UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO MBA EM SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO MBSIG2000 GPI PEP/COPPE DEI/EP MONOGRAFIA DE FINAL DE CURSO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO MBA EM SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO MBSIG2000 GPI PEP/COPPE DEI/EP MONOGRAFIA DE FINAL DE CURSO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO MBA EM SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO MBSIG2000 GPI PEP/COPPE DEI/EP MONOGRAFIA DE FINAL DE CURSO A IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO O CASO ELETROBRÁS ALVARO FRANCISCO MONTEIRO DE PAULA ORIENTADOR : MSc. Reinaldo F. Sima MAIO 2001

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO MBA EM SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO MBSIG2000 GPI PEP/COPPE DEI/EP MONOGRAFIA DE FINAL DE CURSO A IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO O CASO ELETROBRÁS ALVARO FRANCISCO MONTEIRO DE PAULA ORIENTADOR : MSc. Reinaldo F. Sima MAIO 2001 II

3 As opiniões expressas neste trabalho são de exclusiva responsabilidade do autor III

4 RESUMO Esta monografia tem como objetivo apresentar os resultados obtidos de uma pesquisa exploratória realizada em um caso de implantação do sistema integrado de gestão R/3, versão 4.0b, da empresa alemã SAP, nas Centrais Elétricas Brasileiras S.A. Eletrobrás. O conhecimento desses resultados, além de aprofundar o estudo sobre o tema em questão, pode ser básico para as empresas que pretendem implantar um sistema integrado de gestão. Para isso, serão apresentados e discutidos os motivos que levaram a Eletrobrás a adquirir um sistema integrado de gestão, a escolha do produto SAP R/3, as dificuldades e os pontos fracos e fortes, baseados nos principais produtos obtidos da metodologia de implementação adotada, mostrando finalmente quais os benefícios obtidos pela empresa e os fatores críticos de sucesso na implantação. IV

5 ÍNDICE CAPÍTULO I INTRODUÇÃO...1 I.1 INTRODUÇÃO...1 I.2 METODOLOGIA...2 I.3 OS SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO...2 I.4 A EMPRESA...4 I.5 O FOCO DE NEGÓCIO E A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL...6 CAPÍTULO II O PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO...8 II.1 A DECISÃO DE AQUISIÇÃO...8 II.2 A ESCOLHA DO SAP R/ II.3 A METODOLOGIA DE IMPLEMENTAÇÃO...14 CAPÍTULO III OS PONTOS FRACOS E FORTES E OS BENEFÍCIOS OBTIDOS...19 III.1 ORGANIZAÇÃO DAS EQUIPES...19 III.2 ESCOPO DO PROJETO...24 III.3 BUSINESS BLUEPRINT...27 III.4 CRONOGRAMA DA IMPLEMENTAÇÃO...28 III.5 TREINAMENTO...31 III.6 GO LIVE...32 III.7 BENEFÍCIOS OBTIDOS...33 CAPÍTULO IV CONCLUSÕES...36 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...38 V

6 CAPÍTULO I INTRODUÇÃO I.1 INTRODUÇÃO O mercado brasileiro vem presenciando, nos últimos anos, uma demanda crescente por pacotes de sistemas integrados de gestão, os chamados sistemas ERP Enterprise Resource Planning (ou, em português, SIG Sistema Integrado de Gestão ). Estes pacotes têm como características principais a unificação de todos os sistemas de informação, que atendem às diversas áreas da empresa, em torno de uma base de dados única, diminuindo a redundância dos dados e aumentando a qualidade e a eficiência do fluxo de informações. São sistemas de informação integrados que vieram de encontro aos anseios da Eletrobrás que, sabedora dos problemas ocasionados pela falta de integração e pela redundância de seus dados, iniciou a partir de 1996, uma série de projetos caros e de longa duração e que na verdade não solucionaram tais problemas. O incentivo para realização desta monografia foi uma palestra ministrada, no decorrer do meu curso, pelo professor Reinaldo F. Sima sobre a implantação de sistemas integrados de gestão e na experiência que tive como usuário-chave durante a implementação do módulo de manutenção (PM) e atualmente participante do grupo BASIS núcleo central do sistema R/3. Esse primeiro capítulo descreve a metodologia utilizada para a realização desta monografia, introduz os conceitos dos sistemas integrados de gestão, apresenta a empresa e sua participação no mercado brasileiro de energia elétrica, o seu foco de negócio e de que maneira é estruturada. O capítulo II mostra os motivos pelos quais a Eletrobrás resolveu adquirir um sistema integrado de gestão, de que modo foi escolhido o SAP R/3 e qual a metodologia de implementação adotada. 1

7 No capítulo III são abordados as dificuldades, os pontos fracos e fortes, baseados nos principais produtos obtidos da metodologia de implementação, e os benefícios obtidos após a entrada em produção do sistema. O capítulo IV conclui o trabalho apresentando os fatores críticos de sucesso e fazendo algumas observações relevantes. I.2 METODOLOGIA A metodologia utilizada para realização desta monografia foi uma pesquisa exploratória, procurando mapear todo o processo de implantação do sistema integrado de gestão SAP R/3 nas Centrais Elétricas Brasileiras S.A. Eletrobrás. As bases para realização do trabalho foram as referências bibliográficas, entrevistas informais com o chefe do Departamento de Informática (DAI), o gerente do projeto, líderes de equipes e usuários-chave que participaram da implementação, usuários finais do sistema, e na minha experiência, como participante do projeto, no módulo de manutenção (PM). I.3 OS SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO Os sistemas integrados de gestão são sistemas de informação, adquiridos em forma de pacotes comerciais, compartilhando práticas e dados comuns para toda a empresa, com a finalidade de integrar a maioria dos seus processos de negócio. Suas principais características são : - Representam a evolução natural dos sistemas de informação destinados a suportar e integrar todas as operações (processos ou áreas de negócio) de uma empresa; - Proporcionam melhorias nos processos empresariais, pois podem ser implantados com modelos de processos de negócio com as melhores práticas do mercado ( best practices ). Alguns como o SAP R/3 possuem modelos de referência que são oferecidos dentro da solução; 2

8 - Representam a unificação de todos os sistemas de informação que atendem às diversas áreas da empresa; - Utilizam bancos de dados únicos e centralizados, aumentando a eficiência no gerenciamento das informações; - São normalmente pacotes comerciais negociados através de contratos de licenças de uso e manutenção, que podem ser parametrizáveis de acordo com as necessidades de cada empresa, possuindo inclusive ferramentas para customização de funcionalidades não disponíveis ( GAP s ); - Através do contrato de manutenção, a empresa praticamente terceiriza seu departamento de desenvolvimento de sistemas. A informática troca sua função de analista de sistemas pela função de analista de negócios; - Na sua maioria são adaptados para o atendimento às necessidades locais (localização) de cada país atendimento aos idiomas, moedas e legislações; - Constituem-se em um meio para a transformação de uma organização orientada por funções para uma orientada por processos; - Exigem altos investimentos de tempo, pessoas e equipamentos para sua implementação e operação; - Por serem apoiados em bases de dados transacionais, sua aplicação restringe-se ao plano operacional, podendo atingir em algumas funções o plano tático (gerências) da empresa; - Podem ser instalados em computadores de vários tamanhos (escalabilidade); - A maioria possui arquitetura aberta para a utilização com outras soluções de terceiros (sistemas abertos); - Podem ser implementados em diferentes plataformas de hardware e software (sistemas operacionais e bancos de dados) (portabilidade); - São sistemas baseados na arquitetura cliente/servidor. Diversos são os fatores encontrados nas bibliografias que influenciam uma empresa a tomar a decisão para implantação de um ERP. Dentre estes, podemos citar : - Incapacidade dos sistemas atuais em atender as necessidades da empresa; - Integração das informações; - Agilidade do fluxo de informações; - Diminuição da redundância de informações; 3

9 - Necessidade de informações gerenciais; - Ano 2000 ( bug do milênio) já não mais considerado; - Busca de vantagem competitiva; - Evolução da arquitetura de informática; - Redesenho dos processos; - Redução de pessoal; - Globalização dos negócios; - Determinação da matriz ou da "holding"; - Indicação por empresa de consultoria; - Pressão de parceiros de negócio. Alguns exemplos de pacotes comerciais de sistemas integrados de gestão são : - Baan4 da holandesa Baan; - EMS da brasileira Datasul; - One World da americana JD Edwards; - Oracle da americana Oracle; - Peoplesoft da americana Peoplesoft; - R/3 da alemã SAP. I.4 A EMPRESA A Centrais Elétricas Brasileiras S. A. Eletrobrás atua como agente do governo federal, exercendo funções empresariais de cunho institucional e de coordenação e integração do setor de energia elétrica. Participa com quase 60% da geração de energia elétrica no país, incluindo a usina hidrelétrica de Itaipú, e com 64% da transmissão em linhas de tensão superior a 230 kv. É acionista majoritário da Eletronuclear Eletrobrás Termonuclear S.A., empresa resultante da cisão do ativo das usinas nucleares de Furnas e mantenedora do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica CEPEL, responsável pelo desenvolvimento tecnológico na área de energia elétrica e pelo aprimoramento de equipamentos e materiais do setor elétrico. 4

10 No ano de 1998, quando resolveu implantar um sistema integrado de gestão empresarial, apresentou um lucro líquido de R$2 bilhões, com receitas líquidas de R$4,2 bilhões e um patrimônio líquido de R$60 bilhões. Com o processo de globalização da economia, a empresa passava por uma série de transformações, sendo induzida a realizar uma completa revisão de sua forma de atuação, dos seus objetivos e dos resultados que pretendia alcançar no novo modelo do setor elétrico brasileiro. A Figura I.4.1 apresenta uma concepção do novo modelo de competição no mercado de energia elétrica. COMPETIÇÃO ONDE POSSIVEL REGULAMENTAÇÃO ONDE NECESSÁRIA Geração Comercialização Transmissão Distribuição Mercado Atacadista Monopólios, com livre acesso Agentes específicos Regulador forte Operador independente Planejador indicativo Figura I.4.1 A concepção do novo modelo [FOLETTO] 5

11 I.5 O FOCO DE NEGÓCIO E A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL O foco de negócio da Eletrobrás compõe-se da participação na área de financiamento, participação acionária em diversas empresas do setor no âmbito da geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, parceria de projetos com a iniciativa privada e programas governamentais. Empresas Controladas : - CHESF, CGTEE, ELETRONORTE, ELETRONUCLEAR, ELETROSUL, FURNAS e LIGHTPAR. Empresas Federalizadas : - BOAVISTA ENERGIA, CEAM, CEAL, CEPISA, CERON, ELETROACRE e MANAUS ENERGIA. Programas na área de energia elétrica : - Luz no Campo programa de eletrificação rural; - PCH-COM Programa de Desenvolvimento e Comercialização de Energia de Pequenas Centrais Hidrelétricas; - PROCEL Programa de Conservação de Energia Elétrica; - Reluz Programa Nacional de Iluminação Pública Eficiente. A Eletrobrás, como todas as empresas estatais brasileiras, tem a sua estrutura organizacional do tipo burocrática orientada por funções. É estruturada basicamente por uma Presidência e 4 Diretorias : Administrativa, Financeira, Projetos Especiais e de Engenharia. Cada diretoria é dividida em departamentos e cada departamento em divisões. 6

12 A figura I.5.1 ilustra, de uma maneira sucinta, como é organizada a empresa. Presidência Diretoria de Administração Diretoria Financeira Diretoria de Projetos Especiais Diretoria de Engenharia Eletronorte Chesf Eletronuclear Furnas Eletrosul Vinculação Subordinação Cepel Figura I.5.1 Organograma da Eletrobrás (nível hierárquico I) 7

13 CAPÍTULO II O PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO II.1 A DECISÃO DE AQUISIÇÃO Seguindo a trajetória da maioria das grandes empresas, a Eletrobrás utilizava computadores centrais de grande porte e os seus sistemas de informação eram desenvolvidos internamente com a finalidade de atender às funções operacionais exercidas por determinadas áreas da empresa, na maioria independentes, sem integração, com redundância de informações e altos custos de manutenção. Todo desenvolvimento era centralizado no seu departamento de informática, direcionado para equipamentos de um único fornecedor, com tempos de espera ( backlog ) altos e necessitando de um pessoal com alto grau de conhecimento técnico. Durante a década de 1980 foi sendo introduzida a microinformática na empresa. Em decorrência disto houve um processo gradativo de migração de algumas atividades da informática para as áreas usuárias. Em 1990, a empresa promoveu a descentralização do desenvolvimento dos seus sistemas de informação. Os técnicos responsáveis pela manutenção e desenvolvimento de sistemas foram deslocados para as áreas funcionais. As facilidades promovidas por esta nova tecnologia tais como : editores de texto, planilhas eletrônicas, novas linguagens de programação, bancos de dados e a descentralização das atividades de informática, fizeram com que as áreas funcionais da empresa desenvolvessem sistemas sem nenhuma padronização e sem a menor preocupação de integração com outros sistemas. Por conseguinte, as informações ficaram distribuídas nas diversas áreas da empresa, permanecendo a falta de integração e a redundância das informações. Nesta época os microcomputadores ainda não estavam ligados em rede. No início de 1996, a diretoria financeira desenvolveu um projeto chamado de Projeto de Modernização dos Instrumentos de Gestão, em conjunto com a FIPECAFI (USP), cujo objetivo era obter os processos de negócio de suas áreas funcionais e o desenvolvimento de sistemas para integração de suas funções de negócio. 8

14 Em meados de 1997, a empresa, através do seu Departamento de Informática, desenvolveu um projeto denominado PGSI Plano Geral de Sistemas de Informação, em conjunto com a Fundação Padre Leonel Franca (PUC-RJ), cujos objetivos principais foram os seguintes : - Modelagem dos processos de negócio da empresa; - Estabelecimento de um modelo de dados corporativo; - Consolidação da arquitetura de hardware, software e da rede de microcomputadores; - Estabelecimento de uma metodologia para desenvolvimento de sistemas e administração de dados; - Obtenção de um plano de desenvolvimento de sistemas; - Obtenção de procedimentos padronizados para a aquisição e aceitação de sistemas desenvolvidos por terceiros; - Atuação do departamento de informática como núcleo normativo e de orientação às demais áreas da empresa. Não obstante, a empresa na ocasião passava por um problema, que era resolver o bug do milênio num prazo relativamente curto. Em sintonia com o processo de mudança institucional do setor de energia elétrica e inserida no programa governamental de desestatização das empresas do setor elétrico, a Eletrobrás procurava modernizar-se com o objetivo de conquistar novas oportunidades de negócios, através da introdução de novas tecnologias e o desenvolvimento do seu quadro de pessoal. Com a modelagem dos principais processos de negócio da empresa e a decisão de investir, a empresa no início de 1998 optou pela adoção de um sistema integrado de gestão. O projeto foi denominado ELETRO XXI. Vale lembrar que um sistema integrado de gestão é construído como um único sistema de informações, com um único banco de dados, que atende às diversas áreas da empresa, ao invés de um conjunto de sistemas que atendem isoladamente a cada uma delas e com seu próprio conjunto de informações. 9

15 Em resumo, os principais motivos que levaram a Eletrobrás á contratação de um ERP foram : - Incapacidade dos sistemas existentes em atender as necessidades da empresa e com altos custos de manutenção; - Integração das informações; - Agilidade do fluxo de informações; - Diminuição da redundância de informações; - Solução do problema do Ano 2000 ( bug do milênio); - Padronização dos processos de negócio nas empresas do sistema Eletrobrás, possibilitando desta maneira, uma uniformização dos procedimentos, informações, conceitos e uma melhor qualidade e agilidade no intercâmbio de informações entre as empresas; - Preparação da organização para os novos desafios e oportunidades no novo modelo de gestão para o setor de energia elétrica. Principalmente na oportunidade de comercialização de energia elétrica no mercado atacadista de energia (MAE). II.2 A ESCOLHA DO SAP R/3 Segundo [TUTEJA, 1998] apud [MORAIS, 2000] as características que devem ser levadas em consideração na seleção de um ERP são : - Arquitetura técnica : É a variedade nos quais a aplicação pode ser disponibilizada (sistemas operacionais, bancos de dados, computadores), a qualidade da interface com o usuário, a arquitetura do software da aplicação (2 camadas versus 3 camadas), as ferramentas de desenvolvimento e gerenciamento associadas com a aplicação (comercial ou proprietária), e os modelos de dados e processos disponíveis dentro da aplicação. Todos estes modelos sendo considerados em face das necessidades atuais e futuras do cliente. 10

16 - Custo : Compreende o custo total do software, valor das atualizações e gastos com consultoria e treinamento. - Documentação : Procura descrever a forma de documentação, os preços cobrados, o idioma e a existência de "site" na Internet. - Funcionalidade : É o grau de aderência e adequação aos processos de negócio da organização e ao seu modelo de gestão corporativa. - Habilidade de execução : Consiste na real possibilidade de o fornecedor oferecer e cumprir com aquilo que é prometido, isto é, representa uma medida da capacidade técnica e financeira do fornecedor. - Histórico : Mostra a posição da empresa no mercado interno e externo, o grupo de usuários e sua importância, como a área de pesquisa e desenvolvimento é considerada, quais os parceiros tecnológicos, quais os segmentos do mercado focados e quais as tendências dos próximos investimentos. - Integração com outros ambientes : Identificam a existência de integração com outros ambientes e a Internet, as formas de segurança, conectividade com outras tecnologias. - Serviço e suporte : Neste item, são avaliadas a qualidade e a disponibilidade que a empresa tem de proporcionar aos seus clientes, os serviços e os suportes técnicos necessários, de modo a atender às suas necessidades. 11

17 - Treinamento : Caracteriza o tipo de treinamento, onde é aplicado e a eventual opção de terceirização do mesmo. - Visão : Na visão devem ser consideradas as modificações que o fornecedor pretende realizar no seu produto e serviço nos próximos três a cinco anos, tendo em mente os anseios e as demandas do mercado e dos clientes. No caso da Eletrobrás, a opção para a adoção do sistema integrado de gestão SAP R/3, deveu-se a um acordo de cooperação tecnológica mantido com uma de suas subsidiárias integrais, a Eletronuclear, a qual estava contratando o produto pelos motivos a seguir apresentados, aliados ao fato do R/3 suportar a plataforma tecnológica existente na Eletrobrás para a implantação do seu ERP que era : sistema operacional Windows NT e banco de dados MS SQL Server, ambos da Microsoft. Por este acordo, a Eletrobrás foi incluída no contrato como uma extensão aos direitos de uso, atualização tecnológica, suporte e manutenção do R/3, firmado entre a Eletronuclear e a SAP. Usando a classificação, acima mencionada, os motivos que levaram a Eletronuclear à escolha do R/3 foram : - Arquitetura técnica : Execução em ambiente com sistema operacional Windows NT e banco de dados DB2 da IBM. - Funcionalidade : O software continha as principais funcionalidades exigidas pela empresa, cujo foco era o atendimento às necessidades das Diretorias Financeira e Administrativa. Inclusive contemplava o plano de contas do setor elétrico no padrão da ANEEL Agência Nacional de Energia Elétrica. 12

18 - Habilidade de execução : A SAP possuía uma solução proprietária para implementação do R/3 denominada ASAP ( Accelerated SAP). - Histórico : O ERP já havia sido, ou estava sendo implantado, em algumas empresas do setor de energia elétrica como a LIGHT, COELBA e COSERN. A figura II.2.1 mostra o posicionamento da SAP, por faturamento no mercado mundial de sistemas integrados de gestão, na época da implantação. Figura II Fonte SAP 13

19 II.3 A METODOLOGIA DE IMPLEMENTAÇÃO Na implantação do sistema R/3 foi utilizada a solução proprietária da SAP chamada ASAP Accelerated SAP. Esta solução é composta por uma metodologia denominada ASAP roadmap e por ferramentas, aceleradores (modelos de documentação) e serviços com o objetivo de otimizar e acelerar o processo de implementação. Um levantamento feito pela SAP América Inc. mostrou que em 1997, a adoção desta solução trouxe os seguintes resultados [Revista SAPerspectiva Nº1 02/98] : - Utilização em mais de 100 companhias no mundo; - Redução do tempo e custo de implantação de 30 a 50 %; - Tempo médio de duração da implementação : 6 a 9 meses; - Permite que os parceiros da SAP realizem implementações do R/3 com um modelo padrão de procedimentos. Principais ferramentas : - ABAP Workbench um ambiente integrado de programação que oferece todas as funcionalidades para criação e a manutenção das aplicações dentro do R/3. Consiste de um número de componentes que cobrem todo o ciclo de desenvolvimento de um software. A linguagem de programação proprietária da SAP denominada ABAP é usada para o desenvolvimento dos programas; - IMG ( Implementation Guide ) uma ferramenta dentro do R/3 para a parametrização do sistema; - Q&Adb 4.0 ( Question & Answer database ) um banco de dados contendo os processos de negócio do R/3, questionários para o levantamento dos requisitos de negócio da empresa e modelos de documentos que agilizam o processo de implementação; - TMS ( Transport Management System ) um sistema de gerenciamento de transporte que é utilizado para levar as parametrizações e customizações feitas no 14

20 ambiente de desenvolvimento para os de qualidade e produção ( landscape do sistema R/3); - CCMS ( Computing Center Management System ) uma ferramenta dentro do R/3 que permite administrar, monitorar e otimizar o sistema. Principais serviços : - OSS ( On Line Service Support ) um serviço de conexão remota que é utilizado para verificação de notas técnicas, obtenção das correções das funcionalidades e bugs do R/3, suporte on line da SAP e comunicação dos problemas ocorridos no sistema; - Treinamento na metodologia de implementação e nos módulos do R/3; - Go Live Check serviço que é disponibilizado, após a entrada em produção, para a identificação de problemas e otimização da performance do sistema R/3, do banco de dados e do sistema operacional; - Early Watch serviço com a mesma finalidade do Go Live Check, porém, realizado duas vezes ao ano. Esta metodologia é composta por 5 fases, conforme a figura II.3.1 abaixo. ASAP Roadmap Figura II As fases da metodologia ASAP Roadmap [Fonte : SAP] 15

21 Fase 1 : Project Preparation Preparação do Projeto O propósito desta fase é gerar o planejamento inicial para o projeto de implementação do R/3. As etapas da fase 1 ajudam na identificação e no planejamento das áreas da empresa que serão priorizadas. Os principais produtos são : - Identificação das áreas empresariais, cenários e processos que serão envolvidos no escopo da implementação; - Definição da organização do projeto e padronização da documentação; - Kickoff executivo, que é um evento de abertura do projeto no qual são reunidos o comitê diretivo, o comitê executivo e a gerência do projeto com a finalidade de informar sobre a importância do projeto para a empresa e obter o comprometimento de todos; - Definição da estratégia de implementação, que é a maneira pela qual os sistemas de informação, que apóiam as áreas de negócio, denominados de sistemas legados, serão desativados; - Definição do cronograma da implementação; - Determinação do número de ambientes necessários na implementação do R/3 ( landscape do sistema R/3). No caso da Eletrobrás foram definidos 3 ambientes desenvolvimento, qualidade e produção; - Treinamento da equipe de projeto consistindo basicamente numa introdução ao sistema R/3 e na metodologia ASAP roadmap ; - Especificação da configuração de hardware. No caso da Eletrobrás foi feito com a assistência de parceiros da SAP, baseado numa estimativa do número de usuários finais e dos módulos que foram implementados no R/3. Fase 2 : Business Blueprint Modelo dos Processos de Negócio O principal objetivo desta fase é gerar um documento denominado Business BluePrint, contendo os cenários, processos e os requisitos de negócio da empresa. 16

22 Os principais produtos são : - Definição da estrutura organizacional da empresa; - Business Blueprint, obtido da seguinte maneira : - Revisando os processos de negócio selecionados na fase anterior; - Identificando os requisitos de negócio da empresa, os relatórios, as interfaces, as conversões de dados e a customização das funcionalidades não atendidas pelo R/3 (melhorias) que seriam necessárias na implementação; através de entrevistas, reuniões e utilização da ferramenta Q&Adb Treinamento da equipe de projeto nos módulos do R/3; - Instalação dos sistemas de desenvolvimento e qualidade. Fase 3 : Realization Realização O propósito desta fase é realizar a parametrização e a customização do sistema baseado no Business Blueprint. Os principais produtos são : - Configuração dos parâmetros globais do sistema e da estrutura organizacional; - Aprovação/confirmação dos cenários de negócio; - Desenvolvimento e documentação da solução completa de implementação através de diversos ciclos de testes/validações. A medida que se está efetuando os ciclos de testes/validações são preparados os BPP S, que contêm as operações que devem ser executadas, em cada transação dos módulos do sistema R/3, para atendimento aos processos de negócio e que será utilizado no treinamento do usuário final; - Desenvolvimento (programação ABAP) e testes das melhorias, relatórios, Sapscript s, interfaces e conversões de dados, - Criação dos perfis de autorização; - Testes integrados. 17

23 Fase 4 : Final Preparation Preparação Final O propósito desta fase é completar a preparação final da implementação para a entrada em produção. Os principais produtos são : - Plano de entrada em produção ( Cut Over ); - Teste da carga de dados; - Testes de volume de dados e stress; - Testes dos perfis de autorização; - Treinamento dos usuários finais; - Criação do Help Desk ; - Instalação do sistema de produção; - Decisão de entrar em produção após uma verificação final ( Cut Over Checklist ); - Corte. Fase 5 : Go Live Entrada em Produção O propósito desta fase é a entrada em produção do sistema. O plano de suporte a entrada em produção ( Help Desk ) deve estar preparado, não só para os dias críticos, mas também a longo prazo. Nesta fase deve-se monitorar as transações do sistema e buscar otimizar sua performance ( Go Live Check ). 18

24 CAPÍTULO III OS PONTOS FRACOS E FORTES E OS BENEFÍCIOS OBTIDOS Neste capítulo são enfocados alguns aspectos relevantes baseados nos principais produtos obtidos da metodologia de implementação adotada e que ajudam a identificar as dificuldades e os pontos fortes e fracos observados durante o processo de implementação. No final do capítulo, são descritos os benefícios trazidos para a empresa pela adoção do sistema integrado de gestão SAP R/3. III.1 ORGANIZAÇÃO DAS EQUIPES A equipe de implementação envolveu equipes multidisciplinares formada por diretores e assessores da empresa, chefes das áreas de negócio, gerentes de projeto, especialistas na área de tecnologia da informação; analistas de sistemas, usuários-chave e consultores da SAP, e que foram reunidos num mesmo ambiente de trabalho durante o projeto. A organização das equipes é mostrada na figura III.1.1. Comitê Diretivo Com itê Executivo Gerência do Projeto Gerência de Mudança Gerência Técnica Integração Funcional BASIS ABAP Equipes Funcionais Figura III Organização das equipes 19

25 Comitê Diretivo : Composto por dois diretores e dois assessores das Diretorias Administrativa e Financeira, comprometidos com o projeto, com a responsabilidade de prover todos os recursos (financeiros, materiais e humanos), identificando as necessidades estratégicas, estabelecendo diretrizes em relação aos processos de negócio e assegurando que os objetivos das áreas de negócio fossem atingidos. O assessor da diretoria administrativa tinha sido o patrocinador do projeto PGSI. Comitê Executivo : Formado por chefes das áreas de negócio, com a finalidade de definir, no plano tático, os processos de negócio, baseado nas diretrizes estabelecidas pelo comitê diretivo, validar os processos e os requisitos de negócio configurados no sistema, comprometendo-se com os prazos do projeto e disponibilizando os recursos humanos necessários (líderes de equipe e usuários-chave). Gerência do Projeto : Formado por um profissional da SAP e um da Eletrobrás, com a habilidade de negociação, e com o objetivo de zelar pelo perfeito entrosamento e produtividade da equipe, acompanhar e controlar o orçamento e o cronograma do projeto e identificar os riscos e contingências que por ventura viessem a acontecer durante o projeto. O gerente do projeto da Eletrobrás tinha participado do projeto FIPECAFI. Gerência de Mudança : Função delegada a Divisão de Treinamento da empresa com a finalidade de conduzir o processo de mudanças que a nova tecnologia traria em relação a nova maneira de trabalhar e atuar das pessoas na empresa. Gerência Técnica : Profissional da SAP com experiência na área de tecnologia da informação para gerenciar os trabalhos desenvolvidos pelas equipes de BASIS e ABAP. 20

26 BASIS : Profissionais da SAP, do departamento de informática e um da Microsoft, responsáveis pela infra-estrutura de hardware, software, rede de microcomputadores e atividades de instalação, administração, otimização, monitoração e segurança do sistema R/3. ABAP : Profissionais da SAP especialistas no desenvolvimento de programas utilizando a linguagem de programação, proprietária da SAP, denominada ABAP e analistas de sistemas das áreas funcionais que davam suporte ao desenvolvimento e manutenção dos sistemas legados. Suas principais funções eram : desenvolver as melhorias no sistema R/3, programar os relatórios e Sapscript s, construir as interfaces e fazer os programas de carga de dados do R/3. Integração funcional : Profissional da SAP com experiência em implantações e conhecedor da metodologia ASAP, tendo como responsabilidade resolver todas as pendências ( issues ) das equipes funcionais, auxiliar na construção dos perfis de autorização e minimizar os problemas de integração entre as funcionalidades dos módulos do sistema R/3. Equipes Funcionais : Formada, para cada módulo ou componente do R/3, por um líder de equipe, um ou mais consultores da SAP e usuários-chave. - Líderes de equipe : Todos analistas de sistemas, com exceção dos líderes dos módulos de ativo fixo (AM) e controle de viagens (BT), com conhecimento dos processos de negócio e que atuavam na manutenção dos sistemas legados, com a responsabilidade de coordenar os consultores e os usuários-chave, definir, configurar e testar os componentes dos módulos do R/3 para suportar os processos e os requisitos de negócio; construir os perfis de autorização dos usuários finais e acompanhar, validar e documentar todas as fases do processo de implementação. 21

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Tecnologia da Informação. O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house ERP: Pacote Pronto versus Solução in house Introdução Com a disseminação da utilidade e dos ganhos em se informatizar e integrar os diversos departamentos de uma empresa com o uso de um ERP, algumas empresas

Leia mais

ERP Enterprise Resource Planning

ERP Enterprise Resource Planning ERP Enterprise Resource Planning Sistemas Integrados de Gestão Evolução dos SI s CRM OPERACIONAL TÁTICO OPERACIONAL ESTRATÉGICO TÁTICO ESTRATÉGICO OPERACIONAL TÁTICO ESTRATÉGICO SIT SIG SAE SAD ES EIS

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 05 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM

Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM Universidade Federal do Vale do São Francisco Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM Prof. Ricardo Argenton Ramos Aula 6 ERP Enterprise Resource Planning Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Leia mais

27/10/2011. Visão do Papel Integrado dos SI Dentro de uma Organização

27/10/2011. Visão do Papel Integrado dos SI Dentro de uma Organização Visão do Papel Integrado dos SI Dentro de uma Organização 1 Tipos de SI Depende do tipo de apoio a ser oferecido Deve-se levar em consideração: Usuários operações (entrada +processamento + saída) destino

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 INTRODUÇÃO SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 Há algum tempo, podemos observar diversas mudanças nas organizações,

Leia mais

Introdução sobre Implantação de Sistema ERP em Pequenas Empresas. Prof Valderi R. Q. Leithardt

Introdução sobre Implantação de Sistema ERP em Pequenas Empresas. Prof Valderi R. Q. Leithardt Introdução sobre Implantação de Sistema ERP em Pequenas Empresas Prof Valderi R. Q. Leithardt Objetivo Esta apresentação tem por objetivo mostrar tanto os benefícios como as dificuldades da implantação

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

ERP Enterprise Resource Planning

ERP Enterprise Resource Planning ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de Recursos da Empresa Sistema Integrado de Gestão Corporativa Prof. Francisco José Lopes Rodovalho 1 Um breve histórico sobre o surgimento do software ERP

Leia mais

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI Objetivos Assegurar que os esforços despendidos na área de informática sejam consistentes com as estratégias, políticas e objetivos da organização como um todo; Proporcionar uma estrutura de serviços na

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

E t n erpr p ise R sou o r u ce Pl P ann n i n ng Implant nt ç a ã ç o ã de de S ist s e t m e a a E RP

E t n erpr p ise R sou o r u ce Pl P ann n i n ng Implant nt ç a ã ç o ã de de S ist s e t m e a a E RP Enterprise Resource Planning Implantação de Sistema ERP Jorge Moreira jmoreirajr@hotmail.com Conceito Os ERP s (Enterprise Resource Planning) são softwares que permitem a existência de um sistema de informação

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

Palestra: Entrerprise Resource Planning - ERP

Palestra: Entrerprise Resource Planning - ERP Palestra: Entrerprise Resource Planning - ERP Ricardo Vilarim Formado em Administração de Empresas e MBA em Finanças Corporativas pela UFPE, Especialização em Gestão de Projetos pelo PMI-RJ/FIRJAN. Conceito

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Outubro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Abordar o domínio Adquirir e Implementar e todos

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Conversa Inicial. Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação.

Conversa Inicial. Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação. Conversa Inicial Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação. Hoje iremos abordar os seguintes assuntos: a origem dos sistemas integrados (ERPs), os módulos e fornecedores

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM 5/5/2013 1 ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING 5/5/2013 2 1 Os SI nas organizações 5/5/2013 3 Histórico Os Softwares de SI surgiram nos anos 60 para controlar estoque

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Introdução: Conceito Antigo de Organização da Manutenção: Planejamento e Administração de recursos ( pessoal, sobressalentes e equipamentos)

Leia mais

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. II - Nome do gerente do projeto, suas responsabilidades e sua autoridade

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. II - Nome do gerente do projeto, suas responsabilidades e sua autoridade PROJETO NOVAS FRONTEIRAS DECLARAÇÃO DE ESCOPO SCOPE STATEMENT Preparado por Rodrigo Mendes Lemos Gerente do Projeto Versão 3 Aprovado por Ricardo Viana Vargas Patrocinador 01/11/2010 I - Patrocinador Ricardo

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO (AULA 03)

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO (AULA 03) Prof. Breno Leonardo Gomes de Menezes Araújo brenod123@gmail.com http://blog.brenoleonardo.com.br ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO (AULA 03) 1 ERP Sistema para gestão dos recursos administrativos-financeiros,

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão História e Evolução do Conceito

Sistemas Integrados de Gestão História e Evolução do Conceito Sistemas Integrados de Gestão História e Evolução do Conceito Sistemas de Informação Prof. Gerson gerson.prando@fatec.sp.gov.br Evolução dos SI OPERACIONAL TÁTICO OPERACIONAL ESTRATÉGICO TÁTICO ESTRATÉGICO

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS P o r f.. E d E uar a d r o Oli l v i e v i e r i a

SISTEMAS INTEGRADOS P o r f.. E d E uar a d r o Oli l v i e v i e r i a SISTEMAS INTEGRADOS Prof. Eduardo Oliveira Bibliografia adotada: COLANGELO FILHO, Lúcio. Implantação de Sistemas ERP. São Paulo: Atlas, 2001. ISBN: 8522429936 LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane Price. Sistemas

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO. Prof. Esp. Lucas Cruz

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO. Prof. Esp. Lucas Cruz SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Prof. Esp. Lucas Cruz SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Os SIs têm o objetivo de automatizar os diversos processos empresariais, visando aumentar o controle e a produtividade, bem

Leia mais

ERP (Enterprise Resource Planning) Planejamento dos Recursos da Empresa

ERP (Enterprise Resource Planning) Planejamento dos Recursos da Empresa Centro Universitário de Barra Mansa UBM Curso de Administração Tecnologia da Informação Aplicada à Administração ERP (Enterprise Resource Planning) Planejamento dos Recursos da Empresa Prof. M.Sc. Paulo

Leia mais

Sistemas de Informação. Sistemas Integrados de Gestão ERP

Sistemas de Informação. Sistemas Integrados de Gestão ERP Sistemas de Informação Sistemas Integrados de Gestão ERP Exercício 1 Um arame é cortado em duas partes. Com uma das partes é feito um quadrado. Com a outra parte é feito um círculo. Em que ponto deve ser

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP A IMPORTÂNCIA DA CONSULTORIA NA SELEÇÃO / IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO - ERP Alinhamento das expectativas; O por que diagnosticar; Fases do diagnóstico; Critérios de seleção para um ERP; O papel da

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP A IMPORTÂNCIA DA CONSULTORIA NA SELEÇÃO / IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO - ERP Para as corporações, as mudanças são absorvidas pelas equipes internas, envolvendo tecnologia, contabilidade, logística

Leia mais

ERP Enterprise Resource Planning. Sistemas Integrados de Gestão

ERP Enterprise Resource Planning. Sistemas Integrados de Gestão ERP Enterprise Resource Planning Sistemas Integrados de Gestão ERP O que é S.I. com módulos integrados que dão suporte a diversas áreas operacionais Ex. vendas, gestão de materiais, produção, contabilidade,

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais

Sistemas de Informações Gerenciais Conteúdo Gerenciais Direcionadores de Arquitetura de TI Tipologia dos sistemas da informação Prof. Ms. Maria C. Lage marialage.prof@gmail.com As preocupações corporativas Gerenciar Mudanças Crescimento

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Estudo de Viabilidade PGE: Plastic Gestor Empresarial Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas Recife, janeiro de 2013 Sumário 1. Motivação... 1 2. Introdução: O Problema Indentificado... 2

Leia mais

ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação

ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação UNIFEI Universidade Federal de Itajubá Prof. Dr. Alexandre Ferreira de Pinho 1 Componentes de uma empresa Organizando uma empresa: funções empresariais básicas Funções

Leia mais

Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações. Um SIG gera

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROJETOS. Gerenciamento das Comunicações

GERENCIAMENTO DE PROJETOS. Gerenciamento das Comunicações GERENCIAMENTO DE PROJETOS Gerenciamento das Comunicações Gerenciamento das Comunicações Gerenciamento de Projetos Gerenciamento das Comunicações!!" #!$%& &#$%& '# # $(# ) Gerenciamento das Comunicações

Leia mais

Agora é possível interagir com os fornecedores e clientes

Agora é possível interagir com os fornecedores e clientes O que é ERP? ERP é a sigla de Enterprise Resourse Planning (Planejamento dos Recursos Empresariais). Trata-se de uma técnica moderna de gestão empresarial pela qual todas as informações de todas as áreas

Leia mais

O SISTEMA ERP E AS ORGANIZAÇÕES

O SISTEMA ERP E AS ORGANIZAÇÕES O SISTEMA ERP E AS ORGANIZAÇÕES André Luís da Silva Pinheiro * Resumo: Este trabalho discutirá o impacto da implantação de um sistema do tipo ERP em uma empresa. Apresentaremos uma breve introdução de

Leia mais

Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP

Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP Mastermaq Softwares Há quase 20 anos no mercado, a Mastermaq está entre as maiores software houses do país e é especialista em soluções para Gestão

Leia mais

Nova plataforma de colaboração proporciona ROI e outros ganhos significativos à Chesf

Nova plataforma de colaboração proporciona ROI e outros ganhos significativos à Chesf Nova plataforma de colaboração proporciona ROI e outros ganhos significativos à Chesf Perfil A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco Chesf tem a missão de produzir, transmitir e comercializar energia

Leia mais

Aumente sua velocidade e flexibilidade com a implantação da nuvem gerenciada de software da SAP

Aumente sua velocidade e flexibilidade com a implantação da nuvem gerenciada de software da SAP Parceiros de serviços em nuvem gerenciada Aumente sua velocidade e flexibilidade com a implantação da nuvem gerenciada de software da SAP Implemente a versão mais recente do software da SAP de classe mundial,

Leia mais

Introdução a Computação

Introdução a Computação Introdução a Computação Aula 03 Profissões de TI Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos respectivos

Leia mais

NORMA CONTROLE DO PARQUE DE INFORMÁTICA

NORMA CONTROLE DO PARQUE DE INFORMÁTICA CONTROLE DO PARQUE DE INFORMÁTICA Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 1 de 13 SUMÁRIO SUMÁRIO 2 1. INTRODUÇÃO 3 2. FINALIDADE 3 3. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3 4. PADRONIZAÇÃO DOS RECURSOS DE T.I. 4 5. AQUISIÇÃO

Leia mais

Apresentação da Empresa

Apresentação da Empresa Apresentação da Empresa Somos uma empresa especializada em desenvolver e implementar soluções de alto impacto na gestão e competitividade empresarial. Nossa missão é agregar valor aos negócios de nossos

Leia mais

Implantação de ERP com sucesso

Implantação de ERP com sucesso Implantação de ERP com sucesso Implantação de ERP com sucesso, atualmente ainda é como um jogo de xadrez, você pode estar pensando que está ganhando na implantação, mas de repente: Check Mate. Algumas

Leia mais

METODOLOGIA DE IMPLANTAÇÃO INFOECIA. Introdução

METODOLOGIA DE IMPLANTAÇÃO INFOECIA. Introdução Introdução O objetivo deste documento é descrever de uma forma simplificada, o processo implantação de sistemas corporativos da Infoecia. Neste documento é apresentado o ciclo de vida padrão dos projetos

Leia mais

Soluções de Tecnologia da Informação

Soluções de Tecnologia da Informação Soluções de Tecnologia da Informação Software Corporativo ERP ProdelExpress Diante da nossa ampla experiência como fornecedor de tecnologia, a PRODEL TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO oferece aos seus clientes

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

Cláudia Araújo Coordenadora Diego Macêdo Programador Marcelo Rodrigues Suporte

Cláudia Araújo Coordenadora Diego Macêdo Programador Marcelo Rodrigues Suporte BCON Sistema de Controle de Vendas e Estoque Declaração de escopo Versão 1.0 Histórico de Revisão Elaborado por: Filipe de Almeida do Amaral Versão 1.0 Aprovado por: Marcelo Persegona 22/03/2011 Time da

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO Secretaria de Tecnologia da Informação

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO Secretaria de Tecnologia da Informação TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO Secretaria de Tecnologia da Informação REGIONALIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE TI MAPEAMENTO DE PROVIDÊNCIAS INICIAIS Março/2014 V 1.1 REGIONALIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE TI MAPEAMENTO

Leia mais

SISTEMAS E GESTÃO DE RECURSOS ERP E CRM. Prof. André Aparecido da Silva Disponível em: http://www.oxnar.com.br/2015/unitec

SISTEMAS E GESTÃO DE RECURSOS ERP E CRM. Prof. André Aparecido da Silva Disponível em: http://www.oxnar.com.br/2015/unitec SISTEMAS E GESTÃO DE RECURSOS ERP E CRM Prof. André Aparecido da Silva Disponível em: http://www.oxnar.com.br/2015/unitec Teoria geral do Sistemas O Sistema é um conjunto de partes interagentes e interdependentes

Leia mais

Grupo LWART: Case de migração JDE 9.0

Grupo LWART: Case de migração JDE 9.0 Grupo LWART: Case de migração JDE 9.0 » Grupo LWART: Case de migração 8.0 => 9.0 Quem é a MAXXICON? Quem é o Grupo LWART? Por que Migrar? A solução e os benefícios idealizados. O planejamento e execução

Leia mais

PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO MÓDULO 17

PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO MÓDULO 17 PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO MÓDULO 17 Índice 1. Conceitos de Ciclo de Desenvolvimento de Sistemas...3 1.1. Principais Fases... 3 1.2. Técnicas... 4 1.3. Papéis de Responsabilidades... 4 1.3.1.

Leia mais

Excelência em Metodologia de Helpdesk

Excelência em Metodologia de Helpdesk Excelência em Metodologia de Helpdesk O IntraDesk foi desenvolvido com base nas melhores práticas conhecidas de Helpdesk, indicadas por organizações como o Gartner Group e o Helpdesk Institute, que, aliadas

Leia mais

COORDENADOR SÊNIOR (CONSULTORIAS) (Candidaturas serão aceitas até o dia 22/2/2013 envie seu CV para asantos@uniethos.org.br)

COORDENADOR SÊNIOR (CONSULTORIAS) (Candidaturas serão aceitas até o dia 22/2/2013 envie seu CV para asantos@uniethos.org.br) COORDENADOR SÊNIOR (CONSULTORIAS) DESCRIÇÃO GERAL: O Coordenador Sênior do Uniethos é responsável pelo desenvolvimento de novos projetos, análise de empresas, elaboração, coordenação, gestão e execução

Leia mais

www.pwc.com AMCHAM Visão integrada das áreas de Marketing e Finanças Abril de 2013

www.pwc.com AMCHAM Visão integrada das áreas de Marketing e Finanças Abril de 2013 www.pwc.com Visão integrada das áreas de Marketing e Finanças Agenda Introdução Como abordar o problema Discussões Conclusão PwC 2 Introdução PwC 3 Introdução Visões do Marketing Marketing tem que fazer

Leia mais

Tecnologia da Informação e Comunicação. Douglas Farias Cordeiro

Tecnologia da Informação e Comunicação. Douglas Farias Cordeiro Tecnologia da Informação e Comunicação Douglas Farias Cordeiro Algumas coisas que vimos até aqui Qual a diferença entre as funções do analista e do projetista? Como funciona o ciclo de vida de um projeto

Leia mais

152 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO

152 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 152 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO Washington, D.C., EUA, 17 a 21 de junho de 2013 Tema 7.3 da Agenda Provisória CE152/INF/3 (Port.) 26 de

Leia mais

A Importância do ERP na Gestão Industrial. Luiz Cunali Defilippi Usina Ipiranga

A Importância do ERP na Gestão Industrial. Luiz Cunali Defilippi Usina Ipiranga A Importância do ERP na Gestão Industrial. Luiz Cunali Defilippi Usina Ipiranga DADOS GRUPO IPIRANGA 2 Dados Grupo IPIRANGA. ESTIMATIVAS MOAGEM E PRODUÇÕES SAFRAS 14/15 E 15/16 - GRUPO IPIRANGA SAFRA 14/15

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

Elaboração dos documentos

Elaboração dos documentos Estudo de Caso Área de conhecimento Gerência de Escopo Projeto Correspondência Eletrônica nos Correios S.A. A Presidência dos Correios vislumbrou a possibilidade da Empresa apresentar aos seus clientes

Leia mais

FMC: Alinhando Tradição com Inovação através da Integração de Pessoas e Processos com Soluções de TI

FMC: Alinhando Tradição com Inovação através da Integração de Pessoas e Processos com Soluções de TI FMC: Alinhando Tradição com Inovação através da Integração de Pessoas e Processos com Soluções de TI Com o crescimento acelerado, uma das mais tradicionais empresas do Brasil em produtos agrícolas precisava

Leia mais

Prof. Cláudio ERP/CRM e Supply Chain PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Prof. Cláudio ERP/CRM e Supply Chain PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Cláudio ERP/CRM e Supply Chain PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas de ERP Enterprise Resource Planning Pacote de ferramentas que integram toda a empresa, a grande vantagem é que os dados

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

SEPLAN. Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico. RESOLUÇÃO Nº 003/2006 - CEPINF de 15 de agosto de 2006.

SEPLAN. Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico. RESOLUÇÃO Nº 003/2006 - CEPINF de 15 de agosto de 2006. RESOLUÇÃO Nº 003/2006 - CEPINF de 15 de agosto de 2006. DEFINE a Política de Informática do Estado do Amazonas. O PRESIDENTE DO COMITÊ ESTADUAL DE POLÍTICA DE INFORMÁTICA, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING

Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING 1 ÍNDICE 03 04 06 07 09 Introdução Menos custos e mais controle Operação customizada à necessidade da empresa Atendimento: o grande diferencial Conclusão Quando

Leia mais

REPROJETO DA ORGANIZAÇÃO COM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

REPROJETO DA ORGANIZAÇÃO COM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Capítulo 12 REPROJETO DA ORGANIZAÇÃO COM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 12.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS De que forma o desenvolvimento de um novo sistema poderia mudar a maneira de uma organização trabalhar?

Leia mais

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 Índice 1. Importância do ERP para as organizações...3 2. ERP como fonte de vantagem competitiva...4 3. Desenvolvimento e implantação de sistema de informação...5

Leia mais

Implantação NG ADM. Setor Implantação

Implantação NG ADM. Setor Implantação Implantação NG ADM Setor Implantação Este treinamento faz parte da Metodologia Geral de implantação ( Manual de serviços ) Tem o foco teórico É flexível e pode ser adaptada Ainda está em evolução Orientações

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 ÍNDICE Introdução...3 A Necessidade do Gerenciamento e Controle das Informações...3 Benefícios de um Sistema de Gestão da Albi Informática...4 A Ferramenta...5

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

Declaração de Escopo

Declaração de Escopo 1/9 Elaborado por: Adriano Marra, Bruno Mota, Bruno Leite, Janaina Versão: 1.4 Lima, Joao Augusto, Paulo Takagi, Ricardo Reis. Aprovado por: Porfírio Carlos Roberto Junior 24/08/2010 Time da Equipe de

Leia mais

Páginas Amarelas como ferramenta para mapeamento do conhecimento tácito

Páginas Amarelas como ferramenta para mapeamento do conhecimento tácito Páginas Amarelas como ferramenta para mapeamento do conhecimento tácito 1. INTRODUÇÃO O setor de energia sofreu, nos últimos anos, importantes modificações que aumentaram sua complexidade. Para trabalhar

Leia mais

Adapte. Envolva. Capacite.

Adapte. Envolva. Capacite. Adapte. Envolva. Capacite. Ganhe produtividade em um Ambiente de trabalho digital #DigitalMeetsWork Os benefícios de um ambiente de trabalho digital têm impacto na competitividade do negócio. Empresas

Leia mais

A Disciplina Gerência de Projetos

A Disciplina Gerência de Projetos A Disciplina Gerência de Projetos Atividades, Artefatos e Responsabilidades hermano@cin.ufpe.br Objetivos Apresentar atividades da disciplina Gerência de Projetos Discutir os artefatos e responsáveis envolvidos

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

ERP. Agenda ERP. Enterprise Resource Planning. Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números

ERP. Agenda ERP. Enterprise Resource Planning. Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números ERP Enterprise Resource Planning 1 Agenda Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números ERP Com o avanço da TI as empresas passaram a utilizar sistemas computacionais

Leia mais

Prof. Lucas Santiago

Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Administração de Sistemas de Informação Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação são classificados por

Leia mais

Casos de Sucesso. Cliente. Deloitte Touche Tohmatsu Consultores LTDA

Casos de Sucesso. Cliente. Deloitte Touche Tohmatsu Consultores LTDA Casos de Sucesso Cliente Deloitte Touche Tohmatsu Consultores LTDA Deloitte Touche Tohmatsu Consultores LTDA Perfil da empresa A Deloitte é uma das maiores empresas do mundo na prestação de serviços profissionais

Leia mais

Grupo Seres Adota CA Cloud Service Management para Automatizar e Gerenciar Chamados de Service Desk

Grupo Seres Adota CA Cloud Service Management para Automatizar e Gerenciar Chamados de Service Desk CUSTOMER SUCCESS STORY Abril 2014 Grupo Seres Adota CA Cloud Service Management para Automatizar e Gerenciar Chamados de Service Desk PERFIL DO CLIENTE Indústria: Consultoria Empresa: Grupo Seres Colaboradores:

Leia mais

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Não há mais dúvidas de que para as funções da administração - planejamento, organização, liderança e controle

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Disciplina: Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA

Leia mais

Jonas de Souza H2W SYSTEMS

Jonas de Souza H2W SYSTEMS Jonas de Souza H2W SYSTEMS 1 Tecnólogo em Informática Fatec Jundiaí MBA em Gerenciamento de Projetos FGV Project Management Professional PMI Mestrando em Tecnologia UNICAMP Metodologia de apoio à aquisição

Leia mais

Bem-vindo à apresentação do SAP Business One.

Bem-vindo à apresentação do SAP Business One. Bem-vindo à apresentação do SAP Business One. Neste tópico, responderemos à pergunta: O que é o Business One? Definiremos o SAP Business One e discutiremos as opções e as plataformas disponíveis para executar

Leia mais

GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini. E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br

GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini. E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br GESTÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ERP 2 ERP Planejamento dos Recursos da Empresa 3 CONCEITO DE

Leia mais

Gestão estratégica em finanças

Gestão estratégica em finanças Gestão estratégica em finanças Resulta Consultoria Empresarial Gestão de custos e maximização de resultados A nova realidade do mercado tem feito com que as empresas contratem serviços especializados pelo

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Informação no contexto administrativo Graduação em Redes de Computadores Prof. Rodrigo W. Fonseca SENAC FACULDADEDETECNOLOGIA PELOTAS >SistemasdeInformação SENAC FACULDADEDETECNOLOGIA

Leia mais

Importância do GED. Implantação de um Sistema de GED

Importância do GED. Implantação de um Sistema de GED Implantação de um Sistema de GED Gerenciamento Eletrônico de Documentos Importância do GED O GED tem uma importante contribuição na tarefa da gestão eficiente da informação; É a chave para a melhoria da

Leia mais

REPROJETO DA ORGANIZAÇÃO COM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

REPROJETO DA ORGANIZAÇÃO COM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO REPROJETO DA ORGANIZAÇÃO COM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 1 OBJETIVOS 1. De que forma o desenvolvimento de um novo sistema poderia mudar a maneira de uma organização trabalhar? 2. Como uma empresa pode certificar-se

Leia mais

Estudo de Caso. Projeto Correspondência Eletrônica nos Correios S.A.

Estudo de Caso. Projeto Correspondência Eletrônica nos Correios S.A. Estudo de Caso Projeto Correspondência Eletrônica nos Correios S.A. A Presidência dos Correios vislumbrou a possibilidade da Empresa apresentar aos seus clientes um novo serviço, que foi denominado de

Leia mais

Organização e a Terceirização da área de TI. Profa. Reane Franco Goulart

Organização e a Terceirização da área de TI. Profa. Reane Franco Goulart Organização e a Terceirização da área de TI Profa. Reane Franco Goulart Como surgiu? A terceirização é uma ideia consolidada logo após a Segunda Guerra Mundial, com as indústrias bélicas americanas, as

Leia mais