Câmara Municipal de Braga Auditoria de Avaliação à Situação Financeira do Município

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Câmara Municipal de Braga Auditoria de Avaliação à Situação Financeira do Município"

Transcrição

1 Memorandum de conclusões Julho de 2014 Câmara Municipal de Braga Auditoria de Avaliação à Situação Financeira do Município Memorandum de conclusões

2 Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Braga Praça Municipal Braga 25 de julho de 2014 Hermínio Afonso Assurance partner T: João Trindade Assurance senior manager T: Relatório de Auditoria de avaliação e diagnóstico à situação financeira do Município de Braga Apresentamos, em anexo, o relatório de auditoria de avaliação e diagnóstico à situação financeira do Município de Braga, a 31 de outubro de 2013, de acordo com os termos definidos na nossa proposta datada de 10 de janeiro de Para vosso melhor entendimento, o relatório encontra-se estruturado da seguinte forma: Definição do âmbito e objetivos do trabalho Sumário executivo Analise à situação financeira do Município Procedimentos de contratação Auditoria de avaliação à situação financeira e do Município de Braga PwC 2

3 Ficamos ao vosso inteiro dispor para quaisquer esclarecimentos que considerem necessário sobre os assuntos incluídos neste relatório. De V. Exa. Atentamente, PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. representada por: Hermínio António Paulos Afonso, R.O.C Auditoria de avaliação à situação financeira e do Município de Braga PwC 3

4 Índice I. Objetivos e âmbito 6 II. Sumário executivo 9 III. Análise financeira 18 IV. Procedimentos de Contratação 79 V. Glossário 89 Auditoria de avaliação à situação financeira e do Município de Braga PwC 4

5 I. Objetivos e Âmbito

6 Objetivos e Âmbito O âmbito deste trabalho é a prestação de serviços de auditoria financeira à Câmara Municipal de Braga. O trabalho que desenvolvemos não constitui nem um exame nem uma revisão limitada de acordo com as Normas Internacionais de Auditoria e, portanto, não podemos emitir, nem emitimos, qualquer garantia ou opinião profissional sobre as rubricas das Demonstrações Financeiras em análise, nomeadamente as reportadas ao período de dez meses findo em 31 de outubro de 2013 e exercício findo em 31 de dezembro de A natureza e extensão das análises efetuadas tiveram em consideração em critérios de materialidade e de riscos associados, definidos pela PricewaterhouseCoopers, em articulação com os Serviços do Município. Em determinadas situações, e na extensão considerada necessária, a validação da legalidade das transações em análise exigiu a consulta de legislação específica. De acordo com a nossa proposta, o nosso trabalho incluiu: a) Análise da situação financeira da Câmara Municipal de Braga, à data de 31 de outubro de 2013, tendo como principal objetivo determinar os compromissos e obrigações decorrentes de atos e procedimentos praticados até essa data; b) Análise aos procedimentos seguidos ao nível da preparação da prestação de contas do Município de Braga. Este trabalho terá por base (i) as demonstrações financeiras do exercício de 2012 e (ii) a certificação legal de contas emitida pelo Revisor Oficial de Conta; c) Aplicação de técnicas de revisão analítica, com o objetivo de se identificarem (i) eventuais situações que, de um ponto de vista contabilístico, possam não estar adequadamente tratadas, tendo presente as regras contabilísticas estabelecidas no POCAL (ii) variações não usuais ou significativas nas principais rubricas das demonstrações financeiras da Câmara Municipal de Braga; d) Análise aos procedimentos de aquisição de bens e serviços e respetivos pagamentos, com o objetivo de verificar se a Câmara Municipal de Braga (i) esteve a cumprir com os dispositivos legais no que concerne à aquisição de bens e serviços, nomeadamente se foram observados os requisitos estabelecidos no Decreto Lei 18/2008, de 29 de janeiro, (ii) está a adquirir os bens e serviços às entidades que proporcionam melhores condições de qualidade/preço/prazo de entrega, (iii) que os bens e serviços são efetivamente recebidos (iv) que as Faturas correspondentes a compras rececionadas ou serviços fornecidos por entidades externas se encontram registadas na contabilidade no período adequado, e (v) que os pagamentos são efetuados às entidades adequadas em conformidade com o inicialmente contratado e o efetivamente recebido; Auditoria de avaliação à situação financeira e do Município de Braga PwC 6

7 e) Análise aos aspetos relacionados com os procedimentos de adjudicação de empreitadas, com o objetivo de verificar se a Câmara Municipal de Braga deu cumprimento às normas e dispositivos legais que conformam a realização das empreitadas, nomeadamente se foram observados os requisitos estabelecidos no Decreto Lei 18/2008, de 29 de janeiro; f) Um diagnóstico à situação atual dos processos e atividades desenvolvidas pelas principais Unidades orgânicas da Câmara Municipal de Braga e suas Empresas Municipais, tendo como principal objetivo a identificação de situações que possam contribuir para a melhoria dos princípios que orientam a gestão do sector público. Em particular, foi dado particular ênfase à avaliação do cumprimento do Regulamento do Sistema de Controlo Interno da Câmara Municipal de Braga, nomeadamente se este se encontra implementado no respeito pelas regras definidas no Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais. Dada a sua natureza específica, o Memorando referido acima destina-se unicamente para informação da Câmara Municipal de Braga, no âmbito do ajuste direto n.º10/2014 e com o objetivo de dar cumprimento à execução dos procedimentos descritos acima, pelo que não deverá ser utilizado para quaisquer outras finalidades, nem ser distribuído a outras entidades sem o nosso consentimento escrito. Em nenhuma circunstância, independentemente de ter ou não sido dado consentimento prévio, assumiremos qualquer responsabilidade relativamente a terceiros que tenham acesso ao Memorando que vier a ser emitido. Auditoria de avaliação à situação financeira e do Município de Braga PwC 7

8 II. Sumário executivo

9 Sumário executivo As conclusões do nosso trabalho encontram-se resumidas abaixo, e basearam-se, exclusivamente, na informação que nos foi disponibilizada pelos Serviços do Município, na análise às respostas recebidas ao processo de confirmação externa de saldos, análise às demonstrações financeiras do Município do exercício de 2012, informação financeira disponível à data de 31 de outubro de 2013 e informações prestadas pelos Serviços do Município. Caso tivéssemos aplicado procedimentos de auditoria no âmbito de um exame à Demonstrações Financeiras à data de 31 de outubro de 2013, procedimentos esses de âmbito mais aprofundado, poderíamos, eventualmente, ter obtido outras conclusões que, nas circunstâncias, vos seriam integralmente reportadas. 1. Consolidação de Contas O artigo 46º da Lei 2/2007, de 15 de Janeiro que aprovou a Lei das Finanças Locais, e revogou a Lei nº 42/98, de 6 de Agosto, dispõe que os Municípios que detenham serviços municipalizados ou a totalidade do capital de entidades do sector empresarial local devem proceder à elaboração de contas consolidadas. Cumpre-nos referir que, apesar de obrigatório, o Município de Braga nunca preparou demonstrações financeiras consolidadas, estando, assim, em incumprimento face ao normativo em vigor. É nosso entendimento que, para o exercício económico de 2013, se perspetiva a apresentação das suas primeiras contas consolidadas (ver Capitulo III (c)). 2. Responsabilidades por Contratos e Protocolos Foi submetido para fiscalização prévia do, um Contrato Programa, subscrito em 7 de dezembro de 2012, pelo Município de Braga e pela AGERE Empresa de Águas, Efluentes e Resíduos de Braga, EM, relativo à limpeza e higiene pública naquele município, no valor de ,56, e para vigorar de 1de janeiro a 31 de dezembro de Por Acórdão do de Contas, os Juízes acordaram recusar o visto. Face a esta recusa de visto, o montante previsto no Contrato Programa para 2013 não se encontra refletido nas demonstrações financeiras da Câmara Municipal de Braga. Salientamos que, no âmbito do Contrato Parassocial celebrado entre o Município e os restantes acionistas da AGERE, ficou estabelecida a obrigatoriedade de celebração de Contratos-Programa, assim como a obrigatoriedade do Município efetuar pagamentos com periodicidade mensal (ver Capitulo III 3.2.1). Relativamente aos Contratos Programa celebrados com clubes desportivos, verifica-se que existe um montante de 376 milhares de euros que já deveria estar refletido no passivo da Câmara Municipal de Braga à data de 31 de outubro de Por outro lado, verifica-se que para dois dos Protocolos celebrados com clubes desportivos, o montante efetivamente transferido até 31 de outubro de 2013 é superior em cerca de 214 milhares de euros face ao montante que era exigível pelo Auditoria de avaliação à situação financeira e do Município de Braga PwC 9

10 Protocolo. Em 31 de outubro de 2013, o compromisso financeiro futuro assumido ascende a euros (ver Capitulo III 3.2.1) Da análise aos principais Protocolos celebrados com Juntas de Freguesia, identificámos um montante de 376 milhares de euros, relativo a despesas já apresentadas ao Município, mas ainda não processadas e pagas. Este montante deveria estar registado como um passivo do Município de Braga à data de 31 de outubro de Por outro lado, o compromisso financeiro assumido à mesma data ascende a cerca de milhares de euros (ver Capitulo III 3.2.2) Analisámos os principais contratos de empreitada em vigor à data de 31 de outubro de Tendo por base o montante já pago pelo Município e o valor registado como estando em dívida na contabilidade do Município, identificámos um montante de milhares de euros, correspondente a passivos não registados. Adicionalmente, para os contratos de empreitada analisados, o compromisso financeiro futuro assumido, em 31 de outubro de 2013, ascende a cerca de milhares de euros (ver Capitulo III 3.2.3). 3. Cobertura de resultados negativos Empresas Municipais O valor dos resultados negativos não cobertos dos exercícios de 2006 e seguintes, totaliza , sendo TUB , BH , PEB e Teatro Circo (ver Capitulo III (h)). Por outro lado, os montantes relativos à cobertura dos prejuízos dos TUB e Bragahabit do exercício de 2012, no montante de euros e euros, respetivamente, deverão ser transferidos para a conta 41 Investimentos financeiros. Referimos que os resultados transitados negativos, anteriores a 2006, dos TUB e Bragahabit ascendem a euros e euros, respetivamente. (ver Capitulo III (k)). 4. Financiamentos obtidos O montante dos financiamentos obtidos ascende a , dos quais se vencem nos próximos 12 meses, entre 2 e 5 anos e a mais de 5 anos (ver Capitulo III (i)). Adicionalmente foi efetuado acordo com a CGD para regularização da dívida ao ex-fundo de Fomento de Habitação, sendo o montante vincendo em 31 de outubro de 2013 de , dos quais se vencem nos próximos 12 meses (ver Capitulo III (j)). Auditoria de avaliação à situação financeira e do Município de Braga PwC 10

11 5. Dividas a fornecedores Solicitamos confirmação de saldos aos fornecedores mais significativos, não tendo sido obtidas respostas de um número significativo. Na análise às conciliações dos que responderam, identificamos dividas não registadas pelo Município, no montante de cerca de 2.4 milhões de euros. As diferenças mais relevantes referem-se aos seguintes fornecedores: Fornecedor Valor Britalar Sociedade Construções, S.A. (*) Construções Refoiense, Unipessoal, Lda Artur da Silva Ribeiro, Lda (*) Conforme mencionado no Capítulo 3.3, subsequentemente a 31 de outubro de 2013, foi celebrado um acordo extrajudicial pelo montante de ,56 euros (Primeira prestação de euros e 9 prestações de ,40 euros) (ver Capitulo III (l)). 6. Parceria Publico - Privada (SGEB) Na análise efetuada ao Contrato de Arrendamento com a SGEB, consideramos que este se assemelha a uma locação financeira, pelo que a responsabilidade futura, no valor de cerca de 129 milhões de euros, deveria estar registada nas demonstrações financeiras do Município pelo valor presente, ou seja, por cerca de 104 milhões de euros. Esta responsabilidade resulta do valor atual das rendas futuras tendo por base os equipamentos em funcionamento à data de 31 de outubro de Contudo, tendo por base o Contrato de Arrendamento de Estabelecimentos de Interesse Municipal no concelho de Braga, celebrado com a SGEB em 31 de março de 2001, com a entrada em funcionamento de novos equipamentos, a renda será ajustada em conformidade com os mecanismos constante no Contrato. Acresce ainda que, as rendas são atualizáveis anualmente segundo o índice de preços no consumidor, sem habitação, no continente, publicado pelo Instituto Nacional de Estatística com referência ao ano anterior, consoante o que foi mais elevado. Assim, o valor atual das rendas futuras poderá aumentar significativamente. (ver Capitulo III (o)). Auditoria de avaliação à situação financeira e do Município de Braga PwC 11

12 7. Perdão de divida ao Sporting Clube de Braga (SCB) O gasto com eletricidade do Estádio Municipal de Braga, embora debitado pela EDP ao Município, é de responsabilidade do Sporting Clube de Braga, sendo diferente, contudo, a opinião do clube. No decorrer do exercício de 2012, foi aprovado pelo anterior Presidente de Câmara, uma proposta de perdão de 50% dos custos de eletricidade que seriam responsabilidade do clube, e que, a partir dessa data a repartição do custo seria nessa proporção entre as duas entidades. Consideramos que esta situação deverá ser reanalisada pelo Departamento Jurídico do Município de Braga, tendo em consideração a inexistência de disposição legal que permita o recurso por parte das autarquias ao perdão de dívida e pelo facto de tal decisão ter sido tomada pelo Presidente do Município, sem ter sido posta à Apreciação da Assembleia Municipal (ver Capitulo III (o)). 8. Processos judiciais A Câmara Municipal de Braga encontra-se envolvida num conjunto significativo de processos judiciais. Das respostas obtidas salientamos os seguintes casos: Autora Valor processual Natureza da ação Fase processual Souto Moura Arquitectos, Ld.ª Honorários do projeto do Novo Aguarda-se resposta a diligências requeridas a Complexo Desportivo de Braga. entidades internacionais (UEFA), para a marcação de ASSOC Obras Públicas, A.C.E Processo de indemnização decorrente de maior onerosidade na aplicação de aço e betão ASSOC Obras Públicas, A.C.E Processo de indemnização decorrente de acréscimo de custos de estaleiro e Mª Cândida Guimarães dos Santos agravamento dos encargos Pedida uma indemnização de 1 milhão de euros, pela emissão de alvará sem a audiência prévia da autora, na qualidade de comproprietária do terreno. Alexandre Barbosa Borges, SA Pedido de pagamento relativo à empreitada Centro Escolar de S. Frutuoso em Montélios Real Sá Machado & Filhos, S.A Cobrança de juros de mora atraso liquidação faturas. Domingos da Silva Teixeira, S.A Trabalhos e execução de obras não previstas no contrato de empreitada da Reaqualificação da Escola Básica EB 2, 3, André Soares. audiência de discussão e julgamento. O Município foi condenado pelo Administrativo e, a pagar a quantia de 1.893,133 euros. Apresentado recurso. O Município foi condenado pelo Administrativo e Fiscal da Braga. Apresentado recurso. Em fase julgamento. Em fase julgamento. Em fase julgamento. Acordo: ,85 (duas prestações) - 1ª em ; 2ª em ; Auditoria de avaliação à situação financeira e do Município de Braga PwC 12

13 Adicionalmente, referimos, também, os seguintes processos relativos a expropriações: Expropriado Natureza da Expropriação Fase processual Maria Teresa de Pina Manique Ferreira Braga e Outros Expropriação parcelas 1,2,2A e 3 Variante do Cávado Fixada definitivamente o valor da indemnização, num total de euros Arquidiocese de Braga Reconhecimento do direito de propriedade das Aguarda-se relatório pericial parcelas 5,13,14,18 e 31 do Parque do Monte Picoto António de Freitas Expropriação (parcela de terreno nº 11 PP Parque Monte Picoto) Valor da justa indemnização apresentada pelos peritos no primeiro laudo pericial: - Peritos do : ,61 - Perito da Expropriante: ,00 Alda Leite Ribeiro Martins e outros Manuel Rodrigues Maria Irondina da Costa Capela Reis Soconcal - Sociedade Construtora do Cávado, S.A. Arquidiocese de Braga Referimos, também, as seguintes situações: Expropriação de parcela de terreno em S.Lázaro (prédio 1788) Expropriação (parcela de terreno nº 21 PP Parque Monte Picoto) - Perito dos Expropriados: ,31 Valor da justa indemnização apresentada pelos peritos no primeiro laudo pericial: - Peritos do : ,62 - Perito da Expropriante: ,36 - Perito da Expropriada: ,62 Valor da justa indemnização apresentada pelos peritos no primeiro laudo pericial: - Peritos do : ,82 - Perito da Expropriante: ,90 - Perito dos Expropriados: ,98 Expropriação (parcela de terreno nº 22 PP Parque Em fase de apreciação de recurso para as instâncias Monte Picoto) superiores. Expropriação (parcelas de terrenos PP Parque Por sentença transitada em julgado, foi fixada Monte Picoto) definitivamente o valor de indemnização de ,70. Expropriação (parcela de terreno nº 18 PP Parque Monte Picoto) Valor da justa indemnização apresentada pelos peritos no primeiro laudo pericial: - Peritos do e Expropriados: ,92 - Perito da Expropriante: ,50 (i) Encontra-se ainda por acordar com a EP Estradas de Portugal, S.A., a transferência de jurisdição de ativos imobiliários e montantes relativos a despesas com expropriações, relativos aos acessos ao novo hospital de Braga. Foi proposto pelo anterior Executivo Camarário a celebração de um Protocolo com a EP, que implicaria o pagamento de um montante global de euros, o qual, contudo, não se encontra ainda formalizado e, consequentemente, sem qualquer reflexo contabilístico nas demonstrações financeiras do Município à data de 31 de outubro de (ver Capitulo III 3.3) Auditoria de avaliação à situação financeira e do Município de Braga PwC 13

14 (ii) N o decorrer do mês de março de 2014, o concessionário do contrato de concessão do exclusivo de publicidade comercial no túnel destinado ao trânsito rodoviário entre a Avenida Central e a Avenida da Liberdade, da cidade de Braga, requereu à Câmara Municipal de Braga, a título de indemnização, o montante global de euros, detalhado como segue: Natureza Prejuízos sofridos pela impossibilidade os suportes publicitários pelo prazo correspondente a três anos Repetição da execução de fundações e pela impossibilidade de utilização de fundações já executadas Pelo investimento em suportes publicitários e respetiva instalação, apenas necessários pela impossibilidade de cumprimento do contrato imputável ao Município de Braga Valor (ver Capitulo III 3.3) 9. Saldos entre o Município e as Empresas Municipais Na análise à reconciliação de saldos, verificamos a existência de diversas diferenças, salientando-se as seguintes: - Agere, no valor de , relativo a dividendos, empréstimos, empreitadas e acertos a contratos-programa; - Bragahabit, no valor de , relativo a indemnização compensatória e prestações de IMI; - PEB, no valor de , relativo ao Arranjo Urbanístico e Editora Correia do Minho; - SGEB, no valor de , relativo a diferença em rendas e direito de superfície. Adicionalmente, as demonstrações financeiras da Fundação Bracara Augusta do exercício de 2013 evidenciam um passivo corrente de euros que, quando comparado com o seu ativo corrente, no montante de euros, traduz-se numa necessidade de fundo de maneio de euros para fazer face às responsabilidades financeiras assumidas. Este défice foi assumido pelo Município de Braga. (Capitulo III 3.4) Auditoria de avaliação à situação financeira e do Município de Braga PwC 14

15 10. Subsídios ao investimento Já no decorrer do início do exercício de 2014, o Município de Braga foi notificado da revogação de decisão de financiamento e constituição de dívida, na sequência da deliberação da Comissão Diretiva do ON.2, relativamente à operação Norte FEDER Parque Arborizado do Vale de Lamaçães. Da auditoria realizada a este projeto, concluiu a Inspeção-Geral que, atendendo ao enquadramento da operação e respetiva descrição, não foi possível compreender (i) de que forma este se encontrava sustentado, (ii) o âmbito supramunicipal e (iii) a operação turística da operação. Assim, nos termos e com os fundamentos constantes acima, o contrato de financiamento com o Município foi rescindido, originando, consequentemente, a obrigação da devolução da totalidade do valor recebido a título de cofinanciamento FEDER, no montante de euros. (ver Capitulo III (k)). 11. Aplicação do princípio da especialização dos exercícios Verifica-se que, em 31 de outubro de 2013, não foi aplicado o princípio da especialização de exercícios. O Município apenas efetua as necessárias especializações de custos e proveitos, no fim de cada exercício económico, aquando da elaboração do processo de encerramento de contas. Consequentemente, este facto afeta a comparabilidade das desmonstrações financeiras do período de dez meses findo em 31 de outubro de 2013 com as do exercício findo em 31 de dezembro de Imobilizações Bens de domínio público Não se encontra assegurado que a contabilidade registe integralmente estes bens. Por outro lado, não existe uma identificação de todos os ativos, nem o respetivo grau de amortização, a quais subsídios ao investimento recebidos pelo Município se reportam, pelo que não se encontram a ser imputados a proveitos. Estas situações são tratadas pelo Revisor Oficial de Contas como reservas, por limitação de âmbito, na Certificação Legal das Contas do Município (ver Capitulo III (a) e (k)). 13. Imobilizações corpóreas Encontra-se relevado nesta rubrica um montante de cerca de 16,6 milhões de euros relativo às obras de remodelação do edifício do Teatro Circo. Pelo facto das obras já se encontrarem concluídas, este investimento deveria ter sido transferido para o imobilizado firme e, consequentemente, ser sujeito a amortização. Adicionalmente, salientamos o facto destas obras terem sido executadas no edifício principal do Teatro Circo, imóvel cuja propriedade é da Empresa Municipal que gere este espaço. Assim, deverá ser estudada a possibilidade desta obra ser incorporada no ativo da referida Empresa Municipal, nomeadamente através de um aumento de capital em espécie (ver Capitulo III (b)). Auditoria de avaliação à situação financeira e do Município de Braga PwC 15

16 14.Resumo das responsabilidades omissas em 31 de outubro de 2013 Na sequência da realização dos procedimentos de auditoria acordados, os principais passivos identificados e não registados à data de 31 de outubro de 2013 encontram-se resumidos no quadro abaixo: Valor Referência no Memorando Passivo em 31 de Outubro de 2013 de acordo com os registos contabilísticos SGEB - Locação Financeira (o) Contratos-Programa com clubes desportivos - valores exigíveis a 31 de outubro de 2013, mas ainda não registados nem liquidados Contratos de Empreitada - Trabalhos já realizados até 31 de outubro de 2013, sem responsabilidade contabilizada Protocolos com Juntas de Freguesia - trabalhos já realizados sem responsabilidade contabilizada Subsídios complementares às Juntas de Freguesia - montantes já exigíveis ainda não liquidados (s) Rescisão do contrato de financiamento operação NORTE FEDER Parque Arborizado de Lamaçães (k) Cobertura de prejuízos de Empresas Municipais ainda não realizados (h) Acordo celebrado com o fornecedor Domingos Silva Teixeira Facturas não registadas confirmadas pelos fornecedores (l) Passivo em 31 de Outubro de 2013 de acordo com a análise PwC Na tabela acima não foi incluída qualquer responsabilidade relativa a processos judiciais em curso, tendo em consideração a inexistência de sentença para a generalidade dos casos ou, naqueles em que foi condenado, o Município recorreu da sentença. Conforme referido no início desta secção, caso tivéssemos aplicado procedimentos de auditoria no âmbito de um exame à Demonstrações Financeiras do Município à data de 31 de outubro de 2013, procedimentos esses de âmbito mais aprofundado, poderíamos, eventualmente, ter obtido outras conclusões que, nas circunstâncias, vos seriam integralmente reportadas. Auditoria de avaliação à situação financeira e do Município de Braga PwC 16

17 III. Análise Financeira

18 3 Análise Financeira 3.1 Introdução Entre muitas outras responsabilidades, compete nomeadamente à Câmara Municipal da Braga: Elaborar e aprovar o seu regimento; Executar e velar pelo cumprimento das deliberações da assembleia municipal; Deliberar sobre a locação, aquisição ou venda de bens móveis e serviços, nos termos da lei; Fixar as tarifas e os preços da prestação de serviços ao público pelos serviços municipais ou municipalizados; Apoiar ou comparticipar no apoio à ação social escolar e às atividades complementares no âmbito de projetos educativos, nos termos da lei; Organizar e gerir os transportes escolares; Deliberar sobre a concessão de apoio financeiro, ou outro, a instituições legalmente constituídas pelos funcionários do município, tendo por objeto o desenvolvimento de atividades culturais, recreativas e desportivas; Deliberar sobre a atribuição de subsídios a instituições legalmente existentes, criadas ou participadas pelo município ou criadas pelos seus funcionários, visando a concessão de benefícios sociais aos mesmos e respetivos familiares; Aprovar os projetos, programas de concurso, caderno de encargos e a adjudicação relativamente a obras e aquisição de bens e serviços; Deliberar sobre a administração de águas públicas sob sua jurisdição; e Remeter ao de Contas, nos termos da lei, as contas do município. Com a publicação da Lei nº. 58/98, de 18 de agosto, deu-se a atribuição do estatuto de "empresas públicas municipais" a quatro "serviços municipalizados", surgindo, em janeiro de 1999, as Empresas Municipais em Braga, que visam suportar a Câmara Municipal na prossecução dos seus objetos. Desta forma, o objetivo seria reduzir não só os níveis de burocracia existentes, para uma gestão mais eficaz e funcional, como garantir os diretos e benefícios para os utentes daqueles serviços. Além das empresas municipais, a Câmara Municipal de Braga cumpre o seu objeto na área empresarial, através de empresas participadas. Auditoria de avaliação à situação financeira e do Município de Braga PwC 18

19 As principais fontes de receita do Município de Braga são as seguintes: * Vendas e prestações de serviços Impostos e taxas Proveitos suplementares Transferências e subsídios obtidos Outros rendimentos e ganhos * Valores de outubro de 2013, extrapolados para dezembro de Em base anual, é celebrado entre a Câmara Municipal de Braga e as suas entidades relacionadas, Contratos - Programa que estabelecem a comparticipação financeira a atribuir pelo Município, como forma de assegurar a cooperação para o desenvolvimento de um determinado sector ou atividade que, apesar de essenciais para o desenvolvimento da região, apresentam características menos atrativas para o sector privado. O principal objetivo passará por garantir o acesso do público em geral às atividades programadas. Os principais custos do Município de Braga são como segue: * Fornecimentos e serviços externos Custos com o pessoal Transferências e subsídios correntes concedidos e prestações sociais Outros custos e perdas operacionais * Valores de outubro de 2013, extrapolados para dezembro de Os gastos com fornecimentos e serviços externos e pessoal representam mais de 63 % do total dos principais gastos operacionais do Município. Auditoria de avaliação à situação financeira e do Município de Braga PwC 19

20 3.2 Situação Financeira Contratos Programa O Município estabelece Contratos-Programa com as suas Empresas Municipais e outras Entidades, com o objetivo de as apoiar financeiramente, dada a reconhecida importância das atividades desempenhadas pelas mesmas para a população. Em data de 31 de outubro de 2013, os principais Contratos-Programa celebrados entre o Município e as suas Empresas Municipais são como segue: Entidade Ano Montante Protocolo/ Contrato (1) Montante Já exigível ao abrigo do Protocolo (2) Montante pago pela CMB (3) Valor em dívida a (4) = (2) - (3) Compromisso futuro assumido (5) = (1) - (2) TUB Agere Teatro Circo 2012/ Bragahabit PEB Arranjo Urbanístico 2009/ PEB Foi submetido para fiscalização prévia do, um Contrato Programa, subscrito em 7 de dezembro de 2012, pelo Município de Braga e pela AGERE Empresa de Águas, Efluentes e Resíduos de Braga, EM, relativo à limpeza e higiene pública naquele município, no valor de ,56, e para vigorar de 1de janeiro a 31 de dezembro de Por Acórdão do de Contas, os Juízes acordaram recusar o visto, alegando, entre outros: (i) Que não foi feita a justificação exigida pela lei de que o montante previsto no Contrato Programa corresponde à diferença entre o desenvolvimento da atividade a preços de mercado e o preço subsidiado na ótica do interesse geral, não se dando, assim, cumprimento ao disposto no nº 3 in fine do artigo 47º do RJAEL. (ii) Por outro lado, também se adicionou uma parcela autónoma de 5% destinada à remuneração de capitais e que se pretende integrar no subsídio à exploração. Pelo facto dos capitais investidos na Empresa serem públicos e privados, não se clarifica no processo se esta margem de 5 % se destina a remunerar todos os capitais, se só o dos parceiros privados. Auditoria de avaliação à situação financeira e do Município de Braga PwC 20

Câmara Municipal de Braga. SGEB Sociedade Gestora de Equipamentos de Braga

Câmara Municipal de Braga. SGEB Sociedade Gestora de Equipamentos de Braga www.pwc.pt Câmara Municipal de Braga Memorandum de conclusões Julho de 2014 SGEB Sociedade Gestora de Equipamentos de Braga Auditoria de avaliação à situação financeira Exmo. Senhor Presidente da Câmara

Leia mais

Em 31 de Dezembro do ano de 2011 e 31 de Dezembro de 2012, estas rubricas tinham a seguinte composição:

Em 31 de Dezembro do ano de 2011 e 31 de Dezembro de 2012, estas rubricas tinham a seguinte composição: 8.2 Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados As demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2012, foram preparadas de acordo com os princípios contabilístico fundamentais previstos no POCAL

Leia mais

Município de Alcácer do Sal Relatório de prestação de contas consolidadas

Município de Alcácer do Sal Relatório de prestação de contas consolidadas 1- INTRODUÇÃO A lei das Finanças Locais (Lei nº 2/2007, de 15 de Janeiros) veio determinar a obrigatoriedade da consolidação de contas para os Municípios que detenham serviços municipalizados e/ou a totalidade

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Designação da Entidade: CÂMARA MUNICIPAL DE ODIVELAS Gerência de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2006 8.2.1 Não se aplica. 8.2.2 Os conteúdos das contas

Leia mais

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo 3510-024 VISEU N.º de Identificação Fiscal 680.020.

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo 3510-024 VISEU N.º de Identificação Fiscal 680.020. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo 3510-024 VISEU N.º de Identificação Fiscal 680.020.063 NOTAS AO BALANÇO E A DEMONSTRAÇÃO

Leia mais

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 8.2 - NOTAS AO BALANÇO E A DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2.1 Indicação e justificação das disposições do POCAL que, em casos excecionais, devidamente fundamentados e sem

Leia mais

Câmara Municipal de Braga

Câmara Municipal de Braga www.pwc.com/pt Câmara Municipal de Braga Memorandum de conclusões Julho de 2014 Agere Empresa de Águas, Efluentes e Resíduos de Braga, E.M. Auditoria de avaliação à situação financeira Exmo. Senhor Presidente

Leia mais

NOTAS ANEXAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 2 REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

NOTAS ANEXAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 2 REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ASSOCIAÇÃO POPULAR DE PAÇO DE ARCOS Rua Carlos Bonvalot, Nº 4 Paço de Arcos Contribuinte nº 501 238 840 NOTAS ANEXAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE:

Leia mais

Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados consolidados

Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados consolidados ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CONSOLIDADOS NOTA INTRODUTÓRIA A Lei nº 2/2007, de 15 de Janeiro (Lei das Finanças Locais), dispõe no seu Artigo 46.º o seguinte: «1 - Sem prejuízo dos documentos

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS As Demonstrações Financeiras anexas foram elaboradas de acordo com os princípios contabilísticos definidos pelo Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.)

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo 2008 2007 Passivo e patrimônio líquido 2008 2007 Circulante Circulante Bancos 3 14 Rendimentos a distribuir 3.599 2.190 Aplicações financeiras de renda fixa

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS (EM EUROS) Relatório Anual 2012 2 Relatório Anual 2012 3 Relatório Anual 2012 4 Relatório Anual 2012 5 Relatório

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e Fundo de Investimento Imobiliário Península Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e parecer dos auditores independentes 2 3 Balanços patrimoniais em 31 de dezembro Ativo 2009 2008

Leia mais

ESTATUTOS CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO 1.º ARTIGO 2. ARTIGO 3.

ESTATUTOS CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO 1.º ARTIGO 2. ARTIGO 3. ESTATUTOS CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO 1.º Denominação e Regime Jurídico 1 - A empresa adota a denominação de RESIALENTEJO TRATAMENTO E VALORIZAÇÃO DE RESÍDUOS, E.I.M., adiante designada por RESIALENTEJO,

Leia mais

CENTRO SÓCIO - CULTURAL E DESPORTIVO SANDE S. CLEMENTE Rua N. Senhora da Saúde nº 91 -S. Clemente de Sande

CENTRO SÓCIO - CULTURAL E DESPORTIVO SANDE S. CLEMENTE Rua N. Senhora da Saúde nº 91 -S. Clemente de Sande CENTRO SÓCIO - CULTURAL E DESPORTIVO SANDE S. CLEMENTE Rua N. Senhora da Saúde nº 91 -S. Clemente de Sande NIPC :501971327 NISS :20007555241 NOTAS PERÍODOS 31-12-2014 31-12- ACTIVO Activo não corrente

Leia mais

LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014

LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014 Exercício 2014 Índice Demonstrações financeiras individuais para o exercício findo em Balanço Individual em 5 Demonstração dos Resultados Individuais em 6 Demonstração dos Fluxos de Caixa Individuais em...7

Leia mais

Município de Mesão Frio

Município de Mesão Frio Relatório Anual 2014 Execução do Plano de Saneamento Financeiro (n.º7, do artigo 40.º, da Lei das Finanças Locais) ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO 3 2 EMPRÉSTIMO A MÉDIO E LONGO PRAZO 4 3 ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA

Leia mais

1.5. Sede da entidade-mãe Largo Cónego José Maria Gomes 4800-419 Guimarães Portugal.

1.5. Sede da entidade-mãe Largo Cónego José Maria Gomes 4800-419 Guimarães Portugal. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO PERÍODO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 (Montantes expressos em euros) 1. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1. Designação da Entidade Casfig Coordenação de âmbito social

Leia mais

Scal - Mediação de Seguros, S. A.

Scal - Mediação de Seguros, S. A. Scal - Mediação de Seguros, S. A. Anexo às Demonstrações Financeiras Individuais para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2014 1. Nota introdutória A Empresa Scal-Mediação de Seguros foi constituída

Leia mais

1 - Identificação da entidade

1 - Identificação da entidade ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DO EXERCÍCIO DE 2014 ATAS Apartamentos Turísticos Amorim Santos, Lda 1 - Identificação da entidade 1.1 Designação da entidade: Apartamentos Turísticos Amorim

Leia mais

Existências. Provisões para cobrança duvidosa

Existências. Provisões para cobrança duvidosa 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA As demonstrações financeiras anexas foram preparadas com base nos livros e registos contabilísticos da ESHTE mantidos em conformidade com

Leia mais

ANEXO. Anexo às Demonstrações Financeiras Individuais Para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2014

ANEXO. Anexo às Demonstrações Financeiras Individuais Para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2014 ANEXO Anexo às Demonstrações Financeiras Individuais Para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2014 1 - Identificação de entidade: 1.1- Designação da entidade: GATO - Grupo de Ajuda a Toxicodependentes

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS 2010 5 ANÁLISE ORÇAMENTAL

RELATÓRIO E CONTAS 2010 5 ANÁLISE ORÇAMENTAL 5 ANÁLISE ORÇAMENTAL 1 PRINCIPAIS DESTAQUES [Indicadores] Indicadores 2009 RECEITA Crescimento da Receita Total -18,8 19,8 Receitas Correntes / Receitas Totais 76,1 61 Crescimento das Receitas Correntes

Leia mais

13 Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados

13 Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados 13 Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados Câmara Municipal de Cascais 31-12-2011 Divisão de Contabilidade e Gestão de Disponibilidades DMAS/DGF Cascais, Fevereiro de 2012 Nota Introdutória As

Leia mais

Análise Financeira 2º semestre

Análise Financeira 2º semestre ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO Análise Financeira 2º semestre Caderno de exercícios CAP II Luís Fernandes Rodrigues António Manuel F Almeida CAPITULO II 2011 2012 Página

Leia mais

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA ANO : 2012 ÍNDICE 1 - Identificação da entidade 1.1 Dados de identificação 2 - Referencial contabilístico de preparação das

Leia mais

19. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

19. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 19. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 19.1. INFORMAÇÕES RELATIVAS ÀS ENTIDADES INCLUÍDAS NA CONSOLIDAÇÃO a) O perímetro de consolidação do Município de Pombal integra as seguintes entidades:

Leia mais

5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS

5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS 5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS 1 PRINCIPAIS DESTAQUES [Indicadores] Indicadores 2010 2011 RECEITA Crescimento da Receita Total 19,8 3,7 Receitas Correntes / Receita Total 61 67,2 Crescimento das

Leia mais

8.2.1 Disposições do POCAL derrogadas e seus efeitos no Balanço e Demonstração de Resultados

8.2.1 Disposições do POCAL derrogadas e seus efeitos no Balanço e Demonstração de Resultados 8.2 O Balanço e a Demonstração de Resultados encontram-se elaborados de acordo com os princípios contabilísticos definidos pelo Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL) e demais legislação

Leia mais

As autarquias locais devem dispor de recursos financeiros adequados ao exercício das suas atribuições.

As autarquias locais devem dispor de recursos financeiros adequados ao exercício das suas atribuições. 12. FINANÇAS LOCAIS 12.1 A LEI DAS FINANÇAS LOCAIS O regime financeiro das freguesias está previsto na Lei n.º 2/2007, de 15 de Janeiro Lei das Finanças Locais (LFL). Este regime, cuja primeira lei data

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO 2014. Reunião de Câmara Municipal de 12/06/2015

RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO 2014. Reunião de Câmara Municipal de 12/06/2015 RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO 2014 Reunião de Câmara Municipal de 12/06/2015 Sessão da Assembleia Municipal de 22/06/2015 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 5 2. PERÍMETRO DE CONSOLIDAÇÃO... 6 3. MÉTODO DE CONSOLIDAÇÃO...

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS 4958 Diário da República, 1.ª série N.º 142 23 de julho de 2015 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Portaria n.º 218/2015 de 23 de julho Na sequência da publicação do Decreto -Lei n.º 98/2015, de 2 de junho, que transpôs

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ANEXO 1 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS (EM EUROS) 2 3 4 5 6 ÍNDICE DO ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 1. Nota introdutória 2. Referencial contabilístico de preparação das

Leia mais

Valores estimados PAF. Justificação em PAF (acumulado) 2011 2012 total 2013 2014

Valores estimados PAF. Justificação em PAF (acumulado) 2011 2012 total 2013 2014 QUADRO I: SÍNTESE DA SITUAÇÃO FINANCEIRA ATUAL E PREVISÕES DE EVOLUÇÃO Município: Miranda do Douro 31-12-214 estimados estimados / Apurados / Apurados 213 212 (acumulado) 211 212 total 213 214 Apurados

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA 31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA A demonstração de fluxos de caixa é um mapa de fluxos que releva a entradas e as saídas de caixa, durante um exercício. A Demonstração de fluxos de caixa é estruturada

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS A Penafiel Verde, E.M. é uma empresa municipal, com sede em Penafiel, constituída em Maio de 2006 e que tem como actividades principais a gestão e exploração

Leia mais

ANEXO RELATIVO AO ANO DE 2014

ANEXO RELATIVO AO ANO DE 2014 NOTA 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE: 1.1. Designação da entidade INSTITUTO PROFISSIONAL DO TERÇO 1.2. Sede PRAÇA MARQUÊS DO POMBAL, 103 4000 391 PORTO 1.3. NIPC 500836256 1.4. - Natureza da actividade CAE

Leia mais

8.2. NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2. NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2. NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS As Demonstrações Financeiras anexas foram elaboradas de acordo com os princípios contabilísticos

Leia mais

BNI Banco de Negócios Internacional, S.A.

BNI Banco de Negócios Internacional, S.A. Balanço Em 31 de Dezembro de 2006 ACTIVO Notas Caixa e disponibilidades no Banco Central 5 204 460 2 547 Disponibilidades sobre instituições de crédito 6 2 847 256 35 474 Créditos sobre clientes 7 75 154

Leia mais

RELATÓRIO & CONTAS Liquidação

RELATÓRIO & CONTAS Liquidação Fundo Especial de Investimento Aberto CAIXA FUNDO RENDIMENTO FIXO IV (em liquidação) RELATÓRIO & CONTAS Liquidação RELATÓRIO DE GESTÃO DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS RELATÓRIO DO AUDITOR EXTERNO CAIXAGEST Técnicas

Leia mais

Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8

Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 ÍNDICE Relatório de Gestão 2 Balanço 5 Demonstração de Resultados por Naturezas 7 Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 Relatório e Parecer do Conselho Fiscal 20 Certificação Legal das Contas

Leia mais

Capítulo VI. Gestão Financeira e Patrimonial. Artigo 18.º. Princípios de Gestão

Capítulo VI. Gestão Financeira e Patrimonial. Artigo 18.º. Princípios de Gestão Capítulo VI Gestão Financeira e Patrimonial Artigo 18.º Princípios de Gestão 1. A gestão deve articular-se com os objectivos prosseguidos pela Câmara Municipal de Viseu, visando a promoção do desenvolvimento

Leia mais

DOCUMENTOS Prestação de Contas 2014

DOCUMENTOS Prestação de Contas 2014 DOCUMENTOS Prestação de Contas 2014 VIZELA Câmara Municipal VIZELA INDÍCE MENSAGEM DO PRESIDENTE 1 BALANÇO (PONTO 5 DO POCAL) - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Leia mais

Associação Boa Hora, IPSS NIPC: 503897531 Contas 2014

Associação Boa Hora, IPSS NIPC: 503897531 Contas 2014 Notas às Demonstrações Financeiras Individuais 31 De Dezembro de 2014 1. Identificação da Entidade ASSOCIAÇÃO BOA HORA, IPSS, é uma instituição particular de solidariedade social, com sede na Rua do Cemitério,

Leia mais

Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8

Relatório de Gestão 2. Balanço 5. Demonstração de Resultados por Naturezas 7. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 ÍNDICE Relatório de Gestão 2 Balanço 5 Demonstração de Resultados por Naturezas 7 Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados 8 Relatório e Parecer do Conselho Fiscal 20 Certificação Legal das Contas

Leia mais

ALVES RIBEIRO - INVESTIMENTOS FINANCEIROS, SGPS, S.A. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 (Montantes em Euros, excepto quando expressamente indicado) 1. NOTA INTRODUTÓRIA

Leia mais

CONTABILIDADE FINANCEIRA AVANÇADA

CONTABILIDADE FINANCEIRA AVANÇADA Exame Época Normal 04 de Julho de 0 Duração: H 00M Deve identificar-se nesta folha de prova, indicando o nome completo, número de matrícula e turma em que se encontra inscrito(a). As opções de resposta

Leia mais

SABUGAL +, EMPRESA MUNICIPAL DE GESTÃO DE ESPAÇOS CULTURAIS, DESPORTIVOS TURÍSTICOS E DE LAZER, EM CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS

SABUGAL +, EMPRESA MUNICIPAL DE GESTÃO DE ESPAÇOS CULTURAIS, DESPORTIVOS TURÍSTICOS E DE LAZER, EM CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS SABUGAL +, EMPRESA MUNICIPAL DE GESTÃO DE ESPAÇOS CULTURAIS, DESPORTIVOS TURÍSTICOS E DE LAZER, EM CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS SECÇÃO I DENOMINAÇÃO, PERSONALIDADE E CAPACIDADE JURÍDICA, REGIME

Leia mais

ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Conforme preceitua o Decreto Lei n.º 54-A/99 de 22 de Fevereiro, com as devidas alterações, os anexos às Demonstrações Financeiras visam facultar aos órgãos autárquicos

Leia mais

ANEXO PE, EXERCÍCIO ECONÓMICO DE 2010

ANEXO PE, EXERCÍCIO ECONÓMICO DE 2010 ANEXO PE, EXERCÍCIO ECONÓMICO DE 2010 1 Identificação da entidade 1.1 Designação da entidade APOTEC Associação Portuguesa de Técnicos de Contabilidade 1.2 Sede Rua Rodrigues Sampaio, 50-3º-Esq. 1169-029

Leia mais

ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA

ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANO : 2010 ÍNDICE 1 - Identificação da entidade 1.1 Dados de identificação 2 - Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras 2.1 Referencial

Leia mais

PRAZILÂNDIA, TURISMO E AMBIENTE E.M.

PRAZILÂNDIA, TURISMO E AMBIENTE E.M. PRAZILÂNDIA, TURISMO E AMBIENTE E.M. Em 31/08/2012 foi publicada a Lei n.º 50/2012, que aprovou o novo regime jurídico da atividade empresarial local e das participações locais, revogando as Leis n.º 53

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Hospital da Criança (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e

Fundo de Investimento Imobiliário Hospital da Criança (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e Fundo de Investimento Imobiliário Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e parecer dos auditores independentes 2 Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo 2009 2008 Passivo e patrimônio

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE GONDOMAR. Mapas da Prestação de Contas (Anexo I)

CÂMARA MUNICIPAL DE GONDOMAR. Mapas da Prestação de Contas (Anexo I) CÂMARA MUNICIPAL DE GONDOMAR Mapas da Prestação de Contas (Anexo I) Ano de 2007 CC ÂÂMM AARR AA MM UU NN I IICC IIPP I AALL DD EE GG OONN DD OOMM AARR R EE LL AA TT ÓÓ RR II IOO EE C OO NN TT AA SS / 22

Leia mais

Anexo às Contas Individuais da Sociedade ACCENDO, LDA

Anexo às Contas Individuais da Sociedade ACCENDO, LDA Anexo às Contas Individuais da Sociedade ACCENDO, LDA Exercício de 2011 Notas às Demonstrações Financeiras 31 De Dezembro de 2011 e 2010 1. Identificação da entidade Accendo, Lda, inscrita na conservatória

Leia mais

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA)

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) 30 de Junho de 2005 ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) Relatório do Conselho de Administração Altri, S.G.P.S., S.A. (Sociedade Aberta) Contas Individuais Rua General Norton de Matos, 68 4050-424

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2.1 - Princípios Contabilísticos Na contabilidade autarca é necessário cumprir um conjunto de princípios contabilísticos, de modo a obter uma imagem

Leia mais

MUNICÍPIO DO PORTO SANTO

MUNICÍPIO DO PORTO SANTO MUNICÍPIO DO PORTO SANTO ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS CONSOLIDADOS As notas apresentadas neste documento, estão conforme o preconizado no art.º 46º da Lei n.º 2/2007, de 15 de janeiro,

Leia mais

APDP- Associação Protectora Diabéticos Portugal Anexo 2 de Abril de 2015

APDP- Associação Protectora Diabéticos Portugal Anexo 2 de Abril de 2015 APDP- Associação Protectora Diabéticos Portugal Anexo 2 de Abril de 2015 Índice 1 Identificação da Entidade... 3 2 Referencial Contabilístico de Preparação das Demonstrações Financeiras... 4 3 Principais

Leia mais

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA ANO : 2011 ÍNDICE 1 - Identificação da entidade 1.1 Dados de identificação 2 - Referencial contabilístico de preparação das

Leia mais

ABC da Gestão Financeira

ABC da Gestão Financeira ABC da Gestão Financeira As demonstrações financeiras são instrumentos contabilísticos que reflectem a situação económico-financeira da empresa, evidenciando quantitativamente os respectivos pontos fortes

Leia mais

Relatório e Contas. Fundação Denise Lester

Relatório e Contas. Fundação Denise Lester Relatório e Contas 2011 Fundação Denise Lester Fundação Denise Lester 1/16 Índice Balanço individual Demonstração dos resultados individuais Demonstração das Alterações dos fundos patrimoniais Demonstração

Leia mais

08.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

08.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 1 RELATÓRIO DE GESTÃO 08.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS As notas que se seguem respeitam a numeração sequencial definida no POCAL Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais.

Leia mais

Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março, n.º 51 - Série I

Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março, n.º 51 - Série I Aprova o Código de Contas para Microentidades O Decreto-Lei n.º 36-A/2011, de 9 de Março, aprovou o regime da normalização contabilística para as microentidades, tendo previsto a publicação, em portaria

Leia mais

Informação Financeira

Informação Financeira Informação Financeira Balanço Código das contas POCMS Imobilizado ACTIVO Exercícios AB AP AL AL Bens de domínio público: 451 Terrenos e Recursos naturais 452 Edifícios 453 Outras construções e infra-estruturas

Leia mais

NEXPONOR. 30/06/2014 Relatório de gestão 1º semestre 2014

NEXPONOR. 30/06/2014 Relatório de gestão 1º semestre 2014 NEXPONOR 30/06/2014 Relatório de gestão 1º semestre 2014 A NEXPONOR Sociedade Especial de Investimento Imobiliário de Capital Fixo SICAFI, S.A. foi constituída em Maio de 2013 centrando-se a sua atividade

Leia mais

31-Dez-2013 31-Dez-2012

31-Dez-2013 31-Dez-2012 FUNDAÇÃO CASA MUSEU MÁRIO BOTAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS CONTAS 31 DE DEZEMBRO DE 2013 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA OS PERÍODOS FFI INDOS EM 31 DE DEZZEMBRO DE 2013 E DE 2012 ACTIVO NÃO CORRENTE

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS MUNICÍPIO DE ODEMIRA

JUNTA DE FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS MUNICÍPIO DE ODEMIRA JUNTA DE FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS MUNICÍPIO DE ODEMIRA REGULAMENTO DE INVENTÁRIO E CADASTRO DO PATRIMÓNIO DA FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS Reveste-se de uma suma importância a elaboração

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2007

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2007 ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2007 NOTA INTRODUTÓRIA A RUMO 2020, E.M. é uma empresa pública de âmbito municipal constituída em 16 de Outubro de 2006. Tem a sua

Leia mais

Exame para Contabilista Certificado. Contabilidade Financeira Aprofundada. Duração: 2 horas

Exame para Contabilista Certificado. Contabilidade Financeira Aprofundada. Duração: 2 horas Nome: Nº do BI/ Passaporte Duração: 2 horas Leia atentamente as questões. Depois, coloque no quadradinho que fica na parte superior direito de cada questão, a alínea correspondente à melhor resposta. Se

Leia mais

REGULAMENTO FINANCEIRO CAPÍTULO I

REGULAMENTO FINANCEIRO CAPÍTULO I REGULAMENTO FINANCEIRO CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Objeto e Âmbito de Aplicação 1. O presente regulamento define as normas relativas à obtenção de rendimentos e realização de gastos, as regras

Leia mais

ESTATUTOS. GESLOURES, Gestão de Equipamentos Sociais, E.M., Unipessoal, Lda.

ESTATUTOS. GESLOURES, Gestão de Equipamentos Sociais, E.M., Unipessoal, Lda. GESLOURES, Gestão de Equipamentos Sociais, E.M., Unipessoal, Lda. Capital Social 3.562.000,00 NIF. 502 814 063 Registada na Conservatória do Registo Comercial de Loures sob o nº 0001/920522 1 CAPÍTULO

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS 31-12-2014. Promofundo - Fundo Especial de Investimento Imobiliário Fechado. Promofundo F. E. I. I. F.

RELATÓRIO E CONTAS 31-12-2014. Promofundo - Fundo Especial de Investimento Imobiliário Fechado. Promofundo F. E. I. I. F. RELATÓRIO E CONTAS Promofundo - Fundo Especial de Investimento Imobiliário Fechado 31-12-2014 Promofundo F. E. I. I. F. 1. DESCRIÇÃO DO FUNDO O PROMOFUNDO Fundo Especial de Investimento Imobiliário Fechado

Leia mais

Fundação Casa Museu Mario Botas

Fundação Casa Museu Mario Botas DEMOSNTRAÇAO DE RESULTADOS 2012 Fundação Casa Museu Mario Botas RENDIMENTOS E GASTOS 31-Dez-2012 31-Dez-2011 Vendas 551,62 Prestação de serviços Subsídios à exploração Ganhos/perdas imputados a subsidiárias

Leia mais

IMPARIDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS

IMPARIDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS BOLETIM INFORMATIVO N.º 3/2010 IMPARIDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS ASPECTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS (Esta informação contém apenas informação geral, não se destina a prestar qualquer serviço de auditoria,

Leia mais

Síntese Execução Orçamental

Síntese Execução Orçamental 2013 janeiro Síntese Execução Orçamental Glossário Ministério das Finanças Glossário A Ativos financeiros (receita) Receitas provenientes da venda e amortização de títulos de crédito, designadamente obrigações

Leia mais

Tributação da reabilitação urbana. Raquel Franco 08.03.2013

Tributação da reabilitação urbana. Raquel Franco 08.03.2013 Raquel Franco 08.03.2013 Benefícios à reabilitação urbana Artigo 45.º EBF prédios urbanos objeto de reabilitação Artigo 46.º EBF - prédios urbanos construídos, ampliados, melhorados ou adquiridos a título

Leia mais

Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados Município da Lourinhã

Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados Município da Lourinhã 2. Notas ao Balanço e Demonstrações de Resultados 2.1 - As contas do município derrogaram o ponto 2.8.3 do POCAL que institui a obrigatoriedade da utilização da contabilidade de custos. Tal facto ficou

Leia mais

Relatório dos Auditores Independentes

Relatório dos Auditores Independentes Relatório dos Auditores Independentes Demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2011 e 2010 JRS/NMT/ SAD Demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2011 e 2010 Conteúdo Relatório dos Auditores Independentes

Leia mais

Relatório e Contas 2012

Relatório e Contas 2012 Relatório e Contas 2012 Índice Temático Relatório de Gestão - Balanço e Contas (Balanço, Demonstração de Resultados, Demonstração de Fluxos de Caixa e Mapa de Demonstração das alterações do Capital Próprio)

Leia mais

EMPRESAS MUNICIPAIS INTERMUNICIPAIS e REGIONAIS : PÚBLICAS de CAPITAIS PÚBLICOS e de CAPITAIS MAIORITARIAMENTE PÚBLICOS. Lei nº 58/98, de 18 de Agosto

EMPRESAS MUNICIPAIS INTERMUNICIPAIS e REGIONAIS : PÚBLICAS de CAPITAIS PÚBLICOS e de CAPITAIS MAIORITARIAMENTE PÚBLICOS. Lei nº 58/98, de 18 de Agosto EMPRESAS MUNICIPAIS INTERMUNICIPAIS e REGIONAIS : PÚBLICAS de CAPITAIS PÚBLICOS e de CAPITAIS MAIORITARIAMENTE PÚBLICOS Lei nº 58/98, de 18 de Agosto A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos

Leia mais

V/Referência: Data: Insolvência de A. F. Pereira - Comércio de Materiais de Construção Civil e Terraplanagem, Lda.

V/Referência: Data: Insolvência de A. F. Pereira - Comércio de Materiais de Construção Civil e Terraplanagem, Lda. Exmo(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito do Tribunal do Judicial de Vila Nova de Famalicão 2º Juízo Cível Processo nº 1805/12.5TJVNF V/Referência: Data: Insolvência de A. F. Pereira - Comércio de Materiais

Leia mais

RELATÓRIO FIM DE ATIVIDADE e CONTAS 2015

RELATÓRIO FIM DE ATIVIDADE e CONTAS 2015 Relatório de gestão do ano de 2015 1 RELATÓRIO FIM DE ATIVIDADE e CONTAS 2015 Relatório Fim de Atividade e Contas 2015 ÍNDICE Pág. 1. Introdução 3 2. Recursos Humanos 5 3. Análise Económica e Financeira

Leia mais

Nota às demonstrações financeiras relativas ao semestre findo em 30 de Junho de 2010

Nota às demonstrações financeiras relativas ao semestre findo em 30 de Junho de 2010 1. Nota Introdutória Elementos identificativos: Denominação Fortis Lease Instituição Financeira de Crédito, SA NIF 507 426 460 Sede Social Objecto Social A Fortis Lease Portugal Instituição Financeira

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março

Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março Portaria n.º 107/2011, de 14 de Março O Decreto-Lei n.º 36-A/2011, de 9 de Março, aprovou o regime da normalização contabilística para as microentidades, tendo previsto a publicação, em portaria do membro

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS 2007 O Órgão Executivo; O Órgão Deliberativo;

PRESTAÇÃO DE CONTAS 2007 O Órgão Executivo; O Órgão Deliberativo; PRESTAÇÃO DE CONTAS 2007 Junto se remetem os Documentos de Prestação de Contas referentes à Gerência de 2007, organizados em conformidade com o POCAL e de acordo com a Resolução n.º 04/2001 2.ª Secção,

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS 2010 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA

RELATÓRIO E CONTAS 2010 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA 1 ANÁLISE DO BALANÇO O Balanço e o Sistema Contabilístico adequam-se ao previsto no Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL), espelhando a situação

Leia mais

08.2.2 COMPARABILIDADE

08.2.2 COMPARABILIDADE 08.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇAO DE RESULTADOS As notas que se seguem respeitam a numeração sequencial definida no POCAL Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais. Entidade: Câmara Municipal

Leia mais

MUNICÍPIO DO PORTO SANTO

MUNICÍPIO DO PORTO SANTO MUNICÍPIO DO PORTO SANTO Ponto 8 do POCAL ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As notas apresenta neste documento correspondem à numeração no POCAL. Aquelas cuja numeração se omite, não são aplicáveis ao

Leia mais

CCONTACTOS AGRUPAMENTOS DEESCOLAS CONTACTOS DOS AGRUPAMENTOS DE ESCOLAS AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO ESCOLAS DO AGRUPAMENTO

CCONTACTOS AGRUPAMENTOS DEESCOLAS CONTACTOS DOS AGRUPAMENTOS DE ESCOLAS AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO ESCOLAS DO AGRUPAMENTO CCONTACTOS S DEESCOLAS CONTACTOS DOS S DE ESCOLAS DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO ESCOLA BÁSICA DE MOSTEIRO E CÁVADO 253300620 253623600 Rua da Veiguinha Panoias 4700 760 PANOIAS directormosteiroecavado.net

Leia mais

Overview pela fiscalidade no sector imobiliário

Overview pela fiscalidade no sector imobiliário Overview pela fiscalidade no sector imobiliário A perspectiva do pequeno investidor II Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa Sociedade de Geografia 16 de Abril de 2015 ÍNDICE DE CONTEÚDOS I INCENTIVOS

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

1. Do Plano Plurianual de Investimentos. 1.1.- Introdução

1. Do Plano Plurianual de Investimentos. 1.1.- Introdução Página 1 de 16 1. Do Plano Plurianual de Investimentos 1.1.- Introdução Pretende-se com o presente relatório complementar os documentos que constituem a Conta de Gerência relativa ao ano de 2006, elaborada

Leia mais

Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados

Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados (ponto 8.2 e 8.3 do Dec-Lei 54-A/99 de 22 de fevereiro) 8.2.1 Indicação e justificação das disposições do POCAL que, em casos excecionais e devidamente fundamentados

Leia mais

8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Nota Introdutória A Manuel Rodrigues Gouveia, S.A. ( MRG ou Empresa ) tem sede em Seia, foi constituída em 1977 e tem como actividade principal a Construção Civil

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS EXERCÍCIO DE 2014

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS EXERCÍCIO DE 2014 ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS EXERCÍCIO DE 2014 1 - Introdução 1.1 - A APN - Associação Portuguesa de Doentes Neuromusculares, NIF.502887206, é uma Associação, constituída em 1992, tendo

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS

INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS CONTABILIDADE GERAL I III - CADERNO DE EXERCÍCIOS Terceiros e Antecipações Exercício 17 A empresa

Leia mais

ASSUNTO : Plano de Contas para o Sistema Bancário Adaptado (Fundos de Investimento Imobiliário)

ASSUNTO : Plano de Contas para o Sistema Bancário Adaptado (Fundos de Investimento Imobiliário) Anexo à Instrução nº 24/96 ASSUNTO : Plano de Contas para o Sistema Bancário Adaptado (Fundos de Investimento Imobiliário) 1. São efectuados no PCSB os seguintes ajustamentos: 1.1. São adoptadas, em substituição

Leia mais