CORREIO JURÍDICO. - N.º 12 (quarta-feira, 19 março de 2014) PUBLICAÇÕES

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1 CORREIO JURÍDICO. - N.º 12 (quarta-feira, 19 março de 2014) Versão integral Publicações Da semana Leis, regulamentos e tratados Tribunais, processos e magistrados Soft law Na «Base de Legislação e Jurisprudência» da ÁREA RESERVADA do nosso Portal estão disponíveis versões PDF (atualizadas e consolidadas) da legislação portuguesa https://www.oa.pt/areareservada/login.aspx?idc=31629 ~ PUBLICAÇÕES ANWALTSBLATT Jahrgang 64 3 (März 2014) + Juris. Die Monatszeitschrift Verlag: Deutscher Anwaltverlag und Institut der Anwaltschaft GmbH, Bonn Kontakt: Deutscher Anwaltverein e. V. (DAV), Littenstraße 11, Berlin 65. Deutscher Anwaltstag Juni 2014 PUBLICAÇÃO RECEBIDA EM BIBLIOTECA PP AB-93 GUIA DOS IMPOSTOS EM PORTUGAL 2014 Américo Brás Carlos, Maria Irene Abreu, João Elias Durão e Maria Emília Pimenta Lisboa: Quid Juris, 2014, 688 págs. ISBN: Formato: 17x24 Preço capa: 29,95 (IVA incluído) Sinopse https://www.quidjuris.pt/default.aspx?tag=book&id=1092

2 REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO LOCAL. Legislação, Jurisprudência, Doutrina e Estudos Ano 36 N.º 257 (setembro / outubro 2013), p Director: António M. Rebordão Montalvo ISSN X Preço: 12,00 (Número avulso) PUBLICAÇÃO RECEBIDA EM BIBLIOTECA PP Cota: RAL-531 REVISTA DA ORDEM DOS ADVOGADOS ANO 73 (abril setembro 2013), p Diretor: Bastonário António Marinho e Pinto Subdiretor: Prof. Doutor Luís Manuel Teles de Menezes Leitão Propriedade e edição: Ordem dos Advogados ISSN PUBLICAÇÃO RECEBIDA EM BIBLIOTECA PP ROA-18 REVISTA PORTUGUESA DE CIÊNCIA CRIMINAL Publicação trimestral - Ano 23 N.º 1 (janeiro março 2013), 158 p. Diretor: Jorge de Figueiredo Dias Propriedade: Instituto de Direito Penal Económico e Europeu da FDUC Edição: Coimbra Editora, 2014 ISSN Número avulso: 14,00 PUBLICAÇÃO RECEBIDA EM BIBLIOTECA PP RPCC-22 ~ DA SEMANA CÓDIGO DO TRABALHO: 6.ª PROPOSTA DE ALTERAÇÃO «Proposta de Lei N.º 207/XII - Procede à sexta alteração ao Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro [formato PDF], p PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Proposta de Lei n.º 207/XII ( ) Artigo 1.º Objeto A presente lei procede à sexta alteração ao Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, e alterado pelas Leis n.ºs 105/2009, de 14 de setembro, 53/2011, de 14 de outubro, 23/2012, de 25 de junho, 47/2012, de 29 de agosto, e 69/2013, de 30 de agosto.

3 Artigo 2.º Alteração ao Código do Trabalho Os artigos 368.º e 375.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, e alterado pelas Leis n.ºs 105/2009, de 14 de setembro, 53/2011, de 14 de outubro, 23/2012, de 25 de junho, 47/2012, de 29 de agosto, e 69/2013, de 30 de agosto, passam a ter a seguinte redação: «Artigo 368.º [6] 1 - [6]. 2 - Havendo na secção ou estrutura equivalente, uma pluralidade de postos de trabalho de conteúdo funcional idêntico, para determinação do posto de trabalho a extinguir, a decisão do empregador deve observar, por referência aos respetivos titulares, a seguinte ordem de critérios relevantes e não discriminatórios: a) Pior avaliação de desempenho, com parâmetros previamente conhecidos pelo trabalhador; b) Menores habilitações académicas e profissionais; c) Maior onerosidade pela manutenção do vínculo laboral do trabalhador para a empresa; d) Menor experiência na função; e) Menor antiguidade na empresa. 3 - [6]. 4 - Para efeito da alínea b) do n.º 1, uma vez extinto o posto de trabalho, considera-se que a subsistência da relação de trabalho é praticamente impossível quando o empregador não disponha de outro compatível com a categoria profissional do trabalhador. 5 - [6]. 6 - [6]. Artigo 375.º [6] 1 - [6]: a) [6]; b) [6]; c) [6]; d) Não exista na empresa outro posto de trabalho disponível e compatível com a categoria profissional do trabalhador; e) [6]. 2 - [6]. 3 - [6]. 4 - [6]. 5 - [6]. 6 - [6]. 7 - [6]. 8 - [6].» Artigo 3.º Entrada em vigor A presente lei entra em vigor no 1.º dia do mês seguinte ao da sua publicação. Autoria: Governo Entrada Publicação [DAR II série A Nº. 67/XII/ (pág. 4-6)] Admissão Baixa comissão distribuição inicial generalidade: Comissão de Segurança Social e Trabalho - Comissão

4 competente Autores do Parecer: Pedro Roque (PSD) Data de nomeação: Anúncio Publicação em Separata [Separata Nº. 56/XII/ ] Discussão generalidade Votação na generalidade: Votação na Reunião Plenária nº. 61: Aprovado (Contra: PS, PCP, BE, PEV - A Favor: PSD, CDS-PP) Baixa comissão especialidade: Comissão de Segurança Social e Trabalho - Comissão competente ATIVIDADE PARLAMENTAR E PROCESSO LEGISLATIVO INICIATIVA EUR-Lex: REMODELAÇÃO EM 24 DE MARÇO DE 2014 «Remodelação do EUR-Lex Em 24/03/2014, o EUR-Lex será atualizado. Conheça a nova versão: Boletim informativo EUR-Lex sobre a estabilidade das ligações: «Como se criam ligações para o EUR-Lex? 1. Orientações gerais. - É possível criar ligações para o novo EUR-Lex, desde que sejam cumpridas as disposições previstas na «Declaração sobre direitos de autor ( ) Salvo disposição em contrário, é autorizado o carregamento e a reprodução, para uso pessoal ou para posterior difusão comercial ou não comercial, de textos jurídicos e outros documentos acessíveis ao público no sítio EUR-Lex, desde que a fonte seja mencionada do seguinte modo: «União Europeia, Sempre que um documento seja reproduzido literalmente a partir de uma fonte que não a versão que faz fé publicada no Jornal Oficial da União Europeia, deve ser aposta numa posição proeminente a seguinte declaração: «Só os documentos da União Europeia publicados no Jornal Oficial da União Europeia fazem fé.» Para consultar as regras que regem a autenticidade do Jornal Oficial, consulte o Regulamento (UE) n.º 216/2013 de 7 de março de No que respeita à jurisprudência, só as versões dos documentos publicadas na «Coletânea da Jurisprudência» são consideradas fontes oficiais. ( )

5 Para mais informações sobre conteúdos, funcionalidades e futura evolução do sítio EUR-Lex, contactar: Serviço de assistência ao público: EUR-Lex Acesso ao direito da União Europeia PAINEL DE AVALIAÇÃO DA JUSTIÇA NA UE DE 2014 (1) «O Painel de Avaliação da Justiça na UE de 2014: Para uma maior eficácia dos sistemas de justiça na União European Commission - IP/14/273 17/03/2014 COMISSÃO EUROPEIA COMUNICADO DE IMPRENSA Bruxelas, 17 de março de 2014 O Painel de Avaliação da Justiça na UE de 2014: Para uma maior eficácia dos sistemas de justiça na União A Comissão Europeia publicou hoje a segunda edição do Painel de Avaliação da Justiça na UE que visa promover a qualidade, independência e eficácia dos sistemas de justiça na União Europeia. O Painel de Avaliação da Justiça na UE é um instrumento de informação que apresenta dados objetivos, fiáveis e comparáveis sobre os sistemas de justiça nos Estados-Membros. Na sequência da primeira edição em 2013 (IP/13/285), o Painel de Avaliação da Justiça de 2014 continuará a apoiar os Estados-Membros e a UE no estabelecimento de sistemas de justiça mais eficazes e a contribuir assim para a promoção do crescimento económico na União. Fá-lo-á no contexto da contribuição para o Semestre Europeu, o processo anual de coordenação da política económica da UE que visa incentivar o desempenho económico e a competitividade dos Estados-Membros apresentando um conjunto de recomendações específicas por país. Painel Europeu de Avaliação da Justiça: Comissão Europeia alarga o âmbito da sua análise dos sistemas de justiça dos Estados-Membros European Commission - IP/13/285 27/03/2013 «Justiça atrasada é justiça negada. O Painel de Avaliação da Justiça na UE é um importante instrumento na estratégia económica da União, permitindo uma justiça mais eficaz para os cidadãos e as empresas. Um sistema judicial independente e a funcionar corretamente é essencial para conquistar a confiança dos cidadãos e investidores e indispensável para a confiança mútua no espaço europeu de justiça,» afirmou a Vice Presidente Viviane Reding, Comissária da Justiça da UE. «Esta segunda edição do Painel de Avaliação da Justiça na UE chega num momento em que muitos Estados Membros estão a proceder a reformas do sistema judicial para melhorar a sua competitividade. Factos e dados confirmam a importância de prosseguir com empenho e determinação os esforços para melhorar a eficácia dos sistemas de justiça em toda a UE.» O Painel de Avaliação da Justiça na UE de 2014 reúne dados provenientes de várias fontes. A maior parte dos dados quantitativos provém da Comissão para a Eficácia da Justiça na Europa (CEPEJ) do Conselho da Europa, que recolhe dados junto dos Estados Membros. O Painel de Avaliação de 2014 está centrado nos processos litigiosos civis e comerciais e nos processos administrativos. Analisa os mesmos indicadores que em

6 2013 e baseia-se ainda em algumas fontes de informação adicionais: Eficiência dos sistemas de justiça: os indicadores incluem a duração dos processos, a taxa de resolução dos processos e o número de processos pendentes; Qualidade: os indicadores incluem a formação obrigatória dos juízes, o acompanhamento e a avaliação das atividades judiciais, o orçamento e recursos humanos atribuídos aos tribunais e a disponibilidade de tecnologias da informação e da comunicação (TIC) e de métodos alternativos de resolução de litígios (ADR); Independência: O Painel de Avaliação apresenta dados sobre a perceção da independência do sistema judicial. Além disso, o Painel de Avaliação de 2014 mostra uma primeira panorâmica comparativa geral da forma como estão organizados os sistemas de justiça nacionais para proteger a independência judicial em certos tipos de situações em que esta possa estar em risco. Analisa as medidas de salvaguarda jurídica contra, por exemplo, a transferência ou o despedimento de juízes. O Painel de Avaliação de 2014 apresenta também o resultado de dois estudos-piloto, que fornecem dados mais circunstanciados sobre a duração dos processos judiciais no domínio do direito da concorrência e direito dos consumidores, expressa em média de dias. As principais conclusões do Painel de Avaliação da Justiça na UE de 2014 incluem (ver o anexo para a repartição pelas três áreas): Alguns Estados-Membros continuam confrontados com especiais desafios a nível da eficiência dos seus sistemas de justiça. A morosidade dos processos em primeira instância, associada às fracas taxas de resolução de um grande número de processos pendentes, chama a atenção para a necessidade de futuros melhoramentos. Apesar da recente adoção de reformas ambiciosas em certos Estados-Membros (por exemplo, Portugal), os seus efeitos não podem ainda refletir-se nos resultados do Painel de Avaliação, já que os dados são, na sua maioria, de Aumentaram os instrumentos das tecnologias da informação e comunicação (TIC) à disposição dos tribunais, mas há margem para novos progressos, sobretudo no sentido de facilitar os contactos entre os tribunais e os cidadãos. Estão agora disponíveis em quase todos os Estados-Membros mecanismos de resolução alternativa de litígios, e a maioria dos Estados-Membros faz o acompanhamento e a avaliação das atividades dos tribunais. Em quase um terço dos Estados-Membros, a percentagem de participação dos juízes em atividades de formação contínua sobre o direito da UE é superior a 50%. A formação de juízes e profissionais da justiça e os instrumentos TIC são cruciais para o funcionamento efetivo de um espaço europeu de justiça baseado na confiança mútua. Em vários Estados-Membros a perceção da independência melhorou, enquanto em alguns outros piorou. Próximas etapas As conclusões do Painel de Avaliação serão tidas em conta na preparação das próximas análises específicas por país no âmbito do Semestre Europeu de Orientarão também os trabalhos no contexto dos programas de ajustamento económico. Podem ser utilizados fundos da UE (Fundos de Desenvolvimento Regional e Social) para apoiar as reformas dos sistemas judiciais nacionais. Com base na primeira panorâmica comparativa das medidas de salvaguarda jurídica destinadas a proteger a independência do poder judicial, a Comissão tenciona continuar a desenvolver os dados comparativos. A Comissão irá trabalhar com peritos do sistema judicial e dos Estados-Membros, e ainda com os profissionais da justiça e as redes de justiça europeias, para melhorar a qualidade, a disponibilidade e a comparabilidade dos dados para as futuras edições do Painel de Avaliação. Antecedentes A melhoria da qualidade, independência e eficácia dos sistemas judiciais já faz parte do processo de coordenação das políticas económicas da UE no âmbito do Semestre Europeu. As reformas dos sistemas judiciais nacionais fazem também parte integrante dos programas de ajustamento económico a que estão sujeitos a Grécia, Portugal e Chipre. O Painel de Avaliação da Justiça na UE contribui para o processo do Semestre Europeu, ajudando a identificar questões relacionadas com a justiça que merecem especial atenção. Para além da avaliação

7 específica da situação nos Estados-Membros, o Painel de Avaliação de 2013 contribuiu para abordar as recomendações específicas por país no domínio da justiça relativas a dez Estados-Membros (BG, ES, HU, IT, LV, MT, PL, RO, SI, SK). Deste modo, o Painel de Avaliação auxiliará a UE e os Estados-Membros a estabelecer sistemas de justiça mais eficazes para os cidadãos e as empresas. Contribuirá assim para reforçar as estratégias de crescimento nos países em causa e na UE no seu conjunto. Embora o Painel de Avaliação não apresente uma classificação global única, mostra uma perspetiva do funcionamento de todos os sistemas de justiça com base em vários indicadores de interesse comum para todos os Estados-Membros. Não promove especificamente um dado tipo de sistema judicial. Seja qual for o modelo do sistema judicial nacional ou a tradição jurídica em que assenta, a rapidez, a independência, o preço e o fácil acesso são alguns dos parâmetros essenciais que compõem um sistema judicial eficaz. O Painel de Avaliação da Justiça de 2014 utiliza os mesmos indicadores que o Painel da Justiça de 2013, nomeadamente: o tempo necessário para a resolução dos processos em tribunal, a taxa de resolução processual, o número de processos pendentes, a utilização de meios eletrónicos para a gestão dos processos, o recurso a meios alternativos de resolução de litígios, as ações de formação para os juízes e os recursos dos tribunais. Não basta apenas que justiça seja feita, é preciso também que se veja que é feita. Por conseguinte, o Painel de Avaliação fornece também dados sobre a perceção da independência dos sistemas de justiça, com base nas conclusões do Fórum Económico Mundial. COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, , COM (2013) 160 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO BANCO CENTRAL EUROPEU, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL E AO COMITÉ DAS REGIÕES: Painel da Justiça na UE: Um instrumento para promover uma justiça efetiva e o crescimento económico [PDF], 23 p. Para mais informações: MEMO/14/194 Documentação para a imprensa: Painel Europeu de Avaliação da Justiça de 2014 /Fichas por país Dados recolhidos pela CEPEJ junto dos Estados-Membros: Página da Vice-Presidente Viviane Reding, Comissária Europeia da Justiça: 1. Efficiency ANNEX Figure 1: Time needed to resolve litigious civil and commercial cases* (1st instance/in days) (source: CEPEJ study)

8 *Litigious civil (and commercial) cases concern disputes between parties, for example disputes regarding contracts, following the CEPEJ methodology. The length of proceedings expresses the time (in days) needed to resolve a case in court, that is the time taken by the court to reach a decision at first instance. The 'disposition time' indicator is the number of unresolved cases divided by the number of resolved cases at the end of a year multiplied by 365 days. Figure 2: Rate of resolving litigious civil and commercial cases (1st instance/in %) (source: CEPEJ study) The clearance rate is the ratio of the number of resolved cases over the number of incoming cases. It measures whether a court is keeping up with its incoming caseload. The length of proceedings is linked to the rate at which the courts can resolve cases, the 'clearance rate', and to the number of cases that are still waiting to be resolved, 'pending cases'. When the clearance rate is about 100% or higher it means the judicial system is able to resolve at least as many cases as come in. When the clearance rate is below 100%, it means that the courts are resolving fewer cases than the number of incoming cases, and as a result, at the end of the year, the number of unresolved cases adds up as pending cases. If this situation persists over several years, this could be indicative of a more systemic problem as backlogs build up which further aggravate the workload of courts, and which cause the length of proceedings to rise further. Figure 3: Number of litigious civil and commercial pending cases (1st instance/per 100 inhabitants) (source: CEPEJ study) The number of pending cases expresses the number of cases that remains to be dealt with at the end of a period. The number of pending cases influences the disposition time. Therefore, in order to improve the length of proceedings measures to reduce the number of pending cases are required.

9 2. Quality Figure 4: ICT Systems for the registration and management of cases (weighted indicator-min=0, max=4) (source: CEPEJ study) Figure 5: Judges participating in continuous training activities in EU Law or in the law of another Member State (as a % of total number or judges)* ( source: European Commission, European Judicial Training, 2012) *In a few cases reported by the Member States the ratio of participants to existing members of a legal profession exceeds 100%, meaning that participants took part in more than one training activity on EU law. Some of the exceptionally high figures may suggest that, the data delivered concerns training in all subjects and not just in EU law. Figure 6: Budget for courts (in EUR per inhabitant)* (source: CEPEJ study) * This figure indicates the annual approved budget allocated to the functioning of all courts, whatever the

10 source and level of this budget (national or regional). 3. Independence Figure 7: Perceived judicial independence (higher value means better perception) (source: World Economic Forum [WEF]) The WEF indicator is based on survey answers to the question: "To what extent is the judiciary in your country independent from the influences of members of government, citizens, or firms?" The survey was replied to by a representative sample of firms in all countries representing the main sectors of the economy (agriculture, manufacturing industry, non- manufacturing industry, and services). EUROPA PRESS RELEASES DATABASE (2) «The 2014 EU Justice Scoreboard: Questions & Answers European Commission - MEMO/14/194 17/03/2014 Other available languages: none EUROPEAN COMMISSION MEMO Brussels, 17 March 2014 The 2014 EU Justice Scoreboard: Questions & Answers What is the EU Justice Scoreboard? The EU Justice Scoreboard is an information tool that contributes to the European Semester process by providing objective data on the quality, independence and efficiency of justice systems in all Member States. The aim of the EU Justice Scoreboard is to assist Member States, as part of an open dialogue, in improving the functioning of their justice systems. The Justice Scoreboard contributes to identifying potential shortcomings and good practices and aims to present trends on the functioning of the national justice systems over time. While the Scoreboard presents comparative information on Member States justice systems based on a number of particular indicators, it is not intended to present an overall single ranking, or to promote any particular form of justice system.

11 Whatever the model of the national justice system or the legal tradition in which it is anchored, timeliness, independence, affordability, and user-friendly access are some of the essential parameters of what constitutes an effective justice system. What is the European Semester? The European Commission has set up a yearly cycle of economic policy coordination called the European Semester. Each year the European Commission undertakes a detailed analysis of EU Member States' programmes of economic and structural reforms and provides them with recommendations for the next months. The European semester cycle starts when the Commission adopts its Annual Growth Survey, usually towards the end of the year, which sets out EU priorities for the coming year to boost growth and job creation. For a graphic representation of the cycle, see here. How can justice support growth? Effective justice systems are important structural components of an attractive business environment: trusting that the rule of law is fully upheld directly translates into the confidence to invest in the economy. This is why improving the quality, independence and efficiency of national judicial systems is a key priority in the European Semester. Since 2011, national judicial reforms have been an integral part of Economic Adjustment Programmes. In 2014, Greece, Poland and Cyprus are subject to Economic Adjustment Programmes which include justice reforms. Since 2012, the effectiveness of national justice systems has been a key component of the European Semester exercise. The Annual Growth Survey 2014 highlights the importance of improving the quality, independence and efficiency of national judicial systems. In 2012 six Member States received countryspecific recommendations in the area of justice (BG, IT, LV, PL, SI, SK), while in 2013 country-specific recommendations were made to ten countries in the area of justice (BG, ES, HU, IT, LV, MT, PL, RO, SI, SK). What does the EU Justice Scoreboard measure? The 2014 EU Justice Scoreboard presents indicators related to the efficiency, quality and independence of justice systems. To a large extent, indicators remain the same as in the previous edition, so that their evolution can be followed. The length of proceedings (disposition time), clearance rate (the rate of resolving cases), and the number of pending cases remain the main indicators for efficiency of the justice system. In addition, the 2014 Scoreboard presents the outcome of two pilot studies aimed at providing more fine-tuned data on the length of judicial proceedings relating to competition law and consumer law. As in the previous edition, the 2014 Scoreboard also examines indicators which help to improve the quality of justice, notably looking at the training of judges, monitoring and evaluation of court activities, budgets and human resources allocated to courts, the availability of Information and Communication Technology (ICT) systems and of alternative dispute resolution methods. The scoreboard also presents findings based on indicators relating to the perceived independence of the justice system. Perception of independence is important, as it can influence business investment decisions but what is more important is that judicial independence is effectively protected. The 2014 Scoreboard presents for the first time an initial comparative overview on the legal safeguards for the protection of structural independence of the judiciary in the judicial systems of Member States. To assist Member States in their efforts to improve business climate and overcome the sovereign debt and financial crisis, the 2014 Scoreboard focuses on litigious civil and commercial cases as well as on administrative cases.

12 How does the EU Justice Scoreboard contribute to the European Semester? Poor performance revealed by the Scoreboard indicators always requires a deeper analysis of the reasons behind the result. This country-specific assessment is carried out in the context of the European Semester process through bilateral dialogue with national authorities and stakeholders. It takes into account the particularities of the legal system and the context of the concerned Member State. It may eventually lead the Commission to propose country-specific recommendations on the need to improve justice systems. What is the methodology of the EU Justice Scoreboard? The Scoreboard uses different sources of information. Most of the quantitative data is currently provided by the Council of Europe Commission for the Evaluation of the Efficiency of Justice (CEPEJ). The data is from 2012 and has been provided by Member States according to the CEPEJ methodology. For the 2014 EU Justice Scoreboard, the Commission also used data from other sources, including Eurostat, the World Bank, the World Economic Forum and has collected data in cooperation with the European judicial networks, in particular the European Network of Councils for the Judiciary. Information on the application of consumer and competition law rules by national courts has been obtained through two pilot studies. Why is some data missing? The experience with the 2014 EU Justice Scoreboard confirms that the gathering of objective, reliable and comparable data on the effectiveness of justice systems covering all Member States remains a challenge. This may be for different reasons: lack of availability of data due to insufficient statistical capacity, or unwillingness to cooperate fully with CEPEJ. In view of the importance of well-functioning national justice systems in achieving the objectives of the Union, the Commission calls on all Member States to address as a priority the collection of sound, reliable and objective data and to make it available. The Commission will address the data gap by examining ways to improve data collection together with the expert group on national justice systems established by the Commission and in cooperation with the European networks in the area of justice. Why are national justice systems important for the EU? The effectiveness of national justice systems is crucial for the effectiveness of all EU law, be it for EU economic laws, or for EU consumer protection or environment legislation. Whenever a national court upholds EU law, it acts as a European Union court. For example, national courts play an essential role in enforcing EU competition law and other legislation crucial for the Single Market, in particular in e-commerce, intellectual property, public procurement, environment and consumer protection. National courts should provide effective judicial protection to everyone, citizens and businesses, whose rights guaranteed under EU law have been violated. Shortcomings in a national justice system are thus not only a problem for a particular Member State, but can affect the functioning of the Single Market, the EU's Justice area and, more generally, the whole EU legal system, which is based on mutual trust. How will the EU Scoreboard be used, concretely? What's next? The findings of the 2014 Scoreboard highlight the priority areas that need to be tackled by Member States. The European Commission will translate these priorities into the following actions: The issues identified in the Scoreboard will be taken into account when preparing the forthcoming country specific analyses of the 2014 European Semester. They will also guide the work in the context of the Economic Adjustment Programmes. EU Regional Development and Social Funds can be used to support reforms of national judicial systems. For example, Estonia has used structural funds to develop e-justice tools and is now one of the most advanced countries in the use of ICT tools for the management of courts and for communication between courts and parties. The Commission identified justice as a priority area for twelve Member States for funding in the context of the multi-annual financial framework (BG, CZ, EL, HR,

13 IT, LV, LT, HU, PL, RO, SI and SK). The Commission will work with experts from the judiciary and the Member States, as well as with legal practitioners and European justice networks, in particular the European Network of Councils for the judiciary, the networks of presidents of the Supreme Judicial Court of the European Union, the Association of the Councils of State and Supreme Administrative Jurisdictions to improve the quality and availability and comparability of data for future exercises. What are the main findings of this second edition? The key findings of the 2014 Scoreboard highlight the three priority areas that need to be addressed: 1. Efficiency of justice systems: Justice delayed is justice denied. Timely decisions are essential for citizens, businesses and investors. In their investment decisions, companies take into account the risk of being involved in commercial disputes, labour or taxation disputes or insolvencies. The 2014 Justice Scoreboard shows that there are Member States that continue to face particular challenges with regard to the efficiency of their justice system. For example, a combination of unfavourable factors like lengthy first instance proceedings coupled with low clearance rates or a large number of pending cases can be observed in some Member Some Member States may experience difficulties in their capacity to resolve particular categories of cases. When the clearance rate is about 100% or higher it means the judicial systems is able to resolve at least as many cases as come in. When the clearance rate is below 100%, it means that the courts are resolving fewer cases than the number of incoming cases, and as a result, at the end of the year, the number of unresolved cases adds up as pending cases do. If this situation persists over several years, this could be indicative of a more systemic problem as backlogs build up which further aggravate the workload of courts, and which cause the length of proceedings to further rise. Developments and data confirm the importance of continuing to pursue with commitment and determination the efforts made to improve the effectiveness of justice systems throughout the EU. While ambitious reforms have been recently adopted in certain Member States (for example in Portugal), their effects cannot yet be reflected in the Scoreboard as data is from Implementing and reaping the benefits of justice reforms takes time. As the Scoreboard is a regular exercise, the outcome of these reforms could become visible in future Scoreboards. Figure 1: Time needed to resolve litigious civil and commercial cases* (1st instance/in days) (source: CEPEJ study) *Litigious civil (and commercial) cases concern disputes between parties, for example disputes regarding contracts, following the CEPEJ methodology. The length of proceedings expresses the time (in days) needed to resolve a case in court, that is the time taken by the court to reach a decision at first instance. The 'disposition time' indicator is the number of unresolved cases divided by the number of

14 resolved cases at the end of a year multiplied by 365 days. Figure 2: Rate of resolving litigious civil and commercial cases (1st instance/in %) (source: CEPEJ study) The clearance rate is the ratio of the number of resolved cases over the number of incoming cases. It measures whether a court is keeping up with its incoming caseload. The length of proceedings is linked to the rate at which the courts can resolve cases, the 'clearance rate', and to the number of cases that are still waiting to be resolved, 'pending cases'. When the clearance rate is about 100% or higher it means the judicial system is able to resolve at least as many cases as come in. When the clearance rate is below 100%, it means that the courts are resolving fewer cases than the number of incoming cases, and as a result, at the end of the year, the number of unresolved cases adds up as pending cases. If this situation persists over several years, this could be indicative of a more systemic problem as backlogs build up which further aggravate the workload of courts, and which cause the length of proceedings to rise further. Figure 3: Number of litigious civil and commercial pending cases (1st instance/per 100 inhabitants) (source: CEPEJ study) The number of pending cases expresses the number of cases that remains to be dealt with at the end of a period. The number of pending cases influences the disposition time. Therefore, in order to improve the length of proceedings measures to reduce the number of pending cases are required. 2. Quality of justice systems The Scoreboard shows that monitoring and evaluation of court activities already exist in most Member

15 States only a few countries have no evaluation systems in place. Figure 4: Availability of monitoring of courts' activities in 2012* (source: CEPEJ study) *Availability of monitoring tools has been reported as increasing in CY, EL (annual activity reports) and SI (other monitoring elements) and decreasing in SK (no annual activity report, as individual courts are required to send statistical data to the Ministry of Justice that publishes data for the whole judiciary). Figure 5: Availability of evaluation of courts' activities in 2012* (source: CEPEJ Study) *Availability of these tools has been reported to have increased in EE, HU and SI and decreased in LV. The availability of information and communication technology (ICT) tools for courts increased. They are largely available for the administration and management of courts and to a lesser extent for electronic communications between courts and parties. Figure 6: ICT Systems for the registration and management of cases (weighted indicator-min=0, max=4) (source: CEPEJ study)

16 Figure 7: Electronic communication between courts and parties (weighted indicator -min=0, max=4) (source: CEPEJ study) Alternative dispute resolution methods are available in nearly all Member States. Updated data on the actual use of such methods are not available. Figure 8: Availability of alternative dispute resolution methods in 2012* (source: CEPEJ study) *Almost no changes have been reported on the availability of ADR which appeared to increase in CY and decrease in LV, that is in the early stage of establishing a new legal basis for mediation and a mediation institute. Initial and continuous training is important for maintaining or increasing the knowledge and the skills of justice personnel. Training is particularly important considering the continuous development of national and

17 EU legislation, the increased pressure to meet the expectations of end-users and the trend towards the professional management within the judiciary. In nearly a third of Member States the participation rate of judges in continuous training activities on EU law is above 50%. For half of the Member States it represents less than 20%. Figure 9: Judges participating in continuous training activities in EU Law or in the law of another Member State (as a % of total number or judges )* (source: European Commission, European Judicial Training, 2012) *In a few cases reported by the Member States the ratio of participants to existing members of a legal profession exceeds 100%, meaning that participants took part in more than one training activity on EU law. Some of the exceptionally high figures may suggest that, the data delivered concerns training in all subjects and not just in EU law. Training of judges and legal practitioners and ICT tools are crucial for the effective functioning of a European area of justice based on mutual trust. The findings of the Justice Scoreboard confirm that they should be key components of the future EU Justice Agenda (see IP/14/233). Para um verdadeiro espaço europeu de justiça: reforçar a confiança, a mobilidade e o crescimento European Commission - IP/14/233 11/03/ Independence of justice systems Judicial independence is important for an attractive business environment. It assures the predictability, certainty, fairness and stability of the legal system in which businesses operate. Perception of the independence of national justice systems varies widely in the EU. Even though several Member States are among the top 10 worldwide leaders in terms of the perception of judicial independence, there is a rather low level of perception of judicial independence by business end-users of the justice system in certain Member States. In comparison to previous years in several Member States the perception of independence has improved whilst in some Member States it has deteriorated. Figure 10: Perceived judicial independence (higher value means better perception) (source: World Economic Forum [WEF])

18 The WEF indicator is based on survey answers to the question: "To what extent is the judiciary in your country independent from the influences of members of government, citizens, or firms?" The survey was replied to by a representative sample of firms in all countries representing the main sectors of the economy (agriculture, manufacturing industry, non- manufacturing industry, and services). While perceived independence is a relevant indicator, information on how judicial independence is legally guaranteed and upheld is necessary. In cooperation with the European Network of Councils for the Judiciary (ENCJ), the Commission has started to collect information on the legal protection of judicial independence in Member States. The 2014 EU Justice Scoreboard presents a first comparative overview on how justice systems are organised to protect judicial independence in certain types of situations where their independence can be at risk. Five indicators are used to cover the following situations: (i) the safeguards regarding the transfer of judges without their consent, (ii) the dismissal of judges, (iii) the allocation of incoming cases within a court, (iv) the withdrawal and recusal of judges and (v) the threat against the independence of a judge. The Commission will further examine with the networks of judicial authorities and judges, as well as with the Member States, how the Scoreboard could further develop this comparative data on the effectiveness of the legal safeguards and on other safeguards relating to the structural independence. Figure 11: The dismissal of 1st and 2nd instance judges This figure presents the authorities that have the power to propose and decide on the dismissal of judges of first and second instance in the different Member States. The upper part of the column indicates who takes the final decision and the lower part shows where relevant- who proposes dismissal or who must be consulted before a decision is taken. Figure 12: The allocation of cases within a court

19 The figure presents at what level the criteria for distributing cases within a court are defined (e.g. law, well-established practice), how cases are allocated (e.g. by court president, by court staff, random allocation, pre-defined order) and which authority supervises the allocation. What is the relation between the EU Justice Scoreboard and the new EU Rule of Law Mechanism? These two tools are separate from each other as they serve different purposes. The EU Justice Scoreboard provides reliable and comparable data on the efficiency, quality and independence of national justice systems which can be used to support recommendations made to the Member States in the context of the European Semester. It is not a mechanism for guaranteeing the rule of law across the EU. The new EU Rule of Law Mechanism (IP/14/237) establishes an early warning tool allowing the Commission to enter into a dialogue with the Member State concerned to prevent the escalation of systemic threats to the rule of law. It is a mechanism that can be activated and used in situations where there is a systemic breakdown which adversely affects the integrity, stability and proper functioning of the institutions and mechanisms established at national level to secure the rule of law. European Commission presents a framework to safeguard the rule of law in the European Union European Commission - IP/14/237 11/03/2014 Will the EU Justice Scoreboard replace the Cooperation and Verification Mechanism? No, this is not the purpose of the Justice Scoreboard exercise. The Cooperation and Verification mechanism is specific to Bulgaria and Romania. When they joined the EU on 1 January 2007, Romania and Bulgaria still had progress to make in the fields of judicial reform, as well as the fight against corruption and organised crime. To smooth the entry of both countries and at the same time safeguard the workings of its policies and institutions, the EU decided to establish a special "cooperation and verification mechanism" to help them address these outstanding shortcomings. The Justice Scoreboard is a comparative tool which covers all Member States. It aims to present trends in the functioning of national justice systems over times. It is not a binding mechanism, but is rather intended to help identify issues that deserve particular attention. EUROPA PRESS RELEASES DATABASE

20 ~ LEIS, REGULAMENTOS E TRATADOS AÇÃO EXTERNA DA UNIÃO EUROPEIA (1) INSTRUMENTO PARA A ESTABILIDADE E A PAZ: Regulamento (UE) n.º 230/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de março de 2014, que cria um instrumento para a estabilidade e a paz. Jornal Oficial da União Europeia. - L 77 (15 março 2014), p Artigo 14.º (Entrada em vigor). - O presente regulamento entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação no Jornal Oficial da União Europeia. O presente regulamento é aplicável de 1 de janeiro de 2014 a 31 de dezembro de (2) INSTRUMENTO EUROPEU DE VIZINHANÇA (IEV): Regulamento (UE) n.º 232/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de março de 2014, que cria um instrumento europeu de vizinhança. Jornal Oficial da União Europeia. - L 77 (15 março 2014), p Artigo 19.º (Entrada em vigor). - O presente regulamento entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação no Jornal Oficial da União Europeia. O presente regulamento é aplicável com efeitos desde 1 de janeiro de 2014 a 31 de dezembro de O presente regulamento é obrigatório em todos os seus elementos e diretamente aplicável em todos os Estados-Membros. ANEXO I - Os países parceiros referidos no artigo 1.º são os seguintes: (...) ANEXO II - Prioridades para o apoio da União ao abrigo do presente regulamento (3) COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO PARA O PERÍODO : Regulamento (UE) n.º 233/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de março de 2014, que cria um instrumento de financiamento da cooperação para o desenvolvimento para o período Jornal Oficial da União Europeia. - L 77 (15 março 2014), p Artigo 22.º (Entrada em vigor). - O presente regulamento entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação no Jornal Oficial da União Europeia. O presente regulamento é aplicável de 1 de janeiro de 2014 a 31 de dezembro de O presente regulamento é obrigatório em todos os seus elementos e diretamente aplicável em todos os Estados-Membros. ANEXO I - DOMÍNIOS DE COOPERAÇÃO AO ABRIGO DOS PROGRAMAS GEOGRÁFICOS ANEXO II - DOMÍNIOS DE COOPERAÇÃO AO ABRIGO DOS PROGRAMAS TEMÁTICOS ANEXO III - DOMÍNIOS DE COOPERAÇÃO AO ABRIGO DO PROGRAMA PAN-AFRICANO ANEXO IV - DOTAÇÕES FINANCEIRAS INDICATIVAS PARA O PERÍODO (4) INSTRUMENTO DE PARCERIA PARA A COOPERAÇÃO COM PAÍSES TERCEIROS: Regulamento (UE) n.º 234/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de março de 2014, que cria um Instrumento de Parceria para a cooperação com países terceiros. Jornal Oficial da União Europeia. - L 77 (15 março 2014), p Artigo 10.º (Entrada em vigor). - O presente regulamento entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação no Jornal Oficial da União Europeia. É aplicável desde 1 de janeiro de 2014 até 31 de dezembro de O presente regulamento é obrigatório em todos os seus elementos e diretamente aplicável em todos os Estados-Membros.

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