PROCESSOS DECISÓRIOS RELATIVOS AOS CUIDADOS DE SAÚDE

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1 PARTICIPAÇÃO DO ADOLESCENTE NOS PROCESSOS DECISÓRIOS RELATIVOS AOS CUIDADOS DE SAÚDE Prof. Dr. Gustavo Pereira Leite Ribeiro

2 Sumário da exposição: I. Quem é adolescente? II. O que é participação? III. O sistema jurídico admite a participação do adolescente nos processos decisórios relativos aos cuidados de saúde? IV. O adolescente deve participar nos processos decisórios relativos aos cuidados de saúde?

3 I. Quem é adolescente? Lei 8.069/1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), Art. 2º. Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade. Hannah Jones 13 anos (2008)

4 II. O que é participação? Processo de compartilhamento de decisões que afetam a própria vida e o entorno em que se vive DIMENSÕES: - Expressão - Informação - Opinião MODULADORES: - Implicação - Informação - Deliberação - Responsabilidade

5 III. O sistema jurídico admite a participação do adolescente nos processos decisórios relativos aos cuidados de saúde? Obstáculos Código Civil Brasileiro (2002): Art. 3º. São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil: I - os menores de dezesseis anos; [...] Art. 4º. São incapazes, relativamente a certos atos, ou à maneira de os exercer: I - os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos; [...] Art Os filhos estão sujeitos ao poder familiar, enquanto menores. Art Compete aos pais, quanto à pessoa dos filhos menores: [...] V - representá-los, até aos dezesseis anos, nos atos da vida civil, e assisti-los, após essa idade, nos atos em que forem partes, suprindo-lhes o consentimento; [...]

6 III. O sistema jurídico admite a participação do adolescente nos processos decisórios relativos aos cuidados de saúde? Possibilidades Estatuto da Criança e do Adolescente (1990): Art. 3º. A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade. Art. 15. A criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis. Art. 17. O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, idéias e crenças, dos espaços e objetos pessoais.

7 III. O sistema jurídico admite a participação do adolescente nos processos decisórios relativos aos cuidados de saúde? Possibilidades Convenção sobre Direitos da Criança (Decreto /1990): Art. 12. Os Estados Partes assegurarão à criança que estiver capacitada a formular seus próprios juízos o direito de expressar suas opiniões livremente sobre todos os assuntos relacionados com a criança, levando-se devidamente em consideração essas opiniões, em função da idade e da maturidade da criança.

8 III. O sistema jurídico admite a participação do adolescente nos processos decisórios relativos aos cuidados de saúde? Código Civil Español (1889): Artículo 315. La mayor edad empieza a los dieciocho años cumplidos. [ ] Artículo 322. El mayor de edad es capaz para todos los actos de la vida civil, salvo las excepciones establecidas en casos especiales por este Código.

9 III. O sistema jurídico admite a participação do adolescente nos processos decisórios relativos aos cuidados de saúde? Código Civil Español (1889): Artículo 154. Los hijos no emancipados están bajo la potestad de los padres. La patria potestad se ejercerá siempre en beneficio de los hijos, de acuerdo con su personalidad, y con respeto a su integridad física y psicológica. Esta potestad comprende los siguientes deberes y facultades: 1.º Velar por ellos, tenerlos en su compañía, alimentarlos, educarlos y procurarles una formación integral; 2.º Representarlos y administrar sus bienes. Si los hijos tuvieren suficiente juicio deberán ser oídos siempre antes de adoptar decisiones que les afecten. [ ] Artículo 162. Los padres que ostenten la patria potestad tienen la representación legal de sus hijos menores no emancipados. Se exceptúan: 1. Los actos relativos a derechos de la personalidad u otros que el hijo, de acuerdo con las Leyes y con sus condiciones de madurez, pueda realizar por sí mismo. [ ]

10 III. O sistema jurídico admite a participação do adolescente nos processos decisórios relativos aos cuidados de saúde? Ley Orgánica 1/1982: Protección Civil del Derecho al Honor, a la Intimidad Personal y Familiar y a la Propia Imagen Artículo 3º. El consentimiento de los menores e incapaces deberá prestarse por ellos mismos si sus condiciones de madurez lo permiten, de acuerdo con la legislación civil. [ ] Ley Orgánica 1/1996: Protección Jurídica del Menor Artículo 2. [ ] Las limitaciones a la capacidad de obrar de los menores se interpretarán de forma restrictiva.

11 III. O sistema jurídico admite a participação do adolescente nos processos decisórios relativos aos cuidados de saúde? Ley Orgánica 1/1996: Protección Jurídica del Menor Artículo 9. Derecho a ser oído. 1. El menor tiene derecho a ser oído, tanto en el ámbito familiar como en cualquier procedimiento administrativo o judicial en que esté directamente implicado y que conduzca a una decisión que afecte a su esfera personal, familiar o social. En los procedimientos judiciales, las comparecencias del menor se realizarán de forma adecuada a su situación y al desarrollo evolutivo de éste, cuidando de preservar su intimidad. 2. Se garantizará que el menor pueda ejercitar este derecho por sí mismo o a través de la persona que designe para que le represente, cuando tenga suficiente juicio. No obstante, cuando ello no sea posible o no convenga al interés del menor, podrá conocerse su opinión por medio de sus representantes legales, siempre que no sean parte interesada ni tengan intereses contrapuestos a los del menor, o a través de otras personas que por su profesión o relación de especial confianza con él puedan transmitirla objetivamente.[ ]

12 III. O sistema jurídico admite a participação do adolescente nos processos decisórios relativos aos cuidados de saúde? Convenio Europeo sobre los derechos humanos y la biomedicina (1997): Artículo 6. Protección de las personas que no tengan capacidad para expresar su consentimiento. [ ] 2. Cuando, según la ley, un menor no tenga capacidad para expresar su consentimiento para una intervención, ésta sólo podrá efectuarse con autorización de su representante, de una autoridad o de una persona o institución designada por la ley. La opinión del menor será tomada en consideración como un factor que será tanto más determinante en función de su edad y su grado de madurez. [ ]

13 III. O sistema jurídico admite a participação do adolescente nos processos decisórios relativos aos cuidados de saúde? Ley 41/2002: Básica reguladora de la autonomía del paciente y de derechos y obligaciones en materia de información y documentación clínica Artículo 8. Consentimiento informado. 1. Toda actuación en el ámbito de la salud de un paciente necesita el consentimiento libre y voluntario del afectado, una vez que, recibida la información prevista en el artículo 4, haya valorado las opciones propias del caso.

14 III. O sistema jurídico admite a participação do adolescente nos processos decisórios relativos aos cuidados de saúde? Ley 41/2002: Básica reguladora de la autonomía del paciente y de derechos y obligaciones en materia de información y documentación clínica Artículo 9. Límites del consentimiento informado y con sentimiento por representación. [ ] 3. Se otorgará el consentimiento por representación en los siguientes supuestos: [ ] c) Cuando el paciente menor de edad no sea capaz intelectual ni emocionalmente de comprender el alcance de la intervención. En este caso, el consentimiento lo dará el representante legal del menor después de haber escuchado su opinión si tiene doce años cumplidos. Cuando se trate de menores no incapaces ni incapacitados, pero emancipados o con dieciséis años cumplidos, no cabe prestar el consentimiento por representación. Sin embargo, en caso de actuación de grave riesgo, según el criterio del facultativo, los padres serán informados y su opinión será tenida en cuenta para la toma de la decisión correspondiente.

15 IV. O adolescente deve participar nos processos decisórios relativos aos cuidados de saúde? Participação como elemento da nova fisionomia da relação clínica: o fim da arte silenciosa. Participação como elemento do dimensionamento da noção de saúde: a saúde para além da ausência de enfermidade Participação como necessidade para o pleno desenvolvimento do ser humano: o adolescente é pessoa em formação Participação como necessidade para o fortalecimento dos adolescentes diante de situações de vulnerabilidade

16 IV. O adolescente deve participar nos processos decisórios relativos aos cuidados de saúde? A idade, por si só, não é fator determinante da maturidade: Fonte: RAYMUNDO, Marcia Mocellin; GOLDIM, José Roberto. Moral psychological development related to the capacity of adolescents and elderly patients to consent. Journal of Medical Ethics. London, n. 34, 2008, p. 604.

17 PIAGET (1932) Julgamento moral da criança Linguagem e pensamento da criança KOHLBERG (1958) Psicologia do desenvolvimento moral

18 Desenvolvimento cognitivo, segundo PIAGET Nível Estágio Idade Juízo Sensório-motor A inteligência da criança se manifesta por meio do exercício dos órgãos sensoriais e dos aspectos motores. A criança adquire noções de distância, profundidade, integração entre sons e visão. A criança desenvolve de maneira acentuada a linguagem e o Pré-operatório simbolismo. Torna-se capaz de representar mentalmente pessoas e situações. Sua percepção é global, sem discriminar detalhes. É centrada em si mesma, pois não consegue colocar-se abstratamente, no lugar do outro. Operações concretas A criança é capaz de raciocinar logicamente se tiver o apoio de objetos concretos. Adquire a noção de conservação e de finitude, além de ser capaz de realizar operações aritméticas de soma, subtração, multiplicação e divisão. Entende processos causais. Operações formais 4 > 12 A criança passa a ser capaz de raciocinar logicamente a partir de abstrações, assim como da testagem de hipóteses. Entende a noção de probabilidade

19 Desenvolvimento moral, segundo KOHLBERG Nível Estágio Idade Juízo Pré- Convencional Orientação para a punição e para a obediência. A criança decide o que é errado baseada naquilo por que é punida. A obediência é valorizada em si mesma, mas a criança obedece aos adultos porque eles têm um poder superior. Individualismo, propósito instrumental e troca. A criança segue regras quando isso é de seu interesse imediato. O bom é aquilo que traz resultados agradáveis. Expectativas e relacionamentos interpessoais mútuos e conformidade Convencional interpessoal. As ações morais são aquelas que estão de acordo com as expectativas da família ou de outro grupo significativo. Pós- Convencional > 21 6? Sistema e consciência sociais. As ações morais são aquelas assim definidas por grupos sociais mais amplos ou pela sociedade como um todo. Devemos comprimir os deveres a que nos propusemos e seguir leis, exceto em casos extremos. Contrato ou utilidade social e direitos individuais. Sustentar os direitos, valores e contratos sociais e jurídicos básicos da sociedade, mediante regras de imparcialidade que respeitem o pluralismo e protejam valores básicos como a vida ou a liberdade. Princípios éticos universais. A pessoa desenvolve e segue princípios éticos escolhidos por ela mesma, mas submetidos a procedimentos de universalização.

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