CONFEDERAÇÃO INTERNACIONAL DOS EMPRESÁRIOS PORTUGUESES ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E FINS. Artigo 1º (Denominação e Natureza)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONFEDERAÇÃO INTERNACIONAL DOS EMPRESÁRIOS PORTUGUESES ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E FINS. Artigo 1º (Denominação e Natureza)"

Transcrição

1 CONFEDERAÇÃO INTERNACIONAL DOS EMPRESÁRIOS PORTUGUESES ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E FINS Artigo 1º (Denominação e Natureza) A Confederação Internacional dos Empresários Portugueses, adiante designada por C.I.E.P., é uma Associação de direito privado e sem fins lucrativos, de âmbito nacional e internacional, regendo-se pelos presentes Estatutos e regulamentos internos neles previstos e, em tudo quanto nuns e noutros for omisso, pela legislação portuguesa aplicável. Artigo 2º (Duração) A C.I.E.P. durará por tempo indeterminado, dissolvendo-se nos casos expressamente previstos na lei e nos presentes estatutos. Artigo 3º (Sede) 1- A C.I.E.P. tem a sua sede em Lisboa, na Rua das Portas de Santo Antão, número oitenta e nove, freguesia de Santa Justa. 2- A Direcção, por simples deliberação a aprovar pela Assembleia-Geral, poderá criar delegações ou quaisquer outras formas de representação no território nacional ou fora dele, caso tal seja necessário à prossecução dos seus fins. 3- Por deliberação da Assembleia-Geral, a sede da C.I.E.P. poderá ser transferida para qualquer outro local do País. A C.I.E.P. tem como fins: Artigo 4º (Fins) a) Representar, em Portugal ou no estrangeiro, os interesses dos empresários portugueses; b) Ser instrumento de reforço da importância social, cultural, e económica das Comunidades Portuguesas nas sociedades de acolhimento; c) Constituir-se como a instituição de referência em Portugal no apoio às Câmaras de Comércio Portuguesas no estrangeiro; d) Articular e dinamizar a Rede de Conselheiros para a Internacionalização da Economia Portuguesa.

2 Artigo 5º (Atribuições) 1- Para a prossecução dos seus fins, são atribuições da C.I.E.P., nomeadamente: a) Exercer todas as actividades que, no âmbito dos presentes Estatutos e da lei, contribuam para a defesa e promoção dos interesses dos seus Associados; b) Colaborar com as representações diplomáticas e consulares portuguesas acreditadas junto de Estados de acolhimento e com quaisquer outros organismos, públicos ou privados, na promoção da imagem de Portugal e dos portugueses e, bem assim, na defesa dos direitos dos empresários portugueses no exterior; c) Defender, em sintonia com os seus Associados, os interesses específicos dos empresários portugueses no exterior, assegurando-lhes uma adequada protecção e apoio; d) Representar os Associados junto das entidades públicas ou privadas, nacionais, estrangeiras ou internacionais; e) Promover o desenvolvimento do espírito de solidariedade e de cooperação entre os empresários portugueses no exterior, no exercício de direitos e obrigações comuns; f) Promover o intercâmbio social, económico e cultural entre todos os empresários portugueses no exterior e entre estes e os empresários residentes em Portugal; g) Elaborar e divulgar informação técnico-económica sobre a actividade empresarial, com especial interesse para os seus Associados; h) Organizar e manter serviços de interesse comum para os empresários portugueses no exterior; i) Apoiar a investigação tecnológica desenvolvida ou promovida por portugueses ou luso-descendentes no sentido da inovação e da qualidade dos produtos e serviços com relevância económica; j) Promover o estudo e a permanente reflexão sobre o associativismo empresarial, a formação de dirigentes e de quadros associativos, a par da formação empresarial e profissional; k) Administrar os fundos eventualmente existentes destinados ao desenvolvimento de acções previstas nas suas atribuições; l) Cooperar com os diferentes poderes públicos e organizações sindicais de cada país em ordem à realização de iniciativas de interesse conjunto; m) Exercer todas as demais actividades que estejam compreendidas no seu âmbito de representação e que não sejam expressamente vedadas por lei;

3 n) Servir de base em Portugal para as Câmaras de Comércio Portuguesas no Estrangeiro, dinamizando e promovendo as suas actividades, disseminando informação entre as mesmas e ajudando a criar novas Câmaras de Comércio onde não existam; o) Estimular a existência da Rede de Conselheiros para a Internacionalização da Economia Portuguesa, provendo acções conjuntas e divulgando iniciativas entre os membros; 2- Com vista à prossecução das suas atribuições, a C.I.E.P. poderá contribuir para a criação e funcionamento de organismos especializados, assim como estabelecer formas de cooperação e colaboração com outras entidades representativas de actividades económicas e sociais, tanto nacionais como estrangeiras ou internacionais. 3- A C.I.E.P poderá instituir órgãos de conciliação e arbitragem destinados a dirimir conflitos de interesses entre empresários. 4- A C.I.E.P. poderá filiar-se noutros organismos de idêntica finalidade, representá-los ou com eles associar-se. CAPÍTULO II DOS ASSOCIADOS Secção I CATEGORIAS DE ASSOCIADOS Artigo 6º (Categorias de Associados) 1- A C.I.E.P. terá as seguintes categorias de Associados: a) Associados Efetivos; b) Associados Honorários. Podem ser Associados Efectivos da C.I.E.P.: Artigo 7º (Associados Efectivos) a) As organizações, seja qual for a forma que revistam que, nos termos dos respectivos estatutos, tenham como finalidade a defesa e promoção das relações económicas entre Portugal e outros países;

4 b) Indivíduos, com residência habitual no estrangeiro que se dediquem a uma actividade empresarial ou a uma actividade profissional independente, encontrandose aqui inseridos os Conselheiros para a Internacionalização; c) Sociedades com sede ou Direcção efectiva no estrangeiro e em cujo capital participem cidadãos portugueses ou outros cidadãos com interesse na promoção das relações económicas com Portugal; d) Outras entidades, pessoas singulares ou colectivas, nacionais ou estrangeiras, cuja actividade tenha como objectivo a prestação de serviços relevantes, na esfera das relações económicas entre Portugal e outros países. Artigo 8º (Associados Honorários) Podem ser Associados Honorários da C.I.E.P. as pessoas singulares ou colectivas, nacionais ou estrangeiras que, tenham prestado serviços ou actividades relevantes aos empresários portugueses no exterior. Secção II DOS ASSOCIADOS EFECTIVOS Artigo 9º (Admissão) 1- A admissão dos Associados Efectivos far-se-á por meio de solicitação escrita dos interessados, mediante deliberação por simples maioria da Direcção que verificará a conformidade estatutária do pedido de admissão. 2- O pedido de admissão deverá ser acompanhado dos elementos que comprovem a satisfação dos requisitos enumerados no artigo 7º dos presentes Estatutos e, tratando-se de entidades ou pessoas colectivas, dos seus estatutos, da relação dos seus associados e dos membros dos órgãos sociais. 1- São direitos dos Associados Efectivos: Artigo 10º (Direitos) a) Eleger e ser eleitos para os Órgãos Sociais da C.I.E.P; b) Beneficiar do apoio e assistência técnica disponibilizados pela Direcção; c) Beneficiar das iniciativas e das atividades desenvolvidas pela Direcção;

5 d) Serem representados pela C.I.E.P., perante entidades públicas e privadas, nacionais, estrangeiras ou internacionais, no âmbito da actividade desta Confederação, em assuntos que envolvam interesses de ordem geral, sectorial ou regional dos empresários portugueses no exterior; e) Obter, através da Direcção, todas as informações respeitantes ao funcionamento da C.I.E.P. 2- Os Associados Efectivos adquirem os direitos previstos no número anterior após a sua admissão e mediante o pagamento primeira quota. São deveres dos Associados Efectivos: Artigo 11º (Deveres) a) Pagar atempadamente as suas quotizações nos termos previstos nestes estatutos; b) Participar nas atividades sociais da C.I.E.P.; c) Respeitar e cumprir as deliberações tomadas pela Assembleia-Geral e demais órgãos sociais, nos termos da Lei e dos presentes estatutos; d) Contribuir, com os meios ao seu alcance, para o correcto funcionamento e prestígio da C.I.E.P.; e) Prestar as informações que, não tendo carácter reservado, lhes sejam solicitadas pela Direcção com vista à prossecução das atribuições da C.I.E.P. Artigo 12º (Perda da Qualidade de Associado) 1- Perdem a qualidade de Associado Efectivo: a) Aqueles que expressamente manifestarem tal vontade e notifiquem a Direcção de tal decisão por carta registada com aviso de receção; b) Aqueles que tenham sido excluídos nos termos do artigo 13º dos presentes Estatutos; c) Aqueles que tendo sido suspensos, nos termos do número três do presente artigo e não tenham liquidado as respectivas dívidas no prazo de um ano a contar da data em que lhes tenha sido comunicada a referida suspensão. 2- Compete à Direcção declarar a perda de qualidade de associado efectivo, cabendo-lhe ainda no caso da alínea c) do número anterior, autorizar a readmissão, quando solicitada e desde que se mostrem liquidados os débitos aí referidos.

6 3- A Direcção poderá determinar a suspensão dos Associados Efectivos que, tenham em débito quotas por um período superior a seis meses a contar do seu vencimento. Artigo 13º (Disciplina) O não cumprimento por parte dos Associados Efectivos dos deveres referidos no artigo 11º dos presentes Estatutos, bem como, o incumprimento dos princípios e regras legais, estatutárias e regulamentos internos, determinará a aplicação a aplicação das seguintes sanções: a) Advertência; b) Suspensão de direitos; c) Exclusão. Compete à Direcção deliberar sobre a aplicação das sanções previstas no número anterior. Secção III DOS ASSOCIADOS HONORÁRIOS Artigo 14º (Admissão) A admissão dos Associados Honorários far-se-á por deliberação da Direcção, por maioria de dois terços dos membros presentes e posterior aprovação em Assembleia-Geral. São direitos dos Associados Honorários: Artigo 15º (Direitos) a) Assistir às Assembleias-Gerais, sem direito a voto; b) Os constantes das alíneas a), c), d) e e) do artigo 10º dos presentes Estatutos. São deveres dos Associados Honorários: Artigo 16º (Deveres) a) Contribuir, com todos os meios ao seu alcance, para a prossecução dos fins e atribuições da C.I.E.P.;

7 b) Os constantes das alíneas b), c), d), e e) do artigo 11º dos presentes Estatutos. Artigo 17º (Perda de Qualidade) 1- Perdem a qualidade de Associado Honorário: a) Aqueles que expressamente manifestem a sua vontade nesse sentido e notifiquem a Direcção de tal decisão, por carta registada com aviso de recepção; b) Aqueles que tenham sido excluídos por motivo de incumprimento dos deveres estabelecidos no artigo anterior ou por terem deixado de satisfazer os requisitos previstos no artigo 8º dos presentes Estatutos. 2- A perda de qualidade de Associado Honorário é determinada por deliberação da Direcção, por maioria de dois terços dos membros presentes e posteriormente aprovada pela Assembleia-Geral. São órgãos sociais da C.I.E.P.: a) A Assembleia-Geral; b) A Direcção; c) O Conselho Fiscal. CAPÍTULO III ORGANIZAÇÃO Secção I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 18º (Órgãos Sociais) Secção II DESIGNAÇÃO DOS TITULARES DOS ÓRGÃOS SOCIAIS E SUA DESTITUIÇÃO Artigo 19º (Designação e Duração dos Mandatos) 1- Os membros da mesa da Assembleia-Geral, da Direcção e do Conselho Fiscal são eleitos pela Assembleia-Geral por um período de três anos civis, admitindo-se a sua reeleição até um máximo de duas vezes.

8 2- As eleições serão efectuadas segundo o sistema de lista, respeitando, em tudo o mais, o processo definido em regulamento eleitoral proposto pela Direcção e aprovado pela Assembleia-Geral. 3- O regulamento previsto no número anterior deverá permitir o voto por correspondência e por procuração. 4- As eleições efectuar-se-ão até ao dia quinze de Dezembro do ano em que finda o mandato em curso. 5- Findo o período do respectivo mandato, os membros dos órgãos sociais conservar-se-ão no exercício dos seus cargos até que os novos membros sejam empossados. 6- Cada órgão social dispõe de regulamentação interna específica para o preenchimento de vagas. Artigo 20º (Destituição) 1- A destituição dos titulares de órgãos sociais eleitos, antes do final do mandato, só poderá ter lugar em Assembleia-Geral expressamente convocada para o efeito. 2- Se a destituição abranger a totalidade da Direcção, a Assembleia-Geral designará imediatamente uma Comissão Administrativa, composta por cinco elementos, à qual competirá a gestão corrente da C.I.E.P. até à realização de novas eleições e tomada de posse dos membros eleitos. Secção III ASSEMBLEIA-GERAL Artigo 21º (Composição) 1- A Assembleia-Geral é constituída por todos os Associados Efectivos que se encontrem no pleno gozo dos seus direitos sociais. 2- Os Associados Honorários poderão assistir às Assembleias-Gerais, embora sem direito de voto. 3- Os Associados que revistam a forma de pessoa colectiva deverão assegurar a sua participação na Assembleia-Geral por meio de um representante devidamente habilitado para o efeito. 4- O atraso no pagamento da quotização por período superior a três meses e a falta de credencial impedem o exercício do direito de voto, salvo, quanto à falta de credencial, quando haja autorização da Assembleia-Geral.

9 Artigo 22º (Mesa da Assembleia-Geral) 1- A Mesa da Assembleia-Geral será composta por um Presidente, um Vice-Presidente e um Secretário. 2- O Presidente da Mesa da Assembleia-Geral tem o direito de assistir, sempre que o julgue conveniente, às reuniões da Direcção, podendo tomar parte na discussão dos assuntos, mas não nas deliberações a que houver lugar. Compete à Assembleia-Geral: Artigo 23º (Competência) a) Eleger e ratificar a respectiva Mesa e os demais titulares dos órgãos sociais da C.I.E.P., referidos no artigo 18º, e proceder à sua destituição, nos termos da lei e dos estatutos; b) Definir as linhas gerais de orientação da C.I.E.P., nomeadamente no que respeita à sua acção programática, política financeira e social, de acordo com os legítimos interesses dos Associados no quadro das finalidades previstas nos presentes Estatutos; c) Discutir e votar anualmente o orçamento e o programa de acção para o ano seguinte, o relatório anual e contas apresentados pela Direcção, bem como, o parecer do Conselho Fiscal; d) Apreciar e votar qualquer proposta apresentada pela Direcção sobre a alteração do valor das quotas e demais contribuições financeiras dos Associados; e) Deliberar e aprovar as alterações aos Estatutos, bem como, a dissolução e liquidação da C.I.E.P.; f) Deliberar sobre a aprovação e alteração do regulamento eleitoral; g) Deliberar e aprovar, sob proposta da Direcção a admissão e a perda de qualidade dos Associados Honorários; h) Exercer todas as demais competências que lhe sejam atribuídas por lei e pelos estatutos e que não estejam atribuídas a outros órgãos. Artigo 24º (Funcionamento) 1- A Assembleia-Geral reúne ordinariamente uma vez por ano, até ao dia trinta e um de Março, para discussão e votação do relatório e contas do ano findo e, quando for o caso, para fins eleitorais, nos termos destes Estatutos.

10 2- A Assembleia-Geral reúne extraordinariamente sempre que para tal for convocada pelo Presidente da Mesa, por sua iniciativa ou a requerimento de qualquer dos demais órgãos sociais ou de um quinto, pelo menos, dos Associados Efectivos na plenitude do gozo dos seus direitos. 3- Salvo nos casos especiais previstos nos Estatutos, a Assembleia-Geral só pode funcionar, em primeira convocação, desde que esteja presente ou representada, pelo menos, metade do número total de Associados com direito de voto. 4- Não se verificando as presenças referidas no número anterior, a Assembleia-Geral funcionará, em segunda convocação, trinta minutos depois da hora marcada, com qualquer número de Associados. 5- Nos casos em que a Assembleia tenha sido convocada a requerimento de Associados, só poderá funcionar, mesmo em segunda convocação, se estiverem presentes dois terços dos requerentes. 6- É permitida a representação dos Associados por procuração passada a outro associado. 7- O número de votos conferido a cada associado é regulado pelo disposto no número um do artigo 43º e só pode ser alterado nos termos do número três do artigo seguinte, mediante voto favorável de, pelo menos, metade do número total de Associados com direito de voto. Artigo 25º (Convocação e Ordem do Dia) 1- A Assembleia-Geral é convocada por meio de aviso postal com a antecedência mínima de trinta dias, devendo nele indicar-se a data, hora e local da reunião e a respectiva ordem de trabalhos. 2- Nas reuniões da Assembleia-Geral não podem ser tomadas deliberações sobre matérias estranhas à ordem do dia, salvo se todos os Associados estiverem presentes ou representados e concordarem com o aditamento. 3- Se da ordem de trabalhos constar qualquer proposta de alteração dos Estatutos, ou do regulamento eleitoral, a convocatória e o respectivo projecto terão de ser enviados aos Associados com a antecedência mínima de sessenta dias. Artigo 26º (Deliberações) 1- Salvo disposição legal ou estatutária em contrário, as deliberações da Assembleia-Geral são tomadas por maioria de votos dos Associados Efectivos presentes e representados. 2- A votação não será secreta, excepto nos casos referidos no número seguinte ou em que essa forma de votação seja requerida por um mínimo de três Associados com direito a voto.

11 3- Não obstante o disposto no número anterior, a votação será obrigatoriamente secreta sempre que respeitar a eleições ou a matérias disciplinares. 4- No acto da votação, cada associado entregará um número de boletins de voto igual ao número de votos que lhe competir. Secção IV DIRECÇÃO Artigo 27º (Composição) 1- A Direcção é um órgão colegial composto por um número ímpar de membros, dos quais um Presidente, que nomeará um Vice-Presidente e três Vogais. 2- Verificando-se a vacatura do cargo de Presidente, este será preenchido pelo Vice- Presidente, com comunicação imediata ao Presidente da Mesa da Assembleia-Geral. 3- Compete à Direcção, por proposta do seu Presidente, o preenchimento de eventuais vagas no cargo de Vice-Presidente e de directores, com comunicação imediata ao Presidente da Mesa da Assembleia-Geral. 4- As designações efectuadas nos termos dos números anteriores do presente artigo serão ratificadas pela Assembleia-Geral. Artigo 28º (Competência) 1- Compete à Direcção exercer os poderes gerais de representação e gestão da C.I.E.P. e praticar todos os actos necessários ou convenientes à prossecução dos seus fins. 2- Para execução do disposto no número anterior compete, em especial, à Direcção: a) Definir, orientar e promover a execução das actividades da C.I.E.P., de acordo com as linhas gerais definidas pela Assembleia-Geral; b) Representar a C.I.E.P. em juízo e fora dele; c) Cumprir e fazer cumprir as disposições legais e estatutárias e as deliberações da Assembleia-Geral; d) Elaborar anualmente e submeter ao parecer do Conselho Fiscal o relatório e contas do exercício, bem como, as propostas sobre valores e critérios de quotizações a submeter, depois de obtido o parecer do Conselho Fiscal, à apreciação e votação da Assembleia-Geral; e) Elaborar e aprovar os planos plurianuais de actividades, os orçamentos e os planos de acção para o ano seguinte, bem como, a médio e longo prazo;

12 f) Submeter à aprovação da Assembleia-Geral as deliberações respeitantes à admissão e perda de qualidade de Associados Honorários; g) Apresentar à Assembleia-Geral todas as propostas que julgue necessárias ou convenientes sobre as matérias da sua competência; h) Submeter à aprovação da Assembleia-Geral, a criação de delegações ou outras formas de representação previstas no número dois do artigo 3º; i) Estabelecer e dirigir a organização interna da C.I.E.P., criando os serviços que entender necessários ao respetivo funcionamento; j) Contratar, despedir e dirigir o pessoal, bem como fixar as respectivas remunerações; k) Deliberar sobre a admissão e perda de qualidade de associado e exercer, quanto aos Associados Efectivos, a competência prevista no nº 2 do art. 12º dos presentes Estatutos, bem como, em relação a todos os Associados a competência definida nos presentes Estatutos; l) Administrar e dispor do património da C.I.E.P.; m) Negociar e contrair empréstimos e conceder garantias; n) Aceitar as doações, heranças ou legados atribuídos à C.I.E.P.. Artigo 29º (Funcionamento) 1- A Direcção reunirá sempre que convocada pelo Presidente. 2- As deliberações são tomadas por maioria de votos dos presentes, cabendo ao Presidente o voto de qualidade; 3- Em tudo o mais, o funcionamento da Direcção reger-se-á por regulamento interno. Artigo 30º (Comissão Executiva) 1- A gestão dos assuntos correntes da C.I.E.P. competirá a uma Comissão Executiva nomeada pelo Presidente da Direcção e constituída por membros da Direcção. 2- A Comissão Executiva é presidida pelo Presidente da Direcção, ou pelo Vice-Presidente que ele designar e constituída, no mínimo, por dois Vogais. 3- A Direcção definirá as competências que serão delegadas na Comissão Executiva. 4- A Comissão Executiva reunirá por convocação do Presidente.

13 5- Aplicam-se à Comissão Executiva o número dois do artigo anterior e, na parte aplicável, a regulamentação interna para o funcionamento da Direcção, com as devidas adaptações. Artigo 31º (Vinculação) 1- A C.I.E.P. obriga-se pela assinatura conjunta de dois membros da Direcção, uma das quais será obrigatoriamente a do Presidente, ou, na sua falta ou impedimento, a do membro da Comissão Executiva que ele tiver designado expressamente para esse fim. 2- A Direcção pode delegar a prática de actos de vinculação, através de procuração genérica ou especial para cada caso, de que conste expressamente a competência delegada e a possibilidade ou não de substabelecimento. Secção V CONSELHO FISCAL Artigo 32º (Composição) 1- O Conselho Fiscal é constituído por um Presidente, um Vice-Presidente e um Vogal, eleitos pela Assembleia-Geral. 2- Verificando-se a vacatura do cargo de Presidente, este será preenchido pelo Vice- Presidente, com comunicação imediata ao Presidente da Mesa da Assembleia-Geral. 3- Compete ao Conselho Fiscal, por proposta do seu Presidente, o preenchimento de eventuais vagas nos cargos de Vice-Presidente e de vogal, com comunicação imediata ao Presidente da Mesa da Assembleia-Geral. 4- As designações efectuadas nos termos dos números dois e três do presente artigo serão ratificadas pela Assembleia-Geral. 1- Compete ao Conselho Fiscal: a) Fiscalizar os atos da Direcção; Artigo 33 º (Competência) b) Sempre que tal lhe seja solicitado, emitir parecer sobre os problemas relativos à gestão patrimonial e financeira da C.I.E.P.; c) Submeter à apreciação da Direcção da C.I.E.P. qualquer assunto que entenda dever ser ponderado; d) Examinar o inventário do património da C.I.E.P., bem como emitir parecer sobre os relatórios e contas do exercício;

14 e) Examinar periodicamente a regularidade da escrituração da C.I.E.P..; f) Solicitar a convocação da Assembleia-Geral quando o julgue necessário; g) Exercer todas as demais atribuições que lhe sejam cometidas pela lei ou pelos estatutos. 2- O Presidente do Conselho Fiscal poderá assistir às reuniões da Direcção, podendo tomar parte na discussão, mas não na sua decisão. Artigo 34º (Funcionamento) 1- O Conselho Fiscal reúne ordinariamente uma vez por ano e, extraordinariamente, sempre que for convocado pelo seu Presidente, designadamente, para apreciação e verificação das contas, documentos e valores. 2- O Conselho Fiscal só pode deliberar estando presente a maioria dos seus membros. 3- As deliberações são tomadas por maioria de votos dos presentes, cabendo ao Presidente o voto de qualidade. O ano social coincide com o ano civil. Constituem receitas da C.I.E.P.: CAPÍTULO IV DO PATRIMÓNIO E REGIME FINANCEIRO Artigo 35º (Exercício) Artigo 36º (Receitas) a) As quotizações pagas pelos Associados; b) A receita dos serviços que venha a prestar ou da venda de qualquer tipo de publicações ou outros objectos que, em conexão com a prossecução dos seus fins venha a editar ou produzir; c) Os valores que, por força da lei, regulamento ou disposição contratual ou administrativa, lhe sejam atribuídos, a título gratuito ou oneroso; d) As doações, heranças, legados e subsídios que lhe sejam atribuídos por entidades públicas ou privadas;

15 e) Os rendimentos eventuais e donativos que sejam atribuídos; f) Quaisquer outras receitas que legalmente lhe advenham. Artigo 37º (Despesas) 1- Constituem despesas da C.I.E.P., desde que orçamentalmente previstas e aprovadas: a) Os pagamentos relativos a pessoal, bens, serviços e outros encargos necessários à instalação e funcionamento dos seus órgãos e serviços, bem como, à execução das suas atribuições estatutárias; b) Os pagamentos respeitantes a subsídios, comparticipações ou outros encargos resultantes de iniciativas próprias ou em ligação com outras entidades, públicas ou privadas, que se integrem no seu objecto. Artigo 38º (Orçamentos) O orçamento ordinário e os orçamentos suplementares que se mostrem necessários carecem de aprovação pela Direcção, nos termos do previsto na alínea e) do artigo 28º. Artigo 39º (Relatório e Contas Anuais) 1- A Direcção apresentará ao Conselho Fiscal, até trinta dias antes da reunião ordinária da Assembleia-Geral de cada ano, um relatório de actividades da C.I.E.P. durante o ano civil anterior, bem como as contas do exercício. 2- A Direcção procederá anualmente ao inventário do património da C.I.E.P. e a um balanço das suas receitas e despesas, devendo para esse efeito organizar e manter em dia a respectiva contabilidade. Artigo 40º (Quotizações) 1- As quotizações dos Associados serão fixadas de harmonia com o regulamento próprio e em função das necessidades orçamentais. 2- O regulamento a que se refere o número anterior é apreciado e submetido à aprovação da Assembleia-Geral, sob proposta da Direcção, nos termos da alínea d) do número 2 do artigo 28º. CAPÍTULO V DISPOSIÇÕES FINAIS

16 Artigo 41º (Alteração dos Estatutos e do Regulamento Eleitoral) 1- A alteração dos Estatutos só pode ser feita em Assembleia-Geral expressamente convocada para o efeito, com observância do disposto no número três do artigo 25º dos presentes Estatutos e carece da aprovação de, pelo menos, três quartos do número de Associados com direito a voto presentes ou devidamente representados. 2- O disposto no número anterior aplica-se à alteração do regulamento eleitoral. Artigo 42º (Dissolução e Liquidação) 1- A C.I.E.P. somente poderá ser dissolvida mediante deliberação aprovada por três quartos do número total de Associados, em reunião da Assembleia-Geral expressamente convocada para o efeito, com observância do disposto no número três do artigo 25º. 2- A Assembleia-Geral em que for deliberada a dissolução decidirá do destino a dar ao património e elegerá os respectivos liquidatários. Artigo 43º (Distribuição de Votos) 1- Cada associado terá direito ao número de votos que resultar da aplicação do sistema previsto no regulamento eleitoral. 2- O regime de votação e de distribuição dos votos só poderá ser alterado nos termos do número sete do artigo 24º dos presentes Estatutos.

ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO RURAL DE LAFÕES

ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO RURAL DE LAFÕES ADRL ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO RURAL DE LAFÕES ESTATUTOS CAPÍTULO I Da associação ARTIGO PRIMEIRO Constituição 1 É constituída uma associação sem fins lucrativos, denominada ADRL Associação de Desenvolvimento

Leia mais

CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ARTIGO 1º

CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ARTIGO 1º ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ARTIGO 1º (Denominação, constituição e duração) É constituída e reger-se-á pelos presentes Estatutos e pela Lei aplicável, uma Associação de âmbito nacional,

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS E AMIGOS DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE LEAL DA CÂMARA RIO DE MOURO ESTATUTOS

ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS E AMIGOS DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE LEAL DA CÂMARA RIO DE MOURO ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS E AMIGOS DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE LEAL DA CÂMARA RIO DE MOURO ESTATUTOS ARTIGO 1º (Constituição) A Associação dos Antigos Alunos e Amigos da Escola Secundária de Leal da Câmara,

Leia mais

Estatutos da Associação Portuguesa de Geomorfólogos (publicados em Diário da República - III Série, nº 297, de 27 de Dezembro de 2000)

Estatutos da Associação Portuguesa de Geomorfólogos (publicados em Diário da República - III Série, nº 297, de 27 de Dezembro de 2000) Estatutos da Associação Portuguesa de Geomorfólogos (publicados em Diário da República - III Série, nº 297, de 27 de Dezembro de 2000) CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, SEDE, DURAÇÃO, OBJECTIVOS, ÂMBITO Art.º 1º

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EPIDEMIOLOGIA ESTATUTOS CAPÍTULO PRIMEIRO ÂMBITO E OBJECTIVOS

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EPIDEMIOLOGIA ESTATUTOS CAPÍTULO PRIMEIRO ÂMBITO E OBJECTIVOS ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EPIDEMIOLOGIA ESTATUTOS CAPÍTULO PRIMEIRO ÂMBITO E OBJECTIVOS ARTIGO 1º 1. É constituida uma associação portuguesa científica e técnica, por tempo indeterminado e sem fins lucrativos,

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SEM FINS LUCRATIVOS INOVA-RIA. Artigo 1º Denominação, Natureza e Duração

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SEM FINS LUCRATIVOS INOVA-RIA. Artigo 1º Denominação, Natureza e Duração ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SEM FINS LUCRATIVOS INOVA-RIA Artigo 1º Denominação, Natureza e Duração A Associação adota a denominação INOVA-RIA: Associação de Empresas para uma Rede de Inovação em Aveiro e

Leia mais

A Associação é uma Instituição de Solidariedade Social sem fins lucrativos e durará por tempo indeterminado.

A Associação é uma Instituição de Solidariedade Social sem fins lucrativos e durará por tempo indeterminado. ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DIABÉTICO FEIRA Artigo 1º A associação denomina-se ASSOCIAÇÃO DIABÉTICO FEIRA, com sede no Hospital de São Sebastião, EPE,, concelho de Santa Maria da Feira, podendo ser transferida

Leia mais

ESTATUTOS da Concórdia - Centro de Conciliação, Mediação de Conflitos e Arbitragem. Capítulo I. Denominação, sede e objeto.

ESTATUTOS da Concórdia - Centro de Conciliação, Mediação de Conflitos e Arbitragem. Capítulo I. Denominação, sede e objeto. ESTATUTOS da Concórdia - Centro de Conciliação, Mediação de Conflitos e Arbitragem Capítulo I Denominação, sede e objeto Artigo 1 É constituída por tempo indeterminado, com sede em Lisboa, na Rua Rodrigo

Leia mais

ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º DENOMINAÇÃO, NATUREZA E SEDE 1. A Associação para o Desenvolvimento da Medicina Tropical, adiante designada por ADMT é uma associação cientifica e tecnológica,

Leia mais

APGC. Associação Portuguesa de Gestão Cultural. Pacto Social

APGC. Associação Portuguesa de Gestão Cultural. Pacto Social APGC Associação Portuguesa de Gestão Cultural Pacto Social Constituída por escritura pública a 09 de Novembro de 2001 Capítulo I Denominação, Natureza, Sede, Objecto, Missão e Objectivos Artigo 1.º - Denominação

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇAO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA DO 1º CICLO DE MOUTIDOS. Rua de Moutidos 4445 ÁGUAS SANTAS PORTUGAL

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇAO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA DO 1º CICLO DE MOUTIDOS. Rua de Moutidos 4445 ÁGUAS SANTAS PORTUGAL ESTATUTOS DA ASSOCIAÇAO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA DO 1º CICLO DE MOUTIDOS Rua de Moutidos 4445 ÁGUAS SANTAS PORTUGAL CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Âmbito da Acção e Fins ARTIGO UM

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SER BEBÉ

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SER BEBÉ ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SER BEBÉ Associação Portuguesa para a Saúde Mental da Primeira Infância (versão corrigida de acordo com as indicações da Procuradoria da República) Artigo 1º 1 - Denominação e natureza

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RUAS RECRIAR UNIVERSIDADE ALTA E SOFIA

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RUAS RECRIAR UNIVERSIDADE ALTA E SOFIA ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RUAS RECRIAR UNIVERSIDADE ALTA E SOFIA CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1. Denominação e natureza A RUAS Recriar Universidade Alta e Sofia, adiante designada abreviadamente

Leia mais

Associação dos Administradores de Insolvências. Estatutos. Capítulo I Natureza e Fins. Artigo 1º Natureza

Associação dos Administradores de Insolvências. Estatutos. Capítulo I Natureza e Fins. Artigo 1º Natureza Associação dos Administradores de Insolvências Estatutos Capítulo I Natureza e Fins Artigo 1º Natureza 1. A Associação dos Administradores de Insolvências, adiante designada simplesmente por ASSOCIAÇÃO,

Leia mais

APESP ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE ENSINO SUPERIOR PRIVADO ESTATUTOS

APESP ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE ENSINO SUPERIOR PRIVADO ESTATUTOS APESP ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE ENSINO SUPERIOR PRIVADO ESTATUTOS CAPÍTULO PRIMEIRO DENOMINAÇÃO, NATUREZA, DURAÇÃO, SEDE E FINS Artigo 1º Denominação e Natureza 1. A ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DO ENSINO SUPERIOR

Leia mais

Sítio de Sons Associação Cultural

Sítio de Sons Associação Cultural Sítio de Sons Associação Cultural Estatutos * CAPÍTULO PRIMEIRO (Da denominação, sede, objecto e afins) Artigo primeiro (Da denominação, natureza jurídica, lei aplicável e duração) UM A Associação adopta

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE CUIDADOS PALIATIVOS. Núcleo da Região Autónoma dos Açores Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos NRA - APCP

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE CUIDADOS PALIATIVOS. Núcleo da Região Autónoma dos Açores Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos NRA - APCP ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE CUIDADOS PALIATIVOS Núcleo da Região Autónoma dos Açores Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos NRA - APCP abril de 2012 Núcleo Regional dos Açores da Associação Portuguesa

Leia mais

DOCUMENTO COMPLEMENTAR, elaborado nos termos do art.º 64.º n.º 2 do Código do Notariado, contendo os estatutos da associação denominada APIPSIQ - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE INTERNOS DE PSIQUIATRIA. ESTATUTOS

Leia mais

ESTATUTOS AEMP ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS DE MUDANÇAS DE PORTUGAL

ESTATUTOS AEMP ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS DE MUDANÇAS DE PORTUGAL ESTATUTOS DA AEMP ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS DE MUDANÇAS DE PORTUGAL CAPÍTULO I Denominação, Sede e Fins Artigo 1º. (Denominação e Natureza Jurídica) A AEMP Associação das Empresas de Mudanças de Portugal,

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO REDE PROCURA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PROTEÓMICA

REGULAMENTO INTERNO REDE PROCURA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PROTEÓMICA REGULAMENTO INTERNO REDE PROCURA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PROTEÓMICA CAPITULO I PREÂMBULO Artigo 1º Objeto 1. O presente Regulamento vem complementar e executar as normas estatutárias da Rede Procura Associação

Leia mais

ESTATUTOS. Com alterações aprovadas na Assembleia Geral de 25 de Novembro de 2013

ESTATUTOS. Com alterações aprovadas na Assembleia Geral de 25 de Novembro de 2013 ESTATUTOS Com alterações aprovadas na Assembleia Geral de 25 de Novembro de 2013 CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, OBJECTO, NATUREZA E SEDE Artº 1º - Denominação e Objecto Artº 2º - Âmbito e Duração Artº 3º -

Leia mais

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas.

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas. ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DISTRIBUIÇÃO E DRENAGEM DE ÁGUAS Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Natureza 1. A Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA) é uma associação sem fins

Leia mais

Estatutos do INSTITUTO NACIONAL TAO BUDO

Estatutos do INSTITUTO NACIONAL TAO BUDO Estatutos do INSTITUTO NACIONAL TAO BUDO ARTIGO PRIMEIRO Denominação, insígnias e generalidades O Instituto é uma instituição de direito privado sem fins lucrativos com valência federativa Federação Portuguesa

Leia mais

ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO PARA A PARTILHA ALIMENTAR DE VIANA DO CASTELO

ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO PARA A PARTILHA ALIMENTAR DE VIANA DO CASTELO ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO PARA A PARTILHA ALIMENTAR DE VIANA DO CASTELO Capítulo Primeiro Denominação, sede e âmbito de acção Artigo Primeiro Denominação, Natureza e Duração A Associação adopta a denominação

Leia mais

Estatutos CAPÍTULO I. Definições gerais ARTIGO 1º. Denominação, natureza e duração

Estatutos CAPÍTULO I. Definições gerais ARTIGO 1º. Denominação, natureza e duração , Estatutos CAPÍTULO I Definições gerais ARTIGO 1º Denominação, natureza e duração 1. A Federação Académica Lisboa, adiante designada por FAL, é a organização representativa das Associações de Estudantes

Leia mais

ESTATUTOS. CAPÍTULO I Da Denominação, Sede e Âmbito de Acção e Fins

ESTATUTOS. CAPÍTULO I Da Denominação, Sede e Âmbito de Acção e Fins CAPÍTULO I Da Denominação, Sede e Âmbito de Acção e Fins Artigo 1º A Associação Grãos de Gente Creche e Jardim-de-Infância do Campus da Quinta do Marquês é uma instituição particular de solidariedade social

Leia mais

ESTATUTOS DA APBA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA BLONDE D AQUITAINE

ESTATUTOS DA APBA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA BLONDE D AQUITAINE ESTATUTOS DA APBA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA BLONDE D AQUITAINE CAPÍTULO I ARTIGO PRIMEIRO (Constituição e denominação) Entre os bovinicultores fundadores da presente associação e os que queiram aderir aos

Leia mais

ESTATUTOS. Empreendedoras Por Excelência

ESTATUTOS. Empreendedoras Por Excelência ESTATUTOS Empreendedoras Por Excelência Maputo, 5 de Maio de 2009 CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FINS, ÂMBITO DE ACÇÃO Artigo 1. A Associação FEMME Moçambique - Empreendedoras por Excelência é uma associação

Leia mais

Estrada Nacional nº 4 Km 158 7151-912 Borba Tel: 268891510 Fax: 268891529 geral@valorpedra.pt www.valorpedra.pt

Estrada Nacional nº 4 Km 158 7151-912 Borba Tel: 268891510 Fax: 268891529 geral@valorpedra.pt www.valorpedra.pt Artigo 1º. Denominação, Sede e duração 1. A Associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação ASSOCIAÇÃO VALOR PEDRA, tem a sede na Estrada Nacional 4, km 158, Apartado 48 EC Borba, 7151-912 Borba,

Leia mais

WWOOF - ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DE OPORTUNIDADES MUNDIAIS EM AGRICULTURA BIOLÓGICA

WWOOF - ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DE OPORTUNIDADES MUNDIAIS EM AGRICULTURA BIOLÓGICA WWOOF - ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DE OPORTUNIDADES MUNDIAIS EM AGRICULTURA BIOLÓGICA O presente Regulamento Interno destina-se a explicitar os princípios de funcionamento da Associação WWOOF. CAPITULO

Leia mais

ESTATUTOS DO CLUBE PAN EUROPEAN DE PORTUGAL

ESTATUTOS DO CLUBE PAN EUROPEAN DE PORTUGAL ESTATUTOS DO CLUBE PAN EUROPEAN DE PORTUGAL CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E MARCAS DA HONDA ARTIGO 1º É constituída uma associação sem fins lucrativos denominada "Clube Pan European de Portugal", adiante

Leia mais

ESTATUTOS DA LIGA PARA O ESTUDO E APOIO À INSERÇÃO SOCIAL (LINADEM) Capítulo I (Constituição, denominação, sede, âmbito social e fins)

ESTATUTOS DA LIGA PARA O ESTUDO E APOIO À INSERÇÃO SOCIAL (LINADEM) Capítulo I (Constituição, denominação, sede, âmbito social e fins) ESTATUTOS DA LIGA PARA O ESTUDO E APOIO À INSERÇÃO SOCIAL (LINADEM) Capítulo I (Constituição, denominação, sede, âmbito social e fins) Artigo 1º. - A Liga para o Estudo e Apoio à Inserção Social, designada

Leia mais

ESTATUTOS DA ADRUSE ARTIGO 1.º

ESTATUTOS DA ADRUSE ARTIGO 1.º ESTATUTOS DA ADRUSE ARTIGO 1.º CONSTITUIÇÃO E DENOMINAÇÃO É constituída a Associação, sem fins lucrativos, denominada ADRUSE Associação de Desenvolvimento Rural da Serra da Estrela, abreviadamente designada

Leia mais

Estatutos ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DO DOURO SUPERIOR DE FINS ESPECÍFICOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS ARTIGO 1º.

Estatutos ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DO DOURO SUPERIOR DE FINS ESPECÍFICOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS ARTIGO 1º. Estatutos ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DO DOURO SUPERIOR DE FINS ESPECÍFICOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS ARTIGO 1º Denominação A Associação adopta a denominação de ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DO

Leia mais

ESTATUTOS. ALER - Associação Lusófona de Energias Renováveis

ESTATUTOS. ALER - Associação Lusófona de Energias Renováveis ESTATUTOS ALER - Associação Lusófona de Energias Renováveis CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1 (Denominação, natureza jurídica, sede e duração) 1.1 A ALER - Associação Lusófona de Energias Renováveis

Leia mais

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação Regulamento Julho de 2008 CAPÍTULO I Natureza, Missão, Atribuições e Constituição Artigo 1º Natureza O Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS AUTARCAS SOCIALISTAS

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS AUTARCAS SOCIALISTAS ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS AUTARCAS SOCIALISTAS Capítulo I Da denominação, Fins, Duração e Sede Artigo 1.º Designação É constituída uma associação denominada Associação Nacional de Jovens

Leia mais

APCMG - Associação Portuguesa de Clínicas Médicas, Clínicas de Medicina Dentária, Médicos, Médicos Dentistas e Gestores de Clínicas NIPC: 508826020

APCMG - Associação Portuguesa de Clínicas Médicas, Clínicas de Medicina Dentária, Médicos, Médicos Dentistas e Gestores de Clínicas NIPC: 508826020 ESTATUTOS Artigo Primeiro (Denominação e sede social) 1 - A associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação de APCMG - Associação Portuguesa de Clínicas Médicas, Clínicas de Medicina. 2 - A sociedade

Leia mais

1 - Ficarão imediatamente com os seus direitos associativos suspensos todos os associados que deixem de pagar quotas correspondentes a quatro meses.

1 - Ficarão imediatamente com os seus direitos associativos suspensos todos os associados que deixem de pagar quotas correspondentes a quatro meses. ASSOCIAÇÃO DE OURIVESARIA E RELOJORIA DE PORTUGAL CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E NATUREZA Artigo 1.º Denominação e natureza A Associação de Ourivesaria e Relojoaria de Portugal, designada abreviadamente

Leia mais

Sacerdotes do Coração de Jesus Dehonianos. Província Portuguesa. Estatutos da Associação dos Leigos Voluntários Dehonianos

Sacerdotes do Coração de Jesus Dehonianos. Província Portuguesa. Estatutos da Associação dos Leigos Voluntários Dehonianos Sacerdotes do Coração de Jesus Dehonianos Província Portuguesa Estatutos da Associação dos Leigos Voluntários Dehonianos CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Artigo 1º Denominação A ASSOCIAÇÃO DOS LEIGOS

Leia mais

PACTO SOCIAL DO MONTE DESENVOLVIMENTO ALENTEJO CENTRAL, A.C.E. CAPTULO PRIMEIRO DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO PRIMEIRO. (Denominação)

PACTO SOCIAL DO MONTE DESENVOLVIMENTO ALENTEJO CENTRAL, A.C.E. CAPTULO PRIMEIRO DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO PRIMEIRO. (Denominação) PACTO SOCIAL DO MONTE DESENVOLVIMENTO ALENTEJO CENTRAL, A.C.E. CAPTULO PRIMEIRO DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO PRIMEIRO (Denominação) O Agrupamento adopta a denominação de Monte - Desenvolvimento Alentejo Central,

Leia mais

ESTATUTOS DO AMERICAN CLUB OF LISBON. (Escriturados em 2014) CAPÍTULO I. Denominação, sede, duração e objectivos. Artigo Primeiro

ESTATUTOS DO AMERICAN CLUB OF LISBON. (Escriturados em 2014) CAPÍTULO I. Denominação, sede, duração e objectivos. Artigo Primeiro 1 ESTATUTOS DO AMERICAN CLUB OF LISBON (Escriturados em 2014) CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objectivos Artigo Primeiro Denominação, duração e sede 1. É constituído o AMERICAN CLUB OF LISBON,

Leia mais

Estatutos da Sociedade Portuguesa de Ciências Farmacêuticas. Capítulo I Fins, Sede e Ano Social Primeiro

Estatutos da Sociedade Portuguesa de Ciências Farmacêuticas. Capítulo I Fins, Sede e Ano Social Primeiro Estatutos da Sociedade Portuguesa de Ciências Farmacêuticas Capítulo I Fins, Sede e Ano Social Primeiro 1. A Sociedade Portuguesa de Ciências Farmacêuticas tem por objectivo promover, desenvolver e divulgar

Leia mais

ASSOCIAÇÃO TRIENAL DE ARQUITECTURA DE LISBOA ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. Constituição, Denominação e Natureza

ASSOCIAÇÃO TRIENAL DE ARQUITECTURA DE LISBOA ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. Constituição, Denominação e Natureza ASSOCIAÇÃO TRIENAL DE ARQUITECTURA DE LISBOA ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Constituição, Denominação e Natureza A Associação Trienal de Arquitectura de Lisboa é uma associação cultural,

Leia mais

ESTATUTOS FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT

ESTATUTOS FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO PRIMEIRO Instituição e Denominação É instituída uma fundação denominada Fundação Champagnat que se regerá pelos presentes estatutos

Leia mais

Os sócios da Liga são ordinários ou honorários, designando-se por «Amigos».

Os sócios da Liga são ordinários ou honorários, designando-se por «Amigos». CAPÍTULO I (Denominação, natureza e fins) Artigo 1º 1 A Liga dos Amigos do Hospital Geral de Santo António é uma associação apolítica e inconfessional com sede na Cidade do Porto, Largo Professor Abel

Leia mais

Regulamento Interno da Sociedade de Hematologia e Oncologia da Sociedade Portuguesa de Pediatria

Regulamento Interno da Sociedade de Hematologia e Oncologia da Sociedade Portuguesa de Pediatria Regulamento Interno da Sociedade de Hematologia e Oncologia da Sociedade Portuguesa de Pediatria Capítulo I (Denominação, sede, estrutura e objectivos) Artigo 1.º (Denominação) A Sociedade de Hematologia

Leia mais

GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA EMPRESARIAL - ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE, OBJECTO, PRINCÍPIOS E VALORES

GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA EMPRESARIAL - ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE, OBJECTO, PRINCÍPIOS E VALORES GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA EMPRESARIAL - ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE, OBJECTO, PRINCÍPIOS E VALORES Art. 1º 1. GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA

Leia mais

ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO JUVENIL INSCRITA NO RNAJ ONG SEM FINS LUCRATIVOS COM ESTATUTO DE UTILIDADE PÚBLICA

ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO JUVENIL INSCRITA NO RNAJ ONG SEM FINS LUCRATIVOS COM ESTATUTO DE UTILIDADE PÚBLICA ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO JUVENIL INSCRITA NO RNAJ ONG SEM FINS LUCRATIVOS COM ESTATUTO DE UTILIDADE PÚBLICA CAPITULO I Disposições Gerais Artigo 1º Natureza e Sede ESTATUTOS - 2015 1 A Associação Movimento

Leia mais

ESTATUTOS. Artigo 1º (Nome e Sede)

ESTATUTOS. Artigo 1º (Nome e Sede) ESTATUTOS Artigo 1º (Nome e Sede) O nome da associação é A Rocha Associação Cristã de Estudos e Defesa do Ambiente e a sua sede é na Cruzinha, Mexilhoeira Grande, em Portimão. Artigo 2º (Natureza e Fins)

Leia mais

Regulamento Interno. Capítulo I (Constituição e âmbito) Capítulo II ( Dos sócios, seus direitos e deveres )

Regulamento Interno. Capítulo I (Constituição e âmbito) Capítulo II ( Dos sócios, seus direitos e deveres ) Regulamento Interno Capítulo I (Constituição e âmbito) Art. 1.º - O presente Regulamento Interno, tem como finalidade completar pormenorizadamente os Estatutos da ASTA Associação de Artes e Sabores do

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I. Artigo 1º. Artigo 2º. (Sede) Artigo 3º. (Fim)

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I. Artigo 1º. Artigo 2º. (Sede) Artigo 3º. (Fim) ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO LUSAPME ASSOCIAÇÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS ESTATUTOS CAPÍTULO I Artigo 1º (Denominação, natureza e duração) A Associação adota a denominação LUSAPME ASSOCIAÇÃO DE PEQUENAS

Leia mais

CAIMA Câmara Internacional de Mediação e Arbitragem de Língua Portuguesa ESTATUTOS

CAIMA Câmara Internacional de Mediação e Arbitragem de Língua Portuguesa ESTATUTOS CAIMA Câmara Internacional de Mediação e Arbitragem de Língua Portuguesa ESTATUTOS Artigo 1.º Denominação, sede e duração 1. A associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação CAIMA Câmara Internacional

Leia mais

DOCUMENTO COMPLEMENTAR ELABORADO NOS TERMOS DO NÚMERO DOIS DO ARTIGO SESSENTA E QUATRO DO CÓDIGO DO NOTARIADO, QUE FAZ PARTE INTEGRANTE DA ESCRITURA

DOCUMENTO COMPLEMENTAR ELABORADO NOS TERMOS DO NÚMERO DOIS DO ARTIGO SESSENTA E QUATRO DO CÓDIGO DO NOTARIADO, QUE FAZ PARTE INTEGRANTE DA ESCRITURA DOCUMENTO COMPLEMENTAR ELABORADO NOS TERMOS DO NÚMERO DOIS DO ARTIGO SESSENTA E QUATRO DO CÓDIGO DO NOTARIADO, QUE FAZ PARTE INTEGRANTE DA ESCRITURA EXARADA EM VINTE E DOIS DE SETEMBRO DE DOIS MIL E QUATRO,

Leia mais

ESTATUTOS CAPITULO I. Disposições Gerais. Artigo 1º

ESTATUTOS CAPITULO I. Disposições Gerais. Artigo 1º ESTATUTOS CAPITULO I Disposições Gerais Artigo 1º 1 É constituída a partir desta data e por tempo indeterminado uma associação de solidariedade social que adopta a denominação Associação de Idosos de Santa

Leia mais

Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas Professor Paula Nogueira

Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas Professor Paula Nogueira Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas Professor Paula Nogueira Capítulo I Da denominação, natureza e fins Artigo 1.º Denominação A Associação de Pais e Encarregados

Leia mais

Estatutos da Associação iisbe Portugal iisbe Portugal By Law

Estatutos da Associação iisbe Portugal iisbe Portugal By Law Estatutos da Associação iisbe Portugal iisbe Portugal By Law Capítulo I Constituição, Âmbito, Objecto e Atribuição Artigo 1.º (Denominação e natureza) É constituída por tempo indeterminado, uma associação

Leia mais

ESTATUTOS. Artigo 1.º Denominação e sede

ESTATUTOS. Artigo 1.º Denominação e sede ESTATUTOS Artigo 1.º Denominação e sede 1. A associação adopta a denominação CAAD Centro de Arbitragem Administrativa. 2. A associação tem a sua sede na Avenida Duque de Loulé, n.º 72 A, freguesia de Santo

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SÓCIO-PROFÍSSIONAL DOS PERÍTOS FORENSES DA POLÍCIA JUDICIÁRIA

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SÓCIO-PROFÍSSIONAL DOS PERÍTOS FORENSES DA POLÍCIA JUDICIÁRIA ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SÓCIO-PROFÍSSIONAL DOS PERÍTOS FORENSES DA POLÍCIA JUDICIÁRIA CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO E OBJECTO Artigo 1º Denominação, sede e duração 1. A Associação adopta a denominação de ASSOCIAÇÃO

Leia mais

CAPÍTULO VII (Disposições Finais e Transitórias)

CAPÍTULO VII (Disposições Finais e Transitórias) Artigo 18º (Comissão Eleitoral) 1. O procedimento eleitoral será conduzido por uma comissão eleitoral constituída por dois vogais, designados pelo Conselho Científico de entre os seus membros, e presidida

Leia mais

Da denominação, natureza e fins

Da denominação, natureza e fins REGULAMENTO DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AFONSO DE ALBUQUERQUE Capítulo I Da denominação, natureza e fins Artigo 1.º Denominação A Associação de Pais e Encarregados

Leia mais

Estatutos do Centro de Estudos em Administração Pública

Estatutos do Centro de Estudos em Administração Pública Estatutos do Centro de Estudos em Administração Pública Artigo 1º ( Designação e Sede) A associação adopta a designação de Centro de Estudos em Administração Pública e tem a sua sede no Campus universitário

Leia mais

(Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93)

(Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93) REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO PERMANENTE DE CONCERTAÇÃO SOCIAL (Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93) CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1.

Leia mais

Estatutos. Sociedade Portuguesa de Doenças Metabólicas. CAPÍTULO PRIMEIRO (Denominação, Sede, Objecto e Duração)

Estatutos. Sociedade Portuguesa de Doenças Metabólicas. CAPÍTULO PRIMEIRO (Denominação, Sede, Objecto e Duração) Estatutos Sociedade Portuguesa de Doenças Metabólicas CAPÍTULO PRIMEIRO (Denominação, Sede, Objecto e Duração) Artigo Primeiro A Sociedade Portuguesa de Doenças Metabólicas (APDM) é uma Sociedade Cientifica

Leia mais

ESTATUTOS DA APEI ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA E FINS

ESTATUTOS DA APEI ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA E FINS ESTATUTOS DA APEI ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA E FINS ARTIGO 1.º (Denominação e natureza) A Associação de Profissionais de Educação de Infância,

Leia mais

Associação de Voluntariado da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego (AVESTGL)

Associação de Voluntariado da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego (AVESTGL) Associação de Voluntariado da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego AVESTGL (Em fase de Publicação em DR) ESTATUTOS Capítulo I (Constituição e fins) Artigo 1º 1. É constituída uma associação

Leia mais

ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJECTO E DURAÇÃO. Artigo 1.º (Constituição)

ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJECTO E DURAÇÃO. Artigo 1.º (Constituição) ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJECTO E DURAÇÃO Artigo 1.º (Constituição) 1. A Associação adopta a denominação de PRESTÍGIO LIGA DOS JOVENS EMPRESÁRIOS E EXECUTIVOS DE ANGOLA, abreviadamente

Leia mais

Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação Dos Alunos do Agrupamento de Escolas de Atouguia da Baleia CAPITULO I

Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação Dos Alunos do Agrupamento de Escolas de Atouguia da Baleia CAPITULO I Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação Dos Alunos do Agrupamento de Escolas de Atouguia da Baleia CAPITULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA E FINS ARTIGO I A Associação de Pais e Encarregados

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTA DO MAIS CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, FINS, DURAÇÃO E SEDE

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTA DO MAIS CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, FINS, DURAÇÃO E SEDE ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTA DO MAIS CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, FINS, DURAÇÃO E SEDE Artigo 1º Denominação, sede e duração 1. A Associação Porta do Mais é uma Associação sem fins lucrativos e existe por

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA ESTUDOS SOBRE AS MULHERES. Estatutos

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA ESTUDOS SOBRE AS MULHERES. Estatutos ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA ESTUDOS SOBRE AS MULHERES Estatutos CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, FINS, DURAÇÃO E SEDE Artigo 1 É constituída uma Associação, de carácter científico, sem fins lucrativos, denominada

Leia mais

ESTATUTOS ASSEMBLEIA MOVIMENTO CÍVICO NÃO PARTIDÁRIO

ESTATUTOS ASSEMBLEIA MOVIMENTO CÍVICO NÃO PARTIDÁRIO ESTATUTOS ASSEMBLEIA MOVIMENTO CÍVICO NÃO PARTIDÁRIO Capítulo I Artigo 1º (Denominação, natureza e fins) Assembleia Movimento Cívico Não Partidário (abreviadamente designado "Assembleia"), é um movimento

Leia mais

AEP Associação Empresarial de Portugal ESTATUTOS. CAPÍTULO I Natureza, sede, fim e âmbito

AEP Associação Empresarial de Portugal ESTATUTOS. CAPÍTULO I Natureza, sede, fim e âmbito Estatutos AEP AEP Associação Empresarial de Portugal ESTATUTOS CAPÍTULO I Natureza, sede, fim e âmbito Artigo 1º (Natureza, duração e denominação) A Associação Industrial Portuense, fundada em três de

Leia mais

CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA, DURAÇÃO, SEDE E OBJECTO ARTIGO 1.º DENOMINAÇÃO, NATUREZA E DURAÇÃO

CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA, DURAÇÃO, SEDE E OBJECTO ARTIGO 1.º DENOMINAÇÃO, NATUREZA E DURAÇÃO CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA, DURAÇÃO, SEDE E OBJECTO ARTIGO 1.º DENOMINAÇÃO, NATUREZA E DURAÇÃO 1. A Associação de Promoção da Região Autónoma da Madeira, adiante abreviadamente designada por Associação

Leia mais

AGÊNCIA DNA CASCAIS CASCAIS UM CONCELHO EMPREENDEDOR ESTATUTOS

AGÊNCIA DNA CASCAIS CASCAIS UM CONCELHO EMPREENDEDOR ESTATUTOS AGÊNCIA DNA CASCAIS CASCAIS UM CONCELHO EMPREENDEDOR ESTATUTOS Capítulo I Princípios Gerais Artigo 1.º Natureza A Agência DNA CASCAIS Cascais um Concelho Empreendedor é uma associação sem fins lucrativos,

Leia mais

Associação Contraditório. Estatutos

Associação Contraditório. Estatutos Associação Contraditório Estatutos CAPÍTULO I Denominação, Princípios e Objectivos Artigo 1º (Denominação, sede e duração) 1. A associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação ASSOCIAÇÃO CONTRADITÓRIO,

Leia mais

Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República

Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República publicado no Diário da Assembleia da República, II Série C, n.º 11 de 8 de Janeiro de 1991 Conselho de Administração O Conselho de Administração

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO CULTURAL DA CRIANÇA (APCC) in Diário da República - III Série - N.º 227-30/09/1996

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO CULTURAL DA CRIANÇA (APCC) in Diário da República - III Série - N.º 227-30/09/1996 ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO CULTURAL DA CRIANÇA (APCC) in Diário da República - III Série - N.º 227-30/09/1996 CAPÍTULO I Da denominação, sede, âmbito, duração, objeto e princípios ARTIGO 1.º

Leia mais

ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO CORAÇÃO AMARELO APROVADOS EM ASSEMBLEIA - GERAL DE 13.11.2009

ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO CORAÇÃO AMARELO APROVADOS EM ASSEMBLEIA - GERAL DE 13.11.2009 ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO CORAÇÃO AMARELO APROVADOS EM ASSEMBLEIA - GERAL DE 13.11.2009 Revistos conforme instruções da Procuradoria da República de Lisboa em Dezembro de 2010 ~~~~ ENTRADA EM VIGOR A 15

Leia mais

(AICL, ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL COLÓQUIOS DA LUSOFONIA) REGULAMENTO INTERNO AICL

(AICL, ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL COLÓQUIOS DA LUSOFONIA) REGULAMENTO INTERNO AICL REGULAMENTO INTERNO AICL 1) Foi constituída em 28 outubro e legalizada em 6 de dezembro 2010, com início fiscal de atividades em 1 de janeiro de 2011, uma ASSOCIAÇÃO CULTURAL DE FINS NÃO- LUCRATIVOS, denominados

Leia mais

Estatutos da Fundação CEBI

Estatutos da Fundação CEBI Estatutos da Fundação CEBI Estatutos da CEBI - Fundação para o Desenvolvimento Comunitário de Alverca Capítulo I (Disposições Gerais) Art.º 1º - A CEBI - Fundação Para o Desenvolvimento Comunitário de

Leia mais

ESTATUTO DA ASSCODECHA

ESTATUTO DA ASSCODECHA ESTATUTO DA ASSCODECHA ASSCODECHA ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA PARA O DESENVOLVIMENTO DO CHAMANCULO ESTATUTO DA ASSCODECHA CAPITULO PRIMEIRO DENOMINAÇÃO, NATUREZA, DURAÇÃO, SEDE, OBJECTIVOS E ACTIVIDADES ARTIGO

Leia mais

ESTATUTOS DA UNIÃO DISTRITAL DAS INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DE AVEIRO

ESTATUTOS DA UNIÃO DISTRITAL DAS INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DE AVEIRO ESTATUTOS DA UNIÃO DISTRITAL DAS INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DE AVEIRO Capitulo I Da denominação, sede, âmbito, natureza e fins Artigo 1º Da denominação e sede A União Distrital das

Leia mais

FUNDAÇÃO CASA DE MACAU ESTATUTOS

FUNDAÇÃO CASA DE MACAU ESTATUTOS CAPITULO I - NATUREZA, SEDE E FINS FUNDAÇÃO CASA DE MACAU ESTATUTOS Art. 1 º - NATUREZA A Fundação Casa de Macau, adiante designada simplesmente por Fundação, É uma pessoa colectiva de direito privado

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DA ESCOLA SUPERIOR DE HOTELARIA E TURISMO DO ESTORIL (ALUMNI- ESHTE)

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DA ESCOLA SUPERIOR DE HOTELARIA E TURISMO DO ESTORIL (ALUMNI- ESHTE) ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DA ESCOLA SUPERIOR DE HOTELARIA E TURISMO DO ESTORIL (ALUMNI- ESHTE) CAPÍTULO I Da denominação, sede e âmbito de actividade Artigo 1.º Designação 1. É constituída,

Leia mais

CAPÍTULO I. Da denominação, sede, âmbito da acção e fins. Artigo Primeiro. Artigo Segundo

CAPÍTULO I. Da denominação, sede, âmbito da acção e fins. Artigo Primeiro. Artigo Segundo CAPÍTULO I Da denominação, sede, âmbito da acção e fins Artigo Primeiro A Associação para o Desenvolvimento de Miragaia, é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, com sede na Rua do Clube,

Leia mais

Regulamento Interno ABAC Aveiro Business Angels Club. Regulamento Interno PREÂMBULO

Regulamento Interno ABAC Aveiro Business Angels Club. Regulamento Interno PREÂMBULO Regulamento Interno PREÂMBULO Business Angels Os Business Angels são investidores privados e informais que investem, diretamente ou através de sociedades veículo, no capital de Startups (pequenas e médias

Leia mais

DOCUMENTO COMPLEMENTAR ELABORADO NOS TER\IIOS DO NÚMERO DOIS, DO ARTIGO SESSENTA E QUATRO DO CÓDIGO DO NOTARIADO.

DOCUMENTO COMPLEMENTAR ELABORADO NOS TER\IIOS DO NÚMERO DOIS, DO ARTIGO SESSENTA E QUATRO DO CÓDIGO DO NOTARIADO. ~U2. DOCUMENTO COMPLEMENTAR ELABORADO NOS TER\IIOS DO NÚMERO DOIS, DO ARTIGO SESSENTA E QUATRO DO CÓDIGO DO NOTARIADO. ALUMNIFFUL - ASSOCIAÇÃO DE ANTIGOS ALUNOS DA FACULDADE DE FARMÁCIA DA UNIVERSIDADE

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE FILOSOFIA. Capitulo I DA ASSOCIAÇÃO. Artigo 1º

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE FILOSOFIA. Capitulo I DA ASSOCIAÇÃO. Artigo 1º ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE FILOSOFIA Capitulo I DA ASSOCIAÇÃO Artigo 1º 1- A Associação de Professores de Filosofia é uma associação portuguesa de professores ligados ao ensino da Filosofia,

Leia mais

CAPÍTULO I Definições Gerais

CAPÍTULO I Definições Gerais ESTATUTOS DA ADDICT CAPÍTULO I Definições Gerais Artigo 1º Denominação, Natureza e Duração A Associação, que adopta a denominação ADDICT Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas, doravante

Leia mais

Associação Vidas Cruzadas

Associação Vidas Cruzadas Associação Vidas Cruzadas Associação de Desenvolvimento Pessoal e Comunitário Instituição Particular de Solidariedade Social ESTATUTOS Capitulo I Da denominação, sede, âmbito, acção e fins Artigo 1º A

Leia mais

Estatutos da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A.

Estatutos da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. Estatutos da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. CAPÍTULO I Denominação, duração, sede e objecto Artigo 1º Denominação e duração 1 - A sociedade adopta a forma de sociedade anónima e a denominação

Leia mais

REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO

REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO PREÂMBULO CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objecto Artigo 2.º Princípios Artigo 3.º Finalidades Artigo 4.º Atribuições Artigo 5.º Relações

Leia mais

LPDM - CENTRO DE RECURSOS SOCIAIS

LPDM - CENTRO DE RECURSOS SOCIAIS LPDM - CENTRO DE RECURSOS SOCIAIS ARTIGO 1º A LPDM - Centro de Recursos Sociais, anteriormente designada Liga Portuguesa dos Deficientes Motores, criada por despacho do Subsecretário de Estado da Assistência

Leia mais

Regulamento do Colégio de Especialidade de Gestão, Direcção e Fiscalização

Regulamento do Colégio de Especialidade de Gestão, Direcção e Fiscalização Regulamento do Colégio de Especialidade de Gestão, Direcção e Fiscalização de Obras ÍNDICE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objecto Artigo 2.º Princípios Artigo 3.º Finalidades Artigo 4.º Atribuições

Leia mais

ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A.

ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A. ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A. CAPÍTULO I Denominação, duração, sede e objecto Artigo 1.º Denominação e duração 1 - A sociedade adopta a forma de sociedade anónima de capitais

Leia mais

A.F.S.D. ASSOCIAÇÃO DE FAMÍLIAS SOLIDÁRIAS COM A DEFICIÊNCIA ESTATUTOS. Capítulo I. Denominação, sede, âmbito de acção e afins. Artigo 1.

A.F.S.D. ASSOCIAÇÃO DE FAMÍLIAS SOLIDÁRIAS COM A DEFICIÊNCIA ESTATUTOS. Capítulo I. Denominação, sede, âmbito de acção e afins. Artigo 1. A.F.S.D. ASSOCIAÇÃO DE FAMÍLIAS SOLIDÁRIAS COM A DEFICIÊNCIA ESTATUTOS Capítulo I Denominação, sede, âmbito de acção e afins. Artigo 1.º 1. A.F.S.D. - Associação de Famílias Solidárias com a Deficiência,

Leia mais

Regulamento Genérico dos Núcleos da Associação Académica do Instituto Politécnico de Setúbal

Regulamento Genérico dos Núcleos da Associação Académica do Instituto Politécnico de Setúbal Regulamento Genérico dos Núcleos da Associação Académica do Instituto Politécnico de Setúbal Capítulo I Núcleos Artigo 1.º Definição 1 Os Núcleos da (AAIPS) são grupos de estudantes com um interesse comum

Leia mais

CAPITULO PRIMEIRO. Denominação, sede, duração, missão e objeto

CAPITULO PRIMEIRO. Denominação, sede, duração, missão e objeto CAPITULO PRIMEIRO Denominação, sede, duração, missão e objeto Artigo Primeiro O Centro para o Desenvolvimento e Inovação Tecnológicos, abreviadamente designado por CEDINTEC, é uma associação privada, sem

Leia mais

CCV Correios de Cabo Verde, SA. Decreto Lei nº 9-A/95:

CCV Correios de Cabo Verde, SA. Decreto Lei nº 9-A/95: CCV Correios de Cabo Verde, SA Decreto Lei nº 9-A/95: Transforma a empresa Pública dos Correios e Telecomunicações CTT, em duas sociedades anónimas de capitais públicos. ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação,

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS CRIADORES DE BOVINOS DE RAÇA BARROSÃ ESTATUTOS

ASSOCIAÇÃO DOS CRIADORES DE BOVINOS DE RAÇA BARROSÃ ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO DOS CRIADORES DE BOVINOS DE RAÇA BARROSÃ ESTATUTOS 2011 AMIBA ASSOCIAÇÃO DOS CRIADORES DE BOVINOS DA RAÇA BARROSÃ CAPÍTULO PRIMEIRO DESIGNAÇÃO, SEDE E AFINS Artigo primeiro: É constituída, por

Leia mais