Apostila. Gestão Financeira. Elaborado por: José Rodarte

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1 Apostila Gestão Financeira Elaborado por: José Rodarte

2 Sumário 1. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA CONTABILIDADE GERENCIAL CONSTRUINDO UM BALANÇO BALANÇO PATRIMONIAL DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS DE EXERCÍCIO ATIVIDADE DE FIXAÇÃO ATIVIDADE AVALIATIVA 1 CONSTRUINDO UM BALANÇO (15 PONTOS) ANÁLISE COM BASE EM ÍNDICES FINANCEIROS ÍNDICES DE LIQUIDEZ ÍNDICES DE ATIVIDADE OU ROTAÇÃO ÍNDICES DE ENDIVIDAMENTO ÍNDICES DE RENTABILIDADE ÍNDICES DE VALOR DE MERCADO ALAVANCAGEM E PONTO DE EQUILÍBRIO ALAVANCAGEM OPERACIONAL ANÁLISE DO PONTO DE EQUILÍBRIO (BREAK-EVEN-POINT) ATIVIDADE PRÁTICA: PLANEJAMENTO FINANCEIRO DE CURTO PRAZO EVOLUÇÃO DO CAIXA E DO CGL CICLO OPERACIONAL CICLO DE CAIXA ATIVIDADE AVALIATIVA 2 CICLO OPERACIONAL, CAIXA E NICG (15 PONTOS) NOÇÕES BÁSICAS DE MATEMÁTICA FINANCEIRA VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO JUROS SIMPLES JUROS COMPOSTOS VALOR FUTURO (VF) VALOR PRESENTE (VP) TAXAS PROPORCIONAIS TAXAS EQUIVALENTES ANEXO 1 ARTIGO

3 1. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA A Administração Financeira constitui-se como uma das importantes áreas de qualquer organização, tanto aquelas que possuem o lucro como objetivo, quanto aquelas sem fins lucrativos. Alguns dados e estudos apresentados por entidades como IBGE e SEBRAE apontam um grande índice de empresas que encerram suas atividades antes mesmo de completar 5 anos. Um dos motivos apontados para agravar esse resultado é a falta de conhecimento ou implementação de um planejamento financeiro. Abaixo segue parte de um texto publicado no XII Semead/2009, cujo os autores Corrêa, A. C. C., Matias, A. B. e Vicente, E. F. R. retratam o cenário de gestão empresarial do Brasil, no qual demonstram um certo amadorismo do micro e pequeno empreendedor. Os pequenos e médios empreendimentos respondem por 40% do PIB brasileiro, sendo que 99,8% dos estabelecimentos industriais, comerciais e de prestação de serviço são PME s (pequenas e médias empresas). Além disso, essas empresas respondem por 80% das vendas comerciais, 56% da produção industrial, 71% da receita de prestação de serviços, 84% da força de trabalho e 71% da massa de salários do país. Só por estes dados percebe-se a importância das pequenas empresas no desenvolvimento econômico e social do país (MATIAS e LOPES JÚNIOR, 2002). Como se pode perceber, há pouca profissionalização e qualificação gerencial neste tipo de empresa, o que gera como uma de suas conseqüências a alta taxa de mortalidade de micro e pequenas empresas no Brasil. De acordo com o Sebrae (FATORES, 2004), as taxas de mortalidade nacional são as seguintes: 49,4% para as empresas com até 2 anos de existência; 56,4% para as empresas com até 3 anos de existência; 59,9% para as empresas com até 4 anos de existência. Assim, uma das formas de diminuir a alta taxa de mortalidade destas empresas, que possuem grande relevância no âmbito econômico e social nacional, seria a realização da análise financeira por parte das mesmas, que normalmente não é feita, como cita Timmins et al (1979). 2

4 Segundo Matias e Lopes Júnior (2002), a má administração causa grande parte dos fracassos nas pequenas empresas. Em relação à administração, pode-se dizer que a administração financeira é a área na qual ocorre o insucesso das pequenas empresas. Isto pode ser afirmado porque todas as áreas da empresa, como marketing, produção e recursos humanos estão intimamente ligadas com finanças, pois, sem capital que atenda às necessidades da empresa, seja para financiar seu crescimento, seja para atender às operações do dia-a-dia, não se pode desenvolver e testar novos produtos, criar ações de marketing, comprar matéria-prima, manter a estrutura atual ou crescer. De acordo com Patrone e dubois (1981), na maioria dos casos de pequenas empresas, falta conhecimento da área financeira para os gestores. Além disso, eles possuem resistência neste aprendizado. Como citado por estes mesmos autores, é comum ouvir o seguinte comentário: Eu não preciso saber sobre análise financeira de índices Eu deixo isto para meu contador. Porém, este conhecimento poderia ser exatamente o que faria diferença no aumento da probabilidade de sucesso das micro e pequenas empresas. A administração financeira possui diversos instrumentos de gestão que visam planejar, operacionalizar e controlar qualquer tipo de organização empresarial. Os instrumentos são estratégicos quando possuem visão de médio e longo prazos, mas também podem ser operacionais para uma visão de curto prazo. Estratégico Plano Financeiro de Longo Prazo Operacional Plano Financeiro de Curto Prazo Em finanças, basicamente, a administração de longo prazo é dividida em duas importantes decisões: INVESTIMENTO FINANCIAMENTO 3

5 Ressalta-se que está atribuído a todo gestor financeiro de uma empresa, aumentar a riqueza dos seus proprietários, ou seja, dos investidores que resolveram incorrer em riscos. Portanto, o administrador deverá decidir sobre a viabilidade de alguns investimentos como expansão, abertura de novos mercados, lançamento de novos produtos, entre outros. Diante disso, percebe-se que para crescer, será necessário investir, o que exigirá financiamentos. Investimento de Longo Prazo? Financiamento de Longo Prazo? DECISÃO Todo gestor financeiro precisa ficar atento à essas duas demandas. Sobre a decisão de investimento ele deve se atentar para o custo de capital (K), a estrutura de capital ideal, as fontes de financiamento e os gastos de capital com expansão, substituição e renovação. Já para a decisão sobre financiamento de longo prazo, e preciso atentar-se para o valor do dinheiro no tempo e a importante relação risco e retorno. Assim como acontece em outros mercados, as fontes de financiamento no Brasil são escassas, o que torna o custo de capital bem elevado. Diante desse cenário, a engenharia financeira toma lugar de destaque, pois as decisões de investimento e financiamento se transformam em marcos definidores para a continuidade dos negócios. Abaixo são apresentadas algumas decisões estratégicas de longo prazo que um gestor financeiro precisa observar. Grande parte destas decisões irão repercutir, em termos de retorno, somente no longo prazo. Outra característica dessas decisões é o alto grau de risco que elas apresentam. Por isso, muitas técnicas são utilizadas, tais como o 4

6 orçamento de capital, juntamente com a utilização de instrumentos sofisticados de estatísticas. Decisões Estratégicas de Longo Prazo A"vos permanentes A"vidades de Pesquisa e desenvolvimento Desenvolvimento de produtos Marke"ng Estrutura de Capital Fontes de Financiamento Com a mesma importância das decisões de longo prazo, apresentam-se também as de curto prazo, que poderão definir o sucesso de uma empresa. Algumas perguntas surgem diante de vários eventos em uma empresa, exigindo estudos e aplicações de técnicas. Em uma indústria, como exemplo, surgem algumas perguntas na área de produção, que desencadeia outras no departamento de compras, como: Quanto estoque a empresa deve ter? Quais itens giram mais? Como pagar, à vista ou parcelado? Com recursos próprios ou de terceiros? Qual tecnologia de produção deve ser aplicada? Vender à vista ou à prazo? Qual prazo deve ser dado? Como se comporta o concorrente? Qual a política de crédito ideal? Como receber as vendas? Como cobrar? Deve utilizar-se de produtos de cobrança bancária? Deve utilizar-se de serviços de cartões de crédito e débito? Como se comportar diante da inadimplência? 5

7 Portanto, as decisões de curto prazo podem ser resumidas conforme figura abaixo: Decisões Operacionais de curto prazo Nível adequado de estoque Nível adequado de tesouraria Gesão de contas a pagar Gestão de contas a receber Gestão de cobrança Polí"cas de preço 6

8 2. CONTABILIDADE GERENCIAL Toda essa estrutura precisa ser planejada e controlada para uma adequada gestão financeira, proporcionando resultados positivos às organizações. Toda empresa precisa planejar e controlar sua área financeira. Algumas empresas resistem em reconhecer as relações que todas a áreas possuem. A contabilidade e a controladoria exercem papel importantíssimo para uma boa gestão financeira. A contabilidade gerencial e financeira não podem ser confundidas quanto a sua finalidade. De uma forma geral, enquanto a contabilidade financeira se empenha em fornecer instrumentos de análise de forma adequada para os interessados externos, a contabilidade gerencial é responsável para subsidiar os gestores internos nas suas tomadas de decisão financeiras. Gestão Financeira Olhar para o futuro Contabilidade Gerencial Olhar para o passado Autores como ATKINSON (1995) fazem a seguinte análise sobre contabilidade financeira e gerencial: Contabilidade Financeira: Processo de produzir demonstrativos financeiros para entidades e usuários externos - como acionistas, credores e governo. Este processo é pesadamente restringido por padrões regulatórios oficiais e autoridades fiscais, e por requisitos de auditoria de instituições independentes de contadores. Dentre as utilizações da contabilidade, para fins gerenciais, destacam-se, entre outros: Contabilidade Gerencial: Processo de produzir informações financeiras e operacionais para os empregados e gerentes das organizações. Tal processo deve ser dirigido pelas necessidades de informações de indivíduos internos à organização, e deve guiar suas decisões operacionais e de investimentos. 7

9 1. Projeção do Fluxo de Caixa 2. Análise de Indicadores 3. Cálculo do Ponto de Equilíbrio 4. Determinação de Custos Padrões 5. Planejamento Tributário 6. Elaboração do Orçamento e Controle Orçamentário São diversos os instrumentos para análise da situação financeira da empresa. Os principais são: 1. Demonstração do resultado do exercício 2. Balanço Patrimonial 3. Demonstração do lucro retido 4. Demonstração de fluxos de caixa Há também outros instrumentos de análise financeira como as notas explicativas das demonstrações financeiras. Elas são informações relevantes e detalhadas da política, procedimentos, cálculos e transações contábeis feitos nas demonstrações financeiras. Alguns analistas usam os dados das demonstrações, com as notas explicativas, para avaliar os valores dos títulos emitidos pelas empresas, influenciando o comportamento dos investidores. Os grupos de interessados são: Acionistas: Nível de risco e retorno Credores: Liquidez de curto prazo e rentabilidade, ou seja, saudável. Administradores: Índice de desempenho. Pode-se dizer que a gestão financeira busca insumos do passado, interessada em planejar o futuro diante das incertezas. Já a contabilidade gerencial organiza informações de fatos gerados para gerar relatórios importantes para o planejamento financeiro. 8

10 3. CONSTRUINDO UM BALANÇO O balanço geral de uma empresa pode ser mais simples do que parece. Normalmente existe muito preconceito quando se utiliza os instrumentos financeiros como o balanço geral e a demonstração do resultado do exercício (DRE). De uma forma bem simples e muito utilizada por alguns autores, pode se dizer que o balanço é uma foto tirada da empresa em um dado momento. Já a DRE, utilizando a mesma analogia, diz-se que poderia ser comparado ao filme da empresa, que abrange um período entre dois retratos. TAREFA: Leia o artigo Por que as contas não fecham de Mikhail Lopes (Revista Exame), localizado no final da apostila, pois será interessante para quem tem pouca afinidade com o tema. 3.1 BALANÇO PATRIMONIAL Descrição sintética da posição financeira da empresa em uma certa data. O balanço iguala o que a empresa possui (ativos) com o que ela financia (passivos). Este recursos financiado (capital) pode ser próprio ou de terceiros. Ativo: representa o conjunto de investimentos (aplicações) realizados por uma empresa, em conformidade com sua atividade operacional e com as condições do macro-ambiente econômico, o qual se constitui na estrutura capaz de permitir à mesma o exercício de sua atividade-fim. Passivo: representa o conjunto de recursos (próprios e de terceiros), utilizados no financiamento dos investimentos realizados (origem de recursos). Como perceber a estrutura de capital de uma empresa em um balanço patrimonial? Aplicação de recursos Estrutura de Capital Origem dos recursos ATIVO PASSIVO AC PC } Terceiros RLP ELP } Terceiros AP PL } Próprio 9

11 Aplicação de recursos Estrutura de Capital Origem dos recursos ATIVO PASSIVO Não oneroso AC PC } Oneroso RLP ELP } Oneroso Não oneroso AP PL } Oneroso O ativo demonstra o conjunto de decisões de investimento e o passivo o conjunto de decisões de financiamento. 3.2 Demonstrativo de resultados de exercício. Constitui a síntese financeira dos resultados operacionais durante certo período. É uma demonstração dinâmica que se destina a apresentar o processo de formação do resultado econômico obtido com o desenvolvimento das atividades em determinado período, isto é, desempenho econômico da empresa, traduzido pelos níveis de lucratividade e rentabilidade. 10

12 3.3 Atividade de fixação 1 Rodolfo e Abreu resolveram abrir um pequena confecção para atender um nicho de mercado pouco assistido. A idéia seria atender consumidores com estatura superior 1,90 metros, já que a média de altura da população brasileira tem aumentado nos últimos anos. A empresa Crescer Ltda iniciou a empresa com um capital social de R$80.000,00, sendo integralizado totalmente, com 50% para cada sócio. Elabore o balanço da empresa Crescer Ltda, a partir das informações acima e à medida que novas informações surgirem. 1. Compra de algumas máquinas por R$20.000,00, sendo R$6.000,00 à vista e R$14.000,00 parcelado pelo BNDES em 48 parcelas e carência de 90 dias. 2. Compra de matéria-prima no valor de R$5.000,00, financiada pelo fornecedor em 30, 60 e 90 dias. 3. Aplicação financeira em CDB no Banco do Brasil no valor de R$25.000, Compra de uma moto à vista, para entregas rápidas, no valor de R$5.000, Venda de produtos acabados para clientes, no valor de R$9.000,00, sendo R$1.000,00 à vista e R$8.000,00 parcelado de 4 vezes. Com esse primeiro faturamento, foi gasto R$4.000,00 da matéria-prima. 6. Salários a pagar no valor de R$2.200, Impostos a pagar no valor de R$800, Resgate de R$20.000,00 da aplicação financeira. 9. Compra de matéria-prima no valor de R$10.000,00 à vista. 10. Compra de um galpão no valor de R$ ,00, sendo R$50.000,00 à vista e R$50.000,00 financiado por 36 meses. 11. Pagamento dos salários no dia 05 do mês subsequente, no valor de R$2.200, Pagamento dos impostos no dia 10 do mês subsequente, no valor de R$800,00. 11

13 Balanço Patrimonial Empresa Crescer Ltda ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE PASSIVO CIRCULANTE EXIGÍVEL A LONGO PRAZO ATIVO NÃO-CIRCULANTE PATRIMÔNIO LIQUIDO TOTAL TOTAL 12

14 Agora avalie o balanço patrimonial da Cia Delta SA, do triênio 20X1, 20X2 e 20X3. BALANÇO DA EMPRESA CIA DELTA SA 20X3 20X2 20X1 ATIVO CIRCULANTE Disponível Aplicações Financeiras Clientes Estoques TOTAL DO ATIVO CIRCULANTE REALIZÁVEL A LONGO PRAZO PERMANENTE Investimento Imobilizado Diferido TOTAL DO ATIVO PERMANENTE TOTAL DO ATIVO PASSIVO CIRCULANTE Fornecedores Outras Obrigações Empréstimos Bancários Duplicatas Descontadas TOTAL DO PASSIVO CIRCULANTE EXIGÍVEL A LONGO PRAZO Empréstimos Financiamentos TOTAL DO EXIGÍVEL A LONGO PRAZO TOTAL DO CAPITAL DE TERCEIROS PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital e Reservas Lucros Acumulados TOTAL DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO TOTAL DO PASSIVO

15 Além do balanço patrimonial, elabore também a DRE da empresa Crescer LTDA DRE Empresa Crescer Ltda Vendas Custo da mercadoria vendida (CMV) Lucro Bruto Despesas operacionais LAJIR Juros pagos LAIR Impostos Lucro Líquido Agora avalie a DRE da Cia Delta SA, do triênio 20X1, 20X2 e 20X3. DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADO DA EMPRESA CIA DELTA SA EXERCÍCIOS 20X3 20X2 20X1 Receita Líquida Custo dos Produtos Vendidos Lucro Bruto Despesas Operacionais Outras Receitas Operacionais Lucro Oper. antes do Resultado Financeiro Receitas Financeiras Despesas Financeiras Lucro Operacional Resultado Não Operacional Lucro Antes do I.R. (LAIR) Lucro Líquido

16 3.4 Atividade avaliativa 1 Construindo um balanço (15 pontos) 1. Gutemberg e Maria Eduarda resolvem abrir uma empresa com capital social de R$ ,00, sendo que 80% de Gutemberg e 20% de Maria Eduarda. Maria integraliza totalmente em dinheiro e Gutemberg metade em dinheiro e metade em veículo. 2. Compra de um galpão no valor de R$ ,00, sendo 40% à vista e 60% parcelado em 48 vezes. 3. Compra de maquinário no valor de R$32.000,00, sendo R$12.000,00 à vista e R$20.000,00 parcelado pelo BNDES em 24 meses. 4. Compra de matéria-prima no valor de R$8.000,00, totalmente financiado pelo fornecedor em 30 dias. 5. Salários a pagar no valor de R$3.950, Venda de produtos acabados para clientes no valor de R$22.500,00, sendo R$5.000,00 à vista e R$17.500,00 à prazo. Baixa de R$6.500,00 na conta estoque. 7. Pagamento de R$522,00 de impostos. 8. Compra de caixas de papelão para embalagens, no valor de R$632,00, à vista. 9. Pagamento de R$53,00 referente a tarifa bancária. 10. Empréstimo contraído junto a uma instituição financeira, no valor de R$35.000,00 (curto prazo). 11. Venda de produtos acabados no valor de R$3.000,00 à vista. Com baixa no estoque residual de matéria-prima e R$232,00 em embalagens. 15

17 4 ANÁLISE COM BASE EM ÍNDICES FINANCEIROS Os principais instrumentos para levantamento dos indicadores financeiros são o Balanço Patrimonial e a DRE. Os principais interessados nestes índices são os investidores, credores e administradores. Saber calcular é importante, mas interpretar os índices requer muita sensibilidade e conhecimento. Os índices podem ser de dois tipos: Corte transversal ou benchmarking: comparação de índices de diferentes empresa em uma determinada data. Pode se comparar com empresas similares, setor ou empresa a ser imitada (concorrente). Exemplo: o setor tem um giro de estoque de 7,50 e a empresa analisada um giro de 11,50. Portanto, o estoque girava bem mais rápido que os concorrentes, demonstrando maior efetividade operacional. Apresentar um índice com valor superior é sempre melhor? Séries temporais: avalia o desempenho próprio da empresa ao longo do tempo, possibilitando uma indicação de tendências. Uma variação significativa pode indicar um problema. É útil para a comparação de índices financeiros em relação a diversas datas. Neste caso aparece a oportunidade de verificar tendências. Análise combinada: É a mais precisa. Utiliza a análise de corte transversal com a análise de séries temporais. Ajuda avaliar a tendência de comportamento de um índice em relação à tendência observada em um setor. 16

18 Agrupamentos dos principais índices por categorias Índices que medem risco: liquidez, atividade, endividamento Índices que medem retorno: rentabilidade Índice que medem risco e retorno: valor de mercado 4.1 Índices de liquidez Visam medir a capacidade de pagamento, em outras palavras se existe folga. Índice de liquidez geral: É um índice que demonstra a saúde financeira da empresa, indicando sua capacidade de honrar compromissos de longo prazo. Resultado acima de 1,0 indica que a empresa possui bens e direitos suficientes para liquidar seus compromissos com sobra. ativo circulante + ativo realizável a longo prazo/passivo circulante + passivo exigível a longo prazo Índice de liquidez corrente: É um dos índices mais utilizados em análise por credores/fornecedores. Mede a capacidade da empresa em saldar seus compromissos de curto prazo. Normalmente, quanto maior for o índice, maior é a capacidade de pagamento. Enquanto resultados acima de 1,0 revela folga, valores abaixo desse índice revela aperto. Alguns casos devem ser analisados separadamente, principalmente considerando algumas especificidades de setores. ativo circulante/passivo circulante Índice de liquidez seca: adota-se a mesma equação da liquidez corrente, mas com a exclusão dos estoques. O motivo é para evitar imprecisão na análise, uma vez que os estoques possuem características pouco confiáveis, principalmente quanto a certeza do seu valor de mercado e baixa liquidez. Resultados acima de 1,0 indica a sobra após saldar compromissos de curto prazo. ativo circulante estoques/passivo circulante 4.2 Índices de Atividade ou Rotação Medem com que velocidade a empresa converte suas atividades em vendas ou caixa, ou seja, visam mensurar a duração do ciclo operacional desde a aquisição de insumos ou mercadorias até o recebimento das vendas. 17

19 Prazo médio de estocagem: apresenta o tempo médio que a empresa leva para repor seus estoques. Normalmente deve ser o menor possível, mas sem afetar o nível de estoque ideal. estoque médio x 365/custos dos produtos vendidos ou CMV O giro de estoque também é útil para apresentar quantas vezes a empresa gira o estoque no ano. custos dos produtos vendidos ou CMV/estoque medio Prazo médio de recebimento: demonstra quanto tempo médio a empresa deverá esperar para receber suas vendas efetuadas a prazo para seus clientes. contas a receber/vendas médias diárias Prazo médio de pagamento: apresenta quanto tempo médio a empresa leva para pagar seus fornecedores. contas a pagar/compras médias diárias Giro do ativo total: apresenta quanto vendas na empresa. que cada R$1,00 aplicado no ativo gera de vendas/ativo total 4.3 Índices de Endividamento Demonstra o nível de participação de capital de terceiros na atividade da empresa e a estrutura de capital adotada. Índice de endividamento geral: estabelece a participação de terceiros na empresa, em relação ao total investido. passivo exigível total/ativo total 18

20 Índice de cobertura de juros: demonstra quanto a empresa gera de receitas para honrar compromissos com pagamento de juros. Portanto, para cada R$1,00 de receita operacional, quanto será gasto com pagamento de juros? LAJIR/juros Composição do endividamento: demonstra a concentração do endividamento a curto prazo. Passivo Circulante/Passivo Circulante + ELP Índice de participação de capital de terceiros: estabelece a relação entre capital de terceiros e capital próprio, ou seja, a estrutura de capital da empresa. Passivo Circulante + ELP/PL Imobilização do capital próprio: apresenta quanto a empresa aplicou no ativo permanente para cada R$1,00 investido pelos sócios. Ativo Permanente/PL Imobilização dos recursos não permanentes: demonstra quanto a empresa imobiliza em relação aos recursos captados no longo prazo. Ativo Permanente/PL + ELP 4.4 Índices De Rentabilidade Possibilita demonstrar o retorno ou rentabilidade de todo capital investido e se há eficiência de gestão. Margem de lucro bruto: Estabelece quanto a empresa obtém de lucro bruto para cada R$1,00 de receita liquida. Lembre-se que a empresa ainda precisa cobrir outras despesas e ainda gerar lucro. receitas de vendas CPV/receitas de vendas liquidas 19

21 Margem de lucro operacional: Estabelece uma análise de desempenho, já que leva em consideração as despesas operacionais. Resultado operacional/receita de vendas liquidas Margem de lucro líquido: É uma medida tradicionalmente utilizada pelos proprietários, pois avalia a sobra após um período de atividade. Lucro disponível aos acionistas ordinários/receita de vendas liquidas Lucro por ação (LPA): Muitos utilizada no mercado de ações, pois avalia o lucro para cada ação emitida pela empresa. Lucro disponível aos acionistas ordinários/número de ações ordinárias Retorno do Ativo Total (ROA): Demonstra o retorno sobre todos os investimentos direcionados para a empresa, tanto de capital próprio quanto de terceiros. Lucro disponível aos acionistas ordinários/ativo total Retorno sobre o capital próprio (ROE): Apresenta o nível de remuneração destinado aos investidores da empresas, sócios, acionistas ou proprietários. Lucro disponível aos acionistas ordinários/patrimônio dos acionistas ordinários 4.5 Índices de Valor de Mercado São índices especificamente para empresas com ações negociadas nas bolsas de valores. Índice Preço/Lucro (P/L): mede quanto os investidores estão dispostos a pagar por cada R$1,00 de lucro corrente. Às vezes P/L mais elevado demonstra empresas de crescimento, mas o índice não deve ser interpretado isoladamente. preço de mercado da ação ordinária/lucro por ação (LPA) 20

22 Índice Preço/Valor Patrimonial (P/V): compara o valor de mercado do investimento em relação ao seu custo. Resultados inferiores a R$1,00 indicam que a empresa não tem criado valor para os acionistas. preço de mercado da ação ordinária/valor patrimonial da ação ordinária 21

23 5 ALAVANCAGEM E PONTO DE EQUILÍBRIO Todo investidor que resolve colocar seus recursos em uma atividade, busca retornos superiores aos dos investimentos da renda fixa ou variável. Portanto, ao assumir o risco da atividade, toma decisões financeiras que contribua para a elevação dos resultados operacionais e líquido. Esse desempenho pode ser medido pelos graus de alavancagem operacional e financeira. Alavancagem é o resultado da utilização de ativos ou fundos a um custo fixo, com objetivo de aumentar o retorno para os proprietários. Aumentos de alavancagem provoca a elevação dos retornos e riscos proporcionalmente. Os tipos de alavancagem podem ser: Operacional: Relação entre receita e o Lajir Financeira: Relação entre o Lajir e o LPA Total: Relação entre receita de vendas e o LPA 22

24 5.1 Alavancagem Operacional Para o maior entendimento do grau de alavancagem operacional (GAO) é importante conhecer primeiro os efeitos dos custos fixos nas operações da empresa, medido pelo pondo de equilíbrio Análise do ponto de equilíbrio (break-even-point) O Ponto de Equilíbrio (PE), também conhecido como análise custo volume lucro, é utilizado com objetivo de se conhecer: 1 Determinar o nível de operações necessário para cobrir todos os custos operacionais 2 Avaliar a rentabilidade associada a diversos níveis de vendas. O ponto de equilíbrio operacional está relacionado ao nível de vendas necessário para cobrir todos os custos operacionais. Portanto, o ponto de equilíbrio ocorre no momento em que receitas totais e os custos totais se equivalem ou seja, não há nem lucro nem prejuízo. a) Cálculo do ponto de equilíbrio operacional ou contábil Inicialmente, para calcular o ponto de equilíbrio operacional (Q), é necessário conhecer o custo dos produtos vendidos (mercadorias e serviços), decompondo-os em fixos e variáveis. Os custos (despesas) fixos são independentes do volume de vendas e estão relacionados com a função tempo. Os custos (despesas) variáveis dependem diretamente do volume de vendas e não estão relacionados com o tempo. Para calcular o ponto de equilíbrio, é necessário conhecer as seguintes variáveis: 23

25 P = Preço unitário de venda Q = número de unidades vendidas CF = custo operacional fixo por período CV = custo operacional variável por período Abaixo são apresentadas as equações que poderão ser utilizadas para o cálculo de quantidade, preço e nível de operações necessárias. Exemplo de cálculo de Q Supondo-se que uma empresa possui custos fixos de R$2.500,00, que o preço de venda por unidade seja de R$10,00 e o custo variável seja R$5,00/unidade. Qual é o ponto de equilíbrio (Q)? Q = CF P CV = R$2.500, 00 R$10, 00 R$5, 00 = 500un 24

26 Neste caso então, o ponto de equilíbrio operacional é de 500 unidades. A representação gráfica abaixo permite visualizar com mais compreensão o ponto de equilíbrio e os benefícios que o cálculo proporciona. Exemplo de variação do Q Suponhamos que a mesma empresa fazer um teste, aumentando todas a variáveis: 1 Aumentar o P para R$12,50 2 Aumentar o CF para R$3.000,00 3 Aumentar o CV para R$7,50/unidade 4 Aumentar todas as variáveis simultaneamente 25

27 b) Cálculo do ponto de equilíbrio econômico e financeiro O Pe anterior baseava-se no lucro contábil igual a zero. O Pe econômico baseia-se na premissa de que todo investidor busca no mínimo um lucro que compense o custo de oportunidade, já que sua decisão não foi investir no mercado financeiro. Por isso, calculase o juro mínimo que pudesse compensar essa decisão. Para isso, acrescenta-se ao custo fixo o lucro mínimo exigido como retorno. O cálculo pode ser realizado pela seguinte equação: PeE = CF + Lucro minimo P CV Também é necessário apurar o ponto de equilíbrio financeiro, pois nem todas as despesas e custos fixos foram desembolsados imediatamente do caixa, já que é apurado pelo regime de competência. Assim, faz-se necessário retirar do cálculo as despesas que não saíram do caixa e somar os juros de endividamento que já deverão ser amortizados. PeF = CF Despesas não desembolsáveis+ Amortização P CV 26

28 5.2 Atividade Prática: Como ilustração, imagine que a empresa Ieccos SA vendeu dois produtos: Produto X Produto Y Preço de venda R$340,00/un R$560,00/un Custos (despesas) variáveis R$153,00/un R$392,00/un Margem de contribuição R$187,00/un R$168,00/un Tabela 3.1 É notável a diferença quando se analisa os produtos individualmente e o resultado operacional. Pela tabela, nota-se que o produto X deveria ser incentivado, pois possui uma contribuição maior para o resultado. Entretanto, uma análise simplista como esta pode ser imprudente, pois outros fatores como aceitação do produto X ou Y no mercado, disponibilidade de matéria prima, capacidade produtiva, entre outros, poderão interferir na tomada de decisão. Nesse período o custo e despesa fixo da Ieccos SA foi de R$ ,00, podendo ser calculado agora a margem de contribuição total e o lucro operacional (LAJIR/EBTIDA). A Para que os custos fixos possam ser pagos e zere o LAJIR, qual o volume de produtos X e Y precisa ser vendido? Para simplificar o cálculo, uma vez que foi inserido o conceito de margem de contribuição, uma equação equivalente também poderá ser utilizada, quando acompanhada da tabela 3.1, ou seja: Pe = CF + Despesas fixas Margem de contribuição unitária Produto X Produto Y Total N o de unidades necessárias Receita de vendas Custos (despesas) variáveis Margem de contribuição Custos e despesas fixos - - (R$ ,00) Tabela

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