CRITÉRIO DE PROJETO CP-010/2013 R-02

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2 DIRETORIA TÉCNICA PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DA REDE /2013 CRITÉRIO DE PROJETO /2013 R-

3 FOLHA DE CONTROLE

4 I APRESENTAÇÃO O presente Critério de Projeto /2013 R- apresenta as diretrizes e requisitos mínimos a serem atendidos nos projetos de Linhas de Distribuição Aéreas de Alta Tensão a serem construídas nas áreas de concessão da Coelce, onde por padronização iremos considerar a sigla LDAT, além de substituí o Critério de Projeto /2005 R-01. Na concepção e elaboração do projeto de LDAT deve ser levada em consideração à necessidade de oferecer aos consumidores da Coelce uma energia confiável, segura e com qualidade dentro dos padrões requeridos pelos órgãos reguladores. No projeto de LDAT, deve ser dada especial atenção à segurança e estética, de modo que o sistema elétrico de potência seja seguro, apresente um bom aspecto visual e esteja integrado ao meio ambiente. Esta Norma pode, a qualquer momento, ser modificada por razões de ordem técnica ou legal, motivo pelo qual os interessados devem periodicamente, consultar a Coelce quanto às eventuais alterações. Quaisquer sugestões para melhoria devem ser remetidas a Área de Normas de Distribuição para apreciação e posterior aprovação. Elaboração: Keyla Sampaio Câmara Raimundo Furtado Sampaio Área de Normas de Distribuição : Felipe Leite Cardoso dos Santos Área de Normas de Distribuição Equipe de Consenso: Keyla Sampaio Câmara Luis Manoel Cruz Marcos Henrique Maciel Raphael Forte Feijó Barros Raquel Santos Gondim Samy Dias Auad de Queiroz Área de Normas de Distribuição Área Manutenção da Rede AT - Fortaleza e Metropolitana Área de Engenharia da Rede AT Área de Construção de Obras Rede AT Área de Normas de Distribuição Área de Engenharia da Rede AT Apoio: Matheus Sousa Lucena Sandra Lúcia Alenquer da Silva Área de Normas de Distribuição Área de Normas de Distribuição

5 II S U M Á R I O 1 OBJETIVO REFERÊNCIAS NORMATIVAS ABRANGÊNCIA DISPOSIÇÕES GERAIS GERAL FUNCIONALIDADE DAS INSTALAÇÕES TECNOLOGIA MEIO AMBIENTE CONDIÇÕES DE TRABALHO CONFIABILIDADE E CUSTOS CUMPRIMENTO DAS NORMAS E REGULAMENTAÇÕES CONDIÇÕES DE SERVIÇO CONDIÇÕES AMBIENTAIS CARACTERÍSTICAS GERAIS DO SISTEMA ELÉTRICO PLANEJAMENTO E PROJETO DE LDAT GERAL PLANEJAMENTO BÁSICO PROJETO DE ATERRAMENTO DAS ESTRUTURAS PROJETO ELETROMECÂNICO CONDUTORES APLICAÇÃO DO PADRÃO DE ESTRUTURA POSTEAMENTO ESTAIAMENTO ATERRAMENTO INDICADOR DE FALTA TRAVESSIAS E DISTÂNCIAS DE SEGURANÇA PROJETO APRESENTAÇÃO DO PROJETO ANÁLISE E ACEITAÇÃO DO PROJETO EXECUÇÃO, FISCALIZAÇÃO E COMISSIONAMENTO PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO FISCALIZAÇÃO E COMISSIONAMENTO DA OBRA MEDIÇÃO DE ATERRAMENTO NAS FASES DE CONSTRUÇÃO E COMISSIONAMENTO ANEXOS ANEXO A FICHA CADASTRAL DE PROPRIETÁRIOS... 28

6 III ANEXO B TERMO DE PERMISSÃO PARA LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO ANEXO C DOCUMENTAÇÃO PARA INDENIZAÇÃO DE FAIXA DE SERVIDÃO DE LDAT ANEXO D RESUMO DE CUSTO DE INDENIZAÇÃO DE LDAT ANEXO E MODELO DE MEMORIAL DESCRITIVO DESENHO : MODELO ORIENTATIVO PERFIL PLANIALTIMÉTRICO DESENHO 010.: TIPOS DE ENGASTAMENTOS DE POSTES DESENHO : DETALHES DE ATERRAMENTO CRUZAMENTO SOBRE CERCA ELETRIFICADA DESENHO : INDICADOR DE CORRENTE DE FALHA 72,5 KV PARA LDATS INSTALAÇÃO EM CABO DESENHO : TRAVESSIA MODELO DESENHO : DISTÂNCIAS MÍNIMAS DE SEGURANÇA TRAVESSIA SOBRE LOCAIS ACESSÍVEIS APENAS A PEDESTRES OU ONDE CIRCULAM MÁQUINAS AGRÍCOLAS DESENHO : DISTÂNCIAS MÍNIMAS DE SEGURANÇA TRAVESSIA SOBRE RODOVIAS, RUAS E AVENIDAS DESENHO : DISTÂNCIAS MÍNIMAS DE SEGURANÇA TRAVESSIA SOBRE FERROVIAS DESENHO : DISTÂNCIAS MÍNIMAS DE SEGURANÇA TRAVESSIA SOBRE ÁGUAS NAVEGÁVEIS OU NÃO NAVEGÁVEIS DESENHO : DISTÂNCIAS MÍNIMAS DE SEGURANÇA TRAVESSIA SOBRE LINHAS E REDES DESENHO : DISTÂNCIAS MÍNIMAS DE SEGURANÇA LDAT PRÓXIMA A PAREDES, TELHADOS, TERRAÇOS OU SACADAS DESENHO : DISTÂNCIAS MÍNIMAS DE SEGURANÇA LDAT PRÓXIMA A INSTALAÇÕES TRANSPORTADORES, VEÍCULOS RODOVIÁRIOS E FERROVIÁRIOS DESENHO : TIPOS DE ATERRAMENTO EM ESTRUTURAS DE LINHAS DE TRANSMISSÃO DESENHO : MEDIÇÃO DA RESISTIVIDADE DESENHO : SIMBOLOGIA... 54

7 1/54 1 OBJETIVO Estabelecer os requisitos técnicos mínimos a serem atendidos nos projetos e construção de Linhas de Distribuição Aéreas de Alta Tensão, classe de tensão 72,5kV, na busca das melhores soluções, de forma a assegurar que o desempenho do sistema elétrico da Coelce garanta o fornecimento de energia com confiabilidade, segurança e qualidade. 2 REFERÊNCIAS NORMATIVAS O projeto de LDAT, no que for aplicável, deve estar em conformidade com as Normas Brasileiras da ABNT e demais normas da Coelce. 2.1 Normas Brasileiras - ABNT ABNT IEC/TR 60815, Guia para seleção de isoladores sob condições de poluição; NBR 5422, Projeto de Linhas Aéreas de Transmissão de Energia Elétrica; NBR 6535, Sinalização de linhas aéreas de transmissão com vistas à segurança da inspeção aérea; NBR 7095, Ferragens eletrotécnicas para linhas de transmissão e subestação de alta tensão e extra alta tensão; NBR 7276, Sinalização de advertência em linhas aéreas de transmissão de energia elétrica Procedimento; NBR 8664, Sinalização para identificação de linha aérea de transmissão de energia elétrica Procedimento. 2.2 Documentos Técnicos Coelce CE-0, Serviços de Topografia; DT-042, Utilização de Materiais em Linhas e Redes de Distribuição Aéreas de AT, MT e BT; DT-097; Uso de Emendas em Condutores Elétricos Nus; E-LT-001, Conductores Desnudos para Líneas Aéreas de Alta Tensión; E-LT-0, Aisladores Polimericos para Líneas Aéreas de Alta Tensión; E-SE-004, Seccionadores de Alta Tensión; ET-300, Postes de Concreto Armado; ET-301, Poste de Fibra de Vidro; ET-314, Cruzeta de Concreto Armado para Rede de Distribuição e Linha de Transmissão; ET-500, Isoladores para Redes, Linhas e Subestações; ET-710, Conectores para Redes, Linhas e Subestações; IT-7, Licenciamentos Ambientais para Linhas de Distribuição de Alta Tensão e Subestações de Distribuição; IT-8, Instituição de Servidão Administrativa; IT-9, Projetos de Linhas de Distribuição de Alta Tensão; NT-004, Fornecimento de Energia Elétrica em Alta Tensão 69kV; NT-006, Compartilhamento de Infraestrutura de Linha de Distribuição Aérea. PE-044, Padrão de LDAT Convencional sem Cabo Para-raios; PE-045, Padrão de LDAT Convencional com Cabo Para-raios; PE-046, Padrão de LDAT Compacta sem Cabo Para-raios; PE-047, Padrão de LDAT Compacta com Cabo Para-raios;

8 2/54 PE-048, Padrão de Estruturas Especiais de LDAT e Detalhes de Instalação; PE-049, Padrão de Circuito Duplo para Linha de Distribuição de AT; PEX-7, Desmatamento e Redesmatamento de Redes de MT e AT (15kV e 72,5kV); PEX-051, Construção e/ou Reforma de Linhas de Distribuição de Alta Tensão; PEX-061, Numeração de Estruturas de Linhas de Transmissão Classe de Tensão de 72,5kV; PEX-097, Implantação ou Recuperação de Defensas de Postes de Linhas Aéreas de Alta Tensão e Redes de Distribuição; PM-01, Padrão de Material; PTO-004, Licenciamento Ambiental; 2.3 Outros Documentos Normativos Resolução CONAMA N.º 237, Regulamenta os aspectos de licenciamento ambiental estabelecidos na Política Nacional do Meio Ambiente. 3 ABRANGÊNCIA Os critérios definidos neste documento devem ser de aplicação obrigatória, pelas Áreas de Planejamento, Projetos e Obras, e empresas parceiras da Coelce, em todos os projetos de LDAT (novos, extensões, reformas e melhorias) localizadas nas áreas de concessão da Coelce, respeitando-se o que prescrevem as normas da ABNT e a legislação emanada pelo órgão regulamentador do setor elétrico ANEEL. 4 DISPOSIÇÕES GERAIS 4.1 Geral As LDATs devem ser instaladas, preferencialmente, em domínio público. Os projetos das LDATs devem ser realizados, aplicando de forma integrada, critérios gerais relacionados a Funcionalidade das Instalações, Tecnologia, Meio Ambiente, Condições de Trabalho, Confiabilidade e Custos, Cumprimento de Normas e Regulamentações existentes. 4.2 Funcionalidade das Instalações Quanto as instalações das LDATs, observar as seguintes funcionalidades: a) disposições físicas que permitam realizar a manutenção, substituição de elementos e ampliações futuras, com o mínimo de interrupções de serviço; b) para linhas críticas, devem ser buscadas configurações que permitam realizar a manutenção, substituição e ampliação aplicando técnicas de trabalho em linhas vivas. 4.3 Tecnologia Quanto aos materiais utilizados nas LDATs, devem ser observados os seguintes requisitos: a) a escolha dos materiais deve garantir elevada confiabilidade: a qualidade dos materiais deve garantir este pré-requisito mediante as condições, critérios e exigências definidos nas Especificações Técnicas e Padrões de Materiais da Coelce nos quais se baseiam os ensaios exigidos nas normas aplicadas; b) escolha de materiais que necessitem de baixa ou nenhuma manutenção; c) os materiais devem ter características padronizadas e corresponder aos das linhas normais de fabricação; d) incorporação de materiais com nova tecnologia somente quando se tenha demonstrada suficiente experiência em linhas em operação, e estejam devidamente homologados pela Coelce.

9 3/ Meio Ambiente Antes da elaboração do projeto, é de fundamental importância que o projetista visite o local da obra para que se conheçam as dimensões dos problemas de integração da LDAT com o meio ambiente e sejam estudadas as melhores alternativas para que o projeto apresente a maior integração possível com o meio ambiente e cumpra a legislação em vigor. O projetista deve levar em consideração que o aspecto exterior das instalações elétricas é um fator muito relevante para a boa imagem e prestígio da Coelce junto aos consumidores e ao público em geral. Portanto, as LDATs devem ser construídas com bom acabamento e estética de modo a minimizar o impacto com os locais onde a LDAT for instalada. Durante as fases de projeto, construção e manutenção das LDATs devem ser tomadas as seguintes medidas: a) solicitar Licença ao órgão de meio ambiente; b) aplicar medidas para atenuar os efeitos negativos durante a construção e manutenção; c) aplicar medidas para minimizar o impacto visual; d) aplicar medidas para atenuar o corte e poda de árvores; e) desenvolver projetos que permitam ampliações com o mínimo de atividades futuras que afetem o meio ambiente; f) alvarás das prefeituras. 4.5 Condições de Trabalho Quanto as condições de trabalho, devem ser observados os seguintes itens: a) facilidade e segurança para as pessoas durante a etapa de construção, manutenção e operação; b) ausência de obstáculos nas faixas de servidão durante sua operação; c) identificação das estruturas e circuitos; d) sinalização adequada dos riscos elétricos, mecânicos, etc. 4.6 Confiabilidade e Custos Nos projetos de LDAT devem ser utilizados exclusivamente os materiais padronizados no Padrão de Material e Especificações Técnicas, em vigor na Coelce, e de fabricantes devidamente homologados, observando: a) escolha de condutores, isoladores, estruturas e materiais baseados na obtenção dos melhores índices confiabilidade/investimento e aprovados pela Coelce; b) escolha de materiais que permitam otimizar qualidade, custos e prazos de construção. 4.7 Cumprimento das Normas e Regulamentações Quanto as normas e regulamentações devem ser observados os seguintes itens: a) códigos elétricos e regulamentos nacionalmente reconhecidos; b) normas de higiene e segurança do trabalho; c) cumprimento deste Critério e das referências normativas citadas no Item 2 deste documento, bem como outras normas e regulamentações existentes sobre o assunto, desde que aceitas pela Coelce Quando os projetos e obras forem realizados por terceiros, a empresa responsável pelo projeto e construção deve sempre consultar a Coelce sobre a aplicação deste Critério e outros documentos relacionados à construção de linhas de transmissão, assim como verificar qualquer outro procedimento vigente que seja complementar a esse Critério de Projeto. A utilização de materiais e equipamentos deve ser somente de fabricantes qualificados e com modelo homologado na Coelce.

10 4/54 Os modelos e fabricantes aprovados na Coelce devem ser previamente verificados na Área de Normas de Distribuição, para que quando de uma fiscalização ou comissionamento por parte da Coelce, a empresa não tenha problemas na entrega da linha para energização Quando da necessidade do compartilhamento de redes com níveis de tensão inferiores a 69kV, nos postes das LDATs, deve ser consultada a norma técnica NT-006 da Coelce. 5 CONDIÇÕES DE SERVIÇO 5.1 Condições Ambientais Os equipamentos, materiais e acessórios abrangidos por este Critério devem ser apropriados para clima tropical e atmosfera salina, devendo, portanto, estarem aptos para resistirem às seguintes condições ambientais especificadas na Tabela 1: Tabela 1: Condições Ambientais Característica Coelce Altitude Máxima (m) Temperatura Mínima ( C) +15 Temperatura Máxima ( C) +40 Temperatura Máxima Média ( C) +25 Media das Temperaturas Mínimas Diárias ( C) +20 Umidade Relativa Média (%) > 80 Pressão Máxima do Vento (N/m²) 700 Velocidade Máxima do Vento (km/h) 110 Nível de Contaminação (ABNT IEC/TR 60815) Muito Alto (IV) Nível de Salinidade (mg/cm² dia) > 0,35 Radiação Solar Máxima (wb/m²) Características Gerais do Sistema Elétrico Na Tabela 2 são apresentadas as características principais do Sistema Elétrico Coelce. Nível de Tensão Tabela 2: Características Principais do Sistema Elétrico da Coelce Tensão Nominal do Sistema Nível de Curto-Circuito Nível Isolamento / Tensão Máxima de Simétrico Operação (kv) (ka) (kv) Um / Uf / Ui NOTA 1 AT 69 / 72,5 31,5 72,5 / 140 / 325 MT 13,8 / / 38 / 110 Estrela com neutro Tipo do Sistema solidamente aterrado. Número de Fases AT e MT 3 Frequência (Hz) 60 Conexão do Transformador AT/MT Dyn1 NOTA 1: Significado das variáveis, nos dados referentes ao nível de isolamento: Um: Tensão máxima do equipamento (kvef); Uf: Tensão suportável de freqüência industrial (kvef); Ui: Tensão suportável de impulso atmosférico (kvcrista).

11 5/ Na Tabela 3 são apresentadas as características nas condições de projeto. Tabela 3: Condições de Projeto Característica Coelce Temperatura Máxima do Condutor para Projeto ( C) 85 Velocidade do Vento de Projeto (m/s) 29,16 Carga Máxima de Trabalho de Maior Duração no cabo CA (%) 21 Carga Máxima de Trabalho de Maior Duração no cabo CAA (%) 20 Carga Máxima de Trabalho de Maior Duração no cabo CAL (%) 18 Pressão Dinâmica no Projeto da Estrutura (kg/m²) 51,90 Período de Retorno Considerando a Fluência do Cabo (Creep) (anos) 10 Faixa de Servidão Estrutura Convencional (Rural) (metros) 15 Faixa de Servidão Estrutura Compacta (Urbano) (metros) 6 NOTA 1: No caso de ser utilizado condutor termorresistente, a temperatura máxima considerada para projeto é de até 150 C durante o carregamento máximo; NOTA 2: Quando necessária a utilização de valores de tração superiores aos recomendados na norma NBR 5422, se faz necessário a apresentação de memória de cálculo. 6 PLANEJAMENTO E PROJETO DE LDAT 6.1 Geral As obras de LDATs, antes de seu projeto e construção, devem ser precedidas de um adequado planejamento e avaliação de viabilidade técnica realizada pela Área de Planejamento da Coelce. Na fase de projeto, todas as condições ambientais locais necessárias à construção, manutenção e operação da LDAT de forma integrada com meio ambiente, devem ser obtidas e consideradas pelo projetista. A elaboração do projeto deve abranger as etapas de Planejamento Básico, Estudo do Aterramento, Projeto Eletromecânico e Elaboração do Orçamento. 6.2 Planejamento Básico Responsabilidades O planejamento básico da LDAT deve ser efetuado pela Área de Projetos baseado no Plano de Obras da Transmissão, emitido pela Área de Planejamento. Este planejamento básico deve permitir um desenvolvimento progressivo da LDAT dentro da expectativa de crescimento da localidade a ser atendida Obtenção de Dados Preliminares Devem ser levantados os aspectos peculiares da área em estudo, observando-se os relacionados a seguir, dentre outros: a) grau de urbanização da área; b) características das edificações; c) arborização das ruas; d) terrenos de terceiros; e) planos diretores governamentais; f) consulta aos órgãos ambientais.

12 6/ Traçado de LDAT Geral No traçado da LDAT devem ser estudadas as melhores alternativas, procurando atender o Critério de Execução CE-0 e os fatores relacionados no itens a Menor extensão O encaminhamento da LDAT deve ser escolhido tomando como base a menor extensão, visando obter uma linha com um menor custo. Porém, deve ser observado que nem sempre a menor extensão corresponde ao menor custo, haja vista que indenizações de terrenos particulares e manutenção futura, bem como obras em áreas de preservação ambiental podem elevar o custo da mesma. Portanto, sempre que possível, deve ser evitado o cruzamento de terrenos particulares e o impacto sobre o meio ambiente Apoio rodoviário e facilidade de acesso A linha deve ser projetada, preferencialmente, próxima a estradas e em locais de fácil acesso, para facilitar sua construção e manutenção, devendo-se restringir ao mínimo possível as travessias sobre rodovias, ferrovias, gasodutos, etc. Devem ser atendidas as distâncias referentes às faixas de domínio das rodovias federais e estaduais conforme estabelecido pelos órgãos competentes Melhor suporte elétrico Deve ser verificado qual o sistema mais adequado para derivar a nova linha, obedecendo aos estudos da Área de Planejamento para a respectiva área Traçado O traçado da LDAT deve contornar, quando possível, os seguintes tipos de obstáculos: a) picos elevados de montanhas e serras: quando for inevitável cruzar áreas montanhosas, deve-se procurar locais de menores alturas e adaptando ao máximo a LDAT as curvas de nível do terreno, escolhendo-se os locais onde a linha passe despercebida, evitando-se assim impacto visual com o meio ambiente; b) terrenos muito acidentados: devem ser evitados terrenos muito acidentados a fim de evitar o uso de estruturas especiais e facilitar a construção, operação e manutenção; c) terrenos de terceiros; d) áreas de reflorestamento; e) mato denso: as áreas de mato denso devem ser contornadas a fim de se evitar desmatamentos e impacto ambiental, quando da abertura da faixa e consequente manutenção da mesma; f) pomares: colocar o posteamento, de preferência fora das áreas de cultivo, procurando situá-los nas divisas dos terrenos; g) lagos, lagoas, represas e açudes; h) locais impróprios para fincamento de postes: devem ser evitados locais pantanosos, locais sujeitos a alagamentos, marés ou erosão, e terrenos com inclinação transversal superior a 50%; i) vias sem calçada definida; j) vias estreitas: devem evitar locais onde inviabiliza a entrada de caminhão para executar a obra e efetuar manutenções; k) locais com alto índice de poluição atmosférica (salina ou industrial); l) locais onde normalmente são detonados explosivos; m) loteamentos: nos casos em que forçosamente o traçado tenha que atravessar loteamentos, devem ser aproveitados os arruamentos a fim de se evitar possíveis indenizações, devendo a linha ser construída em padrão urbano (LDAT Compacta);

13 7/54 n) edificações e benfeitorias em geral: não devem ser feitas travessias sobre edificações, procurando sempre contorná-las, a fim de evitar desapropriações; o) campos de pouso e aeródromos: quando a LDAT for localizada nas proximidades de aeroportos e campos de pouso, é necessário, antes de iniciar o projeto, uma consulta prévia ao órgão responsável, pertencente ao Comando da Aeronáutica, objetivando atender as distâncias mínimas de segurança; p) áreas de preservação ambiental: o traçado de LDAT deve, sempre que possível, contornar áreas de preservação ambiental. Em casos excepcionais, quando isto não for possível, deve ser realizado um estudo individual visando encontrar uma solução ótima que cumpra a Legislação, e equilibre o fator técnico, econômico e de integração com o meio ambiente. Neste caso, deve ser anexada ao projeto uma cópia da Licença Prévia emitida pelo órgão de controle do meio ambiente (Ex: Guaramiranga, Jericoacoara, Parque de Ubajara, etc). NOTA 1: Conforme determinado na Resolução Nº. 237 do CONAMA, todas as obras de transmissão de energia devem ser autorizadas pelo órgão de Meio Ambiente. Portanto, na fase de projeto deve ser solicitado uma Licença Prévia ao órgão competente. NOTA 2: É importante lembrar que a Licença Prévia (LP) não autoriza o início das obras e nem o de qualquer outro tipo de atividade, conforme prescrito no PTO-004 da Coelce. Posteriormente será necessária a Autorização Ambiental para Desmatamento, Redesmatamento ou Poda, Licença de Instalação (LI) e a Licença de Operação (LO). q) áreas de riqueza paisagística: o projeto e construção de LDAT devem, sempre que possível, contornar áreas de riqueza paisagística. Estas áreas são zonas que mesmo não sendo consideradas de preservação ambiental, mas que por sua riqueza e singularidade paisagística ou por sua relevância histórica (parque naturais, monumentos históricos e artísticos, topo de montanhas, zonas turísticas, etc.) devem ser protegidas contra elementos que distorçam sua visão e diminuam seu valor natural Diretrizes básicas para o traçado das LDATs Para orientação do traçado das LDATS, devem ser observadas as seguintes diretrizes básicas: a) evitar LDAT em frente a igrejas, paisagens ou monumentos históricos para que não venha a interferir no seu visual; b) deve ser localizada no lado da rua com menor arborização; c) deve ser localizada, de preferência, no lado da rua em que não haja rede aérea de comunicação, redes de distribuição aéreas de média e baixa tensão, galerias de águas pluviais, esgotos, construção com sacadas, colégios, praças ou outros obstáculos que possam interferir na construção da mesma; d) deve evitar, sempre que possível, cruzar terreno de particular; e) sempre que possível evitar ruas e avenidas com tráfego intenso de veículos; f) a LDAT deve ser localizada sempre do mesmo lado da rua, evitando o zig-zag da rede e voltas desnecessárias; g) não cruzar praças e outras áreas de lazer, sempre que possível; h) deve-se evitar LDAT na proximidade de sacadas, janelas e marquises, mesmo respeitadas as distâncias de segurança; i) encaminhamento da LDAT deve favorecer a expansão do sistema; j) procurar sempre utilizar arruamentos já definidos, se possível, com meio-fio e calçada definida; k) evitar ângulos desnecessários; l) evitar ruas e avenidas de orla marítima; m) considerar o máximo aproveitamento da LDAT existente nos projetos de reforma.

14 8/ Locação do Posteamento Os postes devem ser locados obedecendo aos seguintes critérios básicos: a) não locar postes em frente à entrada de garagens e guias rebaixados (meio fio). Deve evitar, sempre que possível, a locação dos postes em frente a anúncios luminosos, outdoors, câmeras de segurança dos órgãos de trânsito e de polícia, marquises e sacadas; b) projetar conforme definido nos padrões de estrutura de LDAT, PE-044, PE-045, PE-046, PE-047, PE-048 e PE-049; c) procurar locar os postes, sempre que possível na divisa dos lotes, ou seja, no limite entre residências, prédios ou terreno, etc.; d) quando não houver posteamento, deve ser avaliado qual o lado mais favorável para implantação da LDAT; e) respeitar as distâncias mínimas de segurança especificadas neste Critério de Projeto; f) evitar o uso de postes em esquinas, principalmente em ruas estreitas, e sujeitas a trânsito intenso de veículos, e em esquinas que não permitam manter o alinhamento dos postes. NOTA 1: Quando não for possível outra posição e o poste esteja sujeito a abalroamento, no projeto já deve ser previsto a implantação de defensas para proteção e preservação de terceiros, e do sistema elétrico da Coelce, conforme PEX-097. A construção de defensas deve ser precedida de autorização do Órgão Municipal/Estadual no intuito de se evitar problemas futuros Plantas Plantas Cadastrais Devem ser obtidas plantas cadastrais da localidade ou área em estudo, através de cópias de plantas já existentes, confiáveis e atualizadas, ou através de um novo levantamento topográfico, ou mesmo através de levantamentos aerofotogramétricos feitas por câmeras analógicas e digitais. Em caráter especial e após acordado com a Área de Projetos da Coelce, também podem ser aceitas imagens georreferenciadas de programas da rede mundial de computadores (internet) Mapa de Reconhecimento Nesta planta deve constar o traçado das ruas, avenidas ou rodovias, indicação do norte magnético e outros pontos de referência significativos, que permitam identificar o local onde será construída, reformada ou ampliada a LDAT, em desenho com escala adequada. Nas obras localizadas em áreas rurais indicar também, município, localidade, rios ou açudes como pontos de referência, estradas de acesso, a subestação ou LDAT de onde deve derivar a nova LDAT e os códigos operacionais das linhas e estruturas locadas a montante e a jusante da derivação. O reconhecimento tem por objetivo coletar dados em campo para se estabelecer o traçado da LDAT. No mapa de reconhecimento deve conter dois ou mais encaminhamentos levantado por sistema de posicionamento global, GPS (Global Positioning System), para que o projetista possa escolher entre as opções apresentadas o encaminhamento mais adequado. O técnico incumbido do levantamento cadastral deve orientar o topógrafo na localização de todos os pontos dos suportes viários existentes. Não havendo estrada, a locação será através de picadas, que devem evitar, ao máximo, o corte da vegetação. Com base no mapa de reconhecimento, a Área de Projetos determinará as diretrizes da LDAT em toda sua extensão, devendo qualquer alteração neste traçado, ser efetuada mediante prévia autorização por escrito da Área de Projetos Mapa Chave O mapa chave é utilizado para traçar o circuito da LDAT e tem a finalidade de dar uma visão geral do sistema elétrico, devendo-se indicar nesta planta a diretriz da LDAT assinalados os pontos de deflexão (em graus, minutos e segundos), entradas e saídas de linhas. Além disso, deve conter

15 9/54 todos os acidentes ao longo da LDAT. O desenho do mapa chave deve ser feito através do software Autocad no formato e escala conveniente Perfil Planialtimétrico O perfil planialtimétrico é destinado à locação das estruturas do projeto e a representação planimétrica da LDAT, podendo ser executado com equipamento topográfico como a Estação Total ou GPS. O desenho do perfil planialtimétrico deve ser feito através do software Autocad no formato mais conveniente e escala horizontal 1:5000 e escala vertical 1:500, conforme Desenho Esta planta deve conter: a) desenho do perfil planialtimétrico, com as estruturas, condutores, vãos, as estacas referentes a cada estrutura, os nomes dos proprietários dos terrenos atravessados pela LDAT, o tipo de solo, o tipo de vegetação e a planta baixa contendo a representação das estruturas com as deflexões da LDAT e os detalhes existentes ao longo da mesma; b) na vista planimétrica: os detalhes enumerados a seguir, desde que contidos na faixa de servidão da LDAT e ainda as edificações que representem ou não unidades consumidoras, distanciadas do eixo da LDAT: indicação de estradas de rodagem municipais, estaduais, federais e ferrovias; todos os caminhos, rios, córregos, açudes, lagoas, etc.; todas as LDATs, redes de distribuição urbana e rural, e redes de comunicação; indicação de cercas contendo o número de fios de arame; divisões de propriedades com a denominação do proprietário, alturas, tipo de vegetação e solo; detalhes dos pontos de saída e chegada da LDAT, com indicação de linhas e redes existentes, ângulo de derivação, poste e estrutura correspondente com sua respectiva coordenada georreferenciada UTM (Universal Transverse Mercator); núcleos populacionais; indicação das estacas nos pontos de deflexões, utilizando marcos de concreto nestes pontos; indicação de campos de pouso e aeroportos Levantamento Topográfico Consiste na determinação planialtimétrica do terreno, ao longo do caminhamento de toda a LDAT. Neste levantamento devem ser determinados os acidentes considerados relevantes à elaboração do projeto, quais sejam: cruzamento de estradas de ferro e rodagem, linhas telegráficas e de energia elétrica, pontes ou viadutos, campo de pouso, tipos e características de cercas, edificações contidas na área do projeto e outros acidentes notáveis, devendo-se, em casos excepcionais, levantarem-se perfis paralelos ao eixo da LDAT. O levantamento topográfico deve ser feito conforme prescrições do critério de execução CE-0 da Coelce. 6.3 Projeto de Aterramento das Estruturas Medição da Resistividade do Solo Uma das condições para que um sistema elétrico de potência opere corretamente, mantendo a continuidade de serviço e a segurança, é que o neutro do sistema e demais partes metálicas não energizadas, estejam devidamente aterrados. O projeto das LDATs deve prever em cada estrutura, no mínimo, um ponto de terra visando atingir uma resistência de aterramento de pé de torre o mais próximo possível de 20Ω, conforme estruturas de aterramento do Desenho

16 10/54 Para atingir a finalidade que se destina, um sistema de aterramento deve atender e proporcionar os seguintes requisitos: manter valores de tensão estrutura-terra dentro do nível de segurança, no caso das partes metálicas serem acidentalmente energizadas; proporcionar um caminho de escoamento para a terra das descargas atmosféricas ou sobretensões provocadas por manobras de equipamentos, fixando a tensão de isolação a valores determinados; permitir aos equipamentos de proteção isolar rapidamente as falhas à terra; proporcionar o escoamento para a terra da eletricidade estática gerada, por equipamentos ou por indução, evitando o faiscamento. A resistividade do solo varia de acordo com o tipo de solo, conforme os valores orientativos do Desenho Durante a fase de projeto da LDAT devem ser realizadas, no mínimo, 2 (duas) medições de resistividade em cada tipo de solo existente ao longo da LDAT. Caso o tipo de solo seja praticamente o mesmo ao longo da LDAT, pode existir diferença de resistividade do solo devido a áreas mais baixas, onde existe presença de lagoas, açudes, ou mesmo rios, em detrimento a outras áreas totalmente áridas. Nesses casos, recomenda-se que pelo menos devem ser efetuadas medições em trechos da linha escolhidos de forma que as medições sejam representativas em relação à quantidade total de estruturas previstas (sugere-se que sejam realizadas medições em 1/6 da quantidade de estruturas previstas e ao longo dos diversos trechos da LDAT) Tipos de Aterramento A partir dos valores obtidos nas medições, o projetista deve elaborar um memorial de cálculo, definindo o comprimento do contrapeso (condutor de interligação entre as hastes) e a quantidade de hastes necessárias, e o tipo de aterramento para cada estrutura. Na elaboração do memorial devem ser consideradas as seguintes prescrições: a) devem ser preenchidos os formulários do Desenho , folhas 1/2 e 2/2, com os valores reais medidos de resistividade, tipos de aterramento utilizado e demais informações solicitadas; b) deve constar o tipo de aterramento que deverá ser utilizado por tipo de estrutura; c) devem ser utilizados, os tipos de aterramento do Desenho , folhas 1/2 e 2/2, observando os seguintes critérios: utilizar o aterramento convencional com 01 (uma) haste, sem contrapeso, tipo ATER-LTS, no caso de terrenos com baixo valor de resistividade, conforme Desenho , folha 2/2; utilizar os aterramentos tipo ATER-LT1 a ATER-LT6, com hastes e contrapeso, no caso de terrenos com resistividades variando de 100Ω.m a 2000Ω.m, conforme Desenho , folha 1/2; utilizar o aterramento convencional com haste e com concretagem tipo ATER-LTC, para terrenos rochosos com altos valores de resistividade, conforme Desenho , folha 2/2. 7 PROJETO ELETROMECÂNICO 7.1 Condutores Condutores Padronizados Os condutores a serem utilizados nas LDATs são definidos a partir dos estudos realizados pela Área de Planejamento. As LDATs novas devem ser projetadas com condutores em liga de alumínio CAL ou em situações especiais, como em áreas densamente povoadas, em alumínio CA Termorresistente, conforme apresentados na Tabela 4.

17 11/54 Para maior proteção dos condutores contra danos devidos à vibração ocasionada pelos ventos, deve ser prevista a utilização de dispositivos especiais ou amortecedores de vibração, principalmente nos casos de vãos grandes, travessias de grandes rios, açudes ou lagos, ou ainda quando as características dos ventos locais, aliadas à tensão mecânica e diâmetro do cabo, favoreçam a ocorrência de vibração eólica. A necessidade da utilização desses dispositivos deve ser definida pela Área de Projetos através dos dados históricos da região e/ou informações do levantamento realizado, e devem ser adquiridos conforme Desenhos e do PM-01 da Coelce. Tabela 4: Condutores Aplicados em LDATs Novas Tipo (mm²) Bitola (MCM) Nº de Fios Seção (mm²) Diâmetro do Condutor (mm) Massa (kg/km) Carga de Ruptura Máxima (dan) Capacidade Nominal (A) Condutores com Diâmetros Equivalentes (AWG ou MCM) CAA CA 160 CAL 315 CAL 500 CAL 321,8 A ,5 A ,2 A ,5 16, , ,6 23, , ,80 29, T-Dahlia 556,5 CA ,37 21,75 779, ,5 NOTA 1: Para fins de aquisição no mercado nacional, estamos considerando os cabos de liga de alumínio (CAL) 160, 315 e 500, respectivamente, os denominados como BUTTE, ELGIN e GREELEY. Na Tabela 5 são apresentados os condutores que podem ser utilizados somente em projetos de reformas de LDATs existentes que previamente foram construídas com estes tipos de cabos. Condutores Alumínio (AWG/MCM) CAA CA Tabela 5: Condutores Aplicados em Reformas de LDATs Existentes Cobre (mm 2 ) Tipo Formação Nº de Fios Diâmetro do Condutor (mm) Massa (kg/km) Carga de Ruptura Máxima (dan) Capacidade Nominal 1/0 - - Raven 6/1 10,11 216, /0 - - Penguin 6/1 14,31 433, ,8 - - Partridge 26/7 16,31 547, ,4 - - Linnet 26/7 18,31 689, Hawk 26/7 21,78 975, Grosbeak 26/7 25, , ,4 - Tulip 19 16,90 469, ,5 - Dahlia 19 21,70 773, ,00 444, , , (A)

18 12/ Emendas de Condutores A utilização de emenda em condutores na fase de projeto e construção é terminantemente proibida. O seu uso está autorizado somente na manutenção, em caráter provisório, conforme o que determina a decisão técnica DT-097 da Coelce. 7.2 Aplicação do Padrão de Estrutura Critérios Gerais Os projetos de LDATs devem ser elaborados tomando como referência este Critério de Projeto e os padrões de LDAT, classe de tensão 72,5kV da Coelce. Os padrões de LDAT têm por objetivo nortear os projetistas na definição e elaboração do projeto e fixar as características básicas para a montagem eletromecânica das estruturas de LDAT. Os critérios adotados pelo projetista para aplicação dos padrões de LDAT devem levar em consideração o tipo de circuito (simples ou duplo), a localização geográfica (urbano ou rural) e comprimento dos vãos (distâncias entre estruturas), conforme definido a seguir para os padrões de LDAT: PE-044, PE-045, PE-046, PE-047, PE-048 e PE-049. Em casos excepcionais, em que o estudo técnico permitir, o projetista pode utilizar as estruturas informadas abaixo com ângulos diferentes dos indicados. Neste caso, o projetista deve apresentar um memorial de cálculo para ser submetido à aprovação da Área de Projetos. No projeto deve ser informado o sentido da Carga e da Fonte para que a convenção estabelecida pela Chesf em relação às fases seja única durante as etapas de projeto, construção e manutenção. Essa convenção foi definida considerando quando um observador de costas para fonte e olhando de frente para a estrutura, iniciando as fases da esquerda para direita independente da estrutura Padrão de Estrutura PE Convencional sem Cabo Para-raios O Padrão PE-044 deve ser utilizado como referência na elaboração de projetos de LDATs convencionais, sempre que estas estejam localizadas em áreas rurais e que exista a predominância de vãos médios e grandes, sem a utilização de cabo para-raios. Na Tabela 6 são apresentados os tipos de estruturas contemplados no PE-044. Tabela 6: Estruturas de LDAT Convencional sem Cabo Para-raios - PE-044 Tipos de Estruturas do PE-044 TAR HAR Tipo de Circuito Ângulos Recomendados (α) α = 0º HAL Simples 0º α 2º HAB 3º α 25º HALA 25º α 90º NOTA 1: Significado das nomenclaturas das estruturas do PE-044: TAR - Triangular em Ângulo Reto; HAR - Horizontal em Ângulo Reto; HAL - Horizontal Amarração em Alinhamento; HAB - Horizontal Amarração no Poste em Bissetriz; HALA - Horizontal Amarração em Ângulo.

19 13/ Padrão de Estrutura PE Convencional com Cabo Para-raios O Padrão PE-045 deve ser utilizado como referência na elaboração de projetos de LDATs convencionais, sempre que estas estejam localizadas em áreas rurais e que exista a predominância de vãos médios e grandes. Este padrão deve ser aplicado em áreas de nível Isoceráunico alto onde se dá a necessidade de utilização de cabo Para-raios. Na Tabela 7 são apresentados os tipos de estruturas contemplados no PE-045. Tabela 7: Estruturas de LDAT Convencional com Cabo Para-raios - PE-045 Tipos de Estruturas do PE-045 Tipo de Circuito Ângulos Recomendados (α) TAR-PR HAR-PR α = 0º HAL-PR Simples 0º α 2º HAB-PR 3º α 25º HALA-PR 25º α 90º NOTA 1: Significado das nomenclaturas das estruturas do PE-045: TAR-PR - Triangular em Ângulo Reto com cabo para-raios; HAR-PR - Horizontal em Ângulo Reto com cabo para-raios; HAL-PR - Horizontal Amarração em Alinhamento com cabo para-raios; HAB-PR - Horizontal Amarração no Poste em Bissetriz com cabo para-raios; HALA-PR - Horizontal Amarração em Ângulo com cabo para-raios Padrão de Estrutura PE Compacta sem Cabo Para-raios O Padrão PE-046 deve ser utilizado como referência na elaboração de projetos de LDATs compactas, sempre que estas estejam localizadas em áreas rurais ou urbanas e que exista a predominância de vãos pequenos e médios, ou seja, com comprimentos não superiores a 200m, e sem a utilização de cabo para-raios. Na Tabela 8 são apresentados os tipos de estruturas contemplados no PE-046. Tabela 8: Estruturas de LDAT Compactas sem Cabo Para-raios - PE-046 Tipos de Estruturas do PE-046 Tipo de Circuito Ângulos Recomendados (α) CVAR α = 0º CVAL 0º α 25º CVALA Simples 25º α 80º CVAG 80º α 90º CVAB NOTA 1: Significado das nomenclaturas das estruturas do PE-046: CVAR - Compacto Vertical Ângulo Reto; CVAL - Compacta Vertical Amarração em Alinhamento (sem ângulo); CVALA - Compacta Vertical Amarração Alinhamento (em ângulo); CVAG - Compacta Vertical Amarração Ângulo Grande; CVAB - Compacta Vertical Amarração Poste em Bissetriz.

20 14/ Padrão de Estrutura PE Compacta com Cabo Para-raios O Padrão PE-047 deve ser utilizado como referência na elaboração de projetos de LDATs compactas, sempre que estas estejam localizadas em áreas rurais e urbanas e que exista a predominância de vãos pequenos e médios, ou seja, com comprimentos não superiores a 200m. Este padrão deve ser aplicado em áreas de nível Isoceráunico alto onde se dá a necessidade de utilização de cabo para-raios. Na Tabela 9 são apresentados os tipos de estruturas contemplados no PE-047. Tabela 9: Estruturas de LDAT Compactas com Cabo Para-raios - PE-047 Tipos de Estruturas do PE-047 Tipo de Circuito Ângulos Recomendados (α) CVAR-PR α = 0º CVAL-PR 0º α 25º CVALA-PR Simples 25º α 80º CVAG-PR 80º α 90º CVAB-PR NOTA 1: Significado das nomenclaturas das estruturas do PE-047: CVAR-PR - Compacto Vertical Ângulo Reto com cabo para-raios; CVAL-PR - Compacta Vertical Amarração em Alinhamento (sem ângulo) com cabo para-raios; CVALA-PR - Compacta Vertical Amarração Alinhamento (em ângulo) com cabo para-raios; CVAG-PR - Compacta Vertical Amarração Ângulo Grande com cabo para-raios; CVAB-PR - Compacta Vertical Amarração Poste em Bissetriz com cabo para-raios Padrão de Estrutura PE Estruturas Especiais de LDAT e Detalhes de Instalação Na Tabela 10 são apresentadas as seguintes estruturas contempladas no PE-048, para chave secionadora e derivações em LDAT, sem cabo para-raios, conforme a estrutura de referência. Tabela 10: Estruturas Especiais de LDAT - PE-048 Tipos de Estruturas do PE-048 Tipo de Circuito Estrutura de Referência ESTV CVALDR CVAL CVALADR CVALA Simples CVAGDR CVAG CVABDR CVAB ESTVDR NOTA 1: Significado das nomenclaturas das estruturas do PE-048: ESTV - Estrutura com Chave Seccionadora Tripolar Vertical; CVALDR - Compacta Vertical Amarração em Alinhamento (sem ângulo) com Derivação; CVALADR - Compacta Vertical Amarração Alinhamento (em ângulo) com Derivação; CVAGDR - Compacta Vertical Amarração Ângulo Grande com Derivação; CVABDR - Compacta Vertical Amarração Poste em Bissetriz com Derivação; ESTVDR - Estrutura com Chave Seccionadora Tripolar Vertical Especial com Derivação. NOTA 2: Nas estruturas ESTV e ESTVDR as chaves seccionadoras devem estar instaladas no alinhamento da LDAT, permitindo a utilização de ângulos apenas na estrutura de derivação, e em hipótese alguma nas chaves. NOTA 3: Para maiores detalhes da chave seccionadora, deve ser consultada a especificação corporativa E-SE-004. NOTA 4: O Padrão PE-048 também deve ser utilizado como referência na elaboração dos projetos de todos os tipos de estruturas de LDATs. Neste padrão constam os detalhes de instalação das estruturas e a relação completa dos materiais e equipamentos utilizados.

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