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1 breve comunicação ISSN AUTOCLAVE: ASPECTOS DE ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E VALIDAÇÃO Carlos Righetti; Paulo Cesar Gomes Vieira Seção de Meios de Cultura do Instituto Butantan Autor para correspondência: Carlos Righetti Data de recebimento: 12/12/2011 Aceito para publicação: 03/05/2012 Neste artigo foram delineados os procedimentos que devem ser observados desde a instalação de uma autoclave até a liberação do material esterilizado. Como todo procedimento estabelecido com o objetivo de implantar excelência dos resultados, a esterilização por vapor úmido sob pressão realizada em uma autoclave deve ter todos os parâmetros de funcionamento analisados e documentos. Assim, um roteiro embasado na literatura disponível nas bases de dados, aliado a nossa experiência de mais de 40 anos implantando Boas Práticas de Laboratório (GLP Good Laboratory Practices), foi delineado, prevendo desde remoção do ar no interior da câmara, qualidade do vapor, distribuição do calor no interior da câmara, instrumentos de validação, indicadores de esterilização, documentação, liberação RESUMO Palavraschave: 1 Introdução O setor de esterilização de materiais de um biotério constitui a unidade mais importante para a garantia de qualidade sanitária dos animais. O calor úmido sob pressão representa uma das formas mais econômicas e seguras de esterilização 1, procedimento realizado em autoclave, que quando instalada na fronteira entre a área externa e interna, maximiza a garantia de ausência de contaminantes. mentos, devese levar em consideração para uma autoclave, a sua estrutura e o desenho, adequados às dimensões do espaço disponível no biotério, cações do aço inoxidável, carga máxima, sistemas de alarmes, sistemas de monitoramentos, serviços de manutenção e parâmetros operacionais que atendam as normas técnicas e de biossegurança. A instalação deve seguir as recomendações quanto ao material e diâmetro dos tubos de conexões. Todos os parâmetros de instalações devem ser A esterilização pelo vapor saturado sob pressão, realizado em autoclaves, destrói microrganismo pela ação combinada da temperatura, pressão e umidade que promovem a termocoagulação e a desnaturação das proteínas 2. A ABNT NBR ISO : calor úmido no desenvolvimento do processo, na validação e no controle da rotina de esterilização. Envolve todos os processos por calor úmido, incluindo vapor saturado e mistura arvapor. Desta forma, este trabalho tem como proposta delinear os procedimentos que devem ser observados desde a instalação de uma autoclave até a liberação do material esterilizado. 2 qualificação de instalação da autoclave documentais de que o equipamento e instrumentos foram instalados de acordo com as instruções do fabricante, possuindo a capacidade adequada ao objetivo de uso, calibrados e introduzidos em um RESBCAL, São Paulo, v.1 n.2, p , abr./maio/jun

2 AUTOCLAVE: ASPECTOS DE ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E VALIDAÇÃO programa de calibrações, tenham sido realizados testes de distribuição de calor, vazamento na câmara sob vácuo e sob pressão positiva de até 1,5 vezes a pressão normal de operação, determinação de fatores de desempenho físico. 3 qualificação operacional do equipamento ável, deve se basear em testes de: controles, alarmes, funções de monitoramento e indicadores de operação; integridade da câmara para manutenção da pressão; manutenção do vácuo. O operador 3.1 Remoção do ar no interior da câmara Se a autoclave for do tipo deslocamento gravitacional, prévácuo ou mistura arvapor, a remoção do ar é o principal fator de sucesso do processo de esterilização, uma vez que sua presença acarretará pontos frios no interior da massa a ser esterilizada. A eliminação do ar por pulsos repetidos de vapor, intercalados com vácuo, representa a mais elimina o intervalo do aquecimento entre a massa e a temperatura da câmara 4. No deslocamento gravitacional a autoclave tem a parede dupla, com um espaço por onde circula o vapor mantendo a câmara aquecida entre as fases de esterilização, a introdução do vapor empurra o ar através da tubulação de saída, tornando o processo mais lento do que nas autoclaves prévácuo, onde o ar é removido por exaustão mecânica, fazendo com que quando o vapor for admitido na câmara já evacuada, a penetração na carga seja praticamente instantânea Qualidade do vapor O vapor deve apresentarse entre duas fases de agregação, a líquida e a gasosa, sendo que a mudança de uma fase para outra se faz à custa de grande troca de energia, fornecendo assim requisitos necessários à destruição térmica dos microorganismos 6. A qualidade do vapor é fundamental, representando o peso do vapor seco na mistura e a quantidade de água presente. Se a qualidade do vapor for de água no estado limiar e três no estado líquido. Vapor ideal contém 100% de saturação. A qualidade afeta o grau de esterilização e secagem do material Distribuição do calor no interior da câmara O estudo da distribuição do calor deve ser cuidadosamente realizado, pois irá determinar a variação de temperatura dentro da câmara e deve ser feita antes dos estudos de penetração do calor. Realizado em câmara vazia e preenchida, utilizandose sensores de temperatura calibrados e ampolas de bioindicadores. Este teste é feito usando o ciclo mínimo e máximo pamento. Repetido para cada estabelecimento de ciclos de tempo e temperatura necessários para cada protocolo, devendo demonstrar que a temperatura entre o exterior e o interior do produto a ser esterilizável atingiu os limites estabelecidos no protocolo. Nos testes devem ser utilizados sensores capazes de gerar dados simultâneos com os intervalos préestabelecidos, com objetivo de permitir determinações de zonas que atingem a temperatura mais rápido ou mais vagarosamente no interior da câmara. A localização de cada sensor deve ser documentado. Recomendase a distribuição dos sensores conforme indicado na Figura 1. Após o primeiro estudo de distribuição de calor, devese repetir para cada material a ser esterilizado um estudo de distribuição de calor com a carga máxima da câmara. Os sensores devem ser colocados vapor, como a parte inferior da autoclave, perto das portas e perto do sistema de drenagem 7. Sensores de temperatura (termopares) previamente calibrados devem ser distribuídos na acoplados a um registrador de temperatura, regis 186 RESBCAL, São Paulo, v.1 n.2, p , abr./maio/jun. 2012

3 Carlos Righetti; Paulo Cesar Gomes Vieira Teste BowieDick, indica a retirada de ar da devendo apresentar uma mudança de cor uniforme quando a operação foi adequada 8. Estão disponíveis comercialmente (Browne, UK) integradores químicos que indicam processos de esterilização de 35 ou 7 minutos a 134ºC, 15 ou 20 minutos a 121ºC, assim como integrador químico, que podem ser utilizados com segurança. Indicadores biológicos devem ser utilizados de acordo com os detalhes de viabilidade e quan Figura 1: Distribuição de sensores térmicos para detecção de zonas térmicas particulares. Estes sensores não devem entrar em contato com superfícies sólidas. trando em intervalos de tempo preestabelecidos. A função dos sensores é acompanhar o aquecimento e observar a distribuição de calor na carga. O número de sensores a ser distribuído pela carga depende do volume da autoclave. Durante o tempo de exposição do produto ao calor úmido, a temperatura de todos os sensores deverá atingir entre 119 e 122ºC e a diferença de temperatura entre todos os sensores de distribuição de calor não deverá exceder 0,5ºC. 3.4 Instrumentos para validação As autoclaves são equipadas com termômetros, manômetros, monovacuômetros que indicam temperatura e pressão nas câmaras internas e externas, devendo ser monitorados a cada ciclo e os registros anotados Indicadores utilizados na esterilização Fita Indicadora de esterilização colocada a cada so de esterilização pelo vapor em autoclaves. A viragem ocorre em listas negras quando atinge a 121ºC. Fitas ou etiquetas adesivas impregnadas com substância química termo sensível deverá apresentar mudança de coloração 5. temperatura de exposição. Isto se aplica tanto para bioindicadores comerciais, como para os preparados no próprio laboratório, a suspensão deve contem de 10 6 a 10 7 esporos 5. Para autoclave, utilizase como bioindicadores em meios de cultura e com indicador de ph. Se a temperatura de 121ºC foi atingida por pelo menos 15 minutos, os esporos foram destruídos. as ampolas ou frascos autoclavados, juntamente com uma ampola ou frasco controle não autoclavado, são incubados em banho Maria à temperatura de 60ºC ± 2ºC por 48 a 72 horas ou no incubador próprio à temperatura de 56ºC ± 2ºC. Nos casos em que os processos de esterilização truídos, portanto, as ampolas com o bioindicador permanecerão da mesma cor inicial, enquanto o controle mudará de cor devido a produção de ácido e turvamento do meio pelo crescimento dos bacilos. Nos processos de esterilização com temperatura de 134ºC não devem ser colocados bioindicadores. Resultados falsopositivos ou negativos podem ocorrer pelo mau posicionamento das ampolas dentro dos pacotes, pela conservação inadequada de temperatura e umidade, incubação incorreta das ampolas, pelo número de ampolas usadas no teste Documentaçao Todo o processo de esterilização e validação deve ser registrado 9 no protocolo pelo Operador, este documento tem que ser assinado pelo opera RESBCAL, São Paulo, v.1 n.2, p , abr./maio/jun

4 AUTOCLAVE: ASPECTOS DE ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E VALIDAÇÃO um protocolo utilizado em biotérios com boas práticas de produção estabelecidas. 3.7 Liberação de Produtos após a Esterilização Os produtos esterilizados deverão ser liberados somente após a realização de: avaliação dos registros da esterilização contra os parâmetros esterilidade dos indicadores biológicos. 3.8 Frequência de Requalificações cutadas periodicamente para detectar qualquer alteração do processo. Tipicamente, uma requaliprotocolo FOLHA 1 Quantidade 2 Condições requeridas Secagem Sim Não 3 Controle de processo A) Fita indicadora passa o teste não passa o teste B) Bioindicador passa o teste não passa o teste Figura 2: 188 RESBCAL, São Paulo, v.1 n.2, p , abr./maio/jun. 2012

5 Carlos Righetti; Paulo Cesar Gomes Vieira 3.9 Limpeza Diária Antes de iniciar o primeiro ciclo do dia e com a câmara interna estando fria, limpar com um pano de limpeza geral umedecido com água potável carrinho e os cestos. Remover a grelha do dreno e que possa estar causando obstrução ou entupimento. Colocar aproximadamente 100 ml de solução de detergente para limpeza da tubulação do dreno. Registrar a limpeza do equipamento no protocolo Limpeza Semanal Realizar a limpeza, preferencialmente às sextasfeiras ou último dia da semana antes de desligar o equipamento. Com a câmara interna fria, limpar com um pano de limpeza geral umedecido com Solução de Álcool Etílico a 70ºGL as superfícies internas da autoclave, o carrinho e os cestos. Remover a grelha do drematerial que possa estar causando obstrução ou entupimento AUTOCLAVE : ASPECTS OF STRUCTURE, PERFORMANCE AND VALIDATION order to deploy excellent results, sterilization by moist steam pressure carried out in an ABSTRACT Keywords: 1. Farmacopéia brasileira, 5ª edição, São Paulo:Atheneu, FolmerJohnson TNO. Introdução à termologia. São Paulo: Nobel; p ABNT NBR ISO :2010. Esterilização de produtos para saúde Vapor. Associação Brasileira de Normas Técnicas. [Citado em 20 abril 2011]. 4. Joslyn LJ. Sterilization by heat. In Block SA ed. Disinfection, sterilization and preservation. Philadelphia:Lea & Febiger; p Couto RC, Pedrosa TMG, Cunha AFA, Amaral DB. Infecção hospitalar e outras complicações nãoinfecciosas da doença: epidemiologia, controle e tratamento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; p Cristovão DA, Gotillo L. Esterilização e desinfecção [dissertação]. São Paulo: Faculdade de Higiene e Saúde Pública USP; Mussef IC, Oliveira AC. Central de material esterilizado CME. In: Martins MA. Manual de infecção hospitalar. Rio de Janeiro:MEDSI, p Graziano KU. Processos de limpeza, desinfecção e esterilização de artigos médicohospitalares. In: Oliveira AC, Armond GA, Clemente WT. Infecções hospitalares. Rio de JaneiroGuanabara Koogan; p Spry C. Understanding current steam sterilization recommendations and guidelines.aorn J. 008;88: REFERêNCias RESBCAL, São Paulo, v.1 n.2, p , abr./maio/jun

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