CABO VERDE N O V E M B R O INTERNATIONAL SUPPORT KIT OF OPPORTUNITIES

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1 N O V E M B R O INTERNATIONAL SUPPORT KIT OF OPPORTUNITIES

2 Contexto Económico do País Estrutura Setorial Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades Apoios à Internacionalização do GBES: Unidade Internacional Premium Oferta Internacional do GBES Contactos

3 Ambiente de negócios e fatores chave Ambiente de negócios Facilidade de fazer negócios 121/189 (Doing Business 2014 ranking) Iniciar negócio 66/189 Comércio transfronteiriço 95/189 Cumprimento de contratos 35/189 Liberdade Económica 65/177 (Economic Freedom 2013 ranking) Competitividade 122/148 (Global Competitiveness Index ranking) Requerimentos Bá sicos 103/148 Infraestruturas 116/148 Instituições 69/148 Potenciadores de Eficiência 130/148 Inovação e Sofisticação 118/148 Praia Cosec (Risk group) 6 Classificação de 1 (risco menor) a 7 (risco maior) Standard & Poor s (Rating) (Classificação de AAA (menor risco) a D (risco maior, default)) Dívida longo prazo em moeda local B+ Dívida longo prazo em moeda estrangeira B+ Outlook Negativo Fontes: FMI, Banco Mundial, INE Cabo Verde, COSEC, World Economic Forum, Global Heritage, Bloomberg. Capital: Praia Língua Oficial: Português População (Milhares): 534 (2013) Área: km 2 (10 ilhas) Tempo: GMT - 1 Moeda: Escudo de Cabo Verde (CVE, câmbio fixo EUR/110.3 CVE) Tipo de Governo: República semipresidencialista Religião: Maioritariamente Cristã (Católicos, 95%) 03

4 Indicadores Macroeconómicos E 2014 E 2015 E PIB Preços correntes EUR mil milhões PIB taxa de crescimento real Percentagem Taxa de Desemprego Percentagem pop. ativa Taxa de Inflação Percentagem Taxa de Câmbio EUR/CVE Balança Corrente Percentagem do PIB Saldo Orçamental Percentagem do PIB E Estimativa. Fontes: INE Cabo Verde, Banco de Cabo Verde, FMI

5 Síntese económica (I) Cabo Verde é uma pequena economia aberta, muito condicionada pela conjuntura externa, o que se explica pela elevada dependência face às importações de energia e de alimentos e face aos fluxos de capitais oriundos do estrangeiro (p.e., remessas de emigrantes e donativos). É uma economia terciarizada, onde os serviços, incluindo o Turismo, representam cerca de 75% do PIB, sendo a base produtiva da indústria pouco desenvolvida (essencialmente ligada aos setores dos têxteis, do calçado e das pescas). Num contexto económico mundial, marcado por um elevado grau de incerteza, sobretudo em função da crise da dívida da Zona Euro, com impacto nos fluxos de investimento estrangeiro, bem como na evolução do crescimento em diversas economias europeias com relações estreitas com Cabo Verde (Portugal e Espanha representam mais de 50% das relações comerciais do arquipélago com o exterior). a economia cabo-verdiana, ainda que revelando um ligeiro abrandamento, tem denotado uma considerável resiliência. Em Outubro de 2013, o Fundo Monetário Internacional (FMI) baixou as perspetivas de crescimento económico de Cabo Verde para 2013, prevendo um crescimento de 1.5%, ou seja, um ponto percentual abaixo do registado no ano anterior. Note-se que, já em 2012, o abrandamento da economia cabo-verdiana foi uma realidade, ao recuar de um crescimento de 4%, em 2011, para 2.5%, em O FMI voltou a evidenciar o enquadramento económico internacional e a quebra da procura interna como os fatores que estão a influenciar o abrandamento da economia cabo-verdiana, apesar do bom comportamento que o setor do turismo tem evidenciado. Em 2012 observou-se um crescimento de 18% no número de dormidas face ao ano anterior. O World Travel and Tourism Council (WTTC) estima um crescimento médio anual das receitas do turismo de aproximadamente 10% (6.7% em termos reais) nos próximos dez anos. Os indicadores de conjuntura continuam a apontar para uma contração da procura interna e expansão da procura externa (favorecendo, neste caso, a procura externa líquida). A menor propensão para o consumo privado e especialmente das importações de bens de investimento - o recuo é particularmente visível nos bens de equipamento e construção - aliada à aceleração do ritmo de crescimento das receitas de turismo permite que a procura externa líquida continue a impulsionar o crescimento da economia. Em 2014 e 2015, a inflação observada deverá estabilizar em torno dos 3%, após o agravamento estimado para 2013, em que o crescimento dos preços se deverá situar em 3.3%. De igual modo, também a evolução das reservas externas líquidas foi favorável, o que garantiu uma margem de conforto para uma adequada intervenção no mercado cambial no sentido de garantir a estabilidade do regime que indexa o escudo cabo-verdiano (CVE) ao Euro (EUR=CVE ). No entanto, o aumento da dívida pública e as incertezas sobre influxos externos, sugere que os atuais níveis de reservas estão abaixo do que as estimativas do FMI consideram adequado em 2015, entre 3,7 e 5 meses de importações. Fontes: FMI, OCDE, BCV, ES Research Research Sectorial. 05

6 Síntese económica (II) Na visita realizada em abril 2013, o Fundo apontou para o aumento da dívida pública, alertando para a sustentabilidade da mesma, a prazo. Foi precisamente este um dos principais aspetos evidenciados pela agência de notação financeira Fitch para baixar a classificação da dívida de longo prazo em moeda estrangeira, de BB- para B+, mantendo a notação de B da dívida de curto prazo em moeda estrangeira. A Standard and Poor s (S&P), posteriormente, mantendo a classificação da dívida soberana de Cabo Verde em B+, reviu o outlook de estável para negativo mencionando, explicitamente, o elevado deficit público e externo como elementos condicionadores do capacidade de Cabo Verde acomodar eventuais choques externos. No contexto dos recentes desenvolvimentos no ambiente macroeconómico, e considerando o impacto sobre a liquidez do sistema bancário e da economia, o BCV - Banco de Cabo Verde decidiu (agosto de 2013) reduzir a taxa de absorção de liquidez para 1%, mantendo a policy rate, a taxa de cedência de liquidez e a taxa de redesconto em 5.75%, 8.75% e 9.75%, respetivamente. A redução da taxa de absorção de liquidez tem como objetivo estimular o crédito para a economia e promover o crescimento económico do país, num contexto de baixas pressões inflacionistas. Ao longo dos próximos anos, os principais projetos de investimento público serão centrados na superação das ainda presentes dificuldades existentes no território ao nível das infraestruturas, no entanto, este esforço precisa de ser efetuado no quadro de uma política macroeconómica e fiscal prudente, evitando gastos não produtivos. Nos próximos anos, os maiores projetos do programa de investimento público centrar-se-ão ao nível das infraestruturas, sendo que quase 50% estarão relacionados com os setores da energia, da água, dos transportes e da logística marítima. As autoridades têm-se, também, empenhado no desenvolvimento das pescas, do posicionamento de Cabo Verde como hub oceânico e do avanço dos setores financeiro e de comunicações. O programa de investimento público também prevê uma componente social, o desenvolvimento de capital humano e intervenções em setores específicos para aumentar a competitividade. Apesar de uma conjuntura macroeconómica menos favorável, Cabo Verde tem merecido o apreço das principais instituições internacionais. O indicador de facilidade em fazer negócios do World Bank, Doing Business 2014 (DB 2014), coloca o país no ranking 121 entre 189 economias analisadas, 2ª melhor classificada na África Central e Ocidental. No Índice de Desenvolvimento Humano da Organização das Nações Unidas, Cabo Verde surge no primeiro plano entre os países posicionados na classe desenvolvimento humano médio, em 2012, Cabo Verde era o sexto país melhor classificado da África Subsahariana. No Índice Ibrahim de Governação Africana, Cabo Verde classificou-se em 3º lugar entre os 52 países africanos analisados, sendo apenas ultrapassado pelas Maurícias e pelo Botswana. Fontes: FMI, OCDE, BCV, ES Research Research Sectorial. 06

7 Integração Internacional CPLP Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Constituída por Portugal, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, visa a concertação político-diplomática em matéria de relações internacionais, nomeadamente na defesa e promoção de interesses comuns ou questões específicas, a cooperação, particularmente nos domínios económico, social, cultural, jurídico, técnico-científico e a materialização de projetos de promoção e difusão da língua portuguesa. CEDEAO Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental A CEDEAO/ECOWAS, organização regional de integração económica dos países da África Ocidental, compreende cerca de 230 milhões de consumidores nos 15 estados membros, entre os quais se encontra Cabo Verde. AfDB African Development Bank Fundada em 1964, esta instituição financeira teve por base 3 fundos africanos de desenvolvimento. Tem por objetivo permitir o desenvolvimento económico sustentável e a redução da pobreza no continente africano. Portugal é um dos membros não regionais desde Macaronésia/UE Espaço de concertação politica e de cooperação para o desenvolvimento entre os arquipélagos dos Açores, das Canárias, de Cabo Verde e da Madeira, que em conjunto estabelecem uma parceria no âmbito das regiões ultraperiféricas da UE. A 9 de Dezembro de 2011, a UE concedeu ao país o estatuto de beneficiário do Sistema Geral de preferências (SGP)+. Cabo Verde foi o primeiro país africano a alcançar este estatuto. 1 Santo Antão São Vicente Santa Luzia Sal São Nicolau Boavista Atlântico Norte São Tiago Maio Brava Fogo Praia 1 Quando Cabo Verde deixou de ter o estatuto da ONU de "País Menos Desenvolvido", em Dezembro de 2007, foi-lhe concedido um período de transição, que expirou a 31 de Dezembro de O SGP+ é um Acordo de Parceria Económica (APE) que garante um melhor acesso aos mercados europeus para os produtos e serviços cabo-verdianos, desde que haja um compromisso de implementação efetiva das 27 convenções internacionais mais importantes em termos de respeito pelos direitos humanos e laborais, pelo ambiente e boa governação. Fontes: BAD, UE, CIA, ECOWAS, AICEP, CPLP, ES Research - Research Sectorial. 07

8 Contexto Económico do País Estrutura Setorial Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades Apoios à Internacionalização do GBES: Unidade Internacional Premium Oferta Internacional do GBES Contactos

9 Estrutura Setorial do PIB A economia cabo-verdiana é uma economia de serviços (75% do PIB em 2011). Ao setor do turismo corresponde o papel de principal driver do crescimento no arquipélago. Repartição do PIB por setores (2011) 1 3.4% Indústria transformadora 3.5% Eletricidade, gás, água e outros serviços 3.4% Indústria extrativa 7.2% Setor financeiro, imobiliário e serviços às empresas 26.0% Turismo e comércio 8.2% Agricultura, silvicultura, pesca e caça 10.7% Construção 23.6% Transportes e comunicações 13.9%Administração pública, educação e saúde 1 Informação recolhida da base de dados da OCDE em Maio2013 e posteriormente retirada. As instituições internacionais nomeadamente o FMI, no último Statement at the Conclusion of an IMF Staff Visit to Cape Verde (Press Release No. 13/204, June 7, 2013) é referida a existência de um problema com as estatísticas do PIB de Cabo Verde a partir 2010: There is considerable uncertainty as the lack of actual real GDP data since 2010 poses serious challenges for monitoring and analyzing economic developments and for formulating policy responses. Strengthening of the national accounts statistics should be a priority. Fontes: OCDE (Maio), ES Research - Research Sectorial. 09

10 Estrutura setorial da economia (I) SISTEMA FINANCEIRO Após uma significativa expansão em 2010, iniciaram atividade mais 4 instituições de crédito, 2011 ficou marcado por uma maior estabilidade. O universo das instituições no sistema bancário de Cabo Verde é agora constituído por 8 instituições de crédito no mercado onshore e 14 no offshore. Esta expansão levou ao reforço da rede interna de agências e postos de atendimento, bem como das associadas atividades financeiras desenvolvidas pelas entidades bancárias. É muito significativa a presença de capitais privados portugueses no capital de algumas das principias instituições bancárias de Cabo Verde: Grupo Banco Espirito Santo (BES Cabo Verde), Grupo Caixa Geral de Depósitos (BCA e Banco Interatlântico; a eventual fusão destas duas entidades tem sido uma possibilidade aventada representando no seu conjunto mais de 60% do mercado bancário de cabo verde), Grupo BANIF (BCN), Geocapital (Caixa) e Banco Português de Gestão. Foi concretizada, já em 2013, a aquisição pelo BIC (Angola) do BPN IFI Cabo Verde. A política monetária do Banco Central de Cabo Verde (BCV), no que diz respeito às medidas de limitação do crédito, tem-se centrado na preservação da solidez financeira das instituições. Refletindo uma conjuntura económica menos favorável, a proporção de credito mal parado no total dos créditos que era de 7.2% em 2011 subiu, em 2012, para 9.3%. O risco de crédito, particularmente nos domínios da habitação, construção e consumo, constitui o principal risco para o sistema bancário. Bancos comerciais a operar em Cabo Verde, 2012 Total ativos (CVE milhões) Banco Comercial do Atlântico - BCA 69.9 Caixa Económica de Cabo Verde Caixa Banco InterAtlântico 18.4 BES Cabo Verde 15.1 Banco Caboverdiano de Negócios BCN Banco Africano de Investimentos BAI Ecobank Novo Banco Fontes: Banco Nacional de Cabo Verde, Relatórios e Contas dos Bancos Comerciais 2011 e 2012, ES Research - Research Sectorial. 1 Dados de

11 Estrutura setorial da economia (II) TURISMO (I) As projeções do FMI para a evolução da receitas do turismo, no quadro da Balança de Pagamentos, para o período , ilustram bem que o trajeto já percorrido deverá ser fortemente reforçado nos próximos anos. Com efeito, entre 2010 e 2016, estas receitas deverão quase duplicar, ultrapassando EUR 380 milhões em 2016, mais de 40% das exportações de bens e serviços. Na mesma direção apontam as projeções do World Travel and Tourism Council (WTTC) que prevê um crescimento médio anual das receitas do turismo de aproximadamente 6.8% nos próximos dez anos, , com o setor a representar, já hoje, diretamente, 14% do emprego total. O turismo é o principal setor da economiadecabo Verde, segundo o WTTC terátido um contributo direto de15.3% parao PIBem 2012 (contributo total 44.1%). Este setor tem sabido captar novos segmentos de procura ligados ao turismo de cruzeiro e á náutica de recreio. A ENAPOR estima que, construídas as infraestruturas necessárias, como o terminal de cruzeiros no Porto do Mindelo (São Vicente), poderá vir a duplicar o número de turistas de cruzeiro nos portos de Cabo Verde até 2020 (22 mil turistas nos primeiros quatro meses de 2013). Receitas do Turismo, P (EUR Milhões) Fontes: FMI, ES Research - Research Sectorial. P Projeções

12 Estrutura setorial da economia (III) Tem-se assistido ao aumento exponencial do número de dormidas que, em 2000, se cifravam em 685 mil e, em 2012, já superavam 3.3 milhões. Ao longo deste período observou-se uma taxa média de crescimento anual das dormidas nos estabelecimentos hoteleiros do país de aproximadamente 14%, atingindo, no último ano, uma variação, face a 2011, de 17.9%. A esta variação não é alheia a capacidade demonstrada para atrair segmentos de procura de fora da Zona Euro, nomeadamente o Reino Unido, que mais do que compensaram a redução observada nestes mercados. Continua a verificar-se uma forte dependência do turismo externo, mais de 95% do total das dormidas, com uma quase exclusiva concentração nos mercados europeus. Os países que mais se destacaram em 2012 foram: o Reino Unido, 31.7%; a Alemanha, 14.9%; Portugal, 9.5% e França, 9.0%. A Ilha da Boavista e do Sal destacam-se, claramente, na capacidade evidenciada para fixar a procura turística, correspondendo-lhes 90% das dormidas: 47.4% na Ilha da Boavista e 42.2% na Ilha do Sal TURISMO (II) Evolução do número de dormidas nos estabelecimentos hoteleiros de Cabo Verde, (Milhares) Fontes: Instituto Nacional de Estatística (Cabo Verde), Direcção-Geral de Turismo (Cabo Verde), ES Research - Research Sectorial. 012

13 Estrutura setorial da economia (IV) TURISMO (III) Cabo Verde é o 10º país à escala global em termos da importância relativa do setor do turismo para a sua economia, sendo o 12º no que concerne às expetativas de crescimento para o setor. Este cenário traduz-se na evolução crescente da capacidade de alojamento no arquipélago e maior qualidade das infra-estruturas e recursos humanos disponibilizados. Em 2011, a capacidade de alojamento em Cabo Verde envolvia 195 estabelecimentos e mais de 14 mil camas. As camas disponíveis continuam a ter maior expressão na Ilha do Sal, 44.7%, seguindo-se as Ilhas da Boavista, 31.1%, de Santiago, 9.6% e de São Vicente, 6.9%. Em Maio de 2013 foi anunciado que em Cabo Verde serão contempladas cinco zonas de jogo em vez das três inicialmente previstas. Para além das zonas de jogo do Sal, Santiago e São Vicente, o Governo vai criar também as da BoaVista e do Maio. Bastante avançado está o projeto da zona de jogos da ilha de Santiago, tendo sido assinado entre o Governo e a empresa Casino Royal o contrato de concessão para a Ilha do Sal, o Casino deverá ser instalado no interior do hotel Hilton na praia de Santa Maria. A construção do hotel começará este Verão e a abertura do hotel e do casino estão programadas para o início de Evolução da capacidade de alojamento em Cabo Verde, (Nº de estabelecimentos) Distribuição da capacidade de alojamento pelas Ilhas, 2011 (% do total) S. An tão S. Vicen te Outras 4 Santiago 9.6 Sal Boavista 31.1 Fontes: Instituto Nacional de Estatística (Cabo Verde), Direcção-Geral de Turismo (Cabo Verde), ES Research - Research Sectorial. 13

14 Estrutura setorial da economia (V) PESCAS (I) Apesar da dimensão limitada da sua plataforma continental, Cabo Verde dispõe de uma extensa Zona Económica Exclusiva ZEE: mil km2, cerca de 9.4% da ZEE de toda a África Subsahariana. Segundo os padrões globais, os recursos haliêuticos de Cabo Verde não são consideráveis, mas incluem espécies migratórias comercialmente importantes, como os tunídeos, juntamente com pequenos peixes pelágicos (e.g. cavala, chicharro, arenque), alguns peixes demersais (e.g. sargo, salmonete, goraz) e lagostas. O emprego global nos subsetores das pescas e atividades conexas da administração pública representa cerca de 5% do total da força laboral. Após uma quebra da produção pesqueira em 2009 e 2010, o ano de 2011 assistiu a uma recuperação da produção atingindo as 22.5 mil toneladas. Este é um setor com elevada importância social e estratégica para o país que deverá representar mais de 50% das exportações de mercadorias em 2012, contributo que será potenciado pelo papel crescentemente desempenhado pela indústria conserveira, principalmente com a materialização da futura plataforma de congelamento e processamento de pescado em Mindelo, São Vicente. Evolução da produção pesqueira (captura), (Toneladas) Fontes: FAO 2012, ES Research - Research Sectorial

15 Estrutura setorial da economia (VI) PESCAS (II) Cabo Verde beneficia de um acesso ao mercado da UE com isenção de direitos aduaneiros no que respeita a produtos inteiramente provenientes das pescas, sendo ainda membro da Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico e da Comissão Sub-regional das Pescas. Cabo Verde tem acordos com a China, a UE, Guiné-Bissau, Japão, Mauritânia e Senegal. Estes permitem que mais de 100 navios estrangeiros pesquem nas águas de Cabo Verde. O acordo de pesca entre Cabo Verde e a União Europeia, Decisão 2011/679/UE do Conselho de 10 de outubro de 2011, tem uma duração de três anos e autoriza a pescar nas águas cabo-verdianas 11 atuneiros com canas, 28 atuneiros cercadores e 35 palangreiros de superfície da UE, entre os quais nove portugueses, mais dois do que à luz do anterior protocolo. Os barcos europeus poderão capturar uma quota de cinco mil toneladas por ano, havendo lugar ao pagamento de uma compensação financeira ao país de cerca de EUR 1.3 milhões. Está próxima a abertura das negociações entre a UE e Cabo Verde com vista a um novo acordo de pesca, por isso, o relatório de avaliação (Novembro de 2013) sublinha a importância de concluir um novo protocolo com duração de seis anos. Acordo Cabo Verde - UE Possibilidades de pesca Estado Membro Atuneiros cercadores (2007/2011) Atuneiros cercadores (2011/2014) Palangreiros de superfície (2007/2011) Palangreiros de superfície (2011/2014) Atuneiros com canas (2007/2011) Atuneiros com canas (2011/2014) Espanha França Portugal Total/navios Fontes: Comissão Europeia, ES Research - Research Sectorial. 15

16 Estrutura setorial da economia (VII) As autoridades do arquipélago têm-se empenhado no posicionamento de Cabo Verde como hub oceânico competitivo no quadro do Atlântico Sul reunindo um conjunto de competências tão abrangente quanto possível. São múltiplos os exemplos de iniciativas que atestam o esforço continuado e perseverante das autoridades de Cabo Verde na criteriosa concretização e esforço de atração dos diferentes elementos necessários à edificação de um corpo articulado de ofertas, envolvendo agentes públicos, privados e empresariais, suscetível de captar para o arquipélago procuras geradas na região do Atlântico Sul, ou a ela dirigidas. O cluster do mar de Cabo Verde pretende precisamente corporizar essa resposta aliando a uma localização estratégica impar na região, uma forte determinação e um conjunto de iniciativas em áreas chave: INFRA-ESTRUTURAS E CLUSTER DO MAR Logística marítima Investigação oceanográfica Cluster do mar Pesca e sua comercialização Serviços à marinha mercante e pesca internacional Energia Construção e reparação naval Captação de água Turismo náutico Produção de sal Fonte: ES Research - Research Sectorial. 16

17 Estrutura setorial da economia (VIII) PORTA ATLÂNTICA PARA ÁFRICA Fontes: CEDEAO, CEMAC, CEEAC, ES Research - Research Sectorial. A globalização confere uma acrescida centralidade a Cabo Verde no palco da economia regional onde tem condições impares de projeção. Cabo Verde localiza-se geograficamente no centro das importantes rotas comerciais que ligam a África e a Europa aos mercados da América do Sul e da América do Norte. Muito relevante para a afirmação de Cabo Verde como porta de entrada para a África Ocidental é a sua plena integração regional nomeadamente no quadro da CEDEAO (Comunidade Económica dos Países da África Ocidental, o mercado da CEDEAO compreende cerca de 230 milhões de habitantes nos 15 Estados membros) e o estreito relacionamento que mantém no quadro da CPLP Comunidade dos Países de Língua Portuguesa com países integrantes de outras comunidades regionais da Costa Ocidental Africana: Angola, São Tomé e Príncipe e Guiné Equatorial (membros da Comunidade Económica dos Estados da África Central CEEAC e também, no caso da Guiné Equatorial, da Comunidade Económica e Monetária da África Central - CEMAC). CEDEAO, CEMAC e CEEAC países membros Cabo Verde Senegal Gâmbia Cabo Verde Mali B. F. Benin Nigéria S.T.P. Níger Chad R. D. Congo Angola Ruanda Burundi CEDEAO - Comunidade Económica dos Países da África Ocidental CEMAC - Comunidade Económica e Monetária da África Central CEEAC - Comunidade Económica dos Estados da África Central 17

18 Contexto Económico do País Estrutura Setorial Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades Apoios à Internacionalização: Unidade Internacional Premium Oferta Internacional do GBES Contactos

19 Comércio Internacional Parceiros Importações cabo-verdianas por país, 2012 Exportações cabo-verdianas por país, 2012 Ranking País 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA (%) Ranking País 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA (%) 1 Portugal Espanha Holanda Portugal EUA El Salvador Espanha EUA Brasil São Tomé e Príncipe China Líbia Malta Holanda Japão Guiné-Bissau Bélgica Angola Itália Itália Fonte: UN Comtrade,DESA/UNSD. 19

20 Comércio Internacional Mercadorias importadas e exportadas (Mundo) Top 10 das importações cabo-verdianas, 2012 Top 10 das exportações cabo-verdianas, 2012 Produtos (N.C. 4) 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA (%) Produtos (N.C. 4) 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA (%) Óleos de petróleo ou de minerais betuminos os (exceto óleos brutos ) Preparações e cons ervas, de peixes ; caviar e seus s ucedâneos preparados a partir de ovas de peixe Veículos aéreos com propuls ão a motor (por exemplo: helicópteros e aviões); veículos espaciais (incluídos os satélites) Cimentos hidráulicos, incluídos cimentos não pulverizados, denom inados clinkers, mesmo corados Arroz Barras de ferro ou aço não ligado, s imples mente forjadas, laminadas, estiradas ou extrudadas, a quente, incluídas as que tenham sido s ubmetidas a torção Peixes congelados (exceto os filetes de peixes e outra carne de peixes da posição 0304) Partes de calçado, incluídas as partes superiores, mes mo fixadas a solas que não s ejam as solas exteriores; palmilhas amovíveis, reforços interiores e 2201 artefactos - Águas s emelhantes, incluídas as amáguas ovíveis minerais ; polainas,, naturais perneiras ou e artificiais, e as águas gaseificadas, não adicionadas de açúcar Crus táceos, mesmo s em casca, vivos, fres cos, refrigerados, congelados, s ecos, salgados ou em salm oura Óleo de soja e suas frações, mes mo refinados, mas não químicamente modificados T-shirts e camis olas interiores, de malha Leite e nata, concentrados ou adicionados de açúcar ou de outros edulcorantes Móveis e suas partes, não es pecificadas nem compreendidas noutras posições Automóveis de pass ageiros e outros veículos automóveis principalmente concebidos para trans porte de pes soas Cuecas, ceroulas, camis as de noite, pijamas, roupões de banho, robes e sem elhantes, de malha, de us o mas culino (exceto cam is olas interiores) Fatos, conjuntos, casacos, calças, jardineiras, calças curtas e calções (shorts), de us o mas culino (exceto de malha) Álcool etílico não desnaturado, com um teor alcoólico em volume < 80% vol; aguardentes, licores e outras bebidas es pirituosas Medicamentos Medicamentos Fonte: UN Comtrade, DESA/UNSD. 20

21 Comércio Internacional Relações bilaterais com Portugal (I) Balança de mercadorias e serviços de Portugal com Cabo Verde, 2007, 2011 e 2012 (EUR milhões) 301 Taxa de Crescimento Médio Anual (TCMA) TCMA das exportações = -2.2% TCMA das importações = 1.8% Saldo Superavitário EUR 199 milhões 27º (share: 0.5%) Exportações 52 Serviços (19%) 95º (share: 0.02%) Em 2012, sociedades exportavam mercadorias para Cabo Verde -3.8% Exportações de mercadorias e serviços Importações de mercadorias e serviços 217 Mercadorias (81%) Importações Serviços (87%) Mercadorias (13%) Em 2011, sociedades exportavam mercadorias para Cabo Verde Ranking e share enquanto cliente e fornecedor de Portugal (mercadorias) Fontes:INE, Banco de Portugal. 21

22 Comércio Internacional Relações bilaterais (mercadorias) com Portugal (II) Top 10 das importações portuguesas de Cabo Verde, 2012 Top 10 das exportações portuguesas para Cabo Verde, 2012 Produtos (N.C. 4) Partes de calçado, incluídas as partes superiores, mes mo fixadas a solas que não s ejam as solas exteriores; palmilhas amovíveis, reforços interiores e 8426 artefactos - Cábreas s emelhantes ; guindasam tes, ovíveis incluídos ; polainas, os de cabos; perneiras e pontes rolantes e outros guindastes (exceto automóveisgrua e os vagões-grua para a rede ferroviária); pórticos de des carga ou de movimentação, pontes-guindastes, 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA (%) T-shirts e camis olas interiores, de malha Produtos (N.C. 4) Cimentos hidráulicos, incluídos cimentos não pulverizados, denom inados clinkers, mesmo corados Óleo de soja e suas fracções, mesmo refinados, mas não químicamente modificados 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA (%) Medicamentos Crus táceos, mesmo s em casca, vivos, fres cos, refrigerados, congelados, s ecos, salgados ou em salm oura Cuecas, ceroulas, camis as de noite, pijamas, roupões de banho, robes e sem elhantes, de malha, de us o mas culino (exceto cam is olas interiores) Álcool etílico não desnaturado, com um teor alcoólico em volume < 80% vol; aguardentes, licores e outras bebidas es pirituosas Barras de ferro ou aço não ligado, s imples mente forjadas, laminadas, estiradas ou extrudadas, a quente, incluídas as que tenham sido s ubmetidas a torção após laminagem Cervejas de malte Construções e suas partes (pontes e elementos de pontes, comportas, torres, pórticos, pilares colunas, armações, extruturas para telhados, portas e janelas) Peixes congelados (exceto os filetes de peixes e outra carne de peixes da posição 0304) Móveis e suas partes, não es pecificadas nem compreendidas noutras posições Fatos, conjuntos, casacos, calças, jardineiras, calças curtas e calções (shorts), de us o mas culino (exceto de malha) Aparelhos elétricos para telefonia ou telegrafia, por fios, incluídos os aparelhos telefónicos por fio, combinados com auscultadores s em fio Produtos de padaria, de pastelaria ou da indús tria de bolachas e bis coitos, mes mo adicionados de cacau, hóstias, cáps ulas vazias para m edicamentos Fontes:INE, Banco de Portugal Quadros, painéis, consolas, cabinas, armários e outros suportes, com dois ou mais aparelhos das posições 8535 ou 8536, para comando eléctrico ou 8544 distribuição - Fios e de cabos, energia incluídos eléctrica, os incluídos cabos coaxiais, os que e outros condutores, isolados para us os eléctricos; cabos de fibras ópticas Leite e nata, não concentrados nem adicionados de açúcar ou de outros edulcorantes

23 Oportunidades de exportação de mercadorias (I) Conjunto de produtos (mercadorias) identificadas como necessidades (importações) caboverdianas, com capacidade portuguesa de produção e exportação, representando oportunidades para aumentar o volume de exportações portuguesas para Cabo Verde. Top 10 das Oportunidades de exportação para Cabo Verde Reservatórios, barris, tambores, latas, caixas e recipientes semelhantes Fios de ferro ou aço não ligado, apresentados em rolos (exceto fiomáquina) Preparações para molhos e molhos preparados; condimentos e temperos compostos; f arinha de mostarda e mostarda preparada Roupas de cama, mesa, toucador ou cozinha, de qualquer matéria têxtil Papel dos tipos utilizados para fabricação de papéis higiénicos e de toucador, toalhas, guardanapos e de outros Construções e suas partes, por exemplo: pontes e elementos de pontes, torres, pórticos ou pilones, pilares, Vinhos de uvas frescas, incluídos os vinhos enriquecidos com álcool; mosto de uvas; Arroz Açúcares de cana ou de beterraba e sacarose químicamente pura, no estado sólido Carnes e miudezas, comestíveis, frescas, ref rigeradas ou congeladas, de aves Fontes: UN Comtrade, DESA/UNSD, ES Research - Research Sectorial. 23

24 Oportunidades de exportação de mercadorias (II) Top 10 das Oportunidades de exportação para Cabo Verde (Valores e ranking das importações cabo-verdianas mundiais) Produtos (N.C. 4) 2012 (EUR Milhões) Rank 2012 Share 2012 (%) Taxa Variação (%) TCMA (%) Arroz Carnes e miudezas, comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas, de aves Açúcares de cana ou de beterraba e sacarose químicamente pura, no estado sólido Vinhos de uvas frescas, incluídos os vinhos enriquecidos com álcool; mosto de uvas; Construções e suas partes, por exemplo: pontes e elementos de pontes, torres, pórticos ou pilones, pilares, colunas, armações, estruturas para telhados, portas e janelas Preparações para molhos e molhos preparados; condimentos e temperos compostos; farinha de mostarda e mostarda preparada Fios de ferro ou aço não ligado, apresentados em rolos (exceto fio-máquina) Reservatórios, barris, tambores, latas, caixas e recipientes semelhantes para quaisquer matérias (exceto gases comprimidos ou liquefeitos), de ferro fundido, ferro ou aço Roupas de cama, mesa, toucador ou cozinha, de qualquer matéria têxtil Papel dos tipos utilizados para fabricação de papéis higiénicos e de toucador, toalhas, guardanapos e de outros artigos semelhantes para usos domésticos ou sanitários Fontes: UN Comtrade, DESA/UNSD, OECD, ES Research - Research Sectorial. 24

25 Oportunidades de exportação de mercadorias (III) Nuvem de oportunidades de exportação para Cabo Verde Máquinas e Aparelhos Produtos agrícolas e alimentares Indústrias químicas e conexas Aparelhos elétricos de sinalização (exceto os de transmissão de mensagens), de segura Aparelhos para interrupção, seccionamento, proteção, derivação, ligação ou conexão de Geradores de gás de ar (gás pobre) ou de gás de água, com ou sem depuradores; gerador Fios e cabos, incluídos os cabos coaxiais, isolados; cabos de fibras óticas Aparelhos e dispositivos, mesmo aquecidos eletricamente (exceto fornos e outros apare Leveduras, vivas ou mortas; outros microrganismos monocelulares mortos (exceto 2008 acondi - Frutas e outras partes comestíveis de plantas Sabões; produtos e preparações orgânicos tensoativos utilizados como sabão, em barras Pomadas e cremes para calçado, encáusticos, preparações para dar brilho a vidro ou me Tomates, frescos ou refrigerados Velas, pavios, círios e artigos semelhantes Preparações e conservas, de peixes; caviar e sucedâneos de ovas de peixe Produtos hortícolas preparados ou conservados, congelados Medicamentos Vestuário e Calçado Plástico e Borracha Outros Cordéis, cordas e cabos, entrançados ou não, mesmo impregnados, revestidos, recoberto Fatos de treino para desporto, fatosmacacos e conjuntos de esqui, malhôs, biquinis, Cobertores e mantas, artigos têxteis p/ mesa e interiores, calçado e chapéus T-shirts e camisolas interiores, de malha Encerados e estores de exterior, tendas, velas para embarcações, para pranchas à vela Fontes: UN Comtrade, DESA/UNSD, ES Research - Research Sectorial Tubos de borracha não endurecida, mesmo providos dos respetivos acessórios, p.ex. jun Obras de borracha vulcanizada não endurecida Pneumáticos novos, de borracha Chapas, folhas, películas, tiras e lâminas, de plástico Resinas amínicas, resinas fenólicas e poliuretanos, em formas primárias Partes e acessórios para tratores, autocarros e veículos automóveis Mobiliário para medicina, cirurgia, odontologia ou veterinária Garrafões, garrafas, frascos, boiões, vasos, embalagens tubulares, ampolas e boiões d Louça, outros artigos de uso doméstico e artigos de higiene ou de toucador, de cerâmi Papel e cartão, não revestidos, dos tipos utilizados para escrita, impressão ou outro 25

26 Contexto Económico do País Estrutura Setorial Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades Apoios à Internacionalização: Unidade Internacional Premium Oferta Internacional do GBES Contactos

27 Apoio à Internacionalização do GBES (I) O BES é o banco nacional com maior presença internacional e com a melhor oferta internacional: pelo 7º ano consecutivo foi galardoado com o prémio The Best Trade Finance Bank. Espanha: Sucursal Reino Unido: Sucursal BES e BESI França: Subsidiária BES Vénétie Luxemburgo: Sucursal Itália: Banco delle Tre Venezie Polónia: Subsidiária BES e BESI Triângulo Estratégico: África-Brasil Península Ibérica E.U.A Nova Iorque: Sucursal BES e BESI Miami: Subsidiária ES Bank of Florida, México: Escritório de representação BES e BESI Venezuela: Sucursal China: Escritório de representação Hong Kong: Subsidiária BESI Macau: Subsidiária BES Oriente Mumbai: BESI Brasil: Subsidiária BESI Cabo Verde: BES Cabo Verde Marrocos: Banque Marocaine du Commerce Extérieur Argélia: Banque Extérieur d'algérie Líbia: Subsidiária Aman Bank África do Sul: Escritório de representação BES Angola: Subsidiária BES Angola Moçambique: Moza Banco 27

28 Apoio à Internacionalização do GBES (II) O BES Cabo Verde tem o compromisso de apoiar o desenvolvimento do tecido empresarial Cabo-Verdiano, a internacionalização das empresas estrangeiras no mercado local criando igualmente oportunidades de internacionalização às empresas clientes do GBES. O BES está em Cabo Verde desde 2006 através de uma Sucursal, tendo em Julho de 2010 complementado a sua presença com a abertura de um Banco local Atividade focada no segmento Corporate (Empresas Portuguesas, Empresas Premium Cabo Verdianas e Multinacionais), Private e Affluent (mais de clientes em Julho de 2013) Rede atual de 2 Agências (Ilhas de Santiago e Sal), prevendose abertura de uma 3ª agência na ilha de S Vicente Ampla oferta de produtos na área Corporate, nomeadamente: Soluções de Trade Finance. Ex: Linha de crédito para apoio às exportações para Cabo Verde (BES CV abre LCs e BES confirma LCs) Antecipação das receitas das exportações: desconto de LCs; Financiamentos para projetos de Infra-estruturas e gestão de tesouraria Oferta Transacional no mercado Doméstico e Internacional 28

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