Altera o Manual de Gerenciamento da Frota do CBMMG, aprovado pela Resolução nº 008, de 18 de fevereiro de 2000.

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1 COMANDO GERAL RESOLUÇÃO Nº 481, DE 04 DE OUTUBRO DE Altera o Manual de Gerenciamento da Frota do CBMMG, aprovado pela Resolução nº 008, de 18 de fevereiro de O COMANDANTE-GERAL DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS, no uso de suas atribuições legais que lhe são conferidas, pelo art. 6º e 1º do art. 12, ambos da Lei Complementar nº 54, de 13 de dezembro de 1999, e CONSIDERANDO: - a publicação do Manual de Processos e Procedimentos Administrativos das Instituições Militares do Estado de Minas Gerais (MAPPA) por meio da Resolução Conjunta nº 4.220, de 28 de junho de 2012, que estabelece novo rito às apurações no âmbito do CBMMG; - a necessidade de se adequar a documentação e peças instrutórias relativas aos procedimentos apuratórios em face de acidentes com viaturas, tendo-se em vista as disposições contidas no MAPPA. RESOLVE: Art. 1º Alterar o Capítulo VIII, bem como os anexos L e M do Manual de Gerenciamento da Frota, que passam a vigorar com a seguinte redação:

2 CAPÍTULO VIII Dos Acidentes Seção I Das Providências em Caso de Acidente Ocorrendo acidente envolvendo viatura do Corpo de Bombeiros Militar, serão necessárias as seguintes providências: pelo chefe da guarnição, na impossibilidade deste pelo militar mais antigo da guarnição, motorista ou outro militar designado pela Unidade: a) prestar socorro à(s) vítima(s); b) sinalizar e preservar o local do acidente, inclusive com demarcação da posição final dos veículos, na medida do possível; c) se possível, providenciar o registro fotográfico do acidente; d) comunicar, imediatamente, o acidente ocorrido à Unidade a qual pertence, solicitando o comparecimento do oficial de serviço ou correspondente; e) preencher o Relatório de Acidente de Viatura (RAV), constante do Anexo L do Manual de Gerenciamento da Frota; f) anotar envolvidos e testemunhas no local do acidente, acionando via COBOM ou Sala de Operações da Fração, uma Guarnição PM para registro do sinistro (BO/REDS) e adoção das demais providências legais pelo Oficial de serviço (CBU) ou correspondente: a) comparecer ao local do acidente e responsabilizar-se pela orientação de todas as providências necessárias à correta condução da ocorrência. Nas sedes de Frações, nos acidentes de maior gravidade, o Comandante da Fração deverá designar um militar para comparecer ao local para adoção das providências decorrentes; b) garantir a preservação do local do acidente, quando possível, providenciando o registro fotográfico do acidente; c) acionar reboque para viatura acidentada se for o caso; d) acionar a Polícia Militar para a lavratura do BO/REDS se ainda não tiver sido acionado;

3 e) solicitar o comparecimento da perícia técnica ao local do acidente, para que seja feito o exame pericial, observando-se o seguinte: - se os danos causados em cada um dos veículos envolvidos forem, seguramente, estimados em valor inferior a 3 (três) salários mínimos, poderá ser dispensada a presença da perícia, a critério do oficial de serviço ou correspondente; - se houver acordo formalizado no local da ocorrência, salvo em caso de veículo segurado, a perícia poderá ser dispensada, a critério do oficial de serviço ou correspondente, quando os danos causados forem estimados em valor até 10 (dez) salários mínimos; - se do acidente resultar vítima, a perícia não poderá ser dispensada; f) realizar o preenchimento do RAV, ou designar outro militar para fazê-lo, quando o condutor da viatura estiver impossibilitado para tal; g) elaborar o Termo de Compromisso, conforme modelo constante no ANEXO "M" deste Manual de Gerenciamento da frota, nos casos de acordo no local, colhendo as assinaturas das partes e testemunhas. Somente haverá acordo quando o(s) motorista(s), patrão(ões) ou outro(s) interessado(s) se dispuser(em) a ressarcir(em) os danos havidos na viatura do CBMMG; h) agilizar de imediato, as medidas necessárias à recuperação da viatura, no caso de ser manifesto o interesse, pelas partes envolvidas, em fazê-lo; i) elaborar relatório circunstanciado sobre o acidente ao Subcomandante logo após o encerramento da ocorrência, juntando todos os documentos produzidos a respeito; j) impedir acordos formais com proprietários, nos casos de envolvimento de veículo particular com seguro total, tendo-se em vista que o representante da seguradora deve estar presente pelo Chefe da Seção de Manutenção e Transportes: a) nos acidentes ocorridos nas localidades sedes das Unidades, sempre que possível, comparecer ao local do acidente para avaliação dos danos de forma a assessorar o Oficial de serviço ou correspondente sobre a adoção das medidas previstas; b) agilizar todas as medidas que permitam acelerar a recuperação da viatura, já a partir da notícia do acidente; c) preencher o Aviso de Acidente, conforme modelo próprio e remetê-lo à Seguradora contratada, quando do acidente resultar morte ou lesões corporais a pessoas que não seja o motorista; d) lançar, até o primeiro dia útil após o acidente, no Sistema Informatizado, os dados disponíveis sobre os fatos e a viatura envolvida, completando, oportunamente, o lançamento dos demais dados; e) providenciar orçamentos para a recuperação da viatura acidentada, em oficina da Unidade e em pelo menos 3(três) oficinas particulares.

4 SEÇÃO II Apuração de Responsabilidade e Indenização O Comandante da Unidade, de posse da documentação (RAV, BO/REDS, Aviso de acidente, etc...) sobre acidente envolvendo viatura da Unidade e ficando comprovada preliminarmente autoria e materialidade de conduta irregular do militar condutor da viatura ou componente da guarnição, deverá adotar as medidas disciplinares cabíveis, previstas no MAPPA Caso a documentação mencionada anteriormente não ofereça subsídios necessários (autoria e materialidade) para a instauração de SAD ou fique caracterizada a responsabilidade exclusiva de terceiro, deve ser instaurado preliminarmente o RIP Havendo vítimas (militares e/ou civis) em decorrência do acidente, o fato deverá ser apurado também por meio de Inquérito Policial Militar (IPM) Comprovando-se que a culpa pelo acidente, do qual resultou dano à viatura do CBMMG, recaiu sobre a outra parte, ou se houver acordo formalizado admitindo-se esta culpabilidade, o Comandante da Unidade envidará todos os esforços necessários para a indenização dos prejuízos ao Estado A indenização de danos causados em viatura do CBMMG, por motivo de acidente, será feita por uma das seguintes formas: com o reparo da viatura, realizado em oficina particular de capacidade técnica reconhecida, sob a supervisão do Chefe da Seção de Manutenção e Transportes ou militar designado pelo comandante da Unidade, observando-se o seguinte: a) terminados os reparos, a viatura será vistoriada pela Seção de Manutenção e Transportes da UE ou pelo Centro Suprimento e Manutenção, que atestará formalmente a regularidade e satisfatoriedade do serviço executado, para os fins de aceitação da recuperação como indenização; b) após atestar que os reparos foram executados de forma satisfatória, e caso tenha sido instaurado algum processo para a apuração do acidente, serão juntados aos autos os documentos que demonstram a completa indenização dos danos; recolhimento aos cofres do Estado do valor referente ao reparo da viatura, devendo ser apresentado o comprovante do pagamento do Documento de Arrecadação Estadual (DAE); com a entrega, na Unidade a que pertença a viatura danificada, das peças necessárias, juntamente com a Nota Fiscal respectiva, para a realização do reparo, mediante avaliação prévia da Comissão Permanente de Recebimento de Materiais (CPARM) que

5 atestará a qualidade das peças. Neste caso, também é obrigatório o recolhimento, aos cofres públicos, do valor correspondente à mão-de-obra, mediante procedimento idêntico ao previsto no item , sendo os reparos realizados na oficina da UE ou no CSM; se o reparo for executado em oficina do CBMMG, o valor da hora trabalhada será igual à média dos valores praticados pelas oficinas autorizadas da localidade se o responsável pela indenização for militar ou servidor civil, poderá autorizar o desconto em seus vencimentos/proventos, conforme normas em vigor, regulamentadas pela Diretoria de Recursos Humanos DRH nos casos do item e do item , para aquisição de peça, a negociação com o fornecedor do serviço ou material será feita diretamente pela parte responsabilizada, ficando o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais apenas como beneficiário e fiscalizador do serviço e material, não se envolvendo com garantias, cobranças ou qualquer outro expediente Nos casos dos itens e , se tiver sido instaurado processo administrativo para apurar o acidente, será juntado aos autos o comprovante de pagamento do DAE, a Nota Fiscal ou correspondente e o documento de entrega das peças na UE A manifestação do desejo de realizar a indenização, por qualquer das formas constantes do item 8.2.3, será formalizada em Termo de Compromisso, conforme modelo constante do ANEXO M do Manual de Gerenciamento da Frota O acordo poderá, ainda, ser formalizado a qualquer tempo, mesmo após instauração e conclusão do procedimento apuratório, desde que os autos não tenham sido encaminhados à Advocacia Geral do Estado (AGE), para acionamento judicial da parte que deu causa ao acidente Não havendo acordo entre as partes, e esgotadas as negociações para a indenização do dano, os autos do procedimento apuratório serão encaminhados à DAL, para análise e remessa à Advocacia Geral do Estado (AGE), se for o caso de providências judiciais O processo a ser encaminhado à AGE, deverá ser instruído pelo RAV, previsto no anexo L deste Manual de Gerenciamento da Frota, e pelos seguintes documentos: Autorização para Saída de Veículo, gerada pelo módulo Frota-SIAD ou documento equivalente; três orçamentos emitidos por empresas ou oficinas especializadas, para avaliação dos danos, cabendo tal providência ao responsável pelo setor de transportes;

6 ocorrência policial (Polícia Militar ou Civil); laudo pericial; nota de liquidação da despesa com a recuperação do veículo acidentado, se for o caso; notas fiscais referentes ao conserto do veículo, se for o caso; cópia da Carteira Nacional de Habilitação do condutor CNH e do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo CRLV No relatório do procedimento apuratório e na solução, deverá estar expresso o nome de quem deve ser responsabilizado pelos danos causados na viatura e o valor a ser indenizado, objetivando instruir ações e contestações do Estado em demandas civis provenientes do acidente, observando-se, ainda, o seguinte: manterá arquivo, em pasta própria no almoxarifado da Unidade, cópia dos procedimentos apuratórios e relatórios de Inquéritos e as respectivas soluções e homologações, relativos a acidentes com possibilidade de acionamento judicial do Estado, ou seja, que resultem danos em viatura imputados ao condutor ou a terceiros que não os tenham assumido, bem como os casos que envolvam veículos com seguros totais ou parciais e acidentes com danos em veículo particular; no caso de danos em viatura imputados ao condutor ou a terceiros, que não os tenham assumido e cujo reparo venha a ser feito às custas do Estado, serão remetidos à DAL todos os documentos comprobatórios dos gastos realizados, a exemplo de Nota Fiscal, Fatura, Nota de Empenho, Recibo e outros, bem como suas cópias autenticadas serão arquivadas em pasta própria; no caso de danos, em viatura, que resultem perda total do bem, uma via do Termo de Exame e Avaliação de Viatura de que trata o item será, necessariamente, juntada aos autos de apuração do acidente e outra via arquivada na forma do item na solução do procedimento apuratório e na homologação de inquérito, deverá ser expresso se a viatura acidentada será recuperada ou se será objeto de descarga por inservibilidade e, se for recuperada, quem assumiu os respectivos custos Quando o militar ou servidor civil que for considerado responsável pelos danos causados em viatura da Unidade, sua responsabilidade civil será acionada na forma da lei, não podendo ser isentado da indenização na esfera administrativa Apurado o valor dos danos a serem ressarcidos pelo militar ou servidor civil, o Comandante da UE fará publicar, em Boletim Interno, o montante pecuniário que lhe foi imputado e procedendo da seguinte forma:

7 a) encerrado o inquérito ou procedimento apuratório, será providenciada, pelo Chefe da SOFI ou correspondente, declaração do militar ou servidor civil, para que se manifeste formalmente sobre a sua disposição de fazer o ressarcimento na esfera administrativa, conforme o disposto no item 8.2.3; b) caso o militar ou servidor civil concorde com o desconto em seus vencimentos/proventos, o valor mensal e a quantidade de parcelas serão calculados na forma do item , para constarem na declaração autorizativa do desconto, que será assinada pelo responsável pelo dano, e 2 (duas) testemunhas, sendo uma via juntada aos autos da apuração e outra arquivada em pasta própria da Seção de Orçamento e Finanças (SOFI); c) caso o militar ou servidor civil não concorde em realizar indenização na esfera administrativa serão tomadas suas declarações, cujo termo também será assinado por duas testemunhadas, sendo uma via juntada aos autos da apuração e outra arquivada em pasta própria do almoxarifado; d) a determinação de desconto nos vencimentos/proventos do militar ou servidor civil somente poderá ser efetivada se este concordar; caso contrário, tratando-se de procedimento apuratório, os autos serão encaminhados à DAL, que provocará, via AGE, a ação judicial própria para ressarcimento ao Estado; e) no caso da alínea anterior, se a apuração foi realizada por Inquérito, caberá ao juízo competente a manifestação quanto à indenização de danos ao Estado; isto não ocorrendo, o fato será levado, pela DAL, à análise da Advocacia Geral do Estado (AGE), para os fins de direito; As importâncias descontadas nos termos da alínea b), do item , serão consideradas como receita e recolhidas ao caixa único do Estado, sob a responsabilidade da Unidade que operacionalizar o desconto Se o dano na viatura sinistrada for de tal monta que inviabilize sua recuperação, o valor da indenização será determinado pelo preço de cotação do veículo no mercado incluído o encarroçamento, se houver, deduzindo-se o valor apurado com a alienação. Art. 2º Aplica-se esta Resolução aos processos e procedimentos instaurados a partir de 03 de Setembro de 2012, data que entrou em vigor a Resolução Conjunta nº 4.220/12 (MAPPA), revogando-se as disposições em contrário. Comando Geral em Belo Horizonte, 04 de outubro de SÍLVIO ANTÔNIO DE OLIVEIRA MELO CORONEL BM COMANDANTE-GERAL

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