CAPEMISA SEGURADORA DE VIDA E PREVIDÊNCIA S/A DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

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1 CAPEMISA SEGURADORA DE VIDA E PREVIDÊNCIA S/A DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E PARA OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2012 E DE 2011

2 Relatório da Administração Senhores Acionistas, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Financeiras da Capemisa Seguradora de Vida e Previdência S/A, relativas ao semestre findo em 30 de junho de 2012, elaboradas na forma da legislação societária e das normas expedidas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), acompanhadas do Parecer Atuarial, do Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria e do Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras. Responsabilidade Social: A CAPEMISA tem como principio compartilhar a responsabilidade de aperfeiçoamento da nossa sociedade. Isto significa ajudar a desenvolver trabalhos que incluem as famílias, que vivem abaixo da linha de pobreza, no processo produtivo do país. Baseado neste principio foi repassado para a Capemisa Instituto de Ação Social até junho de 2012 o montante de R$ 17 milhões, os quais foram distribuídos ao Lar Fabiano de Cristo e outros conveniados, para manter a assistência a cerca de 63 mil pessoas especialmente crianças e idosos em programas contínuos de: Alimentação; Atendimento Médico e Odontológico; Apoio Educacional; Cursos Profissionalizantes; Auxílio Psicológico, e; Ações de Cidadania. A Companhia também saber da importância de apoiar as atividades esportivas e culturais, por isso, ao longo do tempo vem apoiando diversos atletas, eventos esportivos e espetáculos teatrais. Ambiente Econômico e Mercado Segurador O primeiro semestre 2012 foi marcado pelas incertezas no cenário internacional, em especial na economia da zona do euro, que resultou numa contração acentuada do Produto Interno Bruto (PIB) da região. O crescimento da Alemanha e a estagnação da França no segundo trimestre do ano - ambos, com desempenho melhor que o esperado - conseguiu evitar uma queda ainda mais acentuada do PIB do bloco europeu. A projeção mais recente do Fundo Monetário Internacional (FMI), já revisada para baixo, é de crescimento de 3,5% da economia mundial neste ano e 3,9% no ano que vem. O aprofundamento da crise europeia, a desaceleração na China e os temores quanto à sustentabilidade da recuperação da economia dos Estados Unidos da América (EUA) afetam negativamente a confiança dos investidores.

3 A crise internacional combinada à relativa estabilidade econômica do país tem levado os investidores a considerar o Brasil como um mercado de oportunidades. Porém, de acordo com o cenário de referência, a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012 se posiciona em 2,5%, 1,0 p.p. menor do que o valor projetado no Relatório de Inflação de março de 2012 do Banco Central. A mudança na projeção de crescimento reflete, em parte, o fato de a recuperação estar se materializando de forma bastante gradual. No mercado segurador, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), houve crescimento de 23,85% em prêmios retidos de seguros no período de janeiro a maio de 2012 em comparação ao mesmo período do ano anterior. A Empresa A Capemisa Vida e Previdência está focada em oferecer soluções modernas e diferenciadas de seguros. No primeiro semestre, dos R$ Milhões de Ativo Total da Companhia, destacamos que só em ativos financeiros ultrapassamos a R$ milhões, o que representa 75% do Ativo total, o faturamento da Seguradora foi de R$ 210 milhões 17,9 % sobre o período anterior. O volume de reservas técnicas alcançou o patamar de R$ 867 milhões e o lucro líquido foi de R$ 36 milhões, 58,1 % superior ao 1º semestre de Renda Fixa - DPVAT; 6,2% Títulos Privados ; 57,3% Assistência Financeira; 25,7% Ações - Valor de Mercado; 1,6% Títulos Públicos; 9,2%

4 Declaração de capacidade financeira: Em atendimento à Circular SUSEP 430/2012, a Seguradora declara deter, na categoria mantidos até o vencimento, títulos e valores mobiliários, considerando ter capacidade financeira para tal, de forma que manifesta a intenção de observar os prazos de resgate originais dos mesmos. Estratégia Neste contexto a Capemisa reitera as suas estratégias: a) manter os esforços concentrados na modernização dos processos operacionais e de gestão; b) atenção da Companhia na subscrição, na gestão dos riscos e nas oportunidades; c) fortalecimento do relacionamento com os corretores; d) permanente busca de inovações tecnológicas. A Companhia dará continuidade à busca de crescimento com lucratividade mantendo subscrições conservadoras alinhadas a produtos rentáveis, gestão dos processos administrativos e qualificação dos processos de atendimento a corretores e clientes. Agradecimentos: Agradecemos aos nossos acionistas, corretores, parceiros, clientes e segurados a confiança em nós depositada. Aos nossos profissionais, o reconhecimento pela dedicação e qualidade dos trabalhos realizados. Rio de Janeiro, 28 de agosto de 2012.

5 Balanços Patrimoniais Em 30 de Junho de 2012 e 31 de Dezembro de 2011 (Em milhares de reais) Ativo Nota Circulante Disponível Caixa e Bancos Equivalente de Caixa Aplicações Créditos das Operações com Seguros e Resseguros Prêmios a Receber Créditos das Operações com Previdência Complementar Valores a Receber Outros Créditos Operacionais Títulos e Créditos a Receber Títulos e Créditos a Receber Créditos Tributários e Previdenciários Assistência Financeira à Participantes Outros Créditos Outros Valores e Bens Outros Valores Despesas Antecipadas Custo de Aquisição Diferidos Seguros Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo Aplicações Títulos e Créditos a Receber Títulos e Créditos a Receber Créditos Tributários e Previdenciários Depósitos Judiciais e Fiscais Assistência Financeira à Participantes Empréstimos e Depósitos Compulsórios Empréstimos e Depósitos Compulsórios Despesas Antecipadas Custo de Aquisição Diferidos Previdência Investimentos Participações Societárias Imóveis Destinados a Renda Outros Investimentos Imobilizado Imóveis Bens Móveis Outras Imobilizações Intangível Outros Intangíveis Total do Ativo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

6 Balanços Patrimoniais Em 30 de Junho de 2012 e 31 de Dezembro de 2011 (Em milhares de reais) Passivo Nota Circulante Contas a Pagar Obrigações a Pagar Impostos e Encargos Sociais a Recolher Encargos Trabalhistas Empréstimos e Financiamentos Impostos e Contribuições Outras Contas a Pagar Débitos de Operações com Seguros e Resseguros Operações com Resseguradoras Corretores de Seguros e Resseguros Outros Débitos Operacionais Débitos de Operações com Previdência Complementar Débitos de Resseguros Operações de Repasses Outros Débitos Operacionais Depósitos de Terceiros Provisões Técnicas Seguros Pessoas Vida com Cobertura de Sobrevivência Provisões Técnicas Previdência Complementar Planos Bloqueados Planos Não Bloqueados PGBL Passivo Não Circulante Contas a Pagar Tributos Diferidos Empréstimos e Financiamentos Provisões Técnicas Previdência Complementar Planos Bloqueados Planos Não Bloqueados PGBL Outros Débitos Provisões Judiciais Débitos Diversos Patrimônio Líquido Capital Social Reservas de Lucros Ajustes com Títulos e Valores Mobiliários (24.273) (8.901) Lucros Acumulados Total do Passivo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

7 Demonstrações dos Resultados Em 30 de Junho de 2012 e 2011 (Em milhares de reais) Notas Prêmios Emitidos Contribuições para Cobertura de Riscos Variações das Provisões Técnicas de Prêmios Prêmios Ganhos Sinistros Ocorridos 23 (44.689) (80.506) Custos de Aquisição (4.332) (4.804) Outras Receitas e Despesas Operacionais (1.458) Resultado com Operações de Resseguro 39 (99) Receita Com Resseguro Despesa com Resseguro (194) (99) Rendas de Contribuições e Prêmios Constituição da Provisão de Benefícios a Conceder (959) (1.581) Receitas de Contribuições e Prêmios de VGBL (504) (149) Rendas com Taxas de Gestão e Outras Taxas Variação de Outras Provisões Técnica 23 (69.837) (37.639) Custos de Aquisição (1.724) (3.041) Outras Receitas e Despesas Operacionais (7) Despesas Administrativas 23 (77.929) (71.069) Despesas com Tributos (8.218) (4.657) Resultado Financeiro Resultado Patrimonial Resultado Operacional (187) Ganhos ou Perdas com Ativos não Correntes Resultado antes dos Impostos e Participações Imposto de Renda 10 (10.335) (10.601) Contribuição Social 10 (6.222) (6.503) Participações sobre o Lucro (1.053) (437) Lucro Líquido Quantidade de Ações Lucro Líquido por Ação 0, ,03567 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

8 Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido Em 30 de junho 2012 e 2011 (Em milhares de reais) Capital Social Reservas de Lucros Ajuste de T.V.M Lucros Acumulados Total Saldos em 31 de Dezembro de Títulos e Valores Mobiliários - - (3.578) - (3.578) Resultado Líquido do Período Saldos em 30 de Junho de (3.578) Saldos em 31 de Dezembro de (8.901) Títulos e Valores Mobiliários - - (15.372) - (15.372) Resultado Líquido do Período Dividendos Antecipados (1.189) (1.189) Saldos em 30 de Junho de (24.273) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

9 ATIVIDADES OPERACIONAIS Demonstrações dos Fluxos de Caixa Em 30 de Junho 2012 e 2011 (Em milhares de reais) Lucro líquido do período Ajustes para: Depreciação e amortizações Perda por redução do valor recuperável dos ativos Reversão de perdas por redução do valor recuperável dos ativos (27.040) - Mudança no valor justo de propriedades para investimento (7.959) (117) Variação nas contas patrimoniais: Ativos financeiros (66.893) (48.338) Créditos das operações de seguros, incluindo ativos oriundos de contratos de seguro (26.745) (2.432) Ativos de resseguro - - Créditos fiscais e Previdenciários (16.012) Ativo fiscal diferido - - Despesas antecipadas Outros ativos ( ) Depósitos judiciais e fiscais (8.110) (4.110) Fornecedores e outras contas a pagar Empréstimos e financiamentos (494) (494) Impostos e contribuições Débitos de operações com seguros e resseguros 267 (180) Débitos das operações com previdência complementar Depósitos de terceiros (807) Provisões técnicas - Seguros e resseguros Provisões técnicas - Previdência complementar Outros passivos (45) - Provisões judiciais Caixa Gerado(Consumido) pelas Operações ( ) Imposto sobre o lucro pagos (19.587) (18.258) Caixa Líquido Gerado(Consumido) nas Atividades Operacionais (3.077) ( ) ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Aquisição de imobilizado (14.434) Aquisição de investimentos - (11.880) Alienação de investimentos Caixa Líquido Gerado(Consumido) nas Atividades de Investimento ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Dividendos e juros sobre o capital próprio pagos (1.189) (9.000) Caixa Líquido (Consumido) nas Atividades de Financiamento (1.189) (9.000) Aumento (redução) líquida de caixa e equivalentes de caixa 36 (1.541) Caixa e equivalente de caixa no início do período Caixa e equivalente de caixa no final do período As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

10 Demonstrações dos Resultados Abrangentes Em 30 de Junho 2012 e 2011 (Em milhares de reais) Notas Lucro líquido Ativos financeiros disponíveis para venda: 5 (24.273) (3.578) Total do resultado abrangente As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

11 Demonstrações Financeiras Em 30 de Junho de 2012 e 31 de Dezembro de 2011 e para os Semestres Findos em 30 de Junho de 2012 e de 2011 (Em milhares de reais) 1 - Contexto Operacional tem por objeto operar Planos de Previdência Complementar e Seguros de Vida em todo território nacional, podendo, ainda, participar de outras sociedades. Tem como principais acionistas o Instituto Social Capemisa com 99,4925% e Associação Clube Salutar 0,5075%. 2 - Apresentação das Demonstrações Financeiras As demonstrações financeiras são de responsabilidade da Administração da Companhia e estão sendo apresentadas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados SUSEP, conjugadas com as normas emitidas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados CNSP, Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC. As Demonstrações Financeiras Intermediárias estão sendo apresentadas de acordo com o pronunciamento CPC 21, emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis(CPC), e o IAS 34 Interim Financial Reporting, emitido pelo International Accouting Standards Board IASB respectivamente. Essas demonstrações financeiras incorporam as alterações introduzidas pela circular SUSEP nº 430, de 05 de março de 2012, que instituiu o novo plano de contas e modelo de publicação das demonstrações financeiras das Sociedades Seguradoras, Resseguradoras, de Capitalização e Entidades Abertas de Previdência Complementar. As Demonstrações Financeiras de 31/12/2011 foram reclassificadas para atender a circular SUSEP nº 430/2012. Estas demonstrações financeiras foram preparadas usando a mesma base de apresentação, mensuração, moeda funcional, métodos de cálculos e práticas contábeis das demonstrações financeiras anuais, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011 e portanto, devem ser lidas em conjunto com aquelas demonstrações financeiras. A circular SUSEP nº 430/2012, dispensou as entidades supervisionadas da elaboração das demonstrações financeiras consolidadas intermediárias.

12 Base de mensuração As demonstrações financeiras foram preparadas com base no custo histórico, com exceção dos seguintes itens reconhecidos no balanço patrimonial pelo valor justo: Os instrumentos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado; Os ativos financeiros disponíveis para a venda Moeda de apresentação As demonstrações financeiras são mensuradas usando a moeda do ambiente econômico, no qual a Companhia atua. As demonstrações estão apresentadas em reais (R$), que é a moeda funcional e de apresentação da Capemisa Seguradora de Vida e Previdência S/A Conclusão das demonstrações financeiras Estas demonstrações financeiras, foram autorizadas para emissão pelo Conselho de Administração em 28 de agosto de Principais Diretrizes Contábeis Na elaboração das demonstrações financeiras é necessário utilizar estimativas para contabilizar determinados ativos, passivos e outras transações. As demonstrações financeiras da Companhia incluem, portanto, estimativas referentes à seleção das vidas úteis do ativo imobilizado, provisões necessárias para os passivos contingentes, determinações de provisões para imposto de renda e outras similares. Os resultados reais podem apresentar variações em relação às estimativas.

13 . 3. As principais práticas contábeis utilizadas são as seguintes: Reconhecimento dos efeitos inflacionários Durante o período, as provisões técnicas foram atualizadas com base no IPC-M da Fundação Getúlio Vargas Apuração do resultado O resultado é apurado pelo regime de competência e considera: Os prêmios de seguros são contabilizados a partir da data de início de vigência do risco das apólices/faturas. Os prêmios de seguros relativos a riscos vigentes, cujas apólices/faturas ainda não foram emitidas, são calculados atuarialmente; As contribuições para planos de previdência são reconhecidas como Rendas de Contribuições Retidas quando ocorre o efetivo recebimento. Os direitos dos participantes são refletidos mediante a constituição de provisões técnicas em contrapartida do resultado do período; As provisões técnicas, calculadas conforme critérios descritos na nota explicativa 3.12; Os efeitos calculados a índices ou taxas oficiais incidentes sobre os ativos e passivos; Os efeitos dos juros dos ativos para o valor de mercado ou de realização, quando aplicáveis; Crédito das operações com seguros, resseguros e previdência Decorrem diretamente das operações da Capemisa Seguradora de Vida e Previdência S/A sujeitos a provisão para perdas, quando aplicável. Os direitos realizáveis após 12 meses são classificados no ativo não circulante.

14 Ativo e passivo circulante e a longo prazo Os ativos são demonstrados pelos valores de realização, e quando necessário, deduzidos de provisão para perdas, a qual no caso de ativos provenientes de instituições em regime especial, sua contabilização é registrada desde a data do seu vencimento. Os passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicáveis, os rendimentos e encargos correspondentes Assistência financeira a participantes Os rendimentos pré-fixados de competência de exercícios futuros, demonstrados em conjunto com o valor principal das operações de crédito e apresentados como redução dos ativos correspondentes Redução ao valor recuperável (Impairment) Ativos financeiros (incluindo recebíveis) Um ativo financeiro não mensurado pelo valor justo por meio do resultado é avaliado anualmente, para apurar perda no seu valor recuperável. Um ativo tem perda no seu valor recuperável se uma evidência objetiva indica que um evento de perda ocorreu após o reconhecimento inicial do ativo, e que aquele evento de perda teve um efeito negativo nos fluxos de caixa futuros projetados que podem ser estimados de uma maneira confiável, tais como: desvalorização significativa e prolongada de instrumentos financeiros reconhecida publicamente pelo mercado, descontinuidade da operação da atividade em que a Capemisa investiu, tendências históricas da probabilidade de inadimplência, do prazo de recuperação e dos valores de perda incorridos, ajustados para refletir o julgamento da administração quanto às premissas se as condições econômicas e de crédito atuais são tais que as perdas reais provavelmente serão maiores ou menores que as sugeridas pelas tendências históricas.

15 . 5. Ativos não financeiros Os valores contábeis dos ativos não financeiros são revistos no mínimo anualmente para apurar se há indicação de perda no valor recuperável. No caso de ágio e ativos intangíveis com vida útil indefinida ou ativos intangíveis em desenvolvimento que ainda não estejam disponíveis para uso, o valor recuperável é estimado no mínimo anualmente. A redução do valor recuperável de ativos (Impairment) é determinada quando o valor contábil residual exceder o valor de recuperação, que será o maior valor entre o valor estimado na venda e o seu valor em uso, determinado pelo valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados em decorrência do uso do ativo ou unidade geradora de caixa. A Administração efetuou a análise de seus ativos conforme CPC 01, aprovado pela Circular SUSEP nº 430/12, e constatou que não há indicadores de desvalorização, bem como que eles são realizáveis em prazos satisfatórios Impostos diferidos Os impostos diferidos são constituídos mediante a aplicação das alíquotas do imposto de renda e contribuição social, vigentes na data de encerramento do balanço sobre as diferenças temporárias, prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, ajustados pelo valor da provisão para não realização, quando aplicável Investimentos em controladas As participações acionárias em controladas estão avaliadas pelo método da equivalência patrimonial. Os resultados de equivalência patrimonial são apresentados nas demonstrações do resultado sob a rubrica Resultado Patrimonial. Os outros investimentos permanentes estão contabilizados pelo método de custo, deduzidos de provisão para desvalorização.

16 Imobilizado O imobilizado está contabilizado ao custo e a depreciação é calculada pelo método linear, com base na vida útil estimada dos bens, sendo: equipamentos, móveis, máquinas e utensílios 10% a.a.; veículos 20% a.a.. Os ganhos e as perdas nas alienações são determinados pela comparação do valor de vendas com o valor contábil líquido e são reconhecidos em Ganhos e Perdas com Ativos não Correntes, na demonstração do resultado Intangível O intangível está contabilizado ao custo e é constituído, basicamente, de gastos com aquisição e desenvolvimento de softwares para uso interno. As amortizações são calculadas pelo método linear, considerando o prazo de vida útil de 5 anos, à taxa de 20% a.a Depósito de terceiros Os depósitos de terceiros referem-se, principalmente, a prêmios, títulos e contribuições pagos pelos segurados e participantes, cujas apólices e certificados ainda não foram emitidos, e a depósitos bancários referentes a recebimentos de prêmios e contribuições que ainda não foram identificados Provisões técnicas As provisões técnicas de seguros de pessoas e previdência complementar aberta são constituídas conforme a metodologia de cálculo descrita em nota técnica atuarial do plano aprovado ou elaborada especificamente para a provisão, conforme art. 2º e normas anexas à Resolução CNSP nº 162, de 26 de dezembro de 2006, alterada pelas Resoluções CNSP nº 181, de 17 de dezembro de 2007, nº 195, de 16 de dezembro de 2008, e nº 204, de 28 de maio de 2009, de acordo com as características dos respectivos planos. As provisões cujos vencimentos ultrapassem o prazo de 12 (doze) meses subsequentes às respectivas datas base, foram classificadas no passivo não circulante.

17 Provisões matemáticas de benefícios a conceder e de benefícios concedidos As provisões matemáticas de benefícios a conceder, relativas aos planos de previdência complementar aberta nas modalidades de contribuição variável ou benefício definido, representam o montante das contribuições efetuadas pelos participantes, líquidas de carregamento, acrescidas dos rendimentos financeiros gerados pela aplicação dos recursos em fundos de investimento especialmente constituídos ou acrescidas da remuneração garantida prevista na nota técnica atuarial do plano, respectivamente, Benefício Definido. As provisões matemáticas de benefícios a conceder, relacionadas aos planos de previdência complementar aberta na modalidade de benefício definido, em regime financeiro de capitalização, representam a diferença entre o valor presente dos benefícios futuros e o valor presente das contribuições futuras, correspondentes às obrigações assumidas sob a forma de planos de renda, de pensão e pecúlio, respeitando as tábuas biométricas, taxas de juros e as características do benefício. As provisões matemáticas de benefícios concedidos representam o valor presente dos benefícios futuros correspondentes às obrigações assumidas sob a forma de renda, respeitando as tábuas biométricas, taxas de juros e as características do benefício Provisão de sinistros a liquidar e de benefícios a regularizar As provisões de sinistros a liquidar e de benefícios a regularizar, contabilizadas no passivo circulante, correspondem ao valor total dos sinistros, pecúlios e rendas vencidos e ainda não pagos, atualizados monetariamente, líquidos de cosseguros cedidos, brutos de resseguros a recuperar e cosseguros aceitos, com base nos avisos de sinistros e eventos cadastrados até a data do balanço. Conforme Resolução CNSP nº162, a baixa das reservas técnicas ocorre pelo efetivo recebimento da indenização pelo segurado ou beneficiário. No caso da provisão de sinistros a liquidar, é contabilizado adicionalmente um ajuste na mesma, adotando-se um percentual sobre o montante referente aos sinistros administrativos, a fim de refletir os ajustes de estimativas e as recusas de sinistros.

18 Provisão de sinistros / eventos ocorridos mas não avisados A provisão de sinistros/eventos ocorridos mas não avisados (IBNR) é constituída para a cobertura dos sinistros/eventos ocorridos e ainda não avisados até a data-base das demonstrações financeiras, sendo que: Ramos de seguros de pessoas, a provisão de IBNR é constituída com base na estimativa final de sinistros já ocorridos mas ainda não avisados, adicionada das despesas de regulação. Esta provisão é calculada com base em métodos estatístico atuariais, conhecidos como triângulos de run-off, que consideram o desenvolvimento trimestral dos sinistros incorridos para estabelecer uma projeção de sinistros futuros por período de ocorrência/aviso. Tal desenvolvimento é feito por montante envolvido de sinistros, observando o período dos últimos 36 meses. Contratos de benefícios de risco de previdência complementar, a provisão de IBNR é constituída com base na estimativa final de benefícios já ocorridos mas ainda não avisados, adicionada das despesas de regulação. Esta provisão é calculada com base em métodos estatístico atuariais, conhecidos como triângulos de run-off, que consideram o desenvolvimento trimestral dos benefícios incorridos para estabelecer uma projeção de benefícios futuros por período de ocorrência/aviso. Tal desenvolvimento é feito por montante envolvido de benefícios, observando o período dos últimos 36 meses. Exceto para os planos de Pecúlio Coletivo e de Renda por Invalidez, que como não se tem experiência interna significativa, a provisão de eventos ocorridos mas não avisados é calculada a partir da aplicação dos percentuais estabelecidos pela Circular SUSEP nº 288, de 1º de abril de 2005, sobre o somatório das contribuições e sobre o somatório dos benefícios pagos nos últimos 12 meses, seguindo os demais critérios definidos na referida Circular Provisão de prêmios não ganhos A provisão de prêmios não ganhos é constituída pela parcela dos prêmios retidos, pelo método pro rata die, correspondente aos períodos de risco não decorridos dos contratos, contemplando uma estimativa para os riscos vigentes e não emitidos com base no histórico de atraso na emissão de prêmios.

19 Provisão de riscos não expirados A provisão de riscos não expirados é constituída pela parcela das contribuições emitidas dos riscos de previdência complementar aberta e, líquidos de carregamento, pelo método pro rata die, correspondente aos períodos de risco não decorridos dos contratos, contemplando uma estimativa para os riscos vigentes e não emitidos com base no histórico de atraso na emissão das contribuições Provisão de insuficiência de contribuição e POF Para os Planos de Pecúlio, estruturados nos Regimes Financeiros de Capitalização e Repartição Simples, a experiência da mortalidade dos participantes ativos mostrou-se inferior à mortalidade das tábuas biométricas adotadas para esses planos, constatando-se um superávit técnico e, portanto atendem ao perfil da massa de participantes ativos, não havendo razão para constituição da Provisão de Insuficiência de Contribuições. Para os Benefícios a Conceder do Plano de Renda Mensal por Sobrevivência e do Plano Bloqueado de Pensões foi constatada a necessidade da constituição da Provisão de Insuficiência de Contribuições e para tanto, adotaram-se as tábuas biométricas AT-2000 M para os participantes do sexo masculino e AT-2000 F para os participantes do sexo feminino. Para os participantes inativos, esta provisão já vem sendo constituída, prevendose um aumento futuro na expectativa de sobrevivência dos beneficiários (improvement), e para isto, estão sendo adotadas as tábuas AT-2000 M para os beneficiários do sexo masculino e AT-2000 F para os beneficiários do sexo feminino. A Provisão de Oscilação Financeira (POF) está sendo constituída de forma facultativa, com recursos próprios da Seguradora, para os Planos Bloqueados de Pecúlio e de Pensão Provisão de oscilação de riscos A provisão de oscilação de riscos é constituída para cobrir eventuais desvios nos compromissos esperados nos planos de previdência complementar aberta e é determinada com base na experiência de morte e invalidez, e observação estatística da respectiva sinistralidade e seus desvios, apurando o número de segurados expostos ao risco na data base do cálculo, os valores de indenização média e o número de sinistros ocorridos nos últimos 36 (trinta e seis) meses.

20 Teste de adequação de passivos (Liability Adequacy Test LAT) O CPC 11 estabelece que as entidades que emitam contratos classificados como contratos de seguros analisem a adequação dos passivos registrados em cada data de divulgação através de um teste de adequação. Em 04 de julho de 2012, a SUSEP emitiu a Circular SUSEP nº 446, que suspendeu os efeitos na apuração das demonstrações financeiras intermediárias referentes ao exercício de 2012, da circular SUSEP nº 410, de 22 de dezembro de A Circular SUSEP nº 410, instituiu o Teste de Adequação de Passivos para fins de elaboração das demonstrações financeiras das entidades supervisionadas pela SUSEP e definiu regras e procedimentos para sua realização. Em 31 de dezembro de 2011, o teste de adequação do passivo considerou todos os fluxos de caixa futuros das obrigações relativas aos contratos de seguros vigentes e as premissas atuariais e financeiras correntes até o final de vigência destas obrigações. Para estimativa de mortalidade foi utilizada a tábua construída com base na experiência própria da Capemisa aplicado o método de Makeham e o fluxo de caixa foi descontado a valor presente pela taxa de juros livre de risco desenvolvida com base na carteira de investimentos da Capemisa aplicado o modelo de Svensson. Quando aplicável, os ajustes são feitos na respectiva Provisão. Em 31 de dezembro de 2011 o teste de adequação dos passivos realizado, não indicou a necessidade de ajuste nas Provisões Técnicas Ativos e passivos contingentes e obrigações legais fiscais e previdenciárias Ativos contingentes: reconhecidos somente quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, transitadas em julgado. Os ativos contingentes com êxitos prováveis são apenas divulgados em nota explicativa;

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