Sustentabilidade na Administração Pública

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1 Sustentabilidade na Administração Pública

2 B823s Biblioteca/CODIN/CGPLA/DIPLA/MP Bibliotecária Cristine C. Marcial Pinheiro CRB Brasil. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação. Comissão Interministerial de Sustentabilidade na Administração Pública. Sustentabilidade na Administração Pública / Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, Comissão Interministerial de Sustentabilidade na Administração Pública. Brasília : SLTI, p.: il. 1. Compras sustentáveis, Brasil. 2. Contratação pública, Brasil. 3.Governo Federal, Brasil. I. Título. CDU

3 Presidente da República Dilma Rousseff Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão MP Miriam Belchior Secretaria de Logística e Tecnologia da informação SLTI Loreni F. Foresti Departamento de Logística DELOG Ana Maria Vieira Neto Equipe da Coordenação-Geral de Estratégia de Contratações CGEST Rafael Setúbal Arantes Coordenador Geral Jhéssica Ribeiro Cardoso Anderson Ferreira Gomes Marina do Bé Nascentes Marcondes de França Ferreira Kadu Freire de Abreu

4 A Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Secretaria-Executiva da Comissão Interministerial de Sustentabilidade a Administração Pública CISAP, busca, por meio desse informe, esclarecer sobre a finalidade e as competências dessa Comissão, cujo objetivo principal é integrar todas as discussões relativas à sustentabilidade no Governo, para a implementação de estratégias que assegurem o crescimento sólido e contínuo desse tema. A CISAP vem, justamente, preencher a lacuna entre os diversos programas e iniciativas desenvolvidas no âmbito dos órgãos e entidades da Administração Pública, agregando-os de forma a criar uma instância de intercâmbio de informações e experiências para a promoção do desenvolvimento nacional sustentável.

5 Uso do Poder de Compras Atualmente, as licitações representam, em média, 15% (quinze por cento) do Produto Interno Bruto PIB brasileiro, o que evidencia o potencial transformador do Poder Público rumo a um consumo mais sustentável e como o principal agente catalisador de mudanças estruturais em seguimentos estratégicos no País. Ao longo dos últimos 3 anos, as compras sustentáveis saíram de R$ 12,7 milhões para uma participação de R$ 39,9 milhões nas aquisições dos órgãos Sistema de Serviços Gerais SISG, o que representa um crescimento de 214% em 2012 comparado ao ano de Dessa forma, ao estimular o uso do poder de compra para impulsionar novos mercados e tecnologias de menor impacto, o Poder Público sinaliza aos seus fornecedores a necessidade de adaptação de seus processos produtivos aos novos padrões ambientais, sociais e econômicos, induzindo a produção de bens e serviços a partir de critérios, procedimentos administrativos e jurídicos mais racionais, transparentes e sustentáveis. Percebe-se, portanto, que o Poder Público tem o condão de estabelecer mecanismos importantes de implementação da política pública de sustentabilidade, influenciando positivamente os mercados fornecedores e consumidor por meio de sensibilização, conscientização e mobilização para essa importante temática, levando ao aumento da oferta de bens e serviços mais inovadores, ecológicos, econômicos e socialmente responsáveis.

6 Sustentabilidade na Administração Pública Dada a importância cada vez maior da sustentabilidade, principalmente nas aquisições públicas, em 5 de junho de 2012, foi editado o Decreto nº 7.746, o qual concedeu mais segurança aos gestores públicos em suas aquisições quando estabelece critérios, práticas e diretrizes para a promoção do desenvolvimento nacional sustentável nas contratações realizadas pela Administração Pública Federal. Além disso, houve a instituição da Comissão Interministerial de Sustentabilidade na Administração Pública CISAP, mais um instrumento viabilizador da Política Pública de Sustentabilidade. Esta Comissão, enquanto instância consultiva possui dentre suas competências, propor à Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, com base nas diretrizes gerais de logística e compras da Administração Pública Federal, as formas de veiculação dos critérios e das práticas de sustentabilidade em contratações públicas. Esses critérios de sustentabilidade deverão ser utilizados como parâmetros para a avaliação e comparação de bens, materiais ou serviços em função do seu impacto ambiental, social e econômico. Já as práticas de sustentabilidade visam a inserção de critérios de sustentabilidade nas atividades rotineiras da Administração Pública, por meio de ações que tenham como objetivo a construção de um novo modelo de cultura institucional.

7 Diretrizes de Sustentabilidade O Decreto nº 7.746, de 2012, estabeleceu as diretrizes de sustentabilidade para a promoção do desenvolvimento nacional sustentável: Menor impacto sobre recursos naturais como flora, fauna, ar, solo e água. Preferência para materiais, tecnologias e matériasprimas de origem local. Maior eficiência na utilização de recursos naturais como água e energia. Maior geração de empregos, preferencialmente com mão de obra local. Maior vida útil e menor custo de manutenção do bem e da obra. Uso de inovações que reduzam a pressão sobre recursos naturais. Origem ambientalmente regular dos recursos naturais utilizados nos bens, serviços e obras.

8 A Comissão Interministerial de Sustentabilidade na Administração Pública É de natureza consultiva; Possui caráter permanente; É vinculada à SLTI-MP; A participação na CISAP é considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada; Possui a finalidade de propor a implementação de critérios, práticas e ações de logística sustentável na Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional e das empresas estatais dependentes. É constituída por 8 representantes titulares e suplentes dos órgãos: Ministério do Planejamento - SLTI e SOF Ministério do Meio Ambiente; Casa Civil da Presidência da República; Ministério de Minas e Energia; Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; Ministério da Fazenda; Controladoria-Geral da União.

9 Competências Propor à SLTI: Normas para elaboração de ações de logística sustentável. Regras para elaboração dos Planos de Gestão de Logística Sustentável. Planos de incentivos para órgãos e entidades que se destacarem na execução de seus PLS Critérios e práticas de sustentabilidade nas aquisições, contratações, utilização dos recursos públicos, desfazimento e descarte. Estratégias de sensibilização e capacitação de servidores para a correta utilização dos recursos públicos e para a execução da gestão logística de forma sustentável. Cronograma para a implantação de sistema integrado de informações para acompanhar a execução das ações de sustentabilidade. Elaborar seu regimento interno.

10 Grupos de Apoio Técnico A CISAP poderá constituir, um ou mais, Grupo de Apoio Técnico GAT para assessoria no desempenho de suas funções, nos termos do Regimento Interno. Esse Grupo de Apoio Técnico deverá ser constituído por técnicos indicados pelos órgãos que compõem a Comissão. A CISAP poderá também convidar especialistas, pesquisadores e representantes de órgãos e entidades públicas ou privadas para participarem de suas reuniões ou eventos.

11 Planos de Logística Sustentável mecanismos para monitorar e avaliar responsabilidades objetivos Ferramenta de Planejamento (Decreto nº 7.746/2012). Deve conter: ações e metas prazos de execução

12 Planos de Logística Sustentável Ações para divulgar, conscientizar e capacitar Inventário de bens e materiais As regras: para elaboração dos PLS estão na Instrução Normativa SLTI/MP nº 10/2012: Identificação de materiais similares de menor impacto Práticas de sustentabilidade e Racionalização do uso de materiais e serviços Responsabilidades, metodologia de implementação e avaliação

13 Planos de Logística Sustentável deslocamento de pessoal material de consumo e coleta seletiva Comissão Gestora responsável pela elaboração, implementação, avaliação e revisão dos PLS. energia elétrica, água e esgoto qualidade de vida no ambiente de trabalho compras e contratações sustentáveis

14 Iniciativas adotadas Poderão ser adotadas, iniciativas como: Coleta Seletiva Solidária Agenda Ambiental na Administração Pública A3P Contratações Públicas Sustentáveis CPS Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica Procel Programa de Eficiência do Gasto Público PEG Projeto Esplanada Sustentável PES

15 Comissão Interministerial de Sustentabilidade na Administração Pública Secretaria-Executiva Esplanada dos Ministérios, Bloco C, Sala 347 Brasília-DF CEP: Telefone:

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