Critérios para Avaliação do Quesito Segurança Segundo a norma ISO 9126

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1 Faculdade de Tecnologia Critérios para Avaliação do Quesito Segurança Segundo a norma ISO 9126 Alunos: Anderson Mota, André Luiz da Silva Misael Bezerra Rodrigo Damasceno Kaji GTI 5 Noturno Auditoria e Qualidade de Software Prof. Elias Batista Junho 2015 Goiânia GO

2 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO LEVANTAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE WINDOWS 8.1 E WINDOWS SERVER 2012 R MICROSOFT LICENÇAS CALS MICROSOFT OFFICE FIREBIRD SQL APACHE TOMCAT JAVA DEVELOPMENT KIT 8 (JDK) CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 10

3 Auditoria e Qualidade de Software 1 INTRODUÇÃO O objetivo deste documento é realizar o levantamento de ativos de software para a avaliação da segurança da informação quanto aos critérios definidos abaixo, tendo como base a norma NBR ISO 9126 de Qualidade de Produto de Software, pertencendo ao modelo de qualidade das normas da família Abaixo segue a descrição de cada critério para avaliação e a tabela contendo os ativos de software e a descrição de cada um quanto ao provimento da segurança da informação e correções a possíveis vulnerabilidades, no propósito de verificar a viabilidade de aquisição e implantação do mesmo. Será estabelecida na Política de Segurança da Informação as diretrizes para a segurança do tratamento, controle de acesso e uso dos ativos, buscando garantir a proteção e segurança dos dados e informações que são transmitidos ou armazenados, por qualquer meio relacionado aos sistemas de informação, definindo os procedimentos e condutas operacionais a serem aplicados e seguidos por todos os colaboradores da empresa. 2 CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO Integridade das informações: Baseia-se na fidedignidade da informação. Aponta a conformidade dos dados armazenados com relação as alterações, processamentos autorizados efetuados e inserções. Aponta, também, a conformidade dos dados enviados pelo emissor com os recebidos pelo destinatário. A manutenção da integridade deduz a garantia da não violação dos dados, tendo a finalidade de alteração, exclusão ou gravação, seja ela acidental ou proposital. Confidencialidade da informação: baseia-se na garantia de que apenas pessoas autorizadas possuem acesso às informações que são transmitidas ou 1

4 armazenadas por intermédio de uma rede de comunicação. Conservar a confidencialidade da informação deduz que as pessoas não tomem conhecimento de informações não autorizadas de maneira proposital ou acidental. Autenticidade da informação: baseia-se na garantia da autenticidade da fonte das informações. Por intermédio da autenticação é possível certificar a identidade da entidade ou pessoa que presta a informação. Disponibilidade da informação: baseia-se na garantia de que as informações estarão disponíveis aos processos autorizados e às pessoas, a qualquer momento requerido, durante o período acordado entre a área da informática e os gestores da informação. Conservar a disponibilidade da informação deduz garantir a prestação continua do serviço, sem interrupções no abastecimento de informações a quem de direito. 3 LEVANTAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE N Descrição 1 Microsoft Windows Server Microsoft Windows Microsoft - Licenças CALS (para os terminais) 4 Microsoft Office Firebird SQL 6 Apache Tomcat 7 Oracle Java JDK 3.1 WINDOWS 8.1 e WINDOWS SERVER 2012 R2 Auditoria de segurança A auditoria de segurança é uma ferramenta de segurança que tem o objetivo de identificar ataques, bem-sucedidos ou não, contra recursos que são definidos como importantes na avaliação de risco ou que representem uma ameaça na rede. 2

5 Assistente de Configuração de Segurança Ferramenta de diminuição da superfície de ataque que auxilia os administradores no desenvolvimento de políticas de segurança tendo como base a funcionalidade mínima exigida para as funções de um servidor. Controle de Conta de Usuário (UAC) Auxilia na redução do impacto de um programa mal-intencionado. Contas de Serviço Gerenciado de grupo Fornece a mesma funcionalidade que a Conta de Serviço Gerenciado autônoma dentro do domínio, além de expandir essa funcionalidade por vários servidores. Senhas O uso de uma senha secreta é o método mais comum para autenticar a identidade de um usuário como parte do processo de entrada. Controle de acesso Auxilia a proteger aplicativos, arquivos e outros recursos contra o uso não autorizado. AppLocker Fornece gerenciamento de controle de acesso baseado em política para aplicações. Cofre de Credenciais É gerenciado no Painel de Controle, pelo Gerenciador de Credenciais. BitLocker A Criptografia de Unidade de Disco BitLocker permite que seja criptografado todos os dados armazenados nos volumes de dados configurados para computadores que executam versões do Windows com suporte e no volume do 3

6 sistema operacional. Com a utilização de um Trusted Platform Module (TPM), ela pode auxiliar garantindo a integridade de componentes de inicialização antecipada. Disco rígido criptografado Recurso fornecido com o BitLocker com a finalidade de melhorar a segurança e o gerenciamento de dados. TLS/SSL (SSP Schannel) Schannel é um Provedor de Suporte de Segurança que implementa os protocolos de autenticação padrão de Internet TLS e SSL. 3.2 MICROSOFT LICENÇAS CALS Gateway TS Gateway TS provê a melhora da segurança estabelecendo uma conexão criptografada entre os recursos de rede internos e os usuários remotos da Internet nos quais seus aplicativos de produtividade são executados. O Gateway TS permite a conexão a recursos de rede internos por usuários remotos pela Internet, utilizando uma conexão criptografada, sem precisar configurar conexões VPN. O Gateway TS provê um modelo de configuração de segurança abrangente permitindo controlar o acesso a recursos internos de rede específicos. No lugar de permitir que os usuários remotos acessem todos os recursos internos de rede, o Gateway TS fornece uma conexão RDP ponto a ponto. O Gateway TS permite que usuários remotos sejam conectados a recursos da rede interna hospedados entre NATs e atrás de firewalls em redes privadas. A porta 443 é usada pelo Gateway TS para transmissão do tráfego RDP, utilizando um encapsulamento HTTP SSL/TLS. O Gateway TS aproveita o fato da maioria das corporações abrir a porta 443 para possibilidtar a conectividade com a internet para prover conectividade de acesso remoto entre vários firewalls. 4

7 O TS Gateway Manager permite que o administrador configure diretivas de autorização para definir condições que devem ser atendidas para que os usuários remotos se conectem a recursos da rede interna. Por exemplo, pode ser definido quem pode se conectar aos recursos de rede interna ou a quais recursos os usuários possuem permissão para se conectar; se os computadores cliente devem ser membros de grupos de segurança específicos do Active Directory ; se será permitido o redirecionamento de dispositivo e de disco; se os clientes necessitam utilizar a autenticação por senha ou a autenticação de cartão inteligente, ou se podem usar qualquer um dos dois métodos. Pode ser configurado servidores do Gateway TS e clientes dos Serviços de Terminal para utilizar NAP (Network Access Protection), elevando ainda mais a segurança. A NAP é uma tecnologia de criação, atualização e execução de diretivas de integridade em que os administradores do sistema podem impor requisitos de integridade, que incluem requisitos de software, de configuração de computador, de atualização de segurança, além de outras configurações. 3.3 MICROSOFT OFFICE 2013 Os controles de segurança apresentados no Office XP, no Office 2003, no Office 2007 e no Office 2010 ao longo de sua evolução aprimoraram a experiência do usuário, dificultaram e reduziram a superfície de ataques e facilitaram para os administradores de TI a criação de uma forte defesa contra ameaças garantindo a produtividade do usuário. A inclusão dos seguintes recursos reduziu os ataques no Office: Modo de exibição protegido Proteção do fluxo de documento Gerenciamento de patches Agilidade criptográfica Os recursos a seguir aprimoraram a experiência do usuário: O Centro de Confiabilidade e a barra de mensagens, locais confiáveis, editores confiáveis e decisões de confiança 5

8 Prompts de segurança acionáveis Aprimoramentos no recurso Criptografar com Senha Inspetor de Documento Suporte para formato de arquivo XML O Office dificultou a superfície de ataque por meio dos seguintes recursos: Suporte a DEP (Prevenção de Execução de Dados) Aplicação da Política de Grupo Suporte para carimbo de data e hora confiável para assinaturas digitais Verificação e aplicação de complexidade de senha com base em domínio Aprimoramentos de fortalecimento de criptografia Suporte para CryptoAPI O Office reduziu a superfície de ataque por meio dos seguintes recursos: Validação de arquivo do Office Configurações de bloco de arquivo expandido Segurança do controle ActiveX kill bit do ActiveX Verificação de integridade de arquivos criptografados Níveis de segurança de macro 3.4 FIREBIRD SQL O Funcionamento em Segundo Plano O usuário deve se conectar a um servidor Firebird para que através de alguma aplicação tenha acesso a um banco de dados Firebird. Ao receber esta solicitação de conexão, o servidor automaticamente irá verificar as permissões do usuário definidas no arquivo de segurança (normalmente, isc4.gdb). Se o usuário obter sucesso na autenticação, então o servidor fornecerá à aplicação a permissão de acessar qualquer banco de dados que ela requisitar e usar os roles e privilégios definidos neste banco de dados, garantindo um acesso controlado aos objetos. 6

9 Todo servidor Firebird possui usuário SYSDBA, que tem o acesso sem restrição a qualquer banco de dados disponibilizado a esse servidor. Quando o banco de dados é acessado por esse usuário, os privilégios específicos são ignorados. Quando é alocado um banco de dados em um servidor, este usuário tem o poder de definir os privilégios de acordo com as necessidades dos usuários e deste servidor. A segurança do Firebird pressupõe que o servidor estará sendo executado em um ambiente de segurança apropriado. O Firebird em si não toma precaução alguma para evitar riscos externos. Para uma efetiva segurança, o computador que será o servidor deverá ficar armazenado em um local físico de acesso restrito de preferência, para prevenir que alguém tente acessar os arquivos passando pelas restrições do sistema operacional. O Firebird vem com uma série de utilitários de linha de comando que permitem criar bancos de dados, recuperar estatísticas, executar comandos e scripts SQL, efetuar backups e restores, etc. Abaixo segue uma lista de alguns recursos do Firebird: Integridade Referencial Tabelas de Monitoramento Triggers de conexão e transação Tabelas temporárias TraceAPI - saiba o que está acontecendo no servidor 3.5 APACHE TOMCAT O Apache Tomcat é configurado para ser razoavelmente seguro para a maioria dos casos de uso padrão. Alguns ambientes podem exigir mais ou menos da sua configuração de segurança. O Apache Tomcat não deve ser executado sob o usuário root. O acesso deve ser realizado pelo usuário dedicado para o processo do Tomcat e fornecer ao 7

10 usuário as permissões mínimas necessárias para o sistema operacional. As permissões de arquivo também devem ser devidamente restrito. Aplicações web padrão: Geral: remoção de aplicativos que não são necessários evitando a probabilidade de vulnerabilidades. Documentação: Remoção de uma instância Tomcat acessível ao público evitando a identificação da versão do Tomcat que está sendo usado. Example: A aplicação example web sempre deve ser removida de qualquer instalação de segurança sensíveis. Manager: o aplicativo Manager não deve ser acessível por padrão á nenhum usuário que estiver configurado com o acesso ao sistema. Java Security Manager: este é quem permite um navegador da Web de executar um applet em sua própria sandbox para evitar que um código não confiável acesse arquivos no sistema de arquivos local, conectando a um host diferente daquele que o applet foi carregado e assim por diante. Da mesma forma, o SecurityManager protege o usuário de um applet não confiável em execução no navegador, o uso do SecurityManager durante a execução do Tomcat pode proteger o servidor de servlets de tróia, JSPs, JSP beans e bibliotecas de tags, ou até mesmo erros inadvertidos. 3.6 JAVA DEVELOPMENT KIT 8 (JDK) O Java possui um recurso que permite gerenciar quando e como aplicações Java não confiáveis, ou seja, aplicações que sejam assinadas digitalmente por um editor desconhecido ou um certificado que não tenha sido emitido por uma Autoridade de Certificação confiável serão executadas se estiverem incluídas em uma página web. A escolha do nível de segurança dentro do Painel de Controle do Java define se será solicitado permissão antes de uma aplicação Java não confiável ser executada (MÉDIA ou ALTA) ou o bloqueio das não confiáveis para que não sejam executadas (MUITO ALTO). 8

11 A partir do Java 7 Update 51, é necessário incluir a Lista de Sites de Exceção os sites que os hospedam para que os applets que não estão em conformidade com as práticas de segurança mais recentes possam continuar a ser executados. Níveis de segurança no Painel de Controle do Java: Muito Alto: esta é a definição do nível de segurança mais restritiva. Todas as aplicações serão bloqueadas exceto as aplicações que são assinadas com um certificado válido e incluem o atributo Permissões no manifesto do arquivo JAR principal, essas serão executadas com prompts de segurança. Alto: essa é a definição padrão e de nível mínimo de segurança recomendada. Possuem permissão para serem executadas com prompts de segurança todas as aplicações que são assinadas com um certificado válido ou expirado e incluem o atributo Permissões no manifesto do arquivo JAR principal. Quando o status de revogação do certificado não pode ser verificado estas aplicações também irão possuir permissão para serem executadas com prompts de segurança. Serão bloqueadas todas as outras aplicações. 4 CONCLUSÃO Através da análise dos ativos de software da empresa GOTRANS e dos critérios a serem utilizados para a avaliação dos mesmos, devem oferecer suporte, prazo para correções e segurança quanto a integridade das informações, a confidencialidade, a autenticidade e disponibilidade das mesmas. Todos estes ativos de software seguidos de diretrizes para implementação focando na segurança e ao mesmo tempo no desenvolvimento de uma política de segurança seguindo diretrizes para o tratamento, manuseio e controle dos ativos, minimizam a probabilidade de vulnerabilidades quanto aos dados e informações trafegadas ou armazenadas, satisfazendo a utilização destes pela empresa GOTRANS. 9

12 5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: Apache Tomcat. Security Considerations. Disponível em: CANTU, Carlos H. Conheça o Firebird em 2 minutos. Disponível em: Acesso em: 08 Junho DEVMEDIA. Dicas de segurança no Firebird. Disponível em: Acesso em: 08 Junho ISTF. Disponível em: Acesso em: 02 Junho JAVA. Disponível em: https://java.com/pt_br/download/faq/security-tips.xml. Acesso em: 08 Junho JAVA. Disponível em: https://java.com/pt_br/download/help/jcp_security.xml. Acesso em: 08 Junho TechNet. Visão geral dos Serviços de Terminal. Disponível em: https://technet.microsoft.com/pt-br/library/cc755053%28v=ws.10%29.aspx. Acesso em: 07 Junho TechNet. Visão geral de segurança e proteção. Disponível em: https://technet.microsoft.com/pt-br/library/hh aspx. Acesso em: 06 Junho Tribunal de contas da União. Boas práticas em segurança da informação. 2.ed. Brasília, DF: TCU, Secretaria de Fiscalização de Tecnologia da Informação,

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