Monitoramento de Peixes Ultrasom & Radio Congresso de Zoologia Belém 2010 II Simpósio de Radiotelemetria Uwe H. Schulz, UNISINOS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Monitoramento de Peixes Ultrasom & Radio Congresso de Zoologia Belém 2010 II Simpósio de Radiotelemetria Uwe H. Schulz, UNISINOS uwe@unisinos."

Transcrição

1 Monitoramento de Peixes Ultrasom & Radio Congresso de Zoologia Belém 2010 II Simpósio de Radiotelemetria Uwe H. Schulz, UNISINOS

2 Sistemas usados no meio aquático: Ultrasom (acústico) - Radio Ultrasom Água com alta condutividade (mar) Águas profundas Radio Água doce Águas rasas

3 Ultrasom - Radio Antena Receiver: Ultrasom Receiver: Radio Hidrofone Transmissor: ultrasom ou radio Winter, J.(1996), Advances in underwater Biotelemetry. In: Murphy, B. R. & Willis (eds), Fisheries Techniques, AFS, Maryland.

4 Como funciona Ultrasom? Os componentes do equipamento Hidrofone Transmissor analógico Receiver

5 Exemplos de aplicação Rastreamento da truta migratória no Lago Constança, Alemanha Alcance 5 km Alcance 1 km

6 Rastreamento de lula no Mar Chinês, leste de Taiwan Movimento vertical ss.snf.affrc.go.jp/english/ wwwsupl/supl9j1.jpg

7 Rastreamento de lula no Mar Chinês, leste de Taiwan Movimento horizontal Rastreamento de um animal por vez

8 Rastreamento automático Estações fixas Exemplo: Recifes de Corais Método: Triangulação

9 Movimento de duas lagostas

10 Pacific Ocean Shelf Project = POST VR2-receiver

11 Series de receivers acusticos entre Alaska e California Oncorhynchus sp Ascipenser

12 Limitações Ruído de fundo (ondas, sedimento grosso rolando no fundo de um rio, bolhas de ar, chuva), Ruído biogênico (no mar), Estratificação térmica e química da água (reflexões), Plâncton ou Sedimento em suspensão, Causam: Diminuição Signal / Noise ratio (relação do sinal com ruído de fundo) Rochas causam reflexões ou ecos (Hidrofone perde a direcionabilidade) Plantas entre transmissor e hidrofone bloqueiam propagação do som Número restrito de animais para rastreamento móvel Tendência: Uso de datalogger tipo VR-2

13 Archival Pop-up tags Datalogger: Medem temperatura, profundidade, nível de luz Soltam-se do animal, Sobem para a superfície, Mandam os dados arquivados via ARGOS

14 Tubarão azul (Prionace glauca) Campana et al. 2009: Bycatch and discard mortality... Mar. Ecol. Prog. Ser. 387,

15 Como funciona Radio? Os componentes do equipamento Transmissor (analógico / digital) fixo Antena móvel Receiver

16 Telemetria com ondas de radio Atenuação aumenta com profundidade Ângulo 6 O

17 Freqüência, Profundidade, Condutividade HF (High Frequency): < 30 MHz VHF (Very High Frequency):> MHz UHF(Ultra High Frequency): > 300 MHz Winter, J.(1996), Advances in underwater Biotelemetry. In: Murphy, B. R. & Willis (eds), Fisheries Techniques, AFS, Maryland Melhor alcance: Baixa profundidade, Baixa condutividade, Baixa freqüência (Elevação máx. antena D max km= c h)

18 Desvantagem de freqüência baixa: Antenas enormes 40 Mhz150 MHz Frações de λ λ 40MHz =c/freq = 300 x 10 6 ms -1 /40 x 10 6 s -1 = 300/40m = 7,5 m λ 40MHz /2 = 3,25 m Winter, J.(1996), Advances in underwater Biotelemetry. In: Murphy, B. R. & Willis (eds), Fisheries Techniques, AFS, Maryland λ 150MHz =c/freq = 300 X 10 6 ms-1/150 X 10 6 = 300/150 = 2 m λ 150MHz /2 = 1 m

19 Transmissores implantados

20 Dourado com transmissor: 410 dias marcados

21 Siluriformes... Depois 70 dias... Depois 84 dias... Schulz 2003: Effects of dummy transmitters...

22 Efeitos de marcação Jundiá (Rhamdia quelen) em cativeiro 450 Variação dos pesos médios dos peixes peso (g) g. controle g. teste biometrias (dias)

23 Efeitos de marcação Dourado (Salminus brasiliensis)

24 Projetos Atividade nictemeral de Rhamdia quelen Migrações e movimentos do grumatã, Prochilodus lineatus, no Rio dos Sinos Movimentos e áreas de vida do dourado, Salminus brasiliensis, no Rio dos Sinos Re-introdução do dourado (Salminus brasiliensis) nas cabeceiras do Rio dos Sinos: o efeito da densidade sobre a dispersão.

25 Rio dos Sinos Sapiranga Taquara Pinheiros São Leo Monjolo Canoas 10 km

26 Movimentos e áreas de vida do dourado com estações fixas registro automático de peixes marcados

27 Movimentos e áreas de vida do de avião dourado

28 Movimentos e áreas de vida do de barco dourado

29 Olaria Daut Estação Taquara Estação Sapiranga FIX TAQUARA FIX SAPIRANGA Estação São Leopoldo Salminus 069 Home range: 4064 m Salminus Salminus 27 Home range: 2037 m Home range: 2763 m m Salminus Home Range: 3857 m

30 Distâncias percorridas F r e q 1,0 0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 0, > 500 Distância [m/h] n =609 posições em 2001 abril - agosto Código Dias rastr. Média diária [m] Salm Salm Salm Salm s.d. F-valor ANOVA 0,038 p=0,99

31 Influência de parâmetros físico-químicos Regressão linear multipla: Var. independentes: ph, O 2, turbidez, nível d`água, condutividade, temperatura Var. dependentes: Σ distâncias diárias (m d -1 ) Model Summary Model 1 2 Change Statistics Adjusted Std. Error of R Square R R Square R Square the Estimate Change F Change df1 df2 Sig. F Change,918 a,842, ,1406,842 11, ,000,905 b,820, ,3594 -,022 1, ,199 a. Predictors: (Constant), TEMP, TURB, NIVEL, PH, OD, COND b. Predictors: (Constant), TEMP, TURB, NIVEL, OD, COND Variável Turbidez O 2 B (unstandartized) -20, ,883 p 0,011 0,023 Atividade é mais alta em situações de estiágem Condutivid ,918 <0,001 Nível d`água Temperatura Constant , , ,642 0,001 0,087,002

32 F IX. C AN O AS m F IX. C AN O AS m HUMAITÁ HUMAITÁ FIX. NO VO HA MBUR GO 54844m Olaria Daut FIX. N OVO H AMBU RGO m FIX SAPIRANGA 73623m FIX SAPIRANGA m F IX TAQUARA m FIX T AQUARA m F IX. P IN HE IR IN HO S m F IX. P IN HE IRI NH OS m FI X. MO NJ OLO FIX. M ONJ OLO Piracema 2001/02 Piracema 2002/03

33 00:00 01:00 02:00 03:00 04:00 05:00 06:00 07:00 08:00 09:00 10:00 11:00 12:00 13:00 14:00 15:00 16:00 17:00 18:00 19:00 20:00 21:00 22:00 23: Padrão nictemeral estações fixas ( ) Hora do dia (h) Contagens totais = 542 de 29 dourados Contagens [n]

34 Padrão sazonal estações fixas ( ) Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Contagens [n] Mês Contagens totais = 542 de 29 dourados Época de defeso

35 Todas posições em relação com banhados km No. Posições N esperado Chi 2 P Banhados 57, ,4 <0,001 outros 75,

36

37

38 Desenho da Experiência Definição do objetivo (não: Colocarmos peixes marcados na água, vamos ver o que fazem...) Exemplo 1: Quais são as áreas de reprodução do dourado? Equipamento apropriado: Rastreamento móvel, avião, barco, 1 receptor, 1 antena, GPS, transmissores, muita mão de obra. Exemplo 2: Qual é a distribuição do dourado em relação com a correnteza jusante de uma usina hidrelétrica? Equipamento: 1 Data logger para vertedouro, X para as turbinas, transmissores, 1 data logger mais para monitorar peixes saindo da área. Projeto Piloto Testes de performance: Limites do sistema (Ruído eletrônico, alcance..) Avaliação dos dados testes

39 Feliz rastreamento

Gargalos e Rumos da Radiotelemetria no Brasil:

Gargalos e Rumos da Radiotelemetria no Brasil: Gargalos e Rumos da Radiotelemetria no Brasil: dificuldades e necessidades do usuário Alexandre Godinho Centro de Transposição de Peixes (CTPeixes) UFMG agodinho@ufmg.br Sumário da Apresentação Espécies

Leia mais

GT PERSONAL GPS RASTREAMENTO PESSOAL

GT PERSONAL GPS RASTREAMENTO PESSOAL GT PERSONAL GPS RASTREAMENTO PESSOAL Baseados em nossa experiência em aplicações de GPS e Telemetria, e devido às pequenas dimensões (70x40x20 mm) do GT PERSONAL GPS este dispositivo portátil executa o

Leia mais

Parâmetros de qualidade da água. Variáveis Físicas Variáveis Químicas Variáveis Microbiológicas Variáveis Hidrobiológicas Variáveis Ecotoxicológicas

Parâmetros de qualidade da água. Variáveis Físicas Variáveis Químicas Variáveis Microbiológicas Variáveis Hidrobiológicas Variáveis Ecotoxicológicas Parâmetros de qualidade da água Variáveis Físicas Variáveis Químicas Variáveis Microbiológicas Variáveis Hidrobiológicas Variáveis Ecotoxicológicas Coloração - COR Variáveis Físicas associada à presença

Leia mais

Peixes migradores do rio Uruguai: Monitoramento, ações de manejo e conservação

Peixes migradores do rio Uruguai: Monitoramento, ações de manejo e conservação Peixes migradores do rio Uruguai: Monitoramento, ações de manejo e conservação Prof. Evoy Zaniboni Filho, Dr. Departamento de Aqüicultura / CCA Universidade Federal de Santa Catarina Florianópolis, SC,

Leia mais

Antenas Parabólicas -- Apostila Básica

Antenas Parabólicas -- Apostila Básica Antenas Parabólicas -- Apostila Básica Antenas parabólicas são usadas em UHF e Microondas. Possuem uma alta diretividade o que nos leva a perceber que possuem um alto ganho. Uma antena receptora de satélites

Leia mais

INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO. IVAO Brasil Academy. Versão 01 / Maio 2013

INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO. IVAO Brasil Academy. Versão 01 / Maio 2013 INTERNATIONAL VIRTUAL AVIATION ORGANISATION DIVISÃO BRASILEIRA DEPARTAMENTO DE TREINAMENTO Versão 01 / Maio 2013 NDB Radio Farol Não Direcional Autor: Desconhecido Padronizado por: Cmte. João Gabriel Faria

Leia mais

Circuitos de Comunicação Introdução

Circuitos de Comunicação Introdução Circuitos de Comunicação Introdução Gil Pinheiro UERJ-FEN-DETEL Circuitos de Comunicação Objetivo: Estudar os blocos funcionais eletrônicos e de processamento digital de sinais que são utilizados nas comunicações

Leia mais

MOTO LINK VÍDEO MONITORAMENTO DIGITAL. Divisão Relm Monitoramento. Divisão Relm Monitoramento

MOTO LINK VÍDEO MONITORAMENTO DIGITAL. Divisão Relm Monitoramento. Divisão Relm Monitoramento MOTO LINK VÍDEO MONITORAMENTO DIGITAL 3G NOV/2014 MULTI-APLICAÇÕES OPERADORA CDMA/EDGE/GPRS/3G INTERNET CENTRAL DE MONITORAMENTO Evento / Foto ilustrativa Evento / Foto ilustrativa Software de Reprodução

Leia mais

ANEXO V PROGRAMA DE MONITORAMENTO DA UNIDADE DEMONSTRATIVA DO MANGARAI

ANEXO V PROGRAMA DE MONITORAMENTO DA UNIDADE DEMONSTRATIVA DO MANGARAI ANEXO V PROGRAMA DE MONITORAMENTO DA UNIDADE DEMONSTRATIVA DO MANGARAI MONITORAMENTO AMBIENTAL 1 - Locais a serem monitorados. 1.1- Quatorze seções transversais de córregos e rios para analise de parâmetros

Leia mais

Apostila Básica sobre transmissão de TV Digital Padrão Brasileiro

Apostila Básica sobre transmissão de TV Digital Padrão Brasileiro 1 Apostila Básica sobre transmissão de TV Digital Padrão Brasileiro Capitulo 1: Para começarmos a falar sobre TV Digital devemos conhecer os tipos de modulação digital que existem e entender, ao menos,

Leia mais

Visita técnica de Canal do Piracema

Visita técnica de Canal do Piracema RELATÓRIO DE VIAGEM Visita técnica de Canal do Piracema Itaipu Dam, Brasil, 14 a 19 de janeiro de 2004 Lisiane Hahn (UEM) Universidade Estadual de Maringá Relatório de Técnico AVALIAÇÃO DA MIGRAÇÃO DE

Leia mais

Transmissor de Nível Ultrassônico USonic

Transmissor de Nível Ultrassônico USonic 1 Transmissor de Nível Ultrassônico USonic 2 Características Alimentação a dois fios, 4-20 ma, HART Faixa de medição: 0,3 a 9,1 m Span mínimo: 76mm Precisão: 0.15% ou 5mm Repetibilidade: < 3mm 3 Especificações

Leia mais

Mobilização Social e Pesquisa como Ferramentas na Gestão de Bacias

Mobilização Social e Pesquisa como Ferramentas na Gestão de Bacias Mobilização Social e Pesquisa como Ferramentas na Gestão de Bacias Água e Saúde Humana Feevale 9 de Setembro 2013 Uwe H. Schulz, PPG Biologia, Unisinos Viviane Nabinger, Comitesinos Estrutura Introdução

Leia mais

Luiz Bertini. Antenas Parabólicas

Luiz Bertini. Antenas Parabólicas Antenas Parabólicas Possuem uma alta diretividade o que nos leva a perceber que possui um alto ganho. Uma antena receptora de satélites de 3 metros de diâmetro, por exemplo, tem um ganho de 33dB, ou seja,

Leia mais

Convivência Banda C Satélite e WiMAX

Convivência Banda C Satélite e WiMAX Convivência Banda C Satélite e WiMAX 16 de agosto de 2011 Interferência na Banda C Sinal satélite ( transmitido a 36.000 km de distância) recebido com potência muito menor que sinal WiMAX (transmitido

Leia mais

RDT Radiotransmissão

RDT Radiotransmissão MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SÃO JOSÉ SANTA CATARINA RDT Radiotransmissão Prof. Ramon Mayor Martins,

Leia mais

Realizando o ensaio de ultra-som

Realizando o ensaio de ultra-som Realizando o ensaio de ultra-som A UU L AL A Na aula anterior, você ficou sabendo que o ultra-som é uma onda mecânica que se propaga de uma fonte emissora até uma fonte receptora, através de um meio físico.

Leia mais

Redes de Computadores sem Fio

Redes de Computadores sem Fio Redes de Computadores sem Fio Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein Programa de Pós-Graduação em Engenharia Eletrônica Faculdade de Engenharia Universidade do Estado do Rio de Janeiro Programa Introdução

Leia mais

Introdução a Propagação Prof. Nilton Cesar de Oliveira Borges

Introdução a Propagação Prof. Nilton Cesar de Oliveira Borges Introdução a Propagação Prof. Nilton Cesar de Oliveira Borges Como a luz, uma onda de rádio, perderia-se no espaço, fora do nosso planeta, se não houvesse um fenômeno que provocasse sua curvatura para

Leia mais

Camada Física: Meios de transmissão não guiados

Camada Física: Meios de transmissão não guiados Alan Menk Santos alanmenk@hotmail.com www.sistemasul.com.br/menk Camada Física: Meios de transmissão não guiados Transmissão sem Fio Pessoas cada vez mais dependente das redes; Alguns especialistas afirmam

Leia mais

Underwater Comunicação Rádio

Underwater Comunicação Rádio Underwater Comunicação Rádio por VK5BR Butler Lloyd (Originalmente publicado em Rádio Amador, Abril de 1987) Até onde podemos comunicar submerso no mar ou em um lago. Quão grande é a atenuação do sinal

Leia mais

RECEPTOR AM DSB. Transmissor. Circuito Receptor AM DSB - Profº Vitorino 1

RECEPTOR AM DSB. Transmissor. Circuito Receptor AM DSB - Profº Vitorino 1 RECEPTOR AM DSB Transmissor Circuito Receptor AM DSB - Profº Vitorino 1 O receptor super-heteródino O circuito demodulador que vimos anteriormente é apenas parte de um circuito mais sofisticado capaz de

Leia mais

Gestão de operações aeroportuárias: Controle do espaço aéreo e auxílios à navegação

Gestão de operações aeroportuárias: Controle do espaço aéreo e auxílios à navegação Gestão de operações aeroportuárias: Controle do espaço aéreo e auxílios à navegação Designação de Aerovias ROTAS CONTINENTAIS: São aerovias traçadas sobre o continente ligando pontos e/ou auxílios de

Leia mais

Comunicação sem fio - antenas

Comunicação sem fio - antenas Comunicação sem fio - antenas Antena é um condutor elétrico ou um sistema de condutores Necessário para a transmissão e a recepção de sinais através do ar Na transmissão Antena converte energia elétrica

Leia mais

Este guia descreve como instalar a Antena Omnidirecional 10dbi da GTS Network (modelo: 78.0211A).

Este guia descreve como instalar a Antena Omnidirecional 10dbi da GTS Network (modelo: 78.0211A). Este guia descreve como instalar a Antena Omnidirecional 10dbi da GTS Network (modelo: 78.0211A). Apresenta como realizar a instalação, posicionamento correto e utilização com os principais equipamentos

Leia mais

www.philips.com/welcome

www.philips.com/welcome Register your product and get support at www.philips.com/welcome SDV1225T/55 PT Manual do Usuário Sumário 1 Importante 4 Segurança 4 Aviso para os EUA 4 Aviso para o Canadá 4 Reciclagem 4 Português 2

Leia mais

Maringá, Brasil, abril de 2004

Maringá, Brasil, abril de 2004 PROPOSTA DO TESE PADRÕES DE MIGRAÇÃO DE PEIXES NO ALTO RIO URUGUAI E CAPACIDADE DE TRANSPOSIÇÃO DE OBSTÁCULOS Maringá, Brasil, abril de 2004 Lisiane Hahn Universidade Estadual de Maringá 1 Universidade

Leia mais

Questão 57. Questão 58. Questão 59. alternativa C. alternativa C

Questão 57. Questão 58. Questão 59. alternativa C. alternativa C Questão 57 Um automóvel e um ônibus trafegam em uma estrada plana, mantendo velocidades constantes em torno de 100 km/h e 75 km/h, respectivamente. Os dois veículos passam lado a lado em um posto de pedágio.

Leia mais

1 a Lista de Exercícios

1 a Lista de Exercícios UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO OCEANOGRÁFICO IOF1202 - Oceanografia Física Descritiva Arquivo obtido em: http://www.danilorvieira.com/ 1 a Lista de Exercícios 2 a Semestre de 2007 Aluno Danilo Rodrigues

Leia mais

Uso do Espectro em 3,5GHz e Recepção Satélite na Banda C

Uso do Espectro em 3,5GHz e Recepção Satélite na Banda C Uso do Espectro em 3,5GHz e Recepção Satélite na Banda C Agosto de 2012 1 Agenda Testes da Star One A Questão afeta toda a Banda C e não somente a Banda Estendida Tanto a Transmissão Digital quanto a Analógica

Leia mais

O Radar Meteorológico

O Radar Meteorológico O Radar Meteorológico Demilson Quintão PY2UEP Bauru, 2014 1 Previsão Meteorológica 1-Climática: indica tendência das estações em escalas regionais, continentais, globais. 2-Previsão Meteorológica comum

Leia mais

Dados para mapeamento

Dados para mapeamento Dados para mapeamento Existem dois aspectos com relação aos dados: 1. Aquisição dos dados para gerar os mapas 2. Uso do mapa como fonte de dados Os métodos de aquisição de dados para o mapeamento divergem,

Leia mais

A radiotelemetria no estudo dos animais

A radiotelemetria no estudo dos animais Aula 1 A radiotelemetria no estudo dos animais José Eduardo Mantovani Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE São José dos Campos, São Paulo manto@dsr.inpe.br mantovani, 2006, XXVI CBZ 1 Radiotelemetria

Leia mais

VI-004 MONITORAMENTO EM TEMPO REAL DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO - RMSP

VI-004 MONITORAMENTO EM TEMPO REAL DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO - RMSP VI-004 MONITORAMENTO EM TEMPO REAL DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO - RMSP Armando Perez Flores (1) Bacharel em Química pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras

Leia mais

Comunicações móveis por Satélite. slide 1

Comunicações móveis por Satélite. slide 1 Comunicações móveis por Satélite slide 1 Satélite de Comunicações São satélites colocados em órbita da terra com a missão de transportarem repetidores de sinais de telecomunicações. Os satélites podem

Leia mais

Processamento Sísmico:

Processamento Sísmico: Processamento Sísmico: Até aqui vimos que um pulso sísmico artificial atravessa as camadas e parte de sua energia é refletida em cada superfície de contraste de impedância acústica. A fração da amplitude

Leia mais

Anexo IX. Ref. Pregão nº. 052/2011 DMED. ET Análises de Água e Efluentes

Anexo IX. Ref. Pregão nº. 052/2011 DMED. ET Análises de Água e Efluentes Anexo I Ref. Pregão nº. 052/2011 DMED ET Análises de Água e Efluentes Página 1 de 8 Especificações Técnicas / Termos de Referências nº 219/11 e 317/11 A) DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS Os serviços a serem executados

Leia mais

Antenas Parabólicas. - Tela de alumínio; - Fibra de vidro; - Alumínio.

Antenas Parabólicas. - Tela de alumínio; - Fibra de vidro; - Alumínio. Antenas Parabólicas Possuem uma alta diretividade o que nos leva a perceber que possui um alto ganho. Uma antena receptora de satélites de 3 metros de diâmetro, por exemplo, tem um ganho de 33dB, ou seja,

Leia mais

Posicionamento por Satélite. Tecnologia em Mecanização em Agricultura de Precisão Prof. Esp. Fernando Nicolau Mendonça

Posicionamento por Satélite. Tecnologia em Mecanização em Agricultura de Precisão Prof. Esp. Fernando Nicolau Mendonça Posicionamento por Satélite Tecnologia em Mecanização em Agricultura de Precisão Prof. Esp. Fernando Nicolau Mendonça O Sistema GPS - Características Básicas O sistema GPS é composto por três segmentos:

Leia mais

PLATAFORMA DE TESTES - PROPOSTA. JOSÉ EDUARDO MARTI CAPPIA Comitê Técnico AESP

PLATAFORMA DE TESTES - PROPOSTA. JOSÉ EDUARDO MARTI CAPPIA Comitê Técnico AESP PLATAFORMA DE TESTES - PROPOSTA JOSÉ EDUARDO MARTI CAPPIA Comitê Técnico AESP - O RÁDIO DIGITAL NÃO RESOLVE O PROBLEMA DA ONDA MÉDIA. - O AUMENTO DO RUÍDO ELÉTRICO URBANO MUNDIAL - - A PRESERVAÇÃO DO CONTEÚDO

Leia mais

Disciplina: Ciências Professor(a): Klícia Regateiro Série: 6º ano. Água

Disciplina: Ciências Professor(a): Klícia Regateiro Série: 6º ano. Água Disciplina: Ciências Professor(a): Klícia Regateiro Série: 6º ano Água Água é vida A água é para o Homem, para os animais e para as plantas um elemento de primeira necessidade, É essencial à vida! É indispensável

Leia mais

Informativo de Segurança e Saúde

Informativo de Segurança e Saúde Informativo de Segurança e Saúde 03/2010 Introdução: O Grupo Técnico de Estudos de Espaços Confinados GTEEC, coordenado pela CPFL Energia e ligado ao Comitê de Segurança e Saúde no Trabalho - CSST da Fundação

Leia mais

SOLUÇÃO DE TELEMETRIA PARA SANEAMENTO

SOLUÇÃO DE TELEMETRIA PARA SANEAMENTO SOLUÇÃO DE TELEMETRIA PARA SANEAMENTO Marcelo Pessoa Engenheiro de soluções para saneamento Introdução As indústrias buscam eficiência, aumento da qualidade e a redução de custos. Para alcançar isto investem

Leia mais

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br Telecomunicações Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br Satélites Satélite é o elemento comum de interligação das estações terrenas, atuando como estação repetidora. Devido a sua altitude,

Leia mais

Comissão de Ciência e Tecnologia,

Comissão de Ciência e Tecnologia, Seminário de Rádio R Digital Comissão de Ciência e Tecnologia, Informática e Inovação Brasília 22 de novembro de 2007 Ronald Siqueira Barbosa O O pobre e o emergente de hoje são aqueles que no passado,

Leia mais

UFSM-CTISM. Comunicação de Dados Meios de transmissão - Exemplos práticos Aula-05. Professor: Andrei Piccinini Legg.

UFSM-CTISM. Comunicação de Dados Meios de transmissão - Exemplos práticos Aula-05. Professor: Andrei Piccinini Legg. UFSM-CTISM Comunicação de Dados - Exemplos práticos Aula-05 Professor: Andrei Piccinini Legg Santa Maria, 2012 Meio de é o caminho físico entre o transmissor e o receptor. Como visto numa aula anterior

Leia mais

VSat em alto-mar Desafios e Perspectivas. SSPI VSat Day 30/11/2010 Márcio Esteves

VSat em alto-mar Desafios e Perspectivas. SSPI VSat Day 30/11/2010 Márcio Esteves VSat em alto-mar Desafios e Perspectivas SSPI VSat Day 30/11/2010 Márcio Esteves VSAT EM ALTO-MAR Breve introdução Navegar é uma operação arriscada e difícil. Até não muito tempo atrás a tripulação ficava

Leia mais

PROJETO DE ENLACE RADIO COMUNICAÇÃO DIGITAL

PROJETO DE ENLACE RADIO COMUNICAÇÃO DIGITAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE SANTA CATARINA DIRETORIA DE LOGÍSTICA E FINANÇAS DIVISÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SEÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA PROJETO DE ENLACE RADIO COMUNICAÇÃO DIGITAL FLORIANÓPOLIS JULHO

Leia mais

ENLACE DE MICRO-ONDAS RELACIONADO A ATENUAÇÃO DEVIDO À CHUVA

ENLACE DE MICRO-ONDAS RELACIONADO A ATENUAÇÃO DEVIDO À CHUVA ENLACE DE MICRO-ONDAS RELACIONADO A ATENUAÇÃO DEVIDO À CHUVA Caio Matheus Pereira Braga, Diego de Brito Piau, Heitor Ferreira Camargos Silva, Rafael Resende Moraes Dias, Yago Gomes Dos Santos Universidade

Leia mais

RDT Radiotransmissão

RDT Radiotransmissão MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SÃO JOSÉ SANTA CATARINA RDT Radiotransmissão Prof. Ramon Mayor Martins,

Leia mais

Bios Consultoria e Serviços Ambientais Ltda. MARÇO 2012 LAVRAS MG

Bios Consultoria e Serviços Ambientais Ltda. MARÇO 2012 LAVRAS MG 1 PLANO DE RESGATE DA ICTIOFAUNA NOS VÃOS DO VERTEDOURO PRINCIPAL DA UHE SANTO ANTÔNIO PARA CONSTRUÇÃO DAS OGIVAS FASE DE IMPLANTAÇÃO DA UHE SANTO ANTÔNIO, RIO MADEIRA/RO Bios Consultoria e Serviços Ambientais

Leia mais

1.3. Na figura 2 estão representados três excertos, de três situações distintas, de linhas de campo magnético. Seleccione a opção correcta.

1.3. Na figura 2 estão representados três excertos, de três situações distintas, de linhas de campo magnético. Seleccione a opção correcta. Escola Secundária Vitorino Nemésio Terceiro teste de avaliação de conhecimentos de Física e Química A Componente de Física 11º Ano de Escolaridade Turma C 13 de Fevereiro de 2008 Nome: Nº Classificação:

Leia mais

Sincronização de Relógios

Sincronização de Relógios Sistemas de Tempo Real: Sincronização de Relógios Rômulo Silva de Oliveira Departamento de Automação e Sistemas DAS UFSC romulo@das.ufsc.br http://www.das.ufsc.br/~romulo 1 Sincronização de Relógios Motivação

Leia mais

Análise do Enlace de Comunicação

Análise do Enlace de Comunicação Análise do Enlace de Comunicação Edmar José do Nascimento (Tópicos Avançados em Engenharia Elétrica I) http://www.univasf.edu.br/ edmar.nascimento Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado

Leia mais

TRATAMENTO E ANÁLISE DE SINAIS DE BAIXA FREQUÊNCIA PARA EMULAÇÃO DE CANAL RÁDIO

TRATAMENTO E ANÁLISE DE SINAIS DE BAIXA FREQUÊNCIA PARA EMULAÇÃO DE CANAL RÁDIO TRATAMENTO E ANÁLISE DE SINAIS DE BAIXA FREQUÊNCIA PARA EMULAÇÃO DE CANAL RÁDIO Davi Schmutzler Valim Faculdade de Engenharia Elétrica CEATEC davi_valim@puccampinas.edu.br Resumo: O trabalho trata de fazer

Leia mais

6 Cálculo de cobertura de sistemas de TV Digital

6 Cálculo de cobertura de sistemas de TV Digital 6 Cálculo de cobertura de sistemas de TV Digital Neste capítulo, os modelos desenvolvidos serão utilizados para a avaliação da cobertura de sistemas de TV digital na cidade de São Paulo. Partindo dos limiares

Leia mais

SIMULADO ABERTO ENEM 2015

SIMULADO ABERTO ENEM 2015 SIMULADO ABERTO ENEM 2015 1) A figura mostra a bela imagem de um gato ampliada pela água de um aquário esférico. Trata-se de uma imagem virtual direita e maior. A cerca do fenômeno óptico em questão, é

Leia mais

Grids Squares ativados no Brasil

Grids Squares ativados no Brasil Grids Squares ativados no Brasil Flávio Archangelo, PY2ZX O objetivo primeiro deste trabalho foi identificar quais grids não foram ativados acima dos 30 MHz no Brasil para auxiliar o Japy DX Group na escolha

Leia mais

COMUNICAÇÕES A LONGAS DISTÂNCIAS

COMUNICAÇÕES A LONGAS DISTÂNCIAS Física 11º Ano COMUNICAÇÕES A LONGAS DISTÂNCIAS MARÍLIA PERES TRANSMISSÃO DE INFORMAÇÃO Produziu p pela p primeira vez ondas eletromagnéticas em laboratório (1887) utilizando um circuito para produzir

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DOS AMBIENTES MARINHOS

CLASSIFICAÇÃO DOS AMBIENTES MARINHOS CLASSIFICAÇÃO DOS AMBIENTES MARINHOS Introdução Os oceanos ocupam cerca de 71% da superfície da Terra As partes mais profundas atingem quase 11000 metros Profundidade média dos oceanos é 3800 m. Volume

Leia mais

6 OS DETERMINANTES DO INVESTIMENTO NO BRASIL

6 OS DETERMINANTES DO INVESTIMENTO NO BRASIL 6 OS DETERMINANTES DO INVESTIMENTO NO BRASIL Este capítulo procurará explicar os movimentos do investimento, tanto das contas nacionais quanto das empresas abertas com ações negociadas em bolsa através

Leia mais

Monitoramento de manobras de navios No Documento: 2015/016 REV 1

Monitoramento de manobras de navios No Documento: 2015/016 REV 1 Página 1 Sismar Software O SISMAR, sistema de monitoramento de manobras de navios com dados ambientais integrados, tem objetivo de monitorar os processos de atracação, desatracação e ainda fornecer informações

Leia mais

Local Multipoint Distribuition Service (LMDS)

Local Multipoint Distribuition Service (LMDS) Local Multipoint Distribuition Service (LMDS) Este tutorial apresenta a tecnologia LMDS (Local Multipoint Distribuition Service), acesso em banda larga para última milha por meio de rádios microondas.

Leia mais

s t 2) V m s = V m . t = 35. 2240 (km) s 7,9. 10 5 km

s t 2) V m s = V m . t = 35. 2240 (km) s 7,9. 10 5 km 14 A foto, tirada da Terra, mostra uma seqüência de 12 instantâneos do trânsito de Vênus em frente ao Sol, ocorrido no dia 8 de junho de 2004. O intervalo entre esses instantâneos foi, aproximadamente,

Leia mais

c = c = c =4,20 kj kg 1 o C 1

c = c = c =4,20 kj kg 1 o C 1 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO TESTE INTERMÉDIO - 2014 (VERSÃO 1) GRUPO I 1. H vap (H 2O) = 420 4 H vap (H 2O) = 1,69 10 3 H vap (H 2O) = 1,7 10 3 kj kg 1 Tendo em consideração a informação dada no texto o calor

Leia mais

CONFECÇÃO DA BASE DE DADOS DA ATIVIDADE II.1.3

CONFECÇÃO DA BASE DE DADOS DA ATIVIDADE II.1.3 PROJETO GESTÃO INTEGRADA E SUSTENTÁVEL DOS RECURSOS HÍDRICOS TRANSFRONTEIRIÇOS NA BACIA DO RIO AMAZONAS, CONSIDERANDO A VARIABILIDADE E MUNDANÇA CLIMÁTICA OTCA/GEF/PNUMA COMPONENTE II Compreensão da base

Leia mais

Transmissão das Ondas Eletromagnéticas. Prof. Luiz Claudio

Transmissão das Ondas Eletromagnéticas. Prof. Luiz Claudio Transmissão das Ondas Eletromagnéticas Prof. Luiz Claudio Transmissão/Recebimento das ondas As antenas são dispositivos destinados a transmitir ou receber ondas de rádio. Quando ligadas a um transmissor

Leia mais

Sistemas e Sinais (LEIC) Análise em Frequência. Carlos Cardeira

Sistemas e Sinais (LEIC) Análise em Frequência. Carlos Cardeira Sistemas e Sinais (LEIC) Análise em Frequência Carlos Cardeira Análise em Frequência Até agora a análise que temos feito tem o tempo como domínio. As saídas podiam ser funções no tempo correspondentes

Leia mais

2 Método sísmico na exploração de petróleo

2 Método sísmico na exploração de petróleo 16 2 Método sísmico na exploração de petróleo O método sísmico, ou sísmica de exploração de hidrocarbonetos visa modelar as condições de formação e acumulação de hidrocarbonetos na região de estudo. O

Leia mais

Benefícios da utilização de sondadores interferométricos

Benefícios da utilização de sondadores interferométricos Benefícios da utilização de sondadores interferométricos J. Cruz, J. Vicente, M. Miranda, C. Marques, C. Monteiro e A. Alves 3 as Jornadas de Engenharia Hidrográfica Lisboa, 24 de junho de 2014 Motivação

Leia mais

são aplicadas num objeto cuja massa é 8,0 kg, sendo F» 1 mais intensa que F» 2

são aplicadas num objeto cuja massa é 8,0 kg, sendo F» 1 mais intensa que F» 2 Física Unidade Movimentos na Terra e no spaço QUSTÕS PROPOSTS 4. Duas forças F» e F» 2 são aplicadas num objeto cuja massa é 8,0 kg, sendo F» mais intensa que F» 2. s forças podem atuar na mesma direção

Leia mais

RASTREADOR GPS PESSOAL E DE CARGA

RASTREADOR GPS PESSOAL E DE CARGA GR PERSONAL - MXT 100 e 101 RASTREADOR GPS PESSOAL E DE CARGA O MXT 100/101 é um dispositivo portátil de rastreamento utilizado para monitorar e controlar cargas, bagagem, pessoas, animais e outros meios

Leia mais

Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis

Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis 2.1. Histórico e Evolução dos Sistemas Sem Fio A comunicação rádio móvel teve início no final do século XIX [2], quando o cientista alemão H. G. Hertz demonstrou que as

Leia mais

Transitores de tempo em domínio de tempo

Transitores de tempo em domínio de tempo Em muitos processos, a regulação do caudal permite controlar reacções químicas ou propriedades físicas através de um controlo de variáveis como a pressão, a temperatura ou o nível. O caudal é uma variável

Leia mais

Camada Física. Bruno Silvério Costa

Camada Física. Bruno Silvério Costa Camada Física Bruno Silvério Costa Sinais Limitados por Largura de Banda (a) Um sinal digital e suas principais frequências de harmônicas. (b) (c) Sucessivas aproximações do sinal original. Sinais Limitados

Leia mais

Revelando segredos dos operadores de banda baixa, 160, 80 e 40m. Jose Carlos

Revelando segredos dos operadores de banda baixa, 160, 80 e 40m. Jose Carlos Revelando segredos dos operadores de banda baixa, 160, 80 e 40m Jose Carlos N4IS Revelando segredos dos operadores de banda baixa, 160, 80 e 40m. Sinal Ruído Diferença entre LF e HF Radio Antenas Propagação

Leia mais

Drone de mapeamento profissional

Drone de mapeamento profissional Drone de mapeamento profissional 4 razões para escolher o ebee 01. Mais mapas e maior precisão O ebee cobre até 12 km 2 (4,6 mi 2 ) em um único voo, enquanto que, voos sobre áreas menores e com baixa

Leia mais

SOLUÇÃO: RESPOSTA (D) 17.

SOLUÇÃO: RESPOSTA (D) 17. 16. O Ceará é hoje um dos principais destinos turísticos do país e uma das suas atrações é o Beach Park, um parque temático de águas. O toboágua, um dos maiores da América Latina, é uma das atrações preferidas

Leia mais

Instrumentação na Indústria Química. Prof. Gerônimo

Instrumentação na Indústria Química. Prof. Gerônimo Instrumentação na Indústria Química Prof. Gerônimo Ementa 1. Introdução. 2. Histórico. 3. Automação, controle de processo. 4. Instrumentos para controle de processos: - Classificação dos instrumentos -

Leia mais

Bibliografia. Termos comuns em VoIp. Termos comuns em VoIp. Programa de Telecomunicações

Bibliografia. Termos comuns em VoIp. Termos comuns em VoIp. Programa de Telecomunicações Introdução a conceitos de hardware e software de computador. Introdução a sistemas operacionais: Microsoft Windows e Linux. Conceitos básicos e utilização de aplicativos para edição de textos, planilhas

Leia mais

Polarização de Ondas Eletromagnéticas Propriedades da Luz

Polarização de Ondas Eletromagnéticas Propriedades da Luz Polarização de Ondas Eletromagnéticas Propriedades da Luz Polarização Polarização: Propriedade das ondas transversais Ondas em uma corda Oscilação no plano vertical. Oscilação no plano horizontal. Onda

Leia mais

KC/7 Transmissor de Consistência Microondas. Com a última tecnologia microondas para medição de consistência total

KC/7 Transmissor de Consistência Microondas. Com a última tecnologia microondas para medição de consistência total KC/7 Transmissor de Consistência Microondas Com a última tecnologia microondas para medição de consistência total O que é Microondas? Microondas são basicamente alta frequencia de ondas de rádio, utilizadas

Leia mais

Definições de Sinais e Sistemas

Definições de Sinais e Sistemas Definições de Sinais e Sistemas O que é um Sinal? O que é um Sistema? Visão Geral de Sistemas Específicos Processamento de Sinais Analógicos Versus Digitais Definições de Sinais e Sistemas 1 O que é um

Leia mais

Maxillaria silvana Campacci

Maxillaria silvana Campacci Ecologia Aula 1 Habitat É o lugar que reúne as melhores condições de vida para uma espécie. Temperatura, quantidade de água, intensidade da luz solar e tipo de solo determinam se o habitat é adequado ao

Leia mais

Modelo de propagação: Qual modelo utilizar? SET 2011

Modelo de propagação: Qual modelo utilizar? SET 2011 Modelo de propagação: Qual modelo utilizar? SET 2011 valderez@adthec.com.br 25.08.2011 Uma analise dos modelos de propagação em função do tipo de recepção, através da predição de cobertura, modelos de

Leia mais

QUESTÃO 01. a) Qual a temperatura do forno? b) Qual a variação de energia interna do bloco do latão. QUESTÃO 02

QUESTÃO 01. a) Qual a temperatura do forno? b) Qual a variação de energia interna do bloco do latão. QUESTÃO 02 Quando necessário considere: g = 10 m/s 2, densidade da água = 1 g/cm 3, 1 atm = 10 5 N/m 2, c água = 1 cal/g. 0 C, R = 8,31 J/mol.K, velocidade do som no ar = 340 m/s e na água = 1500 m/s, calor específico

Leia mais

O Sistema de Monitoramento Hidrológico dos Reservatórios Hidrelétricos Brasileiros

O Sistema de Monitoramento Hidrológico dos Reservatórios Hidrelétricos Brasileiros O Sistema de Monitoramento Hidrológico dos Reservatórios Hidrelétricos Brasileiros Carlos Alexandre Cernach Silveira 2 Gabrielle Rodrigues de Macedo 2 Ludimila Lima da Silva 1 Mauro Silvio Rodrigues 2

Leia mais

Manual Painel Led Neoflash 10mm

Manual Painel Led Neoflash 10mm Manual Painel Led Neoflash 10mm Sumário 1- Características 2- Técnico 3- Instalação 4- Manual cabo Lan 5- Sistema instalação 6- Gráficos 7- Definições Software 8- Atenção 9- Problemas 10mm Bem-vindo à

Leia mais

PROPOSTA DE RASTREAMENTO E MONITORAMENTO HÍBRIDO SATELITAL

PROPOSTA DE RASTREAMENTO E MONITORAMENTO HÍBRIDO SATELITAL PROPOSTA DE RASTREAMENTO E MONITORAMENTO HÍBRIDO SATELITAL Solução Tecnologia Monitoramento Instalação SOLUÇÃO A solução de rastreamento Unepxmil foi desenvolvida para atender as principais necessidades

Leia mais

FORTALECENDO SABERES CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CIÊNCIAS. Conteúdo: - Ótica

FORTALECENDO SABERES CONTEÚDO E HABILIDADES APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CIÊNCIAS. Conteúdo: - Ótica Conteúdo: - Ótica Habilidades: - Entender a propagação da luz e suas aplicações Dispersão da luz A dispersão da luz consiste em um fenômeno onde a luz branca VERMELHO ALARANJADO AMARELO VERDE AZUL ANIL

Leia mais

Relatório de Teste de Diferentes Antenas e Equipamentos para o Protocolo NOVUS IEEE 802.15.4

Relatório de Teste de Diferentes Antenas e Equipamentos para o Protocolo NOVUS IEEE 802.15.4 Relatório de Teste de Diferentes Antenas e Equipamentos para o Protocolo NOVUS IEEE 802.15.4 ÍNDICE Índice 1 Introdução 2 Equipamentos Utilizados 3 Modelo de Propagação do Sinal 5 Zona de Fresnel 6 Link

Leia mais

SBTVD x 4G LTE. Regulamento de Convivência. Conselheiro Rodrigo Zerbone Loureiro

SBTVD x 4G LTE. Regulamento de Convivência. Conselheiro Rodrigo Zerbone Loureiro Regulamento de Convivência SBTVD x 4G LTE Conselheiro Rodrigo Zerbone Loureiro Agência Nacional de Telecomunicações 737ª Reunião do Conselho Diretor Brasília, 09/04/2014 Atribuição e Destinação Condições

Leia mais

Capítulo 3: A CAMADA FÍSICA

Capítulo 3: A CAMADA FÍSICA Capítulo 3: A CAMADA FÍSICA PCS 2476 Introdução - 1 Meios Físicos e Suas Características PCS 2476 Introdução - 2 Linhas Físicas Linhas Bifilares Par de fios Cabo de Pares Linha Aberta Linha de Alta Tensão

Leia mais

Sensoriamento Remoto. Características das Imagens Orbitais

Sensoriamento Remoto. Características das Imagens Orbitais Sensoriamento Remoto Características das Imagens Orbitais 1 - RESOLUÇÃO: O termo resolução em sensoriamento remoto pode ser atribuído a quatro diferentes parâmetros: resolução espacial resolução espectral

Leia mais

2 Fundamentos de Propagação

2 Fundamentos de Propagação 15 2 Fundamentos de Propagação 2.1.Propagação em Espaço Livre As ondas de rádio em propagação são afetadas pela presença da terra e da atmosfera. Para enlaces de microondas ponto a ponto a camada da atmosfera

Leia mais

Problema: Ancoragem e alinhamento para super petroleiros. Solução:

Problema: Ancoragem e alinhamento para super petroleiros. Solução: Ancoragem e alinhamento de navios/petroleiros Problema: Ancoragem e alinhamento para super petroleiros. Solução: Dois medidores de distância à laser, montados em um terminal, continuamente medindo a distância

Leia mais

Conceitos Básicos de Telefonia Celular

Conceitos Básicos de Telefonia Celular O curso foi elaborado especialmente para atender o profissional que atua no mercado varejista de aparelhos celulares e quer atender seus clientes com rapidez e qualidade. O treinamento é direcionado ao

Leia mais

IME - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

IME - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR IME - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Física Questão 01 Um pequeno refrigerador para estocar vacinas está inicialmente desconectado da rede elétrica e o ar em seu interior encontra-se

Leia mais

Unidade. 6 Coleção IAB de Ciências / 3º ANO

Unidade. 6 Coleção IAB de Ciências / 3º ANO I Unidade 6 Coleção IAB de Ciências / 3º ANO UNIDADE I: A VIDA EM NOSSO PLANETA Introdução A ciência se faz com observação da natureza, perguntas e busca de respostas. Você já observou como o Planeta Terra

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Parte II: Camada Física Dezembro, 2012 Professor: Reinaldo Gomes reinaldo@computacao.ufcg.edu.br Meios de Transmissão 1 Meios de Transmissão Terminologia A transmissão de dados d

Leia mais