-Sistema de Comércio Eletrônico Integrado ao Sistema de Gestão de Negócios Neosyst -

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "-Sistema de Comércio Eletrônico Integrado ao Sistema de Gestão de Negócios Neosyst -"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - BRASIL -Sistema de Comércio Eletrônico Integrado ao Sistema de Gestão de Negócios Neosyst - Relatório Final de Projeto Orientado em Computação II Aluno Mateus Felipe Tymburibá Ferreira Orientador Sérgio Vale Aguiar Campos Assinatura do Orientador 11 de Dezembro de 2006

2 Resumo Sistemas de comércio eletrônico são cada vez mais empregados como uma forma de agilizar transações comerciais e aumentar a eficiência dos processos nas organizações, uma vez que possibilitam a ampliação e a diversificação dos mercados consumidores, bem como a integração do processo comercial como um todo. Apesar da crescente corrida pela conquista dos clientes virtuais, existe uma grande dificuldade de integração dos métodos convencionais de controle de negócios aos sistemas de publicação e venda pela web, o que exige a separação da gerência dos recursos de Internet das demais atividades administrativas. Além disso, as ferramentas existentes são bastante complexas para um gerente de negócios inexperiente no ramo de computação. Este trabalho visa a adaptação de uma ferramenta de comércio eletrônico para a sua completa integração ao Sistema de Gestão de Negócios Neosyst, através da unificação dos seus bancos de dados e da compatibilização das funcionalidades oferecidas por eles. 2

3 Sumário 1 Introdução Neosyst - Finalidades e Funcionamento Sistemas de Comércio Eletrônico Objetivos 5 3 Sistema de Gerenciamento de Conteúdo Definição Escolha do Sistema Unificação dos Bancos de Dados Disparidades entre os Bancos de Dados O Mapeamento de MySQL para PostgreSQL Conversão de tipos e funções Alterações no código-fonte do Joomla! Definição de uma estrutura única Integração das tabelas de produto Alterações no código-fonte do Joomla! Resultados 15 6 Conclusões 16 7 Trabalhos Futuros 17 8 Referências 17 3

4 1. Introdução 1.1 Neosyst - Finalidades e Funcionamento O Neosyst é uma ferramenta de gestão empresarial, desenvolvida pensando em prover para as empresas de pequeno e médio porte uma solução para gerar maior produtividade e eficiência ao negócio. O seu desenvolvimento surge da necessidade de utilização de soluções voltadas para a plataforma Linux, apesar de alguns módulos do sistema, bem como o seu banco de dados, serem compatíveis também com uma plataforma Windows. O Neosyst disponibiliza a gestão administrativa completa de um estabelecimento comercial, através de uma interface intuitiva e em português. A sua utilização permite melhor produtividade através de uma melhor gestão dos negócios, redução de custos, automação de tarefas, atendimento a padrões exigidos pelo mercado e pela legislação. O sistema é dividido em três módulos: módulo Frente de Caixa, módulo Retaguarda e módulo Supervisor de Loja. O módulo Frente de Caixa é responsável por controlar e registrar as vendas realizadas para o consumidor final de mercadorias. Ele é capaz de funcionar localmente em cada posto de venda da empresa, independente da existência de uma rede entre as lojas. A base de dados de cada posto de venda pode ser integrada à base central do sistema (quando houver uma base central) em tempo real, ou através da transferência de arquivos. Este módulo permite a configuração e utilização dos seguintes equipamentos periféricos: TEF (Transferência Eletrônica de Fundos), através de conexão discada ou dedicada; emissores de cupom fiscal; balanças; leitores de código de barra; gaveteiros; teclados programáveis com até 44 funções. O módulo Frente de Caixa permite ainda o registro do pagamento de contas de consumo, como luz, água e telefone. O módulo Supervisor de Loja permite a gestão das configurações necessárias para o correto funcionamento do módulo Frente de Caixa, incluindo as configurações dos dispositivos periféricos. Além disso, este módulo é responsável pela exportação de dados, consulta sobre operações realizadas, backup de dados, emissão de relatórios e cadastros de informações. Dentre os dados que podem ser cadastrados neste módulo, destacam-se: formas de pagamentos, fornecedores e clientes; unidades de medida e localidades; empresas e filiais; departamentos e vendedores; produtos e código de barras de produtos. O módulo Supervisor de Loja é também responsável pela definição dos usuários do sistema, dos grupos de usuários e das permissões de acesso às funcionalidades disponíveis. Finalmente, o módulo Retaguarda é a camada do sistema dedicada ao controle das conexões com o banco de dados, bem como do tráfego de informações entre os diversos módulos do sistema, evitando conflitos de dados ou perda de informações. 1.2 Sistemas de Comércio Eletrônico Comércio eletrônico pode ser definido, de forma bastante abrangente, como a execução de transações comerciais utilizando meios eletrônicos. Para muitos porém, consiste na compra e venda de produtos e serviços utilizando computadores ligados em rede. Nesse caso, as atividades comerciais se reduzem a compra e venda. Por outro lado, o advento de empresas completamente baseadas na Internet aumentou esse escopo, que passa a incluir, além de compra e venda, toda a variedade de atividades anteriores e posteriores à transação em si, denominadas atividades pré- e pós-venda. É possível identificar 4

5 diversas atividades comerciais que vêm sendo executadas por servidores de comércio eletrônico, como localização de produtos, elaboração de pedidos, efetivação de pagamentos e atendimento ao consumidor. Desde que foi liberada para uso comercial, a Internet tem sido utilizada como meio para comercialização de ítens. Seu potencial para transformar as atividades comerciais é enorme e exige uma constante renovação por parte das empresas preocupadas em se manterem eficazes. O comércio feito através da Internet muda os parâmetros do comércio tradicional em vários aspectos, pois possibilita a ampliação e a diversificação dos mercados consumidores e promove o desenvolvimento das atividades comerciais pela introdução de novos mecanismos de comercialização. A realização de atividades de marketing e de venda direta ao consumidor através da Internet é apenas parte das inovações que estão mudando o funcionamento das empresas, o qual tem sido modificado também por tecnologias como mensagens eletrônicas, publicação de documentos eletrônicos, localização e compartilhamento de documentos, gerência de manufatura e logística e controle da cadeia de suprimentos e de pedidos. Mais importante que o alcance das transformações dentro da empresa é a possibilidade da integração do processo comercial como um todo [1]. O sucesso do comércio na Internet pode ser explicado por três aspectos. O primeiro diz respeito à facilidade de disseminação de informação na Internet. Essa facilidade é decorrente da rapidez, ao alcance e ao baixo custo de distribuição e obtenção da informação. O segundo aspecto é o baixo custo das transações via Internet, quando comparadas por transações feitas por telefone, fax ou pessoalmente. Essa redução de custos estimula a atividade econômica através da Internet. O terceiro aspecto é o que se refere à competição pelos clientes. Devido à facilidade de obtenção de informação sobre produtos e preços, é possível ter acesso rápido a grandes quantidades de informação, o que beneficia enormemente o consumidor. Os concorrentes expõem suas informações no mesmo lugar (a Internet), não sendo mais necessário fazer ligações telefônicas nem ir pessoalmente aos vendedores para obtê-las. Por tudo isso, a utilização da Internet como meio de comercialização tem merecido atenção e investimentos de empresas de todos os ramos do mercado. 2. Objetivos Figura 1: esquema de integração de um Sistema de Comércio Eletrônico ao Neosyst. 5

6 A proposta deste trabalho, conforme ilustrado na Figura-1, consiste em incorporar ao Neosyst um sistema capaz de prover as funcionalidades desempenhadas por um Sistema de Comércio Eletrônico (SCE) já descritas, como listagem de produtos, controle de clientes e venda de itens, entre outros. O software deverá facilitar ao máximo a tarefa de criação do site da empresa, de forma que funcionários sem muita experiência no ramo de computação possam realizar essa atividade sem grandes dificuldades e com um elevado nível de qualidade e satisfação para os clientes. Em outras palavras, o mecanismo interno de controle das transações realizadas no site deverá ser transparente para o administrador. Apesar da crescente corrida pela conquista dos clientes virtuais, a expansão dos negócios das empresas em direção ao vasto mercado da Internet não ocorre de maneira ainda mais acelerada, justamente pela dificuldade de integração dos métodos convencionais de controle de negócios aos sistemas de publicação e venda pela web. Na maioria dos casos, as ferramentas existentes estão disponíveis em sistemas distintos, de forma que é necessário separar a gerência dos recursos de Internet das demais atividades administrativas. Além disso, em geral as ferramentas existentes são bastante complexas para um gerente de negócios inexperiente no ramo de computação. A integração de um Sistema de Comércio Eletrônico a um Sistema de Gestão de Negócios deverá contribuir com os demais softwares dedicados ao comércio via web, possibilitando a aceleração do processo de adesão por parte de empresas aos novos modelos de negócios voltados à exploração do crescente mercado da Internet. Além disso, o desenvolvimento de uma ferramenta de forma que um administrador de negócios possa gerenciar também a oferta e comercialização de seus produtos e serviços na web, sem que para isso ele necessite reunir conhecimentos a respeito das tecnologias utilizadas para essas tarefas, reduzirá os custos das empresas com contratação de pessoal ou de serviços especializados em desenvolvimento de conteúdo para a Internet. Finalmente, a unificação do controle de todas as atividades da empresa, permitirá uma maior agilidade nas tomadas de decisão e nas ações estratégicas das organizações envolvidas com a comercialização eletrônica de produtos e serviços. 3. Sistema de Gerenciamento de Conteúdo 3.1 Definição Atualmente existem no mercado inúmeras ferramentas que foram concebidas para a criação de novos sites e visam estruturar o design, o código HTML e outros componentes visuais, mas que não são ideais para gerenciar novos conteúdos diários. Entre as principais limitações destes sistemas, pode-se salientar: são comuns modificações acidentais nas páginas e em seus códigos, pois o conteúdo, neste caso, está misturado com a lógica de programação. Isto pode resultar em links quebrados, problemas de formatação, alterações no design e até mesmo a indisponibilidade do site como um todo; ao longo do tempo, as páginas criadas no site ficam perdidas. Torna-se difícil implementar um mecanismo de pesquisa granular e organizar as informações em seções e categorias para que possam ser facilmente encontradas. A arquitetura da informação é comprometida, bem como a experiência e satisfação do usuário final. Em muitos casos, cientes dessas limitações, as empresas optam por contratar uma agência de construção de sites, delegando a ela a tarefa de publicar o conteúdo desejado e mantê-lo disponível na Internet. Grande parte das empresas que contratam esse tipo de serviço têm queixas constantes quanto à qualidade final, primeiramente pelo custo, seguido da falta de autonomia e muitas vezes do tempo de resposta para a publicação dos novos conteúdos. Afinal, as agências têm uma série de outros clientes e novos projetos com orçamentos maiores, além de não entenderem as prioridades das empresas tão bem quanto seus administradores. A solução atualmente mais difundida para os problemas citados é a utilização de um Sistema de Gerenciamento de Conteúdo, mais conhecido pela sigla em inglês CMS ( Content Management System ), cujo objetivo é exatamente o de estruturar e facilitar a criação, administração, distribuição, publicação e disponibilidade da informação. Um CMS oferece ferramentas simples, todas acessadas através de qualquer navegador, que permitem realizar todo o processo de gerência, desde a criação até o arquivamento do 6

7 conteúdo. É comum estar incorporado aos gerenciadores de conteúdo a possibilidade de cuidar desde a aparência do site até os menus de navegação. Existe uma vasta gama de vantagens que um sistema de gerenciamento de conteúdo oferece: estruturação do processo de autoria, no qual diversos membros de uma equipe podem contribuir, cada um na sua área de atuação e conhecimento; diminuição do tempo necessário para a criação de novas páginas e atualizações das páginas já publicadas; harmonia estética com o resto do site e demais conteúdos; maior flexibilidade para acrescentar ou editar conteúdos de forma descentralizada e em qualquer lugar, em qualquer horário, dentro ou não do escritório da empresa; discriminação de permissões de acesso às informações publicadas; gerenciamento de versão dos conteúdos; diminuição dos custos de manutenção. Sistemas avançados de CMS possuem ainda muitos outros recursos adicionais. Em termos gerais, um Sistema de Gerenciamento de Conteúdo permite que a empresa tenha total autonomia sobre o conteúdo e a evolução da sua presença na Internet e dispense a assistência de terceiros ou empresas especializadas para manutenções de rotina. Nem mesmo é preciso um funcionário dedicado, pois cada membro da equipe poderá gerenciar o seu próprio conteúdo, diluindo os custos com recursos humanos. Além disso, a habilidade necessária para trabalhar com esse tipo de ferramenta não ultrapassa os conhecimentos necessários para editar um texto. Desde que começaram a ser desenvolvidos, no final dos anos 90, os Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo vêm progressivamente diminuindo de preço e ampliando seus recursos. Hoje existem alternativas comerciais, e de código aberto, de excelente qualidade, e uma diversidade enorme de soluções. Essas soluções disponíveis diferem muito entre si, o que torna necessário um processo bastante criterioso de escolha de um CMS para um determinado projeto. 3.2 Escolha do Sistema Conforme mencionado na seção anterior, a escolha de um determinado CMS para a sua utilização em um projeto qualquer requer uma avaliação minuciosa das opções existentes no mercado, afim de escolher um Sistema de Gerenciamento de Conteúdo que se adeque às características específicas necessárias no projeto. Os resultados, que já foram detalhados em relatório anterior, apontaram para a utilização do Joomla!, acrescido das funcionalidades de comércio eletrônico providas pela ferramenta denominada VirtueMart. O sistema Joomla! é possivelmente o projeto de desenvolvimento de CMS de código-livre com o maior envolvimento da comunidade de software livre. Atualmente ele conta com uma comunidade bastante ativa e com um vasto material de suporte e apoio ao desenvolvimento de extensões ou modificações. O VirtueMart, por sua vez, foi a melhor ferramenta de comércio eletrônico encontrada, pois possui uma coleção completa de funcionalidades e uma interface bastante intuitiva, totalmente integrada ao Joomla!. 4 Unificação dos Bancos de Dados 4.1 Disparidades entre os Bancos de Dados Uma vez que o Neosyst e o Joomla! são sistemas diferentes e oriundos de projetos distintos, eles utilizam bancos de dados com muitas características incompatíveis. Praticamente todas essas incompatibilidades podem ser resumidas pela constatação de que os dois softwares utilizam bancos de dados com esquemas (abstração para a organização dos dados) diferentes. Apesar de ambos utilizarem bancos de dados relacionais, as tabelas existentes em cada banco, bem como os atributos, restrições e domínio dos valores são bem divergentes. Outro fator conflitante na estrutura dos bancos consiste no tipo do banco de dados relacional, já que o Neosyst utiliza um banco PostgreSQL e o Joomla! utiliza um banco MySQL. Esse 7

8 foi um fator determinante para a alteração no código da Camada de Interface de Persistência (CIP) do Joomla!, a fim de mapear os acessos ao banco de dados com operações válidas da linguagem MySQL para um banco de dados PostgreSQL. Toda essa discordância na disposição dos dados entre os dois sistemas foi solucionada para que eles pudessem se integrar de forma exata, e isso foi alcançado através da unificação dos bancos de dados. Em outras palavras, foi necessário estabelecer um esquema de dados comum aos dois sistemas que, ao mesmo tempo, minimizasse as alterações a serem realizadas nos dois softwares. Figura 2: representação da unificação dos BDs do Neosyst e do Joomla!. 4.2 O Mapeamento de MySQL para PostgreSQL As informações referentes às diversas aplicações disponíveis nos CMSs (blogs, conteúdos dinâmicos, mensagens instantâneas, pesquisas, relatórios, etc...) ficam guardadas nos Bancos de Dados. Alguns CMSs possuem uma CIP capaz de se conectar com diferentes tipos de Bancos de Dados relacionais (MySQL, PostgreSQL, MSSQL, etc), mas a maioria deles, como no caso do Joomla!, se atém a um único tipo de Banco de Dados. Essa característica inerente ao sistema escolhido exigiu o acréscimo de uma etapa ao projeto, a fim de uniformizar o tipo de Banco de Dados utilizado pelos dois softwares em questão. O Banco de Dados do Joomla!, que originalmente utiliza o Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) MySQL, foi adaptado para funcionar com o SGBD PostgreSQL. Para isso, o arquivo com a definição da estrutura das tabelas teve que ser reescrito com uma nova Linguagem de Definição de Dados (Data Definition Language - DDL), compatível com a sintaxe exigida pelo novo SGBD. Terminado o processo de redefinição das tabelas do Joomla!, todas as consultas SQL existentes no código-fonte do sistema também tiveram que ser alteradas para se adequarem à nova sintaxe exigida pelo SGBD, bem como à utilização de funções de recuperação e tratamento de dados adequadas. 8

9 4.2.1 Conversão de tipos e funções A tradução do arquivo com a definição das tabelas do Joomla! de MySQL para PostgreSQL exigiu diversas modificações, decorrentes da adoção de padrões de sintaxe diferentes nos dois SGBDs. Além disso, muitas funções de tratamento e recuperação dos dados existentes em MySQL não estão disponíveis no PostgreSQL, ou possuem outro nome. Esse fato exigiu, em alguns casos, a pesquisa de métodos alternativos para se atingir os mesmos resultados com o novo SGBD. Apesar disso, na maioria dos casos foi feito um mapeamento direto de funções do MySQL para funções equivalentes do PostgreSQL. As mesmas medidas tiveram que ser adotadas no processo de mapeamento dos tipos de dados utilizados para os atributos das relações, já que alguns tipos existentes em MySQL possuem um nome distinto no PostgreSQL ou não têm um correspondente direto. Segue uma lista resumida com as principais modificações efetuadas: criação das funções para criptografar dados "encrypt" e "decrypt", baseadas nas funções do pacote "/contribs/pgcrypt" e responsáveis por prover no PostgreSQL as funcionalidades oferecidas pelas funções de mesmo nome do MySQL; troca da função "enum" do MySQL, usada para enumerar possíveis valores de um atributo, pela cláusula de verificação de tipos "CHECK"; criação de índices com a diretiva "CREATE INDEX" para os atributos marcados como chave (KEY) no MySQL; Alterações no código-fonte do Joomla! Terminado o processo de conversão do Banco de Dados de MySQL para PostgreSQL, partiu-se para a etapa de correção das consultas SQL existentes no código-fonte do Joomla!. Essas consultas sofriam das mesmas necessidades de alteração descritas anteriormente, decorrentes da utilização de uma nova sintaxe e da existência de diferentes funções de tratamento e recuperação dos dados. No caso das consultas de definição de dados existentes no código-fonte (cláusulas "CREATE TABLE", "ALTER TABLE", "UPDATE TABLE" e "DROP TABLE"), as alterações descritas no item anterior tiveram que ser consideradas. No caso das consultas de recuperação de dados, além das modificações já mencionadas, foi necessário realizar outras alterações. Segue uma lista com os reparos mais utilizados: as cláusulas "IF EXISTS" do MySQL não funcionam no PostgreSQL. É necessário fazer uma consulta prévia selecionando todos os atributos da tabela para depois percorrer a lista e verificar se um determinado atributo existe. o PostgreSQL não diferencia letras maiúsculas de minúsculas, retornando o nome dos atributos sempre todo em minúsculo. Isso gera erro no código PHP escrito para o MySQL, já que o PHP diferencia a caixa das letras, assim como o MySQL; o MySQL aceita uma construção formalmente incorreta, na qual cláusulas "ORDER BY" são incluídas em cláusulas "SELECT"s de contagem de itens. O PostgreSQL, por outro lado, não reconhece esse tipo de construção, recorrente no código do Joomla!, já que se uma consulta pede a contagem de determinado ítem, não faz sentido impor uma ordem para as tuplas retornadas. 4.3 Definição de uma estrutura única Com o Joomla! acessando o Banco de Dados através do mesmo SGBD que o Neosyst (PostgreSQL), restava a tarefa de unificar os esquemas dos Bancos de Dados utilizados pelos dois sistemas. Tendo em vista a complexidade e a dispersão das consultas SQL no código-fonte do Joomla!, verificada durante o processo de compatibilização dos SGBDs, decidiu-se pela unificação apenas das tabelas referentes a produtos, para que uma primeira versão do projeto pudesse ser avaliada no período designado para a conclusão da disciplina de Projeto Orientado em Computação II. As demais tabelas poderão ser unificadas em versões futuras, evitando assim esforços repetitivos para cadastro ou remoção de dados nos dois sistemas, bem como dados redundantes ou até mesmo inconsistentes. No caso dos dados relativos a produtos, a unificação apresentada na seção a seguir contorna esses problemas e procura evitar essas dificuldades. 9

10 4.3.1 Integração das tabelas de produto As figuras 3 e 4 a seguir retratam a estrutura das tabelas envolvidas nas operações que manipulam produtos, nos Bancos de Dados do Neosyst e do Joomla!, respectivamente. Vale ressaltar que somente as tabelas que se relacionam diretamente aos dados de produtos foram representadas. Tanto o Banco de Dados do Neosyst quanto o Banco de Dados do Joomla! possuem mais de 90 tabelas, o que inviabiliza a representação de toda a sua estrutura e justifica a omissão das informações menos relevantes. Figura 3: representação das tabelas de produto do Neosyst 10

11 Figura 4: representação das tabelas de produto do Joomla! 11

12 Como o Neosyst possui uma interface complexa com o Banco de Dados, através de midlewares e ferramentas de controle da CIP, como o Hybernate, optou-se por uma configuração do Banco de Dados unificado que mantivesse as tabelas e atributos originais do Neosyst próximos da sua configuração original. Assim, o impacto no código-fonte do Neosyst seria reduzido ao mínimo necessário, diminuindo também o esforço e o tempo para a conclusão da unificação dos Bancos de Dados. Por outro lado, as tabelas do Banco de Dados do Joomla! sofreram um número maior de modificações, acarretando em maiores mudanças no código-fonte do CMS. A estrutura unificada para as tabelas relativas a produto é apresentada na figura 5 abaixo, que aparece dividida em duas páginas. Note que as tabelas "product", "product_discount" e "product_price", todas pertencentes ao Banco de Dados do Joomla!, foram extintas. Figura 5: representação das tabelas de produto unificadas (continua na página seguinte...) 12

13 Figura 5: representação das tabelas de produto unificadas (continuação) 13

14 Os atributos da tabela "product" foram incorporados na tabela "produto", originalmente pertencente ao Banco de Dados do Neosyst, com exceção para os atributos "product_s_desc", "product_weight", "product_weight_uom", "product_name", "product_discount_id" e "product_in_stock", que foram substituídos por outros atributos para satizfazerem requisitos técnicos. Da mesma forma, os atributos da tabela "product_discount" foram incorporados à tabela "item_venda_produto", com exceção para o atributo "amount", e os atributos da tabela "product_price" foram incorporados na tabela "produto", do esquema do Neosyst, com exceção para os campos "product_price", "cdate" e "mdate". Apesar da existência do atributo "dsc_produto" na tabela "produto", originalmente pertencente ao Banco de Dados do Neosyst, o atributo "product_desc" da tabela "product" foi mantido. Em seu lugar, foi mapeado para o campo "dsc_produto" o atributo "product_s_desc", por ser de um tipo que comporta menos caracteres, assim como o tipo do campo para o qual ele foi mapeado. Os campos "product_thumb_image" e "product_full_image", ambos pertencentes à tabela "product", não foram substituídos por "img_produto", da tabela "produto", por inconsistência entre os tipos de dados. Para realizar essa operação, seria necessário alterar no código-fonte do Joomla! a manipulação dessas informações, após a sua recuperação do Banco de Dados. Finalmente, os campos "cdate" e "mdate" (tabela "product") não foram substituídos pelos atributos "dat_cadastro" e "dat_alteracao" (tabela "produto") porque as datas são armazenadas em tipos diferentes nesses campos, o que novamente acarretaria em mudanças no código-fonte do Joomla! para formatação adequada dos dados após as consultas Alterações no código-fonte do Joomla! Com a definição da nova estrutura para o Banco de Dados do Neosyst e do Joomla!, unificando as tabelas relativas a produto das duas ferramentas, partiu-se para a modificação das consultas que acessavam as antigas tabelas de produto no código-fonte do Joomla!. As consultas que se referiam às tabelas que foram mantidas intactas não necessitaram de alterações e também foram mantidas. Já as consultas que se referiam a tabelas extintas, ou a atributos que foram movidos para outras tabelas, tiveram que ser editadas para refletir em acessos coerentes com a nova estrutura do Banco de Dados. A principal estratégia utilizada na codificação, com o intuito de minimizar o tempo necessário para as alterações no código, foi manter os nomes originais dos atributos retornados pelas consultas. Em outras palavras, utilizou-se o recurso de renomear os atributos no momento das consultas, para evitar maiores modificações no código do Joomla! Através da sub-cláusula "AS" existente na cláusula "SELECT", que seleciona os atributos a serem retornados em uma consulta, é possível apresentar os atributos com um nome diferente do existente na estrutura do Banco de Dados. Esse artifício foi utilizado para devolver ao Joomla! resultados de consultas exatamente iguais aos resultados originais, evitando alterações no código do programa em trechos de código onde são realizados acessos a estruturas de dados indexadas pelos nomes dos atributos, como tabelas-hash. A seguinte consulta exemplifica a técnica utilizada: SELECT amount FROM product_discount WHERE discount_id = $discount_id; Alterada para retornar o nome anterior do atributo, apesar da nova estrutura do Banco de Dados: SELECT val_desconto AS amount FROM item_venda_produto WHERE cod_item_venda_produto = $discount_id; 14

15 5 Resultados Ainda não foram concluídas as alterações no código-fonte para todas as consultas necessárias, mas já é possível observar os ganhos e benefícios de se utilizar os dois sistemas trabalhando com uma estrutura única para produtos. Pode-se, por exemplo, cadastrar um novo produto no Neosyst e publicá-lo no site imediatamente depois, através do Joomla!, sem que seja necessário repetir a operação de cadastro do produto. A figura 6 mostra a tela de cadastro de produtos do Neosyst no momento em que uma furadeira é acrescentada à lista de produtos. Figura 6: tela de cadastro de produto do Neosyst Concluído o cadastro do novo produto no Neosyst, o Joomla! passa a reconhecê-lo como uma das opções de venda do site, como pode ser visto na figura 7, que mostra a listagem dos produtos existentes. Para disponibilizar o produto no site, o usuário necessita apenas de publicá-lo, através da interface oferecida pelo Joomla!. 15

16 Figura 7: tela de listagem de produtos do Joomla! 6 Conclusões Neste trabalho foi proposta a integração de uma ferramenta de comércio eletrônico ao Sistema de Gestão de Negócios denominado Neosyst. Constatados os amplos benefícios na utilização de um Sistema de Gerenciamento de Conteúdo (CMS) no auxílio ao cumprimento dessa tarefa, partiu-se para a escolha da ferramenta mais adequada ao presente projeto, tendo em vista as peculiaridades da integração em questão e a enorme quantidade de CMSs disponíveis no mercado. Através de uma avaliação criteriosa, decidiu-se pela utilização do Sistema de Gerenciamento de Conteúdo denominado Joomla!, acrescido das funcionalidades de comércio eletrônico oferecidas por uma das suas ferramentas de extensão, chamada VirtueMart. Definidos os softwares auxiliares a serem empregados, foi necessário estudar a arquitetura do Joomla!, em especial da sua Camada de Interface de Persistência, para se detectar os módulos do sistema que deveriam ser alterados após o imprescindível processo de unificação dos bancos de dados. Antes da criação de uma estrutura unificada para os Bancos de Dados, contudo, foi necessário traduzir o Banco de Dados do Joomla! e as consultas SQL realizadas em seu código-fonte para o mesmo SGBD utilizado pelo Neosyst (PostgreSQL). Com o Joomla! acessando o Banco de Dados através do PostgreSQL, passou-se para a construção de um modelo de Banco de Dados que unificasse as tabelas relativas a produtos dos dois sistemas em questão. Construída essa nova estrutura, a etapa final consistiu em alterar as consultas SQL do Joomla! que referenciavam tabelas que foram alteradas ou excluídas do novo modelo. Ainda restam algumas consultas SQL a serem modificadas, antes que as tabelas de produtos dos sistemas possam ser consideradas completamente unificadas e a primeira versão da integração dos sistemas se torne completamente funcional. 16

17 7 Trabalhos Futuros A fim de obter uma integração exata do Joomla! com o Neosyst, que cubra todas as funcionalidades oferecidas por ambos os sistemas, deve-se trabalhar na integração das demais tabelas existentes no esquemas originais dos Bancos de Dados das duas ferramentas, tais como tabelas relativas a clientes, fornecedores ou fabricantes, entre outras. Apesar das tabelas relacionadas a produtos englobarem a maior parte das funções nos dois sistemas, a unificação de outras tabelas traria ainda mais benefícios aos usuários. Existe um grande número de páginas na internet que disponibilizam gratuitamente "templates" para o Joomla!, mas caso o próprio usuário queira criar o layout do seu site, ele deve reunir alguns conhecimentos de programação para fazê-lo. Nesse contexto, o desenvolvimento de uma ferramenta que guie o processo de criação de "templates" no Joomla! também seria de grande utilidade para os usuários, principalmente para aqueles que não têm familiaridade com linguagens de programação para a web ou com o desenvolvimento de sites. Finalmente, durante a realização dos testes de integração dos sistemas, constatou-se que os módulos que disponibilizam formas de pagamento são todos baseados nos modelos de pagamento Norte-Americanos. Portanto, seria de grande utilidade o desenvolvimento de módulos que possibilitem a operação de novas formas de pagamento, especialmente aquelas mais utilizadas no Brasil, como boletos bancários ou SEDEX a cobrar. 8 Referências [1] Meira Junior, Wagner; Murta, Cristina Duarte; Campos, Sérgio Vale Aguiar; Guedes Neto, Dorgival Olavo. Sistemas de comércio eletrônico - projeto e desenvolvimento. Editora Campus, [2] Especificação dos Requisitos do Software Neosyst. [3] What is a Content Management System, or CMS? - Website. [4] Content Management: Why Do You Need Content Management? - webdesign.about.com/od/contentmanagement/a/aa031300a.htm. Website. [5] Tecnologia RSS - Website. [6] How to evaluate a Content Management System - Website. [7] Calvin C. Sov. How do I decide what is the best CMS for me? - disponível em [8] Web Links - ongetc.com/index.php?option=com_weblinks&catid=89&itemid=4. Website. [9] Joomla! Developer Network - dev.joomla.org. Website. [10] Joomla! 1.1 Alpha - API - api.joomla.org. Website. [11] ADOdb Database Abstraction Library for PHP - adodb.sourceforge.net. Website. [12] PHP: MySQL Melhorada - Website. [13] mysql to PosgreSQL - Website. [14] Migrate your site from MySQL to PostgreSQL -- Part 2 - Website. [15] PostgreSQL: Documentation: Manuals: PostgreSQL 8.0: Data Types - Website. [16] MySQL AB::MySQL 3.23, 4.0, 4.1 Reference Manual:: Overview of Numeric Types - dev.mysql.com/doc/refman/4.1/en/numeric-type-overview.html. Website. [17] PHP Manual - br.php.net/manual/en/. Website. [18] PostgreSQL & PHP Tutorials - pgsql.designmagick.com/. Website. [19] pgcrypto & php - Website. [20] The FreeBSD Diary -- PostgreSQL 7.2 upgrade and crypto - Website. 17

Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br

Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br Prof. Marcelo Machado Cunha www.marcelomachado.com mcelobr@yahoo.com.br Ementa Introdução a Banco de Dados (Conceito, propriedades), Arquivos de dados x Bancos de dados, Profissionais de Banco de dados,

Leia mais

GBD. Introdução PROF. ANDREZA S. AREÃO

GBD. Introdução PROF. ANDREZA S. AREÃO GBD Introdução PROF. ANDREZA S. AREÃO Sistema de arquivos X Sistemas de Banco de Dados Sistema de arquivos Sistema de Banco de Dados Aplicativos Dados (arquivos) Aplicativos SGBD Dados (arquivos) O acesso/gerenciamento

Leia mais

Programação com acesso a BD. Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br

Programação com acesso a BD. Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Programação com acesso a BD Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br 1 Introdução BD desempenha papel crítico em todas as áreas em que computadores são utilizados: Banco: Depositar ou retirar

Leia mais

Introdução a Informática. Prof.: Roberto Franciscatto

Introdução a Informática. Prof.: Roberto Franciscatto Introdução a Informática Prof.: Roberto Franciscatto 6.1 ARQUIVOS E REGISTROS De um modo geral os dados estão organizados em arquivos. Define-se arquivo como um conjunto de informações referentes aos elementos

Leia mais

Banco de Dados I 2007. Módulo I: Introdução a Sistemas de Banco de Dados. (Aula 1) Clodis Boscarioli

Banco de Dados I 2007. Módulo I: Introdução a Sistemas de Banco de Dados. (Aula 1) Clodis Boscarioli Banco de Dados I 2007 Módulo I: Introdução a Sistemas de Banco de Dados (Aula 1) Clodis Boscarioli Agenda: Apresentação do Plano de Ensino; Aspectos Históricos; Estrutura Geral de um SGBD; Profissionais

Leia mais

Etapas da evolução rumo a tomada de decisão: Aplicações Isoladas: dados duplicados, dados inconsistentes, processos duplicados.

Etapas da evolução rumo a tomada de decisão: Aplicações Isoladas: dados duplicados, dados inconsistentes, processos duplicados. Histórico Etapas da evolução rumo a tomada de decisão: Aplicações Isoladas: dados duplicados, dados inconsistentes, processos duplicados. Sistemas Integrados: racionalização de processos, manutenção dos

Leia mais

Sistema de Automação Comercial de Pedidos

Sistema de Automação Comercial de Pedidos Termo de Abertura Sistema de Automação Comercial de Pedidos Cabana - Versão 1.0 Iteração 1.0- Release 1.0 Versão do Documento: 1.5 Histórico de Revisão Data Versão do Documento Descrição Autor 18/03/2011

Leia mais

UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSAMENTO DE DADOS BANCO DE DADOS

UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSAMENTO DE DADOS BANCO DE DADOS CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSAMENTO DE DADOS CLAUDIO RIBEIRO DA SILVA MARÇO 1997 2 1 - CONCEITOS GERAIS DE 1.1 - Conceitos Banco de Dados - Representa

Leia mais

Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados

Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados Fernando Castor A partir de slides elaborados por Fernando Fonseca & Robson Fidalgo 1 Sistemas de Arquivos Sistemas de arquivos Principal característica é a replicação

Leia mais

SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS

SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS BANCO DE DADOS Universidade do Estado de Santa Catarina Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Ciência da Computação Prof. Alexandre Veloso de Matos alexandre.matos@udesc.br SISTEMA GERENCIADOR

Leia mais

Administração de Banco de Dados

Administração de Banco de Dados Administração de Banco de Dados Professora conteudista: Cida Atum Sumário Administração de Banco de Dados Unidade I 1 INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS...1 1.1 Histórico...1 1.2 Definições...2 1.3 Importância

Leia mais

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados:

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados: MC536 Introdução Sumário Conceitos preliminares Funcionalidades Características principais Usuários Vantagens do uso de BDs Tendências mais recentes em SGBDs Algumas desvantagens Modelos de dados Classificação

Leia mais

INDICE 3.APLICAÇÕES QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS COM O USO DO SAXES

INDICE 3.APLICAÇÕES QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS COM O USO DO SAXES w w w. i d e a l o g i c. c o m. b r INDICE 1.APRESENTAÇÃO 2.ESPECIFICAÇÃO DOS RECURSOS DO SOFTWARE SAXES 2.1. Funcionalidades comuns a outras ferramentas similares 2.2. Funcionalidades próprias do software

Leia mais

Introdução a Banco de Dados

Introdução a Banco de Dados Introdução a Banco de Dados O modelo relacional Marta Mattoso Sumário Introdução Motivação Serviços de um SGBD O Modelo Relacional As aplicações não convencionais O Modelo Orientado a Objetos Considerações

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados

Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados Orivaldo V. Santana Jr A partir de slides elaborados por Ivan G. Costa Filho Fernando Fonseca & Robson Fidalgo 1 Sistemas de Arquivos Sistemas de arquivos Principal

Leia mais

Manual da G. L. T. Garantias Legais e Tecnológicas

Manual da G. L. T. Garantias Legais e Tecnológicas Manual da G. L. T. Garantias Legais e Tecnológicas Guia prático dos direitos e deveres dos usuários de produtos CISS. Dois Vizinhos Fevereiro 2011 ÍNDICE ÍNDICE... 2 G.L.T.??? O que é isso???... 3 Direitos

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em BD Curso Superior de Tecnologia em DAI

Curso Superior de Tecnologia em BD Curso Superior de Tecnologia em DAI Curso Superior de Tecnologia em BD Curso Superior de Tecnologia em DAI Fundamentos de Banco de Dados Aula 01 Introdução aos Sistemas de Bancos de Dados Introdução aos Sistemas de BD Objetivo Apresentar

Leia mais

Banco de Dados. Professor: Rômulo César. romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br

Banco de Dados. Professor: Rômulo César. romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Banco de Dados Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Sistema de arquivos X Sistemas de Banco de Dados Sistema de arquivos Sistema de Banco de Dados Aplicativos Dados (arquivos)

Leia mais

Hoje é inegável que a sobrevivência das organizações depende de dados precisos e atualizados.

Hoje é inegável que a sobrevivência das organizações depende de dados precisos e atualizados. BANCO DE DADOS Universidade do Estado de Santa Catarina Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Ciência da Computação Prof. Alexandre Veloso de Matos alexandre.matos@udesc.br INTRODUÇÃO Hoje é

Leia mais

Construindo sítios profissionais com Mambo

Construindo sítios profissionais com Mambo 23/09/06 Construindo sítios profissionais com Mambo Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org 1 Sumário Software Livre Conceitos de CMS Mambo Configuração do Mambo Novidades Referências 2 O que é software

Leia mais

DOCUMENTO DE REQUISITOS

DOCUMENTO DE REQUISITOS DOCUMENTO DE REQUISITOS ID documento: Data: / / Versão : Responsável pelo documento: ID Projeto: HISTÓRICO DE REVISÕES Data de criação/ atualização Descrição da(s) Mudança(s) Ocorrida(s) Autor Versão do

Leia mais

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente 1. Quais os componentes de um sistema cliente-servidor? Clientes e servidores 2. Na visão do hardware, defina o que é cliente e o que é servidor: Clientes. Qualquer computador conectado ao sistema via

Leia mais

Banco de Dados I Introdução

Banco de Dados I Introdução Banco de Dados I Introdução Prof. Moser Fagundes Curso Técnico em Informática (Modalidade Integrada) IFSul Campus Charqueadas Sumário da aula Avaliações Visão geral da disciplina Introdução Histórico Porque

Leia mais

04/08/2012 MODELAGEM DE DADOS. PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS. Aula 2. Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc.

04/08/2012 MODELAGEM DE DADOS. PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS. Aula 2. Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc. MODELAGEM DE DADOS PROF. RAFAEL DIAS RIBEIRO, M.Sc. @ribeirord MODELAGEM DE DADOS Aula 2 Prof. Rafael Dias Ribeiro. M.Sc. @ribeirord 1 Objetivos: Revisão sobre Banco de Dados e SGBDs Aprender as principais

Leia mais

INTRODUÇÃO E CONCEITOS BÁSICOS. Prof. Ronaldo R. Goldschmidt

INTRODUÇÃO E CONCEITOS BÁSICOS. Prof. Ronaldo R. Goldschmidt INTRODUÇÃO E CONCEITOS BÁSICOS Prof. Ronaldo R. Goldschmidt Hierarquia Dado - Informação - Conhecimento: Dados são fatos com significado implícito. Podem ser armazenados. Dados Processamento Informação

Leia mais

Banco de Dados I. Introdução. Fabricio Breve

Banco de Dados I. Introdução. Fabricio Breve Banco de Dados I Introdução Fabricio Breve Introdução SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados): coleção de dados interrelacionados e um conjunto de programas para acessar esses dados Coleção de dados

Leia mais

Faculdade Pitágoras 16/08/2011. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Sistemas para Internet

Faculdade Pitágoras 16/08/2011. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Sistemas para Internet Faculdade Pitágoras Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Sistemas para Internet Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL A linguagem SQL é responsável por garantir um bom nível

Leia mais

Faculdade Pitágoras. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados. Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL

Faculdade Pitágoras. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados. Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL Faculdade Pitágoras Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL A linguagem SQL é responsável por garantir um bom nível de independência do

Leia mais

Cursos de Magento. 2013 Gugliotti Consulting

Cursos de Magento. 2013 Gugliotti Consulting Cursos de Magento F U N D A M E N T O S D E M A G E N T O C O M M E R C E C U R S O E M V Í D E O - A U L A S M Ó D U L O 2 F T O 2 Fundamentos de Magento Commerce Módulo 2 Aula 1 Configuração da plataforma

Leia mais

SISTEMA DE BANCO DE DADOS. Banco e Modelagem de dados

SISTEMA DE BANCO DE DADOS. Banco e Modelagem de dados SISTEMA DE BANCO DE DADOS Banco e Modelagem de dados Sumário Conceitos/Autores chave... 3 1. Introdução... 4 2. Arquiteturas de um Sistema Gerenciador... 5 3. Componentes de um Sistema... 8 4. Vantagens

Leia mais

Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br

Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Programação com acesso a BD Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br 1 Modelos de Dados, Esquemas e Instâncias 2 Modelos de Dados, Esquemas e Instâncias Modelo de dados: Conjunto de conceitos

Leia mais

TRABALHO DE DIPLOMAÇÃO Regime Modular ORIENTAÇÕES SOBRE O ROTEIRO DO PROJETO FINAL DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES

TRABALHO DE DIPLOMAÇÃO Regime Modular ORIENTAÇÕES SOBRE O ROTEIRO DO PROJETO FINAL DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES TRABALHO DE DIPLOMAÇÃO Regime Modular ORIENTAÇÕES SOBRE O ROTEIRO DO PROJETO FINAL DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES [Observação: O template a seguir é utilizado como roteiro para projeto de sistemas orientado

Leia mais

SISTEMAS DE BANCO DE DADOS. Prof. Adriano Pereira Maranhão

SISTEMAS DE BANCO DE DADOS. Prof. Adriano Pereira Maranhão SISTEMAS DE BANCO DE DADOS Prof. Adriano Pereira Maranhão 1 REVISÃO BANCO DE DADOS I O que é banco de dados? Ou seja afinal o que é um SGBD? REVISÃO BD I REVISÃO DE BD I Um Sistema de Gerenciamento de

Leia mais

vgf Violin Gerenciador de Franquias

vgf Violin Gerenciador de Franquias vgf Violin Gerenciador de Franquias Violin Gerenciador de Franquias vgf Violin Gerenciador de Franquias Visão Geral Bem-vindo ao Violin Gerenciador de Franquias, uma poderosa aplicação vertical que dá

Leia mais

PORTARIA N Nº 184 Rio de Janeiro, 27 de dezembro de 2012.

PORTARIA N Nº 184 Rio de Janeiro, 27 de dezembro de 2012. PORTARIA N Nº 184 Rio de Janeiro, 27 de dezembro de. ACRESCENTA A ARQUITETURA DE PADRÕES TECNOLÓGICOS DE INTEROPERABILIDADE -, NO SEGMENTO RECURSOS TECNOLÓGICOS, O PADRÃO TECNOLÓGICO SISTEMAS DE GERENCIAMENTO

Leia mais

Para construção dos modelos físicos, será estudado o modelo Relacional como originalmente proposto por Codd.

Para construção dos modelos físicos, será estudado o modelo Relacional como originalmente proposto por Codd. Apresentação Este curso tem como objetivo, oferecer uma noção geral sobre a construção de sistemas de banco de dados. Para isto, é necessário estudar modelos para a construção de projetos lógicos de bancos

Leia mais

Introdução a Banco de Dados. Adão de Melo Neto

Introdução a Banco de Dados. Adão de Melo Neto Introdução a Banco de Dados Adão de Melo Neto 1 Por que estudar BD? Os Bancos de Dados fazem parte do nosso dia-a-dia: operação bancária reserva de hotel matrícula em uma disciplina da universidade cadastro

Leia mais

BANCO DE DADOS E BUSINESS INTELIGENCE. C/H: 20 horas (20/02, 25/02, 27/02, 04/03, 06/03)

BANCO DE DADOS E BUSINESS INTELIGENCE. C/H: 20 horas (20/02, 25/02, 27/02, 04/03, 06/03) MBA em Gestão de TI MÓDULO: BANCO DE DADOS E BUSINESS INTELIGENCE C/H: 20 horas (20/02, 25/02, 27/02, 04/03, 06/03) PROFESSOR: Edison Andrade Martins Morais prof@edison.eti.br http://www.edison.eti.br

Leia mais

NOME SEXO CPF NASCIMENTO SALARIO

NOME SEXO CPF NASCIMENTO SALARIO Tutorial SQL Fonte: http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=2973 Para começar Os Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados Relacionais (SGBDr) são o principal mecanismo de suporte ao armazenamento

Leia mais

Softwares Aplicativos Banco de Dados

Softwares Aplicativos Banco de Dados Softwares Aplicativos Banco de Dados INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Estrutura 1. Definições 2. Serviços 3. Usuários 4. Evolução 5. Exemplos 03 Banco

Leia mais

PHP INTEGRAÇÃO COM MYSQL PARTE 1

PHP INTEGRAÇÃO COM MYSQL PARTE 1 INTRODUÇÃO PHP INTEGRAÇÃO COM MYSQL PARTE 1 Leonardo Pereira leonardo@estudandoti.com.br Facebook: leongamerti http://www.estudandoti.com.br Informações que precisam ser manipuladas com mais segurança

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5 Para entender bancos de dados, é útil ter em mente que os elementos de dados que os compõem são divididos em níveis hierárquicos. Esses elementos de dados lógicos constituem os conceitos de dados básicos

Leia mais

SQL Structured Query Language

SQL Structured Query Language Janai Maciel SQL Structured Query Language (Banco de Dados) Conceitos de Linguagens de Programação 2013.2 Structured Query Language ( Linguagem de Consulta Estruturada ) Conceito: É a linguagem de pesquisa

Leia mais

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia P ORTFÓ FÓLIO Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia versão 1.1 ÍNDICE 1. A EMPRESA... 3 2. BI (BUSINESS INTELLIGENCE)... 5 3. DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS... 6 3.1. PRODUTOS

Leia mais

Módulo e-rede VirtueMart v1.0. Manual de. Instalação do Módulo. estamos todos ligados

Módulo e-rede VirtueMart v1.0. Manual de. Instalação do Módulo. estamos todos ligados Módulo e-rede VirtueMart v1.0 Manual de Instalação do Módulo estamos todos ligados 01 02 03 04 Introdução 3 Versão 3 Requerimentos 3 Manual de instalação 4 05 06 4.1 Permissões 4 4.2 Instalação e ativação

Leia mais

Introdução Banco de Dados

Introdução Banco de Dados Introdução Banco de Dados Vitor Valerio de Souza Campos Adaptado de Vania Bogorny Por que estudar BD? Os Bancos de Dados fazem parte do nosso dia-a-dia: operação bancária reserva de hotel matrícula em

Leia mais

Banco de Dados. Introdução. João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai. jef@ime.usp.br DCC-IME-USP

Banco de Dados. Introdução. João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai. jef@ime.usp.br DCC-IME-USP Banco de Dados Introdução João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai jef@ime.usp.br DCC-IME-USP Importância dos Bancos de Dados A competitividade das empresas depende de dados precisos e atualizados. Conforme

Leia mais

Laboratório de Banco de Dados

Laboratório de Banco de Dados Universidade Federal de Mato Grosso-UFMT Sistemas de Informação Laboratório de Banco de Dados Prof. Clóvis Júnior Laboratório de Banco de Dados Conteúdo Administração de Usuários de Papéis; Linguagens

Leia mais

IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI)

IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) 1. Funcionamento do EDI 2. EDI tradicional X WEB EDI 3. EDI Tradicional 4. WEB EDI Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) EDI: Electronic Data Interchange Troca

Leia mais

Índice EMPRESA... 03 ESPECIALIDADES... 03 TRABALHOS REALIZADOS... 04 PRODUTOS... 05 SERVIÇOS... 06

Índice EMPRESA... 03 ESPECIALIDADES... 03 TRABALHOS REALIZADOS... 04 PRODUTOS... 05 SERVIÇOS... 06 Apresentação Índice EMPRESA... 03 ESPECIALIDADES... 03 TRABALHOS REALIZADOS... 04 PRODUTOS... 05 SERVIÇOS... 06 2 EMPRESA CDN&T Informática e Suporte Ltda, empresa que atua a mais de 15 anos no mercado

Leia mais

Sistemas de Banco de Dados Aspectos Gerais de Banco de Dados

Sistemas de Banco de Dados Aspectos Gerais de Banco de Dados Sistemas de Banco de Dados Aspectos Gerais de Banco de Dados 1. Conceitos Básicos No contexto de sistemas de banco de dados as palavras dado e informação possuem o mesmo significado, representando uma

Leia mais

BANCO POSTAL - Plataforma Tecnológica

BANCO POSTAL - Plataforma Tecnológica BANCO POSTAL - Plataforma Tecnológica 1. Arquitetura da Aplicação 1.1. O Banco Postal utiliza uma arquitetura cliente/servidor WEB em n camadas: 1.1.1. Camada de Apresentação estações de atendimento, nas

Leia mais

Contrato Comercial. Objetivo: Desenvolvimento de Loja Virtual. Cliente... : Aos cuidados de... : Data de Emissão... :

Contrato Comercial. Objetivo: Desenvolvimento de Loja Virtual. Cliente... : Aos cuidados de... : Data de Emissão... : Contrato Comercial Objetivo: Desenvolvimento de Loja Virtual Cliente... : Aos cuidados de... : Data de Emissão... : Emitido por: Davi Bertozo davi@fullsolucoes.com.br 14 3879-6474 14 9888-4480 0 Contrato

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 04

PROVA ESPECÍFICA Cargo 04 10 PROVA ESPECÍFICA Cargo 04 QUESTÃO 21 Analise as seguintes afirmativas: I. Uma das funções de um DBA é gerenciar os mecanismos de segurança de acesso aos dados armazenados em um SGBD (Sistema Gerenciador

Leia mais

Curso de Joomla na Prática

Curso de Joomla na Prática Curso de Joomla na Prática Joomla! (pronuncia-se djumla) é um CMS (Content Management System) desenvolvido a partir do Mambo. É escrito em PHP e roda no servidor web Apache ou IIS e banco de dados MySQL.

Leia mais

Sistema de Bancos de Dados. Conceitos Gerais Sistema Gerenciador de Bancos de Dados

Sistema de Bancos de Dados. Conceitos Gerais Sistema Gerenciador de Bancos de Dados Sistema de Bancos de Dados Conceitos Gerais Sistema Gerenciador de Bancos de Dados # Definições # Motivação # Arquitetura Típica # Vantagens # Desvantagens # Evolução # Classes de Usuários 1 Nível 1 Dados

Leia mais

FINANCEIROS FUNCIONALIDADES

FINANCEIROS FUNCIONALIDADES Os aplicativos financeiros da MPS - Contas a Receber, Contas a Pagar e Fluxo de Caixa - são utilizados por diversos clientes e possuem todas as funcionalidades operacionais necessárias, além de opções

Leia mais

BANCO DE DADOS. Introdução a Banco de Dados. Conceitos BásicosB. Engenharia da Computação UNIVASF. Aula 1. Breve Histórico

BANCO DE DADOS. Introdução a Banco de Dados. Conceitos BásicosB. Engenharia da Computação UNIVASF. Aula 1. Breve Histórico Banco de Dados // 1 Banco de Dados // 2 Conceitos BásicosB Engenharia da Computação UNIVASF BANCO DE DADOS Aula 1 Introdução a Banco de Dados Campo representação informatizada de um dado real / menor unidade

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 INTRODUÇÃO SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 Há algum tempo, podemos observar diversas mudanças nas organizações,

Leia mais

LSoft SGC Gestão Empresarial

LSoft SGC Gestão Empresarial LSoft SGC Gestão Empresarial O LSoft SGC é um sistema de gestão dinâmico, eficiente e flexível idealizado para atender diversos segmentos de indústrias, comércios e serviços. O objetivo principal é tornar

Leia mais

Documento de Visão. Versão 2.5 Projeto SysTrack - Grupo 01

Documento de Visão. Versão 2.5 Projeto SysTrack - Grupo 01 Documento de Visão Versão 2.5 Projeto SysTrack - Grupo 01 Junho de 2011 Histórico de revisão: DATA VERSÃO DESCRIÇÃO AUTORES 19/02/2011 1.0 Versão inicial. João Ricardo, Diogo Henrique. 24/02/2011 2.0 Modificação

Leia mais

Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Sistema Gerenciador de Banco de Dados

Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Sistema Gerenciador de Banco de Dados Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) é constituído por um conjunto de dados associados a um conjunto de programas para acesso a esses

Leia mais

A ESCOLHA DE SISTEMA PARA AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS. A decisão de automatizar

A ESCOLHA DE SISTEMA PARA AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS. A decisão de automatizar A ESCOLHA DE SISTEMA PARA AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS A decisão de automatizar 1 A decisão de automatizar Deve identificar os seguintes aspectos: Cultura, missão, objetivos da instituição; Características

Leia mais

BANCO DE DADOS CONCEITOS BÁSICOS

BANCO DE DADOS CONCEITOS BÁSICOS Universidade Federal da Paraíba UFPB Centro de Energias Alternativas e Renováveis - CEAR Departamento de Eng. Elétrica DEE BANCO DE DADOS CONCEITOS BÁSICOS Isaac Maia Pessoa Introdução O que é um BD? Operações

Leia mais

Bancos de Dados. Conceitos F undamentais em S is temas de B ancos de Dados e s uas Aplicações

Bancos de Dados. Conceitos F undamentais em S is temas de B ancos de Dados e s uas Aplicações Conceitos F undamentais em S is temas de B ancos de Dados e s uas Aplicações Tópicos Conceitos Básicos Bancos de Dados Sistemas de Bancos de Dados Sistemas de Gerenciamento de Bancos de Dados Abstração

Leia mais

14/08/2008. Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional 1 Prof.: Fernando Hadad Zaidan

14/08/2008. Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional 1 Prof.: Fernando Hadad Zaidan Faculdade INED Curso Superior de Tecnologia em Banco de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional 1 Prof.: Fernando Hadad Zaidan 1 Unidade 2 Introdução a SQL 2 Leitura Obrigatória ELMASRI,

Leia mais

O que é ERP e suas vantagens

O que é ERP e suas vantagens Sistema 8Box ERP O que é ERP e suas vantagens Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa, possibilitando a automação e

Leia mais

Automação do Processo de Instalação de Softwares

Automação do Processo de Instalação de Softwares Automação do Processo de Instalação de Softwares Aislan Nogueira Diogo Avelino João Rafael Azevedo Milene Moreira Companhia Siderúrgica Nacional - CSN RESUMO Este artigo tem como finalidade apresentar

Leia mais

ARQUITETURA TRADICIONAL

ARQUITETURA TRADICIONAL INTRODUÇÃO Atualmente no universo corporativo, a necessidade constante de gestores de tomar decisões cruciais para os bons negócios das empresas, faz da informação seu bem mais precioso. Nos dias de hoje,

Leia mais

Evolução. Tópicos. Bancos de Dados - Introdução. Melissa Lemos. Evolução dos Sistemas de Informação Esquemas Modelos. Características de SGBDs

Evolução. Tópicos. Bancos de Dados - Introdução. Melissa Lemos. Evolução dos Sistemas de Informação Esquemas Modelos. Características de SGBDs 1 Bancos de Dados - Introdução Melissa Lemos melissa@inf.puc-rio.br Tópicos Evolução dos Sistemas de Informação Esquemas Modelos Conceitual Lógico Características de SGBDs 2 Evolução tempo Programas e

Leia mais

Violin Tours Management

Violin Tours Management vtm Violin Tours Management Violin Tours Management tm vviolin Tours Management Visão Geral Bem-vindo ao Violin Tours Management, uma aplicação completa para que você automatize canais de relacionamento,

Leia mais

Banco de Dados. Aula 1 - Prof. Bruno Moreno 16/08/2011

Banco de Dados. Aula 1 - Prof. Bruno Moreno 16/08/2011 Banco de Dados Aula 1 - Prof. Bruno Moreno 16/08/2011 Roteiro Apresentação do professor e disciplina Definição de Banco de Dados Sistema de BD vs Tradicional Principais características de BD Natureza autodescritiva

Leia mais

INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS. Prof. Msc. Hélio Esperidião

INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS. Prof. Msc. Hélio Esperidião INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS Prof. Msc. Hélio Esperidião BANCO DE DADOS Podemos entender por banco de dados qualquer sistema que reúna e mantenha organizada uma série de informações relacionadas a um determinado

Leia mais

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE Um estudo sobre os aspectos de desenvolvimento e distribuição do SIE Fernando Pires Barbosa¹, Equipe Técnica do SIE¹ ¹Centro de Processamento de Dados, Universidade Federal de Santa Maria fernando.barbosa@cpd.ufsm.br

Leia mais

Diretrizes para criação de um padrão de desenvolvimento de sistemas de informação baseados em cots

Diretrizes para criação de um padrão de desenvolvimento de sistemas de informação baseados em cots Diretrizes para criação de um padrão de desenvolvimento de sistemas de informação baseados em cots Roosewelt Sanie Da Silva¹ 1 Ciência da Computação Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) Rodovia

Leia mais

INTRODUÇÃO. Diferente de Bando de Dados

INTRODUÇÃO. Diferente de Bando de Dados INTRODUÇÃO Diferente de Bando de Dados 1 INTRODUÇÃO DADOS São fatos conhecidos que podem ser registrados e que possuem significado. Ex: venda de gasolina gera alguns dados: data da compra, preço, qtd.

Leia mais

Manual do usuário Certificado Digital e-cpf. Parabéns! Ao ter em mãos este manual, significa que você adquiriu um Certificado Digital DOCCLOUD

Manual do usuário Certificado Digital e-cpf. Parabéns! Ao ter em mãos este manual, significa que você adquiriu um Certificado Digital DOCCLOUD Manual do usuário Certificado Digital e-cpf Parabéns! Ao ter em mãos este manual, significa que você adquiriu um Certificado Digital DOCCLOUD Índice Apresentação 03 O que é um Certificado Digital? 04 Instalando

Leia mais

Certificado Digital e-cpf

Certificado Digital e-cpf Certificado Digital e-cpf Parabéns! Ao ter em mãos esse manual, significa que você adquiriu um certificado digital AC Link. Manual do Usuário 1 Índice Apresentação... 03 O que é um Certificado Digital?...

Leia mais

Documento de Arquitetura

Documento de Arquitetura Documento de Arquitetura A2MEPonto - SISTEMA DE PONTO ELETRÔNICO A2MEPonto - SISTEMA DE PONTO ELETRÔNICO #1 Pág. 1 de 11 HISTÓRICO DE REVISÕES Data Versão Descrição Autor 28/10/2010 1 Elaboração do documento

Leia mais

Configuração SERVIDOR.

Configuração SERVIDOR. REQUISITOS MINIMOS SISTEMAS FORTES INFORMÁTICA. Versão 2.0 1. PRE-REQUISITOS FUNCIONAIS HARDWARES E SOFTWARES. 1.1 ANALISE DE HARDWARE Configuração SERVIDOR. Componentes Mínimo Recomendado Padrão Adotado

Leia mais

GBC043 Sistemas de Banco de Dados. Introdução. Ilmério Reis da Silva ilmerio@facom.ufu.br www.facom.ufu.br/~ilmerio/sbd UFU/FACOM

GBC043 Sistemas de Banco de Dados. Introdução. Ilmério Reis da Silva ilmerio@facom.ufu.br www.facom.ufu.br/~ilmerio/sbd UFU/FACOM GBC043 Sistemas de Banco de Dados Introdução Ilmério Reis da Silva ilmerio@facom.ufu.br www.facom.ufu.br/~ilmerio/sbd UFU/FACOM Página 2 Definição BD Def. Banco de Dados é uma coleção de itens de dados

Leia mais

Partner Network. www.scriptcase.com.br

Partner Network. www.scriptcase.com.br www.scriptcase.com.br A Rede de Parceiros ScriptCase é uma comunidade que fortalece os nossos representantes em âmbito nacional, possibilitando o acesso a recursos e competências necessários à efetivação

Leia mais

FACULDADE INTEGRADAS DE PARANAÍBA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS. Bancos de Dados Conceitos Fundamentais

FACULDADE INTEGRADAS DE PARANAÍBA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS. Bancos de Dados Conceitos Fundamentais FACULDADE INTEGRADAS DE PARANAÍBA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS Bancos de Dados Conceitos Fundamentais Tópicos Conceitos Básicos Bancos de Dados Sistemas de Bancos de Dados Sistemas de Gerenciamento de Bancos

Leia mais

Consultoria sobre Joomla!

Consultoria sobre Joomla! Consultoria sobre Joomla! Joomla! (pronuncia-se djumla) é um CMS (Content Management System) desenvolvido a partir do Mambo. É escrito em PHP e roda no servidor web Apache ou IIS e banco de dados MySQL.

Leia mais

SENADO FEDERAL Secretaria Especial do Interlegis SINTER Subsecretaria de Tecnologia da Informação SSTIN. Produto I: ATU SAAP

SENADO FEDERAL Secretaria Especial do Interlegis SINTER Subsecretaria de Tecnologia da Informação SSTIN. Produto I: ATU SAAP Produto I: ATU SAAP Documento de projeto do novo sistema. Modelo de Dados, Casos de Usos e Interface Gráfica do Sistema Pablo Nogueira Oliveira Termo de Referência nº 129275 Contrato Número 2008/000988

Leia mais

Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes Gerenciamento de Redes As redes de computadores atuais são compostas por uma grande variedade de dispositivos que devem se comunicar e compartilhar recursos. Na maioria dos casos, a eficiência dos serviços

Leia mais

CRM GESTÃO DOS SERVIÇOS AOS CLIENTES

CRM GESTÃO DOS SERVIÇOS AOS CLIENTES Página 1 de 6 Este sistema automatiza todos os contatos com os clientes, ajuda as companhias a criar e manter um bom relacionamento com seus clientes armazenando e inter-relacionando atendimentos com informações

Leia mais

Certificado Digital e-cpf

Certificado Digital e-cpf Página1 Certificado Digital e-cpf Manual do Usuário Página2 Índice Apresentação... 03 O que é um Certificado Digital?... 03 Instalando o Certificado... 04 Conteúdo do Certificado... 07 Utilização, guarda

Leia mais

Disciplina: Tecnologias de Banco de Dados para SI s

Disciplina: Tecnologias de Banco de Dados para SI s Curso de Gestão em SI Disciplina: Tecnologias de Banco de Dados para SI s Rodrigo da Silva Gomes (Extraído do material do prof. Ronaldo Melo - UFSC) Banco de Dados (BD) BD fazem parte do nosso dia-a-dia!

Leia mais

Structure Query Language SQL Guilherme Pontes lf.pontes.sites.uol.com.br

Structure Query Language SQL Guilherme Pontes lf.pontes.sites.uol.com.br 1. Abordagem geral Structure Query Language SQL Guilherme Pontes lf.pontes.sites.uol.com.br Em primeiro plano, deve-se escolher com qual banco de dados iremos trabalhar. Cada banco possui suas vantagens,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE II. Primeiro Trabalho

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE II. Primeiro Trabalho UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE II Primeiro Trabalho Descrição do trabalho: Escrever um Documento de Visão. Projeto: Automatização do sistema que

Leia mais

Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com. http://www.tiagodemelo.info

Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com. http://www.tiagodemelo.info Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com Última atualização: 20.03.2013 Conceitos Banco de dados distribuídos pode ser entendido como uma coleção de múltiplos bds

Leia mais

Banco de Dados. Maurício Edgar Stivanello

Banco de Dados. Maurício Edgar Stivanello Banco de Dados Maurício Edgar Stivanello Agenda Conceitos Básicos SGBD Projeto de Banco de Dados SQL Ferramentas Exemplo Dado e Informação Dado Fato do mundo real que está registrado e possui um significado

Leia mais

VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo

VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo Introdução Recursos de acessibilidade principais Navegação usando

Leia mais