EMBALAGENS E RESÍDUOS DE EMBALAGENS

Save this PDF as:
Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EMBALAGENS E RESÍDUOS DE EMBALAGENS"

Transcrição

1 EMBALAGENS E RESÍDUOS DE EMBALAGENS SITUAÇÃO DE REFERÊNCIA Amadora, Janeiro de 2011 Departamento de Fluxos Especiais e Mercado de Resíduos Divisão de Entidade Gestoras e Mercado de Resíduos

2 A Diretiva n.º 94/62/CE, de 20 de dezembro, alterada pela Diretiva 2004/12/CE, de 11 de fevereiro abrange todas as embalagens colocadas no mercado da Comunidade e todos os resíduos de embalagens (RE), sejam eles utilizados ou produzidos a nível da indústria, do comércio, de escritórios, lojas ou serviços, a nível doméstico ou a qualquer outro nível, e independentemente do material utilizado. De forma a dar cumprimento ao previsto na Decisão da Comissão n.º 97/138 de 3 de fevereiro, posteriormente alterada pela Decisão 2005/270/CE, de 22 de março, Portugal remete anualmente à Comissão Europeia os quantitativos nacionais de embalagens e resíduos de embalagens (E&RE). Nos quadros e figuras seguintes, apresentam-se os dados apurados a nível nacional nos últimos 7 anos ( ) por material. De referir que os dados referentes ao ano de 2010 são ainda provisórios. Através da tabela 1 é possível constatar-se que em 2010 foram produzidos cerca de mil toneladas de resíduos de embalagens, verificando-se, face a 2004, um aumento de cerca de 2 na produção. É também possível apurar, através da mesma tabela, que 2008 foi o ano em que se registou maior produção de RE, entre 2004 e Em termos de análise por material, a maior produção verificou-se nos resíduos de embalagem de papel/cartão que representam cerca de 41% dos RE, verificando-se que, desde 2004, a produção deste tipo de RE tende a aumentar, sendo que o único ano em que se verificou um decréscimo foi entre 2006 e Ainda assim, desde 2004, a produção de RE de papel e cartão sofreu um aumento de 3. Material Vidro Plástico Papel/Cartão Metal Madeira Outros Total Tabela 1 - Resíduos de embalagens produzidos por material (toneladas) 1

3 Através da figura 1 é possível observar-se o peso dos RE por cada material, constatando-se, como já foi referido, que o papel e cartão é o material com um peso mais significativo, tendência essa que se verifica desde Resíduos de embalagens produzidos por material % 41% % Vidro Plástico % Papel/Cartão Metal % 44% 5% Madeira % Outros Figura 1 Distribuição por material dos resíduos de embalagens produzidos Fazendo uma análise às capitações, a produção de resíduos de embalagens verificada em 2010 equivale a 162 kg/hab, correspondendo a um aumento de 26 kg/hab face a 2004, o que equivale a aproximadamente ½ kg de RE por dia. No ano de 2008, o ano com maior produção de RE, a produção foi de 168 kg/hab. Em temos de capitações por material, em 2010 a produção de RE de papel e cartão foi de 67 kg/hab. A tabela 2 mostra as capitações, no total e por material, desde Material Vidro 34,8 36,3 37,1 38,1 40,6 39,5 40,0 Plástico 32,7 33,7 35,6 35,6 36,5 35,5 35,5 Papel/Cartão 49,4 49,7 71,9 65,7 67,5 66,8 66,8 Metal 10,1 10,1 10,3 10,6 10,4 9,4 9,6 Madeira 8,7 11,8 8,2 11,0 13,0 10,4 10,0 Outros 0,1 0,2 0,3 0,3 0,0 0,0 0,0 Total 135,8 141,7 163,5 161,4 168,0 161,6 161,9 Tabela 2 Capitação dos resíduos de embalagens por material (kg/hab) 2

4 Em termos de quantidades de valores de material reciclado, o total de RE 2010 cifrou-se em toneladas, o que comparativamente com 2004, significa um aumento de 81%, tal como mostra a tabela 3. Material Vidro Plástico Papel/Cartão Metal Madeira Outros Total Tabela 3 Total de resíduos de embalagens reciclados por material (toneladas) Fazendo uma análise comparativa em termos relativos, é possível concluir que, desde 2004, o material aumentou substancialmente a sua taxa de reciclagem foi o plástico (com um aumento de 15, que corresponde a toneladas), seguido do plástico, com um aumento de 10, correspondendo a toneladas). Total de resíduos de embalagens reciclados por tipo de material % % 55% % 5 Vidro Plástico Papel/Cartão Metal Madeira % % Outros Figura 2 Resíduos de embalagens reciclados por material 3

5 Em termos das capitações dos RE reciclados, observado a tabela 4, concluímos que 2008 foi o ano com uma maior capitação em temos de quantidades de RE reciclados, uma vez que também foi o ano que apresentou uma maior produção de RE. Material Vidro Plástico Papel/Cartão Metal Madeira Outros Total Tabela 4 Capitação dos resíduos de embalagens reciclados por material (kg/hab) Relativamente aos RE valorizados (incluindo reciclagem e valorização energética), a tabela 5 apresenta os quantitativos apurados a nível nacional nos 7 anos em análise. Salienta-se que entre 2004 e 2010 houve um aumento de 6 no total de RE valorizados, sendo que, mais uma vez, a maior quantidade de RE valorizados registou-se em Material Vidro Plástico Papel/Cartão Metal Madeira Outros Total Tabela 5 Total de valorização e incineração em incineradores de resíduos com valorização energética Na figura 3 é possível observar as percentagens de RE reciclados, por ano. Em termos percentuais, os RE de papel e cartão foram os que tiveram um maior crescimento, quando comparado com 2004 (95%), seguido do plástico com 6. 4

6 Resíduos de embalagens valorizados (incluindo reciclagem e valorização energética) por tipo de material % % 1 12% 1 55% 5 Vidro Plástico Papel/Cartão Metal Madeira % 4 11% Outros % 12% Figura 3 Resíduos de embalagens valorizados (incluindo reciclagem e valorização energética) por tipo de material Em termos de capitações, a tabela 6 mostra que, mais uma vez, 2008 foi o ano com maior capitação em termos de valorização, a um nível global. Material Vidro Plástico Papel/Cartão Metal Madeira Outros Total Tabela 6 Capitação dos resíduos de embalagens valorizados (incluindo reciclagem e valorização energética) por material (kg/hab) No período analisado ( ) assistiu-se a um aumento da quantidade de resíduos de embalagens produzidas entre 2004 e 2006, ano a partir do qual a produção apresentou uma tendência para a estabilização. Em 2010, tal como já foi referido, registou-se uma produção de cerca de mil toneladas de RE. A figura 4 mostra com clareza essa tendência à estabilização. 5

7 Toneladas Produção de resíduos de embalagens face às quantidades recicladas e valorizadas energeticamente Resíduos de Embalagens Produzidos (t) Total de Embalagens Recicladas Total de Embalagens Valorizadas Figura 4 Quantitativos totais nacionais apurados Fazendo uma análise comparativa através das metas impostas, é possível observar, através da figura 5, que neste último ano a taxa de reciclagem de RE atingiu os 62%, valor superior aos 6 verificados no ano precedente, tendo ultrapassado a meta prevista para 2011 (55%) desde Taxa de reciclagem global 70, 60, 51,4% 56,5% 61, 6 62% 55, 50, 41, 44,3% 40, 30, Taxa de Reciclagem (total) Meta de Reciclagem (2011) Figura 5 Quantitativos totais nacionais apurados Em termos setoriais, todos os materiais apresentam uma taxa de reciclagem superior a meta imposta para 2011, com exceção do vidro, que inclusive apresentou uma redução de 2009 para Os RE de papel e cartão alcançaram a maior taxa de reciclagem, com 85% em 2010, 6

8 superando largamente a meta proposta (6). No caso das embalagens metálicas, a meta estabelecida de 5 foi sempre superada, desde 2004, sendo que em 2010 estes resíduos apresentavam uma taxa de reciclagem de 6. 70, 60, 50, 40, 30, Taxa de reciclagem do vidro 60, 51, 55% 53% 46, 45, 38, 40,5% 30, 25, 20, 15, 10, 5, 0, Taxa de reciclagem do plástico 25% 25% 22,5% 19,1% 15, 15,4% 15,3% 10,5% Vidro Meta de reciclagem de vidro (2011) Plástico Meta de reciclagem do plástico (2011) 90, 60, Taxa de reciclagem do papel/cartão 87, 81, 8 68,2% 59, 55, 85% 60, 70, 60, 50, 55,1% Taxa de reciclagem do metal 60,4% 61,5% 62,5% 64, 64% 6 50, 40, 30, Papel/Cartão Meta de reciclagem de papel e cartão (2011) 30, Metal Meta de reciclagem de metal(2011) Taxa de reciclagem da madeira 80, 60, 40, 66,1% 58,4% 73,3% 71, 64,5% 65% 6 20, 0, 15, Madeira Meta de reciclagem da madeira (2011) Figura 6 Quantitativos totais nacionais apurados, por material 7

9 Por seu lado, a taxa de valorização alcançou os 6 em 2010, tendo ultrapassado desde 2008 a meta prevista (6 ate final de 2011). 70, 65, 60, 55, 50, 45, 40, 35, 30, Taxa de valorização global 66, ,1% 60, 50, 48, 55, Taxa de valorização (total) Meta de Valorização 2011 Figura 7 Quantitativos totais nacionais apurados Em 2010, Portugal cumpriu as metas definidas pela Diretiva 94/62/CE, de 20 de dezembro no que se refere à reciclagem e valorização, como se pode observar nas figuras 5 e 7, encontrando-se igualmente a concretizar já as metas estabelecidas para 2011 com exceção do vidro. Considera-se que a manter-se o crescimento apresentado nos anos anteriores e as ações desenvolvidas, Portugal irá dar cumprimento às metas estabelecidas para 2011 em todos os materiais. 8

Boletim Estatístico Nº 2 Outubro de 2009

Boletim Estatístico Nº 2 Outubro de 2009 Boletim Estatístico Nº 2 Outubro de 2009 1. Evolução da Reciclagem em 2008 - Actualização Conforme anunciado, republica-se a informação estatística relativa a 2008, depois de efectuadas diversas correcções

Leia mais

Relatório Anual da Reciclagem

Relatório Anual da Reciclagem Relatório Anual da Reciclagem 2011 Relatório Anual da Reciclagem Ambisousa Empresa Intermunicipal de Tratamento e Gestão de Resíduos Sólidos, EIM Av. Sá e Melo, n.º 30, Cristelos 4620-151, Lousada www.ambisousa.pt

Leia mais

Informação sobre a Recuperação e Reciclagem de Papel e Cartão em Portugal 2011

Informação sobre a Recuperação e Reciclagem de Papel e Cartão em Portugal 2011 Informação sobre a Recuperação e Reciclagem de Papel e Cartão em Portugal 2011 Índice A RECUPERAÇÃO EM PORTUGAL DE PAPEL E CARTÃO PARA RECICLAR... 3 DADOS GLOBAIS 2011... 4 PAPEL E CARTÃO PARA RECICLAR...

Leia mais

1. Entidade Sociedade Ponto Verde (SPV) 2. Indicadores de atividade (em geral)

1. Entidade Sociedade Ponto Verde (SPV) 2. Indicadores de atividade (em geral) RELATÓRIO DE ATIVIDADES 214 GESTÃO DE RESÍDUOS DE EMBALAGENS SPV SOCIEDADE PONTO VERDE 1. Entidade Sociedade Ponto Verde (SPV) 2. Indicadores de atividade (em geral) 1) Mercado Potencial atualizado em

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013 SOCIEDADE PONTO VERDE. www.pontoverde.pt

RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013 SOCIEDADE PONTO VERDE. www.pontoverde.pt RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013 SOCIEDADE PONTO VERDE www.pontoverde.pt Entidade Atividade Licença Sociedade Ponto Verde Gestão de um Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens (SIGRE) Licença

Leia mais

25.11.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 310/11

25.11.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 310/11 PT 25.11.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 310/11 DECISÃO DA COMISSÃO de 18 de Novembro de 2011 que estabelece regras e métodos de cálculo para verificar o cumprimento dos objectivos estabelecidos

Leia mais

Caracterização da Situação dos Fluxos Específicos de Resíduos em 2009 APA 06 08 2010

Caracterização da Situação dos Fluxos Específicos de Resíduos em 2009 APA 06 08 2010 Caracterização da Situação dos Fluxos Específicos de Resíduos em 2009 APA 06 08 2010 FLUXOS ESPECÍFICOS DE RESÍDUOS Um dos objectivos da política ambiental integrada é a atribuição da responsabilidade,

Leia mais

Relatório de Reciclagem no Vale do Sousa

Relatório de Reciclagem no Vale do Sousa Relatório de Reciclagem no Vale do Sousa 4º Trimestre de 2006 Outubro 2006 Relatório da Reciclagem 4º Trimestre 2006 2 Total Outubro - 554,22 ton 16,44 1,18 18,74 2,62 11,20 251,82 252,22 Vidro Papel/Cartão

Leia mais

Cork Information Bureau 2015. Informação à Imprensa 28 de Agosto de 2015. EXPORTAÇÕES DE CORTIÇA CRESCEM 7,8% (1º. Semestre 2015) apcor.

Cork Information Bureau 2015. Informação à Imprensa 28 de Agosto de 2015. EXPORTAÇÕES DE CORTIÇA CRESCEM 7,8% (1º. Semestre 2015) apcor. Informação à Imprensa 28 de Agosto de 2015 EXPORTAÇÕES DE CORTIÇA CRESCEM 7,8% (1º. Semestre 2015) apcor.pt Exportações de Cortiça crescem 7,8% As exportações portuguesas de cortiça registaram, no primeiro

Leia mais

São mais de 80 os serviços que garantem o correcto acondicionamento e encaminhamento do papel/cartão para os respectivos pontos de recolha.

São mais de 80 os serviços que garantem o correcto acondicionamento e encaminhamento do papel/cartão para os respectivos pontos de recolha. A Câmara Municipal procura ser um exemplo de bom desempenho ambiental. A gestão ambiental da autarquia promove, através de um conjunto de projectos, a reciclagem junto dos munícipes e dos seus trabalhadores.

Leia mais

Certificação 3R6 das lojas próprias MEO. Sustentabilidade

Certificação 3R6 das lojas próprias MEO. Sustentabilidade Certificação 3R6 das lojas próprias MEO Sustentabilidade 2014 AGENDA ENQUADRAMENTO CERTIFICAÇÃO 3R6 ENQUADRAMENTO A Ponto Verde Serviços é uma empresa de consultoria ambiental criada em 2011 pela Embopar

Leia mais

4. Evolução do mercado segurador e dos fundos de pensões

4. Evolução do mercado segurador e dos fundos de pensões 4. Evolução do mercado segurador e dos fundos de pensões O número total de empresas de seguros a operar no mercado nacional manteve-se estável em 212, sem alterações significativas à sua estrutura. Neste

Leia mais

MINISTÉRIO DAS ACTIVIDADES ECONÓMICAS E DO TRABALHO MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO LICENÇA

MINISTÉRIO DAS ACTIVIDADES ECONÓMICAS E DO TRABALHO MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO LICENÇA LICENÇA Licenciamento de uma entidade gestora de resíduos de embalagens, ao abrigo do preceituado no Decreto-Lei n.º 366-A/97, de 20 de Dezembro, na redacção introduzida pelo Decreto-Lei n.º 162/2000,

Leia mais

A Indústria Portuguesa de Moldes

A Indústria Portuguesa de Moldes A Indústria Portuguesa de Moldes A Indústria Portuguesa de Moldes tem vindo a crescer e a consolidar a sua notoriedade no mercado internacional, impulsionada, quer pela procura externa, quer pelo conjunto

Leia mais

José Manuel Cerqueira

José Manuel Cerqueira José Manuel Cerqueira A Indústria cerâmica no contexto nacional A indústria portuguesa de cerâmica representou em 2013 um volume de negócios de 897,8 milhões de euros, um valor acrescentado bruto de 327,6

Leia mais

nº 3 Novembro 2009 MERCADOS O VINHO NOS E.U.A. BREVE CARACTERIZAÇÃO DO SECTOR

nº 3 Novembro 2009 MERCADOS O VINHO NOS E.U.A. BREVE CARACTERIZAÇÃO DO SECTOR nº 3 Novembro 29 MERCADOS O VINHO NOS E.U.A. BREVE CARACTERIZAÇÃO DO SECTOR O VINHO NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA BREVE CARACTERIZAÇÃO DO SECTOR Índice 1. INTRODUÇÃO 2 2. PRODUÇÃO 3 3. EXPORTAÇÃO 5 4.

Leia mais

3. Evolução do mercado segurador e dos fundos de pensões

3. Evolução do mercado segurador e dos fundos de pensões Figura 5 Evolução de empréstimos, depósitos e taxas de juro do setor bancário 3% 2% 1% % -1% -2% -3% -4% -5% -6% -7% -8% Emprés mos concedidos pelo setor bancário (variação anual) dez-1 dez-11 dez-12 dez-13

Leia mais

RELATÓRIO DO ESTADO DO AMBIENTE 2008 INDICADORES

RELATÓRIO DO ESTADO DO AMBIENTE 2008 INDICADORES RELATÓRIO DO ESTADO DO AMBIENTE 28 1 INDICADORES ÁGUA 8 Evolução do número de análises em cumprimento do valor paramétrico 1, Análises (n.º) 7 6 5 4 3 2 1 591 65 64 278 97,48% 97,53% Fonte: ERSAR, 29 623

Leia mais

TEMA: A importância da Micro e Pequena Empresa para Goiás

TEMA: A importância da Micro e Pequena Empresa para Goiás TEMA: A importância da Micro e Pequena Empresa para Goiás O presente informe técnico tem o objetivo de mostrar a importância da micro e pequena empresa para o Estado de Goiás, em termos de geração de emprego

Leia mais

ESTRUTURA EMPRESARIAL NACIONAL 1995/98

ESTRUTURA EMPRESARIAL NACIONAL 1995/98 ESTRUTURA EMPRESARIAL NACIONAL 1995/98 NOTA METODOLÓGICA De acordo com a definição nacional, são pequenas e médias empresas aquelas que empregam menos de 500 trabalhadores, que apresentam um volume de

Leia mais

Brochura Institucional

Brochura Institucional Brochura Institucional INTERFILEIRAS A INTERFILEIRAS representa as organizações - Fileiras de material - criadas ao abrigo de legislação específica com a missão de assegurar a retoma e reciclagem de resíduos

Leia mais

Estatísticas trimestrais sobre processos de falência, insolvência e recuperação de empresas e sobre processos especiais de revitalização (2007-2013)

Estatísticas trimestrais sobre processos de falência, insolvência e recuperação de empresas e sobre processos especiais de revitalização (2007-2013) Abril de 2014 Boletim n.º 15 DESTAQUE ESTATÍSTICO TRIMESTRAL 4º Trimestre de 2013 Estatísticas trimestrais sobre processos de falência, insolvência e recuperação de empresas e sobre processos especiais

Leia mais

VALORPNEU. 1 - Funcionamento do Sistema

VALORPNEU. 1 - Funcionamento do Sistema RELATÓRIO DE ATIVIDADES 213 VALORPNEU www.valorpneu.pt Entidade Actividade Licença Valorpneu Sociedade de Gestão de Pneus, Lda Gestão de um Sistema Integrado de Gestão de Pneus Usados (SGPU) Despacho nº

Leia mais

RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO

RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO FEVEREIRO DE 15 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE JOSEFA DE ÓBIDOS RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO FEVEREIRO DE 15 P á g i n a 2 34 Índice 1. Introdução. 4 2. Sucesso Escolar...6 2.1-1.º

Leia mais

A Indústria Portuguesa de Moldes

A Indústria Portuguesa de Moldes A Indústria Portuguesa de Moldes A Indústria Portuguesa de Moldes tem vindo a crescer e a consolidar a sua notoriedade no mercado internacional, impulsionada, quer pela procura externa, quer por uma competitiva

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EMPRESAS PETROLÍFERAS

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EMPRESAS PETROLÍFERAS ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EMPRESAS PETROLÍFERAS Informação sobre a evolução do mercado dos produtos petrolíferos no 1º Trimestre de 2014 Introdução Como habitualmente, apresentamos uma análise da evolução

Leia mais

A Indústria Portuguesa de Moldes

A Indústria Portuguesa de Moldes A Indústria Portuguesa de Moldes A Indústria Portuguesa de Moldes tem vindo a crescer e a consolidar a sua notoriedade no mercado internacional, impulsionada, quer pela procura externa, quer por uma competitiva

Leia mais

Manutenção das desigualdades nas condições de inserção

Manutenção das desigualdades nas condições de inserção A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE MARÇO 2014 Manutenção das desigualdades nas condições de inserção De maneira geral, as mulheres enfrentam grandes dificuldades

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO Índice Introdução Preço Médio por Dormida Proveito Médio de Aposento por Cama Conceitos Anexos 2 Introdução Com base em indicadores estatísticos disponibilizados pelo

Leia mais

Shopping Iguatemi Campinas Reciclagem

Shopping Iguatemi Campinas Reciclagem Shopping Iguatemi Campinas Reciclagem 1) COMO FUNCIONA? O PROBLEMA OU SITUAÇÃO ANTERIOR Anteriormente, todos os resíduos recicláveis ou não (com exceção do papelão), ou seja, papel, plásticos, vidros,

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EMPRESAS PETROLÍFERAS

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EMPRESAS PETROLÍFERAS ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EMPRESAS PETROLÍFERAS Informação sobre o mercado dos produtos petrolíferos em 2013 Introdução Como habitualmente, apresentamos uma análise da evolução do mercado dos combustíveis

Leia mais

INDICADORES SOBRE A IGUALDADE DE GÉNERO FACE AO EMPREGO EM MALTA, PORTUGAL E TURQUIA

INDICADORES SOBRE A IGUALDADE DE GÉNERO FACE AO EMPREGO EM MALTA, PORTUGAL E TURQUIA Igualdade de Género INDICADORES SOBRE A IGUALDADE DE GÉNERO FACE AO EMPREGO EM MALTA, PORTUGAL E TURQUIA Para um conhecimento mais aprofundado da situação de Igualdade de Género e considerando o objectivo

Leia mais

Sensibilizar para a reciclagem

Sensibilizar para a reciclagem Sensibilizar para a reciclagem 1 Sensibilizar para a reciclagem Durante anos consecutivos o Shopping Metrópole, centro comercial de S. Paulo Brasil que integra o portfólio da Sonae Sierra, teve dificuldades

Leia mais

Estatísticas trimestrais sobre processos de falência, insolvência e recuperação de empresas e sobre processos especiais de revitalização (2007-2014)

Estatísticas trimestrais sobre processos de falência, insolvência e recuperação de empresas e sobre processos especiais de revitalização (2007-2014) 995 1.037 2.229 1.143 1.151 2.209 1.823 1.774 2.238 2.059 2.063 2.311 3.071 3.116 2.595 3.707 5.492 5.314 5.429 5.337 4.397 5.052 5.265 4.065 Julho de 2014 Boletim n.º 17 DESTAQUE ESTATÍSTICO TRIMESTRAL

Leia mais

2006/2011 ES JOSÉ AUGUSTO LUCAS OEIRAS RESULTADOS DOS EXAMES DOS 11.º/12.º ANOS DE ESCOLARIDADE

2006/2011 ES JOSÉ AUGUSTO LUCAS OEIRAS RESULTADOS DOS EXAMES DOS 11.º/12.º ANOS DE ESCOLARIDADE 1 ES JOSÉ AUGUSTO LUCAS OEIRAS RESULTADOS DOS EXAMES DOS 11.º/12.º ANOS DE ESCOLARIDADE 2006/2011 2 3 INTRODUÇÃO 4 SUMÁRIO 5 A EVOLUÇÃO DOS RESULTADOS DOS EXAMES DO 12º ANO MÉDIAS POR ESCOLA 11 ANÁLISE

Leia mais

Reciclagem de Resíduos Sólidos no Brasil

Reciclagem de Resíduos Sólidos no Brasil Reciclagem de Resíduos Sólidos no Brasil Gestão de Resíduos Sólidos Ordem de Prioridade 1. Não geração 2. Redução 3. Reutilização 4. Reciclagem 5. Tratamento dos resíduos sólidos 6. Disposição final ambientalmente

Leia mais

Case study 100R RECICLAGEM 100% GARANTIDA EMPRESA ENVOLVIMENTO

Case study 100R RECICLAGEM 100% GARANTIDA EMPRESA ENVOLVIMENTO Case study 2010 100R RECICLAGEM 100% GARANTIDA EMPRESA A Sociedade Ponto Verde é uma entidade privada sem fins lucrativos que tem por missão organizar e gerir a retoma e valorização de resíduos de embalagens

Leia mais

7. RECICLAGEM 7.1 RECICLAGEM DE EMBALAGENS. 7.1.1 Latas de Alumínio

7. RECICLAGEM 7.1 RECICLAGEM DE EMBALAGENS. 7.1.1 Latas de Alumínio 92 Panorama dos no Brasil 200..1 DE EMBALAGENS Os dados mais recentes disponibilizados pelas associações que congregam as empresas dos segmentos mais diretamente envolvidos na fabricação de embalagens

Leia mais

indicadores 1. Hóspedes 1.1. Número total de hóspedes 1.2. Hóspedes por tipologia de alojamento 1.3. Hóspedes por país de origem

indicadores 1. Hóspedes 1.1. Número total de hóspedes 1.2. Hóspedes por tipologia de alojamento 1.3. Hóspedes por país de origem boletim trimestral - n.º 2 - setembro 2013 algarve conjuntura turística indicadores 1. Hóspedes 1.1. Número total de hóspedes 1.2. Hóspedes por tipologia de alojamento 1.3. Hóspedes por país de origem

Leia mais

PORTUGAL 2009. Sumário Legislação Associação e Intervenientes Mercado EEE 2009 Recolha de REEE

PORTUGAL 2009. Sumário Legislação Associação e Intervenientes Mercado EEE 2009 Recolha de REEE PORTUGAL 2009 DADOS DE MERCADO DE EQUIPAMENTOS ELÉCTRICOS E ELECTRÓNICOS Sumário Legislação Associação e Intervenientes Mercado EEE 2009 Recolha de REEE Pg. 1 Sumário Uma política adequada de gestão de

Leia mais

Plastivida lança campanha de reciclagem na Brasilplast 2007

Plastivida lança campanha de reciclagem na Brasilplast 2007 Plastivida lança campanha de reciclagem na Brasilplast 2007 O objetivo é promover o conceito de reciclagem e ampliar cada vez mais a atividade no Brasil, que hoje já recicla cerca de 520 mil toneladas

Leia mais

A EMBALAGEM ALIMENTAR NO CONTEXTO DA POLÍTICA AMBIENTAL. Raquel P. F. Guiné* * Assistente do 1º Triénio - Dep. Agro-Alimentar, ESAV.

A EMBALAGEM ALIMENTAR NO CONTEXTO DA POLÍTICA AMBIENTAL. Raquel P. F. Guiné* * Assistente do 1º Triénio - Dep. Agro-Alimentar, ESAV. A EMBALAGEM ALIMENTAR NO CONTEXTO DA POLÍTICA AMBIENTAL Raquel P. F. Guiné* * Assistente do 1º Triénio - Dep. Agro-Alimentar, ESAV 1 - Introdução A embalagem é hoje em dia uma presença tão constante no

Leia mais

EVOLUÇÃO DO SEGURO DE SAÚDE EM PORTUGAL

EVOLUÇÃO DO SEGURO DE SAÚDE EM PORTUGAL EVOLUÇÃO DO SEGURO DE SAÚDE EM PORTUGAL Ana Rita Ramos 1 Cristina Silva 2 1 Departamento de Análise de Riscos e Solvência do ISP 2 Departamento de Estatística e Controlo de Informação do ISP As opiniões

Leia mais

Gestão dos Resíduos em Florianópolis - COMCAP. Florianópolis, 03 setembro de 2011

Gestão dos Resíduos em Florianópolis - COMCAP. Florianópolis, 03 setembro de 2011 Gestão dos Resíduos em Florianópolis - COMCAP Florianópolis, 03 setembro de 2011 Missão Prestar serviços públicos p de saneamento ambiental com eficiência, qualidade e responsabilidade social. COMCAP

Leia mais

Desafios da gestão de resíduos sólidos urbanos em Portugal. Pedro Fonseca Santos pedrofs@esb.ucp.pt

Desafios da gestão de resíduos sólidos urbanos em Portugal. Pedro Fonseca Santos pedrofs@esb.ucp.pt Desafios da gestão de resíduos sólidos urbanos em Portugal Pedro Fonseca Santos pedrofs@esb.ucp.pt Evolução da gestão de resíduos na Europa Evolução da capitação de RSU vs. PIB em Portugal e na UE-, 1995-2000

Leia mais

O que acontece com o teu Lixo?

O que acontece com o teu Lixo? VIDRARIA FABRICANTE DE PAPEL COMPOSTAGEM O que acontece com o teu Lixo? Cada um tem seu próprio rumo... O orgânico.. O compost O compostagem de residuos umido reproduz o processo natural de decomposição

Leia mais

Roteiro Básico para Exportação

Roteiro Básico para Exportação Roteiro Básico para Exportação As empresas interessadas em efetuar exportações deverão, em primeiro lugar, inscrever-se no RADAR, que corresponde ao Registro de Exportadores e Importadores da Inspetoria

Leia mais

V Pedreiros e Vendedores. 1 Introdução

V Pedreiros e Vendedores. 1 Introdução V Pedreiros e Vendedores 1 Introdução No contexto da análise dos trabalhadores por conta própria, tendo em vista a destacada participação nos grupamentos de atividades da construção (17,4%) e do comércio

Leia mais

Envelhecimento da população residente em Portugal e na União Europeia

Envelhecimento da população residente em Portugal e na União Europeia Dia Mundial da População 11 julho de 15 1 de julho de 15 Envelhecimento da população residente em e na União Europeia Para assinalar o Dia Mundial da População (11 de julho), o Instituto Nacional de Estatística

Leia mais

Rotulagem Ambiental. Assunta Camilo Abril 2013 São Paulo

Rotulagem Ambiental. Assunta Camilo Abril 2013 São Paulo Rotulagem Ambiental Assunta Camilo Abril 2013 São Paulo Objetivo da Rotulagem Ambiental É promover a melhoria da Qualidade Ambiental de produtos e processos mediante a mobilização das forças de mercado

Leia mais

PERFIL DOS FABRICANTES DE ESTRUTURAS DE AÇO. Resumo Executivo Pesquisa 2013

PERFIL DOS FABRICANTES DE ESTRUTURAS DE AÇO. Resumo Executivo Pesquisa 2013 PERFIL DOS FABRICANTES DE ESTRUTURAS DE AÇO Resumo Executivo Pesquisa 2013 APRESENTAÇÃO Em ação conjunta para o melhor conhecimento das capacidades do mercado brasileiro da construção em aço, o CBCA Centro

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E INOVAÇÃO

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E INOVAÇÃO MINISTÉRIO DA ECONOMIA E INOVAÇÃO Direcção de Serviços de Estudos e Estratégia Turísticos Divisão de Recolha e Análise Estatística Índice Introdução Proveito Médio de Aposento Conceitos Anexos Proveitos

Leia mais

Sumário executivo. Em conjunto, as empresas que implementaram

Sumário executivo. Em conjunto, as empresas que implementaram 10 Sumário executivo Conclusões coordenadas pela Deloitte, em articulação com os membros do Grupo de Trabalho da AÇÃO 7 Sumário executivo Em conjunto, as empresas que implementaram estes 17 projetos representam

Leia mais

Mais clima para todos

Mais clima para todos Mais clima para todos 1 Mais clima para todos Na União Europeia, entre 1990 e 2011, o setor dos resíduos representou 2,9% das emissões de gases com efeito de estufa (GEE), e foi o 4º setor que mais contribuiu

Leia mais

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico.

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico. Síntese APRESENTAÇÃO O Relatório da Competitividade é elaborado anualmente, com o objectivo de monitorizar a evolução de um conjunto de indicadores ( Carteira de Indicadores ) em Portugal e a sua comparação

Leia mais

Revista de Actividades de Educação Ambiental. Junho 2010 n.º 7

Revista de Actividades de Educação Ambiental. Junho 2010 n.º 7 Revista de Actividades de Educação Ambiental Junho 2010 n.º 7 Quanta honra o nosso Henrique ter sido o Ecomosqueteiro do ano 2010... Henrique, sabias que em 2009 o nosso Município produziu uma quantidade

Leia mais

O âmbito geográfico deste estudo é Portugal continental e as regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Saidas. Entradas. Mudanças de emprego

O âmbito geográfico deste estudo é Portugal continental e as regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Saidas. Entradas. Mudanças de emprego Mobilidade dos Trabalhadores ESTATÍSTICAS STICAS em síntese O presente estudo baseia-se nas informações que integram a base do Sistema de Informação Longitudinal de Empresas, Estabelecimentos e Trabalhadores

Leia mais

8.ª Jornadas Técnicas Internacionais de Resíduos

8.ª Jornadas Técnicas Internacionais de Resíduos 8.ª Jornadas Técnicas Internacionais de Resíduos LIFE CYCLE ASSESSMENT OF PACKAGING WASTE MANAGEMENT IN PORTUGAL Ferreira, S.F., Cabral, M., Simões, P., Cruz, N., Marques, R.C. (IST ULisboa) Portugal IST,

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros Danos d. Automóvel II PROVISÕES TÉCNICAS E ATIVOS REPRESENTATIVOS

Leia mais

III Conferência Internacional sobre Resíduos Urbanos. Sociedade Ponto Verde Reutilização e Reciclagem. Objectivos 2020

III Conferência Internacional sobre Resíduos Urbanos. Sociedade Ponto Verde Reutilização e Reciclagem. Objectivos 2020 III Conferência Internacional sobre Resíduos Urbanos Porto, 23 e 24 de Outubro de 2008 Sociedade Ponto Verde Reutilização e Reciclagem. Objectivos 2020 Luís Veiga Martins REUTILIZAÇÃO OU RECICLAGEM COEXISTÊNCIA

Leia mais

Construção continua em queda

Construção continua em queda Construção: Obras licenciadas e concluídas 2º Trimestre de 2012 - Dados preliminares 13 de setembro de 2012 Construção continua em queda O licenciamento de obras acentuou a sua trajetória descendente,

Leia mais

Nota introdutória. PME em Números 1 IAPMEI ICEP

Nota introdutória. PME em Números 1 IAPMEI ICEP PME em Números PME em Números 1 Nota introdutória De acordo com o disposto na definição europeia 1, são classificadas como PME as empresas com menos de 250 trabalhadores cujo volume de negócios anual não

Leia mais

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_ e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_ e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N. Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 01 janeiro 2011 Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_

Leia mais

BALANÇO SOCIAL 2014 Março de 2015

BALANÇO SOCIAL 2014 Março de 2015 BALANÇO SOCIAL 2014 Março de 2015 Índice Nota de apresentação... 3 Organograma da DREM... 4 1. Pessoal ao serviço por tipo de carreira e tipo de contratação, segundo o sexo... 5 2. Estrutura etária segundo

Leia mais

VEÍCULOS EM FIM DE VIDA

VEÍCULOS EM FIM DE VIDA TEMA 7 VEÍCULOS EM FIM DE VIDA B. NÍVEL MAIS AVANÇADO De acordo com o Decreto-lei nº 196/2003, de 23 de Agosto, entende-se por veículo qualquer veículo classificado nas categorias M1 1 ou N1 2 definidas

Leia mais

PLANO DE COMUNICAÇÃO 2014/2015 Comunidade escolar

PLANO DE COMUNICAÇÃO 2014/2015 Comunidade escolar PLANO DE COMUNICAÇÃO 2014/2015 Comunidade escolar DADOS GERAIS RESINORTE Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, SA: A entidade responsável pela exploração e gestão do sistema multimunicipal de triagem,

Leia mais

OS TECNOSISTEMAS - O CASO DA ILHA DO PICO Perspectivas de desenvolvimento

OS TECNOSISTEMAS - O CASO DA ILHA DO PICO Perspectivas de desenvolvimento A GESTÃO DE RESÍDUOS EM ZONAS INSULARES: UM DESAFIO PARA OS AÇORES OS TECNOSISTEMAS - O CASO DA ILHA DO PICO Perspectivas de desenvolvimento Paulo Santos Monteiro (Prof. Auxiliar da FEUP) 1.700 km 270

Leia mais

Balanço a 30 de Junho de 2004

Balanço a 30 de Junho de 2004 Caracterização Em 30 de Junho o registo central de ajudas de minimis apresentava um volume financeiro de apoios aprovados de mais de 612 milhões de euros, sendo composto por 37 337 registos de apoios.

Leia mais

Joana Rodrigues. Valor Ambiente Gestão e Administração de Resíduos da Madeira, S.A.

Joana Rodrigues. Valor Ambiente Gestão e Administração de Resíduos da Madeira, S.A. SISTEMA DE GESTÃO DE RESÍDUOS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA O presente projecto, co-financiado pelo Fundo de Coesão da União Europeia, contribui para a redução das disparidades sociais e económicas entre

Leia mais

12.6.2012 Jornal Oficial da União Europeia L 151/9

12.6.2012 Jornal Oficial da União Europeia L 151/9 12.6.2012 Jornal Oficial da União Europeia L 151/9 REGULAMENTO (UE) N. o 493/2012 DA COMISSÃO de 11 de junho de 2012 que estabelece, em conformidade com a Diretiva 2006/66/CE do Parlamento Europeu e do

Leia mais

VALORPNEU. 1 - Funcionamento do Sistema

VALORPNEU. 1 - Funcionamento do Sistema RELATÓRIO DE ATIVIDADES 211 VALORPNEU www.valorpneu.pt Entidade Actividade Licença Valorpneu Sociedade de Gestão de Pneus, Lda Gestão de um Sistema Integrado de Gestão de Pneus Usados (SGPU) Despacho nº

Leia mais

Em 2007, por cada indivíduo nascido em Portugal, foram criadas 1,6 empresas

Em 2007, por cada indivíduo nascido em Portugal, foram criadas 1,6 empresas Em 2007, por cada indivíduo nascido em Portugal, foram criadas 1,6 empresas O Instituto Nacional de Estatística apresentou os primeiros resultados 1 sobre o empreendedorismo em Portugal para o período

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO ASF Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

VAMOS FAZER MENOS LIXO: REDUÇÃO REUTILIZAÇÃO REDUÇÃO, REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM

VAMOS FAZER MENOS LIXO: REDUÇÃO REUTILIZAÇÃO REDUÇÃO, REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM 1 VAMOS FAZER MENOS LIXO: REDUÇÃO, REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM POLÍTICA DOS 3 R S: consiste na aplicação dos seguintes princípios, por ordem de prioridade: REDUÇÃO da quantidade de resíduos produzidos e

Leia mais

Procedimento dos Défices Excessivos (2ª Notificação de 2014)

Procedimento dos Défices Excessivos (2ª Notificação de 2014) Procedimento dos Défices Excessivos 2ª Notificação 2014 30 de setembro de 2014 Procedimento dos Défices Excessivos (2ª Notificação de 2014) Nos termos dos Regulamentos da União Europeia, o INE envia hoje

Leia mais

Salários na Construção Civil nos anos 2000: entre a formalização e a rotatividade

Salários na Construção Civil nos anos 2000: entre a formalização e a rotatividade Dezembro 2011 Nº 6 Salários na Construção Civil nos anos 2000: entre a formalização e a rotatividade Durante a década de 1990, com o enfraquecimento das instituições reguladoras da economia e da sociedade

Leia mais

Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho não elimina desigualdades

Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho não elimina desigualdades A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DE PORTO ALEGRE NOS ANOS 2000 Boletim Especial: Dia Internacional das Mulheres MARÇO/2010 Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho

Leia mais

A implantação da PNRS na visão da Abralatas

A implantação da PNRS na visão da Abralatas A implantação da PNRS na visão da Abralatas Renault de Freitas Castro Diretor Executivo Abralatas XV Congresso Brasileiro do Ministério Público de Meio Ambiente Rio de Janeiro-RJ, 24 de outubro de 2014

Leia mais

ELETRICIDADE ELETRICIDADE SETEMBRO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento

ELETRICIDADE ELETRICIDADE SETEMBRO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento SETEMBRO 2013 LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador Todos os consumidores de energia elétrica em Portugal continental podem livremente escolher o seu fornecedor desde setembro de

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Meio Ambiente, da Saúde Pública e da Política do Consumidor

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Meio Ambiente, da Saúde Pública e da Política do Consumidor PARLAMENTO EUROPEU 1999 2004 Comissão do Meio Ambiente, da Saúde Pública e da Política do Consumidor 31 de Março de 2004 PE 340.787/1-10 ALTERAÇÕES 1-10 Projecto de relatório (PE 340.787) Hans Blokland

Leia mais

Sistema de Produção e Escoamento de Gás e Condensado no Campo de Mexilhão, Bacia de Santos

Sistema de Produção e Escoamento de Gás e Condensado no Campo de Mexilhão, Bacia de Santos Sistema de Produção e Escoamento de Gás e Condensado no Campo de Mexilhão, Bacia de Santos (Unidade de Tratamento e Processamento de Gás Monteiro Lobato UTGCA) 3º Relatório Semestral Programa de gerenciamento

Leia mais

Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes Perguntas Frequentes Embalagens e Resíduos de Embalagens 1. Qual o enquadramento legal para embalagens e resíduos de embalagens? 2. Na adesão à entidade gestora do sistema integrado de embalagens e resíduos

Leia mais

Mineração de aterros - enquadramento na estratégia de resíduos. Joana Sabino Chefe da Divisão de Resíduos Sectoriais

Mineração de aterros - enquadramento na estratégia de resíduos. Joana Sabino Chefe da Divisão de Resíduos Sectoriais Mineração de aterros - enquadramento na estratégia de resíduos Joana Sabino Chefe da Divisão de Resíduos Sectoriais Missão Executa a sua missão através da cooperação próxima e articulada com outros organismos

Leia mais

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática A Abiquim e suas ações de mitigação das mudanças climáticas As empresas químicas associadas à Abiquim, que representam cerca

Leia mais

Avaliação de Ciclo de Vida. Buscando as alternativas mais sustentáveis para o mercado de tintas

Avaliação de Ciclo de Vida. Buscando as alternativas mais sustentáveis para o mercado de tintas Avaliação de Ciclo de Vida Buscando as alternativas mais sustentáveis para o mercado de tintas Todo produto tem uma história Cada produto que chega às nossas mãos passa por diversos processos diferentes

Leia mais

ELETRICIDADE ELETRICIDADE DEZEMBRO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento

ELETRICIDADE ELETRICIDADE DEZEMBRO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento DEZEMBRO 2013 LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador Todos os consumidores de energia elétrica em Portugal continental podem livremente escolher o seu fornecedor desde setembro de

Leia mais

ELETRICIDADE ELETRICIDADE NOVEMBRO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento

ELETRICIDADE ELETRICIDADE NOVEMBRO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento NOVEMBRO 2013 LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador Todos os consumidores de energia elétrica em Portugal continental podem livremente escolher o seu fornecedor desde setembro de

Leia mais

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 22/01 Economia 25/01 Comércio Internacional 26/01 Taxas de Juro 29/01 Economia 31/01 Desemprego 31/01 Investimento Banco de Portugal divulgou Boletim Estatístico Janeiro 2007 http://epp.eurostat.ec.europa.eu/pls/portal/docs/page/pgp_prd_cat_prerel/pge_cat_prerel_year_2007/pge_

Leia mais

METALOMECÂNICA RELATÓRIO DE CONJUNTURA

METALOMECÂNICA RELATÓRIO DE CONJUNTURA METALOMECÂNICA RELATÓRIO DE CONJUNTURA 1. Indicadores e Variáveis das Empresas A indústria metalomecânica engloba os sectores de fabricação de produtos metálicos, excepto máquinas e equipamento (CAE )

Leia mais

IMPACTOS DO SISTEMA SIMPLES SOBRE A MORTALIDADE DE MICROS E PEQUENAS EMPRESAS: um estudo sobre os empreendimentos no município de Castanhal, PA

IMPACTOS DO SISTEMA SIMPLES SOBRE A MORTALIDADE DE MICROS E PEQUENAS EMPRESAS: um estudo sobre os empreendimentos no município de Castanhal, PA IMPACTOS DO SISTEMA SIMPLES SOBRE A MORTALIDADE DE MICROS E PEQUENAS EMPRESAS: um estudo sobre os empreendimentos no município de Castanhal, PA Rui Cidarta Araújo de Carvalho, Edson Aparecida de Araújo

Leia mais

Crescimento Econômico Brasileiro: Análise e Perspectivas

Crescimento Econômico Brasileiro: Análise e Perspectivas Crescimento Econômico Brasileiro: Análise e Perspectivas Fernando A. Veloso Ibmec/RJ XII Seminário Anual de Metas para a Inflação Maio de 2010 Crescimento da Renda per Capita Entre 1960 e 1980, a renda

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO ASF Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

Hipótese Estatística:

Hipótese Estatística: 1 PUCRS FAMAT DEPTº DE ESTATÍSTICA TESTE DE HIPÓTESE SÉRGIO KATO Trata-se de uma técnica para se fazer inferência estatística. Ou seja, a partir de um teste de hipóteses, realizado com os dados amostrais,

Leia mais

FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO

FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO relatório de contas 2 FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS 3 4 FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

Leia mais

INFORMAÇÃO PARA ACESSO À LINHA DE CRÉDITO INVESTE QREN

INFORMAÇÃO PARA ACESSO À LINHA DE CRÉDITO INVESTE QREN INFORMAÇÃO PARA ACESSO À LINHA DE CRÉDITO INVESTE QREN A. BENEFICIÁRIOS Entidades beneficiárias dos Sistemas de Incentivos do QREN (SI QREN) e do Sistema de Apoio a Ações Coletivas (SIAC) que: 1. Tenham

Leia mais

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS À

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS À TODOS OS DIREITOS RESERVADOS À Felisoni & Associados E AO PROVAR - Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração, instituição conveniada com a FEA/USP - é proibida a reprodução

Leia mais

A QUESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS NA ALEMANHA, NA FRANÇA, NA ESPANHA E NO CANADÁ

A QUESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS NA ALEMANHA, NA FRANÇA, NA ESPANHA E NO CANADÁ A QUESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS NA ALEMANHA, NA FRANÇA, NA ESPANHA E NO CANADÁ Ilídia da A. G. Martins Juras Consultora Legislativa da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial,

Leia mais

Energia, tecnologia e política climática: perspectivas mundiais para 2030 MENSAGENS-CHAVE

Energia, tecnologia e política climática: perspectivas mundiais para 2030 MENSAGENS-CHAVE Energia, tecnologia e política climática: perspectivas mundiais para 2030 MENSAGENS-CHAVE Cenário de referência O estudo WETO apresenta um cenário de referência que descreve a futura situação energética

Leia mais

Investimentos O Governo Federal oferece 1.047 vagas de até R$ 8.300,00

Investimentos O Governo Federal oferece 1.047 vagas de até R$ 8.300,00 Investimentos Segundo pesquisas, ao se fazer um curso de graduação, por exemplo, a média salarial aumentará cerca de 168%, ou seja, quem ganha R$ 1000,00, ao terminar um curso de graduação tem grandes

Leia mais

Notas sobre a população a propósito da evolução recente do número de nascimentos

Notas sobre a população a propósito da evolução recente do número de nascimentos Maria João Valente Rosa* Análise Social, vol. xxxiii (145), 1998 (1. ), 183-188 Notas sobre a população a propósito da evolução recente do número de nascimentos O número de nascimentos em Portugal tem

Leia mais