Do marketing móvel às lacunas de valor

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Do marketing móvel às lacunas de valor"

Transcrição

1 Artigo de Management Do marketing móvel às lacunas de valor Nos highlights de um seminário de Philip Kotler, o grande especialista discute as novidades do marketing e coloca os pingos nos is no que se refere às tarefas e responsabilidades dos profissionais. O marketing ganhou uma ascendência inimaginável, tornou-se quase o valor supremo nos dias atuais. Por isso mesmo, perdeu-se um pouco o pé no chão que lhe é tão necessário. Ele é um impulsionador da atividade econômica entre tantos outros e um criador de empregos. Sua preocupação principal deve ser com os lucros da empresa, por meio do desenvolvimento de vendas rentáveis. A seguir, nos highlights de um seminário seu, o grande especialista Philip Kotler discute as novidades do marketing e coloca os pingos nos is no que diz respeito às tarefas e responsabilidades de seu pessoal. O marketing se tornou uma das principais armas das empresas na competição mundial. Os departamentos de marketing de hoje estão à altura dos desafios com que deparam? Uma das graves deficiências do marketing tem sido o fato de não falar a língua das finanças: valor para os acionistas, valor econômico agregado, retorno sobre ativos. Não estamos aqui para vender, mas, sim, para obter lucros para a empresa, vendas rentáveis. No departamento de marketing deve haver também algumas pessoas que tenham uma orientação mais técnica e saibam falar com o departamento de tecnologia da informação. Porque, se você for ao departamento de sistemas e disser quero automatizar as vendas, eles lhe criarão algo que não conseguirá usar. Então, o pessoal de marketing deve ser mais financeiro e mais técnico do que nunca. É preciso ter uma visão mais ampla de sua influência. Antes, a expressão-chave era canais de marketing. Hoje temos um quadro mais amplo, que chamamos cadeia d e suprimento. Há muitas cadeias destas, e sempre fazemos parte de uma. Devemos ter uma imagem de toda a cadeia para saber onde ganhamos dinheiro: de repente, devemos vender diretamente algumas coisas. Eu gosto de pensar nisso como uma cadeia de demanda: projetada da demanda para trás. Vejo um segmento de clientes e quero ser dono desse segmento. A partir daí vou pensar qual é a melhor maneira de gerar uma cadeia que proporcione valor a esse segmento. Às vezes a expressão que eu gosto de usar é rede de valor. A empresa vencedora será a que tiver construído uma melhor rede de valor. Qual é o papel do tão comentado software CRM, de gestão de relacionamento com o cliente? O CRM possibilita, a princípio, que conheçamos um cliente específico além de conhecer o segmento. Devemos manter uma relação de aprendizado um-a-um com

2 os clientes individuais, apoiada e facilitada pela tecnologia. Com o CRM estamos, na verdade, desenvolvendo, com informações, um banco de dados de clientes. Como a tecnologia permite passar do planejamento por segmento para o planejamento por cliente, Don Peppers e Martha Rogers lançaram o sistema IDIC. O primeiro I significa identificar os clientes-alvo; não objetivar a todos, nem sequer a todos os que estão no segmento. Às vezes se chama isso de segmentação de valor, porque se trata de determinar o valor de um cliente potencial. O segundo passo, o D, se refere a diferenciar os clientes por duas coisas: seu perfil de necessidades e seu valor para a empresa. O outro I é interagir com eles por , correio, telefone ou por meio de um vendedor, porque cada interação é um contato e cada transação é uma oportunidade de registrar e aprender algo mais sobre o cliente. Agora é a vez do C, que é customizar, personalizar, isto é, adaptar os produtos, serviços e mensagens ao cliente. As siglas ERP, CRM e afins agora são um mantra. O que quer dizer ERP? Enterprise resource planning (planejamento de recursos empresariais). Se temos um bom ERP, temos planejamento dos recursos da empresa. Todo o sistema de estoques e de fabricação está respaldado pelo software ERP, originariamente desenvolvido pela empresa alemã SAS e agora também por outros. Depois surgiu a idéia de que não basta fazer o produto correto no momento apropriado; é necessário também uma cadeia de abastecimento para que se chegue ao destino. Aí entra o gerenciamento da cadeia de suprimento (SCM, na sigla em inglês). Na etapa final utilizamos CRM para gerenciar as relações com o cliente. De quem compramos cada tipo de software? Minha sugestão é não comprar de fontes diferentes, mas, sim, trabalhar com uma empresa que integre os três num grande pacote. Que outras habilidades o pessoal de marketing deve ter para vencer hoje? Os profissionais da área também devem conhecer database marketing e na equipe deve haver um especialista em estatística, para aproveitar todos os dados obtidos. Podem-se descobrir ao menos duas coisas nessa massa de dados: segmentos e tendências. Entretanto, se você for fazer marketing de banco de dados, comprar hardware e software e coletar toda essa informação, isso exigirá um investimento considerável. Se temos 2 milhões de clientes que compram de nós algo de baixo valor, a rotatividade excessiva pode tornar essa operação pouco rentável, porque, se perdemos 40% dos clientes a cada ano, estaremos desperdiçando 40% de todas as informações pelas quais pagamos. Então, preciso ter marketing de banco de dados? E, em caso afirmativo, que devo saber sobre um cliente? Primeiro, a forma de contatá-lo: um número de telefone e um endereço de trabalho, o número de seu celular, seu e a homepage de sua empresa. Contudo, para preencher uma matriz, precisamos de mais dados. O mais importante que devemos conhecer é a série de compras ou transações que já realizou conosco, que revela as coisas que poderia vir a comprar de agora em

3 diante. Com um histórico de compra, podemos fazer melhores vendas cruzadas e ascendentes. Há o sistema de pontuação chamado RFM, que serve para prever, por meio das transações, quem entre os clientes tem maior probabilidade de comprar de nós. O R, de recente, está relacionado com a data da compra e significa que, se alguém acaba de comprar um computador, não lhe enviaremos propaganda de um outro, porque lhe atribuiremos zero, ao passo que, se o comprou há um ano, receberá dez pontos, e se o fez há três anos, 20 pontos, pois é mais provável que queira trocálo. O F se refere à frequência com que esse cliente compra de nós. E o M, de valor monetário, atribui pontuação em função do dinheiro que o cliente tem gasto em nossa empresa. Talvez compre com menos frequência, porém gasta muito mais. Assim vamos nos distanciando dos s em massa, que nos dão retorno de 1%. Prefiro economizar todo esse custo e enviar a proposta somente para os 10% de meu banco de dados que possuem as maiores pontuações em R, F e M. O que é marketing direto integrado? Quando a AT&T estava interessada em vender um dispendioso sistema telefônico para empresas, utilizou dois conceitos de campanha. Classificou as empresas em dois grupos equivalentes: para um destinou 70% de propaganda e um pouco de mala direta, e notou que o custo por venda era elevado; com o outro, não fez muita propaganda e se concentrou na mala direta e telemarketing, e isso deu muito mais resultado. O marketing direto integrado é o uso de distintas ferramentas, uma em seguida da outra. Para vender financiamento e bens, o Citibank empregou diferentes tipos de campanha. A um grupo enviou uma carta por correio e obteve uma resposta de 1%. A outro, acrescentou um número 0800 para se comunicar com a empresa, e a resposta subiu para 7%. Com um terceiro grupo, somou ao anterior uma chamada de telemarketing, e a resposta subiu para 14%. O problema foram os custos, cada vez mais altos e sem benefícios proporcionais. Se o índice de resposta aumenta mais que os custos, vale a pena; caso contrário, não. Como deve agir o marketing para aproveitar uma vantagem competitiva? A empresa pode ter uma vantagem competitiva, como um produto ou serviço melhor que o dos concorrentes, porém deve perguntar-se se essa é realmente uma vantagem para o cliente. Digamos que somos mais rápidos que os outros para entregar um pedido. O que acontece se os clientes não precisarem de rapidez nem estiverem dispostos a pagar por ela? A vantagem tem de ser significativa e valiosa para o cliente. E o mais difícil é saber o que constituirá uma vantagem para nosso cliente dentro de três anos. Em muitos negócios é preciso imaginar quais coisas, entre as que hoje não possuem, desejarão possuir no futuro. A isso chamamos de lacunas de valor, porque são valores que hoje não existem. É preciso perguntarmo-nos quem é nosso

4 concorrente agora e quem o será dentro de três anos. Se você for a Motorola, seus rivais atuais são a Ericsson, ou a Nokia, ou ambos. Contudo, se eu vendesse serviços de telecomunicações de linhas fixas, começaria a me preocupar com o setor wireless (sem fio) já que o computador se transforma cada vez mais no telefone, e meus concorrentes passarão a ser a Dell ou a IBM. O que é o m-marketing, ou marketing móvel? Muitos afirmam que passamos do e-marketing e do e-business para o m-business, o que significa que todo o sistema wireless pode ocupar boa parte de nossa vida. Por exemplo, você tem um Palm Pilot e passa na frente de uma loja de departamentos; toca o telefone, que faz parte do Palm, e você ouve: Aqui há uma liquidação de jaquetas de couro, você é nosso cliente, e sabemos que está passando neste momento na frente de nossa loja. O mundo móvel, ou m, deve perguntar-se por que pagaríamos US$ 40 mensais para ter um dispositivo wireless, além do custo do Palm Pilot, pois existe um certo pessimismo. Ao observar a quantidade de dinheiro investida pela Ericsson, Motorola, Nokia e muitas empresas de telefonia atualmente nos dispositivos 3G (de terceira geração) e na maior largura de banda, alguns se perguntam se não estaremos diante de uma nova bolha. O público está realmente tão ávido? Contudo, creio que o marketing móvel deve ser visto como uma forma possível de melhorar nossa produtividade. Em última instância, estamos no marketing inverso. Os clientes estão nos dizendo quanto estão dispostos a pagar por um quarto de hotel, que tipo de propaganda verão, que promoções desejam e quais são as funcionalidades do produto que talvez prefiram. Isso nos leva a nos perguntarmos se os preços vão aguentar uma pressão maior. Os desafios são: os concorrentes estrangeiros que conseguem fazer as coisas mais econômicas, a hipercompetição e a transparência de preços na internet. Como enfrentar (ou se defender de) tais desafios? Em primeiro lugar, pode-se compensar a transparência de preços com transparência de valor. Há quatro maneiras de proceder. Uma é mostrar, em nosso site, os preços dos concorrentes com uma comparação do serviço ou outro item em que nos desempenhemos melhor do que eles. Outra é deixar estabelecida nossa reputação, quer seja por prestígio, quer seja por antecedentes no negócio. Uma terceira é oferecer uma forte garantia -por exemplo, uma montadora automobilística que garanta as peças e o serviço durante seis anos estará dando visibilidade ao valor. E a quarta é criar um sistema de fidelidade por frequência, como fazem algumas companhias aéreas. Convém também fazer o que chamo de análise de valor para o cliente (CVA, na sigla em inglês). Por que comprar da Caterpillar, que cobra US$ 48 mil por um produto que o concorrente vende por US$ 40 mil? A Caterpillar responderia que seu produto vale mais no mercado de usados na hora de revendê-lo e quebra menos que o outro. Poderia apresentá-lo assim: Essa CVA dá US$ 52 mil, porém você é um bom cliente e nós lhe faremos um desconto: são US$ 48 mil. O cliente chega

5 pensando que está sendo enganado e acaba achando que é comprador inteligente porque adquiriu uma máquina melhor, cujo valor, comparado com o da concorrência, aumenta com o tempo. O que é a desconstrução do marketing? Convivem hoje dois tipos de marketing: o marketing baseado em fabricar e vender, antigo, e o baseado em perceber e reagir, novo, o que é, de certa forma, uma desconstrução da forma tradicional. No primeiro caso, como vendedores ou pessoal de marketing, pedem-nos que coloquemos o produto no mercado para nos livrarmos dele. Eles já tiveram o trabalho de fabricar os carros; seria bom que encontrássemos algum interessado em comprá-los. O que está acontecendo de novo é que cada vez mais pessoas pensam em passar da fabricação baseada na formação de estoques para a fabricação sob encomenda. Michael Dell tem um estoque de sete dias. Quando chega um pedido, imediatamente sai em busca de todos os fornecedores: alguém entrega os discos rígidos, outro os teclados, monta-se tudo e em dois ou três dias está pronto o produto e não há estoque ocioso. No marketing orientado para perceber e reagir, o ponto de partida são os clientes. Todo bom marketing começa com pesquisa; não vou a outra cidade com minha oferta sem antes averiguar se ali há clientes e se existe interesse. Em seguida será necessário combinar o posicionamento escolhido com o mix de marketing, que não pode ser realizado sem o processo STP (sigla em inglês que significa segmentação, alvo, posicionamento, ou seja, segmentação do mercado, determinar grupos de clientes-alvo e posicionar-se). Todo o mix de marketing é reavivado ao participar da entrega dessa proposição de valor ao cliente. Contudo, uma implementação deficiente pode derrotar uma excelente estratégia: por exemplo, se for oferecido um produto que ainda não está disponível. O controle me permitirá objetivar participação no mercado, satisfação do cliente e quantidade de clientes que foram perdidos. Todas essas coisas me informarão se estou implementando bem, se tenho um mix de marketing correto e até se estou atuando no segmento certo. Por que o marketing é, fundamentalmente, um impulsionador da atividade econômica? Seu objetivo é, na realidade, fazer com que a economia se ponha em movimento, que as pessoas desejem as coisas, utilizem parte de seus recursos limitados para desfrutar mais coisas. Nesse sentido, o marketing cria empregos. Eu diria que a função de criação de empregos em um país é marketing. Entretanto, alguns estão tão ansiosos para vender que não focalizam os mercados certos. Devemos ter uma idéia melhor de qual deve ser nosso mercado. Não se trata agora do mix de marketing, mas, sim, do mix de mercados, que se refere aos segmentos de distintos mercados a que estamos atendendo. Devemos sanear esse

6 mix, livrando-nos de alguns segmentos nos quais não vamos tão bem. Em qualquer segmento de mercado, devemos revisar a linha de produtos que estamos oferecendo para nos concentrarmos nas oportunidades mais rentáveis e abandonar os que não nos levam a nenhum lugar. Em seguida, devemos nos ocupar do mix de clientes. Há clientes que nos fazem perder dinheiro e não há como saber quais são se não tivermos uma contabilidade baseada em custos. A conhecida regra dos 20/80 (20% dos clientes geram 80% das receitas) nos diz que sempre haverá clientes mais valiosos aos quais devemos dar mais e atender melhor. Há outra regra, que chamamos dos 20/80/30: os 20% melhores clientes nos dão 80% do faturamento, e os 30% piores cortam ao meio nosso potencial de lucros. Artigo de Management Simplesmente desfazer-se deles seria incorreto. O que se deve fazer é uma de duas coisas: aumentar nossos honorários, e se continuarem nos contratando serão clientes rentáveis, ou reduzir o custo para atendê-los, orientando-os para canais de baixo custo. Devemos analisar nosso mix de clientes e tratar de reformulá-lo para que seja rentável. Em seguida, é preciso analisar o mix de canais: precisamos de distribuidores? Poderíamos chegar diretamente aos varejistas ou fazê-lo on-line? E sobre o mix de comunicação: estamos conseguindo algo por nosso dinheiro? Nossa propaganda nos faz vender mais? Em momentos de recessão, é preciso perguntar-se se não seria interessante, enquanto todos os concorrentes reduzem suas campanhas, investir mais para se manter nas mentes e nos corações dos clientes. Como a internet pode, de fato, ajudar no marketing? Eu acredito que o bom aproveitamento da internet seja uma das três formas fundamentais de vencer com o marketing -as outras são a diferenciação estratégica e a criação de um vínculo emocional com a marca. Voltando à internet: sabemos quanto custa para que os clientes venham a nosso escritório para examinar um novo produto. Então, por que não criar um painel de clientes no site, com pessoas sempre dispostas a nos oferecer sua opinião? De fato, é possível fazer focus groups on-line. Outra possibilidade é patrocinar uma sala de bate-papo dedicada a nossa categoria de produto. Aprender a escutar o que se passa ali nos dará uma idéia da migração do valor, ou seja, do que está interessando as pessoas em diferentes momentos. Saiba mais sobre Philip Kotler Philip Kotler, considerado um dos maiores especialistas em marketing de todos os tempos, é leitura obrigatória em sua área e titular da cadeira de marketing internacional da Kellogg Graduate School of Management, da Northwestern University. Membro do conselho editorial de HSM Management, escreveu diversos livros clássicos, que já venderam mais de 7 milhões de exemplares no mundo todo. Como consultor, assessorou General Electric, General Motors, IBM, Apple, AT&T e Merck, entre outras empresas. Kotler, Philip 23/07/2007

O CRM não é software; é uma nova filosofia

O CRM não é software; é uma nova filosofia O CRM não é software; é uma nova filosofia Provavelmente todos concordam que a ferramenta da hora é o CRM, sigla em inglês para gestão de relacionamento com o cliente. No entanto, oito em cada dez tentativas

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

CRM - gestão eficiente do relacionamento com os clientes

CRM - gestão eficiente do relacionamento com os clientes CRM - gestão eficiente do relacionamento com os clientes Mais que implantação, o desafio é mudar a cultura da empresa para documentar todas as interações com o cliente e transformar essas informações em

Leia mais

Como lutar em uma guerra de preços

Como lutar em uma guerra de preços Como lutar em uma guerra de preços Juliana Kircher Macroplan Prospectiva, Estratégia e Gestão Julho de 2006 Guerras de preços já são fatos concretos que ocorrem frequentemente em todos os mercados, seja

Leia mais

DICA 1. VENDA MAIS ACESSÓRIOS

DICA 1. VENDA MAIS ACESSÓRIOS DICA 1. VENDA MAIS ACESSÓRIOS Uma empresa sem vendas simplesmente não existe, e se você quer ter sucesso com uma loja você deve obrigatoriamente focar nas vendas. Pensando nisso começo este material com

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

Os novos usos da tecnologia da informação na empresa

Os novos usos da tecnologia da informação na empresa Os novos usos da tecnologia da informação na empresa Internet promoveu: Transformação Novos padrões de funcionamento Novas formas de comercialização. O maior exemplo desta transformação é o E- Business

Leia mais

Prof. Lucas Santiago

Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Administração de Sistemas de Informação Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação são classificados por

Leia mais

Universidade Cruzeiro do Sul. Campus Virtual Unidade I: Unidade: Gerenciamento de Marketing e Vendas

Universidade Cruzeiro do Sul. Campus Virtual Unidade I: Unidade: Gerenciamento de Marketing e Vendas Universidade Cruzeiro do Sul Campus Virtual Unidade I: Unidade: Gerenciamento de Marketing e Vendas 2010 0 Unidade: Gerenciamento de Marketing e Vendas É necessário o entendimento de como os produtos chegam

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II

ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA II Atividades Gerenciais de MKT Produto Testar Novos Produtos; Modificar Atuais; Eliminar; Política de Marcas; Criar Satisfação e Valor; Embalagem. 2 1 Atividades Gerenciais

Leia mais

social media para bares, restaurantes e afins

social media para bares, restaurantes e afins BARTIPS social media para bares, restaurantes e afins O que buscamos? Divulgar seu estabelecimento para milhares de potenciais consumidores. Fazer você ser parte do dia-a-dia de seu cliente Ter suas novidades,

Leia mais

Como cultivar leads do Comitê de TI

Como cultivar leads do Comitê de TI BRASIL Como cultivar leads do Comitê de TI O marketing está ajudando ou atrapalhando? Confiança + Credibilidade devem ser CONQUISTADAS O profissional de marketing moderno conhece a importância de cultivar

Leia mais

Você já teve a experiência de enviar um email e, em pouco tempo, ver pedidos de orçamento e vendas sendo concretizadas?

Você já teve a experiência de enviar um email e, em pouco tempo, ver pedidos de orçamento e vendas sendo concretizadas? 2 Você já teve a experiência de enviar um email e, em pouco tempo, ver pedidos de orçamento e vendas sendo concretizadas? É SOBRE ISSO QUE VOU FALAR NESTE TEXTO. A maioria das empresas e profissionais

Leia mais

3 tipos de clientes, 3 perfis de empresas, 3 famílias de tecnologias e o CRM

3 tipos de clientes, 3 perfis de empresas, 3 famílias de tecnologias e o CRM 3 tipos de clientes, 3 perfis de empresas, 3 famílias de tecnologias e o CRM Em entrevista exclusiva, Martha Rogers, guru do marketing um-a-um, adianta pontos de seu novo livro sobre os programas de gestão

Leia mais

Disciplina: Gestão Estratégica de TI Profº: João Carlos da Silva Junior

Disciplina: Gestão Estratégica de TI Profº: João Carlos da Silva Junior Disciplina: Gestão Estratégica de TI Profº: João Carlos da Silva Junior Conceitos Por que eu preciso deste curso? Não sou de TI Sou de TI conteúdo utilizado exclusivamente para fins didáticos 2 Não sou

Leia mais

A grande verdade é que a maioria das empresas está perdendo muito dinheiro tentando criar um negócio online.

A grande verdade é que a maioria das empresas está perdendo muito dinheiro tentando criar um negócio online. Você gostaria de aprender o que os negócios campeões em vendas online fazem? Como eles criam empresas sólidas na internet, que dão lucros por vários e vários anos? A grande verdade é que a maioria das

Leia mais

Autoatendimento Digital. Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas.

Autoatendimento Digital. Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas. Autoatendimento Digital Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas. Oferece aos clientes as repostas que buscam, e a você,

Leia mais

O novo desafio das marcas: uma visão global dos hábitos dos clientes em dispositivos móveis e redes sociais

O novo desafio das marcas: uma visão global dos hábitos dos clientes em dispositivos móveis e redes sociais O novo desafio das marcas: uma visão global dos hábitos dos clientes em dispositivos móveis e redes sociais SDL Campaign Management & Analytics Introdução Prezado profissional de marketing, A ideia de

Leia mais

Slice Management. Controlando o que você não vê. Direto ao assunto

Slice Management. Controlando o que você não vê. Direto ao assunto Slice Management Controlando o que você não vê Direto ao assunto O Slice Management (SM) é uma prática de gerenciamento que consiste em colocar um sistema de inteligência em todas as áreas da empresa.

Leia mais

COMO FICAR NAS PRIMEIRAS POSIÇÕES DO GOOGLE E PAGAR MENOS QUE O CONCORRENTE.

COMO FICAR NAS PRIMEIRAS POSIÇÕES DO GOOGLE E PAGAR MENOS QUE O CONCORRENTE. COMO FICAR NAS PRIMEIRAS POSIÇÕES DO GOOGLE E PAGAR MENOS QUE O CONCORRENTE. e ainda aumentar o numero de cliques em seu anúncio Por Maurício Oliveira www.empreendernaweb.com.br M a u r í c i o O l i v

Leia mais

Você Gostaria Que Eu Lhe Desse Um Plano, Para ATRAIR 3 Ou 4 Vezes Mais Clientes Para O Seu Negócio, De Graça?

Você Gostaria Que Eu Lhe Desse Um Plano, Para ATRAIR 3 Ou 4 Vezes Mais Clientes Para O Seu Negócio, De Graça? Você Gostaria Que Eu Lhe Desse Um Plano, Para ATRAIR 3 Ou 4 Vezes Mais Clientes Para O Seu Negócio, De Graça? Caro amigo (a) Se sua empresa está sofrendo com a falta de clientes dispostos a comprar os

Leia mais

Diogo Caixeta 6 PASSOS PARA CONSTRUIR UM NEGÓCIO DIGITAL DE SUCESSO! WWW.PALAVRASQUEVENDEM.COM WWW.CONVERSAODIGITAL.COM.BR

Diogo Caixeta 6 PASSOS PARA CONSTRUIR UM NEGÓCIO DIGITAL DE SUCESSO! WWW.PALAVRASQUEVENDEM.COM WWW.CONVERSAODIGITAL.COM.BR Diogo Caixeta 6 PASSOS PARA CONSTRUIR UM NEGÓCIO DIGITAL DE SUCESSO! WWW.PALAVRASQUEVENDEM.COM WWW.CONVERSAODIGITAL.COM.BR INTRODUÇÃO Você está cansado de falsas promessas uma atrás da outra, dizendo

Leia mais

Saber muito sobre um cliente é fácil. O desafio é saber tudo sobre cada um dos seus clientes.

Saber muito sobre um cliente é fácil. O desafio é saber tudo sobre cada um dos seus clientes. Saber muito sobre um cliente é fácil. O desafio é saber tudo sobre cada um dos seus clientes. ara descobrir o comportamento de compra dos consumidores Artex, é fundamental conhecer o máximo de informações.

Leia mais

Faturamento personalizado (Customer Engaged Billing)

Faturamento personalizado (Customer Engaged Billing) Faturamento personalizado (Customer Engaged Billing) Transforme suas comunicações mais lidas em participações multicanais altamente direcionadas que reduzem custos, aumentam a satisfação do cliente e geram

Leia mais

Comércio eletrônico 05/05/15. Objetivos de estudo. Qual o papel do e- commerce nos negócios e quais as aplicações mais importantes?

Comércio eletrônico 05/05/15. Objetivos de estudo. Qual o papel do e- commerce nos negócios e quais as aplicações mais importantes? Escola Superior de Gestão e Tecnologia Comércio eletrônico Mercados digitais, mercadorias digitais Prof. Marcelo Mar3ns da Silva Objetivos de estudo Qual o papel do e- commerce nos negócios e quais as

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

O ABC do Programa de Fidelização

O ABC do Programa de Fidelização O ABC do Programa de Fidelização COMO E POR QUÊ RETER CLIENTES? Diagnóstico As empresas costumam fazer um grande esforço comercial para atrair novos clientes. Isso implica Investir um alto orçamento em

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial Sistemas de Informação Empresarial SIG Sistemas de Informação Gerencial Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional ] [ Nível Organizacional ] Estratégico SAD Gerência sênior

Leia mais

Sistemas ERP. Profa. Reane Franco Goulart

Sistemas ERP. Profa. Reane Franco Goulart Sistemas ERP Profa. Reane Franco Goulart Tópicos O que é um Sistema ERP? Como um sistema ERP pode ajudar nos meus negócios? Os benefícios de um Sistema ERP. Vantagens e desvantagens O que é um ERP? ERP

Leia mais

NOKIA. Em destaque LEE FEINBERG

NOKIA. Em destaque LEE FEINBERG Em destaque NOKIA LEE FEINBERG A Nokia é líder mundial no fornecimento de telefones celulares, redes de telecomunicações e serviços relacionados para clientes. Como Gerente Sênior de Planejamento de Decisões

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br

Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Agenda Componentes de uma empresa Objetivos Organizacionais X Processos de negócios Gerenciamento integrado

Leia mais

O papel do CRM no sucesso comercial

O papel do CRM no sucesso comercial O papel do CRM no sucesso comercial Escrito por Gustavo Paulillo Você sabia que o relacionamento com clientes pode ajudar sua empresa a ter mais sucesso nas vendas? Ter uma equipe de vendas eficaz é o

Leia mais

CONQUISTAR E MANTER CLIENTES

CONQUISTAR E MANTER CLIENTES 1 CONQUISTAR E MANTER CLIENTES Historicamente, o marketing se concentrou na atração de novos clientes. O pessoal de vendas era mais recompensado por achar um novo cliente do que por prestar muita atenção

Leia mais

Comparativo entre os meios de comunicação para atingir 50 milhões de usuários

Comparativo entre os meios de comunicação para atingir 50 milhões de usuários Comparativo entre os meios de comunicação para atingir 50 milhões de usuários Fonte: TAKAHASHI, 2000; VEJA ONLINE, 2006 Definições de comércio eletrônico/e-business E - BUSINESS, acrônimo do termo em

Leia mais

- GUIA DO EMPRESÁRIO - Lucros Bons e Lucros Ruins

- GUIA DO EMPRESÁRIO - Lucros Bons e Lucros Ruins - GUIA DO EMPRESÁRIO - Lucros Bons e Lucros Ruins Planeta Contábil 2008 Todos os Direitos Reservados (www.planetacontabil.com.br) 1/5 Lucros Bons e Lucros Ruins Podemos pensar que lucrar é sempre bom,

Leia mais

E-book Internet Marketing que Funciona Página 1

E-book Internet Marketing que Funciona Página 1 E-book Internet Marketing que Funciona Página 1 Produção Este E-book é Produzido por: Sérgio Ferreira, administrador do blog: www.trabalhandoonline.net Visite o site e conheça várias outras Dicas GRÁTIS

Leia mais

Primeiro Email#1: Rota Problema Solução

Primeiro Email#1: Rota Problema Solução Esta segunda sequência respeita a estrutura da sequência do Eben que analisamos.o template é adequado aos profissionais que podem (e querem) trabalhar com os três mosqueteiros, ou seja, apresentar uma

Leia mais

Sistemas de Apoio. Prof.: Luiz Mandelli Neto. Sistemas de Apoio. ERP (Enterprise Resource Planning) PLANEJAMENTO DE RECURSOS EMPRESARIAIS

Sistemas de Apoio. Prof.: Luiz Mandelli Neto. Sistemas de Apoio. ERP (Enterprise Resource Planning) PLANEJAMENTO DE RECURSOS EMPRESARIAIS Sistemas de Apoio Prof.: Luiz Mandelli Neto Sistemas de Apoio ERP (Enterprise Resource Planning) PLANEJAMENTO DE RECURSOS EMPRESARIAIS Mapa de TI da cadeia de suprimentos Estratégia Planejamento Operação

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação INSTITUTO VIANNA JÚNIOR LTDA FACULDADES INTEGRADAS VIANNA JÚNIOR Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação Lúcia Helena de Magalhães 1 Teresinha Moreira de Magalhães 2 RESUMO Este artigo traz

Leia mais

Gerenciamento de Ciclo de Vida do Cliente. Uma experiência mais sincronizada, automatizada e rentável em cada fase da jornada do cliente.

Gerenciamento de Ciclo de Vida do Cliente. Uma experiência mais sincronizada, automatizada e rentável em cada fase da jornada do cliente. Gerenciamento de Ciclo de Vida do Cliente Uma experiência mais sincronizada, automatizada e rentável em cada fase da jornada do cliente. As interações com os clientes vão além de vários produtos, tecnologias

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas ERP - 01. Sistemas de Informações Gerenciais Rafael Diniz

Sistemas ERP - 01. Sistemas de Informações Gerenciais Rafael Diniz Sistemas ERP - 01 Sistemas de Informações Gerenciais Rafael Diniz Tipos de Sistemas de Informação Empresariais Sistemas que abrangem toda a empresa Aplicativos Integrados Sistemas que abrangem todas as

Leia mais

ROI COMO SABER DEFINITIVAMENTE O RESULTADO DAS AÇÕES DE MARKETING DO SEU E- COMMERCE. Por: Alexandre Maldonado

ROI COMO SABER DEFINITIVAMENTE O RESULTADO DAS AÇÕES DE MARKETING DO SEU E- COMMERCE. Por: Alexandre Maldonado ROI COMO SABER DEFINITIVAMENTE O RESULTADO DAS AÇÕES DE MARKETING DO SEU E- COMMERCE Por: Alexandre Maldonado Autor do site Marketing para E- commerce www.marketingparaecommerce.com.br TERMOS DE RESPONSABILIDADE

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

VAMOS DAR INICIO A MAIS UMA AULA DO CURSO DE PROPAGANDA E MARKETING- 4 MÓDULO COMO GANHAR DINHEIRO COM MALA DIRETA

VAMOS DAR INICIO A MAIS UMA AULA DO CURSO DE PROPAGANDA E MARKETING- 4 MÓDULO COMO GANHAR DINHEIRO COM MALA DIRETA VAMOS DAR INICIO A MAIS UMA AULA DO CURSO DE PROPAGANDA E MARKETING- 4 MÓDULO COMO GANHAR DINHEIRO COM MALA DIRETA 4 E ÚLTIMO MÓDULO: Como Ganhar dinheiro com Mala Direta APRESENTAÇÃO PESSOAL Edileuza

Leia mais

3. SISTEMAS DE APOIO GERENCIAIS

3. SISTEMAS DE APOIO GERENCIAIS 1 3. SISTEMAS DE APOIO GERENCIAIS 3.1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando recursos,

Leia mais

Aplicações Integradas Empresariais ERP e CRM Simone Senger Souza

Aplicações Integradas Empresariais ERP e CRM Simone Senger Souza Aplicações Integradas Empresariais ERP e CRM Simone Senger Souza ICMC/USP 1 Visão Tradicional de Sistemas Dentro das empresas Há funções, e cada uma tem seus usos para os sistemas de informação. Além das

Leia mais

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Vantagens e desvantagens de uma rede para a organização Maior agilidade com o uso intenso de redes de computadores; Grandes interações

Leia mais

Sociedade e Tecnologia

Sociedade e Tecnologia Unidade de Aprendizagem 15 Empresas em Rede Ao final desta aula você será capaz de inovações influenciam na competitividade das organizações, assim como compreender o papel da Inteligência Competitiva

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO. Prof. Esp. Lucas Cruz

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO. Prof. Esp. Lucas Cruz SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Prof. Esp. Lucas Cruz SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Os SIs têm o objetivo de automatizar os diversos processos empresariais, visando aumentar o controle e a produtividade, bem

Leia mais

O primeiro guia online de anúncios de Guarulhos a se tornar franquia nacional

O primeiro guia online de anúncios de Guarulhos a se tornar franquia nacional O primeiro guia online de anúncios de Guarulhos a se tornar franquia nacional O guia online Vitrine de Guarulhos é um dos produtos do Grupo Vitrine X3, lançado no dia 11/11/11 com o objetivo de promover

Leia mais

Identificar cada um dos sistemas de e-business interfuncionais abaixo e dar exemplos de como eles podem fornecer significativo valor para uma

Identificar cada um dos sistemas de e-business interfuncionais abaixo e dar exemplos de como eles podem fornecer significativo valor para uma 1 Identificar cada um dos sistemas de e-business interfuncionais abaixo e dar exemplos de como eles podem fornecer significativo valor para uma empresa, seus clientes e parceiros de negócios: de recursos

Leia mais

As cinco disciplinas

As cinco disciplinas As cinco disciplinas por Peter Senge HSM Management julho - agosto 1998 O especialista Peter Senge diz em entrevista exclusiva que os programas de aprendizado podem ser a única fonte sustentável de vantagem

Leia mais

Nove erros comuns que devem ser evitados ao selecionar e implementar uma solução de mobilidade

Nove erros comuns que devem ser evitados ao selecionar e implementar uma solução de mobilidade Nove erros comuns que devem ser evitados ao selecionar e implementar uma solução de mobilidade Introdução Introdução A empresa de pesquisa IDC prevê que mais da metade dos trabalhadores usarão ferramentas

Leia mais

Os Segredos da Internet / John Heine http://www.ganheaki.com

Os Segredos da Internet / John Heine http://www.ganheaki.com John Heine 2011 Acesse para obter mais informações! 1 Distribua livremente Você tem agora permissão para distribuir livremente este e-book, ou seja, você pode estar vendendo, ou distribuindo livremente,

Leia mais

Ninguém gosta do custo de frete. Os clientes

Ninguém gosta do custo de frete. Os clientes I E-BOOK Ninguém gosta do custo de frete. Os clientes não gostam. As lojas virtuais não gostam. O mercado não gosta. Mas apesar do crescimento dos custos de manuseio, envio e transporte de produtos, a

Leia mais

Alinhamento estratégico com o cliente

Alinhamento estratégico com o cliente Alinhamento estratégico com o cliente No esforço para reduzir os custos da cadeia de suprimento e melhorar sua eficiência, muitas empresas têm adotado uma estratégica única, padrão, para os serviços de

Leia mais

A empresa digital: comércio e negócios eletrônicos

A empresa digital: comércio e negócios eletrônicos Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 06 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

Marketing Digital. Prof. Luthiano Venecian

Marketing Digital. Prof. Luthiano Venecian Marketing Digital Prof. Luthiano Venecian Tópicos 1 - Conteúdo Programático da Disciplina II - Conceitos básicos de Marketing III - Conceitos de Marketing Digital IV - Referência Bibliográfica 2 I - Conteúdo

Leia mais

Reinventando a gestão de vendas

Reinventando a gestão de vendas Reinventando a gestão de vendas Um bom vendedor é mais importante para a empresa do que o produto. Vender não é mais persuasão, mas compreensão. Esta é a proposta de Neil Rackham, expressa durante o Fórum

Leia mais

Sistemas de e-business. Objetivos do Capítulo

Sistemas de e-business. Objetivos do Capítulo Objetivos do Capítulo Identificar cada um dos sistemas de e-business interfuncionais abaixo e dar exemplos de como eles podem fornecer significativo valor para uma empresa, seus clientes e parceiros de

Leia mais

Sistemas de Informação Aula 2

Sistemas de Informação Aula 2 Sistemas de Informação Aula 2 Prof. M.Sc. Diego Fernandes Emiliano Silva diego.femiliano@gmail.com Leitura p/ aula 3 Sugestão: Para preparação anterior ler capítulo 3 do Laudon e Laudon Posterior a aula,

Leia mais

Transformar o selfservice. conversa. Uma entrevista com Greg Pal, vice-presidente da Nuance

Transformar o selfservice. conversa. Uma entrevista com Greg Pal, vice-presidente da Nuance 5 fatores imprescindíveis para Self-Service renomado para os White Paper Transformar o selfservice em uma conversa Uma entrevista com Greg Pal, vice-presidente da Nuance Greg Pal, perito em experiências

Leia mais

Um software de gestão é realmente capaz de atender as necessidades de cada profissional? Saiba mais e usufrua de benefícios que tornarão sua empresa

Um software de gestão é realmente capaz de atender as necessidades de cada profissional? Saiba mais e usufrua de benefícios que tornarão sua empresa Um software de gestão é realmente capaz de atender as necessidades de cada profissional? Saiba mais e usufrua de benefícios que tornarão sua empresa mais ágil, com menos papel e mais resultados. 2 ÍNDICE

Leia mais

Então resolvi listar e explicar os 10 principais erros mais comuns em projetos de CRM e como podemos evita-los.

Então resolvi listar e explicar os 10 principais erros mais comuns em projetos de CRM e como podemos evita-los. Ao longo de vários anos de trabalho com CRM e após a execução de dezenas de projetos, penso que conheci diversos tipos de empresas, culturas e apesar da grande maioria dos projetos darem certo, também

Leia mais

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Fonte: Tipos de Sistemas de Informação (Laudon, 2003). Fonte: Tipos de Sistemas

Leia mais

O comércio eletrônico (CE) é, basicamente, a realização de transações empresariais vida rede de telecomunicações, especialmente a Internet.

O comércio eletrônico (CE) é, basicamente, a realização de transações empresariais vida rede de telecomunicações, especialmente a Internet. E-commerce Prof Marcus Regenold Disciplina Negócios pela Internet O comércio eletrônico (CE) é, basicamente, a realização de transações empresariais vida rede de telecomunicações, especialmente a Internet.

Leia mais

Introdução do módulo 7: Faça uma introdução sobre as vantagens e necessidade de se vender Valor e não Preço.

Introdução do módulo 7: Faça uma introdução sobre as vantagens e necessidade de se vender Valor e não Preço. Preparação do Instrutor Trazer para a reunião/encontro de vendas: DVD : Módulo 7 Aparelho de DVD e monitor de TV Flip chart e canetas ( pincel atômico) Canetas/lápis apontados Manuais dos participantes

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) Conjunto integrado de pessoas, procedimentos, banco de dados e dispositivos que suprem os gerentes e os tomadores

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA A QUALIDADE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA A QUALIDADE UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA A QUALIDADE CURITIBA ABRIL - 2000 ODILIO SEPULCRI TRABALHO DE AVALIAÇÃO MARKETING PARA

Leia mais

Uma Oportunidade Única de Negócio

Uma Oportunidade Única de Negócio Uma Oportunidade Única de Negócio no Setor de Ensino de Língua Ingles Por ser um empresário bem-sucedido, você certamente está em busca de novas oportunidades de ampliar seu negócio atual e maximizar o

Leia mais

PRIMEIRO ENCONTRO análise da sequência de. vendas de eben pagan

PRIMEIRO ENCONTRO análise da sequência de. vendas de eben pagan PRIMEIRO ENCONTRO análise da sequência de vendas de eben pagan Laila Vanetti - Agosto de 2014 Sequência de e-mails tem poder Vamos pensar em uma Carta de Vendas? E-mails Carta de Vendas Estrutura da carta

Leia mais

Prof. Cláudio ERP/CRM e Supply Chain PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Prof. Cláudio ERP/CRM e Supply Chain PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Cláudio ERP/CRM e Supply Chain PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas de ERP Enterprise Resource Planning Pacote de ferramentas que integram toda a empresa, a grande vantagem é que os dados

Leia mais

SISTEMAS ERP ENTERPRISE RESOURCES PLANNING

SISTEMAS ERP ENTERPRISE RESOURCES PLANNING SISTEMAS ERP ENTERPRISE RESOURCES PLANNING SISTEMAS ERP ENTERPRISE RESOURCEES PLANNING O ERP (Planejamento de Recursos Empresariais) consiste num sistema interfuncional que tem por missão integrar e automatizar

Leia mais

RECONHECIMENTO DE ALGUNS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

RECONHECIMENTO DE ALGUNS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO WESLLEYMOURA@GMAIL.COM RECONHECIMENTO DE ALGUNS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ANÁLISE DE SISTEMAS ERP (Enterprise Resource Planning) Em sua essência, ERP é um sistema de gestão empresarial. Imagine que você tenha

Leia mais

INFORMÁTICA APLICADA À CONTABILIDADE

INFORMÁTICA APLICADA À CONTABILIDADE PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS Curso de Contabilidade INFORMÁTICA APLICADA À CONTABILIDADE Prof. Francisco José Lopes Rodovalho Gerência do Relacionamento com o Cliente CRM CUSTOMER RELATIONSHIP

Leia mais

Plano de Negócios. Bruno Menegola Gustavo Führ Jonas Hartmann Rosália Schneider William Gonçalves

Plano de Negócios. Bruno Menegola Gustavo Führ Jonas Hartmann Rosália Schneider William Gonçalves Plano de Negócios Bruno Menegola Gustavo Führ Jonas Hartmann Rosália Schneider William Gonçalves 1 Instituto de Informática Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Caixa Postal 15.064 91.501-970

Leia mais

SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DE MÃO DE OBRA MÓVEL DA MOTOROLA UMA ESTRUTURA IDEAL PARA GERENCIAMENTO DE TAREFAS AUTOMATIZADO E INTELIGENTE EM TEMPO REAL

SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DE MÃO DE OBRA MÓVEL DA MOTOROLA UMA ESTRUTURA IDEAL PARA GERENCIAMENTO DE TAREFAS AUTOMATIZADO E INTELIGENTE EM TEMPO REAL SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DE MÃO DE OBRA MÓVEL DA MOTOROLA UMA ESTRUTURA IDEAL PARA GERENCIAMENTO DE TAREFAS AUTOMATIZADO E INTELIGENTE EM TEMPO REAL MANTENHA SUA MÃO DE OBRA, UM DOS CUSTOS MAIS ONEROSOS

Leia mais

Serviços de Consultoria Sabre Travel Network

Serviços de Consultoria Sabre Travel Network Serviços de Consultoria Sabre Travel Network Serviços de Consultoria de Sabre Travel Network Nunca foi tão importante compreender o desempenho real dos seus negócios. E tomar conhecimento do posicionamento

Leia mais

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação Capítulo 2 E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação 2.1 2007 by Prentice Hall OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever as principais características das empresas que são importantes

Leia mais

Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente

Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente Redesenhando a forma como empresas operam e envolvem seus clientes e colaboradores no mundo digital. Comece > Você pode construir de fato uma

Leia mais

Anderson L. S. Moreira

Anderson L. S. Moreira Tecnologia da Informação Aula 11 Sistemas de E-business Anderson L. S. Moreira anderson.moreira@ifpe.edu.br Instituto Federal de Pernambuco Recife PE Esta apresentação está sob licença Creative Commons

Leia mais

II. Visão Geral do e-business

II. Visão Geral do e-business II. Visão Geral do e-business 1. e-commerce X e-business 2. Vantagens do e-business 3.Problemas na Internet 4. Tipos de e-business 5. Categorias de e-business 6. Ferramentas de Comércio Eletrônico 7. Dimensões

Leia mais

Direto do CMO: Perspectivas de marketing de uma indústria em transição

Direto do CMO: Perspectivas de marketing de uma indústria em transição Direto do CMO: Perspectivas de marketing de uma indústria em transição Informações sobre a mudança dos modelos centralizados em voz para centralizados em dados Autor: Marcel Noordman, Mobile Broadband

Leia mais

Módulo 4 CRM. [ Customer Relationship Management ]

Módulo 4 CRM. [ Customer Relationship Management ] Módulo 4 CRM [ Customer Relationship Management ] Sumário Introdução pág. 01 1. Definição 2. Por que usar o CRM?? 3. Cadastro pág. 02 pág. 02 pág. 02 4. Tipos de CRM CRM pág. 04 4.1 Operacional: Criação

Leia mais

Olá, meu nome é Fred Silveira, eu sou coach empresarial e ajudo pequenos e médios empresários a conseguirem melhores resultados de suas empresas.

Olá, meu nome é Fred Silveira, eu sou coach empresarial e ajudo pequenos e médios empresários a conseguirem melhores resultados de suas empresas. Autor Olá, meu nome é Fred Silveira, eu sou coach empresarial e ajudo pequenos e médios empresários a conseguirem melhores resultados de suas empresas. Neste e-book, irei compartilhar com você 5 caminhos

Leia mais

E-Business global e colaboração

E-Business global e colaboração E-Business global e colaboração slide 1 2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. 2.1 Copyright 2011 Pearson Education, Inc. publishing as Prentice Hall Objetivos de estudo Quais as principais

Leia mais

O PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÕES NA GESTÃO MERCADOLÓGICA DA EMPRESA

O PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÕES NA GESTÃO MERCADOLÓGICA DA EMPRESA SENAC/CE Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Aperfeiçoamento Aula 05 O PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÕES NA GESTÃO MERCADOLÓGICA DA EMPRESA Instrutor: Felipe Neri Fortaleza - CE Extra, extra, extra 10/08/2010-00h49

Leia mais

Sistema. Atividades. Sistema de informações. Tipos de sistemas de informação. Everson Santos Araujo everson@everson.com.br

Sistema. Atividades. Sistema de informações. Tipos de sistemas de informação. Everson Santos Araujo everson@everson.com.br Sistema Tipos de sistemas de informação Everson Santos Araujo everson@everson.com.br Um sistema pode ser definido como um complexo de elementos em interação (Ludwig Von Bertalanffy) sistema é um conjunto

Leia mais

GUIA DEFINITIVO DE ERP PARA COMÉRCIO VAREJISTA

GUIA DEFINITIVO DE ERP PARA COMÉRCIO VAREJISTA GUIA DEFINITIVO DE ERP PARA COMÉRCIO VAREJISTA SUMÁRIO >> Introdução... 3 >> Como saber o momento certo para investir em um ERP?... 6 >> Como um sistema ERP pode me ajudar na prática?... 11 >> O que preciso

Leia mais

Classificações dos SIs

Classificações dos SIs Classificações dos SIs Sandro da Silva dos Santos sandro.silva@sociesc.com.br Classificações dos SIs Classificações dos sistemas de informação Diversos tipo de classificações Por amplitude de suporte Por

Leia mais

MARKETING NA INTERNET

MARKETING NA INTERNET MARKETING NA INTERNET HUGO HOCH CONSULTOR DE MARKETING ER. BAURU SEBRAE-SP hugoh@sebraesp.com.br Marketing na Internet O que é? o Marketing na Internet, também referido como: i-marketing, web marketing,

Leia mais

Diagnosticando os problemas da sua empresa

Diagnosticando os problemas da sua empresa Diagnosticando os problemas da sua empresa O artigo que você vai começar a ler agora é a continuação da matéria de capa da edição de agosto de 2014 da revista VendaMais. O acesso é restrito a assinantes

Leia mais

DCC133 Introdução à Sistemas de Informação. E-business global e colaboração

DCC133 Introdução à Sistemas de Informação. E-business global e colaboração Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação DCC133 Introdução à Sistemas de Informação TÓPICO 2 E-business global e colaboração Prof. Tarcísio de Souza Lima OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

ARKETING INTERNET SEO CRIATIVIDADE AGÊNCIA CRIAÇÃO

ARKETING INTERNET SEO CRIATIVIDADE AGÊNCIA CRIAÇÃO DESIGN CRIAÇÃO AGÊNCIA USABILIDA ARKETING INTERNET SEO DIGIT CRIATIVIDADE DESDE 1999 NO MERCADO, A M2BRNET É UMA AGÊNCIA DE MARKETING DIGITAL ESPECIALIZADA EM SOLUÇÕES PERSONALIZADAS. SI ARQ Desde 1999

Leia mais

MANUAL GRATUITO PARA DIVULGAÇÃO NA INTERNET

MANUAL GRATUITO PARA DIVULGAÇÃO NA INTERNET SITE SALÃO DE BELEZA APRESENTA MANUAL GRATUITO PARA DIVULGAÇÃO NA INTERNET BÔNUS: Mais 20 outros lugares para divulgar além do Facebook. Atenção! Siga as instruções e divulgue mais e melhor seu salão de

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 05 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais