MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE BAMBUÍ

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1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE BAMBUÍ Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Bambuí - MG

2 Sumário 1 Apresentação Justificativa e Objetivos Perfil do Egresso Áreas de Atuação Estratégias Pedagógicas Interdisciplinaridade Metodologia de Ensino Avaliação da Aprendizagem Critérios de Avaliação da Aprendizagem Avaliação do Curso Organização Curricular Matriz Curricular Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Tecnólogo em Sistemas para Internet Ementas Primeiro Semestre Segundo Semestre Terceiro Semestre Quarto Semestre Quinto Semestre Formas de Acesso ao Curso Recursos Humanos, Instalações e Biblioteca Corpo Docente Laboratórios Biblioteca Reprografia Catalogação Informação ao usuário Informatização Sistema de Recuperação de Informação Empréstimo Recursos audiovisuais...98

3 1 Apresentação Considerando-se as necessidades do mercado de trabalho em ter profissionais preparados para o desempenho de atividades criativas e empreendedoras, que tragam boas alternativas de desenvolvimento para a região, este documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet, do Centro Federal de Educação Tecnológica de Bambuí CEFET - Bambuí. O CEFET - Bambuí fica localizado no Município de Bambuí, região Centro Oeste do Estado de Minas Gerais. Situa-se no km 05 da Rodovia Bambuí/Medeiros, a 260 km de Belo Horizonte. Tem área de abrangência que inclui, além do município de Bambuí, as regiões do Oeste de Minas, Noroeste, Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. Até 1998, formou Técnicos Agrícolas de nível médio. Depois, com a reforma do Ensino Profissional, continuou oferecendo o Ensino Médio e passou a oferecer outras modalidades de cursos técnicos, para egressos do Ensino Médio e concomitante, com os cursos de Agroindústria, Zootecnia, Agricultura, Informática, Gestão Comercial e Turismo. A partir de 2003, como CEFET, instalou os cursos de Graduação Tecnológica em Alimentos, Zootecnia, Administração de Pequenas e Médias Empresas e, também na área de informática, o curso de Tecnologia em Informática no Agronegócio, este último tendo sua nomenclatura alterada no processo de Reconhecido do curso para Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Atualmente, está iniciando a expansão com classes fora de sede, nas cidades vizinhas de Piumhi - com os Cursos Técnicos em Turismo e Comércio - e Iguatama com o Curso de Comércio. Em ambas as cidades são ofertados, além dos cursos supra citados, o Curso Técnico em Informática. O CEFET - Bambuí possui uma área de 341 ha., onde funcionam os cursos, com suas Instalações e Laboratórios; e áreas de permanência e convivência. Dentre os Laboratórios, está a Escola-Fazenda, com as Unidades de Ensino e Produção. Estas unidades são utilizadas para o desenvolvimento teórico-prático dos diferentes cursos do CEFET e, em especial, da área de Agropecuária. As normas de funcionamento são comuns, havendo um esforço constante para fortalecimento da identidade e autonomia da instituição. O enfoque da metodologia adotada tem possibilitado uma melhor preparação profissional, na medida em que o aluno vivencia as relações que se estabelecem a partir do processo produtivo, ampliando a compreensão do mundo do trabalho. Na área de Informática, o Centro é interligado por uma Rede de Comunicação de Dados. Possui Laboratórios e ambientes que servem tanto aos cursos específicos como aos de outras áreas. Em 1998, o CEFET iniciou a oferta de cursos de Informática, com o Curso Técnico em Programação Comercial, e hoje oferece também os Técnicos em Programação Web e Redes e Manutenção. 2 Justificativa e Objetivos O Curso de Graduação Tecnológica em Sistemas para Internet foi concebido tendo em vista a demanda regional e as tendências no mercado de trabalho. Assim, os fatores que justificam a existência do curso são: Telefones: (37) Fax: (37) Folha: 3/98

4 Oportunidade de aprofundar os estudos em nível superior para os alunos oriundos do curso Técnico em Programação Web; Absorção dos alunos egressos do Curso Técnico de Informática, ofertado na sede Bambuí e nas cidades de Piumhi e Iguatama; Tendência de desenvolvimento de software para execução em ambientes de rede. Inicialmente redes locais e atualmente Internet e Intranet; Inexistência da oferta do curso de Tecnologia em Sistemas para Internet em um raio de 300 km; Necessidade de profissionais qualificados na área de informática, principalmente em sistemas para Internet, para promoção e divulgação das organizações regionais junto a rede mundial de computadores; Reorganização dos processos de trabalho e produção, com planejamento sistemático e a longo prazo; Perfis formativos diferenciados, ampliando as competências ou criando novas especialidades para atender nichos de mercado, sem, entretanto, se afastar de uma especialidade profissional básica; Formações interativas, compreendendo múltiplas atividades, exigidas pelo mercado de trabalho, com formação teórico-prática, que torna possível ao profissional aplicar, na sua atividade, conceitos tais como saber, saber ser, e saber fazer; Um profissional com perfil dinâmico e capaz de resolver problemas e apontar soluções, articulado com as necessidades pontuais ou gerais do mercado de trabalho e integrado à sociedade tanto em seus aspectos culturais como nas necessidades regionais. Considerando estes aspectos, o Curso de Graduação Tecnológica em Sistemas para Internet se propõe a unir dois elementos formativos: Gestão e Informática. Um como forma de conduzir empreendimentos, outro, como instrumento sistematizador da informação, servindo de suporte para o processo de tomada de decisões, subsidiando a melhoria dos processos de produção e de gestão e contribuindo para otimizar a produtividade. Acredita-se que a inserção de profissionais com este perfil formativo contribuirá acentuadamente na melhoria da gestão dos empreendimentos, dinamizando: o processo de evolução tecnológica, a organização das empresas, agregação de valor ao que se produz e melhoria da qualidade dos produtos. Enfim trará mudanças conceituais, transformações tecnológicas ao processo produtivo e divulgação das organizações regionais. O Tecnólogo em Sistemas para Internet ocupa-se do desenvolvimento de programas, de interfaces e aplicativos, do comércio e do marketing eletrônicos, além de sítios e portais para internet e intranet. Esse profissional gerencia projetos de sistemas, inclusive com acesso a banco de dados, desenvolvendo projetos de aplicações para a rede mundial de computadores e integra mídias nos sítios da internet. Este profissional atua com tecnologias emergentes como computação móvel, redes sem fio e sistemas distribuídos. Cuidar da implantação, atualização, manutenção e segurança dos sistemas para internet também são suas atribuições. Tendo em vista o processo de formação de um profissional em informática adequado à realidade regional de Bambuí, o CEFET fixou como objetivo geral para o curso de Sistemas para Internet: Profissional especializado no campo da programação, capaz de codificar, documentar, testar e implantar sistemas, principalmente sistemas voltados para Internet; Telefones: (37) Fax: (37) Folha: 4/98

5 Profissional especializado no campo da análise de sistemas, capaz de compreender e especificar os requisitos e as funcionalidades de um sistema; Profissional especializado no campo da arquitetura de software capaz de conceber e organizar sistemas em partes relacionadas; Profissional especializado no campo de projeto de software capaz de: - Definir o modelo orientado a objetos que será implementado para responder aos requisitos do sistema, aplicando padrões de projeto; - Definir o modelo de dados que será implementado para responder aos requisitos do sistema; - Aplicar conceitos de engenharia de usabilidade no desenvolvimento de sistemas de software; Profissional especializado no campo da gerência de processo de desenvolvimento de software que utilize processos de software, adequando-os, quando necessário, a situações específicas. Profissional especializado no campo da administração de banco de dados, capaz de administrar bancos de dados, sistemas operacionais e servidores de aplicação. Isto implica uma formação profissional que integre conhecimentos técnico-científicos da computação e áreas de negócio (marketing, produção, recursos humanos). Além disso, a formação deve incluir o desenvolvimento de habilidades de relacionamento interpessoal, comunicação e trabalho em equipe, na medida em que são características necessárias para a atuação profissional. Assim, o tecnólogo deve dispor de uma sólida formação conceitual aliada a uma capacidade de aplicação destes conhecimentos científicos em sua área de atuação, de forma a agregar valor econômico à organização e valor social ao indivíduo. Nesse sentido, as competências do tecnólogo em Sistemas para Internet podem ser agrupadas em perfil do egresso e áreas de atuação. 3 Perfil do Egresso Em conformidade com o Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia CNCST do Ministério da Educação MEC, o Tecnólogo em Sistemas para Internet está apto a: a) Ser inovador, promovendo mudanças que provoquem melhorias; b) Desenvolver programas, interfaces e aplicativos, do comércio e do marketing eletrônicos; c) Desenvolver sítios e portais para internet e intranet; d) Conceber e gerenciar projetos de sistemas; e) Articular, motivar e liderar equipes para a captação de dados, geração e disseminação de informações, estimulando o trabalho em equipe, compartilhando e atribuindo funções; f) Desenvolver sistemas com acesso a banco de dados; g) Desenvolver projetos de aplicações para a rede mundial de computadores e integrar mídias nos sítios da internet; h) Utilizar tecnologias emergentes como computação móvel, redes sem fio e sistemas distribuídos; Telefones: (37) Fax: (37) Folha: 5/98

6 i) Cuidar da implantação, atualização, manutenção e segurança dos sistemas para internet; j) Fazer uso de raciocínio lógico e crítico-analítico para a solução de problemas que se apresentem; k) Conhecer e dominar aspectos do gerenciamento organizacional, computacional e tecnológico. 4 Áreas de Atuação O egresso deve possuir um perfil que ao ser inserido no mercado de trabalho, seja um agente transformador, capaz de provocar mudanças através da agregação de novas tecnologias e desenvolvimento de novas estratégias de negócios. Propiciar novos negócios através do uso de tecnologias computacionais, agregando novas ferramentas às já existentes, permitindo melhores condições de trabalho e um fluxo mais eficiente e eficaz de informação. Onde o egresso poderá atuar: Instituições públicas e privadas: - Empresas de desenvolvimento de software; - Departamentos de tecnologia da informação; - Departamentos de comunicação. Atividades relacionadas à comercialização e marketing na Internet; Empreendimento próprio; Instrutor nas áreas: - Informática básica; - Programação; - Redes de computadores; - Banco de dados. 5 Estratégias Pedagógicas O currículo do Curso é organizado de forma que vai além da mera justaposição de disciplinas como da diluição deles em generalidades. As disciplinas são relacionadas de forma a se completar e a competência é adquirida ao final do semestre. Todo conhecimento mantém um diálogo permanente com outros conhecimentos. Um diálogo que pode ter questionamento de confirmação, de complementação, de negação, de iluminação de aspectos não distinguidos. O que é ensinado no curso vai além da descrição como forma de construir nos alunos a capacidade de analisar, explicar, prever e intervir. As atividades de ensino são desenvolvidas a partir de planejamento feito tendo por base as avaliações realizadas e as novas solicitações vindas da comunidade acadêmica. Todos os objetivos, políticas e estratégias definidas têm em vista, não a pura e simples informação ou o aumento do conteúdo, mas a busca e produção do conhecimento e habilidades necessárias ao exercício profissional competente. Telefones: (37) Fax: (37) Folha: 6/98

7 5.1 Interdisciplinaridade CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE BAMBUÍ Através de reuniões formais e informais dos docentes, quando os mesmos trocam informações e checam seus planos de ensino verificando o relacionamento entre os conteúdos dentro do mesmo semestre, de maneira a possibilitar a integração dos conhecimentos. Isto permite a ordenação dos conteúdos durante o curso, de maneira que os conhecimentos adquiridos no início do curso constituam embasamento para os semestres subseqüentes. Esse processo é desenvolvido de forma vertical, ou seja, dentro de um mesmo semestre, bem como, de forma horizontal, isto é, de um semestre para outro, de maneira que cada Disciplina contribua de forma efetiva para o aprendizado de outras disciplinas, construindo um conhecimento sólido, levando o aluno a entender que o aprendizado se faz com base em conhecimentos múltiplos e que ele só se dá através da produção ou construção de conhecimentos, sendo o professor um meio para que ele alcance os objetivos propostos. Uma outra maneira de realizar a interdisciplinaridade é o desenvolvimento de projetos interdisciplinares onde os alunos desenvolvem projetos acompanhados por docentes de áreas diferentes e que ao seu término, cada qual avalia parte do trabalho. 5.2 Metodologia de Ensino A metodologia aplicada ao Curso, apresenta uma proposta que busca a atualização através do acompanhamento das necessidades mercadológicas, no que tange ao perfil do profissional desejado. Com base em processos didáticos avançados, promove o interrelacionamento entre os métodos e as teorias universais existentes, com as inovações e novos procedimentos que vão surgindo. Assim, proporciona, aos alunos, a análise e reflexão entre os métodos teóricos e a prática aplicada no cotidiano, possibilitando que o mesmo visualize os diferentes cenários de atuação local, nacional e internacional. Busca-se a formação do Tecnólogo em Sistemas para Internet, com a metodologia voltada não somente para a formação profissional do aluno, mas também para a formação global do ser, consciente da necessidade, cada vez mais premente, de uma atuação embasada nos princípios éticos, consciente, também, da sua inserção na comunidade a que pertence e de suas atribuições sociais. Procura-se através da metodologia utilizada, superar a pedagogia tecnicista, para a apropriação do perfil que contemple a vocação da região em relação ao perfil brasileiro, envolvendo a incorporação de uma pedagogia fundamentada numa concepção mais crítica das relações existentes entre educação, sociedade e trabalho, de maneira que o curso de Sistemas para Internet possa: Contribuir para transformar as relações sociais, econômicas e políticas, de maneira que possa assegurar a todos um ensino de qualidade, comprometido com a formação global do cidadão; Demonstrar que o processo de aquisição de conhecimento deve ser compreendido como decorrência das trocas que o graduando estabelece na interação com o meio (natural, social e cultural), cabendo ao professor o papel de mediador do processo, tendo em vista a assimilação crítica e ativa de conteúdos significativos e atualizados; Assegurar ao corpo docente a autonomia e o controle de seu próprio processo de trabalho; Telefones: (37) Fax: (37) Folha: 7/98

8 Utilizar uma abordagem que privilegie a sua dimensão crítica e criativa. O resgate da dimensão humana é uma opção na medida em que possibilita a intervenção consciente no processo produtivo, fortalecendo o exercício da cidadania. Desta forma, tem-se a seguinte organização para o processo de ensino/aprendizagem: a) O professor torna-se um gestor do ambiente de aprendizagem e não um repassador de conteúdos conceituais; b) A organização de material de busca de conhecimento, visando habilitar os alunos a se responsabilizarem por suas atividades de aprendizagem; c) O material das disciplinas é organizado de forma ordenada, de tal forma que os conceitos venham sendo construídos e apresentados de forma lógica e incremental d) O material das disciplinas deve evoluir de conceitos e exemplos simples para problemas complexos, requerendo o uso dos conceitos apresentados na construção das soluções para os problemas apresentados; e) Quando novos conceitos são apresentados, deve-se fazer um novo esforço para auxiliar os estudantes a associar esses conceitos aos princípios e conceitos anteriormente aprendidos; f) Devem ser estabelecidos níveis de competência, de modo a desafiar a habilidade dos estudantes e estimular maior entendimento dos conceitos estudados; g) Uso de recursos na forma de visitas técnicas, palestras, seminários, multimídias, acessos à internet, desenvolvimento de projetos práticos, exercícios resolvidos em sala de aula, exercícios extraclasse, resolução de exercícios em laboratório, etc. h) Utilização de orientadores de aprendizagem em disciplinas, onde um ou vários alunos com mais dedicação e conhecimento passa a ser monitor na disciplina, ajudando o professor e tirando dúvidas dos colegas. O compromisso com a construção do conhecimento, e não apenas a sua transmissão, está presente em todas as atividades curriculares. A pesquisa é adotada como estratégia de ensino, desenvolvendo no aluno a cultura investigativa, metodológica e a postura pró-ativa, que lhe permita avançar frente ao desconhecido, sendo obrigatório o desenvolvimento do trabalho de conclusão de curso. 5.3 Avaliação da Aprendizagem Neste plano do Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet, considera-se a avaliação como um processo contínuo e cumulativo. Nesse processo, são assumidas as funções diagnóstica, formativa e somativa de forma integrada ao processo ensinoaprendizagem, as quais devem ser utilizadas como princípios orientadores para a tomada de consciência das dificuldades, conquistas e possibilidades dos estudantes. Igualmente, deve funcionar como instrumento colaborador na verificação da aprendizagem, levando em consideração o predomínio dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. Telefones: (37) Fax: (37) Folha: 8/98

9 5.3.1 Critérios de Avaliação da Aprendizagem A proposta pedagógica do curso prevê atividades avaliativas que funcionem como instrumentos colaboradores na verificação da aprendizagem, contemplando os seguintes aspectos: Adoção de procedimentos de avaliação contínua e cumulativa; Prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos; Inclusão de atividades contextualizadas; Manutenção de diálogo permanente com o aluno; Definição de conhecimentos significativos; Divulgação dos critérios a serem adotados na avaliação; Exigência dos mesmos critérios de avaliação para todos os alunos; Divulgação dos resultados do processo avaliativo; Estratégias cognitivas e metacognitivas como aspectos a serem considerados na correção; Incidência da correção dos erros mais freqüentes; Importância conferida às aptidões dos alunos, aos seus conhecimentos prévios e ao domínio atual dos conhecimentos que contribuam para a construção do perfil do futuro egresso. O sentido da avaliação está em fornecer informações ao aluno que o ajudem a progredir em sua aprendizagem, oferecendo-lhe informações do estado em que se encontra e as razões do mesmo, para que utilize esse dado como guia de auto direção, meta da educação. Fica sob responsabilidade do professor, a elaboração, a aplicação e a correção dos instrumentos avaliativos, bem como devolver os documentos referentes à avaliação efetuada e mostrar os critérios adotados. Para garantir de fato uma avaliação formativa, os professores utilizam diversificados instrumentos, de acordo com o conteúdo ministrado e os objetivos que se pretende alcançar. Os seguintes elementos são utilizados para o processo de avaliação do aprendizado: Provas individuais, de acordo com o conteúdo dado pelo professor; Trabalhos práticos realizados em laboratório ou extraclasse na forma de programas, sistemas de software, documentação, descrição de sistemas, relatórios, estudos de caso, etc.; Avaliação do comportamento, dedicação, postura, tarefa cumprida, espírito de liderança, gerência do trabalho em grupo e desenvoltura dos alunos durante as aulas teóricas e práticas; Apresentação de seminários. O Curso de Sistemas para Internet possui os seguintes quesitos para aprovação: O aluno deverá obter, no final do semestre, freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento); O processo de avaliação do aluno é realizado atribuindo-se notas, em cada disciplina, de forma que a soma no final do semestre seja 100 (cem) pontos. Uma Telefones: (37) Fax: (37) Folha: 9/98

10 prova não valerá mais que 50 (cinqüenta) pontos. As notas atribuídas a trabalhos não poderão ultrapassar 20% (vinte por cento) do semestre (20 (vinte) pontos); Ao final de cada semestre, serão aplicadas provas Finais aos alunos que não tenham alcançado a média 60, somando-se as notas obtidas no semestre. Para ser aprovado, deve-se somar as notas no semestre com a nota da prova Final (que valerá 100 (cem) pontos) e obter como média aritmética uma nota igual ou superior a 60. O aluno que cursar, sem aproveitamento, a mesma disciplina 2 (duas) vezes, fica obrigado a cursar a disciplina em regime de exclusividade, não podendo matricular-se em outras disciplinas até que seja aprovado. 5.4 Avaliação do Curso A avaliação do curso é feita: Durante a realização do curso através de reuniões sistemáticas e eventuais, no final dos módulos, envolvendo docentes, discentes e coordenação, para acompanhamento do curso; Pela avaliação escrita e oral constante dos alunos, ao final de cada módulo e ou disciplina; Ao final do curso através da avaliação geral dos alunos, docentes, coordenador e envolvidos, através de instrumentos que serão analisados, considerando a eficácia e eficiência do processo desenvolvido; Reuniões com representantes do setor para avaliar o curso quanto à adequação do perfil e das competências; O Conselho Técnico Profissional, através dos representantes das empresas, também será referência para a avaliação do curso; A avaliação institucional sistemática fornece uma posição sobre a avaliação global do curso, através de relatórios que é apresentado e disponibilizado para a comunidade escolar. 6 Organização Curricular O currículo do curso está estruturado em 5 (cinco) semestres letivos e em regime seriado semestral, composto de acordo com o perfil profissional e com as competências requeridas pelo mundo do trabalho. A organização semestral está constituída por etapas progressivas e integrada que resultarão em níveis cada vez mais elevados de competência para o trabalho, uma vez que possibilitam um contínuo processo de especialização e de aperfeiçoamento profissional, atendendo às reais necessidades do mercado de trabalho. Os conteúdos correspondem aos conhecimentos gerais de caráter técnico-operacionais, bem como habilidades, atitudes, valores éticos e hábitos, fundamentais na formação de profissionais de Informática, visando garantir a empregabilidade do aluno. Telefones: (37) Fax: (37) Folha: 10/98

11 O desenvolvimento das competências previstas tem como ponto de partida as experiências do aluno, os conhecimentos e competências adquiridas, tanto na escola como no mercado de trabalho. A combinação entre teoria e prática está sendo considerada como base para o aluno desenvolver as competências necessárias à sua formação tecnológica. O enriquecimento de conhecimentos se dá, também, através de visitas técnicas, sendo escolhidas empresas, feiras, congressos e outros eventos relacionados à área, bem como palestras, monitorias dentro e fora da instituição. Ao final do Curso, o aluno deverá apresentar o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), contemplando fases de especificação e implementação. O Projeto deve conter toda a documentação, relatórios das visitas técnicas, análise de dados e especificações do projeto desenvolvido. 6.1 Matriz Curricular Primeiro Semestre Componente Curricular Pré-requisitos 1 Álgebra ALG 80 2 Algoritmo e Técnicas de Programação ATP 80 3 Banco de Dados I BD Inglês Instrumental I II Introdução à Computação IC 40 6 Português Instrumental PI 40 7 Trabalho Interdisciplinar I TI-1 40 do Semestre 400 Segundo Semestre Componente Curricular Pré-requisitos 8 Análise de Sistemas AS 80 9 Banco de Dados II BD-2 40 BD-1 10 Estruturas de Dados ED 40 ATP 11 Inglês Instrumental II II-2 40 II-1 12 Linguagem de Programação I LP ATP 13 Metodologia de Pesquisa MP Trabalho Interdisciplinar II TI-2 40 do Semestre 400 Telefones: (37) Fax: (37) Folha: 11/98

12 Componente Curricular CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE BAMBUÍ Terceiro Semestre 15 Estatística EST Fundamentos de Administração FA 40 Pré-requisitos 17 Programação Orientada a Objetos POO 120 ATP 18 Projeto de Sistemas PS 80 AS 19 Sistemas Operacionais SO Trabalho Interdisciplinar III TI-3 40 do Semestre 400 Componente Curricular Quarto Semestre 21 Gestão de Negócios na Internet GNI Gerência e Qualidade de Projetos GQA Interface Homem Máquina IHM Programação para Internet I PI Redes de Computadores RC Padrões de Projeto para Internet PPI 40 do Semestre 400 Componente Curricular Quinto Semestre 27 Ética e Legislação Aplicada ELA Tópicos Especiais TE 40 Pré-requisitos Pré-requisitos 29 Segurança Computacional SC 60 RC 30 Administração de Sistemas Operacionais ASO 80 SO, RC 31 Sistemas de Informação SI Seminários SEM Programação para Internet II PI PI-1 do Semestre 400 Componente Curricular Total 34 Trabalho de Conclusão de Curso TCC 120 Total do Curso 2120 Telefones: (37) Fax: (37) Folha: 12/98

13 6.2 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Também integra a matriz curricular do curso superior de Tecnologia em Sistemas para Internet um TCC, o qual será desenvolvido pelo tecnólogo no período final do curso. Será constituído de: Elaboração de um projeto de software, desenvolvido a partir da vivência adquirida nos projetos de desenvolvimento de sistemas web realizados ao longo do curso. Produção de uma monografia, dentro da orientação ao trabalho de conclusão de curso, com base no seu projeto e nas experiências adquiridas na etapa anterior. O Trabalho de Conclusão de Curso é acompanhado por um Professor Orientador. O mecanismo de planejamento, acompanhamento e avaliação do TCC é composto pelos seguintes itens: a) Elaboração de um Plano de Atividades, aprovado pelo Conselho de Curso; b) Reuniões periódicas do aluno com o Professor Orientador; c) Elaboração de uma monografia ou Relatório Técnico-científico; d) Avaliação e defesa pública do TCC perante uma banca examinadora, composta por, no mínimo, 3 (três) docentes, dentre os quais, o Professor Orientador. 6.3 Tecnólogo em Sistemas para Internet O Tecnólogo em Sistemas para Internet ocupa-se do desenvolvimento de programas, de interfaces e aplicativos, do comércio e do marketing eletrônicos, além de sítios e portais para internet e intranet. Esse profissional gerencia projetos de sistemas, inclusive com acesso a banco de dados, desenvolvendo projetos de aplicações para a rede mundial de computadores e integra mídias nos sítios da internet. Este profissional atua com tecnologias emergentes como computação móvel, redes sem fio e sistemas distribuídos. Cuidar da implantação, atualização, manutenção e segurança dos sistemas para internet também são suas atribuições (Texto retirado do Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia MEC-SETEC). Telefones: (37) Fax: (37) Folha: 13/98

14 6.4 Ementas Primeiro Semestre Telefones: (37) Fax: (37) Folha: 14/98

15 Componente curricular: Álgebra Semestre: 1 Teórica Prática Total EMENTA Vetores no IR N. Estudo das Matrizes e Sistemas Lineares. Determinantes. Autovalor e Autovetor. CONTEUDO PROGRAMATICO 1 Vetores no IR N. 1.1 Vetores no IR N : adição, multiplicação por escalar, Produto interno e teoremas. 1.2 Norma e distancia no IR N : definições e teoremas. 1.3 Vetores no C N : adição, multiplicação por escalar, produto interno e norma. 1.4 Equações paramétricas da reta. Equações do hiperplano. 2 Sistemas de equações lineares. 2.1 Equações lineares: definição, soluções, equações equivalentes. 2.2 Sistema de equações lineares: definição, sistema homogêneo, solução. 2.3 Solução de um sistema de equações lineares por escalonamento. 2.4 Discussão de um sistema linear. 3 Matrizes. 3.1 Soma de matrizes e multiplicação por escalar. 3.2 Multiplicação de matrizes. 3.3 Operações linhas: escalonamento, matriz reduzida linha na forma canônica. 3.4 Matriz inversa. 4 Determinantes. 4.1 Permutações. 4.2 Determinante. 4.3 Propriedades. 4.4 Menores e co-fatores. 4.5 Adjunta clássica. 4.6 Aplicações às equações lineares. 4.7 Determinante de um operador linear. 5 Autovalor e Autovetor 5.1 Polinômios de matrizes e operadores lineares 5.2 Autovalores e autovetores 5.3 Polinômio característico e minimal 5.4 Polinômio característico e minimal de operadores lineares Telefones: (37) Fax: (37) Folha: 15/98

16 Aulas teóricas em sala de aula; Exercícios práticos. METODOLOGIA DE ENSINO Sala de aula; Bibliografia. RECURSOS DIDÁTICOS Provas escritas; Trabalhos práticos; Exercícios. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Básica BIBLIOGRAFIA LIPSCHUTZ, Seymour. Álgebra linear: teoria e problemas. 3. ed.. São Paulo: Pearson, p. STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Álgebra linear. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1987, 583 p. STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Geometria analítica. 2.ed. São Paulo: Makron Books, p. CAMARGO, Ivan de; BOULOS, Paulo. Geometria analítica: um tratamento vetorial. 3. ed. São Paulo: Prentice Hall, p. REIS, Genésio Lima dos; SILVA, Valdir Vilmar da. Geometria analítica. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, p. Complementar Telefones: (37) Fax: (37) Folha: 16/98

17 Componente curricular: Algoritmos e Técnicas de Programação Semestre: 1 Teórica Prática Total EMENTA Conceitos Básicos: Algoritmos; Entrada e Saída de Dados; Noções básicas de complexidade. Representação de Algoritmos. Estruturas de controle de fluxo. Linguagens de Programação: Sintaxe; Compilação/Interpretação; Tipos de Dados; Variáveis; Estruturas de dados multivaloradas homogêneas. Modularização. Escopo. Recursividade. Algoritmos de Pesquisa. Algoritmos de Ordenação. CONTEUDO PROGRAMATICO 1 Conceitos Básicos 1.1 Algoritmos 1.2 Variáveis 1.3 Entrada e Saída de Dados 1.4 Operadores Lógicos e Aritméticos 1.5 Noções básicas de complexidade Complexidade espacial e temporal Função de complexidade Comportamento assintótico Notação O Comparação de algoritmos 2 Representação de Algoritmos 2.1 Pseudo-código 2.2 Fluxogramas 3 Estruturas de controle de fluxo 3.1 Estruturas de Desvio Condicional SE ESCOLHA...CASO 3.2 Estruturas de Repetição ENQUANTO REPITA...ATÉ REPITA...ENQUANTO PARA 4 Linguagens de Programação Telefones: (37) Fax: (37) Folha: 17/98

18 4.1 Sintaxe 4.2 Compilação/Interpretação 4.3 Tipos de Dados 4.4 Variáveis 4.5 Estruturas de dados multi-valoradas homogêneas Vetores Matrizes 5 Modularização 5.1 Funções e procedimentos 5.2 Bibliotecas 5.3 Escopo 5.4 Recursividade 6 Algoritmos de Pesquisa 6.1 Busca Sequencial 6.2 Busca Binária 7 Algoritmos de Ordenação 7.1 Método da Seleção 7.2 Método da Bolha 7.3 Método da Inserção 7.4 Método QuickSort METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas em sala de aula; Apresentação e elaboração de exemplos práticos utilizando os fundamentos teóricos apresentados; Aulas práticas em laboratório para implementação e demonstração de exemplos práticos em simulador de algoritmos. Sala de aula; Laboratório de informática; Simulador de algoritmos; Bibliografia. RECURSOS DIDÁTICOS Provas escritas e práticas; Trabalhos práticos; Exercícios. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Telefones: (37) Fax: (37) Folha: 18/98

19 Básica CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE BAMBUÍ BIBLIOGRAFIA ZIVIANI, Nivio. Projeto de algoritmos com implementações em pascal e C. 2. ed. São Paulo, SP: Pioneira Thomson Learning, p., il. ISBN SALVETTI, Dirceu Douglas; BARBOSA, Lisbete Madsen. Algoritmos. São Paulo, SP: Pacperson Education, p. ISBN X. FORBELLONE, André Villar; EBERSPACHER, Henri Frederico. Lógica de programação: a construção de algoritmos e estruturas de dados. 3. ed. São Paulo, SP: Prentice Hall, p., il. ISBN FARRER, Harry et al. Programação estruturada de computadores: algoritmos estruturados. 3 ed. Belo Horizonte, MG: LTC Editora, p. FORBELLONE, André Villar; EBERSPACHER, Henri Frederico. Lógica de programação: a construção de algoritmos e estruturas de dados. 3. ed. São Paulo, SP: Prentice Hall, p., il. ISBN Complementar SENAC. Construção de algoritmos. [2. ed.]. Rio de Janeiro, p. ISBN (broch.). MANZANO, José Augusto N. G; OLIVEIRA, Jair Figueiredo de. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 15 ed. São Paulo, SP: Érica, p. ISBN X. Telefones: (37) Fax: (37) Folha: 19/98

20 Componente curricular: Banco de Dados I Semestre: 1 Teórica Prática Total EMENTA Introdução a bancos de dados: conceitos sobre banco de dados, Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD). Projeto e modelagem de banco de dados: diagrama entidaderelacionamento (DER), modelagem lógica. Normalização. Álgebra relacional. Introdução a linguagem de consulta SQL. Ferramentas de modelagem. Desenvolvimento de aplicações com suporte a banco de dados. CONTEUDO PROGRAMATICO 1 Introdução a sistemas de banco de dados 1.1 Importância dos bancos de dados 1.2 Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBD) 1.3 Vantagens da utilização de SGBD 1.4 Profissionais que trabalham com banco de dados 1.5 Modelagem e projeto de banco de dados 1.6 Níveis de abstração de banco de dados em SGBD 1.7 Arquiteturas de banco de dados 2 Projeto de banco dados 2.1 Etapas do projeto de banco de dados 3 Modelagem conceitual de banco de dados 3.1 O modelo entidade-relacionamento (ER) 3.2 Diagramas entidade-relacionamento (DER) Entidades, atributos e conjuntos de entidades Relacionamentos e conjuntos de relacionamentos Recursos adicionais 3.3 Modelagem de banco de dados usado o DER 4 Modelagem lógica de banco de dados 4.1 Definição do modelo relacional 4.2 Restrições do modelo relacional 4.3 Mapeamento do modelo conceitual para o modelo lógico 5 Normalização de banco de dados relacionais 5.1 Anomalias de atualização 5.2 Dependência funcional Telefones: (37) Fax: (37) Folha: 20/98

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