RELAÇÃO ENTRE MALOCLUSÃO E MASTIGAÇÃO

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1 CEFAC CENTRO DE ESPECIALIZAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA CLÍNICA MOTRICIDADE ORAL RELAÇÃO ENTRE MALOCLUSÃO E MASTIGAÇÃO LIA INÊS MARINO DUARTE LONDRINA 2000

2 RESUMO: A mastigação bilateral, alternada com movimentos amplos e irrestritos é considerada fundamental para manter o equilíbrio oclusal. Este estudo tem como objetivo verificar o padrão mastigatório nos indivíduos portadores de maloclusões (CLASSE I, CLASSE II e CLASSE III associadas a outras alterações: apinhamentos, mordidas cruzadas, sobremordidas, sobressaliências, mordidas abertas). Pesquisou-se o padrão mastigatório em 38 sujeitos, todos pacientes de clínicas ortodônticas, na faixa etária de 11 a 29 anos, com maior ocorrência entre 12 e 14 anos. Todos deveriam apresentar dentição permanente e saudável, ser portador de algum tipo de maloclusão e não ter realizado tratamento ortopédico dos maxilares, ortodôntico ou fonoterapia. Observou-se a predominância do padrão bilateral de mastigação com movimentos verticais nestes indivíduos, independente do tipo de maloclusão apresentada. Apesar do padrão bilateral, a grande maioria referiu a preferência por um dos lados. Observou-se também que nos indivíduos com padrão unilateral de mastigação, nem sempre este padrão estava associado a uma maloclusão.

3 ABSTRACT: The bilateral and alternate pattern of mastication with wide and unlimited movements is considered fundamental to maintain the occlusion balance. The purpose of this study is to verify the mastication pattern in the individuals with malocclusion (ANGLE malocclusion: CLASS I, CLASS II and CLASS III associated to other alterations: crossbite, overbite, overjet, open bite). Thirty eight patients between 11 and 29 years of age, mainly between 12 and 14 years old, were evaluated about their mastication pattern. They were all patients in an orthodontic clinic and all of them should have permanent and healthy teething, some malocclusion and not have accomplished any orthopedical treatment of the maxillaries, orthodontist treatment nor myofunctional therapy yet. The predominance of the bilateral pattern of mastication was observed with vertical movements in these individuals, independent of the malocclusion. In spite of the bilateral pattern most people showed preference for one side. It was also observed that in the individuals with unilateral pattern of mastication, this pattern, not always, was associated to a malocclusion.

4 Aos meus pais, Orlando e Ondina, que sempre me in- i centivaram e cultivaram em mim o gosto pelos estudos. Ao meu marido Roberto e filhos Ro-R drigo e Maria Fernanda, obrigada pelo apoio, paciência e compreen- são constantes, fundamentais para a conclusão desta monografia. m

5 A vocês dedico este trabalho.

6 AGRADECIMENTOS: Aos professores e assistentes do curso de Especialização em Ortodontia (RICKETS) da Universidade do Oeste Paulista, pelo apoio, incentivo e colaboração. Aos ortodontistas Luis Rotta e Sérgio Vilhegas, pela colaboração com pacientes para serem avaliados. A Mirian Goldenberg, minha orientadora, sem a qual não seria possível realizar esta monografia. A amiga e mestra Irene Marchesan, pela orientação na elaboração da pesquisa prática. Ao meu filho Rodrigo, pela dedicação e disposição na elaboração das tabelas. A ortodontista e amiga Eloá Coelho de Castilho pela atenção e incentivo constantes. A todos os pacientes que possibilitaram que este estudo fosse realizado.

7 SUMÁRIO: 1. INTRODUÇÃO 1 2. DISCUSSÃO TEÓRICA Fisiologia da Mastigação Eficiência Mastigatória Mastigação Bilateral X Unilateral Oclusão X Maloclusão Classificação das Maloclusões Alterações Mastigatórias e Maloclusões AVALIAÇÃO DA MASTIGAÇÃO Material e Método Resultados CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS 39

8 1. INTRODUÇÃO: A função de deglutir pareceu ser, durante anos, para os dentistas e também fonoaudiólogos, a mais prejudicial para o sistema estomatognático, apesar de a literatura fazer referência aos prejuízos causados não só pela deglutição, mas também pela mastigação, respiração e fala quando alteradas (PLA- NAS,1987; SIMÕES,1985; MARCHESAN,1984; DOUGLAS,1988 e outros). Pude constatar tal fato em minha experiência clínica como fonoterapeuta há 21 anos, dos quais 12 anos atuando com motricidade oral na cidade de Presidente Prudente/SP. Nesta trajetória, atribuí atenção especial aos problemas relativos à deglutição, porém não me sentia satisfeita com os resultados obtidos nas terapias, em especial quanto à automatização do novo padrão. Na busca de respostas, comecei a procurar maiores informações e conhecimentos na literatura especializada e também com os profissionais da área: ortodontistas, fonoaudiólogos e otorrinos, para compreender melhor a complexidade e o dinamismo do sistema estomatognático. Nesse processo, maior atenção foi dada às outras funções (respiração, sucção, mastigação e articulação), mudando-se o olhar no trabalho em terapia, dando relevo especial à respiração e mastigação. O objetivo maior da terapia fonoaudiológica em motricidade oral é o restabelecimento ou a viabilização das funções estomatognáticas: sucção, respiração, mastigação, deglutição e articulação da fala) visando ao equilíbrio miofuncional. Considerando o caráter positivo que a terapia fonoaudiológica exerce sobre o aparato oral, será enfatizada neste trabalho a importância da função mastigatória para o desenvolvimento e funcionamento do sistema estomatognático. 1

9 Uma grande parte da população apresenta problemas mastigatórios, com predominância do padrão unilateral. (PLANAS,1972; AHLGREN,1966; MO- LLER,1966). Há concordância entre os autores pesquisados que, embora a mastigação possa ser realizada com movimentos unilaterais, esta realização não constitui uma função oclusal ideal. A mastigação bilateral alternada, ampla e irrestrita é de fundamental importância para manter o equilíbrio oclusal. (BEYRON,1954; RAMFJORD & ASH,1984; PLANAS,1987; S IMÕES,1985). Os ortodontistas como também os fonoaudiólogos têm como objetivo reestabelecer o equilíbrio do sistema estomatognático. No trabalho fonoaudiológico com a função mastigatória, respeitandose as condições de cada indivíduo (tipo facial, padrão de oclusão ou maloclusão, condições respiratórias, conservação dos dentes) e suas possibilidades terapêuticas, visa-se a aprendizagem de um padrão mastigatório mais competente, bilateral e alternado. O objetivo do presente trabalho é discutir a relação existente entre maloclusão e alterações mastigatórias, verificando o padrão mastigatório encontrado em indivíduos portadores de maloclusão e, com os dados obtidos, auxiliar ortodontistas e fonoaudiólogos quanto à possibilidade ou não de terapia com a função mastigatória antes de corrigida a maloclusão. 2

10 2. DISCUSSÃO TEÓRICA: Uma das funções importantes do Sistema Estomatognático é a mastigação. Os mecanismos mastigatórios são bastante flexíveis, bem como as deficiências são prontamente compensadas. Isso explica parcialmente as consideráveis variações das características do ciclo mastigatório (amplitude, duração, movimentos) observadas entre indivíduos saudáveis como também em indivíduos com problemas oclusais. A literatura sobre o tema mastigação é vasta. O interesse em relacionar os padrões mastigatórios encontrados nas diferentes maloclusões levou a selecionar alguns pontos específicos na literatura ortodôntica e fonoaudiológica. Para tanto, será enfocado neste estudo como se processa a função mastigatória, considerações sobre oclusão e maloclusão e quais os padrões mastigatórios encontrados em indivíduos portadores de maloclusão Fisiologia da Mastigação. A mastigação é o ato de cortar e triturar o alimento preparando-o para a deglutição. RAMFJORD & ASH (1984) definem o Sistema Mastigatório como uma unidade funcional composta pelos dentes e suas estruturas de suporte, maxilares, articulações temporomandibulares (ATMs), músculos inseridos na mandíbula, lábios e língua e sistemas vascular e nervoso desses tecidos. A atividade funcional desse sistema é realizada pelos músculos que são guiados pelos impulsos nervosos. A harmonia entre esses componentes é de maior importância na manutenção da saúde e capacidade funcional do Sistema Mastigatório. DOUGLAS (1988) completa, definindo mastigação como o conjunto de fenômenos estomatognáticos que visa à trituração e moagem dos alimentos, reduzindo-os em partículas pequenas que se ligam pela ação misturadora da saliva, para obter o bolo alimentar apto para ser deglutido. 3

11 A mastigação parece ser uma função condicionada, adquirida e automática (POSSELT,1973). O aparelho mastigador surgiu como uma resposta a exigências particulares de função. Sua constituição depende da frequência e magnitude de estímulos funcionais para o desenvolvimento e manutenção de um estado fisiológico adequado, com uma resistência máxima à injúria (RAMFJORD & ASH,1984). Ontogeneticamente, a mastigação surge cedo, porém não junto com a vida humana. O Sistema Nervoso necessita amadurecer reflexos, estabelecer sinapses, construir caminhos adequados para os músculos desenvolverem força e movimento dos ossos e articulações, ou seja, o organismo precisa de um determinado tempo para que o indivíduo consiga mastigar. Esse tempo está completo depois da primeira dentição inteiramente estabelecida : 4 a 5 anos de idade (SI- MÕES,1985). PLANAS (1988) enfatiza a importância da amamentação para o desenvolvimento da mastigação, pois no ato de "ordenhar" o peito com sua boca, o bebê necessita de um enorme esforço muscular. Cita três fatores importantes que ocorrem no ato de mamar no peito: a) o bebê respira pelo nariz, pois não solta o peito. b) o bebê é obrigado a morder, avançar e retruir a mandíbula, estimulando todo o sistema muscular, principalmente masseteres, temporais e pterigóideos, que vão adquirindo seu desenvolvimento, necessário na chegada da primeira dentição. c) o movimento protrusivo e retrusivo excita, ao mesmo tempo, as partes posteriores dos meniscos e superior das ATMs. Com a estimulação proporcionada pela amamentação e, principalmente, com a maturação do Sistema Nervoso Central processa-se o desenvolvimento de novas funções que serão desencadeadas pela erupção dos dentes. Um dos fatores mais importantes da mastigação é o aspecto sensorial dos dentes, recentemente irrompidos. Os músculos que controlam a posição mandibular são influenciados pelos primeiros contatos oclusais dos incisivos antagonistas. No momento em que, acidentalmente, os incisivos superiores se tocam 4

12 com os incisivos inferiores, a musculatura dos maxilares começa aprender a funcionar, acomodando-se com o contato dos dentes. Assim, o padrão de fechamento torna-se mais preciso antero-posteriormente do que médio-lateralmente (MOYERS,1979). Ainda MOYERS (1979) afirma que os primeiros movimentos de mastigação são irregulares e precariamente coordenados, como o aprendizado de qualquer habilidade motora. À medida que a dentição decídua se completa, o ciclo mastigatório torna-se mais estável e o padrão oclusal individual de intercuspidação é usado com maior eficiência. As trocas dentárias vão se processando de tal forma que é mantida a eficiência mastigatória suficiente para cada idade, até atingir a idade adulta, com a dentição permanente. Denomina-se ciclo mastigatório cada golpe que a mandíbula executa contra a maxila para triturar o alimento. Consiste em três fases: - fase de abertura da boca: a boca abre o necessário para que o bolo alimentar possa entrar. - Fase de fechamento da boca: onde o alimento é comprimido e fragmentado. É nessa fase que se tem o primeiro contato dentário (do lado do balanceio, oposto ao alimento). - Fase oclusal ou intercuspidária: é caracterizada pela intercuspidação máxima das superfícies de oclusão dos dentes, portanto, é a fase crucial da mastigação. Os movimentos de corte (incisão) são definidos como aqueles onde o alimento é esmagado por golpes, principalmente verticais, entre as bordas incisais. A língua, coordenadamente com as bochechas, posiciona o alimento entre as superfícies oclusais dos dentes posteriores (pré-molares e molares) que, pelas suas características anatômicas oclusais, realizam os movimentos de trituração. Esses movimentos transformam as partes grandes do alimento em menores e ocorrem principalmente nos pré-molares, uma vez que sua pressão intercuspideana é mais intensa que a dos molares. 5

13 A última etapa é a pulverização, onde o alimento é transformado em partículas muito reduzidas, que não oferecem resistência nenhuma ao nível das superfícies oclusais ou da mucosa bucal. A mandíbula executa, durante a mastigação, os movimentos de rotação ( ocorre giro do côndilo em torno de seu próprio eixo) e translação( ocorre o deslizamento do côndilo ao longo da cavidade condilar, até a eminência articular do osso temporal). Os movimentos retrusivos raramente deveriam estar presentes durante a mastigação e deglutição, uma vez que os contatos dentários durante estes movimentos mandibulares não participam da mastigação (PLANAS,1988). No movimento de lateralidade, os côndilos executam padrões motores diferentes: movimento para o lado direito, o côndilo direito realiza um discreto movimento para fora e pequeno deslocamento para trás e para cima; já o côndilo esquerdo desliza para frente e para baixo, levemente em direção à linha mediana. Em todos os movimentos da mandíbula, o disco articular acompanha o côndilo, tornando-os mais harmônicos (BIANCHINI,1998). Esses movimentos mandibulares são possíveis devido a ação dos músculos mandibulares inseridos, em sua maioria, na mandíbula. São eles: - músculos mastigatórios: temporal, masseter, pterigóideo lateral, pterigóideo medial e ventre anterior do digástrico. - músculos da mastigação (que incluem todos os músculos que participam do processo mastigatório): músculos mastigatórios, todos os supra-hióideos (genio-hióideo, milo-hióideo, digástrico, estilo-hióideo), os infra-hióideos estabilizando o osso hióide, a musculatura da língua, bucinador e musculatura da mímica facial. Podemos classificar esses músculos de acordo com os movimentos de abertura e fechamento da mandíbula, assim temos: - os músculos levantadores da mandíbula: temporal, masseter e pterigóideo medial. 6

14 - os músculos depressores da mandíbula: pterigóideo lateral, musculatura suprahióidea (especialmente o ventre anterior do digástrico, gênio-hióideo e milohióideo). Na criança, com a dentição decídua completa, as relações mastigatórias são ótimas, uma vez que todos os três sistemas (osso, dente e músculo) ainda apresentam a adaptabilidade característica do desenvolvimento. Na dentição decídua, a altura da cúspide e a sobremordida são mais baixas, o crescimento ósseo é mais rápido e adaptativo e o aprendizado neuromuscular é guiado com mais facilidade, uma vez que os padrões de atividade não estão ainda bem estabelecidos. Em idades mais avançadas, as adaptações à mudança mastigatória já são mais difíceis. Cada vez que a posição de um dente se altera ou perde-se um dente, ou surge uma desarmonia oclusal, deve ocorrer o aprendizado de novos padrões mastigatórios (MOYERS, 1979) Eficiência Mastigatória: A principal função da mastigação é diminuir o volume do alimento, fragmentando-o em partículas cada vez menores, preparando-as para a deglutição e digestão. Uma segunda função é prover uma certa ação bactericida (pela enzima da saliva) sobre os alimentos colocados na boca quando são fragmentados, para formar o bolo. Uma terceira função do ato mastigatório é proporcionar a força e função indispensáveis para o desenvolvimento normal dos ossos maxilares (MOLI- NA,1989). Portanto, a trituração do alimento não é um mero aspecto mecânico, mas também biomecânico, bacteriológico e enzimático (POSSELT,1973). Segundo SIMÕES (1985), a eficiência mastigatória é a realização adequada de ciclos mastigatórios, oferecendo mecanismos compensatórios fisiológicos, ou seja, aqueles que resultam da erupção e atrição dos dentes e de um 7

15 mecanismo sensorial propriamente elaborado para cada idade, colocando as articulações temporomandibulares e os músculos em perfeita adaptação funcional. A duração e frequência do ciclo mastigatório variam de acordo com o tipo e consistência do alimento, bem como estão relacionadas com a qualidade neuro-muscular e o tipo facial do indivíduo. Nos indivíduos com face curta (crescimento predominantemente horizontal) observa-se maior vigor, potência e força mastigatórios. Nos indivíduos com face longa (crescimento predominantemente vertical) nota-se uma mastigação com menor força de mordida, menos potente (PROFFIT, 1995 ; BIANCHINI, 1995). Já a força mastigatória depende do treino, do status da dentição e da língua. Ela é somente uma pouco maior no homem que na mulher, no adulto que na criança, na dentição natural que na artificial, na área de molares e prémolares que na dos incisivos, no lado da mastigação viciosa e na posição de máxima intercuspidação (SIMÕES,1985). Essa força mastigatória representa um fator importante para o crescimento não só dos maxilares, mas de toda a face. Segundo POSSELT (1973) o número de vezes que o bolo alimentar pode ser mastigado até a realização da deglutição, varia entre os indivíduos. Porém, o número e tempo de golpes mastigatórios são constantes no mesmo indivíduo. Algumas pessoas mastigam mais demoradamente que outras, entretanto os hábitos mastigatórios individuais parecem ser tão estáveis que mesmo diante da perda de dentes, o número de movimentos mastigatórios permanece inalterado, ou seja, o efeito da perda de dentes não é compensado por uma mastigação mais prolongada. Na mastigação, os contatos dentários são muito mais intensos no lado do trabalho (LT) ou Ativo do que no lado do balanceio (LB). É no LT que se concentra toda a força mastigatória devido a atividade muscular ser mais intensa (SIMÕES,1985). Ainda segundo SiMÕES (1985), os músculos pterigóideo médio, masseter e temporal anterior são ativados em 50% de sua capacidade durante a 8

16 mastigação, principalmente o masseter, que age mais sobre a força mastigatória, tem atividade três vezes maior no LT do que no LB. Já o pterigóideo lateral tem maior atividade no LB, onde o movimento mandibular é maior. AHLGREEN (1966) observou eletromiograficamente que na mastigação de chicletes, o músculo temporal do LT era ativado primeiramente, sendo que os outros três músculos ( masseter, pterigóideo medial e pterigóideo lateral) eram ativados 60 ms mais tarde. Já na mastigação de amendoim os quatro músculos eram ativados simultaneamente. MOLLER (1966) também observou eletromiograficamente na mastigação unilateral de chicletes que o músculo temporal do LT era ativado cerca de 10 a 20 ms antes do músculo temporal do LB (lado oposto), enquanto o masseter do LT era ativado cerca de 30 ms depois do masseter do lado oposto (LB). RILO, SILVA, GUDE E SANTANA (1998) concluem que a ordem da atividade muscular na mastigação depende das características do alimento, constatando eletromiograficamente, em seu estudo com indivíduos que apresentavam mastigação unilateral, não haver diferença na atividade muscular do LT e do LB. Quanto maior o número de ciclos com contatos dentários durante a mastigação, maior a eficiência mastigatória. Como o Sistema Estomatognático é um sistema integrado de variáveis que dependem umas das outras, é óbvio que uma disfunção pode ser gerada por qualquer agressão originalmente aplicada a um de seus três componentes (ATM, músculos mastigatórios e complexo dento-periodontal). Assim, as lesões traumáticas, inflamatórias, degenerativas ou neoplásicas dos músculos ou da ATM podem ser uma causa imediata da disfunção (MONGINI,1988). Pode-se citar como causas mais frequentes que podem provocar uma ineficiência mastigatória: - diminuição da área dentária de oclusão, provocando uma redução no corte e trituração dos alimentos; - falhas ou perdas dentárias; - reabilitação protética (próteses removíveis); 9

17 - cáries; - trocas dentárias; - desgaste dental; - relações oclusais anormais; - problemas nos músculos da mastigação, mímica facial e/ou cervicais; - movimentos mandibulares anormais provocados por problemas na ATM; - respiração bucal; - dieta muito mole. RAMFJORD e ASH (1984) acrescentam que as interferências de equilíbrio produzem respostas de impedimento mais rapidamente, enquanto as interferências no lado do trabalho são aceitas mais passivamente. Sendo assim, o condicionamento pode ocorrer muito rápido, levando a alterações dos movimentos funcionais. Entretanto, os padrões oclusais de impedimento estabelecidos podem criar outras disfunções e impor desequilíbrios sobre outros elementos dentro do Sistema Mastigatório, os quais não podem compensar tão rapidamente. Como a atividade dos músculos mastigatórios está sob controle dos centros corticais e tronco cerebral, o stress emocional pode modificar suas características, aumentar sua atividade muscular na posição postural e facilitar o início de hábitos parafuncionais (MONGINI,1988). Temos, então, que um fator psicogênico pode gerar fadiga e espasmo muscular, sozinho ou em conjunto com fatores oclusais, levando a alterações anatômicas dos músculos (MONGINI,1988) Mastigação bilateral X unilateral: A função mastigatória é significativa no crescimento e desenvolvimento dento-facial, pois atua como estímulo de erupção dentária e aumento das dimensões dos arcos osteodentários. Com uma mastigação equilibrada, serão produzidos estímulos alternados nas diversas estruturas do Sistema Estomatognático (BIANCHINI,1998). 10

18 Nos autores pesquisados não há divergência quanto ao padrão de mastigação bilateral. A mastigação bilateral alternada multidirecional (onde o alimento é distribuído homogeneamente nos dentes tanto direitos quanto esquerdos) é ideal para o estímulo de todas as estruturas de suporte, para a estabilidade da oclusão e para a limpeza dos dentes. Nesse padrão há uma distribuição uniforme das forças mastigatórias, intercalando períodos de trabalho, repouso musculares e articulares, o que leva a uma sincronia e equilíbrio muscular e funcional. POMMERENKE (1928), citado por RAMFJORD e ASH (1984), mostra através de estudos clínicos e eletromiográficos combinados, que a função bilateral é assumida sempre que uma relação oclusal bilateral não restrita e conveniente é proporcionada, com guia cuspídea bilateral igual bem como capacidade funcional. Embora a mastigação possa ser realizada satisfatoriamente com movimentos unilaterais ou mesmo não laterais, esta realização não constitui uma função oclusal ideal (RAMFJORD e ASH,1984). POSSELT (1973) analisando registros eletromiográficos, afirma que os três ou quatro primeiros golpes mastigatórios do alimento determinam uma atividade igual e sincrônica em ambos os lados. As partículas grandes dos alimentos são distribuídas e trituradas em ambos os lados simultaneamente. Depois a atividade muscular bilateral torna-se desigual e assincrônica, o que muitas vezes indica que o indivíduo mastiga unilateralmente. PLANAS (1988) acredita que a mastigação bilateral alternada (livre de interferências oclusais, com maior número de contatos dentários durante os ciclos mastigatórios) condiciona o correto desenvolvimento da mandíbula e maxilar superior. A mastigação deve ocorrer tanto do LT (onde o alimento está sendo quebrado em partículas menores) quanto do LB (onde há o relaxamento da musculatura). Essa alternância é a base da mastigação bilateral. PLANAS analisa ainda, que o desenvolvimento ósseo se produz no LB e o movimento dentário no LT. Neste, o plano oclusal tende a levantar-se em sua parte anterior e, simultaneamente, tende a descer na mesma zona no LB. 11

19 Com o sobe e desce alternado, a correta e equilibrada situação do plano oclusal vai se formando, condição imprescindível para manter um equilíbrio permanente do sistema estomatognático. MOLINA(1989) acrescenta que, embora grande parte da população possa desenvolver a capacidade mastigatória unilateral sem necessariamente apresentar sinais e sintomas significantes, a função normal é aquela em que os dentes e as estruturas de suporte são estimuladas alternadamente, permitindo uma tranferência balanceada de forças. A mastigação unilateral é um mecanismo de adaptação para assegurar o mínimo de trauma para o periodonto, dentes e articulações. Nesse padrão mastigatório, estimulam-se apenas as estruturas do lado do trabalho, impedindo no lado inativo, o desgaste fisiológico das cúspides dentárias, possibilitando interferências oclusais e favorecendo a instalação de placas bacterianas, cáries e distúrbios do periodonto (MOLINA,1989). RAMFJORD & ASH (1984) acrescentam que modelos de mastigação unilaterais habituais são o resultado de adaptação a interferências oclusais. Enfatiza que tais modelos são comumente vistos em pessoas que viveram alimentando-se com alimentos moles não abrasivos, ou cujo modelo oclusal normal foi perturbado por doença dentária, periodontal ou perda de dentes. MANNS (1988), DUBNER (1978), POND(1986) e WILDING (1993), citados por MEJÍA VANEGAS et al (1996), afirmam que os fatores oclusais não têm uma correlação significante com o lado preferencial de mastigação. POND (1986) enfatiza que os fatores oclusais influenciam somente quando o padrão mastigatório está sendo desenvolvido nas crianças. Uma vez que o padrão está estabelecido, somente a estimulação dolorosa poderá produzir uma troca, mesmo assim, após retirado o estímulo doloroso, o indivíduo retornará ao seu padrão habitual de mastigação. POSSELT (1968), citado por DOUGLAS (1988), estabeleceu que entre pessoas saudáveis, com dentadura natural completa, somente 10% apresentam mastigação bilateral simultânea, enquanto 75% apresentam um padrão 12

20 mastigatório bilateral alternado. Nos 15% restantes, a mastigação é somente unilateral, direita ou esquerda. Já AHLGREN (1966), LARATO (1970), MOLLER(1966), PLANAS (1972) e WICTORIN & HEKDEGARD (1968),citados por SANTIAGO JR. (1994) afirmam que nas populações civilizadas, o número de indivíduos que executam mastigação unilateral é bastante elevado. Atribui-se esse fato principalmente à consistência da alimentação atual bastante macia, devido à grande facilitação dos métodos de cocção que vieram depois da revolução industrial. Essa pré-moagem dos alimentos faz com que seja aceito nos dias de hoje o movimento mastigatório com toque dentário apenas em canino durante a excursão lateral da mandíbula (AHLGREN, 1982). O contato dos dentes posteriores só ocorre em posição de intercuspidação máxima (PIM). Este tipo de desoclusão não é encontrado em nenhum grupo de indivíduos que vivem em contato íntimo com a natureza (BEYRON, 1964; BROWN, 1965). Não existe moagem sem o deslizamento das faces oclusais dos dentes posteriores da posição mais lateral até PIM. Embora exista evidência recente de que a frequência dos contatos laterais não seja significantemente alterada pelo tipo de alimento que está sendo ingerido, é possível que alimentos duros (frutas e vegetais naturais, carne fibrosa) propiciem menor influência de interferências oclusais no guia oclusal total do que alimentos mais moles (RAMFJORD & ASH,1984). Em seu estudo sobre os possíveis fatores predisponentes da mastigação unilateral, com 39 crianças com padrão unilateral, MEJÍA VEGAS et al (1966) concluem que o hábito de morder lápis ou outros objetos duros foi o único que mostrou significância estatística na escolha do lado da mastigação. Analisam considerando a seguinte situação: como este hábito se realiza durante o dia, por um tempo mais prolongado que o ato mastigatório, estimularia a fundo as diferentes estruturas. Portanto, um hábito pode induzir a algum tipo de reforço contínuo e repetitivo aos receptores periodontais, articulares e neuromusculares, criando-se 13

21 reflexos condicionados para que o indivíduo inconscientemente mastigue por um só lado. FRANCO (1997) verificou, numa pesquisa com 51 estudantes universitários adultos, que a grande maioria afirmou mastigar voluntariamente de maneira bilateral alternada. Os demais fazem uso de um padrão unilateral, sem portanto, apresentar prejuízo ou incômodo. RILO, SILVA, GUDE e SANTANA (1998) demonstram em uma pesquisa com 40 adultos saudáveis, de ambos os sexos, com completa ou quase completa dentição natural e nenhum sintoma de disfunção crânio mandibular, a atividade mioelétrica durante a mastigação unilateral. Concluem neste estudo que não há diferenças significantes entre a atividade mioelétrica dos músculos mastigatórios entre o lado do trabalho e o lado do balanceio num padrão unilateral. Discutem ainda que as assimetrias faciais muitas vezes justificadas devido ao padrão unilateral de mastigação, deveriam ser mais estudadas para se encontrar a verdadeira origem. BISHARA (1994), citado por MEJÍA VANEGAS et al (1996), afirma que algumas assimetrias direita e esquerda na cavidade oral podem ser resultantes de fatores externos, como hábitos assimétricos de mastigação causados por cáries, extrações ou trauma, e geralmente os estudos sugerem como a maloclusão pode afetar o padrão de mastigação, mas não como a mastigação unilateral pode, de alguma forma, criar algum tipo de de maloclusão, mesmo considerando que a atividade dos músculos mastigatórios pode ter um efeito importante na morfologia facial. Pode-se perceber que a maioria dos autores pesquisados enfatizam o padrão bilateral e alternado de mastigação para manter o equilíbrio do sistema estomatognático. Neste estudo pretendo discutir a relação entre mastigação e maloclusões. Torna-se necessária, portanto, uma pesquisa mais específica sobre oclusão e maloclusão. 14

22 2.4.Oclusão X Má oclusão: O termo oclusão é definido como uma relação estática de contato entre os dentes antagonistas (POSSELT,1973). Na odontologia, oclusão tem uma implicação funcional que envolve os dentes e partes outras do Sistema Mastigatório. Uma oclusão fisiológica tem sido definida como aquela na qual o conjunto de forças que atuam sobre os dentes está em estado de equilíbrio e conservando um estado de saúde e função normal entre os dentes e as estruturas de suporte (AMSTERDAM & ABRAMS,1973) in MOLINA (1989). POSSELT (1973) acrescenta que as maloclusões podem ser consideradas do ponto de vista morfológico e funcional. As maloclusões morfológicas não conduzem necessariamente a perturbações funcionais, já nas funcionais há a possibilidade de alterações no padrão normal da função. Comenta ainda que não é fácil classificar as maloclusões que conduzem mais frequentemente à disfunção. Já para MOLINA (1989) uma oclusão normal ou fisiológica é aquela que precisa de mínimas adaptações entre os diversos componentes e apresenta um mínimo de sinais e sintomas no sistema estomatognático. PLANAS(1988) diferencia a oclusão em cêntrica e funcional. Obtém-se a oclusão cêntrica no primeiro contato oclusal ao fechar a boca lenta e relaxadamente. Porém, pode ocorrer que o primeiro contato oclusal não seja o da máxima intercuspidação, e a mandíbula se desloca para frente, direita ou esquerda, a fim de ir reduzindo a dimensão vertical, ainda que infinitamente pouco. Essa será a oclusão funcional. Se a oclusão cêntrica coincidir com a oclusão funcional, esta será uma oclusão normal. Historicamente, o conceito de oclusão dentária pode ser dividido em três períodos (ARAÚJO,1986): - Período de ficção (empirismo), que se estende até o final do século passado(1900). - Período das hipóteses, (1900 até 1930), onde se tentaram formular princípios mais exatos sobre diagnóstico e tratamento dos distúrbios da oclusão. Em 15

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