ASPECTOS INSTITUCIONAIS DA GESTÃO AMBIENTAL E DE RECURSOS HÍDRICOS NO ESTADO DE SÃO PAULO, BRASIL

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1 ASPECTOS INSTITUCIONAIS DA GESTÃO AMBIENTAL E DE RECURSOS HÍDRICOS NO ESTADO DE SÃO PAULO, BRASIL Giuliano Marcon* Departamento de Saúde Ambiental, Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo USP. Graduado (1994) e mestre em Engenharia de Produção pela USP (1998). Colaborador da Fundação Atech, participou dos projetos Brasil em Ação - Eixos da Amazônia e Agenda 21 Brasileira - Agricultura Sustentável (1998/1999). Especialização em Gestão Ambiental e doutoramento em andamento em Saúde Ambiental pela Faculdade de Saúde Pública da USP. Luis Eduardo Grisotto Gregolin Sidnei Garcia Canhedo Jr Arlindo Philippi Jr * Av. Dr. Arnaldo, São Paulo - SP CEP Brasil. Tel Fax: RESUMO Em âmbito federal, a Lei n.6.938, de 31 de agosto de 1981, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente e sobre o Sistema Nacional do Meio Ambiente, e a Lei n.9.433, de 8 de janeiro de 1997, que institui a Política Nacional de Recursos Hídricos e cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, assim como os artigos n.23, 24, 30 e 225 da própria Constituição Federal de 1988, viabilizaram o arcabouço legal para o estabelecimento de sistemas de gestão ambiental e de recursos hídricos. No âmbito do Estado de São Paulo, a Lei estadual n.7.663, de 30 de dezembro de 1991, estabelece normas de orientação à Política Estadual de Recursos Hídricos e ao Sistema Integrado de Gerenciamento de Recursos Hídricos - SIGRH, e a Lei estadual n.9.509, de 20 de março de 1997, estabelece a Política Estadual do Meio Ambiente e o Sistema Estadual da Qualidade Ambiental, Proteção, Controle e Desenvolvimento do Meio Ambiente e Uso Adequado dos Recursos Naturais - SEAQUA. As Leis estaduais n e n especificam, dessa forma, o funcionamento desses sistemas no Estado de São Paulo. Quanto à gestão ambiental paulista observa-se a necessidade de melhor definição de competências, articulação e comunicação entre órgãos da Secretaria Estadual do Meio Ambiente - SMA. Tal como ocorre no SIGRH, através dos Comitês de Bacias Hidrográficas CBHs, poderiam existir entes colegiados regionais no Estado de São Paulo, na promoção do aspecto democrático nas decisões sobre o meio ambiente. Por fim, identificase a premência da cobrança pelo uso dos recursos hídricos paulistas, para possibilitar o funcionamento pleno do SIGRH e conseqüentemente o desenvolvimento sustentável regional. Palavras Chave: Gestão ambiental estadual; gestão estadual de recursos hídricos, sistema de gestão ambiental, sistema de recursos hídricos. INTRODUÇÃO A promulgação da Lei federal n.6.938, de 31 de agosto de 1981, inova na gestão ambiental brasileira, considerando o tratamento sistêmico do meio ambiente, propondo um sistema de gerenciamento e instrumentos para operacionalizá-lo. A partir daí, um conjunto de leis relativas ao meio ambiente é desenvolvido em âmbito nacional, resultando nas Leis n.7.347, de 24 de julho de 1985, de Direitos Difusos, e n.9.605, de 12 de fevereiro de 1998, de Crimes Ambientais, entre outras. O uso prioritário da água para o setor energético, dado pelo Código de Águas, criado pelo Decreto n , de 10 de julho de 1934, é alterado com a Lei n.9.433, de 8 de janeiro de A partir desse momento, muda-se completamente a forma de gestão dos recursos hídricos no Brasil. 1

2 Entende-se assim, que a gestão ambiental e a gestão de recursos hídricos vêm se estruturando no Brasil até mesmo antes da promulgação da Constituição Federal de No entanto, esta Carta Magna trouxe consigo uma nova tônica da administração federativa do meio ambiente, possibilitando adequação às normas legais vigentes e disponibilizando mecanismos para a implementação daquelas que ainda seriam promulgadas para a gestão ambiental e a de recursos hídricos (BRASIL, 2000). O Artigo n.225 elege entre seus princípios, o meio ambiente ecologicamente equilibrado como direito fundamental do homem (BENJAMIN, 1999), e a natureza pública da proteção ambiental (MILARÉ, 2001). O Artigo n.23 estabelece que é competência comum da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a natureza administrativa da proteção do meio ambiente e o combate a poluição, bem como da preservação das florestas, da fauna e da flora. Já o Artigo n.24 estabelece a competência concorrente entre União, estados e o distrito Federal para legislar sobre florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle da poluição, e outros. O Artigo n.30 acrescenta que os municípios podem legislar, em caráter suplementar à esfera federal e à estadual no que couber. O Estado de São Paulo foi o primeiro do Brasil a inovar na legislação sobre recursos hídricos, com a promulgação da Lei estadual n.7.663, de 30 de dezembro de Sua legislação sobre meio ambiente já havia sido criada pelo Decreto n , de 24 de março de 1986, além de uma instrumentação legal criada na década de 70, constituída, sobretudo, para monitorar as atividades poluidoras decorrentes do desenvolvimento industrial do Estado. Montado o arcabouço legal para a gestão ambiental e de recursos hídricos, torna-se propício discutir-se seus elementos institucionais de viabilização. OBJETIVO Descrever os aspectos institucionais da gestão ambiental e de recursos hídricos no Estado de São Paulo. MÉTODO A reflexão partiu do diagnóstico da gestão ambiental no Estado de São Paulo, realizado pelo Ministério do Meio Ambiente MMA e da Lei do Estado de São Paulo n.7.663, que estabelece a Política Estadual de Recursos Hídricos e o Sistema Integrado de Gerenciamento de Recursos Hídricos - SIGRH. GESTÃO AMBIENTAL NO ESTADO DE SÃO PAULO A Lei estadual n.9.509, de 20 de março de 1997, dispõe sobre a Política Estadual do Meio Ambiente, que tem como objetivo compatibilizar o desenvolvimento econômico e social como preservação da qualidade do meio ambiente e do equilíbrio ecológico. Esta Lei estabelece o Sistema Estadual da Qualidade Ambiental, Proteção, Controle e Desenvolvimento do Meio Ambiente e Uso Adequado dos Recursos Naturais SEAQUA cujo órgão central é a Secretaria Estadual do Meio Ambiente SMA, também órgão seccional do Sistema Nacional do Meio Ambiente SISNAMA no Estado de São Paulo (CPDS, 2001). A função da SMA é planejar, coordenar, supervisionar, controlar a política e as diretrizes governamentais para a administração da qualidade ambiental. Organizada em 1986, a partir de departamentos e outros órgãos, apresenta estrutura compartimentada e dificuldades de operacionalização devido à falta de comunicação e articulação, à sobreposição de atribuição e à lacuna de competência, conforme é relatado em CPDS (2001). A Figura 1 apresenta a estrutura básica da SMA. A estrutura do SEAQUA inclui ainda os órgãos executores, os setoriais e os locais, descritos na seqüência. Os órgãos executores são instituídos pelo Poder Público e têm a finalidade de executar e fazer executar a política e as diretrizes governamentais para a administração da qualidade ambiental. Os órgãos setoriais são aqueles integrantes da administração estadual direta, indireta e fundacional, que possuem atividades relacionadas à proteção, ao disciplinamento de uso e ao controle da produção, comercialização e emprego de procedimentos com potenciais danos ao meio ambiente. Os órgãos locais, em nível municipal, são responsáveis pelo controle e fiscalização ambiental em suas áreas de atuação, para atividades de impacto ambiental local ou por delegação do Estado de São Paulo. 2

3 Secretaria do Meio Ambiente - SMA Órgão colegiado Conselho Estadual do Meio Ambiente - CONSEMA Órgão colegiado Comitê de Defesa do Litoral - CODEL des Companhia de Tecnologia de Saneamento CETESB des Fundação para Conservação e Produção Florestal do Estado de São Paulo - FF Gabinete do secretário de Informações Técnicas, Documentação e Pesquisa CINP de Licenciamento Ambiental e Proteção de Recursos Naturais - CPRN de Planejamento CPLA de Educação CEAM Departamento de Projetos de Paisagem - DPP Centro de Editoração - CED Figura 1: Estrutura básica da SMA (CPDS, 2001). GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS NO ESTADO DE SÃO PAULO A Lei estadual n estabelece normas de orientação à Política Estadual de Recursos Hídricos, bem como ao SIGRH. Esta política tem como objetivo assegurar que a água possa ser controlada e utilizada, em padrões de qualidade satisfatórios, por seus usuários atuais e pelas gerações futuras, em todo o território do Estado de São Paulo. O SIGRH deve executar a Política Estadual de Recursos Hídricos e também formular, atualizar e aplicar o Plano Estadual de Recursos Hídricos. O SIGRH é composto pela instância deliberativa, representada pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos CRH como órgão central, pelos CBHs / câmaras técnicas e pelas agências de bacia, em nível regional, e pelos órgãos de administração direta ou indireta do Estado; pela instância técnica representada 3

4 pelo Comitê Coordenador do Plano Estadual de Recursos Hídricos - CORHI; e pela instância financeira representada pelo Fundo Estadual de Recursos Hídricos FEHIDRO (CPDS, 2001). As funções destas instâncias são descritas a seguir (BENJAMIN, 1999). O CRH tem funções normativas e deliberativas quanto à formulação, implantação e acompanhamento da Política Estadual de Recursos Hídricos. Outras atribuições estão relacionadas, entre outras, ao enquadramento dos corpos de água em classes e à decisão sobre os conflitos dos diversos CBHs. O CRH tem na presidência a Secretaria de Recursos Hídricos, Saneamento e Obras SRHSO e na vice-presidência a SMA. É composto por representantes do Estado cujas funções estejam relacionadas ao gerenciamento de recursos hídricos; por representantes dos municípios contidos nas bacias hidrográficas; e por representantes de universidades, institutos de ensino superior e de pesquisa, do Ministério Público e da sociedade civil organizada. Os CBHs / câmaras técnicas devem aprovar os programas anuais e plurianuais bem como os planos de utilização de recursos hídricos da bacia. Também devem apreciar os relatórios de situação de recursos hídricos da bacia. São compostos por representantes do Estado e dos municípios, cujas funções estejam relacionadas ao gerenciamento de recursos hídricos e por representantes da sociedade civil. As agências de bacia devem elaborar os planos da bacia e os relatórios de situação dos recursos hídricos da bacia. Possuem a atribuição de gerenciar a aplicação dos recursos financeiros do Fundo Estadual de Recursos Hídricos e de promover a integração dos componentes do SIGRH com o Estado, setor produtivo e a sociedade civil. O CORHI deve fornecer apoio à elaboração dos planos estaduais e dos relatórios estaduais de situação de recursos hídricos, tomando por base as bacias do Estado. Deve promover a integração entre os comitês e a articulação com o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. O CORHI é coordenado pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica DAEE, e ainda tem como componentes a Companhia de Tecnologia de Saneamento CETESB, a SRHSO e a SMA. Possui como secretaria executiva o DAEE, apoiado pela CETESB e pela SMA / de Planejamento CPLA. É composto por membros do Estado de São Paulo componentes do SIGRH. Os planos estaduais de recursos hídricos, ora referenciados, têm vigência de quatro anos e devem ser aprovados por lei. A implementação destes planos é acompanhada em relatórios de situação de recursos hídricos do Estado de São Paulo. Os planos de bacias, base para elaboração do Plano Estadual de Recursos Hídricos, devem orientar os planos diretores municipais no que concerne ao uso dos recursos hídricos da região. O FEHIDRO é um fundo originado pela cobrança de royalties decorrente do aproveitamento da energia hidrelétrica, que o Estado recebe da União, de empréstimos, e que, no futuro, também será decorrente da cobrança do uso dos recursos hídricos paulistas. Este Fundo é organizado em subcontas por UGRHI. O Conselho de Orientação do FEHIDRO COFEHIDRO é composto pelos agentes técnicos DAEE e CETESB, e pela secretaria executiva, que tem além da SRHSO, coordenadora, o DAEE, a CETESB, e o agente financeiro. A SRHSO é responsável pela gestão dos recursos hídricos no Estado e órgão setorial para a implementação da Política Nacional e Estadual do Meio Ambiente. Como a SMA é responsável pela gestão ambiental, ocorre forte vínculo com a SRHSO. O DAEE, parte da SRHSO, tem entre suas atribuições a outorga e fiscalização dos recursos hídricos, o controle da quantidade das águas, o suporte técnico-administrativo aos CBHs, bem como a assessoria técnica, estudos e projetos, análise e acompanhamento de projetos do FEHIDRO. A participação da SMA na gestão de recursos hídricos também se dá pela participação de suas coordenadorias, da CETESB, do Instituto Florestal - IF, da Fundação para Conservação e a Produção Florestal do Estado de São Paulo - FF, do Departamento Estadual de Proteção dos Recursos Naturais - DEPRN / de Licenciamento Ambiental e Proteção de Recursos Naturais CPRN no CRH, nos CBHs e nas câmaras técnicas. CONSIDERAÇÕES FINAIS As dificuldades de operacionalização da SMA, já apontadas, poderiam ser superadas por melhor definição de competências, articulação e comunicação entre seus órgãos. A implementação de entes colegiados regionais de meio ambiente, com a participação da sociedade civil, por todo o Estado de São Paulo poderia promover discussões de questões ambientais locais, elevando assim a importância do aspecto democrático. Quanto à gestão de recursos hídricos no Estado de São Paulo, entende-se como salutar a existência de fóruns colegiados regionais, os CBHs, que possuem fundos financeiros específicos para gerenciamento de seus recursos hídricos. Entretanto, observa-se que a inexistência da cobrança pelo uso dos recursos hídricos impede o funcionamento pleno do SIGRH neste Estado. Em não sendo feita a cobrança, menor é a disponibilidade de recursos financeiros para investimento na própria bacia, na promoção do desenvolvimento sustentável regional. 4

5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Benjamin A.H., organizador, Sícoli J.C.M. e Andrade F.A.V. (1999) Legislação Ambiental, São Paulo, IMESP. Brasil (2000) Constituição da República Federativa do Brasil, Rio de Janeiro, DP & A. [CPDS] Comissão de Política de Desenvolvimento Sustentável (2001) Ministério do Meio Ambiente, Diagnóstico da Gestão Ambiental no Brasil, [documento on line], Disponível em < Brasília. Milaré E. (2001) Direito do Ambiente: doutrina - prática - jurisprudência glossário, São Paulo, Revista dos Tribunais. 5

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