Todos os direitos reservados. É proibido reproduzir total ou parcialmente esta publicação sem prévia autorização

Leia mais

Nesta aula, você vai estudar exatamente isso. E para acabar com o suspense, vamos a ela.

Nesta aula, você vai estudar exatamente isso. E para acabar com o suspense, vamos a ela. Mete broca! Nesta aula, vamos estudar uma operação muito antiga. Os arqueólogos garantem que ela era usada há mais de 4000 anos no antigo Egito, para recortar blocos de pedra. Ela é tão comum que você

Leia mais

GRSS. Resistance WELDING SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA ELÉTRICA

GRSS. Resistance WELDING SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA ELÉTRICA SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA ELÉTRICA Princípios A soldagem por resistência elétrica representa mais uma modalidade da soldagem por pressão na qual as peças a serem soldadas são ligadas entre si em estado

Leia mais

É hora de fabricar o aço

É hora de fabricar o aço É hora de fabricar o aço Introdução Mesmo quando os métodos de fabricação eram bastante rudimentares os artesãos da Antigüidade, na Ásia e, mais tarde, na Europa medieval, conseguiam fabricar o aço. O

Leia mais

CADERNO DE EXERCÍCIOS 1D

CADERNO DE EXERCÍCIOS 1D CADERNO DE EXERCÍCIOS 1D Ensino Fundamental Ciências da Natureza II Questão Conteúdo Habilidade da Matriz da EJA/FB 01 Propriedades e aplicação dos materiais H55/H56 02 Propriedades específicas, físicas

Leia mais

Siderurgia Ambiente Internacional de Negócios 50 Seminário de Laminação ABM

Siderurgia Ambiente Internacional de Negócios 50 Seminário de Laminação ABM Siderurgia Ambiente Internacional de Negócios 50 Seminário de Laminação ABM O FUTURO DA SIDERURGIA Manoel Vitor de Mendonça Filho Vice-Presidente da Operação de Negócios Gerdau Brasil Novembro 2013 Sumário

Leia mais

Mineração GLOSSÁRIO. Aço: liga de ferro contendo carbono, manganês, silício e outros elementos.

Mineração GLOSSÁRIO. Aço: liga de ferro contendo carbono, manganês, silício e outros elementos. GLOSSÁRIO Mineração Acabamento: a aparência superficial dos produtos laminados é determinado pelas características superficiais do aço base juntamente com as condições do revestimento que, no caso das

Leia mais

7. o ANO FUNDAMENTAL. Prof. a Andreza Xavier Prof. o Walace Vinente

7. o ANO FUNDAMENTAL. Prof. a Andreza Xavier Prof. o Walace Vinente 7. o ANO FUNDAMENTAL Prof. a Andreza Xavier Prof. o Walace Vinente CONTEÚDOS E HABILIDADES A A Unidade II Comunicação e tecnologia. Aula 7.2 Conteúdo Classificação da indústria moderna. Habilidade Classificar

Leia mais

Uso da Energia Solar na Industria. Prof. Zaqueu Ernesto da Silva LES/DEER/CEAR

Uso da Energia Solar na Industria. Prof. Zaqueu Ernesto da Silva LES/DEER/CEAR Uso da Energia Solar na Industria Prof. Zaqueu Ernesto da Silva LES/DEER/CEAR Fontes de Energia no Brasil Quem usou energia no Brasil - 2012 Consumo de Energia no Setor Industria Setor Industrial % Setor

Leia mais

Água no feijão, que chegou mais um!

Água no feijão, que chegou mais um! Água no feijão, que chegou mais um! A UU L AL A Sábado! Cristiana passou a manhã toda na cozinha, preparando uma feijoada! Roberto tinha convidado sua vizinha, Maristela, para o almoço. Logo cedo, Cristiana

Leia mais

COLETÂNEA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AÇO INOXIDÁVEL. Resistência à corrosão dos aços inoxidáveis

COLETÂNEA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AÇO INOXIDÁVEL. Resistência à corrosão dos aços inoxidáveis COLETÂNEA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AÇO INOXIDÁVEL Resistência à corrosão dos aços inoxidáveis Formas localizadas de corrosão Os aços carbono sofrem de corrosão generalizada, onde grandes áreas da superfície

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO E VIABILIDADES DE FONTES ENERGÉTICAS

CLASSIFICAÇÃO E VIABILIDADES DE FONTES ENERGÉTICAS CLASSIFICAÇÃO E VIABILIDADES 1 INTRODUÇÃO NA PRÉ HISTÓRIA O HOMEM UTILIZAVA SUA PRÓPRIA ENERGIA PARA DESENVOLVER SUAS ATIVIDADES TRANSFERÊNCIA DO ESFORÇO PARA OS ANIMAIS 2 APÓS A INVENSÃO DA RODA: UTILIZAÇÃO

Leia mais

Oficina de Forno Solar

Oficina de Forno Solar Oficina de Forno Solar Desfrutando da vida moderna, cada um de nós é responsável pela emissão de grandes quantidades de carbono e outros gases que contribuem para o aquecimento global e suas conseqüências

Leia mais

TECNOLOGIAS PARA CARACTERIZAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE METAIS EM REEE. Prof. Dr. Jorge Alberto Soares Tenório

TECNOLOGIAS PARA CARACTERIZAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE METAIS EM REEE. Prof. Dr. Jorge Alberto Soares Tenório TECNOLOGIAS PARA CARACTERIZAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE METAIS EM REEE Prof. Dr. Jorge Alberto Soares Tenório Tecnologias para Caracterização e recuperação de metais em REEE Prof. Dr. Jorge Alberto Soares Tenório

Leia mais

Aço é uma liga metálica composta principalmente de ferro e de pequenas quantidades de carbono (em torno de 0,002% até 2%).

Aço é uma liga metálica composta principalmente de ferro e de pequenas quantidades de carbono (em torno de 0,002% até 2%). ESTRUTURAS DE CONCRETO CAPÍTULO 3 Libânio M. Pinheiro, Cassiane D. Muzardo, Sandro P. Santos. 31 de março, 2003. AÇOS PARA ARMADURAS 3.1 DEFINIÇÃO E IMPORTÂNCIA Aço é uma liga metálica composta principalmente

Leia mais

RECICLAGEM DE ALUMÍNIO: PREPARAÇÃO DA SUCATA PARA REFUSÃO

RECICLAGEM DE ALUMÍNIO: PREPARAÇÃO DA SUCATA PARA REFUSÃO 1 FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI NADIR DIAS DE FIGUEIREDO ANDRÉ AMANTINO DIAS EUFRÁSIO HERBERT VIERA RONCON LEANDRO MAGALHÃES F. CHAGAS RECICLAGEM DE ALUMÍNIO: PREPARAÇÃO DA SUCATA PARA REFUSÃO OSASCO 2012

Leia mais

Mateco UCP - Civil. Mateco UCP - Civil. Mateco UCP - Civil. Mateco UCP - Civil

Mateco UCP - Civil. Mateco UCP - Civil. Mateco UCP - Civil. Mateco UCP - Civil Mateco - UCP - Civil Materiais Metálicos: Os materiais metálicos são substâncias inorgânicas que contêm um ou mais elementos metálicos e que também podem conter alguns elementos nãometálicos; Visando à

Leia mais

- CAPÍTULO 2 MATERIAIS CONDUTORES

- CAPÍTULO 2 MATERIAIS CONDUTORES MATERIAIS ELÉTRICOS Prof. Rodrigo Rimoldi - CAPÍTULO 2 MATERIAIS CONDUTORES (Aula 6) Metais Mercúrio (Hg) Metais Único metal líquido à temperatura ambiente; Resistividade relativamente elevada (95 10-8

Leia mais

Processo de fundição: Tixofundição

Processo de fundição: Tixofundição Processo de fundição: Tixofundição Disciplina: Processos de Fabricação. Professor Marcelo Carvalho. Aluno: Gabriel Morales 10/44940. Introdução O processo de fabricação conhecido como fundição pode ser

Leia mais

SUBSTÂNCIAS E MISTURAS. Professor: Antonio Sorrentino

SUBSTÂNCIAS E MISTURAS. Professor: Antonio Sorrentino SUBSTÂNCIAS E MISTURAS Professor: Antonio Sorrentino Substância pura e tipos de misturas Substâncias puras: Apresentam propriedades físicas bem definidas. Têm pontos de fusão e de ebulição. Ponto de fusão:

Leia mais

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010 Questão 21 Conhecimentos Específicos - Técnico em Mecânica A respeito das bombas centrífugas é correto afirmar: A. A vazão é praticamente constante, independentemente da pressão de recalque. B. Quanto

Leia mais

Material: Substância pura ou composta que é produzida/obtida com alguma motivação tecnológica (APLICAÇÃO).

Material: Substância pura ou composta que é produzida/obtida com alguma motivação tecnológica (APLICAÇÃO). Resumo ICPOM P1: 1) Definições Básicas: Matéria-Prima ou 1º material: Pode ser mineral ou vegetal, de ocorrência natural nas minas. Material: Substância pura ou composta que é produzida/obtida com alguma

Leia mais

Empresarial: uma nova visão. Abril de 2010

Empresarial: uma nova visão. Abril de 2010 A Novelis e a Sustentabilidade t d Empresarial: uma nova visão Abril de 2010 2 Grupo Aditya Birla International Operations 13 Countries JV Sunlife Financial inc. Receita de US$ 28 bilhões Mais de 100.000

Leia mais

Nesse sistema de aquecimento,

Nesse sistema de aquecimento, Enem 2007 1- Ao beber uma solução de glicose (C 6 H 12 O 6 ), um corta-cana ingere uma substância: (A) que, ao ser degradada pelo organismo, produz energia que pode ser usada para movimentar o corpo. (B)

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Conservação e Restauração

Leia mais

Processo de Forjamento

Processo de Forjamento Processo de Forjamento Histórico A conformação foi o primeiro método para a obtenção de formas úteis. Fabricação artesanal de espadas por martelamento (forjamento). Histórico Observava-se que as lâminas

Leia mais

Indústria Automotiva

Indústria Automotiva UsodoAlumíniona na Indústria Automotiva Desenvolvimento de novos materiais metálicos para a indústria automotiva B.Horizonte 28.10.2010 Eng. Ayrton Filleti Diretor Técnico - ABAL Índice Introdução Porque

Leia mais

ANCORAS METALICAS. Projetos / Aplicações / Importância / Análise de danos

ANCORAS METALICAS. Projetos / Aplicações / Importância / Análise de danos ANCORAS METALICAS Projetos / Aplicações / Importância / Análise de danos Conceito Âncoras / Clipes / Chumbadores Grapas Rabo de andorinha / Grampo Conceito Âncoras / Clipes / Chumbadores Grapas Rabo de

Leia mais

Os Recursos Minerais na nossa vida

Os Recursos Minerais na nossa vida Os Recursos Minerais na nossa vida Min. Volfrâmio Expl. Argilas Gesso Cobre nativo Calcário Granito Ouro Expl. Areias Min. Chumbo Min. Urânio Realizado por INETI, Área de Geologia Económica (Daniel Oliveira,

Leia mais