MANUAL DO GESTOR PÚBLICO

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1 MANUAL DO GESTOR PÚBLICO Um Guia de Orientação ao Gestor Público - 2ª Edição - MAIO DE 2011

2 Ficha Técnica para Manual do Gestor Público Governo do Estado do Rio Grande do Sul Tarso Genro Governador do Estado Odir Alberto Pinheiro Tonollier Secretário de Estado da Fazenda Luiz Paulo Freitas Pinto Contador e Auditor-Geral do Estado Revisão de Português: Professora Vera Lúcia Vidal da Cunha Capa: Martins + Andrade Comunicação Editoração: Juçara Campagna - CORAG Impressão: Companhia Rio-grandense de Artes Gráficas - CORAG Contadoria e Auditoria-Geral do Estado - CAGE Av. Mauá, 1155, 4º andar, sala 404-A. Porto Alegre/RS. CEP Telefone: (51) Fax: (51)

3 Coordenação Abel Ferreira Castilhos Lorena Elizabeth Dias da Silva Colaboradores Abel Ferreira Castilhos Alberto Araguaci da Silva Ana Bogdanov Anelise Meira dos Santos Aurélio Paulo Becker Eduardo Oliveira Garcia Guiomar Pedro Martini Torzecki John de Lima Fraga Junior José Carlos Machado Molina José Silvio Born Lorena Elisabete Dias da Silva Luiz Paulo Freitas Pinto Magali Pereira de Aguiar Marcelo Spilki Marlene Bronaut Carminatti Marilene Lopes Cortes Meirelles Nilton Donato Orlandi Teixeira Paulo Alfredo Lucena Borges Pedro Thadeu Martins Contreira Roberto Luiz da Luz Bertoncini Roberto Pesavento Roberval da Silveira Marques Rodrigo de Queiroz Bragança Gil Tarcisio de Conto Vera Rejane Goulart Gonçalves

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5 Agradecimentos A todos os técnicos que se envolveram diretamente na elaboração dos textos deste Manual, em especial aos que atuam na Contadoria e Auditoria-Geral do Estado, faz-se necessário um agradecimento pela valorosa dedicação e colaboração que viabilizou a concretização deste Manual do Gestor Público. No lançamento desta obra, impõem-se, também, os devidos e justos agradecimentos a todos aqueles que, de alguma forma e ainda que indiretamente, participaram da elaboração deste trabalho, que tem a pretensão de se constituir em uma relevante obra técnica de orientação aos gestores do Estado do Rio Grande do Sul.

6 R585m Rio Grande do Sul. Secretaria da Fazenda. Manual do gestor público : um guia de orientação ao gestor público. - 2.ed. -- Porto Alegre : Companhia Rio-grandense de Artes Gráficas (CORAG), p. ISBN: Administração pública Rio Grande do Sul 2. Gestão pública 3. Recursos públicos - Gestão I. t. II. Contadoria e Auditoria-Geral do Estado (CAGE). CDU (816.5) Catalogação elaborada pela Biblioteca da Secretaria da Administração e dos Recursos Humanos/SARH. Bibliotecária responsável: Adriana Arruda Flores, CRB Contadoria e Auditoria-Geral do Estado CAGE Av. Mauá, 1155, 4º andar, sala 404-A. Porto Alegre/RS. CEP Telefone: (51) Fax: (51)

7 Apresentação É com orgulho e satisfação que a Contadoria e Auditoria-Geral do Estado CAGE, na condição de Órgão de Controle Interno do Estado do Rio Grande do Sul, de que trata o artigo 76 da Constituição Estadual de 1989, promove o lançamento da 2ª edição do Manual do Gestor Público, uma obra técnica cujo objetivo precípuo é oferecer a todos aqueles que se responsabilizam pela gestão de recursos públicos, interferem ou se envolvem em sua dinâmica como os Secretários de Estado, os Dirigentes de Autarquias e Fundações, os Diretores de Departamento, os Chefes de Divisão, os Assessores, Gerentes ou Contadores uma fonte de consulta e orientação, em termos técnicos, com vistas à correta abordagem e tomada de decisão no trato das finanças públicas, observadas as normas legais vigentes, bem como os princípios aplicáveis à Administração Pública. Nesta segunda edição, da mesma forma que na primeira, são abordados, sintética e objetivamente, diversos temas e assuntos de natureza técnica e legal, relacionados a licitações e contratos administrativos, pessoal, tomada de contas, princípios aplicáveis à Administração Pública, bens públicos, convênios, despesa e receita pública e orçamento público, entre outros. Como diferencial, nesta edição, foram acrescentados quatro novos capítulos Atos Administrativos, Planejamento na Gestão Pública, Responsabilidade Civil do Estado e Prescrição na Administração Pública, os quais, com base em sugestões, dúvidas e necessidades oriundas dos próprios gestores e leitores do Manual, foram elaborados por colegas da Divisão de Estudos e Orientação da CAGE, que, inclusive, já haviam participado da produção dos textos da primeira edição. Este Manual, frise-se, não tem o intuito de esgotar o alcance e as peculiaridades de cada um dos temas analisados e considerados mais relevantes à gestão pública. Assim, tal obra, em linhas gerais, busca descrever os principais aspectos teóricos e conceituais neles envolvidos, dando ênfase, porém, a algumas questões de ordem prática e legal, com a finalidade de orientar o gestor público à adequada decisão, notadamente quanto à realização do gasto público.

8 É importante salientar que todos os textos de cunho técnico, ressalte-se desta segunda edição do Manual do Gestor Público foram elaborados tendo como embasamento a experiência e o conhecimento de servidores colaboradores da Secretaria da Fazenda do RS, em especial dos vinculados à Contadoria e Auditoria-Geral do Estado CAGE, bem como foram desenvolvidos em consonância com as normas e os entendimentos doutrinários e jurisprudenciais vigentes à época de sua elaboração. As mencionadas normas, que vão desde as Constituições Federal e Estadual, passando pelas leis estaduais devidamente consolidadas, até os documentos técnicos emitidos pela CAGE, estão disponíveis no SIN- CAGE Sistema de Informações da CAGE (www.legislacao.sefaz.rs.gov.br), portal de legislação desenvolvido e mantido pela Divisão de Estudos e Orientação, à disposição dos gestores públicos estaduais. Embora o presente Manual esteja direcionado precipuamente para o gestor de órgãos e entidades vinculados ao Estado do Rio Grande do Sul, o seu conteúdo também poderá constituir-se em uma produtiva fonte de consulta para gestores municipais, servidores públicos em geral, professores, estudantes e profissionais de outras áreas que se relacionam com a Administração Pública. Enfim, a Contadoria e Auditoria-Geral do Estado, com a disponibilização desta segunda edição do Manual do Gestor Público, cujo texto se encontra devidamente atualizado até maio de 2011, visa a oferecer, em especial aos novos gestores públicos, uma obra de orientação essencialmente técnica, que, se almeja, contribua para a melhoria da gestão dos recursos públicos e previna a ocorrência de falhas e irregularidades, de modo a tornar a gestão pública mais eficiente, transparente e eficaz.

9 Sumário Agradecimentos... 5 Apresentação... 7 CAPÍTULO 1 GESTOR PÚBLICO 1.1 Definição Legislação Atribuições Ordenador de Despesa Delegação de Competência Prestação de Contas, Último Ano de Gestão e Período Eleitoral Responsabilidades Perguntas e Respostas CAPÍTULO 2 PRINCÍPIOS ADMINISTRATIVOS 2.1 Definição e Aplicação Princípios Constitucionais Princípio da Legalidade Princípio da Impessoalidade Princípio da Moralidade Princípio da Publicidade Princípio da Eficiência Princípio da Legitimidade e Participação Princípio da Razoabilidade Princípio da Economicidade Princípio da Motivação Outros Princípios Reconhecidos Princípio da Supremacia do Interesse Público Princípio da Indisponibilidade do Interesse Público Princípio da Segurança Jurídica... 46

10 CAPÍTULO 3 ATOS ADMINISTRATIVOS 3.1 Definição Requisitos do Ato Administrativo Competência Finalidade Forma Motivo (Teoria dos Motivos Determinantes) Objeto Atributos do Ato Administrativo Imperatividade Presunção de Legitimidade Autoexecutoriedade Espécies de Atos Administrativos Atos Normativos Atos Ordinatórios Atos Negociais Atos Enunciativos Atos Punitivos Classificação dos Atos Administrativos Atos Gerais e Atos Individuais Atos de Império e Atos de Gestão Atos Vinculados e Atos Discricionários Atos Simples, Atos Complexos e Atos Compostos Formas de Extinção ou de Invalidação dos Atos Administrativos Anulação Revogação Caducidade Cassação Convalidação dos Atos Administrativos CAPÍTULO 4 PODERES ADMINISTRATIVOS 4.1 Definição Poder Vinculado Poder Discricionário Poder Hierárquico... 63

11 4.5 Poder Disciplinar Poder Regulamentar Poder de Polícia CAPÍTULO 5 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 5.1 Definição e Considerações Gerais Classificação Administração Direta Administração Indireta Entidades da Administração Indireta Autarquias Fundações Públicas Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista Empresas Subsidiárias e Controladas Consórcios Públicos Entidades Paraestatais - Terceiro Setor Serviços Sociais Autônomos Organizações Sociais Entidades ou Fundações de Apoio Entidades profissionais Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público CAPÍTULO 6 SERVIÇOS PÚBLICOS 6.1 Definição e Considerações Gerais Legislação Formas de Delegação Concessão Comum de Serviços Públicos Permissão de Serviços Públicos Autorização de Serviços Públicos Princípios Princípio da Continuidade dos Serviços Públicos Princípio da Modicidade das Tarifas Características das Concessões e Permissões Extinção das Concessões e Permissões Parcerias Público-Privadas

12 6.7.1 Modalidades: Administrativa e Patrocinada Semelhanças e Diferenças - Concessão Comum, Patrocinada e Administrativa CAPÍTULO 7 ORÇAMENTO PÚBLICO 7.1 Definição e Princípios Legislação Aspectos Gerais da Legislação Plano Plurianual Lei de Diretrizes Orçamentárias Proposta Orçamentária Dotação Orçamentária Créditos Adicionais CAPÍTULO 8 PLANEJAMENTO NA GESTÃO PÚBLICA 8.1 Considerações iniciais Definição Fases, Cronograma e Agenda Fases Fase Conceitual Fase Operacional Cronograma Agenda Recursos, Equipe e Sistemas de Suporte Participação Definição de Metas, Ações e Etapas Metas Quantitativo de Metas Ações Etapas Procedimentos Mínimos Sugeridos Controle

13 CAPÍTULO 9 DESPESA PÚBLICA 9.1 Definição e Considerações Gerais Legislação Classificação Etapas da Despesa Orçamentária Planejamento Execução Controle e Avaliação CAPÍTULO 10 RECEITA PÚBLICA 10.1 Definição e Considerações Gerais Legislação Previsão da Receita Orçamentária Realização da Receita Orçamentária Deduções da Receita Orçamentária Classificação Econômica da Receita Orçamentária Codificação da Receita Orçamentária Controle da Receita Vinculação de Receitas Orçamentárias Recurso Orçamentário Principais Vinculações Constitucionais CAPÍTULO 11 LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL 11.1 Definição e Considerações Gerais Legislação Planejamento Receita Despesa Transferências Voluntárias e Destinação de Recursos ao Setor Privado Limites de Endividamento e Operações de Crédito Gestão Patrimonial Transparência e Controle da Gestão Fiscal

14 CAPÍTULO 12 LICITAÇÃO 12.1 Definição e Considerações Gerais Legislação Requisitos Princípios Hipóteses de Não Realização da Licitação Licitação Inexigível Licitação Dispensável Licitação Dispensada Requisitos Gerais para Dispensa e Inexigibilidade de Licitação Tipos Modalidades Procedimento Licitatório Fase Interna Fase Externa Fases do Pregão Sistema de Registro de Preços Recursos Administrativos Anulação e Revogação da Licitação Crimes Licitatórios CAPÍTULO 13 CONTRATOS ADMINISTRATIVOS 13.1 Definição Legislação Modalidades de Contratos Administrativos Regime Jurídico e Cláusulas dos Contratos Administrativos Garantia Contratual Formalização dos Contratos Execução do Contrato Duração e Prorrogação dos Contratos Alteração dos Contratos Formas de Manutenção do Valor e da Equação Econômico-Financeira do Contrato Extinção, Inexecução e Rescisão do Contrato Sanções Administrativas Pontos de Controle

15 CAPÍTULO 14 CONVÊNIOS 14.1 Definição e Considerações Gerais Legislação Habilitação, Celebração e Formalização do Convênio Execução do Convênio Prestação de Contas Prestação de Contas Parcial Prestação de Contas Final Cadastro para Habilitação em Convênios do Estado Módulo de Convênios Pontos de Controle Perguntas e Respostas CAPÍTULO 15 PESSOAL 15.1 Definição de Servidor Público Legislação Regimes Jurídicos Formas de Ingresso no Serviço Público Cargo, Emprego, Função Pública e Contrato Temporário Formas de Provimento de Cargo e Emprego Público Provimento de Cargo Público Provimento de Emprego Público Nomeação, Posse, Exercício e Lotação Estabilidade e Estágio Probatório Promoção Formas de Vacância de Cargo Público Vencimento, Remuneração, Salário, Provento e Subsídio Indenizações Servidores Cedidos Servidores Adidos Desvio de Função Acúmulo de Cargo, Emprego e Função Afastamentos Legais Gratificação e Abono de Permanência Regras Específicas para Empregados Públicos Atos Administrativos de Pessoal Sindicância e Processo Administrativo Disciplinar

16 CAPÍTULO 16 TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA 16.1 Considerações Gerais e Definição Legislação Hipóteses, Vedação e Referências Jurisprudenciais Responsabilidade Solidária ou Subsidiária Contratação de Cooperativas de Trabalho Ação do Ministério Público Aspecto da Economicidade e dos Preços Orientações do Órgão de Controle Interno CAPÍTULO 17 DIÁRIAS 17.1 Definição Legislação Concessão Tipos de Diárias Pagamento de Diárias Formas de Pagamento Modalidades de Diárias Quanto ao Valor Tabela de Pagamentos Quotas Físicas e Financeiras Ressarcimento de Despesas com Alimentação Prestação de Contas Prazos Formalização do Processo Pontos de Controle Sanções Perguntas e Respostas CAPÍTULO 18 AJUDA DE CUSTO 18.1 Definição Legislação Requisitos para a Concessão e Vedações Valores Devidos Prestação de Contas Responsabilidades e Sanções Perguntas e Respostas

17 CAPÍTULO 19 BENS PÚBLICOS 19.1 Definição e Classificação dos Bens Públicos Legislação Responsabilidade Patrimonial Registro dos Bens Incorporação de Bens Aquisição Doação Construção, Confecção ou Produção Própria Permuta Dação em Pagamento Adjudicação Baixa de Bens Baixa por Alienação Baixa por Falta de Utilidade Baixa por Perda Movimentação de Bens e Uso de Bens Particulares Transferências Internas Manutenção ou Conserto Cessão de Uso Uso de Bens Particulares Inventário Aspectos Gerais Ata de Inventário e Outros Documentos Inventário de Bens Móveis Inventário de Bens Imóveis Falta de Bens Avaliação do Bem a Ser Ressarcido Almoxarifado CAPÍTULO 20 RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO 20.1 Definição Legislação Tipos de Responsabilidade Evolução Histórica Teoria da Responsabilidade Objetiva Excludentes ou Atenuantes Elementos ou Pressupostos da Responsabilidade Civil Objetiva

18 20.8 Sujeitos da Responsabilidade Civil Ente Público ou Ente Privado Prestador de Serviço Público Agente Público Terceiro Lesado Serviço Público Licitude Indenização Ônus da Prova Responsabilidade Funções do Estado Responsabilidade do Estado por Atos Legislativos e Jurisdicionais Atos Legislativos Atos Jurisdicionais Atos do Ministério Público Denunciação da Lide, Litisconsórcio e Ação Direta em Face do Agente Público Direito Regressivo Pontos de Controle CAPÍTULO 21 PRESCRIÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 21.1 Definição e Considerações Gerais Legislação Prescrição na Administração Pública Direta e Indireta Suspensão e Interrupção da Prescrição Prescrição do Direito da Administração Pública Créditos Não Tributários Ressarcimento de Danos Causados ao Erário Sanções Disciplinares aos Servidores Anulação/Revogação de Atos Administrativos de Efeitos Favoráveis aos Administrados Créditos Tributários Prescrição do Direito do Administrado Regra Geral Ações Indenizatórias Contra a Administração Pública CAPÍTULO 22 SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA E RETENÇÃO DE TRIBUTOS NA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS 22.1 Definição e Considerações Gerais

19 22.2 Imposto de Renda Retido na Fonte de Pessoa Física e Imposto de Renda Retido na Fonte de Pessoa Jurídica Legislação Serviços Prestados por Pessoa Física Sujeitos à Retenção na Fonte Serviços Prestados por Pessoa Jurídica Sujeitos à Retenção na Fonte Casos de Dispensa de Retenção Fato Gerador e Base de Cálculo para Retenção Prazos e Forma de Recolhimento Solidariedade Cumprimento das Obrigações Acessórias PIS/PASEP, COFINS e CSLL Legislação e Considerações Gerais Serviços Sujeitos à Retenção na Fonte Casos de Dispensa de Retenção Base de Cálculo e Alíquotas para Retenção Prazos e Forma de Recolhimento Cumprimento das Obrigações Acessórias Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza Legislação e Considerações Gerais Serviços Sujeitos à Retenção na Fonte Fato Gerador e Base de Cálculo Casos de Dispensa de Retenção Cumprimento de Obrigações Acessórias Contribuições Destinadas à Previdência Social/INSS Legislação e Considerações Gerais Serviços Sujeitos à Retenção na Fonte e Percentual Aplicável Base de Cálculo Casos de Dispensa de Retenção Retenção na Construção Civil Solidariedade e Responsabilidade Pessoal Prazo e Forma de Recolhimento e Obrigações Acessórias 409 CAPÍTULO 23 TOMADA DE CONTAS 23.1 Definição e Considerações Gerais Legislação Tomada de Contas de Exercício ou Gestão Conceito e Abrangência Organização do Processo

20 Prazo de Entrega Julgamento Tomada de Contas Especial Conceito e Objetivo Instauração e Instrução Prazo de Entrega e Julgamento Perguntas e Respostas CAPÍTULO 24 ADIANTAMENTO DE NUMERÁRIO 24.1 Definição e Considerações Gerais Legislação Despesas Permitidas Condições para a Concessão e Limites Máximos Aplicação do Numerário Prestação de Contas Penalidades e Baixa de Responsabilidade Perguntas e Respostas CAPÍTULO 25 DÍVIDA PÚBLICA 25.1 Definição Legislação Evolução Dívida Fundada Dívida Consolidada Líquida Dívida Fundada Interna e Externa Dívida Fundada Intralimite e Extralimite Precatórios Dívida Flutuante Dívida Mobiliária Contrato de Refinanciamento Concessão de Garantia Operação de Crédito Glossário

21 CAPÍTULO 26 CADIN/RS 26.1 Definição e Considerações Gerais Legislação Requisitos Pendências Incluídas no CADIN/RS Impedimentos do CADIN/RS Não Aplicação dos Efeitos do CADIN/RS Inclusão e Exclusão Suspensão Consulta ao Cadastro Encontro de Contas Responsabilidades CAPÍTULO 27 CFIL/RS 27.1 Definição e Considerações Gerais Legislação Requisitos Hipóteses de Inclusão no CFIL/RS Obrigatoriedade da Consulta Responsabilidades Penalidades Suspensão Temporária de Licitar e Contratar Declaração de Inidoneidade Procedimentos e Operacionalização Fluxograma Perguntas e Respostas CAPÍTULO 28 IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA 28.1 Definição Legislação Sujeitos do Ato de Improbidade Sujeito Ativo Sujeito Passivo Atos de Improbidade Atos que Geram Enriquecimento Ilícito

22 Atos que Causam Prejuízo ao Erário Atos que Atentam Contra os Princípios da Administração Pública Sanções Perda de Bens e Valores Acrescidos Ilicitamente ao Patrimônio do Agente Público Ressarcimento Integral do Dano Perda da Função Pública Suspensão dos Direitos Políticos Pagamento de Multa Civil Proibição de Contratar e Receber Benefícios ou Incentivos Fiscais ou Creditícios do Poder Público Procedimentos Prescrição

23 GESTOR PÚBLICO 23 Capítulo 1 Gestor Público Sumário: 1.1 Definição Legislação Atribuições Ordenador de Despesa Delegação de Competência Prestação de Contas, Último Ano de Gestão e Período Eleitoral Responsabilidades Perguntas e Respostas Definição À luz de um conceito sucinto, pode-se definir o gestor público ou administrador público como aquele que é designado, eleito ou nomeado formalmente, conforme previsto em lei e/ou em regulamento específico, para exercer a administração superior de órgão ou entidade integrante da Administração Pública. Saliente-se que a administração superior compreende todas as atividades relacionadas à definição de políticas e metas de atuação do ente público, bem como à tomada de decisões, visando ao atendimento dos objetivos e das finalidades definidas nas normas legais reguladoras da sua atuação. Além disso, a administração a ser exercida pelo gestor deve zelar pela correta aplicação e pelo eficiente gerenciamento dos recursos públicos, na forma da lei, sendo imperioso, ainda, observar a supremacia do interesse público e os princípios aplicáveis à Administração Pública, em especial os relacionados no artigo 37 da Constituição Federal de 1988

24 24 MANUAL DO GESTOR PÚBLICO e no artigo 19 da Constituição Estadual de 1989, tais como legalidade, moralidade, impessoalidade, economicidade e eficiência Legislação Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988 Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, de 1989 Lei Complementar Federal nº 101, de 04 de maio de 2000 Lei Federal nº 4.320, de 17 de março de 1964 Lei Federal nº 8.429, de 02 de junho de 1992 Lei Federal nº 9.504, de 30 de setembro de 1997 Decreto-Lei nº 200, de 25 de fevereiro de 1967 Lei Estadual nº , de 06 de janeiro de Atribuições Como regra geral, é possível afirmar que as atribuições do gestor público estão todas expressamente definidas em lei e/ou em regulamento específico de cada órgão ou entidade administrados. Existem, contudo, atribuições que são comuns e extensivas a todos os gestores, independentemente da especificidade do órgão ou da entidade, pois derivam de normas e princípios gerais aplicáveis a todos os entes públicos ou se revelam inerentes à própria atividade desempenhada pelo gestor público. Dentre as atribuições comuns e extensivas a todos os gestores, destacam-se as seguintes: exercer a administração superior do ente público, definindo as suas diretrizes e metas de atuação, bem como proceder à tomada de decisões voltada ao atendimento das suas finalidades; prestar contas, anualmente, de sua gestão, por intermédio de um processo de tomada de contas a ser julgado pelo Tribunal de Contas e por outros meios definidos em regulamento próprio do ente público; autorizar a realização da despesa pública, a qual, quando se tratar da Administração Pública Direta e suas Autarquias e Fundações, estará condicionada, além de à devida autorização do gestor, ao prévio empenho, em que é reservada dotação consignada em lei orçamentária para o pagamento de obrigação decorrente de lei, contrato ou ajuste firmado pelo ente público;

25 GESTOR PÚBLICO 25 ordenar o pagamento da despesa pública, o que, no caso da Administração Pública Direta, suas Autarquias e Fundações, deverá ser precedido do devido gravame de empenho, bem como da liquidação da despesa, que consiste na verificação do efetivo direito do credor, tendo como base os documentos comprobatórios do respectivo crédito; exercer, na condição de administrador, o acompanhamento e o controle, em termos físicos e financeiros, da execução do orçamento e dos programas de trabalho do ente público, verificando, diretamente ou por suas chefias de confiança, a legalidade dos atos de gestão praticados e o cumprimento das metas e regras estabelecidas; responsabilizar-se por uma gestão fiscal que assegure o equilíbrio das contas do ente público, prevenindo riscos ou evitando desvios que resultem em déficit de natureza orçamentária, financeira ou de resultado; zelar pela salvaguarda e proteção dos bens, direitos e valores de propriedade do ente público; autorizar a celebração de contratos, convênios e ajustes congêneres, atendendo aos interesses e às finalidades do ente público, bem como homologar processos licitatórios realizados e prestações de contas de convênios; determinar, quando da ocorrência de dano ao erário ou da prática de infração funcional, a instauração, conforme o caso, de sindicância, inquérito, processo administrativo-disciplinar ou tomada de contas especial, devendo esta ser encaminhada ao Tribunal de Contas; promover a administração de pessoal, autorizando, se previsto em norma legal ou regulamento, a contratação, nomeação, designação, demissão ou exoneração de servidores, bem como atestando a efetividade dos servidores, responsabilizando-se pela aplicação de penalidades previstas em norma, em razão da prática de infrações funcionais Ordenador de Despesa Tendo em conta o disposto nos artigos 84 da Lei Federal nº 4.320/64 e 80 do Decreto-Lei nº 200/67, ordenador de despesa é o agente público, formalmente designado, eleito ou nomeado por autoridade pública competente, que se constitui, nos termos da lei ou de regulamento específico, no responsável pela administração superior do ente público e de cujos atos de gestão resultem a utilização, a arrecadação, a guarda, o

26 26 MANUAL DO GESTOR PÚBLICO gerenciamento ou a administração de dinheiros, bens e valores públicos pelos quais o ente responda ou que, em nome deste, assuma obrigações de natureza pecuniária. O ordenador de despesas está sujeito à prestação de contas de sua gestão, por meio do chamado processo de tomada de contas de exercício, sendo submetido ao devido julgamento pelo Tribunal de Contas do Estado TCE. Consoante entendimento do TCE e com base na interpretação da legislação pertinente, tem-se admitido a existência de duas categorias de ordenador de despesa, quais sejam: o originário ou primário e o derivado ou secundário. O primeiro é aquele que possui poderes e atribuições definidas em lei ou regulamento para autorizar a realização das despesas do ente administrado; constitui-se na autoridade máxima do ente público, detentora de atribuições exclusivas e que têm origem em lei, e, por isso, seu poder ordenatório é reconhecido como primário ou originário. Nessa categoria, incluem-se os Secretários de Estado e os Presidentes de Autarquias, de Fundações e de Sociedades de Economia Mista. Em contrapartida, considera-se ordenador de despesa derivado ou secundário aquele que, por ato de delegação de poderes emanados do ordenador de despesa originário ou primário, assume atribuições deste quanto à ordenação de despesas. Nessa categoria, podem se enquadrar os Secretários Adjuntos, os chefes de departamento e os diretores de entidades públicas Delegação de Competência A delegação de competência, prevista no Decreto-Lei nº 200/67 (artigos 11 e 12), constitui-se em um instrumento de descentralização administrativa, mediante o qual o ordenador de despesa originário ou principal, por intermédio de um ato formal, delega (transfere) seus poderes, no todo ou em parte, a outro agente público, chamado de ordenador de despesa derivado ou secundário, para que este passe a exercer funções de administração superior, normalmente relacionadas à ordenação da despesa do ente público. Ressalte-se que, no ato formal de delegação, deverão constar, obrigatoriamente e de forma objetiva, os nomes da autoridade delegante e da autoridade delegada e as atribuições que estão sendo delegadas e que, por se tratar de um ato administrativo de efeitos internos e externos,

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