BOLETIM MENSAL Março/2010. DADOS: CAGED (MTE) Março/2010 RAIS (MTE) 2008

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1 BOLETIM MENSAL Março/2010 DADOS: CAGED (MTE) Março/2010 RAIS (MTE) 2008

2 Este número do Boletim do Observatório do Emprego e do Trabalho da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SERT) apresenta uma análise do mercado de trabalho paulista referente ao mês de Março/2010, utilizando dados do CAGED atualizados até este mês e também os dados da RAIS/2008, a mais recente versão disponível dessa série. Objetivos e metodologia do Boletim Antes de apresentar os resultados vamos explicar os objetivos do Boletim e oferecer alguns comentários sobre os indicadores utilizados e sobre a metodologia do trabalho. Com o Boletim e o Observatório do Emprego e do Trabalho, a SERT-SP oferece aos formuladores de políticas públicas um conjunto de ferramentas inovadoras para aprimorar as possibilidades de análise e de compreensão da evolução do mercado de trabalho. O Boletim inova a análise do mercado de trabalho em dois aspectos importantes. Primeiro, porque utiliza um conjunto de indicadores novos, especialmente criados pelos pesquisadores da FIPE, os quais juntamente com indicadores mais conhecidos e tradicionais permitirão um acompanhamento mais detalhado do que ocorre no mercado de trabalho. Segundo, porque estes indicadores podem ser utilizados tanto para analisar o mercado como um todo, quanto para analisar aspectos desagregados do mercado como, por exemplo, uma ocupação ou um município. São indicadores poderosos, que oferecem uma visão de curto prazo e também podem formar uma série histórica. O conjunto de indicadores pode ser usado para acompanhar tanto as flutuações decorrentes das alterações conjunturais de curto prazo quanto as evoluções estruturais de longo prazo. O Boletim do Observatório do Emprego e do Trabalho apresenta uma análise mensal da evolução do mercado de trabalho no Estado de São Paulo. Os indicadores que o Boletim utiliza avaliam o desempenho do mercado de trabalho no Estado de São Paulo como um todo e em cada uma de suas 15 Regiões Administrativas. Os mesmos indicadores podem ser acessados e consultados na internet para analisar as Regiões de Governo e também cada um dos municípios paulistas. Estas informações desagregadas podem ser acessadas por qualquer interessado no endereço Esta é a página do Observatório do Emprego e do Trabalho da SERT-SP, que além do Boletim Mensal e dos indicadores desagregados oferece muitas outras informações. O Boletim utiliza os dados mensais do CAGED, um registro administrativo coletado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com periodicidade mensal. O CAGED registra os desligamentos e as admissões ocorridas no mês de referência, informando para cada desligamento e/ou admissão o perfil dos indivíduos envolvidos. O MTE disponibiliza os dados do CAGED aproximadamente na terceira semana do mês seguinte aos registros, o que dá a essa fonte de dados uma agilidade que nenhum outro acompanhamento do mercado de trabalho pode oferecer. O Boletim se beneficia dessa qualidade do CAGED e utiliza 2

3 seus dados para calcular os indicadores desenvolvidos e oferecer uma análise cuidadosa e detalhada do mercado de trabalho, oferecendo ângulos originais, criativos e, esperamos, muito úteis aos formuladores de políticas públicas e estudiosos em geral. O CAGED tem uma vantagem em relação a outros levantamentos, pois cobre o universo dos empregos formais, enquanto os outros são pesquisas amostrais. A desvantagem é que, por se tratar de um registro administrativo, o CAGED não inclui o trabalho informal, limitando-se ao segmento formal do mercado de trabalho. Para não deixar à parte o segmento informal, o Boletim apresenta em algumas de suas edições uma seção especial que avalia o tamanho do empreendedorismo e nesta análise incluímos tanto os empreendedores formais quanto os informais. Esta seção especial foi publicada na primeira edição do Boletim. A seguir, apresentamos as informações reunidas para esta edição. O período coberto é o mês de março de 2010 e o trimestre terminado neste mesmo mês. O Boletim está dividido em oito seções, que abordam os seguintes temas: (1) Variação no emprego segundo a Região Administrativa; (2) Variação no emprego segundo o ramo de atividade; (3) Salário médio dos admitidos; (4) Pressão salarial; (5) Rotatividade da mão de obra; (6) Análise ocupacional do emprego; (7) Perfil da Variação do Emprego e (8) Municípios em destaque. 3

4 No mês de março/2010, o CAGED registrou a criação de novos postos formais de trabalho no Estado de São Paulo, número superior ao do mês anterior (80.662). Em março/2010 houve criação de vagas em todas as Regiões Administrativas. A Região Metropolitana de São Paulo foi a que apresentou o maior número de vagas criadas ( ), seguida pelas Regiões Administrativas de Campinas ( ), São José do Rio Preto ( ) e Araçatuba (+9.991). Comparando o mês de março/2010 com o mesmo mês de 2009, verificamos que existe uma diferença significativa na criação de novos postos de trabalho há um ano e no período atual. Em março de 2009 o Estado tinha criado vagas (Tabela 1). Durante o período de 12 meses encerrado em março/2010 houve, no Estado de São Paulo, um crescimento líquido de postos de trabalho. Destes novos postos aproximadamente 70% foram criados na Região Metropolitana de São Paulo ( ) e na Região Administrativa de Campinas ( ). Nenhuma Região Administrativa apresentou variação negativa neste período (Tabela 1). Considerando o trimestre terminado em março de 2010, a variação no emprego foi positiva em novos postos de trabalho formais. Um ano antes, no trimestre correspondente ao período janeiro/2009 a março/2009, houve perda no emprego de postos de trabalho formais. Portanto, no trimestre terminado em março/2010, o resultado da variação do emprego foi muito melhor do que havia sido no mesmo período do ano anterior (Tabela 1). O Gráfico 1 compara o nível e a variação do emprego no Estado de São Paulo com o restante do país no mês de março/2010. Nosso Estado, que concentra 30% do emprego formal total, foi responsável pela criação de 47% dos novos postos de trabalho em março. Já o Gráfico 2 apresenta a evolução de longo prazo dos registros do CAGED para o Estado de São Paulo e revela o comportamento sazonal, com perdas líquidas em dezembro de todos os anos e recuperação a partir de janeiro. Este padrão foi claramente rompido em 2009, com a recuperação do emprego formal no Estado ocorrendo somente a partir de fevereiro. No seu trecho final, mostra a tendência de crescimento do emprego nos últimos três meses. A Figura 1 ilustra a distribuição geográfica da variação do emprego e permite a visualização de cada um dos municípios paulistas. 4

5 Gráfico 1: Participação de São Paulo no nível e na variação do emprego 5

6 Gráfico 2: Variação no emprego (Estado de São Paulo) 6

7 Tabela 1: Variação no emprego por Região Administrativa Variação Variação dos últimos 3 meses Região Administrativa Mar/10 - Fev/10 Mar/10 - Mar/09 Acum. no ano Mar/09 - Fev/09 Do ano atual [1] Do ano anterior [2] Diferença ([1] - [2]) Região Metropolitana de SP Araçatuba Barretos Bauru Campinas Central Franca Marília Presidente Prudente Registro Ribeirão Preto Santos São José do Rio Preto São José dos Campos Sorocaba Total do Estado Fonte: CAGED/MTE 7

8 Figura 1: Variação no emprego por município (maio/2009) (Estado de São Paulo) 8

9 Em março de 2010 nenhum ramo de atividade econômica apresentou perda líquida de emprego. As maiores criações de postos de trabalho formais ocorreram na Indústria de Transformação ( ), Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e Aqüicultura ( ), Atividades Administrativas e Serviços Complementares ( ) e Construção ( ). Estas quatro atividades criaram em conjunto novas vagas, o que corresponde a aproximadamente 66% dos novos postos de trabalho. No mesmo mês do ano anterior, o Estado de São Paulo havia criado vagas, sendo que os principais ramos de atividade responsáveis pela criação destes novos postos tinham sido Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e Aqüicultura ( ) e Construção (+6.127). (Tabela 2). Observando agora o trimestre terminado em março de 2010, verificamos que dos novos postos de trabalho formais do Estado de São Paulo os ramos de atividade Indústria de Transformação ( ), Construção ( ) e Atividades Administrativas e Serviços Complementares ( ) foram responsáveis pela geração de aproximadamente 63% deste total. Neste mesmo trimestre, mas no ano de 2009, houve redução no emprego em oito ramos de atividade, totalizando uma perda de postos de trabalho formais. O destaque havia ficado com a Indústria de Transformação, com perda de postos de trabalho (Tabela 2). 9

10 Tabela 2: Variação no emprego por ramo de atividade (CNAE) (Estado de São Paulo) Variação Variação dos últimos 3 meses Ramo de Atividade Mar/10 - Fev/10 Mar/10 - Mar/09 Acum. no ano Mar/09 - Fev/09 Do ano atual [1] Do ano anterior [2] Diferença ([1] - [2]) Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e Aqüicultura Indústrias Extrativas Indústrias de Transformação Eletricidade e Gás Água, Esgoto, Atividades de Gestão de Resíduos E Descontaminação Construção Comércio; Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas Transporte, Armazenagem e Correio Alojamento e Alimentação Informação e Comunicação Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados Atividades Imobiliárias Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas Atividades Administrativas e Serviços Complementares Administração Pública, Defesa e Seguridade Social Educação Saúde Humana e Serviços Sociais Artes, Cultura, Esporte e Recreação Outras Atividades de Serviços Serviços Domésticos Organismos Internacionais e Outras Instituições Extraterritoriais Não Informado Ignorado Total do Estado Fonte: CAGED/MTE 10

11 No mês de março/2010 o salário médio dos admitidos no Estado de São Paulo foi R$ 913. O maior valor foi observado na Região Metropolitana de São Paulo (R$ 1.024) e o menor na Região de Barretos (R$ 651). Na comparação com o mês anterior, o salário médio dos trabalhadores admitidos diminuiu em 1,5% no Estado de São Paulo. Das 15 Regiões, apenas a de Barretos (+11,6%) e a Região Metropolitana de São Paulo (+0,3%) apresentaram aumento real no salário médio dos admitidos. Das 13 regiões que apresentaram redução real no salário médio destacam-se: Registro (-8,3%), Bauru (-4,5%), Araçatuba (-4,4%), Marília (-4,1%) e Campinas (-3,7%) (Tabela 3). No comparativo anual com março/2009, o salário médio dos admitidos no Estado aumentou em 4,8% em termos reais. Os maiores aumentos foram observados nas Regiões de Santos (+9,4%), Marília (+8,8%), Central (+8,4%) e São José do Rio Preto (+7,1%). Ainda considerando os últimos 12 meses, a única região com queda real no salário médio dos admitidos foi Registro (-4,3%) (Tabela 3). O Gráfico 3 oferece uma perspectiva de longo prazo para o comportamento do salário real médio dos admitidos. No período mais recente, a tendência de crescimento do salário dos admitidos a partir de abril/2009 foi interrompida em fevereiro/2010. NOTA: O índice utilizado para correção e comparação dos valores foi o IPCA (IBGE). 11

12 Tabela 3: Salário médio real* dos admitidos (R$) Salário médio Variação real em relação a Região Administrativa no mês atual Fev/10 Mar/09 Dez/09 Região Metropolitana de SP ,3% 3,6% 1,3% Araçatuba 673-4,4% 6,7% -8,2% Barretos ,6% 5,0% -17,6% Bauru 733-4,5% 5,2% -4,2% Campinas 867-3,7% 2,6% -2,7% Central 771-1,5% 8,4% -3,0% Franca 751-2,4% 0,9% 1,4% Marília 753-4,1% 8,8% -3,3% Presidente Prudente 755-2,2% 4,5% 1,3% Registro 753-8,3% -4,3% -10,3% Ribeirão Preto 826-2,5% 1,3% -3,0% Santos 880-0,2% 9,4% 6,2% São José do Rio Preto 775-1,5% 7,1% -4,6% São José dos Campos 894-0,2% 1,1% 9,1% Sorocaba 796-2,0% 5,1% -3,4% Total do Estado 913-1,5% 4,8% -1,8% Fonte: CAGED/MTE; Elaboração: FIPE * De acordo com o IPCA (IBGE) 12

13 Gráfico 3: Salário médio real dos admitidos (R$) (Estado de São Paulo) 13

14 Em março de 2010 a pressão salarial média no Estado de São Paulo como um todo foi de 0,90, menor do que a observada no mês anterior. Os maiores níveis de pressão foram observados nas Regiões Administrativas de Registro (0,99), Central (0,98), São José dos Campos (0,98) e Sorocaba (0,96). As menores pressões salariais ocorreram nas Regiões Administrativas de Barretos (0,83), Araçatuba (0,86) e Ribeirão Preto (0,89). Um ano antes, em março de 2009, a pressão salarial era igual a 0,82. Era, portanto, menor e indicava um dinamismo menor do mercado de trabalho (Tabela 4). O Gráfico 4, que oferece uma perspectiva de longo prazo para a pressão salarial, revela um claro movimento de crescimento deste indicador desde o início da série (janeiro/2004) até o final de 2007, quando o valor se estabilizou, sofrendo queda pronunciada nos últimos meses. Desde 1996 a pressão média foi de 0,87 (valor que foi ultrapassado em 2006). A partir de meados de 2008 nota-se uma reversão no comportamento deste indicador, que se aproximou novamente do valor médio. No início de 2009 voltou para patamares abaixo da média histórica, estabilizando-se até abril. No mês de maio iniciou movimento de recuperação mas voltou a se estabilizar em julho. No mês de agosto/2009, além de apresentar uma recuperação, a pressão salarial voltou a se situar acima da média histórica. Este comportamento de recuperação foi interrompido em novembro/2009, caracterizado por uma tendência de queda no indicador que se mantém até março/2010. Pressão Salarial = Salário médio dos admitidos Salário médio dos desligados 14

15 Tabela 4: Pressão Salarial Região Administrativa Mar/10 Fev/10 Mar/09 Região Metropolitana de SP 0,90 0,91 0,83 Araçatuba 0,86 0,91 0,83 Barretos 0,83 0,87 0,74 Bauru 0,90 0,98 0,94 Campinas 0,91 0,95 0,82 Central 0,98 1,01 0,83 Franca 0,93 0,97 0,94 Marília 0,93 0,97 0,84 Presidente Prudente 0,92 0,94 0,93 Registro 0,99 1,04 1,03 Ribeirão Preto 0,89 0,94 0,79 Santos 0,94 0,96 0,84 São José do Rio Preto 0,90 0,93 0,82 São José dos Campos 0,98 0,96 0,90 Sorocaba 0,96 0,97 0,83 Total do Estado 0,90 0,93 0,82 Fonte: CAGED/MTE; Elaboração: FIPE 15

16 Gráfico 4: Pressão Salarial (Estado de São Paulo) 16

17 A taxa de rotatividade da mão de obra no Estado de São Paulo em março/2010 foi de 3,96%, considerando todas as atividades e todas as regiões. No mês anterior (fevereiro/2010) a mesma taxa tinha atingido o valor de 3,54%. Um ano antes, em março/2009, a taxa de rotatividade da mão de obra era de 3,72% (Tabela 5). Em março/2010 as Regiões Administrativas com as maiores taxas de rotatividade de mão de obra foram: Central (5,96%), Sorocaba (4,57%), Ribeirão Preto (4,50%) e Bauru (4,48%). As menores taxas foram observadas nas Regiões Administrativas de Santos (3,67%), Região Metropolitana de São Paulo (3,70%) e Presidente Prudente (3,74%) (Tabela 5). O Gráfico 5 oferece uma perspectiva de longo prazo para este indicador, cobrindo o período desde janeiro/2004 até outubro/2009. Mostra também a taxa média de rotatividade desde 1996, que era de 2,78%. O Gráfico mostra claramente o descolamento deste indicador no ano de 2008, como reflexo do grande dinamismo do mercado de trabalho paulista observado no ano passado. A tendência de crescimento da rotatividade se reverteu no último trimestre do ano, mas voltou a subir a partir de janeiro de Nos meses de abril e maio de 2009 se estabilizou em torno de 3,25%, teve um ligeiro crescimento em junho, mas voltou a cair até novembro de Nos últimos quatro meses o indicador tem apresentado uma tendência de crescimento. Taxa de Rotatividade = Número de substituições Número total de postos de trabalho 17

18 Tabela 5: Taxa de rotatividade (%) Região Administrativa Mar/10 Fev/10 Mar/09 Região Metropolitana de SP 3,70 3,23 3,30 Araçatuba 4,22 3,66 4,28 Barretos 3,91 6,99 6,55 Bauru 4,48 4,20 4,88 Campinas 4,35 3,82 4,14 Central 5,96 5,12 5,64 Franca 4,28 3,67 4,42 Marília 4,02 3,40 3,67 Presidente Prudente 3,74 3,27 3,30 Registro 3,82 3,48 3,75 Ribeirão Preto 4,50 3,55 4,45 Santos 3,67 3,66 2,98 São José do Rio Preto 3,93 3,55 3,56 São José dos Campos 3,84 3,50 3,78 Sorocaba 4,57 3,94 3,98 Total do Estado 3,96 3,54 3,72 Fonte: CAGED/MTE; Elaboração: FIPE 18

19 Gráfico 5: Taxa de rotatividade (%) (Estado de São Paulo) 19

20 As 100 ocupações mais freqüentes no Estado de São Paulo corresponderam, em março de 2010, a aproximadamente 82% dos trabalhadores formais que aparecem nos registros do CAGED/RAIS. Para este grupo de ocupações apresentamos a seguir os mesmos indicadores utilizados nas seções anteriores. Os resultados são os seguintes: (a) Variação no emprego. No mês de março/2010 os maiores crescimentos ocorreram nas seguintes ocupações: Trabalhadores agrícolas na cultura de gramíneas ( vagas), Motoristas de veículos de cargas em geral ( vagas), Escriturários em geral, agentes, assistentes e auxiliares administrativos ( vagas) e Alimentadores de linhas de produção ( vagas). Estas ocupações responderam por aproximadamente 41% de todo o crescimento do emprego formal em março/2010. As maiores reduções foram observadas para as ocupações: Agentes comunitários de saúde e afins (-585 vagas), Supervisores administrativos (-297 vagas) e Gerentes de comercialização, marketing e comunicação (-258 vagas) (Tabela 6). (b) Salário médio dos admitidos. Os maiores salários médios de trabalhadores admitidos em março/2010 no Estado de São Paulo foram os dos Médicos (R$ 3.969) seguido pelos Gerentes de comercialização, marketing e comunicação (R$ 3.781), Gerentes administrativos, financeiros e de riscos (R$ 3.353) e Contadores e afins (R$ 3.018). No grupo das dez ocupações com os maiores salários de admissão, três delas tiveram crescimento real no salário em relação a fevereiro: Contadores e afins (+6,0%), Gerentes de comercialização, marketing e comunicação (+4,0%) e Supervisores da construção civil (3,0%). Os menores salários médios no mesmo mês corresponderam aos Trabalhadores agrícolas na cultura de gramíneas (R$ 542), Operadores de Telemarketing (R$ 567) e Trabalhadores agropecuários em geral (R$ 579). Na comparação com março/2009 observa-se aumento no salário de admissão em sete das dez ocupações com maiores salários. (Tabela 7). (c) Pressão salarial. As ocupações com maior pressão salarial em março/2010 foram: Policiais, Guardas (1,25), Professores de nível superior na educação infantil (1,23) e professores de nível superior do ensino fundamental (primeira a quarta série) (1,10). As ocupações com menor pressão salarial foram professores na área de formação pedagógica do ensino superior (0,69), Secretárias executivas bilíngües (0,71), Enfermeiros (0,76) e Profissionais de relações públicas, publicidade, mercado e negócios (0,76) (Tabela 8). (d) Rotatividade da mão de obra. As ocupações com maiores taxas de rotatividade foram as de Trabalhadores de montagem de estruturas de madeira, metal e compósitos (10,64%), Trabalhadores de estruturas de alvenaria (9,07%) e Trabalhadores de soldagem e corte de ligas metálicas (7,63%). As ocupações com menores taxas de rotatividade foram Professores de Nível Médio no Ensino Fundamental (0,17%), Dirigentes do serviço público (0,25%) e Professores de nível superior na educação infantil (0,50%) (Tabela 9). 20

21 Tabela 6: Variação no emprego nas 100 ocupações mais frequentes (81,7% do total de trabalhadores) Variação Variação dos últimos 3 meses Dez maiores crescimentos Mar/10 - Fev/10 Mar/10 - Mar/09 Acum. no ano Mar/09 - Fev/09 Do ano atual [1] Do ano anterior [2] Diferença ([1] - [2]) Posição Ocupação 19 Trabalhadores agrícolas na cultura de gramíneas Motoristas de veículos de cargas em geral Escriturários em geral, agentes, assistentes e auxiliares administr Alimentadores de linhas de produção Ajudantes de obras civis Trabalhadores da mecanização agrícola Operadores de telemarketing Trabalhadores nos serviços de manutenção de edificações Operadores do comércio em lojas e mercados Trabalhadores de cargas e descargas de mercadorias Dez maiores reduções Posição Ocupação 70 Agentes comunitários de saúde e afins Supervisores administrativos Gerentes de comercialização, marketing e comunicação Magarefes e afins Técnicos de planejamento e controle de produção Padeiros, confeiteiros e afins Gerentes administrativos, financeiros e de riscos Trabalhadores da impressão gráfica Trabalhadores de soldagem e corte de ligas metálicas Serventuários da justiça e afins Total do Estado (Todas as ocupações) Fonte: CAGED/MTE 21

22 Tabela 7: Salário médio real dos admitidos nas 100 ocupações mais frequentes (81,7% do total de trabalhadores) Salário médio Variação real em relação a Dez maiores salários no mês atual Fev/10 Mar/09 Dez/09 Posição Ocupação 29 Médicos ,8% 8,9% 5,0% 41 Gerentes de comercialização, marketing e comunicação ,0% 6,6% -1,5% 35 Gerentes administrativos, financeiros e de riscos ,9% -0,5% -6,2% 64 Contadores e afins ,0% 0,5% -2,3% 77 Administradores ,7% 1,8% 2,9% 27 Analistas de sistemas computacionais ,2% -0,4% -6,1% 54 Enfermeiros ,9% -8,1% -9,5% 76 Profissionais de relações públicas, publicidade, mercado e negócios ,3% 53,4% -11,5% 30 Supervisores administrativos ,1% 5,8% -1,3% 95 Supervisores da construção civil ,0% 7,8% 2,7% Dez menores salários Posição Ocupação 19 Trabalhadores agrícolas na cultura de gramíneas 542-0,5% 0,8% -6,3% 10 Operadores de telemarketing 567 0,0% 0,3% 1,2% 28 Trabalhadores agropecuários em geral 579-0,5% 4,6% -0,6% 63 Trabalhadores nos serviços de manutenção de edificações 583-0,5% N/D 5,3% 36 Trabalhadores de apoio à agricultura 588 2,0% 9,2% -0,6% 44 Contínuos 592-6,3% 3,1% 1,1% 8 Garçons, barmen, copeiros e sommeliers 607-1,8% 1,6% 1,7% 48 Inspetores de alunos 611 4,6% -14,6% -21,5% 82 Trabalhadores dos serviços domésticos em geral 612-1,5% 8,1% 1,4% 3 Trab. nos serviços de manutenção e conservação de edifícios e logra ,6% 3,7% 3,4% Total do Estado (Todas as ocupações) 913-1,5% 4,8% -1,8% Fonte: CAGED/MTE; Elaboração: FIPE 22

23 Tabela 8: Pressão salarial nas 100 ocupações mais frequentes (81,7% do total de trabalhadores) Dez maiores pressões Mar/10 Fev/10 Mar/09 Posição Ocupação 89 Policiais, guardas... 1,25 0,78 1,08 62 Professores de nível superior na educação infantil 1,23 1,03 0,68 31 Professores de nível superior do ensino fundamental (primeira a qua... 1,10 1,00 1,09 95 Supervisores da construção civil 1,06 0,97 0,98 36 Trabalhadores de apoio à agricultura 1,01 0,99 0,93 71 Trabalhadores de instalações elétricas 1,01 0,95 0,97 91 Trabalhadores na fabricação e conservação de alimentos 1,01 0,91-39 Professores de nível médio na educação infantil 1,01 1,14 1,07 68 Técnicos de planejamento e controle de produção 1,00 0,97 0,67 63 Trabalhadores nos serviços de manutenção de edificações 1,00 1,00 N/D Dez menores pressões Posição Ocupação 59 Professores na área de formação pedagógica do ensino superior 0,69 0,85 0,53 80 Secretárias executivas e bilíngües 0,71 0,85 0,71 54 Enfermeiros 0,76 0,84 0,81 76 Profissionais de relações públicas, publicidade, mercado e negócios 0,76 0,86 0,55 58 Serventuários da justiça e afins 0,78 0,78 0,68 92 Técnicos em operação e monitoração de computadores 0,78 0,84 0,87 79 Dirigentes do serviço público 0,79 0,84 0,79 35 Gerentes administrativos, financeiros e de riscos 0,83 0,97 0,78 27 Analistas de sistemas computacionais 0,83 0,89 0,79 48 Inspetores de alunos 0,84 0,73 0,84 Total do Estado (Todas as ocupações) 0,90 0,93 0,82 Fonte: CAGED/MTE; Elaboração: FIPE 23

24 Tabela 9: Taxa de rotatividade (%) nas 100 ocupações mais frequentes (81,7% do total de trabalhadores) Dez maiores taxas Mar/10 Fev/10 Mar/09 Posição Ocupação 61 Trab. de montagem de estruturas de madeira, metal e compósitos em o... 10,64 10,77 10,03 26 Trabalhadores de estruturas de alvenaria 9,07 7,59 7,98 46 Trabalhadores de soldagem e corte de ligas metálicas 7,63 5,96 6,14 10 Operadores de telemarketing 7,37 6,40 7,49 7 Ajudantes de obras civis 7,31 6,64 7,32 75 Trab. de traçagem e montagem de estruturas metálicas e de compósitos 7,15 5,28 6,16 84 Encanadores e instaladores de tubulações 7,05 6,52 5,74 65 Cobradores e afins 6,66 5,34 5,51 66 Motociclistas e ciclistas de entregas rápidas 6,45 5,17 5,50 36 Trabalhadores de apoio à agricultura 6,29 5,76 5,21 Dez menores taxas Posição Ocupação 5 Professores de nível médio no ensino fundamental 0,17 0,15 0,14 79 Dirigentes do serviço público 0,25 0,39 0,28 62 Professores de nível superior na educação infantil 0,50 0,66 0,44 89 Policiais, guardas... 0,64 0,34 0,24 58 Serventuários da justiça e afins 0,74 0,52 0,42 31 Professores de nível superior do ensino fundamental (primeira a qua... 0,75 0,88 0,74 72 Professores de nível superior no ensino fundamental de quinta a oit... 0,92 1,16 0,77 48 Inspetores de alunos 0,94 0,77 0,92 59 Professores na área de formação pedagógica do ensino superior 0,95 1,30 0,87 73 Professores do ensino médio 1,08 1,58 1,00 Total do Estado (Todas as ocupações) 3,96 3,54 3,72 Fonte: CAGED/MTE; Elaboração: FIPE 24

25 Para analisar o perfil da variação do emprego, utilizamos três variáveis: faixa etária, gênero e escolaridade. No tocante à faixa etária, observamos que mais da metade das vagas criadas em março/2010 (54,3%) foram ocupadas por jovens de até 24 anos de idade. Essa proporção é praticamente a mesma observada no mês anterior (53,8%). Há um ano, em março/2009, houve geração de emprego em São Paulo ( vagas). Naquele mês, 95,2% das vagas criadas haviam sido ocupadas por jovens de até 24 anos de idade. Na variável gênero, os homens ocuparam 72,7% das novas vagas criadas em março/2010, percentual superior ao observado no mês anterior (59,2%). Finalmente, na variável escolaridade, quase metade das novas vagas (45,1%) foram ocupadas por trabalhadores com 2 grau Completo, proporção levemente inferior à observada no mês anterior (48,5%). Destaca-se também o fato da participação dos trabalhadores com Ensino Superior Completo ter diminuído na geração de emprego. Em fevereiro/2010 tal participação foi 28,5%, enquanto em março/2010 foi 11,6%. 25

26 Escolaridade Sexo Faixa etária Tabela 10: Perfil da variação do emprego (Estado de São Paulo) Mar/10 Fev/10 Mar/09 # Part. % # Part. % # Part. % Até 17 anos de idade ,5% ,3% ,9% 18 a 24 anos de idade ,8% ,5% ,3% 25 a 29 anos de idade ,3% ,2% ,0% 30 a 39 anos de idade ,1% ,6% ,7% 40 a 49 anos de idade ,9% ,2% ,3% 50 a 64 anos de idade ,9% 16 0,0% ,5% 65 ou mais anos de idade ,6% ,9% ,1% Ignorado 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% Masculino ,7% ,2% ,3% Feminino ,3% ,8% ,7% Analfabeto ,3% ,8% 592 1,7% 4ª série incompleta ,5% ,2% ,8% 4ª série completa ,9% ,4% ,1% 8ª série completa ,4% ,9% ,6% 8ª série completa ,4% ,4% -66-0,2% 2º grau incompleto ,9% ,2% ,4% 2º grau completo ,1% ,5% ,1% Superior incompleto ,9% ,8% ,5% Superior completo ,6% ,5% ,7% Mestrado 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% Doutorado 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% Ignorado 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% Total ,0% ,0% ,0% Fonte: CAGED/MTE; Elaboração: FIPE 26

27 Neste mês, destacam-se os municípios de José Bonifácio e Jaú. Em José Bonifácio houve criação de postos de trabalho, sendo que o principal ramo responsável por este resultado foi o de Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e Aqüicultura, com postos de trabalho gerados. Esta constatação é a mesma quando se observa o mesmo período do ano anterior, mas em menor magnitude. Em março de 2009 foram criados no município de José Bonifácio 859 postos de trabalho, sendo que destes, 698 foram gerados no ramo Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e Aqüicultura (Tabela 11). Já no município de Jaú houve a geração de postos de trabalho, sendo que o ramo Indústria de Transformação (+1.536) foi o responsável pela geração de aproximadamente 86% das novas vagas. O cenário atual de Jaú é similar ao que foi observado há um ano, porém em menor magnitude. Em março de 2009 houve criação de 882 postos de trabalho. Naquele mês somente a atividade de Indústria de Transformação havia sido responsável pela geração de 724 postos de trabalho no município (83% do total) (Tabela 12). 27

28 Tabela 11: Variação no emprego por ramo de atividade (CNAE) (Município de José Bonifácio) Variação Variação dos últimos 3 meses Ramo de Atividade Mar/10 - Fev/10 Mar/10 - Mar/09 Acum. no ano Mar/09 - Fev/09 Do ano atual [1] Do ano anterior [2] Diferença ([1] - [2]) Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e Aqüicultura Indústrias Extrativas Indústrias de Transformação Eletricidade e Gás Água, Esgoto, Atividades de Gestão de Resíduos E Descontaminação Construção Comércio; Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas Transporte, Armazenagem e Correio Alojamento e Alimentação Informação e Comunicação Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados Atividades Imobiliárias Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas Atividades Administrativas e Serviços Complementares Administração Pública, Defesa e Seguridade Social Educação Saúde Humana e Serviços Sociais Artes, Cultura, Esporte e Recreação Outras Atividades de Serviços Serviços Domésticos Organismos Internacionais e Outras Instituições Extraterritoriais Não Informado Ignorado Total do Estado Fonte: CAGED/MTE 28

29 Tabela 12: Variação no emprego por ramo de atividade (CNAE) (Município de Jaú) Variação Variação dos últimos 3 meses Ramo de Atividade Mar/10 - Fev/10 Mar/10 - Mar/09 Acum. no ano Mar/09 - Fev/09 Do ano atual [1] Do ano anterior [2] Diferença ([1] - [2]) Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e Aqüicultura Indústrias Extrativas Indústrias de Transformação Eletricidade e Gás Água, Esgoto, Atividades de Gestão de Resíduos E Descontaminação Construção Comércio; Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas Transporte, Armazenagem e Correio Alojamento e Alimentação Informação e Comunicação Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados Atividades Imobiliárias Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas Atividades Administrativas e Serviços Complementares Administração Pública, Defesa e Seguridade Social Educação Saúde Humana e Serviços Sociais Artes, Cultura, Esporte e Recreação Outras Atividades de Serviços Serviços Domésticos Organismos Internacionais e Outras Instituições Extraterritoriais Não Informado Ignorado Total do Estado Fonte: CAGED/MTE 29

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