REALIZAÇÃO, SOFRIMENTO, SAÚDE E ADOECIMENTO: ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O ESTUDANTE E SUA TRAJETÓRIA UNIVERSITÁRIA. RESUMO

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1 REALIZAÇÃO, SOFRIMENTO, SAÚDE E ADOECIMENTO: ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O ESTUDANTE E SUA TRAJETÓRIA UNIVERSITÁRIA. Alexsandro Macêdo Saraiva Luciana Martins Quixadá Universidade Estadual do Ceará - UECE RESUMO A vida universitária impõe ao estudante desafios, no intuito de auxiliá-lo no desenvolvimento de novos conhecimentos, habilidades, competências e valores essenciais à sua formação profissional e humana. Mas, na prática, observa-se que o estudante universitário se depara com inúmeras dificuldades e deficiências em seu processo formativo que muitas vezes comprometem sua vida acadêmica. Nesse sentido, este artigo procura ensejar algumas reflexões sobre o modus vivendi do estudante universitário, apontando as contradições entre o papel da universidade na formação integral do ser, de um lado, e do outro, e as dificuldades enfrentadas pelos estudantes e as práticas fragmentárias da universidade e a ausência de uma assistência eficaz ao estudante no enfrentamento de suas problemáticas. PALAVRAS-CHAVE: vida universitária, adaptação, formação integral do ser

2 1 REALIZAÇÃO, SOFRIMENTO, SAÚDE E ADOECIMENTO: ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O ESTUDANTE E SUA TRAJETÓRIA UNIVERSITÁRIA. Alexsandro Macêdo Saraiva Luciana Martins Quixadá Universidade Estadual do Ceará - UECE A Universidade é um espaço desafiador para todos os profissionais que nela trabalham. O processo envolvido na produção e disseminação do conhecimento mobiliza aspectos cognitivos, sociais, físicos e emocionais que perpassam toda a formação dos que nela se encontram inseridos. Enquanto espaço institucional, observa-se a produção de situações que ocasionam sofrimento em seus protagonistas, o que muitas vezes não é percebido pela maioria das pessoas. Apesar disso, o sofrimento não deixa de manifestar seus efeitos, comprometendo o bom funcionamento das diversas esferas do ambiente universitário. Dentre estas, podemos destacar algumas vivências específicas do corpo discente, cuja vida acadêmica é geralmente perpassada por uma série de problemas e dificuldades oriundas de vivências anteriores ou mesmo surgidos ao longo do seu processo de formação. As dificuldades de adaptação e de aprendizagem resultantes do impacto da mudança da estrutura institucional sofrido pelo aluno recém-ingresso, as quais podem de manifestar através do absenteísmo, drogadição, depressão e suicídio, ansiedade e estresse. Estes são alguns dos inúmeros quadros apresentados cotidianamente pelos alunos em sala de aula, nos corredores e outros espaços universitários, no seu percurso de formação. O resultado dessa sintomatologia que emerge dentro do espaço universitário pode ser constatado nos índices de reprovação, trancamento, evasão escolar, realidade que implica em ônus à universidade, a qual investe em alunos com dificuldades no exercício de suas atividades, sem nenhum tipo de acompanhamento para suas problemáticas (GOMES, ANGERAMI E MENDES, 1995) Santos et al (1992) ressalta o fenômeno do Choque do Primeiro Semestre, que se configura como um momento crítico da vida universitária, em decorrência do momento em que o aluno troca de ambiente de estudos, mudança de vida e desilusão com a escolha, além da troca de amigos, de cidade e o afastamento da família.

3 2 É importante compreendermos que este momento de transição vivenciado pelos estudantes ao ingressarem na Universidade, implica também em desafios como aquisição de domínio da linguagem acadêmica, a construção de uma identidade profissional, adaptação ao novo espaço físico, perda da referência da sala de aula exclusiva (turma) como ponto de apoio, desligamento abrupto do grupo de amigos do colégio e estabelecimento de novos vínculos com base nos novos interesses e aspirações (HOIRISCH, 1993). Esse mundo novo de valores (éticos, morais, religiosos e culturais), via de regra, é motivo de muita apreensão e ansiedade para o estudante, e podem ser detonadoras de dificuldades psicossociais ou exarcebadoras das já existentes (SANTOS ET al, 1992). A grande maioria dos estudantes que ingressam na universidade estão na adolescência e, durante a sua vida acadêmica enfrentam o processo de transição para idade adulta, o que implica desenvolvimento da maturidade psicoafetiva e a consolidação dos papéis sexuais e sociais, para fins de consolidação da sua identidade pessoal e profissional (SCHERER, SCHERER E CARVALHO, 2006). Desse modo, o espaço universitário é o locus principal do desenvolvimento psicossocial do estudante, palco de emergência da grande parte dos conflitos enfrentados por ele para incorporação do papel de adulto. (STACCIARINI E ESPERIDIÃO, 1993) Além da crise evolutiva desta fase, considere-se também as crises acidentais dentre as quais podemos citar: morte de um dos familiares, separação dos pais, rompimento amoroso, gravidez, aborto, doenças, drogadição etc., que podem se apresentar ao longo da vida acadêmica do estudante, ou mesmo serem anteriores ao seu ingresso na Universidade, e são mobilizadoras de mecanismos de adaptação ou defesa por vezes desajustados, que inevitavelmente influenciam o processo de formação acadêmica, resultando em um desgaste emocional extremamente prejudicial ao futuro exercício profissional. Além das dificuldades pessoais, ressalte-se ainda os conflitos inerentes ao próprio processo de formação do estudante, como dificuldades de aprendizagem, o lidar com a subjetividade do outro, as questões éticas, que são causadoras de muita angústia e preocupação entre os estudantes (HOIRISCH, 1993). Nesse sentido, Moscovici (2004) nos chama a atenção ao fato de que, enquanto o desenvolvimento da competência técnica é inquestionável no processo de formação do indivíduo, a competência interpessoal, pelo contrário, geralmente é negligenciada pelas instituições de

4 3 ensino, por ser encarada como um a priori, um dom do indivçduo, na carecendo o desenvolvimento de habilidades para tal fim. Um outro grupo de dificuldades pode ser observado durante o processo de estégio, na qual o estudante se vñ diante do novo papel, ocasiöo em que deve confrontar seu conhecimento teürico com as situaáàes reais e imprevisçveis da prética profissional. (SCHERER, SCHERER e CARVALHO, 2006) E por fim, consideremos o momento da conclusöo de curso, na qual o estudante se vñ na iminñncia de se tornar um profissional e, com isso, sobrevâm as angästias e afliáàes de se perder a tutela da instituiáöo e dos professores num momento em que ainda se sente inseguro para assumir sua identidade profissional. (SAUPE e GEIB, 2002) Deve-se tambâm considerar o prüprio modelo de formaáöo do aluno proposto pela universidade. O projeto atual de Universidade sinalizam para uma dimensöo holçstica e sistñmica de ser humano, que leva em consideraáöo a multidimensionalidade da natureza do homem. No entanto, o que ainda se observa â um processo de formaáöo do estudante universitério pouco humanizado, desfocado da pessoa e focado na instrumentalizaáöo tâcnica do sujeito. Em outras palavras hé uma Ñnfase da dimensöo intelectual ou cognitiva, em detrimento quase que total das dimensàes emocional e social que integram a totalidade da pessoa humana. Para Jorge e Rodrigues (1995), o que se observa â que, apesar de um amplo discurso de humanizaáöo da formaáöo profissional, ainda se privilegia o aspecto tâcnico-cientçfico em detrimento do crescimento interno de cada um. Essa Ñnfase conduz gradualmente o acadñmico a um processo de desumanizaáöo do outro e de si mesmo. O resultado disso, segundo Saupe e Geib (2002) â a formaáöo para o mercado de trabalho de profissionais emocionalmente despreparados para lidar com o outro e afetivamente desconectados com a dimensöo biopsicossocioespiritual do fenãmeno humano. Refletindo a trajetória universitária Considerando as questàes supracitadas, que nos demonstram os desafios e dificuldades da trajetüria do estudante na universidade, que tipo de conclusàes podemos tirar? å certo que para entender os meandros dessa trajetüria, precisamos nos debruáar sobre os seguintes questionamentos: Quais as dificuldades, sentimentos e percepáàes da pessoa por trés do estudante

5 4 universitário e como ele os tem vivenciado e enfrentado? Como a universidade tem dado atenção a complexidade do fenômeno humano que se manifesta na conduta dos seus alunos? Diante dessa diversidade de desafios e dificuldades que permeiam a vida acadêmica do estudante universitário, a Universidade tem adotado estratégias para minimizar tais efeitos? De que forma? Caso a resposta seja negativa, podemos cogitar a universidade como um possível espaço de adoecimento para o estudante? E como os mesmos têm lidado com isso? Há uma série de questões como essas que nos conduzem à reflexões acerca do ambiente universitário enquanto espaço de crescimento ou adoecimento para o estudante. A primeira pergunta que se faz é quem é esse o estudante universitário. Jorge (1997) ao discorrer sobre a trajetória do estudante universitário coloca-o enquanto um ser em construção em busca de seu plano de vida enfrentando desafios e descaminhos. O estudante enquanto aquele que, na acepção sartreana, busca se constituir enquanto projeto, é a pessoa cujas ações visam um futuro com possibilidades de viver plenamente, ou seja, um futuro de realização pessoal e profissional, numa trajetória de decisões, lutas, frustrações e insegurança. Enquanto ser-nomundo sente, sofre, luta, transforma a si e seu mundo. É um ser cuja saúde está relacionada a responsabilidade de ser livre para dirigir o processo de se construir enquanto pessoa e enquanto futuro profissional. A segunda pergunta, não menos importante, é o que a universidade tem feito para ajudar o estudante nesse processo. Que paradigma educacional permeia a formação do aluno universitário? Os estudos de Jorge e Rodrigues (1995) nos apontam que o apoio ao estudante está voltado apenas para os aspectos pedagógicos e/ou a assistência emergencial e curativa, havendo pouca preocupação com os aspectos do seu desenvolvimento integral. As autoras ainda asseveram que seus programas de assistência estudantil são deficientes em atender as necessidades dos alunos, com intervenções geralmente de caráter pedagógico-administrativas e excessivamente formais, gerais e impessoais. Apesar de um aparente discurso da integralidade do ser, a universidade continua tratando o discente de forma fragmentada, na medida em que supervaloriza o aprendizado técnico em detrimento do crescimento integral do sujeito enquanto pessoa. Nesse sentido, a universidade reproduz o fenômeno de fragmentação do conhecimento e do sujeito percebido em todos os demais setores da educação, como assevera Morin (2003: 20):

6 5 o sistema educativo fragmenta a realidade, simplifica o complexo, separa o que â inseparével, ignora a multiplicidade e a diversidade... A educaáöo deveria romper com isso mostrando as correlaáàes entre os saberes, a complexidade da vida e dos problemas que hoje existem. Caso contrério, seré sempre ineficiente e insuficiente para os cidadöos do futuro. Nessas breves reflexàes se mostra inegével o compromisso e a responsabilidade da universidade para com o bem-estar e a saäde do seu corpo discente, pela sua prüpria caracterçstica de espaáo de formaáöo do sujeito. À guisa de conclusão Essas breves consideraáàes nos sinalizam a necessidade de se repensar a formaáöo universitéria e de se desenvolver na universidade mais espaáos de acompanhamento da trajetüria de seus estudantes, desde o ingresso ao fim do curso, de modo a minimizar os impactos da adaptaáöo ao ambiente acadñmico, assim como tambâm possibilitar maiores oportunidades de crescimento pessoal dos estudantes, futuros profissionais. No entanto, tal empreitada requer um grande projeto de conscientizaáöo dos diversos setores da universidade, em particular os Programas de AssistÑncia Estudantil, envolvendo a participaáöo de todos aqueles que compàem a comunidade universitéria, em uma reflexöo sâria sobre a importçncia do cuidar dentro do ambiente universitério, de modo a termos uma polçtica de formaáöo integral mais efetiva nesse espaáo social. As dificuldades nöo podem ser negadas, e os desafios tambâm. Aprendemos tambâm que â preciso um olhar mais sistñmico sobre a vida universitéria e seus dramas. Resta-nos agora o peso da responsabilidade que vem com o conhecimento adquirido. AssumÇ-lo ou nöo â uma questöo de compromisso âtico que cabe a cada um refletir e decidir. REFERÊNCIAS GOMES, D.; ANGERAMI, E.; MENDES, I.. Acompanhamento da vida escolar dos alunos ingressantes no curso de graduaáöo em enfermagem numa escola brasileira - perçodo 1984 a Revista Latino-americana de Enfermagem, v.03 n.1 RibeirÖo Preto, p , jan,1995.

7 6 HOIRISCH, A.; BARROS, D.; SOUZA, I.. Orientação psicopedagógica no ensino superior. São Paulo: Cortez, 1993 JORGE, M.. Indo em busca do seu plano de vida: a trajetória do estudante universitário. Florianópolis: Papa-livro, JORGE, M.; RODRIGUES, A.. Serviços de suporte ao estudante oferecidos pelos cursos de enfermagem no Brasil. Revista Latino-Americana de Enfermagem. Ribeirão Preto, v. 3, n. 2, p.59-68, jul, 1995 MOSCOVICI, F. Desenvolvimento interpessoal: treinamento em grupo. Rio de janeiro: José Olympio, MORIN, E. A escola mata a curiosidade. Seção Fala Mestre! Nova Escola, n. 168, p , dezembro SANTOS, J.; TOQUETON, D.; ANTUNES. H. et al. O desligamento de alunos na USP. Dimensão e composição. São Paulo: NAEG/USP, SAUPE, R.; GEIB, L.. Programas tutoriais para os cursos de enfermagem. Revista Latino- Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 10 n. 5, p , set-out, SCHERER, Z.; SCHERER, E.; CARVALHO, A. Reflexões sobre o ensino da enfermagem e os primeiros contatos do aluno com a profissão. Rev. Latino-Am. Enfermagem, Ribeirão Preto, v.14 n.2, p , mar-abr, STACCIARINI, J.; ESPERIDIÃO, E.. Repensando estratégias de ensino no processo de aprendizagem. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v.7 n.5, p , dez, 1999.

8 7 ESQUEMA DO PÔSTER REALIZAÇÃO, SOFRIMENTO, SAÚDE E ADOECIMENTO: ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O ESTUDANTE E SUA TRAJETÓRIA UNIVERSITÁRIA. Alexsandro Macêdo Saraiva Luciana Martins Quixadá Universidade Estadual do Ceará - UECE 1. Caracterizando o espaço universitário: desafios e dificuldades a. A questão da adaptação b. Dificuldades na trajetória i. Desenvolvimentais ii. Adaptação ao espaço universitário iii. Modelo fragmentário da formação 2. Refletindo a trajetória universitária a. Quem é o estudante universitário? b. Qual a proposta educacional da Univesidade e sua política de assistência ao Estudante? 3. À guisa de conclusão 4. Referências

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