UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UFF TV PÚBLICA E CONVERGÊNCIA: OPERADOR DE REDE, SOCIALCAST E TRANSMÍDIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UFF TV PÚBLICA E CONVERGÊNCIA: OPERADOR DE REDE, SOCIALCAST E TRANSMÍDIA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UFF MBA EM TV DIGITAL, RADIODIFUSÃO & NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA TV PÚBLICA E CONVERGÊNCIA: OPERADOR DE REDE, SOCIALCAST E TRANSMÍDIA ARTHUR WILLIAM CARDOSO SANTOS Rio de Janeiro FEVEREIRO/2013

2 ARTHUR WILLIAM CARDOSO SANTOS TV PÚBLICA E CONVERGÊNCIA: OPERADOR DE REDE, SOCIALCAST E TRANSMÍDIA Monografia apresentada no curso de Pósgraduação MBA em TV Digital, Radiodifusão & Novas Mídias de Comunicação Eletrônica como requisito à obtenção do título de Pós-Graduado. Orientador: José Raimundo Cristóvam Rio de Janeiro Fevereiro/2013

3 TV PÚBLICA E CONVERGÊNCIA: OPERADOR DE REDE, SOCIALCAST E TRANSMÍDIA Elaborado por Arthur William Cardoso Santos Analisado e aprovado por: Prof. José Raimundo Cristóvam Nascimento (orientador) (professor) (professor) Rio de Janeiro, de de 2013

4 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho à Acerp, empresa que promoveu o pioneiro curso de MBA da UFF em TV Digital para seus trabalhadores.

5 AGRADECIMENTOS Muito obrigado ao orientador José Raimundo Cristóvam por ser a grande referência profissional e acadêmica de minha vida, reunindo em uma só pessoa esses dois lados, ambos com energia e competência.

6 As pessoas que compreenderem o novo Grátis dominarão os mercados de amanhã e abalarão os mercados de hoje na verdade, elas já estão fazendo isso. 1 Chris Anderson 1 ANDERSON, Chris. Grátis: o futuro dos preços. Tradução de Cristina Yamagami. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.

7 LISTA DE FIGURAS Figura 1: Mídias sociais utilizadas pela TV Brasil (produzido pelo autor) Figura 2: Programa ZoaSom transmite o vídeo pela internet (foto do autor)...19 Figura 3: Personagem escreve blog em primeira pessoa (foto do autor) Figura 4: Projeto inicial do Operador de Rede (Prof. Gunnar Bedicks) Figura 5: Mochilink permite transmissão ao vivo para o Portal da EBC (foto do autor) Figura 6: Novos estúdios da TPA com equipamentos SD (foto do autor) Figira 7: Programas da RNA são digitalizados, mas não os publicam na internet (foto do autor) Figura 8: Reunião do Conselho de Rádio Digital (foto do autor) Figura 9: Quadro de tarefas do Scrum dá mais transparência ao projeto (foto do autor) Figura 10: Rádio comunitária transmite pela internet e interage pelas redes sociais (foto do autor)... 43

8 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS - TPA: Televisão Pública de Angola - EBC: Empresa Brasil de Comunicação - Radiobrás: Empresa Brasileira de Comunicação - RNA: Rádio Nacional de Angola - Fistel: Fundo de Fiscalização das Telecomunicações - BBC: British Broadcasting Corporation - Confecom: Conferência Nacional de Comunicação - ROI: Retorno sobre o Investimento (sigla em inglês) - ABEPEC: Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais - AMARC: Associação Mundial de Rádios Comunitárias

9 SUMÁRIO Lista de Figuras... vii Lista de Siglas... viii Introdução Capítulo II: Comunicação Pública Conceitos mundiais Marco regulatório...13 Capítulo III: Socialcast Mídias sociais Socialcast x Broadcast na TV Brasil Socialcast na Rádio MEC Capítulo IV: Transmídia Diferença entre transmídia e crossmedia Transmídia na série Natália Capítulo V: Operador de Rede Projeto EBC Projeto Telebrás Canal da Cidadania Capítulo VI: Casos de convergência Portal Cultura IPTV Cultura TVN do Chile EBC na Rede Capítulo VII: Entraves à convergência TV Pública de Angola - TPA Rádio Nacional de Angola Capítulo VIII: Interoperabilidade Rádio e TV ISDB-TSB DRM x HD Radio/IBOC no Brasil Capítulo IX: Metodologias de trabalho Scrum Conclusão Referências bibliográficas... 45

10 1. INTRODUÇÃO Nos últimos anos, foram muitas as transformações sofridas pelas rádios e TVs do chamado campo público (Públicas, Estatais, Culturais, Comunitárias e Universitárias). Este trabalho analisa esse processo dentro de um cenário de convergência tecnológica e suas perspectivas para o futuro. De que forma essas emissoras se articulam com Internet, TV digital, rádio digital e mídias sociais. A EBC (Empresa Brasil de Comunicação), criada há 5 anos, se coloca como cabeça de uma rede pública de TV, rádio e Web. Em 2012, a empresa retomou o projeto do Operador de Rede Digital, iniciativa que promete levar a programação dos canais públicos para todo o país. Foi criada ainda uma Superintendência de Suporte para cuidar do tema, chefiada pelo ex-assessor da Casa Civil, André Barbosa, ator responsável pela implementação do padrão nipo-brasileiro de TV Digital em nosso país, que ajudou a levar o ISDB para América Latina e África. Também nesse ano, a EBC inaugurou um portal na internet. O objetivo é reunir o conteúdo produzido por seus canais (TV Brasil, TV Brasil Internacional, Agência Brasil, Radioagência Nacional, Rádios MEC e Rádios Nacional), além de veicular material próprio. Paralelamente, o governo brasileiro estuda a criação de um novo marco regulatório para as Comunicações, já que a atual legislação é antiga. Com a crise do modelo de sustentabilidade das emissoras privadas (baseada na publicidade comercial), o sistema público de comunicação ganha importância vital para que seja garantido o direito humano à Comunicação. As emissoras públicas têm fontes diversas de financiamento como impostos, verba do orçamento e fundo público. Apesar de plurais, há pontos em comum, além de tendências e barreiras idênticas. Em especial no Brasil, a convergência tecnológica tem um papel fundamental para que as TVs públicas ocupem função de destaque na comunicação. Os limites impostos pela legislação, a baixa qualidade no sinal de transmissão e reduzida presença nos territórios nacional e internacional 10

11 colocam as mídias sociais como uma essencial plataforma de distribuição de conteúdos. A integração entre TV e internet gera aparelhos convergentes, como TVs conectadas (broadband TVs), mas ações de conteúdo ainda não estão claras, já que a internet é vista por considerável parte dos profissionais de TV como concorrência. Há lacunas ainda como o rádio digital, cujo padrão não é definido. Enquanto isso, as emissoras AM estudam sua migração para uma faixa estendida do FM, atualmente ocupadas pelos canais 5 e 6 de televisão. O futuro das comunicações está repleto de inovações. Cabe às TVs públicas a utilização dessas novidades para cumprir sua função de empreender uma comunicação interativa, colaborativa e comprometida com o interesse público. 11

12 2. COMUNICAÇÃO PÚBLICA 2.1 Conceitos mundiais Não há um conceito único de TV pública, nem ao menos um consensual. Contudo, esta pesquisa leva em conta a proposta de regulamentação do artigo 223 da Constituição Nacional redigida pelo Intervozes 2. Segundo o documento Por um Sistema Público de Comunicação, uma empresa pública da área deve possuir independência de gestão, financiamento e programação. A gestão deve ser realizada por um organismo independente da máquina estatal, como acontecia no Brasil com a Acerp (Associação de Comunicação Educativa Roquette-Pinto), entidade que encabeçou a rede pública de televisão até Tal autonomia garante que o canal não sofra interferências do Estado, como mudança de seus diretores. A EBC, apesar de ser estatal, tem seu presidente com um mandato de 4 anos, definido por lei. É uma forma de aproximação da independência administrativa mesmo dentro de uma empresa ligada ao poder executivo. O controle social é outro quesito exigido para a gestão. A BBC possui a principal experiência neste sentido, com um conselho composto por representantes da sociedade civil. Cabe ao conselho: a) ser o guardião da licence fee e do interesse público; b) administrar os recursos da BBC e da licence fee; c) representar o interesse dos contribuintes; d) garantir a independência da BBC; e) assegurar altos padrões de abertura e transparência. O órgão deve também: a) definir diretrizes estratégicas com base na Carta Real e do acordo; b) aprovar a estratégia dos serviços providos pela BBC; c) avaliar o desempenho da diretoria executiva e dos serviços prestados; d) aprovar as diretrizes e política para o conteúdo; e) aprovar e renovar licenças dos serviços providos pela BBC. (VALENTE, 2009, p. 239). A própria empresa brasileira se inspirou nesse modelo para criar seu Conselho Curador. Outras TVs do mundo seguiram o mesmo caminho. 2 3 INTERVOZES. Por um Sistema Público de Comunicação. Disponível em: _rev.pdf. Visitado em outubro de MILANEZ, Liana (org). TVE Brasil: Cenas de Uma História. Rio de janeiro: ACERP,

13 O segundo ponto é o do financiamento. Uma TV pública deve ter independência financeira tanto do poder estatal, quanto da iniciativa privada. No Reino Unido, França e Japão, por exemplo, os telespectadores pagam impostos para a sustentabilidade destas emissoras. O Brasil rejeitou a possibilidade devido ao fato de país já manter uma alta taxa tributária. A solução foi a destinação de 10% do Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações) para custeio da EBC. Porém, as operadoras de telecomunicações, que contribuem para o Fundo, conseguiram impedir o repasse na Justiça em Este bloqueio significa a dependência das receitas de publicidade institucional e das verbas do orçamento da União. Em vários locais, as fontes de financiamento são variadas, unindo impostos, publicidade e verbas públicas. De acordo com a Associação Mundial de Rádios Comunitárias4, o mais importante é que as diversas fontes garantam a sustentabilidade da emissora, possibilitando sua existência e que tenha recursos técnicos equiparáveis aos das demais emissoras. Já a programação deve refletir a pluralidade cultural e étnica da área atendida. A audiência não seria o principal critério para a produção de programas, mas sim o interesse público da atração. Apesar dos três critérios (gestão, financiamento e programação), muitas emissoras são consideradas públicas mesmo não atendendo a todos estes requisitos. Em geral, a existência de uma programação voltada para o chamado interesse público aliada ao controle por um órgão público ou estatal é o definidor de uma emissora pública. Por outro lado, canais como a TV Senado e NBR são consideradas estatais por veicularem conteúdo de divulgação de atos oficiais. 2.2 Marco regulatório No Brasil, a Constituição de 1988 divide os meios de comunicação em Estatais, Públicos e Privados, contudo, como não há regulamentação para este artigo, valem as leis específicas. O 1º Fórum Nacional de TVs públicas, realizado em 2007, definiu informalmente o chamado campo público, 4 AMARC ALC. Princípios para garantizar la diversidad y el pluralismo en la radiodifusión y los servicios de comunicación audiovisual. Buenos Aires: AMARC ALC,

14 composto pelas seguintes emissoras: públicas, comunitárias, culturais, universitárias e educativas. O governo estuda a criação de uma Lei Geral, também conhecida como Marco Regulatório das Comunicações, que regulamentaria esta situação. Entretanto, o processo não foi seguido pelo governo da presidenta Dilma Rousseff. O Brasil possui uma série de leis que tratam da Comunicação e as TVs e Rádios Públicas trabalham de acordo com boa parte deles. O capítulo V da Constituição Federal de 1998 fala em seu artigo 223 em complementaridade dos sistemas privado, público e estatal. O país não define cada um deles, o que dificulta a distinção principalmente entre estatais e públicas. A Argentina e o Uruguai aprovaram recentemente leis que separam as comunicações entre público-estatais (canais geridos pelo poder público, independentemente das programações), privados com fins de lucro (o que no Brasil é conhecido como TV comercial) e privados sem fins de lucro (comunitárias, cooperativas e associativas). Outro ponto é que a complementaridade brasileira não é cumprida, ou seja, a maioria esmagadora das frequências são destinadas a rádios e TVs comerciais. A Lei de 2008 cria a EBC, oriunda estatal Radiobrás, e dá um prazo de validade para a Acerp, que administrava a TVE do Rio de Janeiro e a Rádio MEC. As demais frequências de órgãos federais, como universidades, são transferidas para a nova empresa. Esta lei define a comunicação publica federal, mas deixa de fora as emissoras comunitárias e estaduais. Já o atual estatuto da EBC foi estabelecido pelo Decreto de As TVs educativas, que compõem o campo público, foram criadas pelo Decreto-lei 236 de Estes canais foram o embrião do que conhecemos como comunicação pública no Brasil, tendo a TVE do Rio de Janeiro como cabeça de rede de um sistema de emissoras por todo o país. A concessão de TVs e rádios educativas foi suspensa recentemente pelo Ministério das Comunicações por conta do uso político de algumas das já existentes. No campo das comunitárias, a lei da TV a Cabo (8.977 de 1995) já previa a existência de TVs desta natureza no line-up das operadoras, o que foi ratificado pela Lei de Acesso Condicionado ( de 2011), que substituiu a 14

15 primeira. Apesar de cerca de 550 municípios terem operação de TV a cabo, apenas 67 canais comunitários funcionam no Brasil. Para as rádios, a existência é garantida pela lei de 1998, a qual define Rádio Comunitária como uma emissora sem fins lucrativos, com potência e alcances limitados a 25 Watts e 1 km de raio. Através desta restrição, os conteúdos produzidos por estas só chegariam a usuários locais, já que o entendimento de comunidade para a lei é territorial. Além disto, é vetada a formação de rede de rádios. Cada município possui apenas uma frequência para este tipo de comunicação. O decreto de 2006, que implanta a TV Digital no Brasil, prevê a existência de quatro canais: do poder executivo; da Educação; da Cultura; e outro da Cidadania. O Canal da Cidadania é regulamentado pela Portaria 489 de Trata-se de uma concessão de TV digital para todos os municípios, administrada pela prefeitura. A poder executivo municipal é obrigado a transmitir ainda uma programação do governo estadual, além de dois canais comunitários. 15

16 3. SOCIALCAST 3.1 Mídias Sociais Antes de entrar no tema Socialcast, o termo mídias sociais será definido. Mídias sociais dão conta de um conceito amplo de ferramentas da internet que permitem a distribuição de conteúdos e relacionamento entre pessoas. Redes sociais, plataformas de compartilhamento e microblogging são subgrupos das mídias sociais. Redes sociais são ferramentas de comunicação entre pessoas com algo em comum. Exemplos são o Orkut e o Facebook. Elas permitem compartilhamento de materiais, mas em princípio apenas para os que fazem parte da sua rede primária (amigos). Por outro lado, o Twitter é aberto, como um blog. No caso desta ferramenta, as publicações são limitadas a 140 caracteres, por isso é considerado um microblog. Já as plataformas de compartilhamento armazenam conteúdos multimídia na nuvem da internet. YouTube (vídeos), Flickr (fotos) e Soundcloud (áudios) são as mais utilizadas. O objetivo é tornar conteúdos diversos acessíveis a todos os usuários da internet, sem restrição. Devido ao sucesso de plataformas de compartilhamento e do microblogging, redes sociais como o Facebook vem alterando suas configurações para permitir postagens públicas e busca de conteúdos. 3.2 Socialcast x Broadcast na TV Brasil Socialcast, mashups, computação em nuvem e redes sociais: todas essas palavras são recentes no vocabulário das televisões. A radiodifusão tradicional abre espaço para as novas mídias substituindo o velho broadcast pelo socialcast. A TV Brasil, emissora pública da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), alia estes conceitos em seu website e em sua presença nas mídias sociais. 16

17 Através da publicação de todo seu material multimídia em plataformas sociais de compartilhamento, a TV Brasil tem os seguintes benefícios: alívio no servidor do site (vídeos ficam armazenados fora do site); integração com o site da TV Brasil (através de mashups); distribuição pelas redes sociais (o chamado socialcast). A TV pública federal utiliza as seguintes mídias sociais (Figura 1) como plataformas de compartilhamento de seus conteúdos: vídeos (YouTube); fotos (Flickr); streaming (Ustream); e apresentações institucionais (Slideshare). Figura 1: Mídias sociais utilizadas pela TV Brasil. Esta opção multiplica as telas de exibição do material produzido pela TV Brasil. Se os mesmos conteúdos fossem armazenados apenas no site da emissora pública, somente os usuários que entram no endereço poderiam ter acesso a eles. Social Cloud (cloud computing nas mídias sociais): a publicação do material multimídia na nuvem das plataformas de compartilhamento alivia o 17

18 servidor de hospedagem do site, além de permitir uma difusão alternativa (que pode vir a ser a principal) para os conteúdos: o socialcast. Socialcast é a difusão de conteúdos pelas mídias sociais. Para um canal de televisão, é essencial disponibilizar seus vídeos sob demanda na Web (VoD). Isto acontece pois a radiodifusão (broadcast) é unidirecional e linear, ou seja, se alguém perde a hora de um programa, nunca mais poderá rever determinado audiovisual. Além disto, uma grade de programação é limitada: 24 horas por dia, 7 dias por semana. A Web comporta muito mais conteúdos, on demand, em qualquer lugar do mundo, já que não ficam limitadas ao alcance da antena de transmissão. Além disto, vale ressaltar que o investimento numa plataforma de distribuição Web é infinitamente menor do que a de uma grande infraestrutura de transmissão de TV. Ainda há duas grandes barreiras: a dificuldade de se encontrar um novo modelo de negócios que não seja pela publicidade em intervalos comerciais; e a baixa penetração da internet banda larga no Brasil. Mas o cenário tende a mudar nos próximos anos com a implementação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e a partir do fortalecimento do sistema público de comunicação, que não depende de verba publicitária para sobreviver. Este cenário futuro mostra que o investimento das empresas públicas de comunicação em Web é uma aposta que dará retorno num curto prazo. Na ligação entre o maravilhoso mundo do social cloud (armazenamento na nuvem) e do socialcast (distribuição pelas redes sociais), entra o mashup. Mashup é uma aplicação que liga mídias sociais em geral a sites e blogs. Isto ocorre, pois serviços como YouTube, Twitter, Flickr e Facebook tornam públicas suas APIs (código de integração) para desenvolvedores produzirem mashups. Com isso, é possível que um conteúdo audiovisual publicado no YouTube, por exemplo, seja acessado através da própria ferramenta de vídeos do Google e pelo site da TV Brasil, ampliando o alcance da TV pública e multiplicando as telas do canal. Além de todas as fotos e os vídeos da TV Brasil serem armazenados fora do site, os comentários também são agregados via mashups. Citações, comentários, críticas e elogios à emissora da EBC ou a um de seus programas são exibidos no site a partir da interatividade ocorrida no Twitter. 18

19 3.3 Socialcast na Rádio MEC Na mesma linha da TV Brasil, a Rádio MEC distribui seus conteúdos pelas mídias sociais. O RadioTube foi escolhido por ser uma das ferramentas pioneiras na Web para compartilhamento de áudios. Além disto, o site é gerido pela ONG Criar Brasil, uma organização sem fins de lucro. Desde 2008, os programas das rádios MEC AM e FM são publicados no RadioTube 5, mídia social inspirada no Orkut (rede social mais usada no Brasil naquele momento), e através de um mashup disponibilizados na seção podcast da página Figura 2: Programa ZoaSom transmite o vídeo pela internet. A intenção é que mais pessoas ouçam os programas, que seja feito um registro histórico disponível na internet e que os conteúdos sejam mais facilmente achados. Inconscientemente, a presença da Rádio MEC no RadioTube fortalece a ferramenta. A Economia de Rede que rege as mídias 5 AMARC ALC. La radio después da La Radio. Buenos Aires, Disponível em: 19

20 sociais diz que, quanto mais usuários uma rede possui, mais valor ela tem. Deste modo, a participação de duas das mais importantes estações radiofônicas é um grande incentivo para o crescimento do RadioTube. Um dos programas que mais investe na convergência é o ZoaSom (Figura 2), transmitido pela MEC AM. A atração é apresentada direto do auditório da rádio e conta com streaming em vídeo, comentários pelas redes sociais e conteúdos exclusivos no YouTube. 20

21 4. TRANSMÍDIA 4.1 Diferença entre transmídia e crossmedia Transmedia storytelling6 é a construção de uma narrativa em que é contada uma história diferente em cada plataforma. Contudo, durante vários anos, imperou o crossmedia nas TVs de todo o mundo. A ideia era replicar nas mais diversas plataformas um mesmo conteúdo, mesmo que adaptado com outra linguagem. Os video games oriundos de filmes e séries de TV começaram a experimentar uma narrativa própria, mesmo que inspirada na história inicial. O transmedia storytelling ganhou força com a chegada da geração Y (nascidos a partir da década de 80) ao mercado de trabalho. São jovens acostumados com as narrativas paralelas e complementares típicas das ações transmidiáticas dos games. As ações mais comuns são de games lançados a partir de um audiovisual. A estratégia se banca, pois o mercado de jogos é um dos maiores e porque a produção é totalmente separada. Neste caso, a remuneração acontece pela compra do game. O mesmo não ocorre no caso de narrativas transmidiáticas envolvendo a Web. O custo de produção aumenta, mas a receita de publicidade com a internet não é suficiente, na grande maioria dos casos, para bancar uma produção específica para a plataforma. Consequência disto é que ações do tipo no Brasil são muito limitadas. 4.2 Transmídia na série Natália Como não baseiam sua sustentabilidade em publicidade comercial, as TVs públicas podem investir pesado em ações de transmídia. A TV Brasil possui uma experiência neste sentido que é a minissérie Natália. A personagem que dá nome ao programa possui um blog, o Diário de Natália, no qual escreve, em primeira pessoa, quatro posts por semana (a série é 6 JENKINS, Henry. Cultura da Convergência: a colisão entre os velhos e novos meios de comunicação. Tradução Susana Alexandria. - 2ª ed. - São Paulo: Aleph,

22 transmitida aos domingos): 1 post imediatamente após o episódio ir ao ar com o principal eixo do capítulo; 2 post na terça-feira com relato sobre os acontecimentos passados; 3 post na quinta-feira com relato sobre os acontecimentos passados; 4 post a dois dias do próximo episódio, já preparando o público para o desenrolar da trama. Através do blog (Figura 3), a personagem pode mediar polêmicas levantadas na tela, como religião, homossexualidade (há dois beijos homoafetivos na trama), pobreza e aborto. Como a série já está toda gravada, a personagem pode contornar conflitos pela web, o que não seria possível no produto audiovisual. Figura 3: Personagem escreve blog em primeira pessoa. Para cuidar do diário, foi contratada uma profissional que leu o roteiro e assistiu a todos os capítulos antes de Natália ir ao ar. No caso, isto ocorreu porque a ação transmídia só foi construída após a produção da minissérie. Na rede social Facebook, Natália possui um perfil onde faz chamadas para o blog e opina sobre situações vividas pela personagem. Por exemplo, Natália postou uma foto do casamento do príncipe William com Kate Middleton, ocorrido após as gravações da série, e utilizou a seguinte legenda: Um casamento tipo Branca de Neve é o sonho de muitas garotas da minha idade. Quando a série foi reprisada, a narrativa transmidiática passou a comentários sobre os casos vividos no passado e invenção de uma nova história para a personagem na atualidade. 22

23 5. OPERADOR DE REDE 5.1 Projeto da EBC Em 2009, a EBC abriu consulta pública sobre o Operador de Rede, um projeto que pretendia levar programações de TVs do campo público para cidades com mais de 200 mil habitantes. Haveria inicialmente uma central nacional que empacotaria dois canais de 6 MHz com seis programações cada (Figura 4), incluindo TV Brasil, TV Câmara, TV Senado, TV Justiça, TV Escola, TV MinC e Canal Saúde. As centrais locais receberiam este sinal e usariam mais um canal para a transmissão do conteúdo local: TV Comunitária, TV Legislativo Estadual, TV Legislativo Municipal, TV Universitária e TV Pública Local. Figura 4: Projeto inicial do Operador de Rede. A proposta, porém, tinha muitas lacunas. A principal dela era o financiamento do sistema. Por se tratar de muitas emissoras de matizes diferentes, o custeio do Operador de Rede era complexo e inédito no Brasil. O projeto era que a implantação ocorresse via PPP (Parceria Público-Privada), 23

24 permitindo que a empresa escolhida utilize a infraestrutura instalada para prestar serviços a outros clientes. Outro ponto polêmico foi a qualidade de imagem, já que seis programações dividiriam uma frequência de 6 MHz. As TVs públicas locais, que já possuem outorga para um canal próprio, dependiam do financiamento federal para a migração digital, contudo o dinheiro não saía, pois o objetivo do governo era que as TVs estaduais ocupassem espaço no Operador de Rede, dividindo a frequência com outras emissoras locais. Apenas a TV Cultura de São Paulo e a TV Ceará, que receberam ajuda dos governos estaduais, inauguraram seus sinais digitais. A ABEPEC, associação das emissoras públicas, criticou o projeto. Após passar por várias versões, a atual proposta coloca a EBC como a empresa para administrar o Operador de Rede e retira as emissoras locais do multiplex. Ela também permite que cada emissora tenha mais qualidade, inclusive com a transmissão da TV Brasil em alta definição. Como o SBTVD prevê apenas uma programação móvel, a utilização desse veículo (OneSeg) também seria alvo de discuta entre as TVs. Além disso, os satélites hotspot, com muitas antenas parabólicas apontadas para eles (como StarOne C2 e B4) não teriam espaço livre suficiente para carregar o Operador de Rede no modo aberto (FTA Free to Air). O então articulador do Operador Único da Rede Publica Digital na Casa Civil da Presidência da República, André Barbosa, ocupa atualmente o cargo de diretor da EBC, onde dá seguimento ao desenvolvimento do projeto. 5.2 Projeto da Telebrás A Telebrás foi reativada em 2010 para gerir o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Através da infraestrutura do PNBL, a empresa pública pretendia levar as TVs públicas e outros conteúdos sob demanda através do sistema IPTV. Havia ainda a possibilidade de a distribuição da central para os operadores locais ocorrer via Telebrás, mas que a recepção doméstica fosse realizada via TV Digital aberta, assim como o projeto da EBC. 24

25 5.3 Canal da Cidadania Fora do processo do Operador de Rede, o Canal da Cidadania foi regulamentado em dezembro de 2012, reservando uma frequência a ser outorgada para a Prefeitura ou o Governo do Estado em todos os municípios do Brasil. Cada canal terá potência suficiente para cobrir a área da cidade. O Canal da Cidadania permite a transmissão multiplexada de uma TV do poder público local, outra do poder público estadual e de duas TVs comunitárias. Com isso, as TVs comunitárias já existentes ganham a oportunidade de transmissão aberta. Atualmente apenas existem no cabo. 25

26 6. CASOS DE CONVERGÊNCIA 6.1 Portal Cultura Em março de 2007, a Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa) lançou uma das primeiras iniciativas de convergência no campo público. O Portal Cultura reunia em um mesmo espaço conteúdos da TV Cultura do Pará e da Rádio Cultura. Além dos materiais das emissoras, havia uma equipe dedicada à produção exclusiva para a internet, ao vivo e sob demanda. O site possuía muitas seções e itens de menu. A última reformulação de back-end e front-end simplificou a interface e migrou a plataforma para o software livre Drupal. O trabalho de migração foi realizado pela equipe da PRODEPA, empresa de processamento de dados do estado. 6.2 IPTV Cultura Entre os anos de 2009 e 2010, a Fundação Padre Anchieta (FPA) manteve um projeto inovador, com um canal de produção própria para a internet e interação com os programas da TV Cultura de São Paulo. A IPTV Cultura foi lançada na abertura da Campus Party de 2009, maior evento de tecnologia da América Latina. O canal transmitia as gravações do programa Roda Viva, o principal da emissora aberta, ao vivo pela internet antes do programa ir ao ar. A iniciativa foi abandonada após mudanças na diretoria da empresa mantenedora. 6.3 TVN do Chile A TVN é a principal televisão do Chile, mesmo sendo pública. Um de seus principais projetos de convergência é o Reportwiteros, uma rede de participação cidadã de 55 mil pessoas (dados de 2011) que contribui para os noticiários da TV com materiais. 26

27 Além disto, as coberturas ao vivo contavam com possibilidade de participação e de comentários através de um chat no site da emissora. Em fevereiro de 2010, o Chile sofreu um terremoto de grandes proporções. Após o fenômeno natural, o Reportwitteros teve 189% mais participação, alcançando um total de 16 milhões de pessoas e 51 milhões de citações. Em agosto do mesmo ano, o resgate dos sobreviventes do desabamento da mina San José mobilizou uma média de 15 mil usuários simultâneos. A TVN possui ainda um programa dual, o Calle7. A atração voltada para o público jovem conta com duas transmissões paralelas no mesmo palco: uma para a TV e outra para a Web. A transmissão para a internet tem uma apresentadora própria. O roteiro possui pontos de interseção, mas na maioria do tempo não. Cerca de 4 mil pessoas ficam conectadas no momento do programa (dados de 2011). Telespectadores de Venezuela, Honduras e Guatemala também assistem ao Calle 7. O programa já contava com forte participação pelo Facebook, rede social que ainda engatinhava no Brasil. 6.4 EBC na Rede A partir de janeiro de 2012, a Empresa Brasil de Comunicação inicia sua presença nas mídias sociais. Com começo tardio, não havia mais o nome EBC disponível para registro nos principais serviços. A princípio, a equipe da recém criada Superintendência de Comunicação Multimídia pensou no nome NossaEBC, porém o mesmo tinha pouco significado. A saída encontrada teve inspiração nas ações da campanha presidencial de 2010, quando a então candidata Dilma Rousseff se apresentava na internet como #DilmanaRede. A partir dessa definição, a empresa pública de comunicação passou a implementar as seguintes ações: debates pela internet usando a ferramenta Hangout; coberturas de eventos pelas redes sociais; e ações interativas em programas da TV Brasil, Rádio MEC AM, Rádio MEC FM, Rádio Nacional do Rio e Rádio Nacional de Brasília. Paralelamente, era desenvolvido pela empresa Santafé Ideias o portal da EBC, substituindo o site institucional que ocupava o endereço ebc.com.br. 27

Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Comunicação Social

Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Comunicação Social Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Comunicação Social O SISTEMA DE RÁDIO DIGITAL: A MODERNIZAÇÃO DO M.C.M. MAIS POPULAR DO PLANETA Texto redigido para embasar apresentação de seminário na

Leia mais

Rádio Digital. Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Senado Federal

Rádio Digital. Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Senado Federal Rádio Digital Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal Roberto Pinto Martins Secretário rio de Telecomunicações Ministério das Comunicações Sumário 1. Cenário

Leia mais

FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS FMU / CURSO: TECNOLOGIA EM PRODUÇÃO AUDIOVISUAL DISCIPLINA: TRANSMISSÕES DE ÁUDIO / PROFESSOR: JOHAN VAN HAANDEL

FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS FMU / CURSO: TECNOLOGIA EM PRODUÇÃO AUDIOVISUAL DISCIPLINA: TRANSMISSÕES DE ÁUDIO / PROFESSOR: JOHAN VAN HAANDEL AULA: SUPORTE DIGITAL E RADIODIFUSÃO DIGITAL AULA II (PÁGINA 1) RADIODIFUSÃO DIGITAL Tecnologia que utiliza sinais digitais para transmitir informação através de ondas eletromagnéticas através da modulação

Leia mais

Digital no Brasil Audiência PúblicaP 12 de julho de 2007 Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, - CCT

Digital no Brasil Audiência PúblicaP 12 de julho de 2007 Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, - CCT Implantação do Rádio R Digital no Brasil Audiência PúblicaP Brasília 12 de julho de 2007 Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática - CCT Ronald Siqueira Barbosa Lembrando a importância

Leia mais

Universidade Federal Fluminense Mestrado em Engenharia de Telecomunicações

Universidade Federal Fluminense Mestrado em Engenharia de Telecomunicações Universidade Federal Fluminense Mestrado em Engenharia de Telecomunicações Fundamentos de Sistemas Multimídia Padrões de Rádio Digital Agosto/2006 Jailton Neves Padrões de Rádio Digital Agenda - IBOC In

Leia mais

Audiência Pública. Impacto da Digitalização dos Serviços de Radiodifusão nos Procedimentos de Outorga de Rádio e Televisão

Audiência Pública. Impacto da Digitalização dos Serviços de Radiodifusão nos Procedimentos de Outorga de Rádio e Televisão Audiência Pública Agência Nacional de Telecomunicações Impacto da Digitalização dos Serviços de Radiodifusão nos Procedimentos de Outorga de Rádio e Televisão Ara Apkar Minassian Superintendente de Serviços

Leia mais

Radiodifusão Sonora Digital

Radiodifusão Sonora Digital 1 Radiodifusão Sonora Digital Lúcio Martins da Silva AUDIÊNCIA PÚBLICA COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA SENADO FEDERAL ASSUNTO: A ADOÇÃO DE UMA NOVA TECNOLOGIA PARA

Leia mais

LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA

LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA (versão simples da Lei da Comunicação Social Eletrônica) CAPÍTULO 1 PARA QUE SERVE A LEI Artigo 1 - Esta lei serve para falar como vai acontecer de fato o que está escrito em alguns

Leia mais

CONSELHO CURADOR EBC RECOMENDAÇÃO Nº 02/2014. Considerando o inciso I do Art. 17 da Lei 11.652 de 2008;

CONSELHO CURADOR EBC RECOMENDAÇÃO Nº 02/2014. Considerando o inciso I do Art. 17 da Lei 11.652 de 2008; CONSELHO CURADOR EBC RECOMENDAÇÃO Nº 02/2014 Dispõe sobre propostas para adequação do Plano de Trabalho 2015 da EBC. Considerando o inciso I do Art. 17 da Lei 11.652 de 2008; Considerando que o Plano de

Leia mais

Implantação e Gestão do Sistema Público de Comunicação

Implantação e Gestão do Sistema Público de Comunicação Implantação e Gestão do Sistema Público de Comunicação Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática Senado Federal Brasília, 21 de Outubro de 2009 Retrospectiva Marcos regulatórios/legislativos

Leia mais

Ações de Interatividade

Ações de Interatividade Ações de Interatividade Fundação Padre Anchieta TV Cultura Julho de 2007 Diário de Bárbara Em agosto de 2007, 14 adolescentes de várias partes do mundo foram convidados a conhecer o Pólo Norte para ver

Leia mais

Comissão de Ciência e Tecnologia,

Comissão de Ciência e Tecnologia, Seminário de Rádio R Digital Comissão de Ciência e Tecnologia, Informática e Inovação Brasília 22 de novembro de 2007 Ronald Siqueira Barbosa O O pobre e o emergente de hoje são aqueles que no passado,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA MBA EM TV DIGITAL, RADIODIFUSÃO E NOVAS E NOVAS MÍDIAS

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA MBA EM TV DIGITAL, RADIODIFUSÃO E NOVAS E NOVAS MÍDIAS UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA MBA EM TV DIGITAL, RADIODIFUSÃO E NOVAS E NOVAS MÍDIAS Trabalho final da disciplina Computadores, Redes, IP e Internet Professor: Walter Freire Aluno:

Leia mais

Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática

Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática Comunicação é um direito de todos No Brasil, os meios de comunicação estão concentrados nas mãos de poucas empresas familiares que têm a

Leia mais

Audiência Pública PLS nº 483/2008. Serviço de Televisão Comunitária

Audiência Pública PLS nº 483/2008. Serviço de Televisão Comunitária Audiência Pública PLS nº 483/2008 Agência Nacional de Telecomunicações Ara Apkar Minassian Superintendente de Serviços de Comunicação de Massa Serviço de Televisão Comunitária Senado Federal Comissão de

Leia mais

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES 1 Apresentação 1. As comunicações, contemporaneamente, exercem crescentes determinações sobre a cultura,

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2007 (Do Sr. Inocêncio Oliveira) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI Nº, DE 2007 (Do Sr. Inocêncio Oliveira) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI Nº, DE 2007 (Do Sr. Inocêncio Oliveira) Dispõe sobre a outorga de canais de televisão no Sistema Brasileiro de Televisão Digital para as entidades que menciona. O Congresso Nacional decreta:

Leia mais

CONTENIDOS de TV DIGITAL y FORO TDT-OTT. La Televisión Universitaria. Experiencias internacionales

CONTENIDOS de TV DIGITAL y FORO TDT-OTT. La Televisión Universitaria. Experiencias internacionales CONTENIDOS de TV DIGITAL y FORO TDT-OTT La Televisión Universitaria. Experiencias internacionales Valderez de Almeida Donzelli Leite 01/10/2014 La Televisión Universitaria - SET Sociedade Brasileira de

Leia mais

EBC EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO

EBC EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO EBC EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO Relatório de Atividades Nov 2007/Dez 2008 1 EBC EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO RELATÓRIO DE ATIVIDADES NOV 2007/DEZ 2008 A EBC e o Sistema Público de Comunicação I A criação

Leia mais

Jornalismo Multiplataforma. Tecnologias Redes e Convergência. eduardo.barrere@ice.ufjf.br

Jornalismo Multiplataforma. Tecnologias Redes e Convergência. eduardo.barrere@ice.ufjf.br Jornalismo Multiplataforma Tecnologias Redes e Convergência eduardo.barrere@ice.ufjf.br Panorama Em 2011, a TV atingiu 96,9% (http://www.teleco.com.br/nrtv.asp) TV Digital Uma novidade???? TV Digital Resolve

Leia mais

O / 4 FAIXA ETÁRIA SEXO 1.5% 0.2% 6.1% 0.2% 13.5% 25.8% 52.6% 407 entrevistas foram realizadas nos dias 27 e 28 de janeiro de 2010. Feminino.

O / 4 FAIXA ETÁRIA SEXO 1.5% 0.2% 6.1% 0.2% 13.5% 25.8% 52.6% 407 entrevistas foram realizadas nos dias 27 e 28 de janeiro de 2010. Feminino. A TERCEIRA EDIÇÃO DA CAMPUS PARTY BRASIL, REALIZADA EM SÃO PAULO ENTRE OS DIAS 25 E 31 DE JANEIRO DE 2010, REUNIU QUASE 100 MIL PARTICIPANTES PARA DISCUTIR AS TENDÊNCIAS DA INTERNET E DAS MÍDIAS DIGITAIS.

Leia mais

Sheet1. Criação de uma rede formada por tvs e rádios comunitárias, para acesso aos conteúdos

Sheet1. Criação de uma rede formada por tvs e rádios comunitárias, para acesso aos conteúdos Criação de um canal de atendimento específico ao público dedicado ao suporte de tecnologias livres. Formação de comitês indicados por representantes da sociedade civil para fomentar para a ocupação dos

Leia mais

canaldacidadania.org.br

canaldacidadania.org.br Equipamentos, documentação, custos e dicas para Prefeituras criarem o Canal da Cidadania canaldacidadania.org.br Sumário EXPEDIENTE O QUE É O CANAL DA CIDADANIA Leis e Normas Prazos Quem pode pedir Cinco

Leia mais

Inovação e o Telejornalismo Digital

Inovação e o Telejornalismo Digital Inovação e o Telejornalismo Digital Prof. Antonio Brasil Cátedra UFSC - RBS 2011 Telejornalismo Digital Novas práticas, desafios e oportunidades O que é Telejornalismo Digital Inovação tecnológica Interatividade

Leia mais

TV Digital : Convergência e Interatividade. 2010 HXD Interactive Television

TV Digital : Convergência e Interatividade. 2010 HXD Interactive Television TV Digital : Convergência e Interatividade. A TELEVISÃO. A Televisão... o mais subversivo instrumento da comunicação deste século!" Assis Chateaubriand (1950). A Televisão Sem TV é duro de dizer quando

Leia mais

TECNOLOGIA DE DIGITALIZAÇÃO DO SISTEMA RADIOFÔNICO BRASILEIRO

TECNOLOGIA DE DIGITALIZAÇÃO DO SISTEMA RADIOFÔNICO BRASILEIRO Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática Senado Federal Brasília DF, 17 de setembro de 2013 Rádio: O serviço de radiodifusão sonora em ondas médias é realizado entre 525 khz

Leia mais

O futuro do YouTube - VEJA.com

O futuro do YouTube - VEJA.com Entrevista O futuro do YouTube 29/08/2009 10:49 Por Leo Branco Nesta semana, Chad Hurley, de 32 anos, um dos criadores do YouTube, esteve no Brasil e falou a VEJA sobre o futuro do maior site de vídeos

Leia mais

O IMPACTO DA DIGITALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RADIODIFUSÃO NOS PROCEDIMENTOS DE OUTORGA DE RÁDIO E TELEVISÃO

O IMPACTO DA DIGITALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RADIODIFUSÃO NOS PROCEDIMENTOS DE OUTORGA DE RÁDIO E TELEVISÃO Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática Brasília, 20 de outubro de 2009 O IMPACTO DA DIGITALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RADIODIFUSÃO NOS PROCEDIMENTOS DE OUTORGA DE RÁDIO E TELEVISÃO Prof.

Leia mais

RÁDIO DIGITAL Desafios e transformações desse novo veículo 16/09/2008. Érika Andréa de Melo Travassos * 1. Introdução

RÁDIO DIGITAL Desafios e transformações desse novo veículo 16/09/2008. Érika Andréa de Melo Travassos * 1. Introdução RÁDIO DIGITAL Desafios e transformações desse novo veículo 16/09/2008 Érika Andréa de Melo Travassos * 1. Introdução Quando o rádio foi criado, no século XIX, acreditava-se que era o fim das publicações

Leia mais

I Conferência Nacional de Comunicação CONFECOM. Marcelo Bechara Brasília, 21 de outubro de 2009

I Conferência Nacional de Comunicação CONFECOM. Marcelo Bechara Brasília, 21 de outubro de 2009 I Conferência Nacional de Comunicação CONFECOM Marcelo Bechara Brasília, 21 de outubro de 2009 1962 Lei nº 4.117, de 27 de agosto de 1962 Institui o Código Brasileiro de Telecomunicações CBT. 1963 Decreto

Leia mais

Ensaios de Transmissão Simultânea Analógica/Digital em Radiodifusão Sonora (Simulcast)

Ensaios de Transmissão Simultânea Analógica/Digital em Radiodifusão Sonora (Simulcast) Agência Nacional de Telecomunicações Superintendência de Serviços de Comunicação de Massa Ensaios de Transmissão Simultânea Analógica/Digital em Radiodifusão Sonora (Simulcast) Yapir Marotta Gerente Geral

Leia mais

SCRUM. Fabrício Sousa fabbricio7@yahoo.com.br

SCRUM. Fabrício Sousa fabbricio7@yahoo.com.br SCRUM Fabrício Sousa fabbricio7@yahoo.com.br Introdução 2 2001 Encontro onde profissionais e acadêmicos da área de desenvolvimento de software de mostraram seu descontentamento com a maneira com que os

Leia mais

SEMINÁRIO RÁDIO DIGITAL - MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES. Auditório dos Correios em Brasília, DF. 1º DE SETEMBRO DE 2011. COMITE TÉCNICO AESP PÁGINA 1

SEMINÁRIO RÁDIO DIGITAL - MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES. Auditório dos Correios em Brasília, DF. 1º DE SETEMBRO DE 2011. COMITE TÉCNICO AESP PÁGINA 1 COMITE TÉCNICO AESP PÁGINA 1 SEMINÁRIO RÁDIO DIGITAL - MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES 1º DE SETEMBRO DE 2011. Local: Auditório dos Correios em Brasília, DF. Neste seminário promovido pelo Ministério das Comunicações,

Leia mais

RÁDIO DIGITAL. Fábio Luis Mendes ESTUDO

RÁDIO DIGITAL. Fábio Luis Mendes ESTUDO ESTUDO RÁDIO DIGITAL Fábio Luis Mendes Consultor Legislativo da Área XIV Comunicação Social, Informática, Telecomunicações, Sistema Postal, Ciência e Tecnologia ESTUDO NOVEMBRO/2007 Câmara dos Deputados

Leia mais

PROF.: PAULO GOMES MATÉRIA: STRS 2 MOURA LACERDA

PROF.: PAULO GOMES MATÉRIA: STRS 2 MOURA LACERDA PROF.: PAULO GOMES MATÉRIA: STRS 2 MOURA LACERDA A TV digital O surgimento da TV digital se deu em função do desenvolvimento da TV de alta definição (HDTV) no Japão e na Europa, há mais de duas décadas,

Leia mais

apresentação de serviços

apresentação de serviços apresentação de serviços Nos últimos 50 anos a humanidade gerou mais informações do que em toda sua história anterior. No mercado corporativo, o bom gerenciamento de informações é sinônimo de resultados.

Leia mais

E já surgia vitoriosa! Pois todos os vetos de Goulart foram rejeitados.

E já surgia vitoriosa! Pois todos os vetos de Goulart foram rejeitados. Senhoras e senhores Companheiros da Radiodifusão, É para mim e para todos os meus colegas da ABERT uma enorme alegria e uma honra receber tantos amigos e presenças ilustres nesta noite em que comemoramos

Leia mais

Tecnologia Broadcast ao serviço da educação

Tecnologia Broadcast ao serviço da educação reportagem Universidades Tecnologia Broadcast ao serviço da educação A Anhanguera Educacional conta com cerca de 40 estúdios de televisão com sinais via satélite para transmitir aulas a distancia para

Leia mais

TV Digital: Visão Geral do Sistema Brasileiro

TV Digital: Visão Geral do Sistema Brasileiro TV Digital: Visão Geral do Sistema Brasileiro O conteúdo deste tutorial foi obtido do trabalho elaborado pelos autores Aldilenice e Rodrigo para a etapa de classificação do III Concurso Teleco de Trabalhos

Leia mais

Cartilha para Prefeituras

Cartilha para Prefeituras Cartilha para Prefeituras Equipamentos, documentação, custos e dicas para Prefeituras criarem o Canal da Cidadania GOVERNO DO ESTADO RIO GRANDE DO SUL NOME DA SECRETARIA canaldacidadania.org.br Sumário

Leia mais

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA PROJETO DE LEI N.º 3.398, DE 2000

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA PROJETO DE LEI N.º 3.398, DE 2000 COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA PROJETO DE LEI N.º 3.398, DE 2000 Modifica a Lei n.º 8.977 de 6 de janeiro de 1995. Autor: Deputado JOSÉ CARLOS MARTINEZ Relator: Deputado IRIS

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2007 (Do Sr. João Maia)

PROJETO DE LEI Nº, DE 2007 (Do Sr. João Maia) PROJETO DE LEI Nº, DE 2007 (Do Sr. João Maia) Dispõe sobre o serviço de comunicação eletrônica de massa e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Art. 1 Para fins desta lei e da sua regulamentação,

Leia mais

criar colaborar comunicar Tecnologia para Crescer

criar colaborar comunicar Tecnologia para Crescer Tecnologia para Crescer Com o crescimento da banda larga e smartphones/ tablets, conteúdos têm sido criados e consumidos em uma taxa alarmante. Atualmente, a definição de conteúdo mudou e não se trata

Leia mais

T1: La democratización de las comunicaciones en América Latina

T1: La democratización de las comunicaciones en América Latina T1: La democratización de las comunicaciones en América Latina Coletivo Magnifica Mundi (UFG-Brasil ) Adriana Rodrigues, Berta Campubrí, Elisama Ximenes, Jéssica Chiareli, Jéssica Adriani, Jordana Barbosa,

Leia mais

QUESTIONAMENTOS DEPUTADO SANDRO ALEX AO CONSÓRCIO DRM

QUESTIONAMENTOS DEPUTADO SANDRO ALEX AO CONSÓRCIO DRM 1 QUESTIONAMENTOS DEPUTADO SANDRO ALEX AO CONSÓRCIO DRM 1. As transmissões analógica e digital são realizadas de forma simultânea? Em caso de perda do sinal digital, o sinal analógico entra automaticamente?

Leia mais

Impacto da TV Digital no Futuro dos Negócios

Impacto da TV Digital no Futuro dos Negócios Impacto da TV Digital no Futuro dos Negócios Congresso SUCESU-SP 2007 Integrando Tecnologia aos Negócios 29/11/07 Juliano Castilho Dall'Antonia Diretor de TV Digital w w w. c p q d. c o m. b r 1 Sumário

Leia mais

A Tecnologia Digital na Radiodifusão

A Tecnologia Digital na Radiodifusão A Tecnologia Digital na Radiodifusão Painel Setorial de Telecomunicações INMETRO/XERÉM-RJ 27 de outubro de 2006 Ronald Siqueira Barbosa O O pobre e o emergente de hoje são s o aqueles que no passado, perderam

Leia mais

IPTV UMA INOVAÇÃO PARA O VALE DO SÃO LOURENÇO RESUMO

IPTV UMA INOVAÇÃO PARA O VALE DO SÃO LOURENÇO RESUMO IPTV UMA INOVAÇÃO PARA O VALE DO SÃO LOURENÇO AMADIO Renato Arnaut 1 RESUMO A região do Vale do São Lourenço já está inserida na era digital, ela se caracteriza pela economia sustentada na agropecuária,

Leia mais

PANORAMA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDO INTERATIVO NO MERCADO BRASILEIRO DE TELEVISÃO ABERTA EM 2011.

PANORAMA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDO INTERATIVO NO MERCADO BRASILEIRO DE TELEVISÃO ABERTA EM 2011. PANORAMA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDO INTERATIVO NO MERCADO BRASILEIRO DE TELEVISÃO ABERTA EM 2011. Matheus Colen Fundação Armando Alvares Penteado, São Paulo, Brasil, matheus.cln@gmail.com Resumo: A interatividade

Leia mais

O Panorama da TV Digital no Brasil. Leandro Miller Leonardo Jardim

O Panorama da TV Digital no Brasil. Leandro Miller Leonardo Jardim O Panorama da TV Digital no Brasil Leandro Miller Leonardo Jardim Tópicos Abordados TV Aberta no Brasil Vantagens da TV Digital Padrões de TV Digital Sistema Brasileiro de TV Digital Oportunidades na TV

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS

PERGUNTAS E RESPOSTAS PERGUNTAS E RESPOSTAS CENTRO ABERTO DE MÍDIA 1) O que é o Centro Aberto de Mídia (CAM)? É um espaço físico e virtual para atendimento aos jornalistas, credenciados ou não credenciados pela FIFA, que desejam

Leia mais

2 TV digital e TV de alta definição 2.1. A tecnologia digital

2 TV digital e TV de alta definição 2.1. A tecnologia digital 2 TV digital e TV de alta definição 2.1. A tecnologia digital Neste capítulo, serão abordados os aspectos principais da tecnologia digital e suas conseqüências em termos de mercado consumidor (telespectadores).

Leia mais

Engenheiro Eletrônico pela Unicamp e Mestre em Engenharia Eletrônica pelo INPE.

Engenheiro Eletrônico pela Unicamp e Mestre em Engenharia Eletrônica pelo INPE. Antena Coletiva: Projeto e Cuidados para Receber a TV Digital Este tutorial apresenta considerações para projeto de sistemas de antena coletiva para distribuir sinais de TV digital de alta definição, HD,

Leia mais

Número de pessoas com acesso à internet passa de 120 milhões

Número de pessoas com acesso à internet passa de 120 milhões MÍDIA KIT INTERNET Número de pessoas com acesso à internet passa de 120 milhões Segundo pesquisa da Nielsen IBOPE, até o 1º trimestre/2014 número 18% maior que o mesmo período de 2013. É a demonstração

Leia mais

TERRA DESENVOLVE O SUNDAYTV, SERVIÇO DE VÍDEO ON DEMAND

TERRA DESENVOLVE O SUNDAYTV, SERVIÇO DE VÍDEO ON DEMAND julho/2012 Case de Sucesso TERRA DESENVOLVE O SUNDAYTV, SERVIÇO DE VÍDEO ON DEMAND Para publicar um case no Portal IT4CIO, entre em contato pelo e-mail comunicacao@it4cio.com. PERFIL Terra é parte da Telefônica

Leia mais

2- Conceitos Básicos de Telecomunicações

2- Conceitos Básicos de Telecomunicações Introdução às Telecomunicações 2- Conceitos Básicos de Telecomunicações Elementos de um Sistemas de Telecomunicações Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Telecomunicações 2 1 A Fonte Equipamento que origina

Leia mais

TVs Comunitárias. canaldacidadania.org.br

TVs Comunitárias. canaldacidadania.org.br TVs Comunitárias canaldacidadania.org.br Expediente Produzida em parceria entre a ACERP (Associação de Comunicação Educativa Roquette-Pinto) e o IRDEB (Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia) para

Leia mais

Copyright 2015 Country Shop Produções Ltda All Right Reserved

Copyright 2015 Country Shop Produções Ltda All Right Reserved Sede Própria em São Paulo Av. Nações Unidas, 18.801, Cj. 703 - São Paulo - SP Fone: 55 11 3791 6000 / 3596 7000 - www.countryshoptv.com Franquia Rio de Janeiro - RJ Fone: 55 21 2492 3339 / 99982 3310 -

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicações Interativas. GINGA NCL e LUA. Projeto TV Digital Social

Desenvolvimento de Aplicações Interativas. GINGA NCL e LUA. Projeto TV Digital Social Desenvolvimento de Aplicações Interativas GINGA NCL e LUA Projeto TV Digital Social Marco Antonio Munhoz da Silva DATAPREV Gestor do Proejeto TV Digital Social AGENDA Divisão dos assuntos em quatro partes

Leia mais

Mídia e Comunicação Cenário e desafios para a democracia e a liberdade de expressão. Veridiana Alimonti, advogada do Idec e integrante do Intervozes

Mídia e Comunicação Cenário e desafios para a democracia e a liberdade de expressão. Veridiana Alimonti, advogada do Idec e integrante do Intervozes Mídia e Comunicação Cenário e desafios para a democracia e a liberdade de expressão Veridiana Alimonti, advogada do Idec e integrante do Intervozes Liberdade de Expressão! Para quem? Marco internacional

Leia mais

Workshop SCRUM. Versão 5 Out 2010 RFS. rildo.santos@etecnologia.com.br

Workshop SCRUM. Versão 5 Out 2010 RFS. rildo.santos@etecnologia.com.br Todos os direitos reservados e protegidos 2006 e 2010 Objetivo: Estudo de Caso Objetivo: Apresentar um Estudo de Caso para demonstrar como aplicar as práticas do SCRUM em projeto de desenvolvimento de

Leia mais

6 Cálculo de cobertura de sistemas de TV Digital

6 Cálculo de cobertura de sistemas de TV Digital 6 Cálculo de cobertura de sistemas de TV Digital Neste capítulo, os modelos desenvolvidos serão utilizados para a avaliação da cobertura de sistemas de TV digital na cidade de São Paulo. Partindo dos limiares

Leia mais

competente e registro no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA).

competente e registro no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA). EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO (EBC) CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS E FORMAÇÃO DE CADASTRO DE RESERVA EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO EDITAL Nº 5 EBC, 26 DE JULHO DE 2011 A DIRETORA-PRESIDENTA

Leia mais

PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS COMO UM PRODUTO DE INCENTIVO A FAVOR DAS ENTIDADES DA TV COMUNITÁRIA

PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS COMO UM PRODUTO DE INCENTIVO A FAVOR DAS ENTIDADES DA TV COMUNITÁRIA 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS COMO UM

Leia mais

*** Os serviços de redes sociais mais utilizados no setor público

*** Os serviços de redes sociais mais utilizados no setor público [O livro baseia-se em entrevistas exploratórias realizadas entre 2009 e 2011 com diretores de agências e departamentos do Poder Executivo do governo federal americano, com profissionais de TI que trabalham

Leia mais

Introdução Padrão Brasileiro de TV Digital. Desenvolvimento de Aplicações Interativas. Trabalhos em andamento

Introdução Padrão Brasileiro de TV Digital. Desenvolvimento de Aplicações Interativas. Trabalhos em andamento Introdução Padrão Brasileiro de TV Digital Middleware GINGA Desenvolvimento de Aplicações Interativas Linguagem NCL (Nested Context Language) Trabalhos em andamento 1 2 3 4 Maior resolução de imagem Melhor

Leia mais

Frequências: São Paulo 102,1 MHz; Litoral Paulista MHz 90,1; Endereço: Av. Paulista, 2.200 15º andar CEP 01310-300 São Paulo SP

Frequências: São Paulo 102,1 MHz; Litoral Paulista MHz 90,1; Endereço: Av. Paulista, 2.200 15º andar CEP 01310-300 São Paulo SP Empresa Nome fantasia: Rádio Kiss FM Razão Social: Kiss Telecomunicações LTDA. Frequências: São Paulo 102,1 MHz; Litoral Paulista MHz 90,1; Campinas 107,9 MHz; Brasília 94,1 MHz CNPJ: 59.477.240/0001-24.

Leia mais

Digital Radio Mondiale

Digital Radio Mondiale Digital Radio Mondiale WEBINAR 19 Junho 2013 11h00-12h00 DRM O caminho flexível e econômico para a transição do Analógico para o Digital Marcelo Goedert Representante DRM Brasil Moderador João Eduardo

Leia mais

Tradição, pioneirismo e credibilidade.

Tradição, pioneirismo e credibilidade. Tradição, pioneirismo e credibilidade. A Converge Comunicações desenvolve serviços convergentes com foco em novas tecnologias, soluções e tendências. Nosso portfólio inclui a organização de feiras, congressos

Leia mais

Qualidade. Confiança. Inovação.

Qualidade. Confiança. Inovação. Qualidade. Confiança. Inovação. Soluções em Radiodifusão, Vídeo e Comunicação do Brasil para o mundo. Transmissores Excitadores Multiplexadores Encoders Gap-fillers Micro-ondas Rádio Digital Câmeras Broadcast

Leia mais

Plataforma Interativa de Vídeo

Plataforma Interativa de Vídeo Plataforma Interativa de Vídeo Milonga DWM Soluções em Comunicação e Tecnologia Interativa, empresa do Grupo Ciclotron. Desenvolvemos soluções com foco na experiência do usuário, implantado um novo conceito

Leia mais

Resenha. Qual a lógica das políticas de comunicação no Brasil? César Ricardo Siqueira Bolaño, São Paulo: Editora Paulus, 2007, 124 p.

Resenha. Qual a lógica das políticas de comunicação no Brasil? César Ricardo Siqueira Bolaño, São Paulo: Editora Paulus, 2007, 124 p. Resenha Qual a lógica das políticas de comunicação no Brasil? César Ricardo Siqueira Bolaño, São Paulo: Editora Paulus, 2007, 124 p. Naná Garcez de Castro DÓRIA 1 Qual a lógica das políticas de comunicação

Leia mais

CARTA ABERTA SOBRE O RÁDIO DIGITAL

CARTA ABERTA SOBRE O RÁDIO DIGITAL CARTA ABERTA SOBRE O RÁDIO DIGITAL No último dia 30 de março o Ministério das Comunicações publicou a Portaria n. 290, instituindo o Sistema Brasileiro de Rádio Digital (SBRD), estabelecendo os objetivos

Leia mais

RECEITA FEDERAL DO BRASIL GANHA AGILIDADE E EFICIÊNCIA AO IMPLANTAR O PROJETO COMUNICAÇÃO UNIFICADA NA RBF. Case de Sucesso.

RECEITA FEDERAL DO BRASIL GANHA AGILIDADE E EFICIÊNCIA AO IMPLANTAR O PROJETO COMUNICAÇÃO UNIFICADA NA RBF. Case de Sucesso. outubro/2012 Case de Sucesso RECEITA FEDERAL DO BRASIL GANHA AGILIDADE E EFICIÊNCIA AO IMPLANTAR O PROJETO COMUNICAÇÃO UNIFICADA NA RBF Para publicar um case no Portal IT4CIO, entre em contato pelo e-mail

Leia mais

Tecnologia da Informação Apostila 02

Tecnologia da Informação Apostila 02 Parte 6 - Telecomunicações e Redes 1. Visão Geral dos Sistemas de Comunicações Comunicação => é a transmissão de um sinal, por um caminho, de um remetente para um destinatário. A mensagem (dados e informação)

Leia mais

Na piso térreo: Primeiro Piso: Salas do Cursos Livres de Línguas Estrangeiras (salas de projetos de conhecimentos livres, ciranda e apoio.

Na piso térreo: Primeiro Piso: Salas do Cursos Livres de Línguas Estrangeiras (salas de projetos de conhecimentos livres, ciranda e apoio. PROJETOS COMPARTILHADOS ENTRE MÍDIAS ALTERNATIVAS - BELÉM 2009 Os quatro projetos compartilhados listados abaixo devem ficar próximos para permitir distribuição de espaços específicos sem prejudicar o

Leia mais

Ericsson e Vivo levam educação via computação em nuvem para amazônia

Ericsson e Vivo levam educação via computação em nuvem para amazônia Ericsson e Vivo levam educação via computação em nuvem para amazônia Parceria entre a Ericsson e a Vivo promoverá o acesso à educação de qualidade no coração da Amazônia com a implementação de soluções

Leia mais

Relatório do Portal Rádio Margarida do 2º trimestre de 2011

Relatório do Portal Rádio Margarida do 2º trimestre de 2011 O portal da Rádio Margarida em Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes na Amazônia já está online desde fevereiro de 2010. O objetivo do veículo é disponibilizar materiais educativos que contribuam

Leia mais

7 dicas rápidas de marketing digital para você sair na frente! MARKETING DIGITAL

7 dicas rápidas de marketing digital para você sair na frente! MARKETING DIGITAL DICAS PARA DIVULGAR SUA EMPRESA E AUMENTAR AS VENDAS NO FIM DE ANO 7 dicas rápidas de marketing digital para você sair na frente! MARKETING DIGITAL Sumário Apresentação Capítulo 1 - Crie conteúdo de alta

Leia mais

Final da Transição ao Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD)

Final da Transição ao Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) Final da Transição ao Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) Início das transmissões 100% digitais Conselheiro Rodrigo Zerbone Loureiro Agência Nacional de Telecomunicações Brasília, 07 de abril

Leia mais

Guia Projectlab para Métodos Agéis

Guia Projectlab para Métodos Agéis Guia Projectlab para Métodos Agéis GUIA PROJECTLAB PARA MÉTODOS ÁGEIS 2 Índice Introdução O que são métodos ágeis Breve histórico sobre métodos ágeis 03 04 04 Tipos de projetos que se beneficiam com métodos

Leia mais

Qualidade. Confiança. Inovação.

Qualidade. Confiança. Inovação. Qualidade. Confiança. Inovação. Soluções em Radiodifusão, Vídeo e Comunicação do Brasil para o mundo. Transmissores Excitadores Multiplexadores Encoders Gap-fillers Micro-ondas Rádio Digital Câmeras Broadcast

Leia mais

TV DIGITAL APLICADA NA EDUCAÇÃO. Email: fujio.yamada@mackenzie.br

TV DIGITAL APLICADA NA EDUCAÇÃO. Email: fujio.yamada@mackenzie.br II SIMPOSIO INTERNACIONAL SOBRE NOVAS COMPETENCIAS EM TECNOLOGIA DIGITAL INTERATIVAS NA EDUCAÇÃO LABORATÓRIO DE TV DIGITAL DR. PROF. FUJIO YAMADA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Email: fujio.yamada@mackenzie.br

Leia mais

Edição 3 - Dezembro 2009

Edição 3 - Dezembro 2009 Edição 3 - Dezembro 2009 Indicadores Categorias + vistas na internet (usuários únicos) 33,7 Telecomunicações e Serviços de Internet -10,5% +13% Buscadores, Portais e Comunidades 33,5 Ocasiões Especiais

Leia mais

Um projeto social SET EXPERIMENTAL Idealização e direção: Giuliano Chiaradia. https://artmobileproject.com

Um projeto social SET EXPERIMENTAL Idealização e direção: Giuliano Chiaradia. https://artmobileproject.com Um projeto social SET EXPERIMENTAL Idealização e direção: Giuliano Chiaradia. https://artmobileproject.com Gostaríamos de apresentar um projeto inovador de inclusão e arte digital. ÍNDICE: 1. O projeto

Leia mais

Economia Móvel América Latina 2013 Sumário Executivo

Economia Móvel América Latina 2013 Sumário Executivo Economia Móvel América Latina 2013 Sumário Executivo Economia Móvel América Latina 2013 A GSMA representa os interesses da indústria mundial de comunicações móveis. Presente em mais de 220 países, a GSMA

Leia mais

5 Apresentação do método de avaliação de desempenho aplicado ao Programa TV Digital para as Áreas Rurais

5 Apresentação do método de avaliação de desempenho aplicado ao Programa TV Digital para as Áreas Rurais 5 Apresentação do método de avaliação de desempenho aplicado ao Programa TV Digital para as Áreas Rurais 5.1 A Rede Globo A Rede Globo é uma das maiores redes de televisão do mundo, com milhões de espectadores

Leia mais

TV Dig ital - S ocial

TV Dig ital - S ocial Edson Luiz Castilhos Gerente Célula Software Livre - RS Marco Antonio Munhoz da Silva Gestor Projeto TV Digital Social 1 AGENDA O que é TV Digital? Histórico TV Analógica x TV Digital Sistema de TV Digital

Leia mais

Apps de Produtividade

Apps de Produtividade Apps de Produtividade Os App s de Produtividade oferecem controle, organização e recursos para profissionalização das áreas internas e externas da empresa, proporcionando: Produtividade Controle Integração

Leia mais

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES 1. Conectando a Empresa à Rede As empresas estão se tornando empresas conectadas em redes. A Internet e as redes de tipo Internet dentro da empresa (intranets), entre uma

Leia mais

1. Introdução 1.1 Os sistemas de 4 a geração Quando falamos em redes de quarta geração (4G), dois nomes vem imediatamente à nossa cabeça: LTE (Long

1. Introdução 1.1 Os sistemas de 4 a geração Quando falamos em redes de quarta geração (4G), dois nomes vem imediatamente à nossa cabeça: LTE (Long 16 1. Introdução 1.1 Os sistemas de 4 a geração Quando falamos em redes de quarta geração (4G), dois nomes vem imediatamente à nossa cabeça: LTE (Long Term Evolution) e WiMAX [11]. A tecnologia LTE é um

Leia mais

NOVAS APLICAÇÕES DO ISDB-T

NOVAS APLICAÇÕES DO ISDB-T ANEXO 5 NOVAS APLICAÇÕES DO ISDB-T Uma das vantagens mais marcantes do ISDB-T é a sua flexibilidade para acomodar uma grande variedade de aplicações. Aproveitando esta característica única do ISDB-T, vários

Leia mais

SEM FRONTEIRAS NA AMÉRICA LATINA

SEM FRONTEIRAS NA AMÉRICA LATINA SEM FRONTEIRAS NA AMÉRICA LATINA Case vencedor do VII Prêmio ANATEC na categoria B2B Serviços BANCA ASSINATURA CUSTOMIZADA PORTFÓLIO A maior provedora de conteúdo de economia, negócios e finanças da América

Leia mais

Relato da Iniciativa

Relato da Iniciativa 1 Relato da Iniciativa 5.1 Nome da iniciativa ou projeto Novo portal institucional da Prefeitura de Vitória (www.vitoria.es.gov.br) 5.2 Caracterização da situação anterior A Prefeitura de Vitória está

Leia mais

PLANO OPERACIONAL ANUAL E ORÇAMENTO DETALHADO 2013

PLANO OPERACIONAL ANUAL E ORÇAMENTO DETALHADO 2013 PLANO OPERACIONAL ANUAL E ORÇAMENTO DETALHADO 2013 1 Composição Orçamentária ISAGS - 2013 (*) Natureza Valor anual (US$) Percentual Projetos 42,6% 1.001.200,00 Pessoal 37,9% 892.958,00 Gastos Operacionais

Leia mais

MDD Mídias Interativas. TV Digital no Brasil

MDD Mídias Interativas. TV Digital no Brasil Pós-Graduação MDD Mídias Interativas TV Digital no Brasil Apresentações Profª. Graciana Simoní Fischer de Gouvêa Email: graciana.fischer@prof.infnet.edu.br COMO FUNCIONAVA A TV NO BRASIL? Analógico Analógico

Leia mais

Curso Marketing Político Digital Por Leandro Rehem Módulo III MULTICANAL. O que é Marketing Multicanal?

Curso Marketing Político Digital Por Leandro Rehem Módulo III MULTICANAL. O que é Marketing Multicanal? Curso Marketing Político Digital Por Leandro Rehem Módulo III MULTICANAL O que é Marketing Multicanal? Uma campanha MultiCanal integra email, SMS, torpedo de voz, sms, fax, chat online, formulários, por

Leia mais

O PL 29 e as políticas de comunicação no Brasil: a importância da participação da sociedade civil e do Poder Executivo no processo legislativo

O PL 29 e as políticas de comunicação no Brasil: a importância da participação da sociedade civil e do Poder Executivo no processo legislativo O PL 29 e as políticas de comunicação no Brasil: a importância da participação da sociedade civil e do Poder Executivo no processo legislativo 1 Lara Haje Laboratório de Políticas de Comunicação (LaPCom)

Leia mais

Universidade Federal do Espírito Santo Centro Tecnológico Departamento de Informática Programa de Pós-Graduação em Informática

Universidade Federal do Espírito Santo Centro Tecnológico Departamento de Informática Programa de Pós-Graduação em Informática Universidade Federal do Espírito Santo Centro Tecnológico Departamento de Informática Programa de Pós-Graduação em Informática Disciplina: INF5008 Prof.: (monalessa@inf.ufes.br) Conteúdo 8. Metodologias

Leia mais