Luís Filipe F. Ferreira DTABN, ESAS, IPS

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1 Luís Filipe F. Ferreira DTABN, ESAS, IPS

2 RESÍDUOS 2

3 RESÍDUOS 3

4 RESÍDUOS IMPACTOS AMBIENTAIS RESÍDUOS: Quantidade Natureza POLUIÇÃO E POLUENTES: Natureza Consequências 4

5 RESÍDUOS: Quantidade Produção: milhões ton de RI milhões toneladas Entre a totalidade de resíduos na Europa subiu 10%, enquanto o PIB aumentou 6,5% Em 2005 RSU deveriam ser de 4,4 milhões ton, mas 5 este valor já foi atingido em 2001.

6 RESÍDUOS: Quantidade Confirmado pelo REA 2006 Fonte: Relatório do Estado do Ambiente, 2001 Ministério das Cidades, Ordenamento Território e Ambiente 6

7 CONCEITO DE RESÍDUO: Qualquer substância ou objecto de que o detentor se desfaz ou tem intenção ou a obrigação de se desfazer, nomeadamente os identificados na Lista Europeia de Resíduos (LER). Fonte: DL nº 178/2006, de 5 de Setembro. Regime Geral da Gestão de Resíduos. 7

8 FILEIRA DE RESÍDUOS: O tipo de material constituinte do resíduos, nomeadamente: Fileira dos vidros; Fileira dos plásticos; Fileira dos metais; Fileira da matéria orgânica; Fileira do papel e do cartão. 8

9 FILEIRA DOS PLÁSTICOS PET Óleo (garrafas de óleo alimentar) PET (garrafas de água, sumo, etc) PEAD (garrafas de detergentes, frascos de amaciador de roupa, champôs, etc) Filme Plástico (sacos de plástico das compras, plástico que envolve paletes, etc) PVC (embalagens de detergentes da louça, etc) ESP (esferovite) 9

10 TIPOLOGIA RESÍDUOS: RESIDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU). RESÍDUOS INDUSTRIAIS (RI). RESÍDUOS HOSPITALARES (RH). RESÍDUOS AGRÍCOLAS (RA). 10

11 TIPOLOGIA RESÍDUOS: RESIDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU). O resíduo proveniente de habitações bem como outro resíduo que, pela sua natureza ou composição, seja semelhante ao resíduo proveniente de habitações. Na composição típica dos RSU, os materiais mais significativos distribuem-se pelas seguintes categorias: matéria orgânica; papel e cartão; vidro; metais; plásticos. Fonte: DL nº 178/2006, de 5 de Setembro. Regime Geral da Gestão de Resíduos. 11

12 29 SISTEMAS DE GESTÃO DE RSU NO TERRITÓRIO DO CONTINENTE PORTUGUÊS 12

13 29 SISTEMAS DE GESTÃO DE RSU NO TERRITÓRIO DO CONTINENTE PORTUGUÊS 13

14 IMPACTOS AMBIENTAIS RESÍDUOS: Tratamento e destino final de RSU 14

15 PRODUÇÃO E DESTINO FINAL DE RSU EM PORTUGAL CONTINENTAL ( ) 15

16 TIPOLOGIA RESÍDUOS: RESÍDUOS INDUSTRIAIS (RI). O resíduo gerado em processos industriais, bem como o que resulte das actividades de produção e distribuição de electricidade, gás e água. 16

17 SITUAÇÃO DE ELIMINAÇÃO E VALORIZAÇÃO DOS RESÍDUOS DESCONHECIDO VALORIZAÇÃO ELIMINAÇÃO FONTE: PESGRI,

18 TIPOLOGIA RESÍDUOS: RESÍDUOS HOSPITALARES (RH). O resíduo resultante de actividades médicas desenvolvidas em unidades de prestação de cuidados de saúde, em actividades de prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e investigação, relacionada com seres humanos ou animais, em farmácias, em actividades médico-legais, de ensino e em quaisquer outras que envolvam procedimentos invasivos, tais como acupunctura, piercings e tatuagens. 18

19 TIPOLOGIA RESÍDUOS: CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS HOSPITALARES (RH). Despacho n.º 242/96 Grupo I são tratados como resíduos sólidos urbanos, não exigem cuidados especiais no seu tratamento (jornais, restos alimentares, material de escritório, ). Grupo II são resíduos hospitalares, mas não perigosos, equiparados a RSU (talas de gesso, fraldas, frascos de soro, embalagens de medicamentos). Grupo III são resíduos com risco biológico, contaminados ou suspeitos de contaminação. São os resíduos provenientes de doentes infecciosos, hemodiálise, administração de sangue, operações, Estes resíduos devem ser incinerados ou tratados para anular a sua perigosidade biológica, antes de irem para aterro. Grupo IV - são resíduos específicos, perigosos, devem ser obrigatoriamente incinerados (peças anatómicas, cadáveres de animais, agulhas, cateteres, produtos químicos e laboratoriais. 19

20 TIPOLOGIA RESÍDUOS: RESÍDUOS AGRÍCOLAS. O resíduo proveniente de exploração agrícola e ou pecuária ou similar. 20

21 GESTÃO HIERÁRQUICA DE RESÍDUOS: REDUZIR. REUTILIZAR. RECICLAR. RECUPERAR-VALORIZAR. 21

22 PRINCÍPIOS GERAIS PARA A GESTÃO DE RESÍDUOS (Decreto-Lei n.º 178/2006) PRINCÍPIO DA AUTO-SUFICIÊNCIA PRINCÍPIO DA RESPONSABILIDADE PELA GESTÃO PRINCÍPIOS DA PREVENÇÃO E REDUÇÃO PRINCÍPIO DA HIERARQUIA DAS OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS PRINCÍPIO DA RESPONSABILIDADE DO CIDADÃO PRINCÍPIO DA REGULAÇÃO DA GESTÃO DE RESÍDUOS 22

23 Bibliografia e Mediagrafia: - Fotos de visita de estudo realizada às empresas ALGAR e RESIOESTE. - Fotos retiradas do site da empresa ALGAR. - Diversa Informação e Gráficos do Instituto do Ambiente, Instituto de Resíduos e Agência para o Ambiente. - Trabalhos apresentados pelos alunos do Curso de Gestão e Ordenamento da ESAS no âmbito da unidade curricular de Planeamento e Gestão Ambiental. 23

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