Teste da eficiencia da película protetora (insulfilm) em veículos automotores

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Teste da eficiencia da película protetora (insulfilm) em veículos automotores"

Transcrição

1 F 609A Tópicos de Ensino de Física Teste da eficiencia da película protetora (insulfilm) em veículos automotores Aluno: Bruno Gomes Ribeiro RA: Orientador: Professor Doutor Flavio César Guimarães Gandra Co- orientador: Professor Ms George Dourado Loula Coordenador da disciplina: Professor Doutor José Joaquim Lunazzi

2 Objetivos: Este Experimento tem como objetivo estimular a curiosidade, e gerar o interesse de alunos do ensino médio a respeito de fenômenos físicos que ocorrem no nosso dia-adia. Para isto foi proposta a investigação da eficiência das películas protetoras (insulfilms), muito comum nos dias atuais, na redução da temperatura interna dos veículos. Usando um tema de interesse prático, podemos introduzir alguns conceitos físicos relacionados ao assunto. Para tanto, foram utilizados materiais de fácil obtenção, de modo a simular o interior dos veículos para a obtenção de medidas experimentais, apresentadas em forma de gráficos para análise. Introdução: Ao pararmos nossos veículos em um estacionamento a céu aberto em dias ensolarados, percebemos que, ao retornar, sua temperatura interna aumentou significativamente. Com certeza o efeito está ligado à exposição ao Sol mas quanto se deve à cor do veiculo ou à transparência das janelas? Quais os fenômenos envolvidos? Nós vamos nos concentrar no problema relativo às janelas. De antemão, sabemos que alguns fenômenos físicos regem o aquecimento do carro, dentre eles o efeito estufa,espalhamento e reflexão de luz, que simplesmente mudam a direção da radiação incidente. De forma geral, os materiais absorvem parte desta radiação que é convertida em calor. Em particular, quando uma molécula de gás absorve radiação ela tem seu movimento molecular interno aumentado, detectável como um incremento de temperatura. Portanto, são os gases bons absorvedores da radiação disponível que tem papel preponderante no aquecimento da atmosfera. Quando a atmosfera absorve radiação terrestre ela se aquece e eventualmente irradia esta energia, para cima e para baixo, onde é novamente absorvida pela Terra. Portanto, a superfície da Terra é continuamente suprida com radiação da atmosfera e do Sol. Esta energia será novamente emitida pela superfície da Terra e uma parte retornará à atmosfera que, por sua vez, terá uma parte retornando para a Terra e assim por diante.

3 Este jogo entre a superfície da Terra e a atmosfera torna a temperatura média da Terra apropriada para a existência de vida humana. A propagação do calor se dá por três formas: condução, convecção e radiação, sendo que este último não necessita da presença de um meio material. Neste caso, a energia transmitida é denominada energia radiante e apresenta-se na forma de ondas eletromagnéticas, assim como as ondas de rádio, a microondas, a luz visível, a radiação ultravioleta (UV), os Raios-X e os raios gama. Essa forma de energia radiante classifica-se de acordo com o comprimento de onda (ou a freqüência). A transferência de calor por radiação geralmente envolve a faixa de espectro conhecida por infravermelho (IV). Qualquer objeto libera energia radiante, sendo que a quantidade de energia liberada depende da sua temperatura. Neste estudo vamos utilizar dois veículos idênticos e submetê-los a uma radiação solar intensa. A comparação entre os dois deverá eliminar as variáveis que não sejam determinadas pelas características de transparência das janelas. Procedimento experimental: Fig. 1: Foto da execução do experimento, onde mostra dois veículos, sendo o da esquerda sem película protetora e o da direita com película protetora de 50%.

4 Colocamos dois carros de mesmo modelo e cor em exposição ao Sol (fig. 1), sendo que um dos carros possuía a película protetora e o outro não. Torna-se importante observar que foi tomado o cuidado de utilizar veículos idênticos, inclusive na cor, a fim de se evitar que condições extras influenciassem nos resultados obtidos. A fim de uniformizar a determinação da temperatura interna, termômetros de mercúrio foram colocados sobre uma superfície isolante (isopor). O período de exposição ao Sol foi de duas horas e o intervalo entre as medidas de temperatura foi de aproximadamente 10 minutos. Fig. 2: Foto da execução do experimento, onde mostra dois protótipos, sendo o da esquerda com película protetora e o da direita sem película protetora. Também foram projetadas duas caixas de vidro (fig. 2) para simular o ambiente interno dos carros. Esses protótipos facilitariam as medidas com insulfilms de diferentes percentuais de reflexão. Os protótipos também foram expostos por um período de duas horas com intervalo de 10 minutos entre as medidas. Dados coletados:

5 A figura 3, abaixo, mostra o espectro da densidade de energia para diferentes comprimentos de onda (até 2500 nm) 1. Verifica-se que há uma grande quantidade de energia acumulada na faixa da luz visível (400 a 700 nm) ESPECTRO DE INTENSIDADE SOLAR STANDARD AM1.5 Densidade de energia ( W m - 2 µ m - 1 ) Comprimento de onda (nm) Fig. 3: Espectro de intensidade de radiação solar (comprimento de onda até 2500 nm), em que se verifica a densidade de energia transmitida em função do comprimento de onda no espectro padrão AM Dados retirados da apostila do laboratório de espectrofotometria da UNICAMP, paginas 6 e 7.

6 Filme para auto 50% 0.8 Transmissão (10 2 %) Transm Ref Comprimento de onda (nm) Fig. 4: Espectro da transmissão da luz halôgena em função do comprimento de onda através de uma película protetora (50%), cujas medidas foram feitas no Laboratório de Espectrofotometria e Ensino de Ótica ( LEFEO IFGW) da UNICAMP no equipamento Standard padrão AM 1.5, utilizando a luz de uma Lâmpada halôgena, cujo comprimento de onda varia de 365 à 3200 nm. Verifíca-se que acima do comprimento de onda da luz visível há uma grande quantidade de raios transmitidos A figura 4 mostra que ocorre transmissão do espectro eletromagnético, na faixa do visível, em torno de 50% e que a transmissão máxima ocorre em comprimentos de ondas entre 750 e 1500 nm. É intuitivo pensar que, para o caso de vidros - material amorfo - deveríamos esperar que a soma das energias transmitidas e refletidas devesse ser igual a 100%, no entanto, de acordo com essa mesma figura, constatamos que isso não ocorre para o caso da película. Nesse caso, parte da energia deve estar sendo absorvida pela película, aumentando assim a agitação térmica das moléculas que as constitui e, como conseqüência, contribuindo para o aquecimento interno do veículo. 1.0 Filme para auto 70% 0.8 Transmissão (10 2 %) Comprimento de onda ( nm )

7 Fig. 5: Espectro da transmissão da luz halôgena em função do comprimento de onda através de uma película protetora (70%), cujas medidas foram feitas no Laboratório de Espectrofotometria e Ensino de Ótica ( LEFEO IFGW) da UNICAMP no equipamento Standard padrão AM 1.5, utilizando a luz de uma Lâmpada halôgena, cujo comprimento de onda varia de 365 à 3200 nm. 1.0 Filme para auto 100% 0.8 Transmissão (10 2 % ) Comprimento de onda ( nm ) Fig. 6: Espectro da transmissão da luz halôgena em função do comprimento de onda através de uma película protetora (100%), cujas medidas foram feitas no Laboratório de Espectrofotometria e Ensino de Ótica ( LEFEO IFGW) da UNICAMP no equipamento Standard padrão AM 1.5, utilizando a luz de uma Lâmpada halôgena, cujo comprimento de onda varia de 365 à 3200 nm. A partir dos espectros das figuras 5 e 6, vê-se que o percentual de transmissão do espectro eletromagnético na faixa do visível para o insulfilm-70% é de aproximadamente 20%, enquanto que para o insulfilm-100% é de 10%. Se considerarmos que essas películas são desenvolvidas com o intuito de bloquear a luz nessa faixa espectral, podemos imaginar que o primeiro possui eficiência maior que o esperado, fato que não ocorre com o segundo. Já para os comprimentos de onda entre 800 e 2500 nm, há uma transmissão média em torno de 90%.

8 48 TEMPERATURA ( c) VEÍCULO COM INSULFILM VEÍCULO SEM INSULFILM TEMPO (min) Fig. 7: Resultado obtido experimentalmente em veículos exposto ao sol, simultaneamente, onde se observa uma diferença máxima de temperatura de até 5%. A figura 7 mostra a temperatura em função do tempo, para os veículos expostos ao sol no dia 21/05/2009 às 11:24h cuja temperatura ambiente era de 30 ºc. Observa-se que a diferença de temperatura entre o veículo com insulfilm e o veículo sem insulfilm é muito pequena. Isto sugere que a colaboração da parte envidraçada do veículo para o aquecimento interno do mesmo seja muito pequena, crescendo de importância para o aquecimento a parte metálica e seus constituintes. Observa-se ainda no canto superior esquerdo, um termômetro que marca a temperatura de aproximadamente 30 ºc, indicando assim o início das medidas, e, outro na parte inferior que marca a temperatura de aproximadamente 40 c representando o decorrer do experimento, algo entorno de 60 min.

9 TEMPERATURA ( c) PROTÓTIPO COM INSULFILM PROTÓTIPO SEM INSULFILM TEMPO (min) Fig. 8: Resultado obtido experimentalmente em protótipos exposto ao sol, simultaneamente, onde observa-se uma diferença máxima de temperatura de até 6 graus. A figura o 8 mostra a variação da temperatura interna nos protótipos com e sem insulfilm, medidas no dia 24/05/2009 às 14:40hs cuja temperatura ambiente estava em torno de 26 c. Pode se observar que inicialmente a temperatura interna dos veículos sobe no mesmo ritmo, havendo somente depois de transcorrido cerca de dez minutos do início das medidas uma diferença de temperatura significativa. Verifica-se ainda uma grande variação na temperatura, fato este, devido à presença de fatores externos (nuvens), porém sempre o protótipo com insulfilm está com a temperatura mais elevada. O fato de haver uma grande diferença de temperatura para o protótipo, e uma quase insignificante para os veículos analisados, pode ser explicada também pelo fato da taxa referente a área envidraçada pelo volume total ser maior para o protótipo que para o veículo. Este fato indica que o aquecimento pelo vidro é maior no protótipo que no carro, tornando significante o efeito da película (absorção de energia na forma de calor / agitação ) para o aquecimento interno. Outro fator a se observar é que, para o protótipo, toda a transmissão de dá pelo vidro, e que em seu interior existe apena ar, não tendo, portanto como nada absorver a radiação que entra pelo vidro. Como, de acordo com a figura 4, parte da energia é transferida para a película, aumentando assim a agitação térmica das moléculas que as constitui, observa-se que este fato cresce de importância na explicação do aquecimento maior no protótipo com insulfim.

10 Conclusões: Pode-se observar que o experimento foi executado com sucesso, e está de acordo com o que se esperava pelo estudo literário, onde já no século XIX, Willian Herschel começou a investigar acerca da distribuição de energia da luz solar, passando-a através de um prisma e, com a ajuda de um termômetro de grande sensibilidade, determinou o 'poder relativo' de aquecimento da luz de diferentes comprimentos de onda. Pode-se constatar que outros fatores, como a cor, influenciam para o aquecimento interno dos veículos bem mais significativamente que o fato dos vidros terem ou não tal película protetora, visto a pequena diferença de temperatura obtida nas medidas. Importante torna-se ressaltar que a energia armazenada pela película, responsável pelo aumento de sua agitação térmica, tem influência maior nos protótipos que nos carros pelo fato de seu interior existir apenas ar e pelo gradiente (A / V) prot > (A / v ) vaículo que indica que o quecimento pelo vidro é mais significativo para o protótipo que para o veículo. Outro fator importante para o aquecimento interno dos veículos é o efeito estufa ocasionado pelas ondas eletromagnéticas transmitidas pelos vidros, as quais são absorvidas pelos objetos no interior do veículo, e, posteriormente emitidas por estes objetos (tecido, couro...). Porém, grande parte destas ondas re-emitidas não consegue passar pelos vidros (devido seus Contudo, verifica-se que estes filmes, que geralmente são usados em veículos com objetivo da diminuição da temperatura interna, apenas bloqueiam com certa eficiência os raios na faixa do visível, deixando passar ondas eletromagnéticas com comprimentos de onda que demandam densidade de energia significante, influenciando no aumento da temperatura interna.

11 Bibliografia: Halliday, D., Resnick, R e Walker, J., Óptica e Física Moderna, 6º ed., Fundamentos de Física, vol. 4, Rio de janeiro (2003) Griffiths, D., J., Introduction to Electrodynamics, 3º ed., Prentice Hall, New Jersey (1999) Opinião do orientador: O aluno mostrou-se interessado e apresentou uma evolução significativa com o projeto. Ao final, apresentou discussões embasadas e que refletem um aprendizado concreto. Os resultados obtidos são relevantes e, certamente, de grande importância para trabalhos futuros, ou como referência para esclarecer curiosos ou consumidores sobre a real importância das películas protetoras.

Efeito estufa: como acontece, por que acontece e como influencia o clima do nosso planeta

Efeito estufa: como acontece, por que acontece e como influencia o clima do nosso planeta XXII Encontro Sergipano de Física Efeito estufa: como acontece, por que acontece e como influencia o clima do nosso planeta Prof. Dr. Milan Lalic Departamento de Física Universidade Federal de Sergipe

Leia mais

Unidade 1 Energia no quotidiano

Unidade 1 Energia no quotidiano Escola Secundária/3 do Morgado de Mateus Vila Real Componente da Física Energia Do Sol para a Terra Física e Química A 10º Ano Turma C Ano Lectivo 2008/09 Unidade 1 Energia no quotidiano 1.1 A energia

Leia mais

Atividade de Reforço2

Atividade de Reforço2 Professor(a): Eliane Korn Disciplina: Física Aluno(a): Ano: 1º Nº: Bimestre: 2º Atividade de Reforço2 INSTRUÇÕES GERAIS PARA A ATIVIDADE I. Leia atentamente o resumo da teoria. II. Imprima a folha com

Leia mais

FCTA 4 TROCAS TÉRMICAS ENTRE O MEIO E AS EDIFICAÇÕES 4.1 FECHAMENTOS TRANSPARENTES

FCTA 4 TROCAS TÉRMICAS ENTRE O MEIO E AS EDIFICAÇÕES 4.1 FECHAMENTOS TRANSPARENTES 4 TROCAS TÉRMICAS ENTRE O MEIO E AS EDIFICAÇÕES 4.1 FECHAMENTOS TRANSPARENTES Nestes tipos de fechamento podem ocorrer três tipos de trocas térmicas: condução, convecção e radiação. O vidro comum é muito

Leia mais

www.cursinhoemcasa.com Prof. Helena contato@cursinhoemcasa.com Fonte arquivo particular.

www.cursinhoemcasa.com Prof. Helena contato@cursinhoemcasa.com Fonte arquivo particular. Irradiação térmica È o processo de troca de calor que ocorre através da radiação eletromagnética, que não necessitam de um meio material para isso. Ondas eletromagnéticas é uma mistura de campo elétrico

Leia mais

Janine Coutinho Canuto

Janine Coutinho Canuto Janine Coutinho Canuto Termologia é a parte da física que estuda o calor. Muitas vezes o calor é confundido com a temperatura, vamos ver alguns conceitos que irão facilitar o entendimento do calor. É a

Leia mais

Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica

Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica Mestrado Profissionalizante 2015 Karla Donato Fook karladf@ifma.edu.br IFMA / DAI Motivação Alguns princípios físicos dão suporte ao Sensoriamento Remoto...

Leia mais

Polarização de Ondas Eletromagnéticas Propriedades da Luz

Polarização de Ondas Eletromagnéticas Propriedades da Luz Polarização de Ondas Eletromagnéticas Propriedades da Luz Polarização Polarização: Propriedade das ondas transversais Ondas em uma corda Oscilação no plano vertical. Oscilação no plano horizontal. Onda

Leia mais

EFEITO FOTOELÉTRICO. J.R. Kaschny

EFEITO FOTOELÉTRICO. J.R. Kaschny EFEITO FOTOELÉTRICO J.R. Kaschny Histórico 1886-1887 Heinrich Hertz realizou experimentos que pela primeira vez confirmaram a existência de ondas eletromagnéticas e a teoria de Maxwell sobre a propagação

Leia mais

GNE 109 AGROMETEOROLOGIA Características Espectrais da Radiação Solar

GNE 109 AGROMETEOROLOGIA Características Espectrais da Radiação Solar GNE 109 AGROMETEOROLOGIA Características Espectrais da Radiação Solar Prof. Dr. Luiz Gonsaga de Carvalho Núcleo Agrometeorologia e Climatologia DEG/UFLA Absorção seletiva de radiação Absorção seletiva

Leia mais

Universidade de São Paulo Departamento de Geografia Disciplina: Climatologia I. Radiação Solar

Universidade de São Paulo Departamento de Geografia Disciplina: Climatologia I. Radiação Solar Universidade de São Paulo Departamento de Geografia Disciplina: Climatologia I Radiação Solar Prof. Dr. Emerson Galvani Laboratório de Climatologia e Biogeografia LCB Na aula anterior verificamos que é

Leia mais

Biofísica 1. Ondas Eletromagnéticas

Biofísica 1. Ondas Eletromagnéticas Biofísica 1 Ondas Eletromagnéticas Ondas Ondas são o modo pelo qual uma perturbação, seja som, luz ou radiações se propagam. Em outras palavras a propagação é a forma na qual a energia é transportada.

Leia mais

AUMENTO DO EFEITO ESTUFA ATRAVÉS DO USO DE FILMES EM SUPERFÍCIES DE VIDRO

AUMENTO DO EFEITO ESTUFA ATRAVÉS DO USO DE FILMES EM SUPERFÍCIES DE VIDRO AUMENTO DO EFEITO ESTUFA ATRAVÉS DO USO DE FILMES EM SUPERFÍCIES DE VIDRO Silvio Romero de Melo Manoel Leonel de Oliveira Neto George Santos Marinho Programa de Pós Graduação em Engenharia Mecânica CT

Leia mais

DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÕES DE SOFTWARE PARA ANÁLISE DO ESPECTRO SOLAR

DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÕES DE SOFTWARE PARA ANÁLISE DO ESPECTRO SOLAR ILHA SOLTEIRA XII Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 22 a 26 de agosto de 2005 - Ilha Solteira - SP Paper CRE05-MN12 DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÕES DE SOFTWARE PARA ANÁLISE DO ESPECTRO

Leia mais

O olho humano permite, com o ar limpo, perceber uma chama de vela em até 15 km e um objeto linear no mapa com dimensão de 0,2mm.

O olho humano permite, com o ar limpo, perceber uma chama de vela em até 15 km e um objeto linear no mapa com dimensão de 0,2mm. A Visão é o sentido predileto do ser humano. É tão natural que não percebemos a sua complexidade. Os olhos transmitem imagens deformadas e incompletas do mundo exterior que o córtex filtra e o cérebro

Leia mais

Radiação Solar como forçante climática

Radiação Solar como forçante climática Radiação Solar como forçante climática O Sol fornece 99,97 % Emite 2,34 x10 22 MJ/min. Terra intercepta apenas 1,06 x 10 13 MJ (milionésimo) Milhares de vezes maior que consumo anual de energia no planeta.

Leia mais

Radiação. Grupo de Ensino de Física da Universidade Federal de Santa Maria

Radiação. Grupo de Ensino de Física da Universidade Federal de Santa Maria Radiação Radiação é o processo de transferência de energia por ondas eletromagnéticas. As ondas eletromagnéticas são constituídas de um campo elétrico e um campo magnético que variam harmonicamente, um

Leia mais

Universidade Estadual de Campinas Instituto de Física Gleb Wataghin. Medida do comprimento de onda das ondas de rádio

Universidade Estadual de Campinas Instituto de Física Gleb Wataghin. Medida do comprimento de onda das ondas de rádio Universidade Estadual de Campinas Instituto de Física Gleb Wataghin Medida do comprimento de onda das ondas de rádio Aluna: Laura Rigolo Orientador: Prof. Dr. Pedro C. de Holanda Coordenador Prof. Dr.

Leia mais

Título ONDULATÓRIA Extensivo Aula 29. Professor Edson Osni Ramos (Cebola) Disciplina. Física B

Título ONDULATÓRIA Extensivo Aula 29. Professor Edson Osni Ramos (Cebola) Disciplina. Física B Título ONDULATÓRIA Extensivo Aula 29 Professor Edson Osni Ramos (Cebola) Disciplina Física B RADIAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS ONDA ELETROMAGNÉTICA Sempre que uma carga elétrica é acelerada ela emite campos elétricos

Leia mais

FUNCIONAMENTO DE UM MONITOR CONTÍNUO DE OZÔNIO

FUNCIONAMENTO DE UM MONITOR CONTÍNUO DE OZÔNIO FUNCIONAMENTO DE UM MONITOR CONTÍNUO DE OZÔNIO 1. Introdução A melhor tecnologia para o monitoramento de baixas concentrações de ozônio (O 3 ) no ar ambiente é a da absorção de luz na faixa do Ultra Violeta

Leia mais

SIMULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO EFEITO ESTUFA A PARTIR DA ADIÇÃO DA CO 2 EM UM SISTEMA FECHADO

SIMULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO EFEITO ESTUFA A PARTIR DA ADIÇÃO DA CO 2 EM UM SISTEMA FECHADO 1 SIMULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO EFEITO ESTUFA A PARTIR DA ADIÇÃO DA CO 2 EM UM SISTEMA FECHADO Diego Oliveira Cordeiro 1 diegoocordeiro@gmail.com Janduir Egito da Silva 1 jaduires@yahoo.com Cláudia Laís Araújo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE FÍSICA. Efeito Estufa

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE FÍSICA. Efeito Estufa UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE FÍSICA Efeito Estufa Prof. Nelson Luiz Reyes Marques 3 - Processos de propagação do calor Condução térmica

Leia mais

3 conversão térmica da energia solar ÍNDICE

3 conversão térmica da energia solar ÍNDICE ÍNDICE balanço de energia -2 ganho térmico - perdas térmicas -4 aplicações -7 para saber mais... -8-1 balanço de energia A consiste na absorção de radiação numa superfície absorsora e na transferência

Leia mais

Professor Felipe Técnico de Operações P-25 Petrobras

Professor Felipe Técnico de Operações P-25 Petrobras Professor Felipe Técnico de Operações P-25 Petrobras Contatos : Felipe da Silva Cardoso professorpetrobras@gmail.com www.professorfelipecardoso.blogspot.com skype para aula particular online: felipedasilvacardoso

Leia mais

Prova 3 Física QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE FÍSICA. QUESTÕES OBJETIVAS GABARITO 3

Prova 3 Física QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE FÍSICA. QUESTÕES OBJETIVAS GABARITO 3 Prova 3 QUESTÕES OBJETIVAS QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE FÍSICA. UEM Comissão Central do Vestibular Unificado FÍSICA 01 O diagrama abaixo mostra um brinquedo

Leia mais

CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO DE ANÁLISE LABORATORIAL

CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO DE ANÁLISE LABORATORIAL DIREÇÃO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES DIREÇÃO DE SERVIÇOS DA REGIÃO CENTRO ANO LECTIVO 2015 2016 CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO DE ANÁLISE LABORATORIAL MÉTODOS OPTICOS ESPECTROFOTOMETRIA MOLECULAR (UV

Leia mais

C A P Í T U L O 1 F U N D A M E N T O S S E N S O R I A M E N T O

C A P Í T U L O 1 F U N D A M E N T O S S E N S O R I A M E N T O C A P Í T U L O 1 F U N D A M E N T O S D E S E N S O R I A M E N T O R E M O T O E l i s a b e t e C a r i a d e M o r a e s 1 INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS-INPE 1 e.mail : bete@ltid.inpe.br

Leia mais

A Mecânica Quântica nasceu em 1900, com um trabalho de Planck que procurava descrever o espectro contínuo de um corpo negro.

A Mecânica Quântica nasceu em 1900, com um trabalho de Planck que procurava descrever o espectro contínuo de um corpo negro. Radiação de Corpo Negro Uma amostra metálica como, por exemplo, um prego, em qualquer temperatura, emite radiação eletromagnética de todos os comprimentos de onda. Por isso, dizemos que o seu espectro

Leia mais

Treinamento Window Film Módulo I: Parte Teórica

Treinamento Window Film Módulo I: Parte Teórica Treinamento Window Film Módulo I: Parte Teórica Sumário Vidros Planos e Vidros Low-E Entendendo o Espectro Solar Formas de Propagação de Calor Conceitos Teóricos Luz Visível (Transmitida, Refletida Interior

Leia mais

Conteúdo Eletromagnetismo Aplicações das ondas eletromagnéticas

Conteúdo Eletromagnetismo Aplicações das ondas eletromagnéticas AULA 22.2 Conteúdo Eletromagnetismo Aplicações das ondas eletromagnéticas Habilidades: Frente a uma situação ou problema concreto, reconhecer a natureza dos fenômenos envolvidos, situando-os dentro do

Leia mais

Biofísica Bacharelado em Biologia

Biofísica Bacharelado em Biologia Biofísica Bacharelado em Biologia Prof. Dr. Sergio Pilling PARTE A Capítulo 4 Luz como uma onda, refração, polarização, difracão e interferência. Formação de imagens e instrumentos óticos. Objetivos: Nesta

Leia mais

Sensoriamento Remoto aplicado ao Monitoramento Ambiental

Sensoriamento Remoto aplicado ao Monitoramento Ambiental Disciplina: Monitoramento e Controle Ambiental Prof.: Oscar Luiz Monteiro de Farias Sensoriamento Remoto aplicado ao Monitoramento Ambiental Andrei Olak Alves 1 2 PROCESSAMENTO DE IMAGENS espectro visível

Leia mais

12ª Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos

12ª Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos 12ª Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos COTEQ2013-340 DETECÇÃO E CONTROLE DE POLUIÇÃO EM ISOLADORES DE ALTA TENSÃO ATRAVÉS DE TERMOGRAFIA Laerte dos Santos 1, Marcelo O. Morais Filho 2, Rodolfo

Leia mais

COMO OS LIVROS DIDÁTICOS DE ENSINO MÉDIO ABORDAM O EFEITO ESTUFA

COMO OS LIVROS DIDÁTICOS DE ENSINO MÉDIO ABORDAM O EFEITO ESTUFA COMO OS LIVROS DIDÁTICOS DE ENSINO MÉDIO ABORDAM O EFEITO ESTUFA Elizabeth Cristina Tavares Veloso 1, Juracy Regis de Lucena Junior 2. 1 Departamento de Química, Universidade Estadual da Paraíba -UEPB,

Leia mais

Introdução ao Sensoriamento Remoto

Introdução ao Sensoriamento Remoto Introdução ao Sensoriamento Remoto Cachoeira Paulista, 24 a 28 novembro de 2008 Bernardo Rudorff Pesquisador da Divisão de Sensoriamento Remoto Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE Sensoriamento

Leia mais

RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA. Daniel C. Zanotta 23/03/2015

RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA. Daniel C. Zanotta 23/03/2015 RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA Daniel C. Zanotta 23/03/2015 O QUE É A REM? A radiação eletromagnética é uma oscilação, em fase, dos campos elétricos e magnéticos. As oscilações dos campos magnéticos e elétricos

Leia mais

Aula3 RADIAÇÃO E TRANSMISSÃO DE CALOR. Josefa Eliane Santana de Siqueira Pinto

Aula3 RADIAÇÃO E TRANSMISSÃO DE CALOR. Josefa Eliane Santana de Siqueira Pinto Aula3 RADIAÇÃO E TRANSMISSÃO DE CALOR META Apresentar alguns fenômenos radioativos como fontes de energia do sistema atmosférico e as formas de transmissão de calor, para que o aluno compreenda a instabilidade

Leia mais

Transmissão das Ondas Eletromagnéticas. Prof. Luiz Claudio

Transmissão das Ondas Eletromagnéticas. Prof. Luiz Claudio Transmissão das Ondas Eletromagnéticas Prof. Luiz Claudio Transmissão/Recebimento das ondas As antenas são dispositivos destinados a transmitir ou receber ondas de rádio. Quando ligadas a um transmissor

Leia mais

Interacção da Radiação com a Matéria

Interacção da Radiação com a Matéria Interacção da Radiação com a Matéria Já sabemos que: As radiações eletromagnéticas têm comportamento ondulatório e corpuscular. Cada radiação apresenta as suas características individuais; Os corpúsculos

Leia mais

TEORIA INFRAVERMELHO

TEORIA INFRAVERMELHO TEORIA INFRAVERMELHO Irradiação ou radiação térmica é a propagação de ondas eletromagnética emitida por um corpo em equilíbrio térmico causada pela temperatura do mesmo. A irradiação térmica é uma forma

Leia mais

Abel Júlio Manuel Correia Djairosse Sairosse Mujanje DISPOSITIVO DE AQUECIMENTO DE ÁGUA USANDO A ENERGIA SOLAR. Mestrado Em Ensino de Física

Abel Júlio Manuel Correia Djairosse Sairosse Mujanje DISPOSITIVO DE AQUECIMENTO DE ÁGUA USANDO A ENERGIA SOLAR. Mestrado Em Ensino de Física Abel Júlio Manuel Correia Djairosse Sairosse Mujanje DISPOSITIVO DE AQUECIMENTO DE ÁGUA USANDO A ENERGIA SOLAR. Mestrado Em Ensino de Física Universidade Pedagógica de Moçambique. Beira 2011 Abel Júlio

Leia mais

ÓPTICA. Conceito. Divisões da Óptica. Óptica Física: estuda os fenômenos ópticos que exigem uma teoria sobre a natureza das ondas eletromagnéticas.

ÓPTICA. Conceito. Divisões da Óptica. Óptica Física: estuda os fenômenos ópticos que exigem uma teoria sobre a natureza das ondas eletromagnéticas. ÓPTICA Conceito A óptica é um ramo da Física que estuda os fenomenos relacionados a luz ou, mais amplamente, a radiação eletromagnética, visível ou não. A óptica explica os fenômenos de reflexão, refração

Leia mais

FUNDAMENTOS DE ONDAS, Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica

FUNDAMENTOS DE ONDAS, Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica FUNDAMENTOS DE ONDAS, RADIAÇÕES E PARTÍCULAS Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica Questões... O que é uma onda? E uma radiação? E uma partícula? Como elas se propagam no espaço e nos meios materiais?

Leia mais

7º Simpósio de Ensino de Graduação

7º Simpósio de Ensino de Graduação INSOLAÇÃO EM EDIFICAÇÕES 7º Simpósio de Ensino de Graduação Autor(es) ISABELA SABOYA PINTO LIMA Orientador(es) SUELI MANÇANARES LEME 1. Introdução O conforto térmico é um atributo necessário em edificações

Leia mais

Espectrofotometria Pro r fe f ssor H elber Barc r ellos

Espectrofotometria Pro r fe f ssor H elber Barc r ellos Espectrofotometria Professor Helber Barcellos Espectrofotometria A Espectrofotometria é um processo de medida que emprega as propriedades dos átomos e moléculas de absorver e/ou emitir energia eletromagnética

Leia mais

Controle Primário rio do tempo e do clima

Controle Primário rio do tempo e do clima Controle Primário rio do tempo e do clima Condução entre corpos em contato físico direto. Transferência de energia entre as moléculas Convecção Somente ocorre em líquidos e gases. Transferência de calor

Leia mais

Prof. Eduardo Loureiro, DSc.

Prof. Eduardo Loureiro, DSc. Prof. Eduardo Loureiro, DSc. Transmissão de Calor é a disciplina que estuda a transferência de energia entre dois corpos materiais que ocorre devido a uma diferença de temperatura. Quanta energia é transferida

Leia mais

SENSORIAMENTO REMOTO. Revisão de conteúdo. Prof. Marckleuber

SENSORIAMENTO REMOTO. Revisão de conteúdo. Prof. Marckleuber SENSORIAMENTO REMOTO Revisão de conteúdo Prof. Marckleuber Engenharia de Agrimensura - 2013 SENSORIAMENTO REMOTO - Conceitos De um modo geral, o Sensoriamento Remoto pode ser definido como: O conjunto

Leia mais

EXTERNATO MATER DOMUS

EXTERNATO MATER DOMUS EXTERNATO MATER DOMUS RUA PASCAL, 1403 CAMPO BELO SP CEP 04616/004 - Fone: 5092-5825 MATÉRIA: FÍSICA PROFESSORA: RENATA LEITE QUARTIERI ALUNO: Nº Série: 3º TURMA: Única DATA: 02 /03/2015 ASSINATURA DO

Leia mais

A SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia) constatou por meio de uma pesquisa realizada em 2011 que 59,85% dos entrevistados se expõe à luz solar

A SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia) constatou por meio de uma pesquisa realizada em 2011 que 59,85% dos entrevistados se expõe à luz solar A SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia) constatou por meio de uma pesquisa realizada em 2011 que 59,85% dos entrevistados se expõe à luz solar sem qualquer proteção, enquanto apenas 34,31% usam protetor

Leia mais

ESPECTROMETRIA ATÔMICA. Prof. Marcelo da Rosa Alexandre

ESPECTROMETRIA ATÔMICA. Prof. Marcelo da Rosa Alexandre ESPECTROMETRIA ATÔMICA Prof. Marcelo da Rosa Alexandre Métodos para atomização de amostras para análises espectroscópicas Origen dos Espectros Óticos Para os átomos e íons na fase gasosa somente as transições

Leia mais

Física Moderna: -Efeito Fotoelétrico -Quântica - Radioatividade - Teoria da Relatividade

Física Moderna: -Efeito Fotoelétrico -Quântica - Radioatividade - Teoria da Relatividade Física Moderna: -Efeito Fotoelétrico -Quântica - Radioatividade - Teoria da Relatividade 1. (Fuvest 013) Em uma reação de síntese, induzida por luz vermelha de frequência f igual a 4,3 10 Hz, ocorreu a

Leia mais

Ondas Eletromagnéticas Física - Algo Sobre INTRODUÇÃO

Ondas Eletromagnéticas Física - Algo Sobre INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO É importante tomarmos consciência de como estamos imersos em ondas eletromagnéticas. Iniciando pelos Sol, a maior e mais importante fonte para os seres terrestres, cuja vida depende do calor

Leia mais

ESTRUTURAS PARA O CULTIVO PROTEGIDO DE HORTALIÇAS

ESTRUTURAS PARA O CULTIVO PROTEGIDO DE HORTALIÇAS ESTRUTURAS PARA O CULTIVO PROTEGIDO DE HORTALIÇAS ESTUFAS OU CASA-DE- VEGETAÇÃO Definição: construções constituídas por uma estrutura de suporte para cobertura transparente e por uma fundação, quando necessário,

Leia mais

5 as Olimpíadas Nacionais de Astronomia

5 as Olimpíadas Nacionais de Astronomia 5 as Olimpíadas Nacionais de Astronomia Prova da eliminatória regional 14 de Abril de 2010 15:00 Duração máxima 120 minutos Nota: Ler atentamente todas as questões. Existe uma tabela com dados no final

Leia mais

4. Medição de Irradiância. 4.1 Introdução

4. Medição de Irradiância. 4.1 Introdução Apostila da Disciplina Meteorologia Física II ACA 0326, p. 40 4. Medição de Irradiância 4.1 Introdução Das grandezas radiométricas definidas no capítulo 1, os instrumentos convencionais utilizados em estudos

Leia mais

A influência das. lâmpadas na gravação

A influência das. lâmpadas na gravação A influência das lâmpadas na gravação Uma boa gravação garante a qualidade da impressão e a durabilidade da matriz. Veja como as lâmpadas influenciam esse processo Por Márcio Moraes dos Santos, da Vision-Cure

Leia mais

3. Calorimetria. 3.1. Conceito de calor

3. Calorimetria. 3.1. Conceito de calor 3. Calorimetria 3.1. Conceito de calor As partículas que constituem um corpo estão em constante movimento. A energia associada ao estado de movimento das partículas faz parte da denominada energia intera

Leia mais

Vantagens da Instalação de Painéis Solares de Tubos de Vácuo

Vantagens da Instalação de Painéis Solares de Tubos de Vácuo Vantagens da Instalação de Painéis Solares de Tubos de Vácuo Porquê usar o sol como fonte de energia? O recurso solar é uma fonte energética inesgotável, abundante em todo o planeta e principalmente no

Leia mais

ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA 3º TRIMESTRE 8º ANO DISCIPLINA: FÍSICA

ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA 3º TRIMESTRE 8º ANO DISCIPLINA: FÍSICA ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA 3º TRIMESTRE 8º ANO DISCIPLINA: FÍSICA Observações: 1- Antes de responder às atividades, releia o material entregue sobre Sugestão de Como Estudar. 2 - Os exercícios

Leia mais

A Terra gira... Nesta aula vamos aprender um pouco mais. sobre o movimento que a Terra realiza em torno do seu eixo: o movimento de

A Terra gira... Nesta aula vamos aprender um pouco mais. sobre o movimento que a Terra realiza em torno do seu eixo: o movimento de A U A U L L A A Terra gira... Nesta aula vamos aprender um pouco mais sobre o movimento que a Terra realiza em torno do seu eixo: o movimento de rotação. É esse movimento que dá origem à sucessão dos dias

Leia mais

Experiência 06 Resistores e Propriedades dos Semicondutores

Experiência 06 Resistores e Propriedades dos Semicondutores Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Elétrica Laboratório de Materiais Elétricos EEL 7051 Professor Clóvis Antônio Petry Experiência 06 Resistores e Propriedades dos Semicondutores

Leia mais

FUNDAMENTOS DE ESCOLA NÁUTICA FABIO REIS METEOROLOGIA

FUNDAMENTOS DE ESCOLA NÁUTICA FABIO REIS METEOROLOGIA FUNDAMENTOS DE ESCOLA NÁUTICA FABIO REIS METEOROLOGIA Prof. Fabio Reis 2004 FUNDAMENTOS BÁSICOS DA METEOROLOGIA ATMOSFERA E AQUECIMENTO DA TERRA pg.- 02 VAPOR DE ÁGUA - NUVENS pg.- 20 PRESSÃO CARTA SINÓTICA

Leia mais

FÍSICA Questões de 1 a 20

FÍSICA Questões de 1 a 20 2ªSérieLISTA DE EXERCÍCIOS DE FÍSICA FÍSICA Questões de 1 a 20 1) (UFRN) Os carros modernos usam diferentes tipos de espelhos retrovisores, de modo que o motorista possa melhor observar os veículos que

Leia mais

EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE. 1.0 Introdução

EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE. 1.0 Introdução EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE 1.0 Introdução O presente trabalho é resultado de uma visão futurística acerca da preservação do meio ambiente e da manutenção da vida. Alguns anos de estudo e pesquisas na área

Leia mais

Heraeus Noblelight Aquecimento infravermelho na indústria plástica

Heraeus Noblelight Aquecimento infravermelho na indústria plástica Heraeus Noblelight Aquecimento infravermelho na indústria plástica Freddy Baruch 16 Setembro 2015 Page 1 SAUDAÇÃO BOM DIA! Page 2 APRESENTAÇÃO Page 3 APRESENTAÇÃO Quem somos - Apresentação Pessoal Freddy

Leia mais

PRÉ-VESTIBULAR Física

PRÉ-VESTIBULAR Física PRÉ VESTIBULAR Física / / PRÉ-VESTIBULAR Aluno: Nº: Turma: Exercícios Fenômenos Lista de sites com animações (Java, em sua maioria) que auxiliam a visualização de alguns fenômenos: Reflexão e refração:

Leia mais

Como o efeito estufa pode render dinheiro para o Brasil. A Amazônia e o seqüestro de carbono e o protocolo de kyoto

Como o efeito estufa pode render dinheiro para o Brasil. A Amazônia e o seqüestro de carbono e o protocolo de kyoto Como o efeito estufa pode render dinheiro para o Brasil A Amazônia e o seqüestro de carbono e o protocolo de kyoto Histórico das reuniões 1992 - assinam a Convenção Marco sobre Mudança Climática na ECO-92.

Leia mais

Aula 1 Professor Waterloo Pereira Filho Docentes orientados: Daniela Barbieri Felipe Correa

Aula 1 Professor Waterloo Pereira Filho Docentes orientados: Daniela Barbieri Felipe Correa Princípios Físicos do Sensoriamento Remoto Aula 1 Professor Waterloo Pereira Filho Docentes orientados: Daniela Barbieri Felipe Correa O que é Sensoriamento Remoto? Utilização conjunta de sensores, equipamentos

Leia mais

FÍSICA: CONCEITOS E EXERCÍCIOS DE FÍSICA TÉRMICA

FÍSICA: CONCEITOS E EXERCÍCIOS DE FÍSICA TÉRMICA FÍSICA: CONCEITOS E EXERCÍCIOS DE FÍSICA TÉRMICA 1 SOBRE Apanhado de exercícios sobre física térmica selecionados por segrev. O objetivo é que com esses exercícios você esteja preparado para a prova, mas

Leia mais

UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Física Questão 01 Durante uma brincadeira, Rafael utiliza o dispositivo mostrado nesta figura para lançar uma bolinha horizontalmente. Nesse

Leia mais

Coerência temporal: Uma característica importante

Coerência temporal: Uma característica importante Coerência temporal: Uma característica importante A coerência temporal de uma fonte de luz é determinada pela sua largura de banda espectral e descreve a forma como os trens de ondas emitidas interfererem

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde

Direcção-Geral da Saúde Assunto: PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA AS ONDAS DE CALOR 2008 RECOMENDAÇÕES SOBRE VESTUÁRIO APROPRIADO EM PERÍODOS DE TEMPERATURAS ELEVADAS Nº: 21/DA DATA: 07/08/08 Para: Contacto na DGS: Todos os Estabelecimentos

Leia mais

O Polarímetro na determinação de concentrações de soluções

O Polarímetro na determinação de concentrações de soluções O Polarímetro na determinação de concentrações de soluções 1. O polarímetro Polarímetros são aparelhos que medem directamente a rotação de polarização, através da medição do ângulo de rotação de um analisador.

Leia mais

Física. Setor B. Índice-controle de Estudo. Prof.: Aula 9 (pág. 102) AD TM TC. Aula 10 (pág. 102) AD TM TC. Aula 11 (pág.

Física. Setor B. Índice-controle de Estudo. Prof.: Aula 9 (pág. 102) AD TM TC. Aula 10 (pág. 102) AD TM TC. Aula 11 (pág. Física Setor B Prof.: Índice-controle de Estudo Aula 9 (pág. 102) AD TM TC Aula 10 (pág. 102) AD TM TC Aula 11 (pág. 104) AD TM TC Aula 12 (pág. 106) AD TM TC Aula 13 (pág. 107) AD TM TC Aula 14 (pág.

Leia mais

Ciências E Programa de Saúde

Ciências E Programa de Saúde Governo do Estado de São Paulo Secretaria de Estado da Educação Ciências E Programa de Saúde 18 CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE SP Grandes realizações são possíveis quando se dá atenção aos pequenos

Leia mais

ONDAS MECÂNICAS, ONDA ELETROMAGNETICA E ÓPTICA FÍSICA

ONDAS MECÂNICAS, ONDA ELETROMAGNETICA E ÓPTICA FÍSICA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA, CAMPUS DE JI-PARANÁ, DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTAL DE JI-PARANÁ DEFIJI 1 SEMESTRE 2013-2 ONDAS MECÂNICAS, ONDA ELETROMAGNETICA E ÓPTICA FÍSICA Prof. Robinson

Leia mais

Astronomia fora do visível Beatriz García, Ricardo Moreno, Rosa M. Ros

Astronomia fora do visível Beatriz García, Ricardo Moreno, Rosa M. Ros Astronomia fora do visível Beatriz García, Ricardo Moreno, Rosa M. Ros União Astronómica Internacional Universidade Tecnológica Nacional, Argentina Colégio Retamar de Madrid, Espanha Universidade Politécnica

Leia mais

DIFRAÇÃO DE RAIOS X DRX

DIFRAÇÃO DE RAIOS X DRX DIFRAÇÃO DE RAIOS X DRX O espectro eletromagnético luz visível raios-x microondas raios gama UV infravermelho ondas de rádio Comprimento de onda (nm) Raios Absorção, um fóton de energia é absorvido promovendo

Leia mais

1. Analisa a seguinte imagem e responde às questões que se seguem:

1. Analisa a seguinte imagem e responde às questões que se seguem: C.F.Q. 8ºA Outubro 1 1. Analisa a seguinte imagem e responde às questões que se seguem: 1.1. Qual é o detetor de luz? O olho. 1.2. Qual é o recetor de luz? A bola. 1.3. De que cor veremos a bola se ela

Leia mais

SOLAR OVEN. Eco-Cook in Mouraria. Introdução à Engenharia Mecânica Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica

SOLAR OVEN. Eco-Cook in Mouraria. Introdução à Engenharia Mecânica Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica SOLAR OVEN Eco-Cook in Mouraria Introdução à Engenharia Mecânica Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica Aluno: Diogo Lucas nº 78044 Aluno: João Ornelas nº 79681 Lisboa, 25 de Novembro de 2013 Introdução

Leia mais

Física IV. Interferência

Física IV. Interferência Física IV Interferência Sears capítulo 35 Prof. Nelson Luiz Reyes Marques Interferência Arco-íris = Bolha de sabão refração interferência Princípio da superposição Quando duas ou mais ondas se superpõem,

Leia mais

OBJETIVO Verificar as leis da Reflexão Verificar qualitativamente e quantitativamente a lei de Snell. Observar a dispersão da luz em um prisma.

OBJETIVO Verificar as leis da Reflexão Verificar qualitativamente e quantitativamente a lei de Snell. Observar a dispersão da luz em um prisma. UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA CURSO DE FÍSICA LABORATÓRIO ÓPTICA REFLEXÃO E REFRAÇÃO OBJETIVO Verificar as leis da Reflexão Verificar qualitativamente e quantitativamente a lei de Snell. Observar a

Leia mais

Lista de Exercícios Professor Mário http://www.professormario.com.br mario@meson.pro.br

Lista de Exercícios Professor Mário http://www.professormario.com.br mario@meson.pro.br 1. (Unicamp 93) Um aluno simplesmente sentado numa sala de aula dissipa uma quantidade de energia equivalente à de uma lâmpada de 100W. O valor energético da gordura é de 9,0kcal/g. Para simplificar, adote

Leia mais

Automação Industrial Parte 5

Automação Industrial Parte 5 Automação Industrial Parte 5 Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html Sensores capacitivos -Sensores de proximidade capacitivos estão disponíveis em formas e tamanhos

Leia mais

Em um átomo, o primeiro nível, ocupado por um elétron, tem energia E 1. J e o segundo, desocupado, tem energia E 2

Em um átomo, o primeiro nível, ocupado por um elétron, tem energia E 1. J e o segundo, desocupado, tem energia E 2 PROVA DE FÍSICA QUESTÃO 33 Em um átomo, o primeiro nível, ocupado por um elétron, tem energia E 1 = - 2,6 x 10 19 J e o segundo, desocupado, tem energia E 2 = - 1,3 x 10 19 J Ao ser iluminado com luz monocromática,

Leia mais

Objetivo Conteúdos Habilidades

Objetivo Conteúdos Habilidades Tema 8 Um Lugar Frio e Escuro Objetivo investigar as condições ambientais predominantes nos oceanos, com destaque para os gradientes verticais de temperatura, luz e pressão hidrostática. Conteúdos física,

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA Departamento de Química e Exatas DQE Curso: Farmácia Disciplina: Química Geral Professora: Karina

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA Departamento de Química e Exatas DQE Curso: Farmácia Disciplina: Química Geral Professora: Karina UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA Departamento de Química e Exatas DQE Curso: Farmácia Disciplina: Química Geral Professora: Karina TESTE DE CHAMAS Laercio Lago Lenine Mafra Samile Rúbia JEQUIÉ

Leia mais

ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO

ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO COLÉGIO ESTADUAL RAINHA DA PAZ, ENSINO MÉDIO REPOSIÇÃO DAS AULAS DO DIA 02 e 03/07/2012 DAS 1 ª SÉRIES: A,B,C,D,E e F. Professor MSc. Elaine Sugauara Disciplina de Química ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO As ondas

Leia mais

LABORATÓRIO CASEIRO DE FÍSICA MODERNA * 1

LABORATÓRIO CASEIRO DE FÍSICA MODERNA * 1 LABORATÓRIO CASEIRO DE FÍSICA MODERNA * 1 S. M. Arruda D. O. Toginho Filho Departamento de Física UEL Londrina PR Resumo A montagem de um laboratório de Física Moderna enfrenta um obstáculo muitas vezes

Leia mais

Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor.

Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor. Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor. Francisco Vecchia Departamento de Hidráulica e Saneamento Escola de Engenharia

Leia mais

Conservação da Energia

Conservação da Energia Universidade de São Paulo Instituto de Física de São Carlos - IFSC FCM 0410 Física para Engenharia Ambiental Conservação da Energia Prof. Dr. José Pedro Donoso Agradescimentos O docente da disciplina,

Leia mais

Do local onde está, Paulo não vê Pedro, mas escuta-o muito bem porque, ao passarem pela quina do barranco, as ondas sonoras sofrem

Do local onde está, Paulo não vê Pedro, mas escuta-o muito bem porque, ao passarem pela quina do barranco, as ondas sonoras sofrem Lista de exercícios -Fenômenos Física Dudu 1-Pedro está trabalhando na base de um barranco e pede uma ferramenta a Paulo, que está na parte de cima (ver figura). Além do barranco, não existe, nas proximidades,

Leia mais

Nosso objetivo será mostrar como obter informações qualitativas sobre a refração da luz em um sistema óptico cilíndrico.

Nosso objetivo será mostrar como obter informações qualitativas sobre a refração da luz em um sistema óptico cilíndrico. Introdução Nosso objetivo será mostrar como obter informações qualitativas sobre a refração da luz em um sistema óptico cilíndrico. A confecção do experimento permitirá também a observação da dispersão

Leia mais

Aspectos ambientais da energia aplicada em reações químicas

Aspectos ambientais da energia aplicada em reações químicas Aspectos ambientais da energia aplicada em reações químicas Sumário As cargas ambientais resultantes da utilização de energias térmicas ou elétricas são particularmente importantes. Freqüentemente, o impacto

Leia mais

FOTO = luz GRAFIA = escrever

FOTO = luz GRAFIA = escrever Iluminação FOTO = luz GRAFIA = escrever Joseph Nicéphore Niépce - 1826 Por definição, fotografia é, essencialmente, a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando esta em uma superfície

Leia mais

g= 10 m.s c = 3,0 10 8 m.s -1 h = 6,63 10-34 J.s σ = 5,7 10-8 W.m -2 K -4

g= 10 m.s c = 3,0 10 8 m.s -1 h = 6,63 10-34 J.s σ = 5,7 10-8 W.m -2 K -4 TESTE DE FÍSICO - QUÍMICA 10 º Ano Componente de Física A Duração do Teste: 90 minutos Relações entre unidades de energia W = F r 1 TEP = 4,18 10 10 J Energia P= t 1 kw.h = 3,6 10 6 J Q = mc θ P = U i

Leia mais

Aula 8 Fótons e ondas de matéria II. Física Geral F-428

Aula 8 Fótons e ondas de matéria II. Física Geral F-428 Aula 8 Fótons e ondas de matéria II Física Geral F-428 1 Resumo da aula anterior: Planck e o espectro da radiação de um corpo negro: introdução do conceito de estados quantizados de energia para os osciladores

Leia mais

QUESTÃO 01. a) Qual a temperatura do forno? b) Qual a variação de energia interna do bloco do latão. QUESTÃO 02

QUESTÃO 01. a) Qual a temperatura do forno? b) Qual a variação de energia interna do bloco do latão. QUESTÃO 02 Quando necessário considere: g = 10 m/s 2, densidade da água = 1 g/cm 3, 1 atm = 10 5 N/m 2, c água = 1 cal/g. 0 C, R = 8,31 J/mol.K, velocidade do som no ar = 340 m/s e na água = 1500 m/s, calor específico

Leia mais